segunda-feira, 30 de abril de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DE DIA


- Pai, quem são aquelas senhoras? 
O pai meio embaraçado, responde: 
 - Não interessa filho.... Olha antes para esta loja... Já viste os portáteis que ali estão? 
 - Sim, sim, já vi. Mas... quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas? 
 - São... são... São senhoras que vendem na rua. 
 - Ah, sim?! Mas vendem o quê? 
- Pergunta admirado o garoto. 
- Vendem... vendem... Sei lá... Vendem um pouco de prazer. 
 O garoto começa a reflectir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em casa, abre o mealheiro com a intenção de ir comprar prazer àquelas senhoras. 
 Estava com sorte! Podia comprar 50 euros de prazer! 
 No dia seguinte, abeira-se de uma prostituta e pergunta-lhe: 
 - Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 euros de prazer, por favor? 
 A mulher fica admirada, e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida está difícil, aceita.
 Porém, como não poderia agir de forma normal com o garotinho, leva-o para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem gostosas, de morango e chocolate. 

 Já era tarde quando o rapaz chega a casa. 
 O pai, preocupado pela demora do filho, perguntou-lhe onde tinha estado e o garoto respondeu-lhe: 
 - Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de prazer! 
 O pai fica amarelo:
 - E... e então... como é que se passou?

- Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar para dentro com o dedo, mas consegui comê-la mesmo assim. Ao final, estava todo lambuzado, pinguei o chão, e a senhora convidou-me a para voltar amanhã, mas para ser sincero, só tive prazer nas três primeiras; só comi as outras para mostrar que sou homem!... Posso ir amanhã, novamente, pai? 

 O pai desmaiou !!!
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BOA INSÓNIA






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Serviços de Carpintaria, Estofamento e Restauro
 Além de vos poder ser útil 
estão também a ajudar pessoas com deficiência

ELO SOCIAL -  Av. Dr. Alfredo Bensaúde nº 1
1800-423 Lisboa   (junto ao Ralis)
 Telf.  218540360  Fax. 218540361
 2ª a 6ª feira   -   9.00/13.00           14.00/17.00

A Associação ELO SOCIAL presta diversos serviços, através do Emprego Protegido, a custos reduzidos e de qualidade garantida.

Entre eles, têm as Secções de 
Carpintaria, Estofamento e Restauro.

Sofás e cadeiras que necessitem de ser estofados e consertados podem entregar-lhes esse trabalho com a certeza de que vos irá surpreender quanto à qualidade e preço. Neste momento, por falta de adequada divulgação estão quase sem trabalho - daí estarem a fazer  uma promoção na redução do seu preço de tabela até 30%!
Para aqueles que residam na área de Lisboa, eles vão a casa gratuitamente buscar e entregar, como apresentam orçamento para a reparação.
Trabalham igualmente para empresas.
Pedimos-vos caros visitadores que divulguem também esta mensagem junto dos vossos amigos e conhecidos.

Obrigado!
 

ALMORÓIDA CARIDOSASINHA

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Pingo Doce prepara desconto ‘especial’ para o dia 1 de Maio

 A cadeia de supermercados não revela detalhes sobre a iniciativa que pode valer descontos de 50% nas compras.

 O grupo Jerónimo Martins (JM) está a preparar para amanhã, dia 1 de Maio, uma campanha para as lojas Pingo Doce. O Diário Económico sabe que os supermercados do grupo liderado por Pedro Soares dos Santos planeiam propor aos clientes que, em compras a partir de cem euros, tenham desconto de 50% sobre o valor total dessa compra. Fonte oficial da retalhista não quis "confirmar ou desmentir esta informação". A mesma fonte adiantou apenas que, "quem for às lojas, vai encontrar uma proposta diferente". E, acrescentou, "o 1 de Maio vai ser um dia especial nas lojas Pingo Doce". Sobre os pormenores da campanha, a mesma responsável afirmou que, por razões de estratégia comercial e concorrência, "não vamos detalhar o que será essa proposta". 

A campanha surge um dia depois de a marca ter colocado durante o fim-de-semana outro panfleto promocional, com oferta de "preços imbatíveis" para algumas categorias de produtos - alimentares, higiene, entre outros -, permitindo assim uma poupança imediata entre 16% e 50%. Conquistar clientes pelo preço O Pingo Doce tem apostado em várias iniciativas promocionais que, ao contrário de outras marcas rivais como o Continente, não tem passado pela acumulação de descontos em cartões ou talões. 

Uma dessas campanhas é o ‘Cabaz Família', que já abrangeu vários bens em que a empresa garante apresentar uma estratégia de "preço baixo", tanto para produtos de marca própria como de fabricante.

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
30/04/12

NR: No dia 1º de Maio fazer uma promoção destas, porque não fazer a 13 de Maio, podia parecer milagre, a administração do grupo  Jerónimo Martins está a virar povo precáriamente consumidor  contra povo trabalhador que também gostaria de gozar o feriado, é uma manobra discricionária reveladora de quem verdadeiramente  manda no país, o dinheiro!


