sexta-feira, 25 de maio de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O velho no ginásio... 



Homem bem maduro e bem fora de forma estava treinando no ginásio, quando viu  uma  garota linda por perto...

E logo, entusiasmado, perguntou ao treinador:

- Qual a máquina aqui que eu devo usar para impressionar aquela coisinha boa ali?


O treinador, olhando bem para o "tiozinho" de cima a baixo, respondeu sorrindo:

- A MÁQUINA DO MULTIBANCO no corredor de entrada

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LOUCOS  EXISTEM ... 



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MODA FEMININA

EMPORIUM ARMANI

WOMEN SUMMER 2012

FASHION SHOW





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TODOS OS DIAS SÃO

DIA MUNDIAL DA LUTA 
CONTRA O CANCRO

SENSIBILIZANDO



Este vídeo foi elaborado por um grupo de alunas do 12ºano no âmbito da área curricular não disciplinar - Área de Projecto, para uma apresentação na escola com o objectivo de assinalar o Dia Mundial do Cancro.

Escola Secundária de Porto de Mós - 2009


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS/
/DINHEIRO VIVO"
 
Sobreendividamento: 
Conheça as 15 propostas 
que a DECO fez à troika 

O sobreendividamento das famílias portuguesas é um dos grandes problemas da actualidade, que a crise económica que se vive só veio agravar. O flagelo do desemprego leva milhares de pessoas a, de um momento para o outro, não conseguirem cumprir com as suas responsabilidades financeiras. As associações de defesa do consumidor recebem cada vez mais pedidos de ajuda, só que grande parte deles só chegam quando o desespero se apodera das famílias e muito pouco há a fazer. 

Para tentar suavizar este autêntico drama social, a DECO apresentou à troika, com quem reuniu na passada terça-feira, um pacote de medidas, destinadas a actuar desde o risco de incumprimento até às fases de negociação ou já em tribunal. 

Conheça então as principais medidas preconizadas pela associação de defesa do consumidor. 

- Promoção de campanhas de informação e formação dos consumidores em literacia financeira 

- Clarificação do teor de algumas informações financeiras constantes da Ficha de Informação Normalizada (FIN) 

- Obrigatoriedade de entrega da FIN aos fiadores - novos sobre-endividados 

- Alteração da lei para redução de tetos máximos das taxas de juro no crédito ao consumo 

- Introdução de lei para definição de tetos máximos das taxas de juro no crédito à habitação 

- Alteração de legislação para possibilitar o resgate de PPRs e PPRE, sem quaisquer penalizações fiscais ou contratuais 

- Consolidação obrigatória de créditos 

- Fixação de períodos de carência de amortização de capital 

- Isenção ou redução de juros 

- Alargamento da duração do contrato de venda do imóvel a um Fundo de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional, desde que se garanta o pagamento de uma renda inferior à prestação do crédito à habitação 

- Venda do imóvel a um fundo para aquisição de outro, desde que menos oneroso 

- A dação em pagamento 

- Para famílias em situação de carência social e económica, com total incapacidade de renegociação dos créditos, a DECO propõe ainda a adoção de uma solução social, avaliada por uma equipa interministerial, constituída para o efeito, tendo em vista o estabelecimento de períodos de carência, sujeitos a reavaliação, de pagamentos de créditos e dívidas relativas a serviços públicos essenciais. Essas famílias devem ficar isentas do pagamento de despesas relativas à saúde, bem como de custos relativos ao ensino escolar obrigatório 

- Na fase judicial, durante o processo executivo, a DECO defende a proibição de penhorar o imóvel por dívidas de baixo valor e a fixação de um valor base para efeitos de venda judicial do imóvel superior a 70% de forma a reduzir ou evitar situações em que, depois da venda, ainda persista um montante de crédito em dívida. 

- No processo de insolvência judicial, deve ser permitido o alargamento do prazo de pedido de exoneração do passivo restante de 6 para 12 meses, a redução do prazo de 5 anos da concessão efetiva desta exoneração e a exoneração das dívidas do fisco e segurança social. 



* Há muito que andamos a dizer que a DECO é uma instituição fundamental no quotidiano dos portugueses, faça-se sócio, mais tarde ou mais cedo terá benefícios!

