segunda-feira, 23 de abril de 2012

UMA (DES)GRAÇA PARA O FIM DO DIA

ALMORRÓIDA MOÇAMBICANA

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Moçambique: 
440 crianças precisam de padrinhos 

Programa de apadrinhamento à distância da Helpo perdeu centenas de apoios financeiros nos últimos meses 

 440 crianças moçambicanas apoiadas pela Helpo (organização não governamental para o desenvolvimento) ficaram sem padrinhos nos últimos meses devido à crise que Portugal atravessa actualmente. «Entre Janeiro de 2011 e Abril de 2012, muitos padrinhos viram-se forçados a deixar de efectuar as suas contribuições», revelou em comunicado a ONGD. 
Muitas pessoas deixaram simplesmente de contribuir, factor que levou a organização a contactá-las para perceber se o abandono do projecto é permanente ou se pretendem reformular o seu apoio (que pode começar nos 13 euros mensais). As crianças apoiadas pela Helpo ainda não foram afectadas por estas mudanças mas a organização procura agora novos membros para o programa de apadrinhamento à distância que permitam dar continuidade aos projectos previstos para as províncias de Nampula e Cabo Delgado. 
Para este ano estava agendada a instalação de reservatórios para aproveitamento de águas pluviais, assim como a construção de um campo multidesportos. Actualmente, 3675 crianças estão abrangidas pelos projectos da Helpo. 


 IN "SÁBADO" 
23/04/12 

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GEORGE CARLIN

OS DEZ MANDAMENTOS




  


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AS MAMAS VALEM UMA VIDA



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HOJE NO
"A BOLA"

Vasco Ribeiro conquista bronze 
no Mundial de juniores

O português Vasco Ribeiro conquistou a medalha de bronze no Mundial de juniores de surf, que decorreu no Panamá.

Na grande final, o atual campeão nacional somou 11,77 pontos, contra 16,93 do vencedor (o brasileiro Matheus Navarro) e 16,83 do também brasileiro Deivid Silva.

Com este resultado, Portugal terminou a competição no oitavo lugar global.


* FORMIDÁVEL, é de campeão!

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13 -  HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

8.As Fronteiras do Espaço






Segunda parte do Episódio As Fronteiras do Espaço da série A História da Matemática, em que Marcus du Sautoy, doutor em Matemática pela Universidade de Oxford, nos leva em uma viagem pela história dessa disciplina fundamental. Sem a Matemática teria sido inviável o desenvolvimento da física, química ou astronomia. Basicamente todos os campos do conhecimento dependem de estatísticas, geometria ou cálculo, por mais básicos que sejam. Marcus nos mostra como a Matemática fez parte do princípio da intelectualidade nas antigas civilizações.
Assunto abordados neste trecho: Bernoulli; Leibniz; Ciclóide; Leonard Euler; Notações; PI; números primos; ótica; astronomia; pesos e medidas; teoria musical; cálculo de somas infinitas; problema da Basiléia; Fourier; Karl Friedrich Gauss; teoria das funções elipticas; função zeta; números complexos; geometria não-euclidiana; Janus Bolya; geometria hiperbólica; Lobachevsky; Bernhard Riemann; Einstein; espaço multidimensional;
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ROB RIEMEN

FILÓSOFO HOLANDÊS


“A classe dominante nunca será capaz de resolver a crise. Ela é a crise!” 



IN "i" 
23/04/12

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Associação 25 de Abril sai pela primeira vez das comemorações da revolução

Pela primeira vez, a Associação 25 de Abril não vai participar nas celebrações oficiais da Revolução dos Cravos. A justificação: “A linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa.”

O anúncio foi feito hoje, em Lisboa, pela direcção da associação que numa conferência de imprensa apresentou um manifesto intitulado “Abril não desarma”, lido por Vasco Lourenço. “O poder político que actualmente governa Portugal configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores. Em conformidade, a Associação 25 de Abril anuncia que não participará nos actos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril”, lê-se no texto.

O manifesto, lido pelo presidente da associação, esclarece que, porém, a associação “participará nas comemorações populares e outros actos locais de celebração” da revolução de 1974, assim como “continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspectiva de festa pela acção libertadora e numa perspectiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões.”

