sexta-feira, 4 de maio de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Uma loura entra numa pastelaria e diz ao empregado:
- Quero um pastel de nata. Quentinho...
O empregado responde:
- A menina está com sorte! Acabaram mesmo agora de sair...
- Oh! E será que demoram muito a voltar????


ALMORRÓIDA EMPREGADORA



Bélgica procura portugueses 
para oito mil empregos 

 Um salário limpo de dois mil euros, em início de carreira, e rápida progressão salarial são as condições oferecidas. 

A Bélgica procura portugueses para ocuparem os cerca de oito mil empregos disponíves para engenheiros e profissionais de Ciência e Tecnologia (C&T) que há nas empresas da região flamenca. "Só para engenheiros há cerca de três mil vagas, mas, se juntarmos os profissionais do sector da Ciência e Tecnologia, as vagas chegam às oito mil", explicou Gert de Buck, responsável pelo recrutamento internacional da agência de emprego da comunidade flamenga na Bélgica, ao Diário Económico. 
Dominar o inglês é o suficiente para concorrer a muitos dos empregos, mas depois convém aprender o flamengo. "Em muitas dals empresas de Investigação e Desenvolvimento (I&D), o inglês é a língua comum", esclarece Ludo Froyen, reitor da Faculdade de Engenharia da Universidade Católica de Lovaina. E não faltam exemplos. "Há uma empresa, a IMICOR, que tem um centro de I&D com mais de 300 engenheiros de várias nacionalidades e todos falam inglês e todos os relatórios são feitos em inglês. Hoje as companhias não se preocupam com a nacionalidade dos trabalhadores, mas com a qualidade", acrescenta. Em termos de rendimento poderá contar com "um salário limpo de 1.800 a 2.000 euros no início de carreira, mais extras: carro, telemóvel e computador", assegura Ludo Froyen. Mas rapidamente se consegue ganhar mais, porque a profissão de engenheiro na Bélgica garante "uma progressão salarial muito mais rápida" do que outras áreas. 

 Porque está com dificuldade em preencher as vagas no sector das engenharias e tecnologias, a Bélgica decidiu começar a contratar em países onde há diplomados desempregados nestas áreas como Portugal, Espanha e Grécia. Para se candidatar a estes lugares pode enviar o seu currículo em inglês ou francês para Eures@vdab.be. Ou então contactar directamente as dezenas de empresas que vêm a Portugal participar na Feira de Emprego para engenheiros que se realiza nos próximo dia 10 e 11 de Maio, nas instalações do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL). A iniciativa, organizada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, trará a Portugal dezenas de empresas que procuram engenheiros também da Noruega, Suécia, Reino Unido e Dinamarca. "É a primeira vez que se realiza esta iniciativa, mas se tiver sucesso poderá ser repetida", sublinha o responsável pelo recrutamento internacional no instituto de emprego belga. Até porque o país precisa de mais 30% de engenheiros.

 A falta de profissionais nestas áreas está a provocar a deslocalização de empresas. "Há uma empresa belga que recentemente foi para China porque não conseguia encontrar engenheiros suficientes no país", sublinha o responsável pela Faculdade de Engenharia da Universidade de Lovaina. A taxa de desemprego nesta área é de 4%, muito abaixo da média nacional que se situa nos 10%. Também na Alemanha existe uma falta de engenheiros. Muitas vezes, a dificuldade está em saber onde encontrar as vagas disponíveis nestes países. Para além das ofertas de emprego que poderá encontrar na rede Eures, há hipóteses de emprego no portal da Associação Europeia dos Estudantes de Tecnologia (Best) em best.eu.org. Engenheiros portugueses com porta aberta para os mercados internacionais 

Apesar de ser uma área com elevado empregabilidade, os efeitos da crise já se começam a sentir em Portugal. "Já há casos de desemprego e sub-emprego com salários mais baixos, por causa da paragem brusca da actividade de construção e com empresas a fechar" , sublinha Pedro Lourtie, professor do Instituto Superior Técnico, que coordena o relatório "Atrair estudantes para ciência, tecnologia e engenharia" do projecto Attract. Este projecto foi criado por oito das melhores escolas europeias para atrair mais estudantes para as áreas de engenharia e tecnologias. 

