quarta-feira, 16 de maio de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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Em pleno ato, ela diz:
- Amor … pareces um telemóvel.
Ele pergunta embevecido:
- Vibro muito não é?! J
- NÃO! Quando entras no túnel … ficas sem antena!

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O MUNDO OBSCURO





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EU NÃO QUERO VOLTAR SÓZINHO





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1-OS SAMURAIS


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UMA EXCELENTE SÉRIE DO CANAL HISTÓRIA

Os Samurais existiram por quase 8 séculos (do VIII ao XV), ocupando o mais alto status social porquanto existiu o governo militar nipônico denominado xogunato. Pessoas treinadas desde pequenos para seguir o Bushido, o caminho do guerreiro. O samurai era uma pessoa muito orgulhosa, tanto que se seu nome fosse desonrado ele executaria o seppuku, pois em seu código de ética era preferível morrer com honra a viver sem a mesma. Seppuku, suicídio honrado de um samurai em que usa uma tanto (faca) e com ela enfia no estômago e puxa-a para cima eviscerando-o. Uma morte dolorosa e orgulhosa. Inicialmente, os samurais eram apenas coletores de impostos e servidores civis do império. Era preciso homens fortes e qualificados para estabelecer a ordem e muitas vezes ir contra a vontade dos camponeses. Posteriormente, por volta do século X, foi oficializado o termo "samurai", e este ganhou uma série de novas funções, como a militar. Nessa época, qualquer cidadão podia tornar-se um samurai, bastando para isso adestrar-se no Kobudo (artes marciais samurais), manter uma reputação e ser habilidoso o suficiente para ser contratado por um senhor feudal. Assim foi até o xogunato dos Tokugawa, iniciado em 1603, quando a classe dos samurais passou a ser uma casta. Assim, o título de "samurai" começou a ser passado de pai para filho. O samurai mais famoso de todos os tempos foi Miyamoto Musashi (1584—1645), um guerreiro que veio do campo, participou da batalha de Sekigahara e iniciou um longo caminho de aperfeiçoamento. Ele derrotou os Yoshioka em Edo (atual Tóquio) e venceu o grande Sasaki Kojirō, outro grande samurai. Pelo fim da era Tokugawa, os samurais eram burocratas aristocráticos ao serviço dos daimiô, com as suas espadas servindo para fins cerimoniais. Com as reformas da era Meiji, no final do século XIX, a classe dos samurais foi abolida e foi estabelecido um exército nacional ao estilo ocidental. O rígido código samurai, chamado bushido, ainda sobrevive, no entanto, na atual sociedade japonesa, tal como muitos outros aspectos do seu modo de vida. Os Samurais, como classe social, deixaram de existir em 1868, com a restauração Meiji, quando o imperador do Japão retomou o poder do país. Seu legado continua até nossos dias, influenciando não apenas a sociedade japonesa, mas também o ocidente.

WIKIPEDIA

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 PORTUGAL TOTAL




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Suspeita de «dumping» 
na venda dos genéricos 
Ordem dos Médicos assegura que há laboratórios que estão a vender medicamentos genéricos a preço inferior ao preço de custo. 
A BATER NO FUNDO

A Ordem dos Médicos denunciou à ASAE a existência de «dumping» no preço dos genéricos, afirmando que há laboratórios a vender medicamentos a preço inferior ao preço de custo. 'É fundamental que sejam investigadas as eventuais práticas de dumping no preço dos medicamentos, que poderão levar a que alguns laboratórios se retirem do mercado, nomeadamente marcas portuguesas, por incapacidade de concorrer com preços que estarão a ser praticados abaixo do custo', disse o bastonário José Manuel Silva, falando numa situação 'ilegal e preocupante',

 O bastonário da OM afirma que há laboratórios que não podem concorrer com estes preços e correm risco de fechar portas, 'o que pode levar, no futuro próximo, a uma cartelização do mercado, entre um número reduzido de marcas', 'Há laboratórios que não conseguem comprar o princípio ativo, ao preço a que os medicamentos são vendidos no mercado', afirmou. 

A OM receia também que os preços que estão a ser atingidos em alguns medicamentos ponham em causa a indústria farmacêutica nacional, um setor que, no ano passado, exportou mais do que o vinho do Porto. 'É um setor absolutamente essencial à nossa economia, é uma mão-de-obra extraordinariamente qualificada, tem potencial de gerar investigação científica extraordinariamente importante, que poderá levar à patente de algumas moléculas de investigação nacional, que traduzem uma imensa mais-valia em termos científicos e económicos para o País', José Manuel Silva responsabilizou, ainda, a legislação nacional pelos preços que estão a ser praticados. 

Por outro lado, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) revelou, ontem, que as negociações com o Governo sobre grelhas salariais e trabalho em urgência estão à beira da rutura, pelo que serão tomadas todas as medidas necessárias, incluindo uma greve nacional. 

* Quando pensamos no estado da saúde em Portugal e pondo de parte a competência e seriedade de milhares de profissionais do sector, verificamos que neste negócio há cada vez mais trafulhices.