“Neste momento difícil para Portugal”, os subscritores do manifesto deixam também um apelo “ao povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia”. Os militares ressalvam que esta “atitude não visa as instituições de soberania democráticas, não pretendendo confundi-las com os que são seus titulares e exercem o poder”, até porque consideram que “os problemas da democracia se resolvem com mais democracia”.

“Também por isso, a Associação 25 de Abril e, especificamente, os militares de Abril, proclamam que, hoje como ontem, não pretendem assumir qualquer protagonismo político”, lê-se no texto, que sublinha ainda que os subscritores têm “plena consciência da importância da instituição militar, como recurso derradeiro nas encruzilhadas decisivas da História”. “Por isso, declaramos a nossa confiança em que a mesma saberá manter-se firme, em defesa do seu país e do seu povo”, lê-se no texto.

No final da leitura do manifesto, em resposta a questões dos jornalistas, Vasco Lourenço disse que a associação não quer com estas palavras apelar a uma intervenção militar: “De maneira nenhuma, confiamos em que [a instituição militar] saiba comportar-se e não intervenha fora da democracia. Longe de nós qualquer apelo à intervenção militar, antes pelo contrário”, afirmou.

Neste manifesto, que foi feito pela associação, mas “fundamentalmente pelos militares de Abril”, nas palavras de Vasco Lourenço, são várias as críticas ao poder político, começando por considerar que “o contrato social estabelecido na Constituição da República Portuguesa foi rompido pelo poder”.

“As medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável. Condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social atingem a dignidade da pessoa humana”, prossegue o texto, que considera que “o rumo político seguido protege os privilégios, agrava a pobreza e a exclusão social, desvaloriza o trabalho”.

Para os militares de Abril, Portugal não tem uma “justiça capaz” e para os “dirigentes políticos” a “ética é palavra vã”, fazendo do país aquele que tem maiores desigualdades sociais dentro da União Europeia.

A postura nacional no seio da Europa e também no quadro da assistência financeira externa é outra das críticas apontadas pela Associação 25 de Abril: “Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia. Portugal é tratado com arrogância por poderes externos, o que os nossos governantes aceitam sem protesto e com a autossatisfação dos subservientes. O nosso estatuto real é hoje o de um ‘protectorado’, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão nos nossos destinos”.

Foi por causa deste cenário que os militares de Abril sentiram “o dever de tomar uma posição cívica e política no quadro da Constituição da República”, uma “posição clara contra a iniquidade, o medo e conformismo” que consideram estarem a instalar-se na sociedade portuguesa. 

* Somos do 25 de Abril sem equívocos! Por tal motivo nunca nos sentiremos intimidados seja qual fôr o governo no poder, porque os governos são efémeros, o 25 de Abril não.
Por isso não compreendemos a atitude de Associação 25 de Abril a fugir p'rá frente. É nos sítios próprios que devemos marcar presença e o dia, é por si, um sítio próprio, a associação ao não estar representada fará suscitar dúvidas quanto aos reais propósitos da ausência. A colagem de Mário Soares não deixa dúvidas nenhumas!

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 from Marcus Lenz on Vimeo.

Pescadores em motos numa pequena vila no sul do Azerbeijão. A quantidade de peixe no Mar Cáspio está a declinar devido à pesca intensiva e à poluição.
Enquanto o Azerbeijão exporta imensas quantidades de petróleo e gás, não existe fornecimento de gás em Narimanabad. Quando o fornecimento foi interrompido, nos anos noventa, os habitantes desmantelaram os tubos de gás para venderem o metal. Nunca mais foi reparado.


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Cumprir programa de ajuda externa
 é solução

«Vice» do BCE acredita que, se conjuntura económica se mantiver, Portugal regressa aos mercados na data prevista: setembro de 2013.

