terça-feira, 1 de maio de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA





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Tudo por 


 uma boa causa






 A favor da ASSOCIAÇÃO MARIE CURIE CANCER

400 pessoas foram despir-se às 8h30 da manhã na praia de Rossili.Filmado por Brightworks Media Ltd



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II . O MUNDO 



SEM NINGUÉM


  2 - epidemia


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Os episódios anteriores foram editados nas terças-feira precedentes à mesma hora.

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NATURALMENTE













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HOJE NO
"O JOGO"

Polónia e Ucrânia dão garantias 
de segurança à UEFA 

A UEFA anunciou hoje ter recebido garantias dos governos da Polónia e da Ucrânia, países organizadores do Euro'2012 de futebol, de que estão salvaguardadas as condições de segurança dos participantes e visitantes do torneio. 

O grupo diretivo da prova, do qual fazem parte a UEFA, os governos e as federações anfitriãs, os comités organizadores e as agências nacionais responsáveis pela organização, analisaram hoje, na sede do organismo que gere o futebol europeu, as questões relacionadas com a segurança do Euro2012, nomeadamente na Ucrânia. Em comunicado, a UEFA assinala ainda ter "alertado a delegação da Ucrânia sobre as preocupações que resultam da situação política" naquele país. 

"Ainda que a UEFA, como organização desportiva, nunca interfira nos assuntos políticos", o organismo máximo do futebol europeu solicitou à delegação ucraniana "que transmita estas preocupações às autoridades competentes", segundo a nota oficial. 

Esta mensagem da UEFA surge poucas horas depois de o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, anunciar que não irá à Ucrânia, aquando do arranque do Europeu, em protesto contra a situação que envolve a líder da oposição naquele país, Iulia Timoshenko, que se encontra presa e em greve de fome. 


* Que (De)segurança 

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CONFLITO LABORAL





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JOÃO MARQUES DE ALMEIDA

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 Questões de um eleitor ao PS 

O Partido Socialista, em peso, anda a pedir crescimento económico. Quem não quer crescimento económico? Todos querem. O problema com o PS é que apenas pede crescimento económico. Não explica como fazê-lo. 

Para serem credíveis, os socialistas devem responder a algumas questões. Em primeiro lugar, como justificam o facto da economia portuguesa praticamente não ter crescido durante os últimos doze anos, período em que o PS esteve cerca de nove anos no poder? Onde esteve durante esta década a capacidade socialista de proporcionar crescimento económico aos portugueses? Pela minha parte, desde 2000 que quero crescimento económico. Infelizmente, os governos socialistas não mo deram. 

 Mas o PS está uma década no poder, perde eleições livres e democráticas (vale a pena recordar, especialmente depois das figuras patéticas de alguns no dia 25 de Abril), e depois de dez meses na oposição faz exigências, com uma candura quase virgem, como se nunca tivesse estado no Governo.

 Se olharmos para a sua experiência governativa, percebemos que tentaram conseguir crescimento económico através de duas maneiras: investimento público e endividamento. O PS continua a acreditar que o investimento público é o motor do crescimento económico? Se sim, como conseguiria verbas para estimular a economia sem agravar a dívida do País? Se já abandonou a ideia do crescimento através do investimento público, quais são então as novas políticas socialistas para o crescimento económico? Como eleitor português, não me chega que o PS diga que quer crescimento. Preciso que me explique as suas políticas de crescimento, e que responda a estas questões. 

O acesso a crédito barato, graças ao euro e aos mercados, constituiu o outro instrumento com que os governos socialistas procuraram alcançar crescimento económico. O crédito barato serviu não só para investimentos públicos, como para estimular o consumo interno. Resultado: quase nada de crescimento e aumento das dívidas públicas e privadas, não só para os que estão vivos, como para os que vão nascer. No entanto, neste momento, o crédito barato deixou de ser uma fonte de crescimento económico para Portugal. Conseguirá o PS responder à seguinte questão: como financiar o crescimento económico quando Portugal não tem acesso a crédito barato? 

