sábado, 26 de maio de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 CONTENTEMO-NOS COM O »»»»»»»»»»












Enviado por TÉTÉ

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CANNES 2012




 DOLORES CHAPLIN



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ESTA MADRUGADA VAMOS EDITAR
"PEIDA-FORA-DE-HORAS"

Aprenda com um excelente documentário de
JORGE COSTA

"DONOS DE PORTUGAL"
ÀS 00H05 

Observe a promiscuidade entre o dinheiro e o poder político

FALTAM 20 MINUTOS
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CANNES 2012




FREIDA PINTO

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COM PAPAS 
               E BOLOS....










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CANNES 2012




FIONNA SCARRY

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29- DANÇAS NATIVAS

DANÇA DA GEÓRGIA 
ACHARULI




 Acharuli é uma dança tradicional da Região Autónoma da ADJARA ou ACHARA, incluída na República da Geórgia. A capital é BATUMI e está localizada na costa sul oriental do Mar Negro, no sopé de florestas e montanhas do Cáucaso Menor.

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CANNES 2012





KRISTEN STEWART

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CANNES 2012




Arta Dobroshi

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CANNES 2012




JESSICA MAUBOY

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10.KAMASUTRAM

Kamasutram (Sânscrito: कामसूत्र), geralmente conhecido no mundo ocidental como Kama Sutra, é um antigo texto indiano sobre o comportamento sexual humano, amplamente considerado o trabalho definitivo sobre amor na literatura sânscrita. O texto foi escrito por Vatsyayana, como um breve resumo dos vários trabalhos anteriores que pertencia a uma tradição conhecida genericamente como Kama Shatra.

“Ao contrário do que muitos pensam, o Kama Sutra não é um manual de sexo, nem um trabalho sagrado ou religioso. Ele também não é, certamente, um texto tântrico. Na abertura de um debate sobre os três objectivos da antiga vida hindu - Darma, Artha e Kamadeva - a finalidade do Vatsyayana é estabelecer kama, ou gozo dos sentidos, no contexto. Assim, Darma (ou vida virtuosa) é o maior objetivo, Artha, o acúmulo de riqueza é a próxima, e Kama é o menor dos três.” — Indra Sinha.

Kama é a literatura do desejo. Já o Sutra é o discurso de uma série de aforismos. Sutra foi um termo padrão para um texto técnico, assim como o Yôga Sútra de Pátañjali. O texto foi escrito originalmente como Vatsyayana Kamasutram (ou "Aforismos sobre o amor, de Vatsyayana"). A tradição diz que o autor foi um estudante celibatário que viveu em Pataliputra, um importante centro de aprendizagem. Estima-se que ele tenha nascido no início do século IV. Se isso for correto Vatsyayana viveu durante o ápice da Dinastia Gupta, um perído conhecido pelas grandes contribuições para a literatura Sânscrita e para cultura Védica.


"Foi dito por alguém que não há ordem ou momento exatos entre o abraço, o beijo e as pressões ou arranhões com as unhas ou dedos, mas que todas essas coisas devem ser feitas, de um modo geral, antes que a união sexual se concretize, ao passo que as pancadas e a emissão dos vários sons devem ocorrer durante a união. Vatsyayana, entretanto, pensa que qualquer coisa pode ocorrer em qualquer momento, pois o amor não se incomoda com o tempo ou ordem."
 


"Quando o amor se intensifica, entram em jogo as pressões ou arranhões no corpo com as unhas. As pressões com as unhas, entretanto, não são comuns senão entre aqueles que estejam intensamente apaixonados, ou seja, cheios de paixão. São empregadas, juntamente com a mordida, por aqueles para quem tal prática é agradável."
 
 



FRANCISCO PINTO BALSEMÃO 

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EX-PRIMEIRO MINISTRO

PRESIDENTE DA IMPRESA

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(SOBRE OS RELATÓRIOS DAS SECRETAS)

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"Tendo tomado conhecimento, através da comunicação social, do conteúdo do relatório sobre mim produzido, no qual são referenciadas dezenas de calúnias e falsidades - algumas das quais de mau gosto e grotescas - decidi proceder às diligências necessárias, junto dos meus advogados, no sentido de responsabilizar criminalmente os autores do documento"
 

"quase 40 anos depois da instalação da democracia em Portugal, é lamentável que se continuem a praticar este tipo de métodos 'pidescos' que julgávamos erradicados e que o sistema judicial devia rapidamente punir, condenar e abolir 

 IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" 26/05/12 



ALIMENTE
ESTA IDEIA




ESTE FIM DE SEMANA HÁ RECOLHA DE ALIMENTOS, OFEREÇA UM POUCO DE SI


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INTERNET
Formas mais comuns de ter dados pessoais roubados

Invasão
Como acontece: 
1. Você baixa um arquivo em seu computador/celular/tablet ou acessa um site que tenha escondido o chamado Cavalo de Tróia.
2. O Cavalo de Tróia se instala no equipamento, abrindo uma porta para que um hacker possa acessar seus dados.
3. Daí em diante, sempre que seu aparelho estiver ligar e conectado a internet, seus dados (arquivos pessoais e até senhas) poderão ser acessados.
Como evitar:
1. Instalando sistemas de proteção.
2. Se você tiver antivírus, o "Cavalo de Tróia" não conseguirá se instalar porque será barrado.
3. Se você já tiver um "Cavalo de Tróia" antes de ter o antivírus, assim que instalar o programa de segurança ele irá alertá-lo e apagar o programa, fechando a porta para o hacker.
4. Se você não tiver antivírus, mas tiver um software de proteção que criptografe os dados, seus arquivos só poderão ser acessados com senha. Nesse caso, mesmo que o hacker entre em seu computador, ele não conseguirá visualizar o conteúdo sem ter a senha. 

 Manutenção de equipamentos 
Se seu computador for para a manutenção e seus arquivos estiverem salvos sem nenhum sistema de segurança qualquer pessoa poderá copiá-los. 

Como evitar:
1. O ideal, segundo especialistas, é fazer back up de arquivos em DVD ou pen drive e apagar qualquer arquivo da memória do computador.
2. Mesmo que você apague os arquivos, eles continuam no HD e podem ser acessados por especialistas. Nesse caso, o ideal é utilizar programas de segurança que criptografam os dados e, dessa forma, só é possível acessar com senha.
Cuidados para escolher a senha
 Datas óbvias como aniversário devem ser evitadas;
 Para uma senha chamada "forte", o ideal é utilizar caracteres (como @, %, $), letras maiúsculas e minúsculas e números;
 É recomendado também trocar a senha periodicamente. Especialistas apontam que o mais seguro seria troca a senha uma vez por mês.
 IN "VISÃO revista brasileira" - 07/05/12
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MULHER BORRACHA






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ALMORRÓISA ESCLARECEDORA





'Crise cria riscos corruptíveis sérios'

A procuradora Maria José Morgado afirmou hoje que «a crise cria riscos corruptíveis sérios», mas mostrou também a esperança de que o controlo a que Portugal está obrigado pela troika traga uma maior transparências das contas públicas.
Se temos pessoas que são mal pagas ao nível da administração e se temos uma administração com uma burocracia impenetrável, temos aqui conjugados factores de alto risco», afirmou a directora do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) e Procuradora Geral Adjunta do Tribunal da Relação de Lisboa, no final da locução que fez no Ciclo de Seminários do Instituto de Estudos Eleitorais da Universidade Lusófona do Porto.

A corrupção nos países em desenvolvimento entrava tudo, cria pobreza, cria miséria, impede as leis de concorrência de mercado, prejudica as empresas, aumenta os custos das empresas e os bens e serviços tornam-se mais caros», afirmou Maria José Morgado.

-Defendeu que «o Estado tem que ter mecanismos dissuasores, mas não pode ser um Estado polícia nem totalitário, as instituições é que têm que funcionar, nomeadamente na prioridade das prioridades que é o combate à fraude fiscal associada à corrupção e ao branqueamento de capitais. E isso tem de funcionar sistematicamente, de forma a produzir resultados».

-Durante a sua comunicação traçou um retrato de Portugal em que «o sector empresarial do Estado foi guiado pelo lema do sorvedouro de dinheiros públicos» falou de «derrapagens das obras públicas», «protecção anormal de empresas privadas» e de parcerias público-privadas com «características de danosidade» que não se manifestam no resto da Europa.

- «Neste pântano de más práticas foi como se o Estado tivesse entregue a chave do galinheiro à raposa» afirmou.