Entrar num curso de engenharia ou tecnologia é abrir as portas para uma carreira internacional. "Quando não há emprego em Portugal, há sempre hipóteses no estrangeiro". Ser engenheiro é uma profissão global que "abre a possibilidade de poder trabalhar em todo o mundo", afirma Mats Hanson da KTH na Suécia. Até porque "o inglês é a língua oficial dos engenheiros", sublinha. Oportunidades Um salário limpo de dois mil euros, mais carro, telemóvel e computador. 
São estas as condições oferecidas a um diplomado em engenharia na Bélgica,em início de carreira. E a progressão salarial é muito rápida, garante Ludo Froyen, director da Faculdade de Engenharia da Universidade de Lovaina. Esta escola quer aumentar em cerca de 30% os estudantes nos seus cursos e está a convidar estudantes portugueses a frequentar o 2º ciclo. Se vierem do IST entram sem qualquer limitação. Neste momento, já há 25% de estudantes estrangeiros neste nível de ensino, mas gostariam de ter mais. A propina é de 600 euros por ano, mais baixa que a cobrada em Portugal. A maioria dos estudantes consegue emprego mesmo antes de terminar o curso.


 IN "DIÁRIO ECONÓMICO" 
04/05/12 

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  SENHORAS DONAS TUGAS



  

 Avisa-se o público visitador que se for portador de ouvidos sensíveis passe à frente,risco de otite galopante.

IN "TABONITO.PT"


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  PACHECO PEREIRA 

SOCIÓLOGO  E COMENTADOR POLÍTICO

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SOBRE A CAMPANHA PINGO DOCE

Há muita gente que está a sofrer e com muita dificuldade e, não se podendo evitar o sofrimento e a austeridade, há, no entanto, que ter extremo cuidado no tratamento das pessoas, em particular com a sua dignidade” 

 “Posso atirar um saco de moedas ao ar e as pessoas atiram-se para apanhar. Foi um bocado o que aconteceu. Quem foi lá apanhar as moedas ficou contente, mas sabe que se teve de se pôr no chão. E aí há uma certa humilhação”.



IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
04/05/12

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Telefones SOS: um pulsar de solidariedade, compaixão e espiritualidade

Seguramente que as histórias mais sublimes de ajuda ao próximo são aquelas em que um ser humano estende a mão a um outro, um qualquer desconhecido em sofrimento, sem que espere qualquer tipo de elogio ou recompensa. Tão somente o calor cá dentro que conforta o coração e agiganta a mente. Que nos engrandece. Que dá mais sentido à vida.
Muitos de nós ouvimos falar da solidão, angústia e desespero que grassa por aí. Talvez hoje em dia mais do que nunca. Mas se soubermos criar uma relação de proximidade com tal amargurado mais facilmente surgirão cenários alternativos. “Estou aqui, amigo!”
Se subirmos à torre há mais horizonte. Se ouvirmos o chilrear dos pássaros lembrar-nos-emos da infância. Por isso, o inculcar da esperança é imprescindível. Às vezes basta acender uma vela. Não esquecer que depois da noite vem sempre o dia. Que depois da tempestade há de vir a bonança. Aquele que só vê os espinhos das rosas não se apercebe da beleza das pétalas coloridas. E o seu perfume aconchegante.
Em todo o mundo os Telefones SOS representam uma cadeia de amor. Voluntários, sob o primado do anonimato e da confidencialidade, procuram estabelecer pontes de afecto com pessoas desesperadas, muitas vezes com ruminações sobre a morte e o suicídio. Neste particular há que tentar compreender a ambivalência. Uma das regras de ouro é aceitar o outro tal como ele é. Falar de tudo calmamente, sem barreiras ou moralismos, no respeito pelas convicções religiosas ou políticas. E não esquecer: se alguém ligou, isso quer dizer que existe um capital para a ajuda que não pode nem deve ser desbaratado. Vale sempre a pena puxar pela memória, pela vida. Certamente iremos encontrar na biografia episódios em que essa pessoa se tenha superado, em que viajou à descoberta, em que tenha rido como uma criança... Falar da mãe, do pai, de um filho, de um irmão, de um animal de estimação...Há sempre alguém ou qualquer coisa capaz de vincular.
Os voluntários dos Centros SOS oferecem, pois, um espaço de liberdade para o vazar de emoções e sentimentos. Desabafar, reflectir, crispar, dirimir. Depois de tudo isto, às vezes com palavras e narrativas de raiva, ódio, hostilidade, vergonha, culpa, à mistura, poderão despontar outros ângulos de visão, talvez até posturas menos radicais, ao encontro de uma certa paz de espírito. Na verdade, nós acreditamos que o exercício da tolerância e da concórdia torna-nos mais felizes.
Os voluntários SOS desejam despertar vontades e ternuras adormecidas. Ajudam a apontar o norte. Um rumo. A renovação do sentimento de pertença. Como um relojoeiro que acertasse o passo do coração dos homens.