O PS tem toda a legitimidade para discordar das políticas do Governo e é positivo que o faça para bem da democracia portuguesa. Mas tem a obrigação de reconhecer os seus erros, de não os repetir e de propor alternativas viáveis. Se não o fizer, tornar-se-á simplesmente um partido irresponsável. Uma espécie de "grande Bloco de Esquerda". O que seria muito mau para Portugal. 



Professor Universitário

 IN DIÁRIO ECONÓMICO 
30/04/12

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Portugal está a ganhar 
"massa altamente qualificada" 

Portugal está a ganhar uma "massa altamente qualificada" de cientistas no estrangeiro, que deverá trazer frutos no futuro próximo, afirma Pedro Reis, director de um laboratório no Massachusetts Institute of Technology (MIT), Estados Unidos. 
- Não estou para aturar estes gajos

Criador de um novo grupo de investigação nos Departamentos de Engenharia Civil e Ambiental e Engenharia Mecânica do MIT, na área da nanotecnologia, Reis recebeu recentemente o "prémio de Liderança" dos seus pares portugueses nos Estados Unidos, a sociedade de pós-graduados PAPS. "Há que pensar com visão. A ciência e inovação é feita num meio global e, se não tivermos bem posicionados nesse meio, não saímos da cepa porta", disse à Lusa o cientista português, natural de Viseu e a viver há 16 anos no estrangeiro. 

 Com passagens também por universidades britânicas e francesas, Reis afirma que até há alguns anos Portugal tinha "uma rede de contactos científica internacional muito, muito pequena", em comparação com países como Espanha, Itália ou Grécia, e aqueles que estudavam no estrangeiro normalmente não ficavam. "Havia essa falha. Sem uma rede, torna-se muito mais difícil posicionar Portugal em laboratórios de topo. 

Esta rede pode beneficiar muito a ciência portuguesa", afirma. Até 2011, Reis era o único professor português no MIT, mas agora tem outro compatriota no Departamento de Matemática, além de dezenas de alunos que têm passado pela faculdade ao abrigo do programa de associação com universidades portuguesas. "Temos agora um ambiente de crise, as oportunidades académicas não abundam em Portugal. Mas depois da tempestade vem sempre a bonança, e tendo esta massa altamente qualificada no estrangeiro a poder voltar é sempre uma mais-valia para o país", adianta.

* A massa qualificada portuguesa que trabalha no estrangeiro e é respeitada pelo seu trabalho só se for louca é que quer vir trabalhar par um país onde reina a corrupção e a incompetência. 


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4.Como nasceu o nosso

PLANETA


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"


Banco vendido mas 
nacionalização impugnada 
Está pendente em tribunal administrativo um processo de impugnação da nacionalização do BPN. 

Jorge Miranda aponta falhas à lei que levou à nacionalização do banco. A venda do BPN ao BIC já foi formalizada, o banco com capitais angolanos já começou a apagar o passado e a instalar-se. O Governo suspira de alívio com o negócio. 

Porém, há uma pedra no sapato que pode complicar todo este processo: uma ação de impugnação da nacionalização que corre no tribunal administrativo e fiscal de Lisboa e que, muito provavelmente, só conhecerá uma decisão final no Supremo Tribunal Administrativo ou no Tribunal Constitucional. 

O tribunal de primeira instância já tomou uma primeira decisão, considerando que os autores da ação, o BPN SGPS e a SLN, não podiam impugnar o ato de nacionalização e, ao mesmo tempo, pedir uma indemnização. Ou seja, não se pronunciou sobre a questão de fundo, que voltará a dar entrada. Tendo em conta a lotaria das decisões judiciais, tudo está em aberto e a nacionalização poderá ser considerada nula. 