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MYSHKIN INGAWALE

UMA ANÁLISE AO SANGUE SEM SANGRAR


   

A Anemia é uma das principais -- e totalmente evitável -- causas de mortalidade materna em muitos países pelo mundo forma, mas o teste padrão é invasivo e lento. Nesta palestra engraçada e inspiradora, Myshkin Ingawale, TED Fellow, descreve como (após 32 tentativas) ele e a sua equipa criaram um dispositivo simples, portátil e de baixo custo que pode verificar a existência, ou não, de anemia sem perfurar a pele. 



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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Julgamento do ex-administrador do Supremo Tribunal de Justiça 

Ricardo Campos Cunha mandou avaliar sede bancária Ricardo Campos Cunha, ex-administrador do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), que está a ser julgado nas Varas Criminais de Lisboa por desvio de obras-de-arte mandou avaliar a antiga sede do Banco Popular, na Baixa de Lisboa, foi esta quarta-feira confirmado em tribunal. 
Perante o colectivo de juízes, no Campus da Justiça, em Lisboa, o empresário gerente fundador da Lusoaval, Miguel Neto, disse que realizou uma avaliação do imóvel tendo apresentado o resultado do seu trabalho a Ricardo Campos Cunha. A avaliação tinha por objectivo alargas as instalações do Supremo Tribunal de Justiça. A aquisição do imóvel nunca viria a ser concretizada. 

O ex-administrador do STJ está a ser julgado por apropriação e desvio de dinheiros públicos e ainda por 27 crimes de falsificação. Após sair do Supremo, Ricardo Campos Cunha assumiu funções como chefe de gabinete do Representante do Presidente da República nos Açores, com sede em Angra do Heroísmo.



 * Mas que gente tão séria nas principais estruturas deste "Estado de Direito"...

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HELENA GARRIDO




Crise no euro 3.5

 Sim, já passaram três anos e cinco meses desde que se desencadeou a crise no euro com epicentro na Grécia. Começou com o novo governo grego a dizer que as contas públicas estavam aldrabadas, que havia um "buraco". 

Nada que Portugal não tivesse também experimentado, pela primeira vez, com o governo liderado pelo actual presidente da Comissão Europeia - lembram-se? Quando se descobriu um buraco nas contas públicas pela primeira vez. Só que, com a Grécia, o buraco revelou-se sério. E para tratar do problema toda a Zona Euro passou de uma política expansionista para uma política contraccionista, que se foi expandido a quase todos os países da União Monetária. Passado todo este tempo, a crise no euro agravou-se. E hoje estamos perante a convicção de que a Grécia deixará de integrar a moeda única. Já ninguém se questiona se vai sair. 

As perguntas agora são: quando é que a Grécia sai do euro; como é que se vai operacionalizar a saída e como é que os restantes países vão gerir essa saída, sem provocarem outras e sem caírem numa recessão historicamente grave. Como disse ontem o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schaeuble, qualquer dos caminhos que se coloca hoje à Grécia é difícil. Se ficar no euro espera-a um processo de redução do seu nível de vida sem qualquer tipo de narcotizante, se sair do euro espera-a um processo de redução do seu nível de vida com o narcotizante da desvalorização cambial. 

Mas este último caminho, o de sair do euro, significa para os gregos a impossibilidade de saírem do seu país, com a facilidade com que saem hoje, de comprarem produtos de qualquer parte da Europa, de venderem produtos para a Europa sem risco cambial, enfim de terem a moeda de mais 16 países europeus. E um futuro ainda mais incerto que o actual. Claro que para Portugal seria preferível que a Grécia se mantivesse no euro. Como seria preferível que a Grécia ficasse no euro para todos os países que partilham a mesma moeda. A União Monetária foi, propositadamente, construída sem uma porta de saída. Assim que se abre uma porta na União Monetária, qualquer um é candidato a sair. Quer porque não se sente confortável na casa da moeda única, quer porque, como no caso grego, se foi colocando (ou foi colocado) perante escolhas dramáticas. 

O processo de saída, não vale a pena enganar-nos, já começou. O discurso de desdramatização começou a semana passada, com especial relevo para o dia 11 de Maio e prosseguiu ontem, dia 14 de Maio. Mensagens como "a Grécia é que escolhe, a saída do euro não será fatal para a união monetária", só revelam que está tudo preparado. Juntem-se ainda os elogios a Portugal, à Irlanda e a Espanha e compreendemos que até a gestão das ondas de choque já começou. 

 Lamentavelmente Portugal é o elo mais fraco. Por mais que os líderes portugueses, com especial relevo para o ministro das Finanças, expliquem e mostrem, com números, como está a evoluir financeiramente o país, tudo o que se vai dizendo revela que as ondas de choque vão atingir Portugal com violência. A saída da Grécia do euro será um marco tristemente histórico para a construção europeia. Nunca nenhum país abandonou um projecto europeu. Neste décimo terceiro ano de vida do euro, a Grécia, aquele país que nos habituámos a ver como superior, pode ser a lição para políticas de correcção de erros passados que sejam mais realistas. Ou a Grécia será apenas o princípio de um fim que ninguém quer. 