Carlos Braz Saraiva
Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Coimbra
Primeiro director do Telefone SOS-Telefone Amigo de Coimbra (1986-1995)

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MODA MASCULINA

GIORGIO ARMANI

MEN SUMMER 2012

FASHION SHOW 

 

  



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HOJE NO
"A BOLA"

Belenenses quer que a Liga 
fiscalize todos os clubes 

A SAD do Belenenses apresentou à Liga Portuguesa de Futebol Profissional um requerimento para que o organismo fiscalize 28 clubes das provas profissionais, na sequência da queixa do Covilhã contra os azuis, o Santa Clara, Leixões e União, por ordenados em atraso. 

O clube serrano apresentou, na semana passada, uma queixa na Liga contra os quatro clubes. José Mendes, líder do Covilhã, acusou Belenenses, Santa Clara, Leixões e União de serem reincidentes nos salários em atraso e falou em concorrência desleal, já que o clube do interior tem tudo em dia e corre o risco de descer da Liga Orangina. 

Em comunicado, a SAD do Belenenses informou que já respondeu à nota de culpa do parte do Covilhã e que enviou à Liga «toda a documentação comprovativa do pagamento de salários em atraso.» Os azuis pretendem «que todos os clubes sejam tratados da mesma forma» e desejam que a Liga aplique o artigo 58.º do Regulamento Disciplinar da Liga de Clubes, que pune os clubes em incumprimento com subtração de pontos. «A Administração da “Os Belenenses – SAD” irá ainda propor a alteração do artigo 58-A do Regulamento de Disciplina da LPFP para que este passe a consagrar um mecanismo eficaz e imparcial de verificação do cumprimento pelos clubes das suas obrigações salariais», pode ler-se no comunicado.


 * Para quando clareza no futebol português???


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THOMAS HEATHERWICK

CONSTRUÍNDO A CATEDRAL DE SEMENTES


 



Um futuro mais belo? O arquitecto Thomas Heatherwick mostra cinco projectos recentes com engenhosos designs bio-inspirados. Alguns são novas versões de objectos comuns: um autocarro, uma ponte, uma estação de energia... E um é um extraordinário pavilhão, a Catedral de Sementes, uma celebração da colheita e da luz. 


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HOJE NO
"PÚBLICO"

Margens de lucro dos supermercados já chegavam a 70% há mais de dez anos 

As margens de lucro dos supermercados na venda dos produtos agrícolas têm-se mantido estáveis desde 2000, chegando aos 70%, segundo o Observatório dos Mercados Agrícolas e das Importações Agro-alimentares. Mas o aumento dos custos de produção tem encolhido os ganhos dos produtores, que não conseguem reflectir no preço a subida destes encargos. 

A relação entre fornecedores e retalho tem sido quase sempre marcada por alguma tensão, mas o tema voltou à agenda depois da promoção feita pelo Pingo Doce no 1.º de Maio. O Observatório, criado pela Assembleia da República, analisou as margens de comercialização da alface, cenoura, maçã e pêra à venda, em Março, nos supermercados, e lembra que os dados de um estudo anterior, entre 2000 e 2006, já apontavam para margens de lucro das cadeias de distribuição naquela ordem. “Desde que fizemos o último estudo, houve um agravamento maior para os produtores. 

Os custos de produção, como a energia, água, combustíveis, agravaram-se”, explica presidente do observatório, Maria Antónia Figueiredo. A tendência das margens das cadeias de distribuição mantém-se, “mas com agravamento dos custos que os produtores têm que suportar”, sublinha. A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) já veio criticar o estudo, acusando-o de falta de rigor por não ter em conta encargos assumidos pelos supermercados até o produto chegar à prateleira. Para apurar o lucro das cadeias de retalho na venda de produtos alimentares, o observatório tem duas pessoas a fazer a recolha de dados. Em Março, foram analisados quatro produtos – no caso da alface a margem chegou, na primeira semana contabilizada nesses mês, aos 82%. 

O desequilíbrio nas margens de lucro ao longo da cadeia de produção e distribuição que o observatório encontra na análise mais recente apontam para a mesma tendência sustentada nos registos de anos anteriores. Entre 2000 e 2006, o observatório analisou os preços da pêra rocha, maçã, cenoura e couve-flor, com base em números do Ministério de Economia, que deixou de fazer este levantamento em 2007. Já nessa altura as grandes superfícies ficavam com cerca de 70% do valor que o consumidor paga pelos produtos. Só que, do lado do produtor, o ganho é hoje menor, por causa do aumento dos custos de produção, nota a presidente do organismo.

 O desequilíbrio nas margens de lucro há muito que divide os produtores e as grandes cadeias de retalho. A posição da APED, afirmou à Lusa a presidente da associação, Ana Isabel Trigo Morais, “é de rejeição destes dados da maneira como estão trabalhados e das suas conclusões”. 