O vice-presidente do Banco Central Europeu, Vítor Constâncio, acredita que Portugal vai melhorar o acesso aos mercados financeiros cumprindo o programa de ajuda externa, e que regressará aos mercados na data prevista, se a conjuntura económica se mantiver.
Em Washington, à margem das reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional, o ex-governador do Banco de Portugal afirmou ser 'muito importante', que o cumprimento do programa de ajuda externa venha sendo sublinhado internacionalmente. 'Portugal aparece citado em muitos documentos oficiais ao lado dos países como a Irlanda, que estão a conseguir cumprir e, consequentemente, vão melhorar a sua situação perante os mercados', disse Constâncio.

Sobre o regresso aos mercados em setembro de 2013, conforme previsto, depende da continuação desde acerto com as metas do programa, mas também da conjuntura internacional 'Estas situações podem sempre evidentemente evoluir, mas de acordo com o cenário que está neste momento aceite pela ´troika´, [o regresso aos mercados] é a expetativa geral', adiantou o antigo presidente do Banco de Portugal.


* Dizem que é muito competente e sabedor e nós acreditámos, mas depois da bronca do BPN tudo o que ele diz soa a falsete!!!

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MANUEL TAVARES

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A partidarite mais estúpida

 A minha esperança para o pós-crise, seja isso o que vier a ser, é de que renasçam valores matriciais que se foram esboroando à conta do laxismo que se espalhou com o regime do dinheiro fácil. A saber: o valor do trabalho e do mérito com base na avaliação permanente das instituições, organismos, empresas, organizações e associações. Uma avaliação obviamente impositiva para todos os setores do Estado e que os privados possam reconhecer como paradigmática a ponto de a acolherem nos seus manuais de boas práticas societárias. Ainda não perdi a esperança de que esta crise possa providenciar um superior grau de vigilância social sobre vários desmandos e maus hábitos, mas confesso que os sinais que chegam do mundo dos partidos estão longe de ser encorajadores. 

O último desses sinais foi o da indicação pelos partidos de três juízes para o Tribunal Constitucional: um deles já foi retirado pelo PSD e outro, indicado pelo PS, já foi publicamente posto em xeque pela perspetiva de poder vir a ser confrontado pelo Ministério Público com decisões tomadas ao tempo em que era secretário de Estado da Justiça, entre 2005 e 2009. Se no caso de Paulo Saragoça da Matta não me ocorre outra memória que a de ter tido um início de carreira de advocacia muito mediatizada - seja pelas relações com o ex- -presidente do Benfica João Vale e Azevedo, seja pelas regulares aparições como comentador da SIC -, no caso do antigo secretário de Estado José Conde Rodrigues, de quem não me recordo de todo, o que mais me espanta é que, independentemente de problemas processuais, não se tenha sentido a necessidade de observar um período de nojo entre um cargo de execução das políticas e um novo cargo de vigilância constitucional dessas mesmas políticas. 

 Os vários ranchos do folclore mediático já encontraram neste lamentável episódio a música com que tencionam dançar de braço dado com os políticos. A saber: a maçonaria, tão em voga. Porém, os maus-tratos dados nesta semana ao Tribunal Constitucional não podem ser vistos por esse prisma folclórico. É preciso ir à raiz do mal, ou seja, à perigosa partidarização de uma instância que é da família da bandeira e do hino nacional. No nosso edifício jurídico, cabe ao Tribunal Constitucional zelar pela conformidade das leis respondendo a pedidos do presidente da República ou preventivamente por sua própria iniciativa. Acontece que, fruto da crise, o supremo vigilante da Constituição foi chamado a analisar e vai julgar da constitucionalidade de normas do Orçamento do Estado para 2012 relativas a cortes de subsídio e férias dos funcionários públicos. Normas socialmente muito difíceis de aceitar e que, por isso mesmo, exigem como nunca que o Tribunal Constitucional seja visto pelos portugueses como à prova de partidarite. 



 IN "JORNAL DE NOTÍCIAS" 
21/04/12 

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Número de casais 
nos centros de emprego aumenta 61,4%

O número de desempregados que têm o cônjuge inscrito num centro de emprego aumentou em Março, para um total de 15.098 pessoas.

Assim, o número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados foi, no final de março de 2012, de 7.549, mais 61,4% do que o registado no mesmo mês de 2011, com mais 2.873 casais inscritos. Numa comparação com fevereiro, o IEFP registou um aumento de 5%, o que representa mais 357 casais inscritos em março.