IN "JORNAL DE NEGÓCIOS" 
14/05/12 .

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HOJE NO

"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"



"Muito positivas" alterações 
ao Processo Penal 

 O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) considerou hoje globalmente "muito positivas" as alterações propostas pelo Ministério da Justiça ao Código do Processo Penal (CPP), sublinhando que "algumas delas" revelam "grande coragem e lucidez". 

No parecer à proposta de lei de revisão do CPP, o SMMP destaca "o caso do julgamento em processo sumário e do regime das declarações de arguidos e de testemunhas", que permite valorar em julgamento os depoimentos prestados em fases de inquérito e de instrução, prestadas perante "autoridade judiciária" e na presença de advogado. O parecer do SMMP salienta que a proposta faz "uma rotura necessária com alguns mitos que, ao longo dos anos, foram constantemente repetidos em Portugal, criando a ideia de que a mudança que o SMMP reclamava tornaria Portugal num Estado que não respeitaria os direitos fundamentais, quando, em verdade, na Europa era Portugal que estava já quase totalmente isolado a estabelecer tão fortes restrições à possibilidade de reproduzir e valorar em julgamento essas declarações". 

"Há, no entanto, outros aspectos que merecem a nossa crítica e que esperamos venham a ser corrigidos pelo Governo antes da aprovação da proposta de Lei", alerta o SMMP, presidido por Rui Cardoso. Quanto às alterações ao Código Penal (CP), o SMMP, em resumo, diz que concorda nomeadamente "com a eliminação do crime de falsas declarações relativamente a antecedentes criminais por parte do arguido" e com "a criação de um novo tipo legal que criminaliza as falsas declarações prestadas perante autoridade ou funcionário público no exercício das suas funções". O SMMP propõe ainda a "criação de um prazo máximo para a suspensão do procedimento criminal com fundamento na contumácia (recusa do arguido em comparecer em juízo)". 

A suspensão das prescrições quando houver condenação em primeira instância, a criminalização das falsas declarações e a transformação dos pequenos furtos em crimes de natureza particular são as alterações que o Governo vai introduzir no Código Penal. Outra das alterações que o Governo vai introduzir prende-se com o crime de furto simples, que passa a ter natureza particular (depende de queixa particular) quando o bem furtado é recuperado. 

Vai igualmente ser criado um novo tipo legal que criminaliza as falsas declarações prestadas perante autoridade ou funcionário público no exercício das suas funções, que podem ser punidas com uma pena de prisão até um ano ou com pena de multa. Quanto às alterações ao CPP, o julgamento sumário será alargado a quase todos os detidos em flagrante delito, mesmo que tenham cometido crimes com molduras penais superiores a cinco anos de prisão.

 * Temos algumas dúvidas mas como não somos juristas iremos pedir opinião a quem é entendido.

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II-HISTÓRIA DA CIÊNCIA


  2- DO QUE O MUNDO É FEITO?


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   UMA MAGNÍFICA E IMPERDÍVEL  SÉRIE DA BBC


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HOJE NO

"RECORD"



FIFA testa "GoalRef" 
na liga dinamarquesa 

 A FIFA anunciou esta quiarta-feira que vai testar na próxima semana, em dois jogos da liga dinamarquesa, um dos dois sistemas de tecnologia na linha de golo. O sistema "GoalRef", desenvolvido por uma empresa alemã, vai ser usado no domingo no encontro entre o Silkeborg IF e o Sonderjysske, e quarta-feira no jogo FC Nordsjaelland-AC Horsens. 

 A tecnologia "GoalRef" utiliza um chip colocado na bola, que é ativado por sensores instalados na linha de golo. O outro sistema em estudo, denominado "Hawk-Eye" (Olho de Falcão), vai ser utilizado esta quarta-feira na final do "Hampshire FA Senior Cup", em Inglaterra, que oporá, em Southampton, o Totton ao Eastleigh. O "Hawk-Eye", que já é usado no ténis e no críquete, utiliza seis câmaras colocadas no campo que permitem calcular a posição da bola. 

 De acordo com a FIFA, as tecnologias a testar serão analisadas por observadores e não deverão ter qualquer influência no trabalho dos árbitros dos três encontros. Os sistemas de tecnologia na linha de golo já foram testados em 2005 no Mundial Sub-17, no Peru, e no Mundial de Clubes disputado em 2007 no Japão. Depois de anos de debate, a pressão para a introdução deste tipo de tecnologia tem vindo a aumentar e é esperada para 2 de julho, por parte do Internacional Board, uma decisão de definitive sobre o uso, ou não, dos sistemas de deteção de golo.

 * Talvez evite erros voluntários de alguns árbitros...