Em causa, justificou, estão os custos suportados pelos retalhistas durante “o processo de transformação”, com as embalagens, encargos logísticos, de energia, a rede frio para garantir a frescura dos alimentos ou os custos com os recursos humanos. A Autoridade Para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) está a investigar a campanha do Pingo Doce, para verificar se foi praticada, ou não, a venda de produtos abaixo do preço de custo. Sobre este caso, o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, limitou-se a referir que aguarda as conclusões da ASAE, sublinhando que “estas iniciativas são comuns em vários países do mundo”, segundo a Lusa. 


* E tu, meu rotundo e pançudo-sanguessugo,
 meu desacreditado burguês apinocado
 da rua dos bacalhoeiros do meu ódio
 co'a Felicidade em casa a servir aos dias! 
Tu tens em teu favor a glória fácil
 igual à de outros tantos teus pedaços 
que andam desajuntados neste Mundo,
 desde a invenção do mau cheiro,
 a estorvar o asseio geral. 
Quanto mais penso em ti,
 mais tenho Fé e creio 
que Deus perdeu de vista o Adão de barro 
e com pena fez outro de bosta de boi
 por lhe faltar o barro e a inspiração! 
E enquanto este Adão dormia 
os ratos roeram-lhe os miolos,
 e das caganitas nasceu a Eva burguesa!


 IN "A CENA DO ÓDIO" DE ALMADA NEGREIROS


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4.1-A IGREJA CATÓLICA

CONSTRUTORA DA CIVILIZAÇÃO


O CASO GALILEU



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  Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental.


NR: Há muito que somos zurzidos por muitos amigos e alguns visitadores, pela nossa atitude agreste, alguns dizem agressiva, em relação à igreja católica, nos vários comentários que por vezes dirigimos à estrutura ou a alguns dos seus intérpretes.
Lá nos vamos defendendo destas "vis" acusações referindo que só zurzimos em quem se põe a geito...
Mas, como apreciamos a imparcialidade decidimos editar uma série longa em defesa acérrima da igreja católica, não para nos redimirmos ou ganharmos o céu mas por respeito aos nossos amigos e visitadores que professam esta religião.
A Redacção

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

'Passaporte emprego' 
avança ainda este mês 
 O secretário de Estado do Emprego afirmou hoje que o Governo já recebeu 'luz verde' de Bruxelas para avançar com o 'passaporte emprego' até ao final do mês. 

O Governo propôs à Comissão Europeia a atribuição de bolsas a empresas que promovam estágios profissionais e empreguem esses estagiários, uma medida que poderá beneficiar 91 mil jovens desempregados, mas que depende do apoio de Bruxelas. A medida defendida pelo Governo - denominada 'passaporte emprego' - faz parte do documento enviado a 01 de março ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e aos parceiros sociais, e destina-se a criar estágios profissionais para desempregados com idade compreendida entre os 16 aos 34 anos independentemente do seu nível de em escolaridade.
 "A resposta de Bruxelas foi positiva em relação à proposta apresentada por Portugal, sendo que também foi confirmado que não seriam disponibilizados fundos adicionais para além daqueles que resultam das disponibilidades que já existem em Portugal", disse à Lusa Pedro Martins à margem do seminário "O Emprego Jovem e o Papel das Cooperativas", que decorre hoje em Lisboa. Por outro lado, acrescentou o governante, "Bruxelas deu confirmação que iria acelerar o processo de reprogramação quando o recebesse [o documento] e, nesse sentido, tendo já esta 'luz verde' por parte de Bruxelas sobre este aspeto, estamos em condições de pôr estas iniciativas no terreno de forma mais célere", em particular, a iniciativa 'passaporte emprego'.

 "O passaporte emprego é a principal iniciativa e terá um efeito interessante de combate ao desemprego jovem, uma vez que passa por uma nova formalidade de estágios e penso que poderá ser possível já ter a moldura legal para implementar esta medida até ao final do mês de maio", referiu Pedro Martins. Ressalvou, contudo, que "o montante total para financiamento ainda está em aberto uma vez a Comissão Europeia informou que não haveria a disponibilização de verbas adicionais".
- NÃO ESQUEÇAM O PASSAPORTE!!!

 Assim, o número inicialmente considerado pelo Governo, de apoiar 35 mil jovens -- número correspondente a uma ajuda de 140 milhões de euros - "não está ainda confirmado por Bruxelas". De acordo com o documento do Executivo enviado para a Comissão Europeia, apenas os desempregados inscritos nos Centros de Emprego há pelo menos quatro meses poderão ser abrangidos pelo 'passaporte emprego', independentemente de se tratar de um jovem desempregado à procura do primeiro emprego ou de um novo emprego. 

O 'passaporte emprego' faz parte de um programa mais vasto do Governo para combater o desemprego jovem e que foi batizado pelo Executivo de "Impulso Jovem" e visa responder ao desafio lançado por Durão Barroso durante o Conselho Europeu de janeiro, e assim reduzir o desemprego jovem nos países da União com taxas mais elevadas. 