-A procuradora considerou mesmo que «a crónica má gestão dos dinheiros públicos», aliada «ao concubinato entre certas empresas e o Estado acabaram por gradualmente destruir a economia e a capacidade de produção de riqueza», que desembocou no «resvalar da incompetência e do desleixo para formas de corrupção sistémica incontroláveis com o consequente e descontrolável endividamento público».

-Em muitos casos a procuradora, que proferia uma conferência intitulada Política e Justiça afirmou não «estar a falar de corrupção propriamente dita, no sentido do Código Penal, mas de uma patologia de más práticas que criam um plano inclinado que pode dar para tudo, nomeadamente para o desperdício dos direitos públicos».

-Ao longo da sua intervenção Maria José Morgado revelou a convicção de que a troika «veio agora arrumar a casa».

-«Casa essa que nós devíamos ter arrumado antes e não conseguimos», disse, apesar de considerar que o enquadramento legal da corrupção «tem vindo a melhorar nos últimos dois anos».

-A confusão legislativa, a dificuldade em fazer prova de corrupção, a falta de meios do Ministério Público, nomeadamente na área informática, foram apresentadas como dificuldades para a acção dos agentes da Justiça nesta área.

-Especialização dos tribunais, simplificação legislativa, protecção de testemunhas e da figura do arrependido, especialização dos tribunais, modelo específico de investigação criminal e um financiamento «que respeite a autonomia com uma dotação de verbas compatíveis com as necessidades do Ministério Público e não absolutamente a baixo dessas necessidades e que permita alguma capacidade de actuação ao nível da investigação criminal» foram algumas das propostas apresentadas por Maria José Morgado.


 IN "SOL" 
26/05/12

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INDIFERENÇA







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EMA PAULINO

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 Os elefantes 
             em questões de saúde

A única forma de garantir os cuidados necessários, evitando o desperdício, é promover uma cultura de interação e complementaridade, não ignorando os eventuais elefantes

Se é verdade que toda a gente gosta de elefantes, não é menos verdade que também ninguém quer ter um em casa. Convenhamos... ocupam espaço, não são dados a dietas económicas e não têm grande utilidade prática.

 Mas, ainda há aqueles que continuam a levar elefantes para o trabalho. Aqueles que todos vêem mas que ninguém fala sobre eles. Aqueles assuntos que têm um peso brutal mas que ninguém admite sequer como dignos de registo...

No passado fim-de-semana participei numa reunião da World Health Professionals Alliance, uma organização que congrega as associações mundiais representativas de profissionais de saúde, nomeadamente dos médicos, médicos dentistas, fisioterapeutas, farmacêuticos e enfermeiros. 

Os tópicos em discussão eram a colaboração entre profissionais e, como não podia deixar de ser, as implicações da crise financeira para as associações nacionais e internacionais.

No desenrolar dos trabalhos no período da manhã foi notória a preocupação de centrar as exposições nas necessidades dos doentes, mas também a de demarcar as responsabilidades que cabem a cada um dos profissionais de saúde na gestão do processo de cuidados. Porque, muito embora ninguém quisesse falar dele, um dos elefantes na sala era a convicção, da grande maioria dos presentes, que todos os outros profissionais de saúde têm uma tendência natural para extravasar aquelas que são as suas competências específicas.

Durante a tarde, a discussão centrou-se em como podem os profissionais, e as suas organizações, garantir o acesso a cuidados de saúde de qualidade num contexto de crise financeira, tendo presente a sua contribuição para a manutenção da necessária estabilidade económica e coerência social. Um debate particularmente sensível pelas implicações diretas das medidas de contenção de custos que predominam em muitos países, que podem passar pela opção de utilizar recursos humanos menos qualificados (ou tão-só menos onerosos?) para atividades até agora exclusivas de determinados profissionais. Porque, muito embora ninguém quisesse falar dele, um dos elefantes na sala era o facto de que todos os presentes estavam ali em representação de uma classe profissional que acredita ser indispensável e insubstituível.

A determinado momento, os elefantes na sala tornaram-se demasiado evidentes para serem ignorados. Foi então que começaram as intervenções verdadeiramente construtivas. Porque os elefantes ocupavam espaço que devia ser utilizado para discutir os assuntos realmente prioritários, quer na perspetiva dos cuidados que o doente recebe e não de quem os presta, quer também, na perspectiva de quem os paga e quer saber o que recebe em troca.