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AS 100 MELHORES 
CANÇÕES DOS ANOS 80
(PARA A NME)
 .
Nº 86
HOUSE OF FUN
MADNESS





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HOJE NO

"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Radiocirurgia não invasiva no IPO/Porto
.reduz tempo de tratamento

 O Serviço de Radioterapia do Instituto Português de Oncologia do Porto apresentou, esta quarta-feira, uma nova técnica de radiocirurgia não invasiva, pioneira na Península Ibérica, que, além de reduzir o tempo de tratamento, melhora a qualidade de vida dos doentes. 

Segundo o presidente do IPO/Porto, Laranja Pontes, "é um tratamento de vanguarda e o IPO-Porto é o único instituto da Península Ibérica a aplicar esta nova técnica". Este método permite a realização de radiocirurgia intracraniana e extracraniana, com "elevada precisão na definição do alvo a eliminar", sustentou. 

 "Comodidade, rapidez e precisão" foram também apontadas pela diretora do Serviço de Radioterapia, Helena Pereira, como as principais vantagens do novo método, a que se alia "a redução da toxicidade dos tecidos que rodeiam as lesões benignas e malignas a tratar". A responsável apontou a sua utilização nos tumores intracranianos, referindo que ao contrário do que acontece com o método convencional, "evita a utilização de uma espécie de esquadria fixada por parafusos cruentamente ao crânio do doente". "O doente tinha de esperar com aquilo na cabeça até que o plano de tratamento estivesse feito, com o incómodo de trazer aquele capacete sempre fixado. Este novo método permite fazer o trabalho com a mesma precisão ou mais e com muito maior comodidade para o doente", acrescentou. 

O denominado "Novalis T + Exactrac" permite aliar a versatilidade na alteração das características da radiação, obtida por dispositivos de alta resolução, à precisão dos sistemas de imagem, os quais permitem a verificação e a correção do posicionamento do paciente durante o tratamento, recorrendo a uma mesa robotizada. O sistema aplica uma elevada taxa de radiação e adequa exatamente os feixes de tratamento ao tamanho e forma do tumor. 

A potência aliada à precisão permite que a radiocirurgia alcance tumores em zonas profundas e inacessíveis do corpo, consideradas inoperáveis. Permite também sincronizar o tratamento com o movimento dos órgãos onde estão localizadas as lesões, como sejam os pulmões, fígado ou próstata. Um dispositivo controla os feixes de tratamento, garantindo que estes estão de acordo com as características morfológicas do tumor, em todos os ângulos de rotação do equipamento. Esta técnica está a ser usada no IPO/Porto desde dezembro de 2011, com "excelentes resultados", mas Helena Pereira salientou que a técnica só pode utilizada em "tumores muito bem selecionados", não podendo ser aplicada "em lesões superiores a três centímetros".


 * Tudo o que possa beneficiar a vida de doentes oncológicos é bem vindo.


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HOJE NO

"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Duarte Lima sai da prisão 
e fica com pulseira electrónica 

O juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal decidiu alterar a medida de coacção aplicada a Duarte Lima, que fica agora sujeito à obrigação de permanência na habitação com pulseira electrónica. 

A notícia foi avançada pela SIC Notícias. Duarte Lima foi preso preventivamente em Novembro de 2011, no âmbito de um processo relacionado com o BPN. 
O ex-deputado é também acusado de ter assassinado a portuguesa Rosalina Ribeiro, no dia 7 de Dezembro de 2009, na cidade de Saquarema, no litoral do Rio de Janeiro.


 * Excelente oportunidade para se pirar...


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AUTO-COLANTE PARA SENIORES





 
 NÃO FAÇO EXERCÍCIO!

faz-me derramar o café

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HOJE NO
"DESTAK"

INE 
Mais de um milhão de desempregados
 ou trabalhadores em subemprego 

O número de desempregados ou de tralhadores em situação de subemprego ultrapassava um milhão de pessoas no primeiro trimestre deste ano, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Havia 819,3 mil desempregados no início deste ano, segundo o INE, um aumento de 48,3 mil pessoas em relação ao trimestre anterior. Simultaneamente, havia 203 mil pessoas em subemprego (pessoas que trabalham a tempo parcial mas gostariam de ter empregos a tempo inteiro), um aumento de 16,4 mil. 

O INE regista ainda nas suas estatísticas do emprego os inativos disponíveis e desencorajados (pessoas disponíveis para trabalhar mas que não procuraram ativamente emprego). Havia 202 mil inativos disponíveis e 90,8 mil inativos desencorajados no primeiro trimestre deste ano.



* Mais fome, mais crime que os políticos e os ricos têm guarda costas...


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HOJE NO
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IMI.
 Erros grosseiros das Finanças nas avaliações de imóveis com base no Google

Até agora contestadas 500 avaliações. Os Assuntos Fiscais chamam-lhe rigor. Os proprietários dizem que é medo

 Os avaliadores de imóveis das Finanças estão a cometer erros grosseiros e há casos em que os proprietários reclamaram e o imposto baixou 50 mil euros. Num complexo habitacional com 28 casas, a revisão em baixa resultou em menos 1 milhão de euros em matéria colectável, que ia ser cobrada indevidamente. Aconteceu na zona de Carnaxide, em Lisboa. De acordo com as notificações recebidas, os proprietários passariam a pagar, a partir de 2013, quase o triplo do imposto municipal sobre imóveis (IMI). 