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CONVERSA ACABADA

de João César Monteiro
com

ALEXANDRA LENCASTRE




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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Identificados 121 
lares de idosos clandestinos

 O secretário de Estado da Solidariedade e Segurança Social, Marco António Costa, disse hoje que no primeiro trimestre deste ano foram identificados 121 casos de lares de idosos clandestinos. Em declarações à Lusa, Marco António Costa confirmou que até final de março de 2012, o Estado já tinha identificado "121 lares de idosos clandestinos" no país, mas escusou-se a adiantar os locais onde se encontram e quais foram as irregularidades identificadas. 

 "No primeiro trimestre deste ano já fizemos 121 inspeções e somos implacáveis na forma como atuamos relativamente a esses equipamentos clandestinos", declarou o secretário de Estado da Solidariedade e Segurança Social, referindo ainda que no ano passado se "bateu o número recorde de encerramento de lares ilegais". 
"À margem da apresentação de um estudo sobre "As Instituições Particulares de Solidariedade Social num contexto de crise", que decorreu na Universidade Católica do Porto, Marco António quis sublinhar que a atuação do Governo sobre lares de idosos clandestinos em Portugal é sistémica. "É uma atuação permanente e é uma atuação implacável com situações de ilegalidade, principalmente quando essa ilegalidade, mais do que ao nível administrativo, se relaciona com casos em que há a necessidade de encerramento compulsivo e imediato das instituições", disse. Marco António Costa declarou ainda que nos últimos anos tem havido da parte do Instituto de Segurança Social uma ação inspetiva relativamente aos lares de idosos que são ilegais, mas sublinhou que há uma grande graduação na ilegalidade.

 "Pode ir da falta de um licenciamento específico a uma situação de clandestinidade total", pelo que o que a Segurança Social faz é, todos os anos, ter um plano de fiscalização deste setor e esse plano assenta em dois vetores: fiscalização reativa sempre que nos chegam denúncias e fiscalização proactiva através de indícios" comunicadas por autoridades públicas. 



* VELHOS » Um grande negócio!

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14 -  HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

9.1-Rumo ao Infinito e Mais Além



  

A História da Matemática, em que Marcus du Sautoy, doutor em Matemática pela Universidade de Oxford, nos leva em uma viagem pela história dessa disciplina fundamental. Sem a Matemática teria sido inviável o desenvolvimento da física, química ou astronomia. Basicamente todos os campos do conhecimento dependem de estatísticas, geometria ou cálculo, por mais básicos que sejam. Marcus nos mostra como a Matemática fez parte do princípio da intelectualidade nas antigas civilizações.


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ALMORRÓIDA FRAUDULÁRIA



Miguel Cadilhe vê no BPN a maior fraude na banca portuguesa 

 O Estado terá assumido 80 milhões de ativos tóxicos do BPN relativos a dívidas de Duarte Lima, Arlindo Carvalho, antigo ministro da Saúde e José Neto, antigo secretário de Estado, aponta o Correio da Manhã. 
O Banco Português de Negócios faz este domingo a manchete das edições de dois jornais, com o Diário de Notícias a entrevistar Miguel Cadilhe sobre o mesmo dossier. “A maior fraude na banca portuguesa”, diz o antigo ministro das Finanças. 

O Correio da Manhã conta na edição de hoje que os créditos foram colocados numa sociedade do Estado antes da venda ao banco BIC, por ter sido considerado que os 80 milhões de euros eram de difícil recuperação. 

Cabe agora à sociedade Parvalorem recuperar as dívidas. O grupo Pousa Flores, de Arlindo Carvalho e José Neto, tinha créditos no valor de 74 milhões de euros no BPN e Duarte Lima devia quase 6 milhões de euros quando foi detido em Novembro do ano passado. 

Cadilhe fala em fraude gigantesca 

Miguel Cadilhe sustenta na entrevista concedida ao Diário de Notícias que o que se passou no BPN "é a maior, a mais continuada e a mais ostensiva fraude na banca portuguesa". 
 O antigo ministro, que durante cinco meses presidiu ao banco, afirma que a opção de Sócrates pela nacionalização foi apenas política. Cadilhe deixa ainda críticas a Vítor Constâncio, afirmando que o papel do ex-governador do Banco de Portugal foi uma lástima. Constâncio, afirma, foi sempre um entrave para uma solução. Para Cadilhe, o caso só chegou onde chegou porque "externamente o Banco de Portugal falhou ano após ano" e porque uma manta de silêncio cobria de um lado pessoas como Oliveira e Costa ou Dias Loureiro e do outro as hostes de Vítor Constâncio. 

Constâncio foi "uma lástima, um permanente entrave com aquele estilo dubitativo que se lhe conhece" Diz que dele esperava um papel sincero e de apoio, mas que, ao contrário, Constâncio regateou a liquidez, impôs um mecanismo gota a gota, mesquinho e aflitivo e asfixiou o BPN: “alegou a emergente crise internacional e tirou-nos o tapete". 



Opções do BPN foram políticas

 Três anos depois insiste que a salvação do BPN passava por uma solução mista com capitais públicos e privados, opção rejeitada pelo Governo Sócrates, que não concedeu apoio de liquidez e optou por uma solução mais onerosa. Tomando uma decisão que, diz Cadilhe, foi só política e nunca económica. E Cadilhe questiona: "Teixeira dos Santos e Sócrates escolheram politicamente contra nós. Porquê? Por que não impediram certas entidades públicas de retirar grandes depósitos do BPN privado? Por que declararam que a nacionalização era grátis para os contribuintes?”.