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SHERRY TURKLE

LIGADOS MAS SÓS




 


Como esperamos cada vez mais da tecnologia, esperamos menos uns dos outros? A Sherry Turkle estuda como os nossos dispositivos e personalidades virtuais estão a redefinir a ligação e comunicação humana -- e pede-nos para refletirmos sobre que tipo de ligações novas é que queremos. 


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

10% dos portugueses têm mais do dobro
. da riqueza do resto da população 

A classe que maiores rendimentos é detentora de uma riqueza média superior a 500 mil euros por ano, o que significa sete vezes mais do que a classe com menores rendimentos. A sua riqueza é duas vezes superior ao conjunto das restantes classes. 

A classe mais rica de Portugal, por rendimento monetário médio, tem uma riqueza líquida de 511 mil euros. Este valor compara com os 69,7 mil euros detidos pela classe com menores rendimentos. São mais 633%, de acordo com os dados divulgados no inquérito à situação financeira das famílias de 2010, publicado hoje pelo Banco de Portugal e pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). 

Em termos de riqueza líquida, a classe mais alta tem 805,1 mil euros, um valor que supera o conjunto da riqueza das outras classes, que perfaz 374,2 mil euros. É mais do dobro entre o que detém uma classe e o conjunto das restantes. Em termos de activos financeiros, o relatório revela que são os depósitos a prazo os activos com maior peso, “representando quase 60% da riqueza financeira”. 
 É sem surpresa que as pessoas com escolaridade mais alta são as que detêm maior riqueza, segundo o mesmo relatório. E os dados indicam que os trabalhadores por conta própria têm uma riqueza três vezes superior à dos trabalhadores por conta de outrem. São os indivíduos entre os 55 e os 64 anos que têm maior riqueza, bem como as famílias mais numerosas - entre quatro, cinco ou mais membros. 

O relatório adianta ainda que “quase 40% das famílias estão endividadas, sendo o valor mediano da dívida de 31,7 mil euros”. 

 “Cerca de 25% das famílias têm hipotecas sobre a sua residência principal e cerca de 3% têm hipotecas sobre outros imóveis. Quanto às restantes dívidas, 13% das famílias têm empréstimos não garantidos e cerca de 8% têm dívidas associadas a cartões de crédito, linhas de crédito ou descobertos bancários.” Em termos de activos financeiros, o relatório revela que são os depósitos a prazo os activos com maior peso, “representando quase 60% da riqueza financeira”. 

(Correcção: os dados são todos referentes a riqueza líquida e não a remunerações) 


* Mas não são os ricos que pagam a crise! 
A questão não está em ter a escolaridade mais elevada, o nível da corrupção é que é medonho!

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HOJE NO
"DESTAK"

Carlos Moreno
Há "benefícios sombra" 
para os privados em alguns contratos

O juiz jubilado do Tribunal de Contas (TC) Carlos Moreno afirmou hoje que existem em alguns contratos de Parcerias Público-Privadas (PPP) "benefícios sombra" para os privados, dando como exemplo os casos da Lusoponte e das antigas SCUT.


Carlos Moreno, que falava no Parlamento, na comissão de inquérito às PPP rodoviárias e ferroviárias, apontou as "principais falhas" que encontrou nos contratos que analisou durante a sua atividade. 

Entre as falhas encontradas está a "existência de contratos de PPP com benefício sombra para os parceiros privados", disse o juiz jubilado, explicando serem benefícios que "podem beneficiar a rendibilidade do concessionário, mas dos quais o concedente público nada aproveita".



 * Um juíz com tudo no sítio!!!

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NOVOS PENSIONISTAS

Depois de muito pedincharem e rastejarem entraram para os quadros de pensionistas deste blogue mais três individualidades. Além da identificação normalizada pedimos ainda comprovativos de que não eram familiares até à 5ª geração de nenhum detentor de orgão de soberania, que não pertenciam às secretas, a clubes desportivos ou a brigadas de costumes.
Eis os nomes:
- MEIA LEKA (entrou ao serviço a 05 deste mês)
- PUL(H)A QUANTO BASTE
- APALPADINHO DASDORES

Os dois últimos vão dar o cabedal a partir de hoje.