Além dos argumentos exclusivamente jurídicos (que são muitos) os autores da ação, a Sociedade Lusa de Negócios (SLN) e o BPN SGPS, argumentam que a nacionalização decidida em 2008 pelo Governo de José Sócrates e aprovada, sob a forma de lei, pela Assembleia da República foi uma espécie de bomba atómica, quando o Estado ainda tinha à sua disposição outros instrumentos não tão drásticos como aquele que foi utilizado. "A medida de nacionalização afigura-se manifestamente desproporcionada e excessiva, em face das alternativas que existiam à data, mais adequadas à prossecução do fim em causa", sustentam a SLN e o BPN SGPS. 

E que medidas eram essas: uma intervenção provisória do Estado na gestão do banco, desde que decidida judicialmente, ou uma intervenção do Banco de Portugal ao nível da gestão através das chamadas "providências de saneamento", que podem passar por "aprovação de planos de recuperação e saneamento da instituição em causa à imposição de restrições ao exercício de determinado tipo de atividade", lê-se na petição inicial dos autores da ação administrativa. "Todas as medidas de saneamento legalmente previstas são menos onerosas do que a nacionalização e, consequentemente, implicam menor custo para o Estado e para as instituições de que sejam alvo", acrescentam a SLN e o BPN SGPS.
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Coleção valiosa de Miró 
escondida em armazém

 Obras do pintor espanhol estão à guarda da Culturgest à espera de serem vendidas pelo Estado português. 

 São 85 trabalhos de Joan Miró avaliados entre 80 a cem milhões de euros, "um ativo extravagante" nas palavras de Miguel Cadilhe, propriedade jurídica de três 'offshores' da Galilei, uma empresa do grupo BPN. Em 2011 foi apresentada uma proposta de compra por 55 milhões de euros por uma empresa espanhola. 

* O imbróglio é tão grande, as personalidades envolvidas são tão menores, que o que se pede é dignidade na justiça, será possível???


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AS 100 MELHORES 
CANÇÕES DOS ANOS 80
(PARA A NME)
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Nº 99

STRAIGHT TO HELL

THE CLASH




 






A New Musical Express (também conhecida como NME) é uma revista britânica de música publicada semanalmente desde Março de 1952. Foi o primeiro jornal britânico que incluia o top de singles que apareceu na edição de 14 de Novembro de 1952. A sua popularidade veio a crescer e nos anos 70 tornou-se na revista de música mais vendida do Reino Unido.



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HOJE NO
"RECORD"

Mou é mesmo especial 
Também pode ser campeão em Espanha 

Em abril de 2011, os madridistas invadiram a Cibeles para festejar a conquista da Taça do Rei. Foi o primeiro título de Mourinho pelo Real e o técnico português não escondeu o orgulho por ter ganho as taças de três dos países mais importantes da Europa (Inglaterra, Itália e Espanha) e deixou uma mensagem aos críticos: “Gosto de ser um treinador de títulos!”. 
 Amanhã, em Bilbau, passado pouco mais de um ano, pode ganhar outro: o de campeão espanhol. A vantagem de 7 pontos sobre o Barcelona, a 3 jornadas do final da Liga, já lhe permite encomendar as faixas e mais uma página de ouro na história do futebol. Aos 49 anos, igualará o feito de Ernst Happel e Giovanni Trapattoni, campeões nacionais em quatro países, aos 64 e 69 anos, respetivamente. 
O austríaco venceu em “casa” ao serviço do Tirol Innsbruck, na Holanda (Feyenoord), Bélgica (FC Brugge) e Alemanha (Hamburgo). Já o italiano ganhou o título nacional em Itália (Juventus e Inter), Alemanha (Bayern), Portugal (Benfica) e Áustria (Salzburgo). 

Só o hexacampeão Tomislav Ivic é mais especial: Jugoslávia (Hajduk Split), Holanda (Ajax), Bélgica (Anderlecht), Grécia (Panathinaikos), Portugal (FC Porto) e França (Marselha). 


 * Trabalhador e polémico a selecção nacional espera ansiosamente por ele!!!