Falar-se em cuidados de saúde fragmentados pode ter-se tornado moda mas não deixa de ser um adjetivo incontornável para definir a forma como são prestados. Já o mencionei antes para as estruturas de cuidados de saúde e reitero a mesma opinião para os profissionais: Sem uma estratégia de integração é o doente que sai prejudicado na sua saúde, e o Estado nas suas finanças.

A única forma de garantir os cuidados necessários, evitando o desperdício, é promover uma cultura de interação e complementaridade, não ignorando os eventuais elefantes. Esta cultura tem de ser moldada desde a educação universitária dos profissionais, baseando-se na confiança mútua, fortalecida pela transparência de posições. Tem de ser alimentada com diálogos e um processo electrónico do doente partilhado. Elementos básicos, mas essenciais, para a construção do que no futuro se pode transformar numa verdadeira equipa de saúde pluridisciplinar, eficaz e eficiente.

No final da reunião, o Presidente da World Medical Association e antigo Presidente da Associação Médica Brasileira, Jose Luiz Gomes do Amaral, confidenciou: “Não sei qual a preocupação com os elefantes. Logo, logo, eles vão estar extintos”. Eu, que até gosto de elefantes, neste caso, espero bem que assim seja...

Farmacêutica 

IN "i" 
24705/12 

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E – CONSTRUÍNDO

        UM IMPÉRIO

 4.BIZÂNCIO




Bizâncio (em grego: Βυζάντιον, transl.: Byzántion; em latim: Byzantium) foi umacidade da Grécia Antiga, fundada por colonos gregos da cidade de Megara, em667 a.C., que recebeu o nome de seu rei, Bizas ou Bizante (Βύζας ou Βύζαντας, em grego). Os romanos latinizaram o nome para Byzantium. A cidade veio a se tornar o centro do Império Bizantino, a metade do Império Romano que falava o idioma grego, da Antiguidade tardia até a Idade Média, sob o nome de Constantinopla. Foi conquistada pelos turcos, em 1453, e passou a fazer parte do Império Otomano; em 1930 seu nome foi mudado novamente, e passou a chamar-se Istambul. 

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AS 100 MELHORES 


CANÇÕES DOS ANOS 80

(PARA A NME)
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Nº 77

 THE MAGIC 

NUMBER


 LA SOUL




M

 GRANDE
MUNSTERLANDER

  


 



Classificação F.C.I.:  
Grupo: 7 Cães Apontadores Seção 1 Cães Apontadores Continentais 1.2 Tipo Spaniel 
Padrão FCI: n º 118 12 de outubro de 1998. 
País de origem: Alemanha 
Nome no país de origem: Grosser Münsterländer Vorstehhund 
Utilização: Versátil cão de caça de utilidade variada. Sua especialidade consiste em trabalhar após o tiro. Sujeito à prova de trabalho para Campeonato Internacional.

RESUMO HISTÓRICO: o desenvolvimento histórico do Grande Munsterlander tem sua origem num cão branco / particolor que caçava pássaros e falcões na Idade Média, através do Stöberhund e o Wachtelhund para o Pointer do século 19. O Grande Munsterlander, assim como o Pequeno Munsterlander e o DeutschLanghaar (German Longhair) pertencem a família de cães de aponte alemães de pêlos longos, cuja criação planejada começou no fim do século 19. 
Depois que o “German Longhair Club” finalmente excluiu a cor preta da criação em 1909, o “Clube para a criação do cão de aponte Munsterlander Preto e Branco” (fundado em 1919), assumiu a criação do cão de Pêlo Longo Preto e Branco. 
Depois de incorporar o restante destes nativos Pêlos Longos, em particular, vindos do WestMünsterland e da baixa Saxonia, dentro de uma lista de fundação, esse clube começou a planejar a criação do Grande Munsterlander, em 1922. 
A lista inicial incluía 83 cães. Descendentes dos cães da lista original, entraram no livro de origem como Grande Munsterlander. O Clube que guarda os registros é o “Verband Grosse Münsterländer e.V.”, organizados em 8 grupos regionais independentes. O “Verband Grosse Münsterländer” é um membro da V.D.H. (Verband für das Deutsche Hundevesen) e da Federação de Cães de Trabalho e Caça (JGHV). «««««««««««««««««««««« 

OUTRA VERSÃO
 Não se sabe ao certo qual o passado do Münsterländer Grande. Originário da Alemanha, alguns autores defendem que as raízes desta estirpe remontam à Idade Média, altura em que existiam na Europa retrievers de pêlo comprido, conforme comprovam representações suas em pinturas do séc. XVI e XVII.
Foi utilizado como cão de tiro de apontar e recuperar, funções que desempenhou com particular destreza pelo que, no séc. XVII, já era considerado, na Alemanha, um companheiro versátil para os tempos de caça.