 * Uma fantochada, a variante orangeblue das novas opertenidades socráticas! 

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FILOMENA MARTINS

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 Os donos da liberdade 

A 'cuba livre' de Jardim 
 Alberto João Jardim acha-se livre para chamar todos os nomes a toda a gente e a tudo. O presidente do Governo Regional da Madeira acha-se também livre para gastar mais do que o orçamento lhe permite, para pedir sempre mais para a sua região autónoma e até para disfarçar e esconder os buracos financeiros que entretanto foi escavando como os túneis que proliferam na ilha e que são um dos motivos para Portugal ter caído na atual grave situação em que se encontra. Tamanhas liberdades, e boçalidades, fariam esperar que Jardim tivesse, no mínimo, fair play e poder de encaixe para aceitar críticas no mesmo tom em que as faz. Para admitir que alguém queira saber aquilo que esconde. E até para que um adversário possa querer o lugar que ocupa há mais de 30 anos. Mas não. O líder madeirense processa todos os que usam contra ele os termos que ele acha que são só seus, quer parar na justiça as investigações que essa mesma justiça faz aos seus gastos, usa o seu poder para afastar qualquer opositor, e, apesar de ser o eterno rei do carnaval local, nem tem sentido de humor. Porque o título que o Ministério Público deu à investigação às contas madeirenses, que já equivalem a um BPN, pode até ser arriscado para a credibilidade do processo e politicamente incorreto. Mas tem graça. Mas a liberdade de Alberto João Jardim está pelos vistos limitada à Quinta da Vigia, nem sequer chega ao Funchal. Está muito aquém dos "cubanos" que, com criatividade, batizaram a operação madeirense de "Cuba livre".

A memória de Cavaco
Cavaco Silva é obviamente livre de escolher o tema dos seus discursos e o timing para as suas críticas. Mas sabe também que está preso ao compromisso de ser o Presidente de todos os portugueses. Ora, Cavaco esqueceu-se, neste 25 de Abril, que os limites aos sacrifícios impostos pela crise que há um ano mandara travar não só subiram como fizeram mais vítimas; e só se lembrou agora, como se os casos de sucesso do País tivessem brotado como cogumelos nos últimos 12 meses, que Portugal se deve unir em torno do melhor que tem e faz para mudar a sua imagem externa. Os portugueses precisam tanto dos estímulos e de discursos positivos neste momento como deles necessitavam no ano passado. E exigem tantos reparos às atuais medidas de austeridade de Passos quantos os que ouviram sobre as decisões de Sócrates, cujas políticas agora elogia. Só que, quando o País mais precisa que seja o garante da estabilidade e mediador de equilíbrios, as palavras do Presidente mostraram que continua preso a apoios e ideologias.

A estratégia de Seguro
António José Seguro quer, claramente, libertar-se das "amarras" que o prendem à assinatura do PS no memorando de entendimento com a troika. E está a usar a UGT para desatar esse grande nó. O líder socialista prepara o terreno para poder distanciar-se se a situação do País sofrer algum novo abalo, que pode chegar já do terra- moto que se faz sentir em Espanha. As ameaças estão feitas: primeiro foi João Proença a jogar com o acordo de Concertação social, depois Zorrinho a sublinhar a hipótese de "rutura democrática" e ontem o aviso de "não assinamos" feito pelo próprio Seguro. Só que o sentido de Estado e a oposição interna vão limitar a liberdade ao líder socialista.

 Os recursos de Isaltino
 Isaltino Morais pode continuar a gozar plena liberdade enquanto a justiça, que vai na 29.ª reforma em 30 anos, permitir milhares de diligências processuais. Depois de termos ouvido o PGR dizer que não tinha dinheiro para mandar fazer as perícias necessárias para avançar com o caso dos submarinos e de ficar calado após ser desmentido quer pela procuradora do processo quer pela ministra da tutela. Depois de termos visto mais um caso em que um processo como o "Portucale" acabou em nada porque, mais uma vez, o Ministério Público não conseguiu reunir provas suficientes de financiamento partidário, mesmo quando havia donativos de figuras como Jacinto Capelo Rego. Depois de todos os casos que têm descredibilizado todo um sector, o de Isaltino, investigado desde 2003 e condenado em 2010, já nem surpreende. Quando o último recurso sobre a prescrição dos seus crimes for decidido - e será o cada vez mais descredibilizado e politizado Tribunal Constitucional a fazê-lo - eles já prescreveram mesmo. E em vez de dois anos de prisão, Isaltino terá cumprido apenas 20 horas, e essas por erro judicial primário.


