domingo, 27 de maio de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA



Com esta  não aguentámos..........
 
Um homem tinha quatro filhos.   
O Governo  anunciou que as famílias que tivessem cinco filhos teriam  USD $ 15.000 por mês, de ajuda (abono de família) para sustentar a família.   
O homem disse à sua esposa imediatamente "mel, eu devo admitir,  ... Eu tenho um filho com minha amante e eu vou trazê-lo ".   
Ela olhou para ele chocada,   mas  ele não podia esperar e saiu correndo para  ir  buscar o filho.
Quando ele voltou,  ficou surpreso ao ver apenas dois de seus filhos e perguntou à sua esposa:  " mel, onde estão os outros dois filhos?  " 
Ela respondeu: "você não foi a única pessoa que ouviu o anúncio......
Os pais deles vieram buscá-los.
 
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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"

Silva Carvalho trocou SMS 
com Marco António Costa 

No dia 13 de Maio de 2011, a menos de um mês das eleições legislativas que o PSD viria a vencer, Jorge Silva Carvalho trocou três sms com o social-democrata Marco António Costa, membro da loja maçónica Brasília e actual secretário de Estado da Segurança Social. 

Uma delas – cujo teor a SÁBADO não reproduz literalmente por imperativos legais - denota a cumplicidade mútua: num registo informal – tratando-o por “tu” – Jorge Silva Carvalho diz a Marco António Costa que o importante naquele momento era que ele soubesse quem não queria como membro do Executivo ou como líder dos serviços secretos. 

Nessa época, Silva Carvalho era administrador da Ongoing e alimentava a ambição de regressar aos serviços secretos como secretário-geral do SIRP, a estrutura que tutela o SIS e o SIED, os dois serviços de informações existentes em Portugal. 

Seis dias depois, às 21h37m, enviou um sms a Miguel Relvas, actual ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, em que lhe sugeria nomes para ocupar postos-chave na estrutura das secretas: os espiões João Bicho e F.T. para o SIED; Luís Neves, director-nacional adjunto da PJ, para o SIS. 


* Vergonhaça


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SALTOS PRA ÁGUA




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ESTA SEMANA NO
"i"

Crise. 
Duplicou procura de parceiros
 para partilhar viagens e custos 

O número de pessoas à procura de alguém para partilhar viagens de automóvel duplicou este ano e, com o preço dos combustíveis, há também cada vez mais gente a trocar o carro pela bicicleta. Lançado há cinco anos, o site “Deboleia” veio permitir aos condutores de todo o país dividir viagens, gastos de combustível e portagens.
No ano passado, o “Deboleia” recebeu mensalmente cerca de cinco mil visitantes e foram muitos os que colocaram “anúncios” gratuitos, oferecendo-se para motoristas ou penduras. De acordo com um dos criadores do site, Nuno Pinto, em 2011 estiveram afixadas na parede de anúncios cerca de duas mil propostas. “Este ano, só nos primeiros três meses, já foram colocados 1.300 anúncios. A procura mais do que duplicou e achamos que este fenómeno vai continuar a crescer, tendo em conta as dificuldades dos portugueses e os consecutivos aumentos de combustível”, contou Nuno Pinto. Entre as histórias que foi conhecendo, Nuno salienta as das pessoas que revelam que "sem a partilha não conseguiriam manter o emprego, porque as viagens ficariam muito caras”. A maioria dos anúncios é para percursos pendulares casa/trabalho nas zonas metropolitanas de Lisboa e Porto. 

No “Deboleia” há quem encontre um parceiro para as viagens do dia a dia, mas também quem descubra companheiros para destinos inesperados. “Há muita procura na altura dos festivais (de música)”, lembra Nuno Pinto. Com o aumento do preço dos combustíveis, a partilha de carro tornou-se uma opção sedutora para muita gente, mas entre as alternativas de poupança está também a troca do automóvel pela bicicleta. Segundo José Caetano, presidente da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), “há cada vez mais pessoas a usar a bicicleta”. José Caetano recorda que “até ao 25 de abril, a bicicleta estava associada à classe operária e às gentes mais desfavorecidas. Havia um estigma social, porque eram os vidreiros da Marinha Grande ou os pescadores da Ria de Aveiro quem a usava. Entretanto, a classe média aderiu e agora está na moda”. 

Foi no final de 2010 e início de 2011 que se deu o “boom": “A crise acelerou o processo e o afundamento da vida dos portugueses veio ajudar ao uso da bicicleta”, defendeu José Caetano. Segundo estimativas da FPCUB, atualmente cerca de cinco por cento dos lisboetas usam a bicicleta como meio de transporte. A federação lançou um curso há quatro anos e orgulha-se de, em parceria com a autarquia lisboeta, já ter ensinado mais de 300 pessoas a andar de bicicleta. 