IN "RTP on line"
29/04/12

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HOJE NO
"RECORD"

Yahima Ramirez garante 
apuramento para Londres'2012 

Portugal estará representado nos Jogos Olímpicos Londres'2012 por quatro judocas, depois de Yahima Ramirez (-78kg) se ter juntado aos já apurados Telma Monteiro (-57Kg), Joana Ramos (-52kg) e João Pina (-73kg). 
A atleta de origem cubana, que foi sétima nos campeonatos europeus disputados no fim de semana, garantiu presença em Londres através da quota continental da União Europeia de Judo (UEJ), cujo ranking foi esta segunda-feira conhecido. 

Além dos atletas que se apuram diretamente em cada categoria, a Europa dispõe de um total de mais 25 vagas para o torneio olímpico, que são atribuídas aos mais bem classificados de todas as categorias e géneros ainda não apurados. 

Nos Jogos Olímpicos Londres'2012, que decorrem entre 27 de julho e 12 de agosto, Portugal vai ter menos um judoca do que em Pequim'2008, onde estiveram Pedro Dias, João Pina, João Neto, Telma Monteiro e Ana Hormigo. 

Yahima Ramirez, de 32 anos, vai estrear-se em competições olímpicas, numa equipa onde Telma Monteiro, atual campeã da Europa e três vezes vice-campeã do Mundo, é o nome mais sonante. Com o encerramento do apuramento do judo, aumenta para 63 o número de atletas portugueses qualificados para Londres'2012. 


 * Desejamos-lhe sucesso! 


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 HISTÓRIA DA LUA

 4,5 mil milhões de anos a andar por aí

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VÍDEO NASA


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Scanner para smartphone
 com visão raio-x 

Uma aplicação que transformará os smartphones em aparelhos capazes de "ver" através de muros, madeira, plástico, papel e pele está a ser desenvolvida por investigadores da Universidade de Texas, Dallas. A visão através de determinados tipos de material já é possível com a utilização de scanners digitais chamados de "terahertz scanners". O "terahertz" é uma banda no espetro eletromagnético que fica entre as microondas e os infravermelhos, e é capaz de atravessar determinados tipos de material. Atualmente, todos estes digitalizadores são ou muito grandes ou muito caros. A segurança nos aeroportos, por exemplo, é feita com estes aparelhos. As câmaras de "terahertz" permitem, neste caso, ver dentro das malas ou debaixo da roupa para detetar objetos perigosos, por exemplo. Uma equipa de cientistas da Universidade de Texas, em Dallas, está agora a desenvolver um modo de usufruir das potencialidades da banda de "terahertz" do espetro eletromagnético, num micro chip, o Complementary Metal-Oxide Semiconductor (CMOS). Uma vez que as potencialidades do CMOS podem pôr em causa questões de privacidade, os investigadores centraram a funcionalidade do aparelho num raio de menos de 10 centímetros. O objetivo da pesquisa é criar uma aplicação que possa detetar falsificações de documentos e notas ou diagnosticar rapidamente problemas de saúde, como cancros. No caso da saúde, os CMOS de "terahertz" funcionariam tão bem quanto os exames através de raios x, mas de uma forma mais segura, não destrutiva e não invasiva. Além das câmaras de "terahertz", a nova tecnologia permitirá tornar os scanners médicos mais seguros e baratos, reduzir os custos de sistemas de segurança e desenvolver aplicações de aparelhos móveis de comunicação. 




 * Nem toda a aplicação em suportes é justificável, mesmo que oriunda de investigação séria! A privacidade não pode estar sujeita a estes aparelhos.

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CATALINA PESTANA




A barbárie
   também fala português 

As ex-colónias portuguesas tiveram dois grandes líderes mundiais na época das autonomias: Agostinho Neto e Amílcar Cabral. 

Não conheci pessoalmente nenhum deles, mas privei com alguém que teve o privilégio de ter nascido guineense, e de o ter tido por chefe. O Djaló era alto, muito negro, bonito e com voz doce. Cara de bom gigante. Quando era adolescente, quase menino, procurou na mata o chefe para se alistar como voluntário na guerrilha. Amílcar Cabral respondeu-lhe: «Esta não é uma guerra qualquer, é uma guerra de libertação. Assim que termine, a Guiné-Bissau vai ser um país, ter paz e lutar pelo seu desenvolvimento. Vai precisar de quadros civis para gerir esse país pelo qual lutamos, e esse será o teu papel e dos teus camaradas. Lutar, para vocês neste tempo que vivemos, é ir para países amigos e prepararem-se para, quando tomarmos o poder, construirmos um país de paz e direitos iguais para todos». Djaló viveu em nossa casa seis meses, depois do reconhecimento da independência do seu país. Aprendia ao tempo no CIDAC (Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral).

 Quando ele e os seus companheiros regressaram à Guiné, ainda fomos lá fazer formação de adultos nas férias da Páscoa. Foi lá que conheci o Paulo Freire, num fim de tarde comprido, na varanda-quintal de outra militante brasileira do desenvolvimento dos povos que, ao tempo, alguns diziam ser o novo nome da paz. Por estas e por muitas outras vivências eu gosto muito da Guiné-Bissau. 