Desde julho de 2011 que se regista um aumento em cadeia do número de desempregados em que ambos os cônjuges estão sem emprego, tendo-se registado em março deste ano o número mais elevado desde que esta informação é recolhida (outubro de 2010), segundo o IEFP.

De acordo com os dados hoje divulgados pelo IEFP sobre o estado civil dos desempregados e condição laboral do cônjuge, o desemprego registado nos centros de emprego do Continente aumentou 19,3% face ao período homólogo e 2,1% face ao mês anterior.

Relativamente aos desempregados casados ou em situação de união de facto, o aumento anual atingiu os 17%, ou seja, mais 45.402 desempregados inscritos, sendo este aumento mais acentuado nas uniões de facto, com um aumento de 8.993 inscritos, o que equivale a uma subida de 129,7%.

Já a variação mensal registou uma subida de 1,8%, o que se traduz em mais 5.490 inscritos casados ou em situação de união de facto.


* A crise não dá descanso

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D – CONSTRUÍNDO 



UM IMPÉRIO


4.OS PERSAS



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À ATENÇÃO DOS NOSSOS VISITADORES

Desde quarta-feira 18/04/12, que acontece uma anomalia técnica em vários blogues e que ainda não foi reparada pelo operador. 
Apesar de programarmos com horários bem definidos as inserções que vos apresentamos as mesmas não estão a ser  editadas à hora programada. 
Mesmo não sendo responsáveis por esta anomalia pedimos-vos desculpa e desejamos que a reparação da falha seja efectuada o mais rápidamente possível.

A Redacção
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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Hospital ensina pais
 a evitar acidentes dos filhos

“Queimaduras no fogão, choques nas tomadas eléctricas ou as quedas junto das varandas e janelas”, são apenas alguns dos acidentes que as crianças estão sujeitas.

O Centro da Criança e do Adolescente do hospitalcuf porto promove, nos dias 28 de Abril e 7 de Junho, um curso de prevenção de acidentes nas crianças, gratuito, no auditório da unidade hospitalar, ministrado pelo médico pediatra Emídio Carreiro.

“As crianças são capazes das peripécias mais incríveis e, com este workshop, pretendemos ajudar os pais, através de conselhos de segurança úteis, a prevenir alguns acidentes em casa”, explica Emídio Carreiro, Director do Centro da Criança e do Adolescente do hospitalcuf porto.

“Além das recomendações de segurança em casa, e a pensar já no Verão, vamos explicar também como é possível prevenir o afogamento em piscinas e nas praias, como actuar em caso de picadas de alforrecas ou peixe-aranha, quais as roupas mais adequadas para protecção do sol, como transportar a criança no automóvel, entre outros conselhos práticos”, explica o especialista


* Excelente medida, tomara fosse estendida a outros hospitais do país


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HUGO MAIA

LOUREIRO

  CANÇÃO DE MADRUGAR





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Vinho 


é cultura


CULTURA É LIBERDADE





REGIÃO 
TERRAS DA BEIRA
HISTÓRIA 
 A região da Beira Interior esteve sempre presente na nossa História. Os Celtas deixaram os seus vestígios - os "castros" - e é nesta zona que em 25 a.C. é fundada, pelos Romanos, a Lusitânia, seguindo-se, durante o séc. V da nossa era, invasões de Vândalos, Suevos e Alanos. 
GARDUNHA
 
Na regiao actualmente identificada como denominacao Terras da Beira a produção de vinho inicia-se durante a ocupação romana, mas foi no limiar do século XII, pelas mãos dos Monges de Cister, que esta se desenvolveu de forma muito significativa. 
Situada no coracao do interior Norte, junto a fronteira raiana com Espanha, na regiao mais escarpada e montanhosa de Portugal continental, abarca no seu interior as serras da Marofa, Serra da Gardunha e parte da Serra da Estrela. 
MAROFA

O clima experimenta uma influencia continental extremada, com impressionantes variacões quotidianas de temperatura, Verões curtos, quentes e secos e Invernos prolongados e gelidos. 
As vinhas destinadas à produção dos vinhos DO Beira Interior estão instaladas, em solos com as características a seguir indicadas e com a exposição aconselhável para a produção de vinhos de qualidade: 
a) Solos mediterrânicos pardos ou vermelhos de xistos metamorfizados e gneisses; 
b) Solos mediterrânicos pardos de xistos ou grauvaques do pré-câmbrico; 
c) Solos litólicos não húmicos de granitos e migmatitos 

A Beira Interior encontra-se subdividida em tres sub-regiões, Castelo Rodrigo, Pinhel e Cova da Beira. 