A pensar nos que sabem andar de bicicleta mas receiam aventurar-se sozinhos pelas ruas movimentadas das cidades, a Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi) criou um programa: os "Bike Buddies", pessoas que gratuitamente se disponibilizam para acompanhar novos utilizadores. Os BikeBuddies partilham a sua experiência, dão conselhos sobre rotas, equipamento, segurança, atalhos e truques que facilitam as deslocações pelas cidades. No site existem mapas com a localização dos "buddies" dispostos a ajudar os mais inexperientes. Neste momento já existem "buddies" em Lisboa, Aveiro, Peniche, Porto e Vila Real. 
O preço médio do gasóleo atualmente é de 1,438 euros/litro, mais sete cêntimos do que custava há um ano, tendo em março atingido o valor recorde ao chegar aos 1,529 euros/litro, segundo a informação disponibilizada pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), tendo como referência os preços de 2.599 postos de abastecimento em Portugal continental. Na segunda-feira, o preço do gasóleo deverá descer um cêntimo e a gasolina deverá aumentar meio cêntimo, refletindo as cotações médias nos mercados internacionais, segundo adiantou à Lusa fonte ligada ao setor. 

* Arte e engenho 

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 CARTAZES 
SÃO CARTAZES











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ESTA SEMANA NO

"RECORD"

Pesca de costa: 
"A Robaleira" conquista título mundial 

A equipa portuguesa do Clube de Pesca "A Robaleira" conquistou o título mundial de Pesca de costa, depois de ter vencido o 20.º Campeonato do Mundo que decorreu até este domingo em Mimizan, França.

 * VIVAM OS ROBALEIROS

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  4 - EMIL CLORAN




A trajetória intelectual e biográfica do filósofo romeno Emil Cioran (1911-1995) é o tema deste documentário francês dirigido por Patrice Bollon e Bernard Jourdain. Intelectual lúcido, cético, e contundente; considerado o maior dos prosadores da língua francesa, por Saint-John Perse, o pensamento de Cioran vai denunciar implacavelmente as ilusões que garantem o sono da maioria: a felicidade, as utopias, o progresso da humanidade, a história redentora, etc
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ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

Confirmadas 32 crianças mortas 
em massacre que matou 116

Os observadores das Nações Unidas contaram, pelo menos, 116 corpos, entre os quais os de 32 crianças, depois de um ataque das forças governamentais na cidade de Houla 

O massacre, que a ONU descreve como uma "tragédia brutal" decorreu este sábado, na cidade de Houla e deixou, pelo menos 90 mortos. Destes, 32 eram crianças menores de 10 anos. Segundo o chefe dos observadores das Nações Unidos na Síria, o general Robert Mood, uma primeira análise confirma o uso de artilharia a partir de carros blindados, no que classifica como um ataque "indiscriminado e imperdoável".

 O Governo sírio atribuiu as mortes "grupos terroristas armados". 


* A democracia nos países árabes é uma quimera. Os líderes desses países são de uma insensibilidade e hipocrisia que já ultrapassou há muitos anos a fronteira do crime. Coniventes são os líderes do ocidente, que dão mais valor aos petrodolares do que aos valores humanos. 

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2.CANNABIS


A ERVA MALDITA? 




Documentário médico onde o Dr. John Marsden analisa as origens da Cannabis, a maconha. Ele vai atrás de respostas para perguntas como: A maconha pode causar esquizofrenia? Ela pode levar alguém a buscar drogas mais pesadas? Ele entrevista pessoas cujas vidas foram destruídas ou revividas por esta planta que já vinha sendo usada há quase 3.000 anos antes de Cristo.

Um excelente trabalho da BBC


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ESTA SEMANA NO
"VIDA ECONÓMICA"

Grupo Águas de Portugal 
não vai ser privatizado 

O grupo Águas de Portugal, cuja dívida ascende aos "três mil milhões de euros", vai ser "reestruturado" e "verticalizado", mas não privatizado, confirmou esta semana à "Vida Económica" a ministra do Ambiente, Assunção Cristas.

"Vamos reestruturar a Águas de Portugal. Vamos separar a parte dos resíduos que, essa sim, será a parte privatizada", revelou a ministra Assunção Cristas, questionada pela "Vida Económica" à margem de uma conferência, em Gaia, promovida pelo Clube dos Pensadores. 

A ministra do Ambiente explicou que, "no que toca ao abastecimento das águas, a ideia é reestruturar o grupo no sentido de concentrar empresas ao nível dos próprios sistemas multimunicipais e, depois, verticalizar e encontrar vários sistemas". Sistemas esses que "serão poucos" e que "ainda não estão totalmente definidos", uma vez que isso envolve "um trabalho estratégico de procurar as melhores conjugações". O objetivo é conseguir "um equilíbrio entre o litoral e o interior, ou seja, entre a economia de escala do litoral, que se solidarizará com os investimentos que estão feitos no interior e que não poderão ser pagos por tão poucas populações". Só após essa fase é que se avançará para as "concessões destes sistemas de água".