 Por estas e por outras coisas, sinto-me traída pelos vários bandos armados que usam fardas e estrelas mas que não são soldados – são apenas criminosos de delito comum. Hoje, manhã cedo ainda, as televisões transmitiam o apelo de uma mulher que apelava aos responsáveis pelo golpe de Estado para deixarem passar os médicos e enfermeiros que se dirigiam a um hospital com muitos feridos sem electricidade sem água e sem alimentos. Jovens guineenses organizaram-se para partilhar e transportar a pouca comida disponível na cidade até ao hospital. Dirão alguns peritos em diplomacia que o respeito pela autonomia das nações não deve ser objecto de ingerências externas. Mas isso só é verdade no caso de Governos legítimos. Amílcar Cabral foi assassinado pelo então inimigo colonialista.

 Muitos dos seus camaradas traíram o sonho de um povo, usando o seu nome. Alguns dos que lutaram do seu lado ainda estão vivos. Sem ter mandato de ninguém, deixo algumas perguntas: 
 – Como irão os representantes da CPLP, sentar-se a uma mesa, a discutir política, economia ou cultura, com bárbaros fardados?
 – Como irão os militares dos exércitos legítimos destes países relacionar-se com seres que usam as mesmas armas e as mesmas fardas mas não sabem que existe a Convenção de Genebra?
 – Como podemos deixar que a barbárie se exprima em português, e não nos oponhamos de todas as formas legítimas a que tal continue a acontecer?



 IN "SOL" 
 23/04/12 

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Ikea utilizou trabalho forçado
 de prisioneiros políticos da 
Alemanha Oriental 

A multinacional sueca do mobiliário Ikea utilizou prisioneiros políticos da antiga Alemanha Oriental como trabalhadores forçados nas décadas de 1970 e 1980, de acordo com um programa de investigação da cadeia pública de televisão sueca. 
A CADEIA DA STASI

A reportagem do programa Uppdrag Granskning descobriu documentos que provam a utilização, por parte da empresa sueca, de trabalho forçado de prisioneiros de consciência, segundo os anúncios do programa, que tem emissão prevista para quinta-feira no canal de televisão SVT. 

Os jornalistas do programa descobriram os documentos nos arquivos da Stasi, a polícia secreta da antiga Alemanha de leste, ainda de acordo com os anúncios. A SVT não adiantou mais pormenores sobre as acusações. À agência noticiosa sueca TT, a Ikea disse já que está a investigar o assunto. "Já requisitámos documentos dos arquivos da antiga Stasi e estamos a entrevistar pessoas que já trabalhavam então na Ikea", afirmou à agência noticiosa Jeanette Skjelmose, gestora de assuntos sociais e ambientais do grupo. "Até agora, não há indicações de que tenhamos pedido que fossem usados prisioneiros no processo de fabrico, ou que tenhamos conhecimento disso. 

O que estamos agora a investigar é isso aconteceu de qualquer das formas, sem o nosso conhecimento", acrescentou. O grupo Ikea, que não está cotado na bolsa, é o maior vendedor mundial de mobiliário, com vendas de 25 mil milhões de euros em 2011 e 131 mil colaboradores, no finai do seu mais recente ano fiscal, que terminou em Agosto de 2011. 


 * Os suecos são assim, não têm medo de investigar ou denunciar!!! Um exemplo. 


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D – CONSTRUÍNDO

UM IMPÉRIO

5.OS PERSAS



video


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  ONTEM NO
"DESTAK"

 Procura de escritórios e lojas 
diminuiu 50% num ano 

A procura de espaços para pequenos negócios desceu 50% desde maio de 2011, apontou à Lusa o presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP).
Luís Lima afirmou que a crise no mercado imobiliário afeta sobretudo escritórios e lojas, enquanto no caso do arrendamento de casas para habitação há maior procura do que oferta "devido às dificuldades de acesso ao crédito" para comprar. 

 "A procura de lojas e escritórios no último ano, desde maio, diminuiu 50% mesmo em Lisboa e no Porto", disse.


 * Como é que querem arrendar se fecham mais de 20 pequenas empresas por dia em Portugal???
 TÁ TUDO P'RÁLUGAR


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AS 100 MELHORES 
CANÇÕES DOS ANOS 80
(PARA A NME)
 .
Nº 100 

GRACELAND

PAUL SIMON






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A New Musical Express (também conhecida como NME) é uma revista britânica de música publicada semanalmente desde Março de 1952. Foi o primeiro jornal britânico que incluia o top de singles que apareceu na edição de 14 de Novembro de 1952. A sua popularidade veio a crescer e nos anos 70 tornou-se na revista de música mais vendida do Reino Unido.


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HOJE NO

"i"


Imobiliário
 Vender casas através de rifas ganha novos adeptos em todo o país 
A necessidade aguça o engenho 
e o preço oscila entre os cinco e os 100 euros.
 Mas concursos não são autorizados 

 Com o desemprego a subir, os rendimentos mensais mais baixos e o custo de vida a aumentar, há cada vez mais pessoas que deixam de conseguir pagar as prestações da casa aos bancos. Mas a necessidade aguça o engenho. Primeiro no continente, mais recentemente no arquipélago dos Açores, são cada vez mais os portugueses a recorrerem às rifas para não perderem tudo.