Convictos que "A AMIZADE É COMO UMA BOA PEIDA, MERDA NENHUMA SEPARA" damos-lhes as Boas Vindas.


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ANTÓNIO PEDRO VASCONCELOS




 Novas oportunidades


Há dias, o primeiro-ministro declarou (cândida ingenuidade ou perverso cinismo?), que o desemprego era uma oportunidade para as pessoas mudarem de vida.

Ao vê-lo entregar o Prémio Leya a João Ricardo Pedro, autor do romance O Teu Rosto Será o Último, pensei que teria sido o ‘caso’ deste novel autor que lhe tinha inspirado este elevado e conspícuo pensamento. ‘Revejam-se’ – pensou Passos Coelho – ‘no exemplo deste engenheiro electrotécnico, nascido nas vésperas do 25 de Abril, que ficou desempregado e disse para os seus botões: ‘Embora escrever um romance! Ganho o Prémio Leya, empocho uns cem mil euritos e refaço a minha vida!’ E assim fez. E assim foi. Mas suspeito que João Ricardo Pedro nunca imaginou que o seu exemplo viesse a servir para justificar as cegas políticas de austeridade, o emprego galopante, as falências em cascata, o desespero dos jovens, as pessoas diariamente atiradas para a rua. E os cortes na Cultura.

 Devo dizer que Ricardo Pedro se revela um escritor prodigioso (no sentido literal do termo: um inventor de prodígios), com o único senão de o livro não atar as pontas que ele próprio desfia a cada novo capítulo (é um parti-pris), o que me faz lembrar o que Flaubert disse a um jovem escritor que lhe pediu um conselho sobre o seu primeiro romance: ‘o livro está cheio de pérolas, mas não se esqueça que não são as pérolas que fazem o colar; é o fio’! Mas não é do romance que me proponho escrever (talvez volte a ele um dia destes), nem das qualidades invulgares deste autor surpreendente, mas sim do aproveitamento que o primeiro-ministro fez deste caso singular, em que nos brindou com outra pérola: «Se noutra ocasião tive a oportunidade de dizer que o valor da Cultura não se mede pelo montante da sua conta no Orçamento do Estado, agora afirmo que os domínios do espírito e da criatividade não pertencem a ninguém, e certamente não ao Estado».

Maneira hábil de se descartar das responsabilidades da Secretaria de Estado da Cultura que, sob o pretexto de que o Estado não deve ser paternalista com os artistas, continua a não dar qualquer sinal de quando irá cumprir os compromissos com produtores e realizadores, as obrigações legais e os acordos assinados. Há uma sugestão que Passos Coelho não se atreveu a fazer, mas que eu deixo no ar: porque não aproveitamos, nós, cineastas, o facto de ter deixado de haver dinheiro para filmar, para tentarmos uma carreira de engenheiros electro-técnicos? 



 IN "SOL"
 21/05/12

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VISITAS AO BLOG



Visualizações de páginas por país

SEMANA 
18/05/2012 20:00 – 25/05/2012 19:00
















Portugal...............962
Brasil....................287
Estados Unidos.....235
Alemanha..............197
Rússia...................136
Reino Unido...........40
Suíça......................26
França....................17
Angola.....................8
Espanha...................8

TOTAL.................1916


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HOJE NO
"i"

Pingo Doce quer que produtores 
paguem campanha de 1 de Maio 

 O Pingo Doce abordou nas últimas semanas alguns produtores para pedir comparticipações para pagar campanhas especiais ou promoções.


 A denúncia partiu da Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marca. João Paulo Girbal, presidente da associação, diz que essa é uma das consequências das campanhas de mega-desconto do 1 de Maio e das campanhas que se seguiram no Pingo Doce e em outros supermercados. 
CAPACETE PARA AJUNTAMENTOS

Aos produtores têm sido feitos pedidos diferentes, mas em quase todos os casos, é pedida uma renegociação de contratos e um aumento nas margens de lucro do supermercado.