Privatização dos resíduos "até ao fim do ano"

Questionada pela "Vida Económica" quanto à evolução dos preços - "o preço da água tem de ser ajustado, sob pena de colapso financeiro do sistema", dissera Cristas durante a conferência -, a ministra do Ambiente foi lacónica. "Posso dizer que o processo está em marcha" e que as Águas de Portugal "estão mandatadas para desenvolver todo um trabalho que passa pela verticalização do grupo e por um diálogo intenso com as autarquias que é que têm os sistemas em baixa", explicou. Recorde-se que o endividamento total do grupo Águas de Portugal, divulgado há dias no relatório e contas de 2011 e frisado pela ministra na conferência, atingiu 2978 milhões de euros em 2011. Desse valor, 2365 milhões de euros corresponde a dívida de médio e longo prazo e 613 milhões de euros de curto prazo, esta última motivada por dificuldades de tesouraria associadas aos recebimentos das câmaras. Quanto à área dos resíduos, a ministra avançou que quer "lançar o que tem a ver com a privatização até ao fim do ano". Explicou, contudo, tratar-se de "um esforço muito grande", pois "estamos a falar de 11 empresas, que têm de ser bem estudadas e bem trabalhadas para darem informação detalhada para que o processo possa ocorrer".

* Nem a EDP devia ter sido privatizada e tão pouco a ANA ou a TAP, a indepedência nacional pode estar em causa.

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TEMPESTADE 

DE AREIA


FENIX - USA




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FRANCISCO SARSFIELD CABRAL




A responsabilidade europeia

O Fundo Monetário Internacional (FMI) foi, até há poucos anos, considerado ultra conservador nas políticas económicas que impunha aos países onde intervinha, entre os quais Portugal (em 1978 e 1983).

Por exemplo, na crise asiática, no final dos anos 90, a receita do FMI terá causado mais estragos do que benefícios. E na bancarrota da Argentina (2002) o FMI não previu a tempo as consequências catastróficas de o câmbio do peso argentino se manter então ligado ao dólar.

O próprio FMI reconheceu, recentemente, a validade de algumas críticas de que era alvo. A mudança de atitude manifesta-se, hoje, em sucessivos alertas contra excessos de austeridade. Mas o FMI faz parte da troika que infligiu à Grécia uma dose punitiva de austeridade, provocando uma espiral recessiva. O PIB grego contraiu 20% desde que o governo de Atenas começou a aplicar essa política (com muitas falhas, é certo).

No resgate grego, o maior de sempre, o FMI advogou cortes graduais na despesa pública, dando prioridade às reformas estruturais. Merkel opôs-se. O resultado, aliás previsível e previsto, foi a profunda recessão ter dificultado a redução do défice orçamental, que permanece perto dos 10% do PIB. Quem falhou na Grécia, além dos gregos, não foi o FMI, foi a União Europeia (UE), por pressão alemã. Desde logo, atrasando incrivelmente a assistência à Grécia.

A ideia da chanceler alemã é que só a dureza da austeridade leva os países assistidos a concretizarem reformas. A incapacidade do Estado grego, nomeadamente para cobrar impostos, e a corrupção política desmentiram a chanceler. E foi o FMI a convencer uma relutante Merkel a aceitar o perdão parcial da dívida grega, quando a alternativa seria a bancarrota total.

O actual representante máximo do FMI na troika que lida com Portugal, o etíope Abebe Selassie, formulou reservas ao exagero da austeridade, sobretudo face ao rápido crescimento do desemprego. Quanto aos outros dois elementos da troika, o Banco Central Europeu (BCE) tem ajudado naquilo que pode, ou seja, no que o Tratado da UE não proíbe expressamente. Já a Comissão Europeia tem sido travada por Merkel quanto a eventuais alívios na austeridade, marginalizando Durão Barroso. Uma posição que alguns esperam, porventura com excessivo optimismo, ver alterada por influência do Presidente Hollande.

Então, perguntar-se-á com o PS, porque não se junta o Governo português ao coro europeu (e não só) para aliviar a austeridade, solicitando alterações no memorando de entendimento com a troika? Neste ponto crucial – não pedir mais tempo nem mais dinheiro para Portugal fazer o ajustamento – Passos Coelho e Vítor Gaspar têm razão.

Tal não me impede de considerar um incompreensível erro político o Governo não dialogar mais com o PS, o que não significa concordar com as posições socialistas. Até porque Seguro mantém responsavelmente o compromisso de cumprir o memorando que o governo de Sócrates negociou.