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3-CORPOS EM GRANDE




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Estes construtores de físicos demonstram porque têm o culto do corpo. Lamentamos não haver legenda ou locução em português.
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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"


 Restaurante português 
entre os melhores do Mundo 

O chef Dieter Koschina considerou, esta segunda-feira, a entrada do restaurante Vila Joya, em Albufeira, para a lista dos 50 Melhores Restaurantes do Mundo "muito importante para o turismo de Portugal". O anúncio foi feito, esta segunda-feira, em Londres. "Para mim é enorme e um facto muito importante para o turismo de Portugal", disse à agência Lusa, no final da cerimónia onde foi anunciado que o restaurante ficou classificado no 45.º lugar.

 O cozinheiro austríaco, que se instalou em Portugal em 1991, disse estar "muito contente" e surpreendido, porque só tinha recebido um convite para estar presente na cerimónia, mas sem saber a razão. Koschina enfatizou que "um facto muito importante é que o Algarve precisa de um turismo com qualidade e restaurantes com qualidade trazem mais turismo". 

O restaurante, situado no Algarve, subiu 35 lugares desde a classificação feita no ano passado, consolidando assim a reputação de melhor restaurante e também o primeiro português a entrar para esta lista. O Vila Joya é o único restaurante português ao qual o Guia Michelin atribuiu duas estrelas desde 2011 e foi também dos poucos a merecer a melhor classificação na primeira edição do "Guia Galp - Os Melhores Restaurantes e Vinhos de Portugal" de 2012. 
 Os primeiros três lugares da lista dos 50 Melhores Restaurantes do Mundo mantiveram-se desde o ano passado, liderados pelo dinamarquês Noma, eleito o primeiro pela terceira vez consecutiva, seguidos por dois espanhóis, "El Celler de Can Roca" e "Mugaritz". Destaque para o brasileiro "D.O.M", de São Paulo, que que estreou na lista em 2006 e foi subindo progressivamente até destronar outros conhecidos restaurantes de topo, o italiano "Osteria Francescana" e o londrino "The Fat Duck", para ocupar o quarto lugar. A Lista é o resultado de uma votação de uma Academia dos 50 Melhores Restaurantes do Mundo composta por mais de 800 profissionais internacionais da indústria da restauração, dividida em 27 regiões mundiais, cada uma destas possuindo um painel de 31 membros, incluindo um presidente. 
Os painéis são compostos por críticos de comida, escritores, chefes e gastrónomos, que elaboram uma lista dos melhores restaurantes experimentados, devendo cada membro indicar três restaurantes preferidos situados fora da respetiva região. A lista e os prémios foram criados em 2002 e 2003, respetivamente, e são organizados e produzidos pela revista Restaurant e patrocinados pela S.Pellegrino e Acqua Panna. 


* Um justo prémio pelo que é frequente dizer-se do restaurante, ainda não perdemos a esperança de lá ir dar ao dente.


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ÉVORA  À  NOITE












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HOJE NO
"i"

Há “incapacidade” por parte 
do governo para cumprir Acordo
 Das 62 medidas de emprego propostas no Acordo, apenas 5 estão concluídas. Calendário apresentado pelo governo “não tem sentido” para a UGT 

O governo já apresentou aos parceiros sociais o progresso da execução das medidas do Acordo de Concertação Social que tinha sido exigido pela UGT como condição para se manter no acordo de concertação. Mas a insatisfação mantém-se. Para João Proença é notória a “incapacidade de cumprimento por parte do governo”. Por executar estão as medidas do Acordo de Concertação Social que dizem respeito ao emprego e às políticas de crescimento. Das 62 medidas relativas ao emprego e formação profissional acordadas, 5 estão concluídas, 8 estão por iniciar e 49 estão em curso, de acordo com o documento enviado pelo governo aos parceiros a que o i teve acesso. As medidas de alteração do Código do Trabalho, a reprogramação do QREN, a modificação do código de insolvências e a reforma da justiça tributária já estão concluídas. 