Subdirectora

 IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
28/04/12

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Duzentas empresas municipais
 vão acabar 

Cerca de 200 empresas municipais, metade das que existem atualmente, deverão ser extintas até ao final do ano, porque não cabem nos novos critérios para o setor empresarial local ontem aprovados pelo Governo.
 'Aproximadamente metade das empresas não cumprem os critérios agora estabelecidos', destacou, durante a habitual conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, o Secretário de Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa (SEALRA), Paulo Júlio, destacando que, segundo o livro branco que fez um levantamento do setor empresarial local, existem '400 empresas municipais de todos os tipos'.

 As Assembleias Municipais têm seis meses após a promulgação da lei pelo Presidente da República para adotar os critérios ontem aprovados. A proposta de lei do Governo será enviada à Assembleia da República na próxima semana. Com o novo regime jurídico da atividade empresarial local, os municípios têm de ter o aval do Tribunal de Contas (TdC) para a criação de uma nova empresa ou para a fusão de um conjunto de entidades.

 'O município tem de demonstrar a necessidade de existência dessa empresa municipal, demonstrar a necessidade e a procura desse serviço no passado e no futuro e de demonstrar o impacto que terá nas contas do município', explicou Paulo Júlio, destacando que, 'na prática, as empresas municipais passarão a ter um nível de controlo similar ao dos municípios', A legislação pretende 'o reforço da autossustentabilidade das empresas locais, ao reforço do controlo e da transparência'. 


* Se os tachos municipais acabam para onde vão as juventudes matriculadas nos partidos?


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III - GALÁPAGOS
  

2- FORÇAS DA NATUREZA



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O lugar que inspirou a teoria da evolução de Darwin. As ilhas Galapagos são um laboratório vivo, um cinturão geológico que gerou e viu morrer inúmeras espécies de plantas e animais. As ilhas ocidentais ascendem no mar dando mais chances a vida enquanto as ilhas orientais afundam garantindo a morte de vários seres e plantas. Entre os dois existem as ilhas centrais, fertéis e imponentes elas dão abrigo a um sem número de seres vivos. Em nenhum outro lugar na terra encontramos o ciclo da vida e da morte tão aparente quanto aqui. Veja os ciclos se desdobrando perante seu olhos nesta fantástica filmagem feita em alta definição HD pela BBC e o National Geographic Channel. 
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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Secretária de Estado alerta 
para aumento do assédio sexual 

A secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, disse esta sexta-feira que o aumento de casos de assédio sexual no local de trabalho tem de ser estudado e avaliado "por forma a descobrir a verdadeira dimensão do problema". 
 Teresa Morais falava aos jornalistas no final de uma reunião com a vice-presidente da Comissão Europeia, Viviane Reding, para a informar sobre as medidas do Governo tendentes à igualdade entre homens e mulheres. As mulheres são as principais vítimas de assédio sexual e moral e é da área de Lisboa e do Porto que chegam a maioria das queixas, segundo os últimos dados da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT).
 De acordo com a ACT, os casos de assédio moral, sexual e de violação do dever de ocupação efectiva do trabalhador estão a aumentar: desde 2009 registaram-se 299 crimes e só no ano passado as denúncias quase duplicaram (140). Face ao aumento deste fenómeno, a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), a Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho e a Autoridade para as Condições do Trabalho estão a elaborar um manual de boas práticas, que deverá estar pronto até ao final do ano e que será disponibilizado às empresas e instituições, para que seja mais fácil detetar e denunciar situações de assédio. 

A secretária de Estado disse ainda que informou a vice-presidente da Comissão Europeia sobre a resolução, aprovada em Fevereiro pelo Conselho de Ministros, que obriga as empresas do sector empresarial do Estado a aprovarem planos para a igualdade que conduzam a uma maior acesso de mulheres aos conselhos de administração. Teresa Morais acrescentou que os problemas que afectam o emprego de mulheres em Portugal reportam-se à decisão, à diferenciação salarial (em igual função as mulheres recebem menos 12 por cento do que os homens) e o desemprego, que afecta mais mulheres que homens.


 * É uma luta titânica que os mais frágeis têm de vencer sem medo de denunciar.


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AS 100 MELHORES 
CANÇÕES DOS ANOS 80
(PARA A NME)
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Nº 96

ENOLA GAY
O.M.D.







A New Musical Express (também conhecida como NME) é uma revista britânica de música publicada semanalmente desde Março de 1952. Foi o primeiro jornal britânico que incluia o top de singles que apareceu na edição de 14 de Novembro de 1952. A sua popularidade veio a crescer e nos anos 70 tornou-se na revista de música mais vendida do Reino Unido.



HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Rei Juan Carlos é "persona non grata" 
A povoação de Berga, em Barcelona, votou por maioria declarar o monarca espanhol "persona non grata".