Um dos moradores, Adriano Oliveira, encontrou falhas na avaliação e foi contestar o valor numa repartição de Finanças em Algés. Descobriu que a avaliação tinha sido feita com base em fotografias do Google e que ninguém tinha confirmado se se tratava de facto de um condomínio fechado, que não é, ou a quem pertencia a piscina colectiva, entre outros itens de conforto. Ninguém foi ao local.

 “O processo de avaliação está a ser feito com ligeireza”, considera Adriano Oliveira, acrescentando que em muitos casos as pessoas aceitam o valor sem contestar”, ou por receio ou por falta de informação. Não foi o seu caso e a reavaliação veio dar-lhe razão. “As Finanças ligaram-me num sábado ao fim da tarde a dizer que iriam corrigir os valores, mesmo dos condóminos que não tinham reclamado”, conta Adriano Oliveira. Lembra-se de ter estranhado ser um sábado e comentar o facto, ao que o fiscal respondeu que devido ao pouco tempo que resta para completar as avaliações se trabalha “sábados, domingos e feriados”. 

 Mas estes casos não são únicos. À Associação Nacional de Proprietários (ANP), que está a monitorizar este processo, já chegaram vários casos. “Para encontrar os valores, as Finanças socorrem-se do número de polícia, das plantas ou croquis e também do Google. Mas nem sempre se percebe como chegam a determinas informações, como o ano da construção do prédio, que não vem na planta”, diz António Frias Marques, presidente da associação. “Hoje não há segredos”, afirma o responsável. Mas também se esconde muita coisa. Como muitas avaliações são feitas com base em fotografias do Google, há já quem esconda piscinas tapando-as com lona verde.

 “O IMI castiga os proprietários de piscinas, garagens, campos de ténis ou até de imóveis com escadas rolantes ou elevadores. As Finanças consideram luxo um prédio com menos de quatro andares ter elevador”, explica Frias Marques. A secretária de Estado dos Assuntos Fiscais diz que “os peritos avaliadores estão a proceder à avaliação dos prédios urbanos com base nos dados constantes das matrizes prediais e das plantas dos imóveis detidas pela Autoridade Tributária e Aduaneira ou fornecidas pelos municípios, complementados, sempre que necessário, com outras diligências, nomeadamente com vistorias aos prédios a avaliar”. 

Para o presidente da ANP, é uma sorte quando o IMI apenas triplica depois da nova avaliação. É que “há casos em que passa para 20 vezes mais”. O gabinete do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, disse ao i que “até agora foram registadas apenas cerca de 500 pedidos de segundas avaliações, o que revela o rigor que está a ser utilizado pelos peritos no processo de avaliação geral”. Muitos proprietários contestam e dizem que não reclamam com receio de serem ainda mais penalizados.

 Muitas vezes também não percebem a notificação, que consideram pouco clara. De acordo com o gabinete de Paulo Núncio, “estima-se que até ao fim deste mês o número dos prédios urbanos avaliados no âmbito da avaliação geral se aproxime de um milhão. O número de avaliações está em linha com o plano inicialmente traçado e com o objectivo fixado pelo governo de concluir a avaliação geral até final do ano de 2012”. 


* O sr. ministro não é mentiroso, não é enganador, não é ludribiador, terá ele  vergonha deste método de avaliação ou será mais um lapso em que o seu ministério incorre ou aproveita-se do medo existente face a um fisco tenebroso???


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ILHAS SELVAGENS


HISTORIAL
 Estas Ilhas encontram-se legalmente protegidas desde 1971, como reserva, tendo sido a primeira de Portugal. A grande motivação para a proteção destas ilhas foi a necessidade urgente em preservar a colónia de cagarras que nesta altura apresentava fortes indícios de regressão. 

A partir de 1976 esta reserva passou a ter vigilância permanente. Em 1978 foram classificadas como Reserva Natural, como reconhecimento do grande interesse do seu património natural. A partir de 1991 a gestão destas ilhas passou a ser inteiramente da responsabilidade da Secretaria Regional do Ambiente, através do Serviço do Parque Natural da Madeira. Desde 1992, são distinguidas com o Diploma Europeu do Conselho da Europa para Áreas Protegidas, como reconhecimento do grande interesse do seu património natural, bem como do trabalho desenvolvido em prol da conservação. Em 2000, lançou-se um projecto de recuperação dos habitats terrestres da Selvagem Grande e, após estudos de variabilidade da espécie, foi tomada a decisão da erradicação da planta tabaqueira, do coelho e dos ratos, a qual obteve êxito total. Com este projecto conseguiu-se erradicar os coelhos e os ratos e manter sob controlo a tabaqueira. 