Ponto comum nestas medidas é o corte na despesa e a agilização dos processos judiciais com vista à obtenção de receita. Quase todas as medidas respeitantes à lei laboral já estão em curso e incorporam a Proposta de Lei n.º 46/XII que procede à alteração do Código do Trabalho, que entre outros pontos reduz as indemnizações, corta feriados e diminui o custo das horas extraordinárias. Como fechada está também a extinção de tarifas reguladas de venda de electricidade e gás natural. Porém, no ponto de situação do governo pode ler-se que esta medida está ser desenvolvida consoante a “definição do Roadmap que promove a liberalização dos mercados da electricidade e do gás natural” que ainda não está determinado. Ao i, João Proença disse que “é um calendário sem sentido”. 

O secretário geral da UGT relembra que “apenas a medida estímulo 2012 foi implementada e há 1084 portugueses a usufruir dela, não é suficiente”. ”O essencial é revitalizar os centro de emprego” afirma Proença, explicando que para reanimar o Instituto do Emprego e Formação Profissional(IEFP) não são necessários meios financeiros. A única justificação para este atraso do ponto de vista da UGT é uma “incapacidade” que o “mapa de execução não esclarece. O sindicalista recorda ainda a rápida execução de outras medidas que visam a “penalização do mercado laboral”. Na Confederação Empresarial de Portugal(CIP), o calendário de cumprimento do governo está a ser avaliado. António Saraiva, presidente da CIP disse ao i, “estamos a analisar a execução do governo e a comparar com nossas metas que já tínhamos anteriormente transmitido ao ministério”. 

Há no entanto registar, de acordo com António Saraiva, “a percepção de que algumas medidas registam atraso, o que não pode acontecer numa situação de emergência como a que que vivemos”. O difícil acesso ao crédito, a perda de competitividade, o aumento de impostos e do preço dos combustiveis agrava a situação das empresas e preocupa a CIP. O presidente desta Confederação está também preocupado com o desemprego e como este pode vir a aumentar com o “desaparecimento de empresas”. As conversações com os parceiros seguem amanhã, em sede de Concertação Social. 


* O que se pode esperar de um governo sem capacidades??? 


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DOURO  OUTONAL












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HOJE NO
"A BOLA"


 «Estávamos cansados das promessas do presidente» - Bruno Moraes 

A polémica em torno do UD Leiria já chegou ao Brasil. Bruno Moraes, um dos jogadores que rescindiu contrato, contou a sua versão da história ao site «globoesporte». «Já vínhamos com muitos problemas e estávamos a tentar resolver, mas não houve solução. 

Os jogadores procuraram o sindicato e decidimos rescindir o contrato. Estamos desde dezembro a tentar resolver o problema. Estamos cansados de ouvir as promessas do presidente», afirmou o avançado ao site brasileiro.

 O jogador diz que há algo de «esquisito» com o clube leiriense: «A crise afeta quase todos os clubes aqui em Portugal, mas há algo esquisito no Leiria. O clube não tem património registado no seu nome, nem estádio, nem nada. Há pessoas que dizem que até o autocarro é penhorado». 


Na entrevista ao globoesporte, Bruno Moraes revela que há jogadores do UD Leiria a pedir dinheiro emprestado para comer e para os transportes. 


* Realmente é tudo muito esquisito, até o presidente tem lata para dizer  que um jogador roubou dinheiro e no dia seguinte a SAD do clube vem  dizer que foi um mal entendido. Quem põe fim a esta bandalheira?
Sobre o dinheiro em "off-shore" denunciado pelo Sindicato dos Jogadores o desmentido do clube não convenceu! 


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15 - SISTEMA NERVOSO


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ONTEM NO
"PÚBLICO"

Cerca de 202 milhões de pessoas
 sem emprego este ano
Cerca de 202 milhões de pessoas vão estar desempregadas este ano em todo o mundo, mais seis milhões do que em 2011, indica um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado ontem em Genebra.