 Em declarações à TSF, João Paulo Girbal afirma que: “os temas andam à volta de um aumento de margem pedido pelo distribuidor que variará entre 2 e 3,5% a partir de Maio, uma verba que o produtor teria de entregar ao Pingo Doce, uma renegociação de contratos e verbas para reforço de competitividade”.


 * Quando eramos miúdos os merceeiros queriam dar o troco das compras em rebuçados...agora os merceeiros-mor fazem outras contas. 

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III - GALÁPAGOS
  

5- FORÇAS DA NATUREZA



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O lugar que inspirou a teoria da evolução de Darwin. As ilhas Galapagos são um laboratório vivo, um cinturão geológico que gerou e viu morrer inúmeras espécies de plantas e animais. As ilhas ocidentais ascendem no mar dando mais chances a vida enquanto as ilhas orientais afundam garantindo a morte de vários seres e plantas. Entre os dois existem as ilhas centrais, fertéis e imponentes elas dão abrigo a um sem número de seres vivos. Em nenhum outro lugar na terra encontramos o ciclo da vida e da morte tão aparente quanto aqui. Veja os ciclos se desdobrando perante seu olhos nesta fantástica filmagem feita em alta definição HD pela BBC e o National Geographic Channel. 


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HOJE NO
"A BOLA"

Ministra defende «chips» 
de localização de pedófilos 

A ministra da Justiça mostrou-se hoje favorável à implementação de dispositivos eletrónicos de localização de crianças e adoção de legislação para referenciação de pedófilos. «Naturalmente que defendo [a utilização de «chips»]. Há muitos anos que defendo um sistema que não é exatamente igual à Lei de Megan, de referenciação de pedófilos», afirmou Paula Teixeira da Cruz, na conferência promovida pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) dedicada às crianças desaparecidas e exploradas sexualmente. 
 A Lei de Megan está em vigor nos Estados Unidos e obriga as autoridades a divulgarem junto da população a localização de pedófilos condenados por crimes sexuais contra menores. Em termos de legislação de proteção às crianças «há ainda muito a fazer» em Portugal, considerou a ministra, dizendo no entanto que a nova diretiva europeia para a proteção das crianças, «muito semelhante à Lei de Megan», vai ser «rapidamente transposta» para o quadro legal nacional. 


* Nós na redacção somos mais radicais, para além do chip devia ser colocado um anel de arame farpado ao redor do coiso. assim quando passasse uma criancinha e o malvado tivesse uma erecção, pimba, picava. Chamem-nos nazis que nós sabemos que não somos.

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AS 100 MELHORES 


CANÇÕES DOS ANOS 80

(PARA A NME)
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Nº 78

WE CARE A LOT


FAITH NO MORE




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HOJE NO
"PÚBLICO"

Explicamos aqui 
que as pressões existiram 
Nota da Direcção: esclarecimento
 aos leitores sobre o caso Relvas

A direcção do PÚBLICO sente que chegou o momento de explicar aos leitores o que se passou relativamente às pressões exercidas pelo ministro Miguel Relvas sobre uma jornalista e uma editora do jornal. Explicamos aqui que as pressões existiram e o que se passou.

Depois de a pressão que o ministro Miguel Relvas fez sobre este jornal ter sido tornada pública, por vontade alheia à direcção do PÚBLICO, têm sido feitas muitas perguntas e comentários. Tendo a direcção do jornal sido ouvida ontem pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) sobre o assunto, chegou o momento de, com transparência, fazer um esclarecimento aos nossos leitores sobre o que se passou. Sobre a pressão e sobre a não publicação de uma notícia sobre o ministro nesse dia.

A pressão de Relvas e a política de não a denunciar

A meio da tarde de quarta-feira, 16 de Maio, o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, telefonou à editora de Política do PÚBLICO, Leonete Botelho, e disse-lhe que as perguntas enviadas naquele dia pela jornalista Maria José Oliveira – que há meses investiga o caso das secretas – eram "pidescas", que se sentia "perseguido pelo PÚBLICO" e que iria fazer uma queixa à ERC, iria processar o jornal, iria dizer aos ministros que não voltassem a falar com o PÚBLICO e iria divulgar na internet que a autora da notícia vive com um homem de um partido da oposição, nomeando o partido - o que neste esclarecimento se considera desnecessário.