Mas António José Seguro mostra irrealismo e demagogia quando diz não admitir que se toque nas funções sociais do Estado. Com que dinheiro, já não explica. Aliás, os cortes nos apoios sociais, na saúde e na segurança social começaram com o governo de Sócrates, porque a situação financeira era insustentável.

Depois, e mais importante, por desejável que seja, e é, um abrandamento da austeridade em Portugal, nunca um apelo nesse sentido deverá vir das autoridades portuguesas. É que tal seria encarado pelos mercados – dos quais dependemos – como um sinal de incapacidade para cumprirmos aquilo a que nos comprometemos. Seria uma machadada fatal na confiança que, gradualmente, lentamente, tem vindo a ser recuperada por Portugal. A iniciativa tem que vir da Europa. 


 IN "SOL" 
21/05/12

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ESTA SEMANA NO
"GRANDE PORTO"

Crise provoca fuga de alunos do privado

Os efeitos da crise já chegaram ao sector privado de ensino. Com a vida a ficar cada vez mais cara, muitas famílias não conseguem continuar a suportar os encargos com as mensalidades e têm optado por colocar os filhos em instituições públicas. 
A tendência é confirmada pela AEEP – Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo e por vários estabelecimentos contactados pelo GRANDE PORTO. 


* O elitismo social a levar porrada. 

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MAIS GANDAS  MALUCOS



recorde mundial de salto em 

carro





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ESTA SEMANA NO
"SOL"

Lourinhã vai construir maior parque 
de dinossauros do mundo

Mais de 200 modelos de dinossauros em tamanho real espalhados por 2,5 quilómetros de percursos pedestres. Tudo ao ar livre, num pinhal com 36 hectares. O que durante mais de 10 anos não passou de uma miragem está prestes a nascer na Lourinhã: «O maior parque de dinossauros ao ar livre do mundo» será construído naquela cidade – famosa pelos fósseis e pela maior colecção de ovos de dinossauros do mundo.

Quem o garante é uma empresa alemã, a Dinosaurieir-Park, que está disponível a investir num projecto que deverá custar cerca de 10 milhões. «Já fizeram estudos de viabilidade económica que lhes dão a certeza que o negócio será rentável a partir dos 135 mil visitantes por ano, com 12 euros de preço de entrada. Mas é preciso garantir cerca de 50% de financiamento a fundo perdido (sem obrigação de reembolso) para avançar» – disse ao SOL Vital Rosário, vereador do Turismo da Câmara da Lourinhã.

Um ‘dinoparque’
A velha ambição dos lourinhanenses ganhou um novo fôlego quando, há cerca de um ano, Vital Rosário fez uma visita de trabalho à Alemanha e descobriu, por acaso, o DinoPark, situado em Munchehagen, a 40 quilómetros de Hannover. «Senti logo que aquele espaço, simples na organização e na arquitectura, era perfeitamente replicável num pinhal que pertence à Câmara», conta o vereador.
Os primeiros passos já foram dados. O grupo alemão constituiu uma sociedade privada (a Dinossauro Futuro) e, há um mês, esta mesma empresa, que fará a exploração do parque, candidatou-se a um fundo do Turismo de Portugal que poderá render 65% do investimento. Por conta dos alemães ficarão 15% do financiamento (cerca de 1,5 milhões). O resto, prevê Vital Rosário, poderá vir de empréstimos bancários.

-Mas estas contas são provisórias. A autarquia já disponibilizou o terreno do pinhal dos Camarnais àquele promotor, através de um contrato de cedência do direito de superfície (decisão aprovada por unanimidade), mas ainda não foi estabelecido o valor da renda.

Inauguração prevista para 2013
 «Ainda está tudo em aberto. Se esta candidatura correr bem, podemos iniciar a obra já em Setembro e teremos o parque inaugurado já em 2013», prevê Vital Rosário.

O que já está definido é o projecto de arquitectura. O vereador levanta um pouco o véu: «A ideia não é criar uma Disneylândia, com escorregas e baloiços. O que se pretende é uma experiência que retrate, de forma científica, os cenários do Jurássico e de outras épocas pré-históricas».
FÓSSEIS DE DINOSSAUROS LOURINHÃ

Nos 22 hectares que se prevê que o parque venha a ocupar, será erguido um edifício central, que acolherá o acervo do museu da Lourinhã, a bilheteira, uma loja, um restaurante e um auditório. À volta, será plantado um jardim que será «uma espécie de museu a céu aberto», com cinco percursos pedonais, ao longo dos quais serão colocados mais de 250 modelos de dinossauros, alguns mecanizados, à escala real. Os mais pequenos não serão esquecidos: será criado também um parque infantil com actividades pedagógicas.