 A razão é simples. Existem hoje milhares de imóveis no mercado e o preço que os compradores estão dispostos a dar é muito inferior aos empréstimos contraídos no tempo das vacas gordas. 

 Ou seja, as avaliações feitas há uns anos, que deram origem aos créditos à habitação, superam, em muito, o valor actual destes bens. Com uma agravante: há milhares de casas novas a estrear que também não se vendem, dificultando o mercado em segunda mão. 

Até agora, estes concursos têm quase todos passado à margem da lei, uma vez que não existem pedidos nesse sentido junto do Ministério da Administração Interna, o organismo estatal que autoriza sorteios deste tipo. 

Mas os anúncios destas rifas estão a invadir os sites de vendas online. E há para todos os gostos. Desde rifas a cinco euros, 20 ou mesmo 100. E a localização abrange praticamente todo o território, incluindo as regiões autónomas.

 É o caso de um apartamento T0, em Monte Gordo, no Algarve, a 50 metros da praia a “rifar por 10 euros”. Cada rifa tem um número de lotaria. Segundo o anunciante, só depois de conseguir vender todas as rifas, terá lugar o sorteio.

 Na esmagadora maioria dos casos, quem recorre a este meio para vender imóveis não se identifica, deixando apenas um contacto de e-mail. Outro anónimo, desta vez na Covilhã, explica a razão que o leva a desfazer-se de um apartamento T3. “Devido à situação financeira em que me encontro, sou obrigado a rifar o meu apartamento na Covilhã, visto que não tenho condições de pagar as prestações e que não o consigo vender”.

 Há casos que os anúncios são bilíngues, em português e inglês. É o exemplo de um T2 em Mafra, descrito como “excelente apartamento, em zona muito calma, próximo da estação e do acesso à auto-estrada, em condomínio fechado”. Por 25 euros, é possível entrar na corrida por esta casa, “ideal para quem tem crianças e gosta de privacidade e segurança, jardim, garagem, parque infantil e a 12 km de Lisboa”. Na Moita, em Setúbal, um outro anúncio denota verdadeiro desespero. O anónimo começa por dizer que “o assunto é muito sério e devido à falta de trabalho”, não consegue pagar a casa nem vendê-la e por isso decidiu vendê-la pela “módica quantia de 5 euros a rifa”. Esclarece ainda que estas serão sorteadas “assim que atingir o número necessário para pagar a dívida”. Em todos os casos investigados pelo i, para participar no sorteio é necessário enviar nome, morada e um contacto telefónico. A rifa é enviada através dos CTT e o pagamento feito no acto de entrega. 

Em Fevereiro, João Fontinha tentou legalizar a venda de rifas. Desempregado e com dificuldades em pagar uma prestação mensal de 400 euros ao banco, decidiu leiloar uma moradia nas Furnas, em S. Miguel, Açores, num sorteio insólito, com 20 mil rifas, e legalmente. Caso não consiga vender pessoalmente ou nas redes sociais o número suficiente de rifas para cobrir o que deve ao banco, João garantiu que devolve o dinheiro a todos os apostadores. 


 * Já tentámos rifar este governo mas não vendemos uma única rifa! 

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Vinho 


é cultura


CULTURA É LIBERDADE





REGIÃO TEJO

INTRODUÇÃO
De acordo com as pretensões dos Produtores da Região, e com a publicação da Portaria nº 445/2009, de 27 de Abril, foi reconhecida a Indicação Geográfica Tejo para a produção de vinhos brancos, tintos e vinhos frisantes. Com esta nova Indicação Geográfica pretende-se dar uma nova visibilidade e uma nova dinâmica aos vinhos produzidos na Região, que com o contínuo acréscimo qualitativo têm vindo a ser reconhecidos nacional e internacionalmente.

Situada no Centro de Portugal, a região possui inegáveis condições naturais para o desenvolvimento das actividades agrícolas, florestais e pecuárias. A história da viticultura do Tejo perde-se nos tempos, mas o apogeu do comércio destes vinhos foi sobretudo no século XIII, no fim da sua primeira metade, que só para Inglaterra, chegou a atingir a cifra de quase 30.000 pipas.

A vinha teve ainda um papel preponderante na colonização da Região. Entre 1900 e 1960, a população do continente aumentou cerca de 61% tendo tido na Região, sensivelmente a mesma evolução. O principal acidente orográfico é a Serra de Aires e Candeeiros, delimitando o que podemos chamar de Médio Tejo e Lezíria do Tejo e em termos hidrográficos o Rio Tejo; o clima desta região é sul-mediterrânico temperado, influenciado pelo rio Tejo que a percorre, com uma queda anual pluviométrica de cerca de 500-600 mm.

Encontramos nesta Região três zonas distintas de produção, conhecidas como:"O CAMPO", "O BAIRRO" e a "CHARNECA".