O PÚBLICO considera inaceitável esta pressão sobre jornalistas vinda de um membro de um governo democrático.

Como faz por regra, a editora informou a sua colega sobre o conteúdo do telefonema e, mais tarde, por vontade da jornalista visada, as duas comunicaram o incidente à directora do jornal. Nessa tarde, o ministro Relvas ligara à directora três ou quatro vezes, sem que tivesse sido estabelecido contacto. Ocupada a fazer entrevistas agendadas, a directora não atendera o telefone.

Houve mais dois telefonemas do ministro para o jornal nesse dia. Um para a editora, no qual o ministro reiterou as ameaças, acrescentando que as concretizaria se a notícia que estava em preparação para o online fosse publicada, e outro para a directora, no qual o assunto não foi abordado. Não tinha havido tempo para reunir a direcção e tomar uma decisão.
 Uma vez informada, a directora não considerou que as ameaças do ministro viessem a ser postas em prática. É nossa tradição não denunciar as pressões que nos são feitas – e foram muitas e muito concretas ao longo de 22 anos. É assim em Portugal e não só. Faz parte do jornalismo independente ter uma armadura contra as tentativas de pressão. Leonete Botelho, a editora que recebeu o telefonema, fez uma avaliação semelhante.

Em momento algum nos sentimos intimidados e em nenhum momento o telefonema do ministro Relvas alterou o trabalho que estava a ser feito. Continuaremos a investigar o caso das secretas e as ligações entre os serviços de informação e o poder político.

O telefonema do ministro foi objecto de reflexão e debate internos. Deveria o jornal ignorar o telefonema ou protestar formalmente? E, se sim, de que forma? Por telefone, por escrito, numa audiência com o ministro? Há quem considere, dentro e fora do jornal – incluindo os jornalistas eleitos para o Conselho de Redacção – que a direcção do PÚBLICO deveria ter denunciado publicamente a pressão, e logo no próprio dia. Essa não foi a nossa opção. Depois de uma reflexão colegial, a directora telefonou na sexta-feira ao ministro para lhe apresentar um protesto formal do jornal, dizendo-lhe que é inaceitável um ministro fazer este tipo de telefonemas a um jornalista. Na nossa percepção, o telefonema tinha – como têm todas as pressões – o objectivo de condicionar e perturbar o trabalho que estava a ser feito. A seguir, o ministro telefonou a Leonete Botelho a pedir desculpa pelo telefonema.
A DIRECTORA DO PÚBLICO

Na véspera, a directora conversou com o advogado do jornal, Francisco Teixeira da Mota. Numa primeira avaliação jurídica, o nosso advogado ressalvou que o crime de ameaça implica uma ameaça credível contra a vida, a integridade física, a liberdade pessoal e os bens patrimoniais – e que este não era o caso. Neste primeiro contacto, Teixeira da Mota distinguiu claramente a questão jurídica da questão ética e política, e sublinhou a diferença entre ameaçar divulgar um dado da vida privada que é "íntimo", "desconhecido", "secreto" ou "embaraçoso", e divulgar um dado que, sendo "pessoal", é de fácil acesso público, sendo que, no seu entender, os jornalistas têm que aceitar um maior grau de exposição e escrutínio do que os cidadãos comuns. Francisco Teixeira da Mota não viu consistência na frase do ministro que justificasse uma actuação legal. Uma semana depois, a sua avaliação mantém-se.

A notícia que não saiu 

Na quarta-feira, 16 de Maio, publicámos na edição impressa uma notícia de Maria José Oliveira de página inteira com o título "Relvas recebeu sms e emails de Jorge Silva Carvalho com propostas para as secretas". O lead da notícia (que republicamos hoje) é sobre a contradição de Relvas tornada evidente na sua audição, na véspera, na Assembleia da República. Na semana anterior o ministro dissera não ter "ideia" de ter recebido sms e clippings de Jorge Silva Carvalho; agora, no Parlamento, Relvas dissera que sim, que recebera sms e clippings de Silva Carvalho todos os dias.