ESTRELA
As duas primeiras, Castelo Rodrigo e Pinhel, partilham sensivelmente as mesmas especificidades materiais, apesar de se encontrarem separadas por cadeias montanhosas com picos de mais de mil metros de altitude onde a combinacao de solos pobres, acidez elevada e maturacoes robustas garante um futuro promissor para toda a região.  

Sub-Região Castelo Rodrigo
 Os concelhos de Almeida (freguesias de Almeida, Castelo Bom, Junça, Malpartida e Naves) e Figueira de Castelo Rodrigo (excepto a freguesia de Escalhão). 


Sub-Região Cova da Beira 
Os concelhos de Belmonte, Castelo Branco, Covilhã, Fundão, 
CASTELO NOVO

Manteigas, Penamacor, Guarda (freguesias de Benespera, Famalicão, Gonçalo, Valhelhas e Vela), Idanha-a-Nova (freguesias de Aldeia de Santa Margarida, Idanha-a-Velha, Medelim, Monsanto, Oledo e São Miguel de Acha), Sabugal (freguesias de Bendada, Casteleiro e Santo Estêvão) e Vila Velha de Ródão (freguesia de Vila Velha de Ródão). 

Sub-Região Pinhel 
Os concelhos de Celorico da Beira (freguesias de Açores, Baraçal, Celorico da Beira, Forno Telheiro, Lajeosa do Mondego, Maçal do Chão, Minhocal, Ratoeira e Velosa), Guarda (freguesias de Avelãs da Ribeira, Codesseiro, Porto da Carne, Sobral da Serra e Vila Cortês do Mondego), Meda (freguesias de Barreira, Carvalhal, Coriscada, Marialva, Rabaçal e Vale Flor), Pinhel e Trancoso 
PINHEL

(freguesias de Carnicães, Cogula, Cótimos, Feital, Freches, Granja, Moimentinha, Póvoa do Concelho, São Pedro, Souto Maior, Tamanhos, Torres, Valdujo, Vale do Seixo, Vila Franca das Naves, Vila Garcia e Vilares). 

A Cova da Beira expõe caracteristicas divergentes e alternativas, espraiando-se desde os contrafortes a Leste da Serra da Estrela ate ao vale do Tejo, a Sul de Castelo Branco. 

CASTAS 
Sub-Região Castelo Rodrigo  
Vinhos tintos: 
ARAGONÊZ
Aragonez (Tinta Roriz), Bastardo, Marufo, Rufete e Touriga Nacional, no conjunto ou em separado, com um mínimo de 80%, Baga, Tinta Carvalha, Pilongo e Trincadeira (Tinta Amarela).  


Vinhos Brancos: 
Malvasia Fina, Síria (Roupeiro) e Tamarez, no conjunto ou em separado, com um mínimo de 80%, Bical, Arinto (Pedernã), Malvasia Rei, Rabo de Ovelha e Vital. 

Sub-Região Cova da Beira 
Vinhos tintos: 
TOURIGA NACIONAL
Aragonez (Tinta Roriz), Baga, Bastardo, Jaen, Marufo, Moreto, Castelão (Periquita)1, Rufete, Tinta Carvalha, Touriga Nacional e Trincadeira (Tinta Amarela), no conjunto ou em separado, com um mínimo de 80%, e Alfrocheiro. 


Vinhos Brancos: 
Alicante Branco, Arinto (Pedernã), Bical, Fonte Cal, Malvasia Fina, Malvasia Rei, Rabo de Ovelha e Síria (Roupeiro), no conjunto ou em separado, com um mínimo de 80%, e Tamarez. 