Mas numa altura de crise, haverá clientes que justifiquem este investimento? «Nunca ninguém viu dinossauros, mas toda a gente adora dinossauros, sobretudo as crianças» – diz o vereador, optimista quanto à viabilidade do projecto. «Óbidos recebe dois milhões de pessoas por ano, o jardim oriental de Joe Berardo, no Bombarral, chega a atingir 40 mil visitantes por mês, o Carnaval de Torres Vedras mobiliza 300 mil pessoas. Perante isto, só posso estar esperançado», acrescenta.

Empresas chinesas querem participar
O vereador vai mais longe: «Isto será uma alavanca importantíssima para o município e para a região Oeste. Vai dinamizar o comércio e atrair turistas. Aliás, já há três unidades hoteleiras a nascer desde que se fala nisto. Até já apareceram empresas chinesas dispostas a fornecer as réplicas». 
O próprio modelo de funcionamento, assegura, foi pensado para ser sustentável. «Um parque que tem a ambição de ser o maior do mundo nesta modalidade estará aberto todos os dias e terá apenas 15 funcionários a trabalhar a tempo inteiro, mais 18 para assegurar os fins-de-semana e picos de afluência».


* A Lourinhã já tem um museu temático muito importante, se ainda não o visitou não demore. Este parque vem valorizar uma região com muitos pontos de interesse para visitar.

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LEONOR POEIRAS

Interpreta LANA DEL REY

 




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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

'Monte Branco':
 Lavagem de dinheiro da baixa 
lisboeta à Suíça


O dinheiro da rede desmantelada a semana passada entrava numa discreta loja da baixa de Lisboa e seguia em malas para a Suíça. À primeira vista, a pequena loja de medalhas de Francisco Canas no número 135 da rua do Ouro, em Lisboa, é apenas isso. Uma loja de medalhas. 

No entanto, o Ministério Público está convencido de que foi a porta de entrada para milhões de euros que a rede do banqueiro Michel Canals se encarregava de branquear em operações que iam da Baixa pombalina à Suíça. 

O dinheiro de clientes, como Duarte Lima, vinha em malas de viagem e seguia de avião até Genebra, onde eram trocadas por dólares por intermediários de Francisco Canas. A rede de lavagem de dinheiro foi desmantelada a semana passada.


 * Dêem mais meios às nossas polícias e mais "imbróglios" serão descobertos. 

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A NOVA RODA 


DOS ALIMENTOS


  


 UM EXCELENTE PROGRAMA SOBRE 
HÁBITOS ALIMENTARES DA RTP 

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ESTE MÊS NA
"PREVENIR"

Benefícios da dança

Leveza singular 
Há especialistas que a definem como a utilização do sistema muscular ao serviço do gesto. Descubra o que os diferentes tipos de dança podem fazer pelo seu organismo e pela sua saúde, incluindo a mental. 

Socialização 
A dança é uma atividade física que também serve como fator de socialização. Além de aproximar as pessoas que a praticam, o que acaba por ter efeitos positivos na sua saúde mental, tem benefícios com repercussões no organismo, nomeadamente musculares, articulares, cardíacos, pulmonares e circulatórios.

Atividade saudável 
Frequentar aulas de dança ou dançar durante uma hora entre a três a cinco vezes por semana é tão saudável como praticar desporto ao ar livre ou no ginásio. Esta atividade trabalha muito a zona da cintura e os glúteos.

Músculos trabalhados 
Os membros superiores e inferiores do corpo também são muito trabalhados durante a generalidade das danças, incluindo as coxas e os gémeos.

Contraindicações 
São praticamente nulas as contraindicações da dança. No entanto, como qualquer atividade física, exige cuidados. Se sofre de problemas cardiovasculares e/ou nas articulações ou tem dificuldades de locomoção, consulte um médio antes de frequentar aulas de dança.

Cuidados iniciais 
Na fase inicial de aprendizagem de uma dança, não deve fazer grandes esforços. O melhor é começar lentamente e ir progredindo com o passar do tempo.

Corpo tonificado 
Com o passar do tempo, o corpo de quem dança fica mais tonificado, os abdominais ficam mais firmes e a própria estabilidade do organismo também melhora.

Tensões aliviadas 
Dançar melhora a coordenação de movimentos dos braços e das pernas e também alivia o stress e combate a depressão. Nalgumas danças, os braços e a parte superior do corpo são responsáveis por verdadeiras descargas energéticas. Melhora a postura no dia a dia.

Hipertensão e aterosclerose 
Ao dançar, o organismo utiliza uma maior quantidade de oxigénio para produzir energia, o que aumenta a sua irrigação sanguínea. A dilatação das artérias previne a hipertensão. Além de emagrecer, a dança também combate a aterosclerose e outras doenças cardiovasculares.

Circulação venosa 
Dançar melhora a circulação venosa das pernas e trava o aparecimento de varizes. Também aumenta a vitalidade, alivia o mau estar e a prisão de ventre.