Em 2001, estas ilhas, passaram a integram a Rede Natura 2000, como Zona de Protecção Especial (ZPE) e Zona Especial de Conservação (ZEC). São igualmente uma "Important Bird Area" (IBA), em português, "Área Importante para as Aves". Todo este reconhecimento deve-se ao facto das Ilhas Selvagens combinarem uma variedade de factores, nomeadamente: localização geográfica, isolamento e condições de colonização muito difíceis. 
Assim sendo, estas Ilhas apresentam habitats e espécies que são representativos e importantes para a conservação in situ da biodiversidade, particularmente dos que são vulneráveis a nível Mundial. Em 2009, com a aprovação do Plano de Ordenamento e Gestão das Ilhas Selvagens, estas ilhas deixaram de ser Sítio de Importância Comunitária (SIC) e foram classificadas de Zona Especial de Conservação (ZEC). 

LOCALIZAÇÃO 
A Reserva Natural das Ilhas Selvagens localiza-se a sudeste da Ilha da Madeira, tendo como coordenadas 30° 05’ 40’’ norte e 15° 51’ 50’’ oeste, e integra uma área terrestre composta por três ilhas (Selvagem Grande, Selvagem Pequena e Ilhéu de Fora) e ilhéus adjacentes, e por toda a área marinha envolvente até à batimétrica dos 200 metros. Os arquipélagos mais próximos são a Madeira e as Canárias, a aproximadamente 163 e 82 milhas náuticas respectivamente. 

VALORES NATURAIS 

HABITATS 
As Ilhas Selvagens combinam uma variedade de factores, nomeadamente: localização geográfica, isolamento e condições de colonização muito difíceis, que as fazem apresentar habitats que são representativos e importantes para a conservação in situ da biodiversidade.

 Dado à grande importância destes habitats, alguns estão classificados de "Habitats de interesse comunitário". 

Habitats de interesse comunitário presentes nas Ilhas Selvagens: 
-  Bancos de areia permanentemente cobertos por água do mar pouco profunda;
- Lodaçais e areias a descoberto na maré baixa; 
- Enseadas e baías pouco profundas; 
- Falésias com flora endémica das costas macaronésias; 
- Formações baixas de euforbiáceas junto a falésias.

 FAUNA 
A fauna vertebrada das Ilhas Selvagens é caracterizada pelo largo domínio das aves marinhas nidificantes e pela ausência de mamíferos nativos. Estas ilhas são um santuário de nidificação de aves marinhas, possuindo condições singulares e únicas em todo o Mundo. Da avifauna nidificante conhecem-se nove espécies, entre as quais: 
- a cagarra Calonectris diomedea borealis, 
- calcamar Pelagodroma marina hypoleuca, 
- alma-negra Bulweria bulwerii, 
- roque-de-castro Oceanodroma castro  
- pintainho Puffinus assimilis baroli. 

CAGARRA
 A colónia de cagarras, nesta área, apresenta-se como a maior densidade em todo o mundo. Contudo, a ave mais numerosa destas ilhas é o calcamar. As aves residentes que podem ser encontradas durante todo o ano nas Ilhas Selvagens são o corre-caminhos Anthus bertheloti bertheloti, um passariforme cuja subespécie é a mesma que se encontra nas Ilhas Canárias mas não no Arquipélago da Madeira, e um pequeno número de casais de francelhos Falco tinnunculus canariensis, uma rapina de pequeno porte cuja subespécie é endémica do Arquipélago da Madeira.
FRANCELHO

Também poderão cá ser observadas outras aves que, ocasionalmente ou acidentalmente visitam as Ilhas Selvagens, sobretudo no outono e na primavera. São aves que se perdem das rotas migratórias e que encontram aqui, no meio do Atlântico, o sítio ideal para descansar e recuperar forças, para o prosseguir da viagem. As outras espécies de vertebrados que podemos encontrar são a osga Tarentola bischoffi e a lagartixa Teira dugesii selvagensis, que ocorrem exclusivamente nas Ilhas Selvagens.
ALMA NEGRA

Nestas ilhas, também podemos encontrar um apreciável número de invertebrados endémicos, com um elevado número de insectos endémicos, sobretudo coleópteros e lepidópteros. Nos gastrópodes terrestres temos atualmente oito espécies dadas para as Ilhas Selvagens, sendo uma endémica da Macaronésia, Ovatella aequalis e uma endémica das Ilhas Selvagens, Theba macandrewiana. 
Ovatella aequalis

O meio marinho destas ilhas fica caraterizado pelas suas águas límpidas, onde guarda uma fauna abundante e diversificada. Nas zonas rochosas são frequentes os gastrópodes, como sejam as litorinas, caramujos, cracas e lapas. Encontram-se igualmente com frequência ouriços-do-mar, sendo a espécie dominante o ouriço-de-espinhos-compridos Diadema antillarum. 
OURIÇO
 Junto com estes animais, coabitam várias espécies de esponjas, anémonas e estrelas-do-mar. No que se refere aos peixes, observam-se com frequência a castanheta Chromis limbata e Abudefduf luridus, taínha Liza aurata, boga Boops boops, sargo Diplodus sp., garoupa Serranus atricauda, bodião Sparisoma cretense, peixes-cão Bodianus scrofa, peixes-verde Thalassoma pavo. 
GAROUPA
 Várias espécies de tartarugas como de cetáceos também podem ser observadas nas águas circundantes destas Ilhas. 