A moção foi apresentada pela CUP, partido independentista, e foi aprovada com a abstenção do partido no governo da povoação, a CiU, e o PSC (segunda força política). 

O Partido Popular votou contra. O que se diz no documento é que "Juan Carlos descende diretamente de Felipe de Borbón, responsável pela perda das liberdades nacionais de que os países catalães ainda não recuperaram", cita o jornal espanhol "El Mundo". 

Também é apontado o comportamento pessoal do rei. "Marcado por todo o tipo de escândalos e delitos, que culminaram com o assunto Botswana". Juan Carlos sofreu um acidente durante um safari no Botswana onde estaria a caçar elefantes. Partiu a anca e foi operado num hospital de Madrid. Encontra-se em convalescença. Berga é uma povoação com grande tradição de esquerda republicana na Catalunha. 



* Catalão não é espanhol! 


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AEROPORTOS DO OUTRO MUNDO


Aeroporto de Barra (Escócia)

 LOCALIZAÇÃO A pequena Ilha de Barra faz parte do arquipélago de Outer Hebrides, situado na costa oeste da Escócia. A história da ilha é muito rica, com antigas evidencias de ocupação humana, como o Castelo Kisimul, datado do ano 1.020 DC. 

A região também é rica em belezas naturais como praias e montanhas, mas Barra é conhecida por uma atração muito incomum, o seu aeroporto. Barra Airport (IATA:BRR) (também conhecido como Barra Eoligarry Airport) é um pequeno aeroporto de pista curta situado na baía de Traigh Mhòr, na ponta norte da ilha de Barra, nas Novas Hébridas, Escócia.

 O aeroporto é o único do mundo em que a pista de aterragem   e descolagem é de areia e fica numa praia. Ele é operado pela Highlands and Islands Airports Limited, proprietária da maioria dos aeroportos regionais da Escócia continental e das ilhas ao redor. 

O aeroporto possui uma boa infra-estrutura (melhor que muitos aeroportos do interior de outros países). No local existe um pequeno e acolhedor terminal de passageiros, com um restaurante conhecido por seu saboroso café. Há uma torre de controle com serviço AFIS (118.075 MHz), NDB (BRR - 316KHz) e serviço de combate a incêndio. 

As cartas de aeródromo mostram os dados das três pistas delimitadas na areia: 07/25 (800 metros de comprimento), 11/29 (680 m) e 15/33 (850 m). 

Os limites laterais não são visíveis, mas fisicamente as cabeceiras tem marcações com postes de madeira nas extremidades, além de placas informando a numeração das mesmas. 

Durante a maré alta, as pistas ficam totalmente debaixo d´água. Curiosamente são autorizadas operações noturnas de  emergencia. 
 Para esses procedimentos de pousos e descolagens, veículos são posicionados com faróis acesos para indicar a linha central da pista. Além disto, faixas refletoras são colocadas ao longo da praia. Sem dúvida os pilotos encontram peculiaridades ao operar num local tão incomum. Devido a geografia do local onde está o aeródromo, ventos fortes com correntes descendentes são observados ocasionalmente. 

A variação das marés formam sulcos na areia que podem ficar ocultos por pequenas piscinas, o que esconde um sério risco para as aeronaves quando em alta velocidade. Mais um problema são as pessoas que utilizam a baía na apanha de mariscos. Diante disto, a administração do aeroporto espalhou placas de aviso ao longo da rodovia, além de disponibilizar um mural com os horários dos voos programados. Quando a aeronave está próxima para o pouso, uma luz branca intermitente é accionada no topo da torre de controle, para que as pessoas se afastem da praia. 
A história do Aeroporto de Barra tem início nos anos 30, e desde lá muitos modelos de aeronaves já pousaram nas areias de Traigh Mhor. Clássicos como os de Havilland Dragon Rapide e o Heron, e os menos conhecidos como o Spartan Cruiser III já tocaram seus pneus nas águas rasas da baía transportando pessoas e cargas. O aeroporto é tão incomum que foi motivo de um livro chamado " Times Subject to Tides: The Story of Barra Airport " (Horário sujeito a maré: A história do Aeroporto de Barra, de autoria do escoces Roy Calderwood (1999). 

Barra tem uma licença da Civil Aviation Authority do Reino Unido para operar voos de transporte de passageiros e de treino de pilotos.