Sub-Região Pinhel 
Vinhos tintos: 
Bastardo, Marufo, Rufete e Touriga Nacional, no conjunto ou em separado, com um mínimo de 80%, Baga, Tinta Carvalha, Pilongo e Trincadeira (Tinta Amarela). 
Vinhos Brancos: Bical, Arinto (Pedernã), Fonte Cal, Malvasia 
SÍRIA

Fina, Malvasia Rei, Rabo de Ovelha, Síria (Roupeiro) e Tamarez, no conjunto ou em separado, com um mínimo de 80%. 




CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS:  
Vinhos Tintos: São vinosos, vivos e brilhantes enquanto jovens, intensos e equilibrados, com raro bouquet quando estagiados e envelhecidos. 
Vinhos Brancos: De qualidade notória, com destaque para os de meia encosta de exposição a sudoeste, são vinhos aromáticos, cheios e persistentes no sabor.

NOVIDADE NA SAÚDE 
Vinho tinto da Beira Interior pode proteger contra cancro do estômago  
Uma pesquisa que avaliou 186 amostras de vinhos de Portugal mostrou que o vinho tinto produzido na Beira Interior é bom para a saúde, uma vez que previne doenças como o cancro do estômago. A investigadora Luísa Paulo, da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior, revelou que o vinho tinto produzido na Beira Interior pode ser associado a uma maior prevenção de doenças cardiovasculares e diabetes. Em declarações à Lusa, a investigadora explicou que o vinho em questão apresenta elevadas concentrações de resveratrol, uma substância anti-oxidante benéfica na prevenção de problemas cardíacos e na diabetes. A substância é também, segundo Luísa Paulo, "inibidor da multiplicação da bactéria responsável pelo aparecimento de tumores no estômago". in Lusa 05/06/2011 

ROTA DO VINHO DA BEIRA INTERIOR  
A paisagem serrana é uma das marcas mais óbvias, bonitas e procuradas da região onde se produzem os vinhos com denominação de origem Beira Interior. Para além das belezas naturais das serras da Estrela, Gardunha, Malcata ou Marofa e dos vales profundos e apertados de rios como o Côa ou o Zêzere, as terras que compõem uma das mais tradicionais zonas vitícolas portuguesas proporcionam a quem as visita experiências únicas, que vão desde as zonas de transição entre Trás-os-Montes e a Beira, a Norte, até às portas de entrada na grande e ondulada planície alentejana, mais a Sul. Para quem aprecia o peso e os sinais de uma história milenar, chegou ao sítio certo. 


Aqui se podem sentir os legados culturais e monumentais dos monges de Cister, no trato da vinha e em conventos como os de Santa Maria de Aguiar e São João de Tarouca. Aqui se podem visitar antigas povoações medievais, como Castelo Rodrigo ou Marialva, aldeias como a granítica Sortelha, vilas bem conservadas e de grande carácter, caso de Almeida, ou as cidades históricas de Pinhel, Covilhã, Guarda ou Castelo Branco. Protegida pelas serras da influência atlântica, pouco chuvosa, muito fria no Inverno e quente e seca no Estio, a região proporciona condições para a produção de alguns dos melhores vinhos portugueses. Falamos dos brancos da parte Norte, nas envolvências de Castelo Rodrigo, ou dos que resultam de castas castigadas pelo frio rigoroso e pelos verões quentes e secos da sub-região de Pinhel. Os vinhos pedem acompanhamento da vigorosa cozinha regional, e de produtos de grande tradição, de entre os quais é justo destacar o delicioso e protegido queijo da serra. 

IN:
- IVV
- VINI PORTUGAL
- INFOVINI
- COMISSÃO VITIVINICOLA DABEIRA INTERIOR

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Dia Mundial do Livro
Fundação permite consulta 
de original de Saramago

A Fundação José Saramago vai permitir hoje a consulta do original e do caderno de notas de "Claraboia", o romance de juventude que José Saramago , numa iniciativa integrada nas comemorações do Dia Mundial do Livro.

Fonte da fundação explicou que o primeiro número será dedicado à "atual situação do livro", política e mercado livreiro.

Também estarão disponíveis para consulta o original e o caderno de notas de "Claraboia", o romance de juventude que José escreveu.