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FLORA 
O coberto vegetal destas ilhas é composto por espécies perfeitamente adaptadas às condições edafoclimáticas. A cobertura florística terrestre compreende mais de uma centena de espécies de plantas vasculares e apresenta a percentagem mais elevada de endemismos por unidade de superfície de toda a Região da Macaronésia. 
CILA-DA-MADEIRA

A vegetação da Selvagem Pequena e do Ilhéu de Fora é composta somente por espécies indígenas e endémicas, sem quaisquer introduções. Estas duas ilhas apresentam uma cobertura e um número surpreendente de espécies exclusivas. A Selvagem Grande apresenta igualmente um coberto vegetal peculiar e uma interessante flora com endemismos da ilha, outros comuns às restantes Ilhas Selvagens e da Macaronésia, para além de ser o limite da distribuição de determinadas espécies no hemisfério sul ou no norte. 
FIGUEIRA DO INFERNO
 As Ilhas Selvagens são detentoras de onze endemismos exclusivos, entre os quais: cila-da-madeira Autonoe madeirensis , estreleira Argyranthemum thalassophilum, Lobularia canariensis ssp. rosula–venti, Lotus salvagensis, Monanthes lowei e figueira-do-inferno Euphorbia anachoreta. Com o intuito de preservar este património natural, em 2001 iniciou-se um trabalho de erradicação de plantas invasoras, isto é, plantas que não fazem parte da flora indígena da área e que se alastram com muita facilidade, competindo e destruindo os habitats naturais das espécies indígenas. Exemplos de espécies que estão a ser monitorizadas e controladas são a tabaqueira Nicotiana glauca e mais recentemente, a Conyza bonariensis. 

A flora marinha das Ilhas Selvagens apresenta semelhanças à dos arquipélagos vizinhos. A irregularidade dos fundos e a predominância de substratos rochosos, proporciona a colonização por algas fotófilas. Estudos indicam a presença de 173 espécies de macroalgas, com predominância para as algas vermelhas. 

GEOLOGIA 
As Ilhas Selvagens são um grupo de ilhas oceânicas de origem vulcânica. 
 A sua história geológica está relacionada com a abertura e expansão do Oceano Atlântico, processo que teve início há cerca de 200 milhões de anos e que continua nos nossos dias. Instaladas na rampa continental africana, estas ilhas não são mais que afloramentos rochosos que constituem a parte emergida de um único edifício vulcânico que nasceu há cerca de 27 milhões de anos das profundezas do Oceano Atlântico. 
Por assim ser, compreendem um património geológico de grande valor e tudo indica que estas detêm o título de primeiras ilhas da Região Autónoma da Madeira a se formarem. 
A Selvagem Grande é constituída por escórias vulcânicas porosas, que dão origem a um solo de superfície vitrificada. Na base visível da Selvagem Grande podem ser observados estratos geológicos, no topo dos quais se depositou uma espessa camada de areia calcária de cor amarela durante o Mioceno, período em que a ilha esteve submersa. Esta areia que se infiltrou nas fracturas causadas pelas explosões vulcânicas, originou os actuais diques calcários. Mais tarde, ter-se-ão formado depósitos de cinzas, areias vulcânicas e lapilli sob imersão. Finalmente, as últimas erupções cobriram a maior parte da ilha com uma camada de lava basáltica. 

No passado, estas ilhas deverão ter tido um grau de humidade muito mais elevado do que o actual, o que poderá justificar a presença do elevado número de conchas fósseis expostas no planalto da Selvagem Grande, mais precisamente no Chão dos Caramujos, outrora pertencentes a caracóis terrestres. 

VALORES CULTURAIS 
A descoberta oficial das Ilhas Selvagens é atribuída ao descobridor português Diogo Gomes em meados do século XV. No entanto, existem relatos que demonstram serem anteriormente conhecidas no Mundo. Desde o século XVI, como território de privados, as Ilhas Selvagens foram mudando de posse por herança até que, em 1971, passam a estar sob a administração territorial da Região Autónoma da Madeira.
Estas foram várias vezes alvo de tentativas de colonização mas,devido à inospicidade e, principalmente, inexistência de água, nunca passaram disso mesmo: de tentativas. Desses períodos, na Selvagem Grande, ficaram alguns vestígios, tais como: muros de pedra, uma velha cisterna e respectivos canais. Durante esses mesmos tempos, e de forma a servir de alimento às pessoas que por cá tentavam fazer vida, foram introduzidos coelhos e cabras, acção que tivera repercussões negativas nos ecossistemas naturais do local, tornando algumas espécies em raras e obrigando-as a sobreviver somente nos locais mais inacessíveis. 
No final do século XIX as cabras acabaram por se extinguir devido à caça. Sabe-se, por exemplo, que os seus proprietários, obtinham boas fontes de rendimento com a pesca e salga de peixe, que depois era vendido na Ilha da Madeira. 
  