Mais à frente, lia-se que o ministro dissera que até se "lembrava" que o "primeiro clipping era: 'Bush visita México. Fonte: Reuters'"; e que a última visita de George W. Bush ao México, segundo a Reuters, foi em 2007. Relvas, no entanto, dissera que só conhecera Silva Carvalho em 2010. Na primeira página, o título foi "Relvas confirma ter recebido propostas para as secretas".
COELHO, RELVAS E LUÍS MONTENEGRO

Por volta da hora de almoço, Maria José Oliveira propõe ao editor do online do turno da manhã, Victor Ferreira, escrever sobre "uma incongruência" que as  declarações do ministro tinham revelado, referindo-se ao hiato 2007-2010.

O editor diz que se houvesse matéria relevante que demonstrasse que o ministro tinha entrado em contradições publicaria o texto e diz também à colega que se devia ouvir as explicações do ministro sobre essas "contradições". A jornalista informa o editor que vai enviar perguntas por escrito ao ministro. Às 15h27 Maria José Oliveira envia um email ao gabinete de Miguel Relvas com uma pergunta. Pede ao gabinete do ministro para que a resposta seja enviada até às 16h. É este pedido que leva o membro do Governo a sentir-se pressionado, segundo afirmou ontem, após ter sido ouvido na ERC. Às 16h01, Maria José Oliveira recebe a resposta do ministro, por escrito, dizendo que já prestara todos os esclarecimentos sobre aquele assunto na Comissão de Assuntos Constitucionais, no dia anterior. A jornalista escreve uma notícia, que envia para o online

O texto refere de novo a questão do hiato, que não tinha saído na véspera na edição online, e incluía o seguinte parágrafo: "O PÚBLICO questionou, por escrito, Miguel Relvas sobre em que altura recebeu a mensagem que citou na audição parlamentar, referente à visita de Bush ao México. A resposta foi: 'Todos os esclarecimentos sobre este assunto foram oportunamente prestados em sede própria, ou seja, na 1ª comissão'."
MARIA JOSÉ OLIVEIRA

A editora interina do online do turno da tarde, Joana Gorjão Henriques, não identifica informação nova e apresenta o problema à directora. Em conjunto, concluem que o texto não introduz elementos novos, para além da resposta do ministro àquela questão, e que isso não justifica a publicação.

É nesta altura que a editora de Política, Leonete Botelho, e Maria José Oliveira se dirigem à directora para a informar, a pedido da autora da notícia, sobre o telefonema do ministro, no qual Relvas ameaçara fazer uma revelação sobre a vida privada da jornalista.As três analisaram em seguida que passos dar quanto à notícia e fica decidido que Maria José Oliveira vai enviar novas perguntas a Miguel Relvas sobre as contradições que a jornalista identificara. É sugerido que se pode ver de novo a transmissão da audição no Parlamento e tentar perceber que contradições existem e questionar o ministro quanto a elas.

Às 17h15, Maria José Oliveira envia três novas perguntas ao ministro e no minuto seguinte recebe do seu assessor a mesma resposta do email anterior, com o acrescento de que o ministro só conhecera Silva Carvalho quando era secretário-geral do PSD.

Posteriormente, é enviada aos editores do online uma notícia com o título "Relvas não esclarece incongruências das suas declarações na AR"  


A notícia aponta como incongruência o facto de o ministro ter apagado as mensagens electrónicas recebidas de Silva Carvalho, mas lembrar-se de parte do conteúdo das mensagens apagadas, e refere as restantes perguntas que tinham sido feitas entretanto ao governante.

A notícia volta a ser avaliada pela editora interina do online, que mantém as dúvidas e coloca o caso ao director-adjunto Miguel Gaspar, que estava a fechar a edição impressa nessa noite.

O director-adjunto mantém a avaliação de que não existem elementos novos e que as respostas do ministro, por si só, não justificam a publicação. Acrescenta que se deveria fazer uma análise da audição parlamentar, no dia seguinte, na qual as inconsistências pudessem ser tratadas num espaço mais alargado e com os elementos de contextualização indispensáveis a uma melhor compreensão. Essa posição é contestada pela jornalista, que mantém que havia matéria noticiosa relevante e levou o caso ao Conselho de Redacção. 