No entanto, esta raça careceu (tal como muitos cães de tiro alemães) de classificação própria durante algumas décadas. Na verdade, até ao séc. XIX não existia um conhecimento organizado dos cães de tiro naturais da Alemanha, já que a banalização da caça enquanto actividade desportiva intensificou a criação destes animais, que surgiram com diferentes características físicas, e foram muitas vezes incluídos em categorias já existentes. Actualmente, esta é considerada uma raça relativamente recente, se tivermos em conta o ano do seu registo.

O Münsterländer Grande foi, até 1848, confundido com o Braco Alemão de Pêlo Comprido. Esta situação veio a alterar-se com o estabelecimento do standard deste último, que não admitia as cores de pelagem do Münsterländer, tendo por base o argumento que os cães de pelagem preta e branca não caçavam tão bem. Há quem seja da opinião, que esta “antipatia” pelo preto e branco está de alguma forma relacionada com a tentativa de distanciar as estirpes alemãs das britânicas, por forma a obter-se uma maior autenticidade.
No entanto, estes cães de tiro despertaram a simpatia de muitos criadores que se organizaram e os protegeram. Grande parte dos cães acabaram por ser alvo dos cuidados de agricultores locais, que não o discriminaram pela cor e, ao invés, desenvolveram as suas qualidades de trabalho.
Em 1878, estes cães adquiriram o nome pelo qual hoje os conhecemos e, em 1919, foi fundado um clube na região de Münsterländer. Três anos depois, iniciou-se o seu registo.

A II Guerra Mundial revelou ser, também para esta raça, um período particularmente difícil, já que foi abandonado o programa de criação em curso, o que remeteu a raça para o risco de extinção.
Ultrapassado este conflito, Herr Egon Vornholt retoma o seu programa de criação de Münsterländer, introduzindo algum sangue do Braco Alemão de Pêlo Comprido na linhagem.
O sucesso de tal façanha permitiu que, em 1966, a raça fosse importada para a América do Norte e, em 1971, para o Reino Unido. Este último país é actualmente um foco de criação importante para esta estirpe, que é muitas vezes exportada para os demais países europeus.
Em 1973, o Kennel Club remeteu a raça para a categoria de Rare Breed (ou Raça Rara), mas actualmente pertence à categoria GunDog (cão de tiro).
Em 1982, os Münsterländer são importados para a Nova Zelândia e, no ano seguinte, são as crias neozelandesas que chegam à Austrália.

Estes cães gozam de alguma popularidade e continuam a ser utilizados como cães de caça na Alemanha, Inglaterra e Canadá.

APARÊNCIA GERAL: corpo de forte estrutura muscular, impressão geral vigorosa. Expressão de inteligência e nobreza. Contornos bem definidos. 

PROPORÇÕES IMPORTANTES:  
- o comprimento do tronco e a altura na cernelha devem ser o mais iguais possível. 
- o comprimento do tronco pode exceder a altura na cernelha em 2 cm. 

COMPORTAMENTO/TEMPERAMENTO: 
Os Münsterländer possuem características óptimas para cães de companhia.
São extremamente sociáveis e a relação que desenvolvem com os donos é leal, amiga e afectuosa. Gostam das crianças e lidam bem com presenças estranhas, uma vez que são pouco agressivos.
Não apreciam ser deixados sozinhos, e há mesmo quem diga que se tornam “destrutivos” quando tomados pela solidão. Na verdade, necessitam de muita atenção porque adoram a companhia dos donos, pelo que, durante o seu crescimento é aconselhável que sejam acompanhados e integrados na família.
São cães muito “expressivos” que, por exemplo, ladram em forma de protesto ou para assinalar a entrada de intrusos no território.
São também deveras inteligentes, sendo fácil treiná-los.
Como cães de tiro, são populares a recuperar caça e a apontar. Adoram a água e são resistentes aos terrenos acidentados e aos climas adversos.