O CAMPO,
Com as suas extensas planícies, adjacente ao Rio Tejo, é também conhecido como a LEZÍRIA DO TEJO; está sujeito a inundações periódicas, que se causam alguns transtornos, são também responsáveis pelos elevados índices de fertilidade que aqueles solos de aluvião possuem. É, por excelência a zona dos vinhos brancos, onde a casta Fernão Pires é rainha.

O BAIRRO
Situado entre o Vale do Tejo e os contrafortes dos maciços de Porto de Mós, Candeeiros e Montejunto, com solos argilo-calcáreos em ondulados suaves, é a zona ideal para as castas tintas, nomeadamente a Castelão e a Trincadeira.

A CHARNECA
Localizada a sul do CAMPO, na margem esquerda do Rio Tejo, apresenta-se com solos arenosos e medianamente férteis, e se por um lado determina rendimentos abaixo da média da Região, por outro lado induz a um afinamento, quer de vinhos brancos, quer de vinhos tintos. 

CARACTERIZAÇÃO 
No Ribatejo pratica-se uma agricultura extensiva: produtos hortícolas e frutícolas, arroz, oliveiras e vinha preenchem as vastas planícies ribatejanas. 
 O rio Tejo é omnipresente na paisagem ribatejana e um dos responsáveis pelo clima, pelo solo e consequentemente, pela fertilidade da região. No Ribatejo o clima é mediterrânico, contudo sofre a influência do rio, por isso as estações do ano são amenas. A Denominação de Origem do Ribatejo apresenta seis sub-regiões (Almeirim, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Santarém e Tomar). Os solos variam consoante a proximidade do rio. O campo ou lezíria são zonas muito produtivas que se situam à beira-rio. Devido às inundações do Tejo é comum que as vinhas da zona fiquem, por vezes, completamente submersas. 

Na margem direita do Tejo, depois dos solos junto ao rio, situa-se a zona do bairro. É constituída por solos mais pobres e de origem calcária e argilosa, dispostos em terrenos mais irregulares entre montes e planícies. As principais plantações na zona do bairro são as oliveiras e as vinhas. Da margem esquerda do Tejo às regiões do sul próximas do Alentejo localiza-se a zona designada charneca. Aí, os solos são pouco produtivos e explora-se culturas que necessitam de pouca água, como por exemplo vinhas e sobreiros. Apesar de ser uma zona muito seca e apresentar as mais altas temperaturas do Ribatejo, as uvas têm melhores condições para a maturação do que em outras áreas da região. O Ribatejo já foi famoso por produzir enormes quantidades de vinho que abasteciam especialmente os restaurantes e tabernas de Lisboa. Era uma região onde as grandes casas agrícolas pretendiam obter o máximo rendimento das vinhas e posteriormente produzir um vinho de pouca qualidade que seria vendido a granel.

Nos últimos 15 anos, a região foi submetida a mudanças significativas tanto nos campos como nas adegas. Muitas vinhas foram transferidas da zona de campo para os solos pobres da charneca e do bairro: a produção baixou, contudo a qualidade melhorou significativamente. A legislação para a região é pouco restrita e permitiu a introdução de castas portuguesas e estrangeiras. Os vinhos tintos DOC do Ribatejo provêm não só de castas tradicionais da região (Trincadeira ou Castelão) mas também de outras castas nobres, como a Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon ou Merlot. A casta branca mais plantada na região é a Fernão Pires, sendo praticamente indispensável na produção dos brancos ribatejanos. Por vezes, é lotada com outras castas típicas da região como a Arinto, Tália, Trincadeira das Pratas, Vital ou a internacional Chardonnay.
Na produção de vinho regional do Ribatejo é permitido a utilização de castas não admitidas na Denominação de Origem. Sendo assim, os agricultores podem fazer mais experiências com o solo, clima e castas para produzir vinhos originais. Aliás, o Ribatejo possui cerca de 22300 hectares de vinha, apesar de apenas 1850 serem certificados para a produção de vinho DOC. Independentemente da designação DOC ou Regional, o terroir do Ribatejo sente-se em qualquer vinho da região: brancos muito frutados e de aromas tropicais ou florais e tintos jovens, aromáticos e de taninos suaves. Além da reestruturação das vinhas da região, as adegas e os produtores da região modificaram e modernizaram as suas adegas. Os grandes tonéis e depósitos de cimento que produziram milhões de litros de vinho foram substituídos por cubas de aço inoxidável, sistemas de refrigeração e pipas de carvalho para o envelhecimento do vinho.

Clima
A Região apresenta clima moderado, com temperaturas médias compreendidas entre os 15,5º C e 16,5º C, o valor da insolação situa-se cerca das 2800 horas/ano e a média anual de precipitação é de 750 mm, sendo um pouco mais elevada a Norte da Região, nomeadamente na zona de Tomar e um pouco menos elevada a Sul da Região, nomeadamente na zona de Coruche.