Calorias 
A dança é uma alternativa à prática desportiva tradicional e também uma excelente forma de queimar calorias. Ao dançar tango, mambo e samba durante meia hora, gasta cerca de 105 kcal


* A dança e a marcha são os melhores exercícios para a saúde e socializam as pessoas. Para a semana editaremos mais 11 benefícios. 


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TANGO ANIMADO



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  HOJE NO
"A BOLA"

Estafeta bate recorde 
de 4x100 livres com dez anos

 A Seleção concluiu, esta manhã, a participação no 31.º Europeu de Debrecen em piscina longa com um novo recorde nacional da estafeta masculina de 4x100 livres. Pedro Oliveira, Carlos Almeida, Simão Morgado e Tiago Venâncio são os autores do novo máximo, 3.40,19 m (11.º), de derruba a marca que resistia há dez anos. Simão Morgado é o único sobrevivente do quarteto que, no Campeonato da Europa de Berlim-02, havia subido a fasquia dos 4x100 estilos para 3.44,87m.

Com ele na Alemanha nadaram então Nuno Laurentino, Henrique Neiva e Luís Monteiro, todos já retirados da competição. Uma década depois o atleta do Natação da Amadora voltou assim a estar no recorde, rubricando uma das melhores prestações do quarteto ao fazer o percurso de mariposa em 52,28s e mostrando que havia vindo à Hungria com capacidade para conseguir a qualificação para os Jogos de Londres-12, que seriam os quartos da carreira após presenças em Sydney-00, Atenas-04, Pequim-08. 

Porém alguns erros cometidos na prova dos 100 mariposa saíram caro. No entanto, satisfeito com a prestação e de deixar todos os sete Europeus que disputou sempre com recordes nacionais, Simão (33 anos) está disposto a nadar no próximo fim de semana no Circuito de Madrid para tentar a derradeira oportunidade de qualificação olímpica. Competição na qual Tiago Venâncio também anunciara que iria estar.

 Mas, voltando à estafeta, foi a Pedro Oliveira que coube abrir os primeiros 100 metros a costas (56,21s), seguindo-se Carlos Almeida a bruços (1.01,68m), Morgado a mariposa (52,28) e finalmente Venâncio a crawl (50,02). Com este recorde coletivo, além do apuramento olímpico nos 200 costas Oliveira deixa Debrecen com três máximos nacionais (100 e 200 costas), tantos quantos Almeida (50 e 100 bruços), que também obteve mínimo B nos 100 bruços.


 * Portugal precisa do exemplo destes jovens para incrementar esta modalidade.


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CATEDRAL 

DE 

CRISTAL














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ESTA SEMANA NO
"PC GUIA"

Sucesso: 
Cápsula Dragon chega à 
Estação Espacial Internacional 

 A cápsula Dragon da empresa SpaceX de Elon Musk, que foi lançada a bordo do foguetão Falcon 9 na passada terça-feira,  chegou à Estação Espacial Internacional. Após algumas horas de manobras, a cápsula já foi capturada pelo braço robótico da Estação Espacial Internacional e será agora encaminhada para uma das entradas da Estação. O lançamento desta cápsula marca o primeiro envolvimento da NASA com o mundo dos voos espaciais privados.
 Circula na Internet um rumor de que o veículo transportou também uma carga secreta. O primeiro veículo espacial privado a atracar com a Estação Espacial Internacional, transportou alimentos não essenciais, projectos científicos de alunos, roupas e outros mantimentos para a tripulação da Estação, mas a empresa de Elon Musk terá sugerido que poderá haver algo mais a bordo. 

No último voo de teste da cápsula Dragon, o veículo espacial transportou um objecto secreto que a SpaceX se recusou a revelar antes de terminar a missão, revelando posteriormente que se tratou de um queijo, numa homenagem a um episódio da série de televisão dos Monty Python. Resta agora esperar pelo fim desta missão.


* Para quando o passe social para voos espaciais?

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POEMAS


'os ais'


por Mário Viegas




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QUASE REAIS










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8 - AFRICA










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47 - ILUSTRES PORTUGUESES DE SEMPRE »»» raul rêgo



Raul de Assunção Pimenta Rêgo (Morais, Macedo de Cavaleiros, 15 de Abril de 1913—Lisboa, 1 de Fevereiro de 2002) foi um jornalista e político português.


Biografia 
De 1924 a 1936 frequentou o Seminário das Missões do Espírito Santo, em Viana do Castelo, tendo concluído o curso de Teologia. Acabou, no entanto, por abandonar a carreira eclesiástica, tendo-se mesmo tornado anticlerical. 
Foi membro do Movimento de Unidade Democrática, o que o levou à prisão em 1945. 
 Dirigiu os serviços de imprensa das candidaturas presidenciais dos generais Norton de Matos (1949) e Humberto Delgado (1958). Enquanto jornalista, colaborou na Seara Nova, no Jornal do Comércio, no Diário de Lisboa e no Jornal República, do qual se tornaria director em 1971. Após o encerramento deste em 1976 fundou A Luta. 