* A comunicação social é um dos pilares importantes da democracia, qualquer ministro será sempre um produto volátil, ficará na boa ou na má memória dos portugueses e não passará duma etiqueta ou código de barras na História de Portugal. 
Confrangedora é a promiscuidade, um autêntico lupanar, entre políticos, quase todos, e jornalistas, muitos!!!

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AEROPORTOS DO OUTRO MUNDO


Aeroporto Internacional Princesa Juliana
LOCALIZAÇÃO
Saint Martin (francês: Saint-Martin; holandês: Sint Maarten) é uma ilha no nordeste do Caribe a cerca de 300 km a leste de Puerto Rico. 

Fica a cerca de 2 horas de vôo de Miami ou da Cidade do Panamá. Tem cerca de 87 km2 e é dividida entre a França e a Holanda. O maior território (60%) fica do lado francês, mas o holandês tem a maior população. É uma das menores ilhas do mar dividido entre duas nações, uma divisão que datam de 1648.
A população total da ilha é de cerca de 90.000 habitantes, e se concentra muito nas duas capitais: Phillipsburg do lado holandês e Marigot do lado francês. A divisão entre os dois países é que torna esta pequena ilha tão especial e particular. No lado holandês fala-se inglês e há uma mistura maior entre descendentes de escravos negros e europeus. Do lado francês, as placas estão na sua maioria escritas em francês, francês é a língua, e há uma característica geral mais européia, inclusive na arquitetura da capital. 
 O Aeroporto Internacional Princesa Juliana localiza-se na ilha tropical de São Martinho, nas Antilhas Holandesas e é o segundo aeroporto com maior movimento Caribe. Foi batizado graças a então princesa herdeira Juliana dos Países Baixos. É considerada uma das pistas mais difíceis de se aterrar, devido ao seu tamanho reduzido. A pista principal fica encravada entre o mar e uma lagoa, e praticamente dentre da praia de Maho. 
 Contudo, mesmo com o tráfego diário de aviões Boeing 747, nunca houve qualquer acidente.O aeroporto também recebe diariamente o Boeing 747 da KLM vindos de Amsterdã e os Boeing 757/767 dos EUA.

Há dois restaurantes na praia, que ficam o dia todo cheios de turistas esperando os vôos, com os horários de chegada marcados diariamente em uma prancha de surf, que serve de referência para prepararmos as máquinas fotográficas.

 Há dois momentos fantásticos: quando pousam os enormes aviões vindos da Europa ou América do norte,que passam a poucos metros sobre a nossas cabeças, ou quando os mesmos se preparam na pista para a decolagem. Neste momento, quando as turbinas aceleram, literalmente areia, toalhas, bolsas, guarda-sóis e pessoas ( !!) são atiradas a distância dentro do mar. Existe uma placa que adverte do perigo de se ficar próximo, mas aparentemente já faz parte do cotidiano local estes pequenos “vôos”.

ATERRANDO

Caminhões mais altos podem oferecer um risco maior tanto para a aterrissagem quanto para o próprio veículo, que pode tombar em virtude do vento causado pelas aeronaves.

DESCOLANDO

 


IN:
- WIKIPEDIA
- http://turistasemfronteiras.wordpress.com

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Governo confirma demissão 
de adjunto de Relvas 
Adelino Cunha, adjunto de Relvas, demitiu-se por o Ministério Público ter encontrado mensagens suas no telemóvel de Silva Carvalho.

O gabinete do ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares confirmou ao Económico que Miguel Relvas já aceitou a demissão de Adelino Cunha, ex-jornalista que desempenhava a função de adjunto político para o número dois do Governo.

A mesma fonte disse ainda que o Ministério não emitirá qualquer comunicado sobre o assunto, confirmando contudo a informação publicada pela revista Sábado na sua edição online, segundo a qual Adelino Cunha demitiu-se depois de o Ministério Público ter encontrado mensagens suas no telemóvel do ex-expião Jorge Silva Carvalho.

O ex-adjunto do ministro Miguel Relvas confirmou à Sábado que "conheci o Dr. Jorge Silva Carvalho antes de ter sido nomeado adjunto político do Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares e mantive, por minha iniciativa, contactos durante o período em que exerci funções".