 SUB-REGIÕES

ALMEIRIM
A sub-região de ALMEIRIM abrange a totalidade dos concelhos de Almeirim, Alpiarça e Salvaterra de Magos variando os solos entre os aluviossolos modernos, predominantemente calcários na zona do Campo e os solos litólicos não húmicos e “podzóis de materiais arenáceos pouco consolidados na zona da Charneca. Nesta sub-região predominam os vinhos brancos e é onde se produz a maior quantidade de vinhos, brancos ou tintos, quase tanto como nas restantes cinco sub-regiões do Ribatejo

CARTAXO
 A sub-região do CARTAXO abrange os concelhos da Azambuja e do Cartaxo. Os solos na zona do campo são solos pertencentes ao Quaternário, que deram origem a terrenos aluvionais, constituídos a grande profundidade por calhau rolado, sobre o qual se depositaram camadas de areia grossa e sobre esta, camadas de areia fina, terminando por argila fina. São terrenos planos, onde a altitude varia entre os seis e os dez metros. 

Na zona do Bairro os solos formados no Miocénico Lacustre, são constituídos por margas ou calcários ferruginosos, que deram origem a solos vermelhos ou amarelos mediterrâneos de diversas tonalidades. São terrenos normalmente ondulados, atingindo nalguns pontos, 200 metros de altitude. Nesta sub-região predominam os vinhos tintos. 

CHAMUSCA

A sub-região da CHAMUSCA abrange a totalidade dos Concelhos da Chamusca e da Golegã, a freguesia do Tramagal do Concelho de Abrantes e a freguesia de Santa Margarida da Coutada do concelho de Constância. 
Na zona do Campo os solos são aluviossolos modernos, predominantemente calcários. Na zona da Charneca são solos litólicos não húmicos e “Podzóis” de materiais arenáceos pouco consolidados. Nesta sub-região há alguma predominância de vinhos brancos 

CORUCHE
A Zona Vitivinícola de CORUCHE abrange a totalidade dos Concelhos de Benavente e Coruche. 
 Os solos na zona do Campo são aluviossolos modernos, predominantemente calcários e na zona da Charneca são solos litólicos não húmicos de arenitos grosseiros e “podzóis” de materiais arenáceos pouco consolidados. Nesta sub-região existe uma ligeira predominância de vinhos tintos.

SANTARÉM
A sub-região de SANTARÉM abrange a totalidade dos concelhos de Rio Maior e de Santarém. 

Os solos na zona do Campo são solos aluviossolos modernos, predominantemente calcários e na zona do Bairro são solos calcários pardos ou vermelhos, solos não calcários provenientes de calcários e solos litólicos não húmicos com pequenas manchas de solos calcários. Nesta sub-região existe um relativo equilíbrio entre a produção de vinhos brancos e de vinhos tintos. 

TOMAR

A sub-região de TOMAR abrange a totalidade dos concelhos de Tomar e Torres Novas, a freguesia de Chãos do Concelho de Ferreira do Zêzere e a freguesia de Praia do Ribatejo do Concelho de Vila Nova da Barquinha. Os solos são calcários pardos ou vermelhos, normais ou para - barros. Nesta sub-região predominam os vinhos tintos. 

ESTATÍSTICAS 



CASTAS

Castas aptas à produção de vinhos com 
Indicação Geográfica «Tejo»

Brancas
Nome principal Sinónimo reconhecido
Alicante-Branco . . . . . . . . .
Almafra . . . . . . . . . . . . . . .
Alvadurão . . . . . . . . . . . . .
Alvarinho . . . . . . . . . . . . . .
Antão-Vaz . . . . . . . . . . . . .
Arinto . . . . . . . . . . . . . . . . Pedernã
Bical . . . . . . . . . . . . . . . . .
Boal-Branco . . . . . . . . . . . .
Boal-Espinho . . . . . . . . . . .
Cerceal-Branco . . . . . . . . .
Cercial . . . . . . . . . . . . . . . .
Chardonnay . . . . . . . . . . . .
Chenin . . . . . . . . . . . . . . .
Côdega-de-Larinho . . . . . . .
Diagalves . . . . . . . . . . . . . .
Encruzado . . . . . . . . . . . . .
Fernão-Pires . . . . . . . . . . . Maria -Gomes
Galego-Dourado. . . . . . . . .
Gouveio . . . . . . . . . . . . . . .
Jampal . . . . . . . . . . . . . . .
Loureiro . . . . . . . . . . . . . .
Malvasia. . . . . . . . . . . . . . .
Malvasia-Fina . . . . . . . . . . .
Malvasia-Rei . . . . . . . . . . .
Marquinhas . . . . . . . . . . . .
Moscatel-Galego–Branco . . .
Moscatel-Graúdo . . . . . . . .
Pinot-Blanc . . . . . . . . . . . .
Rabo-de-Ovelha . . . . . . . .
Ratinho. . . . . . . . . . . . . . .
Riesling . . . . . . . . . . . . . . .
Sauvignon . . . . . . . . . . . . .
Seara-Nova. . . . . . . . . . . . .
Semillon . . . . . . . . . . . . . .
Sercial . . . . . . . . . . . . . . . . Esgana - Cão
Síria . . . . . . . . . . . . . . . . . Roupeiro
Tália . . . . . . . . . . . . . . . . .
Tamarez . . . . . . . . . . . . . .
Trincadeira-Branca. . . . . . .
Trincadeira-das-Pratas . . . .
Verdelho . . . . . . . . . . . . . .
Viognier . . . . . . . . . . . . . . .
Viosinho . . . . . . . . . . . . . .
Vital . . . . . . . . . . . . . . . . .