Em 1974 tornou-se ministro da Comunicação Social do primeiro Governo Provisório. De 1975 a 1999 foi deputado pelo Partido Socialista, primeiro da Assembleia Constituinte e depois na Assembleia da República. Também foi grão-mestre da Maçonaria portuguesa de 1988 a 1990.

Homenagens 
Em 1976, o Congresso da Federação Internacional dos Editores de Jornais distinguiu-o com a Pena de Ouro da Liberdade. Foi agraciado com o grau de Grande Oficial da Ordem da Liberdade em 1980 e com a Grã-Cruz da Ordem de Sant'Iago da Espada em 1998.

Obras 
- Horizontes fechados: Páginas de Política, Editorial Inquérito, 1969 
- Diário Político, Arcádia, 1974 
- Violência inútil, Dom Quixote, 1975 
- O Último Regimento e o Regimento da Economia da Inquisição de Goa, Biblioteca Nacional, 1983
- História da República, Círculo de Leitores, 1986–88 
- Para um Diálogo com o Senhor Cardeal Patriarca, Europress, 1989 
- O Processo de Damião Goes na Inquisição, Assírio & Alvim, 2007

WIKIPEDIA

DEPOIMENTO

 por João José Alves Dias 

Conheci pessoalmente Raul Rêgo aquando da inauguração da Avenida Afonso Costa, em Lisboa. Estávamos no ano de 1977. Tinha eu, então, 19 anos. Embora já se vivesse em tempos democráticos, as homenagens a vultos republicanos eram, ainda, encontros de oposicionistas e de lutadores pela liberdade. 
SÍMBOLO DA LOJA RAUL RÊGO
Subsistia um sentimento de unidade, representativo da conjugação de esforços num passado recente. Entre esses grupos de oposicionistas havia o grupo dos maçons, quase todos homens represen­tativos de uma luta contra a ditadura. Eu, embora ainda não tivesse idade para pertencer ao grupo, convivia com ele, por razões familiares. E um dos homens desse grupo, talvez aquele que para mim mais se destacava, porque era talvez o mais conversador, era Raul Rêgo. Na verdade, Raul Rêgo era um contador, por excelência, de histórias vividas. Atingida a minha maioridade entrei também, agora por direito próprio, para o convívio com esse grupo de homens íntegros e honrados.

Rêgo entrara para a Maçonaria durante a clandestinidade, quando a tentativa de "escavar masmorras ao vício e levantar templos à virtude" não era apenas uma maneira de ser e de sentir, mas antes um acto de coragem e o símbolo da entrega total pela luta da Liberdade. Entrara em 1971. Estávamos, para uns, apenas a três anos de distância do fim dos tempos escuros... mas, para quem entrara para a Maçonaria durante esse tempo, era exigida dedicação, amor, vivência e entrega pela sobrevivência da trilogia "Liberdade, Igualdade, Fraternidade". É que então ninguém suspeitava que novos horizontes, novas auroras de luz, estavam para tão perto. Entrar em 1971, ou 1972, ou 1973, isto é, entrar para a Maçonaria nessa fase em que ela era uma Ordem perseguida e forçada a ser secreta havia quatro décadas... era um dos actos mais corajosos e de maior dedicação pela Pátria. Já não se estava nos primeiros tempos de clandes­tinidade, em que se lutava, se sonhava e se esperava que a ditadura caísse depressa. Estava-se num regímen sólido e forte, que se perpetuava com foros de legalidade.
Conheci igualmente Raul Rêgo em outras viagens iniciáticas que ambos realizámos pelas livrarias, quer de livros novos quer, especialmente, de livros antigos. Ai, mais do que dentro das paredes do Palácio Maçónico, convivi e aprendi a apreciar o homem que era, por si próprio, graças à sua energia e maneira de transmitir ideias, um dos maiores propagadores do pensamento livre e sem preconceitos. E foi nesses encontros em alfarrabistas que eu compreendi a razão da escolha do nome simbólico que Rêgo adoptara aquando da sua iniciação: Erasmo.

Erasmo personificava a luta contra um ideário convencional e, por vezes, católico. Tal como Rêgo, conhecera a Igreja por dentro e lutara contra a tirania, obscurantismo e fanatismo que muitas das suas práticas, não as suas crenças, exerciam sobre os humanos. Compreendera o novo espírito humanista. 

Ambos colocavam o Homem como medida do pensamento. E, à volta de cada um dos livros antigos, em especial dos escritos na época de Erasmo, Rêgo tecia os seus comentários, as suas criticas, enfim, desbastava a pedra bruta que ainda vivia em muitos dos que o escutavam. Publicava, depois, em crónica, num diário de Lisboa, muitas dessas conversas e desses debates, que eram antes monólogos, quase que sermões ou pregações, esclarecedores à boa maneira de Erasmo.