As políticas de austeridade em vários países estão a ensombrar as perspectivas de emprego e são “contraproducentes” para o crescimento económico, afirmou o director do instituto internacional de estudos sociais da OIT, Raymond Torres, numa conferência de imprensa no domingo. De acordo com os dados da organização, em 2011 foram contabilizados em todo o mundo 196 milhões de desempregados e a perspectiva para este ano é de 202 milhões e em 2013 de 207 milhões. 

 No caso português, o relatório sublinha que, à semelhança do que também acontecia em países como a Suécia e o Reino Unido, o desemprego jovem estava a subir já antes da crise, "mas o abrandamento da actividade [económica] piorou ainda mais as oportunidades de emprego para as pessoas mais novas". A contribuir para o problema do desemprego em Portugal, o documento aponta medidas as medidas de austeridade, entre as quais a redução de contratações e dos salários no sector público, o aumento do IVA e dos impostos sobre os rendimentos mais elevados, o congelamento de pensões e a remodelação do sistema de subsídio de desemprego.

 Para a OIT, a criação de 50 milhões de postos de trabalho em todo o mundo seria insuficiente para regressar à situação laboral registada antes da crise de 2008. Além disso, é pouco provável que a economia mundial cresça o suficiente nos próximos dois anos para dar resposta aos cerca de 80 milhões de pessoas que, no mesmo período, chegarão ao mercado de trabalho, alerta. EUA e Japão “em ponto morto” Se a situação na Europa é preocupante, não o é menos no Japão e nos Estados Unidos, onde o mercado de trabalho está “em ponto morto”, descreveu a Organização Internacional do Trabalho. A falta de condições para aceder ao crédito, especialmente para as pequenas e médias empresas, e as medidas de austeridade postas em prática para “acalmar os mercados financeiros” são algumas das causas do agravamento da situação do mercado de trabalho. 

 O relatório da organização alerta ainda para as baixas perspectivas de emprego que poderão ainda traduzir-se num aumento do risco de convulsões sociais na Europa, Médio-Oriente, Norte de África e região subsaariana. Sobre as políticas contraproducentes que afectaram os índices de desemprego, a organização deu como exemplo Espanha, que conseguiu reduzir o défice de 9% do produto interno bruto (PIB) em 2010 para 8,5% em 2011: “Uma pequena descida com um programa de austeridade drástico.” A organização recomenda à União Europeia que leve o Banco Central Europeu a reconsiderar a sua estratégia e facilite a concessão de crédito para impulsionar o crescimento. 


* E os ricos cada vez mais ricos...até quando???


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BOM ALMOÇO






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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

 Crescimento previsto da economia
 2,5% em 2016 

O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, afirmou ontem que a economia portuguesa deverá registar um crescimento na ordem dos 2,5 por cento em 2016, ano em que o défice orçamental deverá ser de 0,5 por cento. 

Após a reunião do Conselho de Ministros, que aprovou o Documento de Estratégia Orçamental (DEO) para 2013-2016, Vítor Gaspar revelou que 'o saldo do défice estrutural para 2015-2016 será de 0,5 por cento do Produto Interno Bruto, valor que corresponderá a 1 por cento (2015) e a 0,5 por cento em 2016, em termos de saldo das administrações públicas'.
Já o crescimento da economia será da ordem dos 2,5 por cento em 2016, segundo o governante. 'Entre 2014 e 2016 a nossa economia estará a crescer significativamente mais do que a nossa estimativa de produto potencial e em 2016 teremos um número da ordem dos 2,5 por cento', disse Vítor Gaspar. 

Relativamente ao DEO, Gaspar referiu que o documento 'inclui um cenário macro de médio prazo que cobre os anos até 2016', Mencionou que 2013 será 'o ano do início da recuperação económica e prevê-se que em 2016 esteja eliminado o hiato do produto', Gaspar continua a acreditar no regresso aos mercados no próximo ano. 


* Tudo indica que esta afirmação não seja verdade, mas saberemos dar a mão à palmatória se fôr caso disso. 


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