No Porto, numa iniciativa da Câmara Municipal, são postos a circular nas carruagens do metro 3 livros de grandes dimensões onde as pessoas são convidadas a trocar por palavras os seus pensamentos e as suas ideias, disponibilizando de novo o livro para que outros o façam a seguir.

A livraria Bertrand também vai assinalar o Dia Mundial do Livro e, em Lisboa, propõe que vários escritores portugueses, entre os quais Daniel Sampaio, Isabel Alçada, Leonor Xavier, Inês Pedrosa, Isabel Zambujal e João Tordo, sejam livreiros e aconselham literatura junto dos visitantes.

Em Sintra vai decorrer o programa "Sintra Para Ler" que inclui recitais de leitura, poemas, flash mob, exposições, dramatizações, contadores de histórias, livros digitais.

No Algarve, concretamente em Loulé, realiza-se na Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen o espetáculo "Três Contos", pela companhia Ao Luar Teatro.


* VIVA A CULTURA, CULTURA É LIBERDADE.

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ONTEM NO
"RECORD"

Ecclestone convida McLaren para gerir F1
Nova holding também terá 
Ferrari e Red Bull

A gestão da vertente comercial da F1, por parte de Bernie Ecclestone, continua a ser feita com base na máxima "dividir para reinar".

Depois de ter estabelecido acordos especiais com Ferrari e Red Bull Racing (RBR) - para a distribuição de receitas no denominado Pacto da Concórdia -, escuderias que convidou também para a administração da futura empresa que irá gerir a competição, o multimilionário britânico de 81 anos terá agora oferecido idênticas condições à McLaren, de acordo com a comunicação social britânica este domingo.

Assim, além de mais dinheiro, a escuderia de Woking, a par de Ferrari e RBR, terá lugar na administração da nova holding que deverá ser cotada na bolsa de Singapura e não na de Londres, tendo em conta a atual conjuntura económica - a Ásia está em crescimento ao contrário da Europa.

De resto, segundo os relatos, a manobra de incluir a McLaren no grupo de privilegiados terá servido também para acabar com a oposição à decisão de escolher Singapura em vez de Londres. De novo dividir para reinar.


* Capo mafiosi...

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FILOSOFIA XOCOLATEIRA







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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Queixas de assédio no trabalho 
duplicam num ano

As queixas de assédio - moral e sexual - no trabalho duplicaram num ano. Em 2011 registaram-se 140 casos contra os 74 do ano anterior. A crise económica é um fator potenciador, alertam os especialistas.

Desde 2009, a Autoridade para as Condições no Trabalho realizou um total de 1515 visitas a estabelecimentos, das quais resultaram 299 queixas, que corresponderam a um valor de coimas de 914 mil euros. O ano de 2011 foi o pior de todos.

"A crise pode explicar . O assédio no trabalho, e aqui reporto-me mais ao assédio moral, é uma forma de pressão para levar alguém a abandonar o seu local de trabalho. 

Para quê? Para evitar ter de pagar uma indemnização. Estando nós em crise económica não é de admirar que as queixas tenham aumentado, porque este é um método usado por pessoas ou empresas sem escrúpulos", explica Paulo Pereira de Almeida, sociólogo e diretor do Observatório Português das Boas Práticas Laborais.



* Esclarecendo a verdadeira "classe" dos patrões portugueses...


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1.SUBAQUÁTICOS











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HOJE NO
"DESTAK"

Árctico
Cientistas reclamam interdição
 da pesca até se conhecerem
 as consequências ambientais

Um grupo de cientistas apelou hoje à comunidade internacional para proteger o Oceano Árctico, defendendo a realização de pesquisas sobre as consequências da pesca na região antes de esta actividade ser autorizada.

Os cientistas da organização ambiental PEW realçam, numa carta aberta, que o degelo na zona central do Árctico tornou a pesca possível na zona, manifestando preocupação com a possibilidade de esta actividade se desenvolver sem que os riscos para o ecossistema sejam avaliados e controlados.