Este novo Erasmo compreendia o papel da Maçonaria e a acção que ela exercia, a nível geracional, na acção futura de cada ser humano e do desenvolvimento da própria Humanidade. Aumentou os seus conhecimentos da maçonaria prática e filosófica. Em 1979, saía, em língua portuguesa, a tradução da 6ª edição do livro escrito por Paul Naudon, A Franco-Maçonaria. Rêgo foi convidado a escrever o posfácio, onde apresentava um resumo dos estudos da Maçonaria em Portugal. E é nesse posfácio que ele nos conta, indirectamente, parte da sua experiência e vivência maçónicas.

Vejamos algumas dessas suas palavras, escritas sobre o período em que a Ordem iniciática foi forçada a viver em clandestinidade e em secretismo:

"Dissolve-se uma associação, um organismo; mas não se destrói a sua mentalidade. Por isso mesmo a Maçonaria Portuguesa se pode dizer que esteve sempre no cerne da resistência, durante quarenta e oito anos. Deverá fazer-se a história dos maçons que foram exilados, presos, atirados para a reserva ou para a reforma, procurando destruir-lhes a vida e, sobretudo, a mentalidade livre, democrática, fraterna. Uns foram morrendo nos campos de concentração ou longe da pátria; outros isolados no silêncio de suas casas, impedidos pela censura ou pela polícia de reunir, de conviver... 

Mas, honra seja aos resistentes, a Maçonaria não chegou a extinguir-se e conseguiu até manter a sua corrente, ténue, mas não interrompida. Não vamos fazer a história dos que animaram a esperança, durante muitos anos; mas basta dizer-se que, reunindo em salas de acaso, fechados que eram os seus templos, nunca deixou de recrutar novos obreiros e até de entrar em resistência aberta, o momento mais alto da qual se pode considerar a candidatura à Presidência da República do próprio general Norton de Matos. ...

A vida maçónica não se extinguiu. Continuou a haver iniciações, reuniões, contactos internacionais....

Mais do que isso. Em todos os movimentos de resistência democrática, a Maçonaria esteve presente... a Maçonaria representou a continuidade do espírito democrático....

Depois da Revolução, os dias foram de esperança... Recuperada a liberdade há que lutar para que ela se não perca mais, vivendo-a intensa e conscientemente e fazendo compreender a todos que a base do progresso social e material está nos valores humanos e no respeito da inteligência e dos direito do homem."

Aqui estava todo, ou quase todo, o pensamento de um grande maçon ao acentuar que a "base do progresso social e material está nos valores humanos e no respeito" da diversidade humana.
Dentro do Grande Oriente Lusitano, o organismo que administra a chamada Maçonaria simbólica, o irmão Erasmo foi seu Grão-Mestre nos anos de 1988 a 1990. Já antes tivera sido Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho do 33º grau para Portugal, isto é o correspondente a Grão-Mestre para a chamada Maçonaria filosófica, no período de 1984 a 1988, sendo o Supremo Conselho chamado, por muitos, a consciência da própria Maçonaria, dados os conhecimentos, a dedicação e o valor necessários para nele se ter assento. Mas não é aqui o lugar para se fazer a história da instituição maçónica.

-Os homens, infelizmente, também morrem. Fica a sua obra o seu ideário e, no caso dos maçons, o seu ensinamento e a sua luta para o avanço em direcção a um mundo mais justo, mais honesto e mais fraterno. Não é preciso ser-se maçon para se ser um homem útil ao seu País; mas todo o maçon tem de ser, ou deve ser, forçosamente útil ao seu País e à Humanidade. E Raul Rêgo, sem dúvida que honrou o seu compromisso maçónico, pois toda a sua vida foi escrita pela luz da liberdade, com sabedoria, força e beleza.

Na primeira edição da Harpa do Crente, o maçon Alexandre Herculano, escreveu alguns versos de sentido maçónico acerca da morte do maçon D. Pedro IV. Versos esses que ele retirou depois das edições seguintes e que só são conhecidos por estudiosos ou por bibliófilos... duas qualidade que Raul Rêgo tinha. Porque se tratam de versos reveladores de um perfeito conhecimento maçónico, Alexandre Herculano não se importará que eu os volte a desenterrar, de um desses livros raros, que tão queridos eram ao nosso irmão Erasmo, para aqui prestar uma homenagem a este outro nosso irmão. Versos esses cuja simbólica não escapa a um maçon: 

"Plante-se a acácia, o símbolo do livre, 
 junto às cinzas do forte:
 Ele foi rei – e combateu tiranos 
– Chorai, chorai-lhe a morte!"

 IN "http://members.tripod.com/~gremio_fenix/trabalhos/raulrego.htm"

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