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No entanto, a actividade mais lucrativa na história das Ilhas Selvagens era a captura de cagarras, ave pelágica marinha que nidifica nestas ilhas. De setembro a outubro de cada ano, ou no fim da época de reprodução, eram organizadas expedições a estas ilhas com o intuito de capturar o máximo possível de juvenis. As aves eram mortas e aproveitadas para serem utilizadas de várias formas: a carne para o consumo humano, as penas para o fabrico de colchões e outros fins. Estas actividades foram mantidas de uma forma controlada até se iniciar a utilização de barcos a motor, altura em que a colónia de cagarras começou a mostrar fortes indícios de regressão. A última expedição às Ilhas Selvagens para a matança dos juvenis de cagarra partiu do Funchal, a 15 de Setembro de 1967. 

Existem registos de que também o estrume resultante da acumulação de excrementos de cagarra fora também comercializado, de forma a ser usado na fertilização das terras agrícolas na Ilha da Madeira. Também era costume, as pessoas da Ilha da Madeira irem às Ilhas Selvagens recolherem urzela Rocella canariensis, um líquen que cresce nas escarpas, muito utilizado na altura para tingir tecidos de cor violeta, e barrilha Mesembryanthemum crystallinum, M. nodiflorum e Suaeda vera, utilizadas no fabrico de sabão, actividades estas que constituíam uma excelente fonte de rendimento. 

SELVAGEM GRANDE 
A Selvagem Grande é a maior ilha das ilhas Selvagens, parte integrante da Região Autónoma da Madeira, Portugal. Tem uma área de cerca de 5 km². A ilha pertence ao Grupo Nordeste, que inclui mais três ilhéus: Sinho, Palheiro do Mar e Palheiro da Terra. 


  
 As suas encostas são escarpadas, com algumas grutas. O seu ponto mais elevado é o Pico da Atalaia, com cerca de 163 metros de altura. Neste pico, em dias de boa visibilidade, consegue-se avistar, a sul, os 3.718 metros do Pico de Teide, da ilha de Tenerife, nas Canárias. Das ilhas Selvagens, a Selvagem Grande é a única ilha que é habitada todo o ano. 

De três em três semanas, um barco da armada faz a ligação a esta ilha com o intuito de trocar a equipa de vigilantes do Parque Natural da Madeira bem como de levar mantimentos. Estes profissionais, além do trabalho de vigilância, asseguram, ainda, todo o trabalho científico de rotina, monitorizando diversos parâmetros ambientais, em terra e no mar (fauna e flora). Nesta ilha além do farol, existem duas cisternas para armazenar água. 

História 
A Selvagem Grande era alvo de expedições regulares de caça até à criação do Parque Natural da Madeira, e ao estabelecimento de um posto de vigilância permanente. Em 1976, foram realizadas várias expedições de caça a esta ilha, que dizimaram a população de cagarra ali existente, tendo sido abatidos juvenis e adultos, indiscriminadamente. Desde então a população tem vindo a crescer lentamente. Existem vestígios de povoamento, como: socalcos, uma cisterna, condutas para água (levadas) e ainda um forno. Bem como a introdução de coelhos e, acidentalmente, de ratos, ambos contribuíram para a alteração da flora. Em 2002 iniciou-se um projecto que visa a erradicação de todas as espécies introduzidas. 

SELVAGEM PEQUENA 
A Selvagem Pequena (também conhecido por Pitão Grande) é uma ilha situada a sudeste da Selvagem Grande, nas ilhas Selvagens, parte integrante da Região Autónoma da Madeira, Portugal. 



 

A Selvagem Pequena é uma ilha que apresenta uma cota baixa, rodeada de baixios que lhe permitem duplicar a sua área consoante a maré. Para além de zonas rochosas, a ilha, possui ainda dunas interiores e apresenta uma praia de areia branca. 
Tem uma área de apenas 20 hectares. Existem um farol activo e uma estação de vigilância da Reserva Natural das Ilhas Selvagens, que serve para alojar os vigias que lá vão de Abril a Novembro, época em que as condições marítimas o permitem, visto que durante o Inverno esta ilha é quase inacessível. É frequente encontrar vestígios de derrames de combustível. A sua única elevação é o Pico do Veado, um cabeço rochoso com 49 metros de altitude na costa norte da ilha. 
A Selvagem Pequena localiza-se a cerca de 300 quilómetros da ilha da Madeira e a cerca de 160 das Canárias. Tanto a Selvagem Pequena quanto o Ilhéu de Fora possuem uma cobertura vegetal no seu estado natural, dado que estas ilhas nunca sofreram a introdução de plantas ou animais, sendo estas verdadeiras montras do passado. 

Esta ilha possui nove endemismos dos onze que existem no subarquipélago Selvagens.


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