 IN:
 - WIKIPEDIA 
- AEROENTUSIASTA.COM 


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HOJE NO
"RECORD"

GP Portugal: 
Miguel Oliveira com segundo melhor tempo
 Nos primeiros treinos livres em Moto3 

O português Miguel Oliveira (Honda) conseguiu esta sexta-feira o segundo melhor tempo nos primeiros treinos livres de Moto3, no Grande Prémio de Portugal, a decorrer no autódromo do Estoril.
 O jovem, de 17 anos, chegou a estar com o melhor tempo na pista, tendo terminado a sessão atrás do espanhol Maverick Vinales (Honda). 
No primeiro treino do dia, daquele que deverá ser o último Grande Prémio de Portugal, Vinales, o segundo classificado no Mundial, fez 01.56,138 minutos, enquanto Miguel Oliveira foi cronometrado com 01.56,514 minutos. O líder do Mundial nesta categoria, o italiano Romano Fenati (Honda) quedou-se pelo 15.º melhor tempo, com 01.59,131 minutos. 

A segunda sessão de treinos livres de Moto 3 está agendada para as 13 e 15 de hoje. O Grande Prémio do Estoril é a terceira prova do calendário mundial. 


* Sucesso é o que lhe desejamos, mas a morte anunciada do Grande Prémio deixa-nos inquietos...


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 DIREITOS HUMANOS


  

Documentário produzido por United for the Human Rights «» www.humanrights.com 


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

UNIÃO DE LEIRIA
Milhões da venda de jogador 
na conta de João Bartolomeu 

Transferência de Carlão para clube japonês rendeu dois milhões de euros mas o dinheiro não entrou em conta bancária da SAD da União de Leiria 
 A PJ está a investigar a venda de Carlão pela SAD da União de Leiria a um clube japonês. Este pagou dois milhões pelo futebolista, mas a verba foi para uma conta do líder da SAD leiriense, João Bartolomeu. O contrato foi assinado entre a SAD (Sociedade Anónima Desportiva) da União Desportiva de Leiria e o Kashima Antlers FC, do Japão, a 28 de dezembro de 2010. As partes acordaram, na sua segunda cláusula do contrato, que o preço a pagar pelo Kashima à União de Leiria era de dois milhões de euros, a transferir para uma conta do banco Millenium ali identificada pelo respetivo IBAN (International Bank Account Number).


 * Foi apenas um lapso, atenção ao que diz o presidente do Sindicato dos Jogadores...

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O SEGUNDO EXACTO EM . . .











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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Jardim empresta 25% do resgate a sociedades públicas falidas

 O presidente do governo regional da Madeira, Alberto João Jardim, autorizou a celebração de contratos de empréstimo com as cinco sociedades de desenvolvimento da região, no total de 259 milhões de euros. Estes organismos já foram considerados falidos pelo Tribunal de Contas (TC) e a sua extinção foi proposta pela Inspecção-Geral de Finanças (IGF).
  Este empréstimo corresponde a mais de um quarto dos 1000 milhões de financiamento previsto para 2012, no âmbito do Programa de Ajustamento Financeiro, concedido pelo Estado para fazer face a urgentes necessidades de tesouraria regional e a encargos assumidos com a banca e fornecedores. Segundo o Público, as resoluções assinadas por Jardim, aprovadas a 13 de Abril, concedem empréstimos no valor de 96,6 milhões de euros à Sociedade Ponta Oeste (SDPO), de 63,4 milhões de euros à Metropolitana de Desenvolvimento (SMD), de 61 milhões de euros à do Porto Santo (SDPS), de 22,8 milhões de euros à Sociedade do Norte (SDNM) e de 15,2 milhões de euros à sociedade gestora Madeira Parques Empresariais (MPE). Para fundamentar as decisões, o Governo Regional socorreu-se de um decreto regional em que qualquer accionista pode fazer empréstimos às sociedades que careçam. 

O secretário regional das Finanças não respondeu ao Público às questões sobre a finalidade dos empréstimos. Segundo aquele diário, estas sociedades foram criadas em 2000 para contornar o endividamento nulo imposto pela lei de Orçamento de Estado às regiões autónomas e municípios do país. As sociedades de desenvolvimento têm capital social exclusivamente público, assumindo a região uma participação maioritária em todas (entre 75,5% e 100%). 

O TC declarou as cinco sociedades “tecnicamente falidas”, sendo que estas foram responsáveis por promover algumas das obras mais polémicas do líder do executivo Regional, em termos de custo/benefício. Em Junho de 2011, apresentaram uma dívida total de 625 milhões de euros, dois quais 537,5 milhões de euros tiveram o aval do Governo regional, num documento divulgado pela IGF. Estas sociedades “não dispõem de uma base empresarial sustentável, tendo servido, pelo menos nos últimos anos, como um instrumento empresarial de desorçamentação regional e para contornar os limites do endividamento impostos ao governo madeirense”, frisa a IGF, que propõe a extinção das sociedades deficitárias.


 * "Milhões à jardineira" o novo prato da gastronomia madeirense 

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