"Dados e análises são necessários para compreender as consequências da pesca sobre o ecossistema do oceano Árctico", lê-se na carta aberta, alertando que "a comunidade científica não dispõe atualmente de dados biológicos suficientes para conhecer a presença, abundância, estrutura, os movimentos e a saúde dos stocks de peixes e o papel que desempenham no ecossistema".


* Bem clamam os cientistas aos ouvidos de políticos autistas.

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CONDUÇÃO FACILITADA



  

 NR: Este filme é de 2011, a investigação nesta área continua mas ainda não foram torneados o custo excessivo do equipamento a instalar nem a uniformização de sistemas nas rodovias europeias. Ainda é quase ficção.

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HOJE NO
"i"

Concertação Social. 
Patrões podem seguir UGT 
e ameaçar acordo

Desconcerto entre governo e parceiros aumenta. Ausência de portarias de extensão começam a preocupar o patronato

Há um crescente mal-estar entre os parceiros sociais relativamente à forma como está a ser concretizado o acordo de concertação social que pode mesmo levar algumas das associações patronais a denunciar o documento assinado em Janeiro. Hoje, Passos Coelho recebe João Proença, líder da UGT, a primeira a ameaçar bater com a porta. Mas a não publicação de portarias de extensão pode levar o patronato a fazer o mesmo.

E o que é uma portaria de extensão? É um documento publicado pelo governo em “Diário da República” que alarga administrativamente a empresas e trabalhadores o que ficou acordado num Contrato Colectivo de Trabalho entre representantes dos sindicatos e das associações patronais.

Segundo fontes contactadas pelo i, este instrumento era essencial para fomentar o associativismo empresarial e a sindicalização dos trabalhadores. Por outro lado, garantia maior equidade entre os custos de trabalho num mesmo sector. Sem portarias de extensão, haverá empresas que conseguirão apresentar preços muito mais baratos porque não se submetem à regulamentação colectiva.

Mas este não é o único ponto de divergência entre o executivo e o patronato. A recente redução das comparticipações nas baixas por doença pagas pela Segurança Social passará a ser suportada por milhares de empresas na mesma proporção. Isto porque há muitas situações em que a contratação colectiva estabelece que seja o empregador a cobrir a parte do vencimento do trabalhador não suportada pelo Estado quando este está doente.

Nenhum destes pontos foi debatido na concertação no âmbito do acordo tripartido, estando agora a apanhar de surpresa as confederações patronais.

“Está-se a acabar com os equilíbrios entre as partes”, disse João Vieira Lopes, presidente da CCP, ao i.

Indemnizações Outro ponto fracturante foi o anúncio, por parte do ministro da Economia, de um novo cálculo para as rescisões dos contratos de trabalho. Em Janeiro ficou consignado que seriam de 20 dias por cada ano de trabalho. Menos de três meses depois, o executivo fala de uma nova redução.

“A fórmula de cálculo destas indemnizações varia muito de país para país”, disse outra fonte patronal ao i. “Há situações onde se contabiliza tudo o que o trabalhador ganha, outras onde se conta apenas o vencimento base e as diuturnidades. Por isso não faz sentido comparar-se apenas dias. O documento apresentado pelo governo está tecnicamente correcto mas defende apenas um único ponto de vista”.

Pese o facto de o ministério da Economia afirmar que 10% das medidas do acordo já foram concretizadas, 60% estão em curso e 30% por iniciar, o descontentamento é crescente entre todos os parceiros. Os custos de contexto não diminuíram – a electricidade e os combustíveis subiram – as medidas para financiar a economia tardam e a taxa alimentar vai ser mais uma machadada para o comércio.

Tudo factores que prometem aumentar a romaria dos descontentes a São Bento. E criar mais dores de cabeça ao Presidente da República, que já terá acalmar a UGT para que não quebre o acordo.


* Este governo, que por ser maioria, tinha todas as condições para governar bem anda nitidamente aos papéis. Ele são lapsos entre primeiro e finanças, eles são fala baratos, justiça e segurança social, ele é a receita a diminuir e a despesa a subir. 
Os produtores de riqueza, vulgo trabalhadores, andam descontentes, os sorvedouros da mesma, vulgo patrões, reclamam por mais vampiragem.
Vamos ter de  aguentar até acabar a legislatura!

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