Tintas
Alfrocheiro. . . . . . . . . . . . . .
Alicante -Bouschet . . . . . . . .
Amostrinha. . . . . . . . . . . . . .
Aragonez . . . . . . . . . . . . . . . Tinta Roriz
Baga . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Bastardo . . . . . . . . . . . . . . .
Bonverdo . . . . . . . . . . . . . . .
Cabernet-Franc. . . . . . . . . . .
Cabernet-Sauvignon. . . . . . .
Cabinda . . . . . . . . . . . . . . . .
Caladoc . . . . . . . . . . . . . . . .
Camarate . . . . . . . . . . . . . . .
Carignan. . . . . . . . . . . . . . . .
Castelão . . . . . . . . . . . . . . . Periquita
Cinsaut . . . . . . . . . . . . . . . .
Grand-Noir . . . . . . . . . . . . . .
Grenache . . . . . . . . . . . . . .
Grossa . . . . . . . . . . . . . . . . .
Jaen . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Merlot. . . . . . . . . . . . . . . . .
Molar . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Monvedro. . . . . . . . . . . . . . .
Moreto . . . . . . . . . . . . . . . .
Negra -Mole . . . . . . . . . . . . .
Parreira-Matias . . . . . . . . . . .
Petit-Verdot . . . . . . . . . . . . .
Pinot-Noir. . . . . . . . . . . . . . .
Preto-Cardana . . . . . . . . . . .
Preto-Martinho. . . . . . . . . . .
Ramisco . . . . . . . . . . . . . . . .
Rufete. . . . . . . . . . . . . . . . .
Sousão . . . . . . . . . . . . . . . .
Syrah . . . . . . . . . . . . . . . . .
Tannat. . . . . . . . . . . . . . . . .
Tinta-Barroca . . . . . . . . . . . .
Tinta-Caiada. . . . . . . . . . . . .
Tinta-Carvalha . . . . . . . . . . .
Tinta-Miúda . . . . . . . . . . . . .
Tinta-Pomar . . . . . . . . . . . . .
Tintinha . . . . . . . . . . . . . . . .
Tinto-Cão . . . . . . . . . . . . . . .
Touriga-Franca. . . . . . . . . . .
Touriga-Nacional . . . . . . . . .
Trincadeira . . . . . . . . . . . . . Tinta -Amarela
Valbom . . . . . . . . . . . . . . . .

Rosadas
Fernão-Pires Rosado . . . . . . .
Gewurztraminer . . . . . . . . . .
Pinot-Gris . . . . . . . . . . . . . . .



Castas aprovadas para a produção de RIBATEJO DOC

Brancas
Arinto
Fernão Pires
Rabo-de-Ovelha
Tália
Trincadeira-das-
Pratas
Vital
Verdelho
Tamarez
Cerceal-Branco
Alicante Branco
Chardonnay
Malvasia-Rei
Pinot-Blanc
Sauvignon
Alvarinho
Moscatel-Graúdo
Síria
Viosinho
Pedernã
Maria-Gomes
Roupeiro

* Castas que devem, no conjunto ou separadamente, representar um mínimo de 50 % do encepamento.

Tintas
Baga
Camarate
Castelão
Trincadeira
Tinta-Miúda
Preto-Martinho
Aragonez
Touriga-Franca
Touriga-Nacional
Alfrocheiro
Caladoc
Esgana-Cão-Tinto
Jaen
Petit-Verdot
Tinta-Barroca
Tinta-Caiada
Tinto-Cão
Merlot
Cabernet-
Sauvignon
Bastardo
Pinot-Noir
Alicante-Bouschet
Grand-Noir
Moreto
Syrah
João-de-Santarém ou Periquita
Tinta-Amarela
Tinta-Roriz

*Castas que devem, em conjunto ou separadamente, representar um mínimo de 50 % do encepamento.




Rota dos Vinhos do Tejo 

 A região do Tejo é feita de terras planas e férteis e clima suave, muito marcada pelo rio que desagua na capital. A vinha está presente em praticamente toda a região, nos campos fertilíssimos da lezíria, nas zonas argilo-calcárias das terras do bairro ou na charneca. A planura ribatejana está salpicada de touros, cavalos e campinos e por toda uma cultura associada ao toureio, contando com ricas fauna e flora que dão vida e cor à Reserva Natural do Estuário do Rio Tejo. 


As contingências de uma história milenar deixaram marcas profundas na região, sendo legítimo destacar os inúmeros tesouros da arte gótica, que atinge o seu máximo esplendor na cidade de Santarém. Tomar, doada aos templários no século XII, é outra referência monumental de múltiplas influências, designadamente a manuelina, com visitas “obrigatórias” ao Convento de Cristo, ao castelo e à igreja matriz. Entre outras, também a pequena e peninsular vila de Constância tem os seus encantos, em boa parte construídos pela confluência dos rios Zêzere e Tejo. A região alberga outros tesouros para além dos da pedra e da paisagem. As especialidades gastronómicas denotam a proximidade do grande rio Tejo, com a caldeirada à fragateiro, a açorda de sável ou o ensopado de enguias. Os arrepiados de Almoster, os celestes de Santa Clara, as tigeladas ou os queijinhos do céu introduzem-nos na milenar e dulcíssima pastelaria conventual. 



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