Adelino Cunha conta ainda que "em Setembro de 2011, o Dr. Jorge Silva Carvalho manifestou a sua indignação pelo facto de um envelope que lhe fora enviado pela Assembleia da República ter sido alegadamente violado. A título pessoal, contactei antigos colegas jornalistas alertando-os para esse facto. Informei-o também sobre os rumores que corriam na Assembleia da República sobre o alegado conteúdo dos documentos" e sublinhou também que "ao longo de 20 anos de carreira como jornalista e como historiador trabalhei por diversas vezes matérias relacionadas com Serviços de Informações e Defesa Nacional em artigos de jornais, revistas e nos livros que publiquei". 


* Um descalabro esta promiscuidade entre poder político e jornalistas, por algum motivo um ex-jornalista era adjunto político do número dois do governo, quiçá o nº1. 
A triste verdade é que a classe política não tem nível e a maior parte dos portugueses tem muita vergonha dela.

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AMNIOCENTESE


 

A amniocentese é um método de diagnóstico pré-natal que consiste na aspiração transabdominal duma pequena quantidade de fluido amniótico da bolsa amniótica, que envolve o feto. É tipicamente aconselhada aos pais perante a probabilidade de deformações genéticas durante a gravidez.

Este procedimento pode ser realizado logo que exista quantidade suficiente de fluido (líquido amniótico) em volta do feto, para que possa ser recolhida uma amostra com segurança - em alguns casos chega a fazer-se a cerca de 13 semanas de gestação, embora o período mais comum seja entre as 15 e 20 semanas. As amostras demoram geralmente 2 semanas a produzir resultados. Este método implica alguns riscos, e a recolha de líquido amniótico deverá ser feita apenas por técnicos especializados. Aplicação

A amniocentese é sobretudo utilizada para avaliação citogenética, permitindo detectar a existência de trissomia 21 (principal responsável pelo síndrome de Down) e estabelecer o sexo fetal, importante quando se prevêem patologias ligadas ao sexo, como a hemofilia. Porém, este processo também permite:

»Determinar os grupos sanguíneos ABO e sensibilização ao factor Rh;
»Para estimar a maturidade fetal;
»Para revelar anomalias bioquímicas homozigóticas (erros hereditários de metabolismo);
»Para determinar, através da análise bioquímica de células, a presença de quaisquer patologias fatais, como a doença de Tay-Sachs ou galactosemia.
»Determinar a possível necessidade de uma transfusão fetal intra-uterina

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Executar casas só depois 
de negociar dívida 

O PSD anunciou, ontem, iniciativas legislativas para um regime 'extraordinário', e 'temporário', que garanta às famílias com problemas para pagar os empréstimos da casa 'o direito à habitação', mesmo que tenham de entregar o imóvel ao banco. 
 Este 'regime temporário', proposto pelo PSD destina-se a famílias com 'menores recursos que estão a passar dificuldades com o desemprego ou com outra redução significativa do rendimento', ou seja, 'pessoas que estão mesmo necessitadas', nas palavras do deputado António Leitão Amaro, a quem coube apresentar as iniciativas do PSD. 

Assim, segundo a proposta social-democrata, o banco ficaria 'obrigado a reestruturar a dívida antes de poder executar a casa', e, nos casos em que essa reestruturação for inviável, 'a família tem direito garantido à habitação', através de 'soluções variáveis', a acordar entre banco e devedor. 

Essas soluções passam pela entrega da casa em pagamento com arrendamento 'da mesma casa ou outra', pela entrega da casa a um fundo de investimento 'ficando o devedor com o arrendamento e o direito de recompra', ou pela 'troca da casa com o banco ficando a família com uma casa de menor valor, mas com uma renegociação do empréstimo que implique prestações que possa pagar e a dedução no capital em dívida da diferença entre os valores das casas', 

 Mas o PSD apresentará ainda um segundo projeto de lei para introduzir alterações ao regime do crédito à habitação: esta segunda iniciativa propõe que 'os bancos não possam aumentar unilateralmente o spread em quatro tipos de casos ': mobilidade laboral, desemprego, divórcio e separação e viuvez. 


* Os banqueiros inventam argumentos para aumentarem o spread.


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