CABEÇA: nobre e alongada com expressão inteligente. Músculos bem definidos na região da mandíbula. 
REGIÃO CRANIANA 
Stop: modesto. 
REGIÃO FACIAL 
Trufa: bem preta. 
Focinho: forte, longo e bem desenvolvido para sua função. Cana nasal: reta 
Lábios: não pendentes. 
Maxilares/Dentes: fortes e dentição completa (42 dentes) com caninos bem formados e perfeita mordedura em tesoura. 
Olhos:quanto mais escuros, melhor. Pálpebras bem aderentes. 
Orelhas: largas, inseridas razoavelmente altas, arredondadas nas pontas, posicionadas próximas ao crânio. 

PESCOÇO : forte e bem musculoso com uma nobre curva. 

TRONCO:
Cernelha: altura média, longa, bem musculosa. 
Dorso: curto, firme, reto. 
Lombo: pronunciado, protegido por músculos firmes. Garupa: longa, larga, inclinada ligeiramente, bem musculosa. 
Peito: largo, quando visto de frente; profundo, quando visto de perfil com o antepeito definido. 
Linha inferior e barriga: ligeiramente esgalgada, firme, delgada. Flancos curtos e altos. 

CAUDA: portada horizontal ou ligeiramente mais alta. Vista de perfil, em continuação com a linha superior, sem quebra. 

MEMBROS 
ANTERIORES: retos, fortes e bem musculosos. Angulações corretas. 
Ombros: escápula bem aderente às costelas. 
Metacarpos: elásticos. 
Patas: de comprimento moderado e arredondadas; dedos fechados; ergôs. 
POSTERIORES: fortes e músculos firmes. Posição vertical; correta angulação dos joelhos. 
Patas: idem às anteriores.
Ergôs devem ser removidos. 

MOVIMENTAÇÃO: passada e trote elásticos, cobrindo bem o solo. 
Galope: elástico com propulsão necessária e longas passadas. 

PELE: firme. 
PELAGEM 
Pêlo: longo e denso, liso, nem enrolado nem separado, interferindo na sua habilidade de caçar. 
Típico pêlo longo
- Tanto nos machos quanto nas fêmeas a pelagem deve ser especialmente longa e densa na parte traseira das pernas anteriores e posteriores (bem franjadas). 
- O pêlo deve ser particularmente longo, também na cauda, sendo que os mais compridos devem ter a metade do seu comprimento total. 
- O pêlo das orelhas deve ser longo (bem franjadas) e alcançando clara e simetricamente a ponta das orelhas (o couro visível ao final das orelhas não é desejado). 
- O pêlo da cabeça é curto e liso. 

COR: branco com manchas pretas e mosqueados de preto ou azul ruão. Cabeça preta, com uma pequena mancha ou lista branca é aceitável. 

TAMANHO / PESO 
altura na cernelha (média): 
machos: 60 a 65 cm 
fêmeas: 58 a 63 cm. 
Peso: aproximadamente 30 kg. 

NOTAS:  os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal. 


IN 
- CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
- http://arcadenoe.sapo.pt . 


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ESCOLHAS DA SEMANA E DO MÊS



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i









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A TERRA COMO ARTE




During the last ice age, Akimiski Island in Canada's James Bay lay beneath vast glaciers that pressed down with immense force. As the climate changed and the ice retreated, Akimiski began a gradual rebound. The island's slow but steady increase in elevation is recorded along its naturally terraced edges where the coastline seems etched with bathtub rings, the result of the rising landmass and wave action at previous sea levels.

Durante a última Idade do Gelo a Ilha de Akimiski na Baía de James, no Canadá, ficou debaixo de pesados glaciares que provocaram o seu achatamento. Á medida que o clima mudou e o gelo recuou, a ilha começou gradualmente a se elevar. O lento, mas constante, aumento da sua elevação está registado ao longo da borda costeira com a sua forma em terraços, resultante da elevação do solo e da acção das ondas em antigos níveis marítimos.

Nota: A Pesquisa Geológica Americana compilou várias colecções denominadas ' A Terra como Arte'. Esta colecção tem como característica a qualidade artística e não a científica das imagens recolhidas pelo programa Landsat. Este programa é um conjunto de Observações-terrestres feitas por satélites geridos conjuntamente pela NASA e pela Pesquisa Geológica Americana.
Desde 1972 que os satélites do Landsat têm recolhido informações sobre a Terra a partir do espaço. As imagens são apresentadas em 'cor falsa' - os satélites usam tanto a parte visível como invisível do espectro magnético.