segunda-feira, 16 de abril de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Helena e Gilda, duas solteironas, são donas de uma farmácia... 
Entra um homem e pede uma "camisinha".

Helena atende e traz a "camisinha":
- É pequena - reclama o freguês.

E Helena traz uma maior:
- Ainda é pequena...

E Helena pega a maior do stock.
- Desculpe, mas tem de ser maior...

Helena grita pr'á Gilda que está no armazém da farmácia:
- Ó Giiiilda!!! Está aqui um homem que precisa de uma "camisinha" maior que a XXL!!! O que é que nós temos para lhe oferecer?

- Casa, comida, roupa lavada e sociedade na  farmácia!!!


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EXISTEM VOZES EM 



QUE NUNCA DEVÍAMOS 




TER CONFIADO



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DIA MUNDIAL 
DA VOZ








 CUIDE DELA
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DIA MUNDIAL 
DA VOZ











 PROTEJA-A, NÃO GRITE

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DIA MUNDIAL DA VOZ





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GEORGE CARLIN

RELIGIÃO E AS SUAS

FABULOSAS IDEIAS







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ALMORRÓIDA "YÁ TÁ"


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Mulher coloca anúncio à procura de homem que a engravidou em concerto 


Uma mulher colocou um anúncio na Internet no qual procura o homem que a engravidou num concerto de música. A amante de heavy metal publicou o anúncio na secção de perdidos e achados da página Craiglist, no qual se descreve a si mesma e ao pai da criança gerada numa casa de banho, durante o concerto da banda Motorhead: «Eu - cabelo azul, top prateado, botas de motoqueiro pretas até o joelho. Tu – cabelo pintado de vermelho e piercings na boca.» O jornal Daily Swarm noticia que os anónimos se envolveram fisicamente numa casa de banho do Aragon Ballroom, na cidade americana de Chicago. A mulher não se poupou nas descrições do ato para melhorar as hipóteses de encontrar o pai da criança: «Eu esfreguei-me em ti na pista de dança. Acabámos por ir para a casa de banho e fizemos sexo. Foste tão bom que tiveste que me tapar a boca para eu não fazer tanto barulho.» Para concluir o inusitado anúncio, escreveu: «Bem, estou grávida. É teu.»



 IN "A BOLA" 
16/04/12

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Universidades portuguesas 
dão formação de "baixa qualidade"

Miguel Soares, o investigador principal do Instituto Gulbenkian de Ciência em Portugal, considera que as universidades portuguesas prestam uma formação de baixo nível de qualidade aos alunos.

O investigador, doutorado na Bélgica e antigo leitor na universidade de Harvard, nos Estados Unidos, fez estas declarações, no sábado, num painel do fórum da Sociedade Luso-Americana dos Pós-graduados (PAPS, na sigla inglesa), que decorreu na Universidade de Toronto, no Canadá.

Subordinado ao tema "O renascer português: uma década de crescimento científico e cultural", o 13.º fórum da PAPS, que junta alunos de pós-graduações universitárias e profissionais lusos no continente norte-americano, contou com as presenças do Embaixador de Portugal no Canadá, Pedro Moitinho de Almeida e do cônsul português em Toronto, Júlio Vilela.

Na abertura do encontro, o diplomata exortou a comunidade portuguesa a prosseguir os estudos e a melhorar as qualificações profissionais, apontando que "a realização deste fórum é um exemplo de que os portugueses podem fazer pós-graduações nas melhores universidades e trabalhar nas melhores multinacionais".

Instado pela agência Lusa a explicitar o alerta que proferiu durante a sua intervenção, Miguel Soares vincou que, após a revolução de 1974, "Portugal conseguiu a massificação da educação, mas o nível de qualidade que existe nas escolas é baixo. As pessoas saídas das universidades não têm competitividade. Não há excelência. Não admira a elevada taxa de desemprego junto da população jovem".

O responsável acrescentou que "para existir formação de alto nível há que mudar as universidades. E isso faz-se desde logo trazendo os melhores professores do mundo para formar as melhores pessoas do mundo".

O investigador notou, por outro lado, que continua a verificar-se a fraca ligação entre os pólos científicos e a indústria, o que faz com que exista uma maior dependência do financiamento do Estado, para além de limitar a aplicação de inovações científicas junto das empresas.

Outro dos oradores presentes na sessão sobre "Inovação", Cláudio Junkel, diretor do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC) da Universidade do Portugal, frisou que "a excelência custa muito dinheiro", e revelou que, apesar da grave crise financeira vivida em Portugal, a sua instituição decidiu este ano não cortar o investimento para a investigação.

Tiago Forjaz, fundador da Fundação Talento, em Portugal, um dos convidados a falar sobre empreendorismo, referiu à Lusa o seu empenho em "promover o talento dos portugueses em todo o mundo e em todas as áreas de atividade".

Apoiada numa rede social 'The Star Tracker', com 35 mil membros em 250 cidades em todo o mundo, esta fundação - ainda em fase de formalização legal - mantém a parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian no projeto "Ideias de origem portuguesa", lançado em 2010.

"É notório que na última década a tecnologia ajudou a transformar a capacidade de partilhar os conhecimentos através das redes digitais", observou Forjaz.

Porém, indicou, "continua a ser desejável uma maior ligação entre a investigação e a indústria. Aliás, devido à crise, as universidades não terão grandes opções que não sejam abrirem-se às empresas", concluiu.

Durante este encontro foi anunciado o vencedor do prémio PAPS-LBC Leadership de 2011, o qual foi atribuído a Pedro Reis, atualmente professor assistente no MIT - Massachusetts Institute of Technology, de entre outros quatro nomeados.

Foi a primeira vez que o fórum da PAPS se organizou no Canadá, tendo nas edições anteriores decorrido em cidades dos Estados Unidos.

"A maior parte dos membros da PAPS está nos EUA porque é um reflexo dos programas de intercâmbio com as universidades americanas. No Canadá temos 14 núcleos de portugueses em várias cidades. Essa é uma razão porque escolhemos a organização no Canadá, para darmos uma maior visibilidade", disse à Lusa Ricardo Vidal, presidente executivo da associação.

Este encontro da PAPS teve os apoios da TAP Portugal, Caixa Geral de Depósitos, Banco Espírito Santo, Able Translations Able Transports, Mass Dartmouth e LBC Leadership.


* A verdade dói.


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12 -  HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

7.As Fronteiras do Espaço





Primeira parte do Episódio As Fronteiras do Espaço da série A História da Matemática, em que Marcus du Sautoy, doutor em Matemática pela Universidade de Oxford, nos leva em uma viagem pela história dessa disciplina fundamental. Sem a Matemática teria sido inviável o desenvolvimento da física, química ou astronomia. Basicamente todos os campos do conhecimento dependem de estatísticas, geometria ou cálculo, por mais básicos que sejam. Marcus nos mostra como a Matemática fez parte do princípio da intelectualidade nas antigas civilizações.
Assuntos abordados neste trecho: Piero de La Francesca; renascimento; matemática e arte; perspectiva; geometria; Descartes; Álgebra, Geometria e Álgebra; Equação da circunferência; parábola; teoremas de Fermat; números primos; Newton; matemática do movimento; Leibniz; calculadoras binárias; número binário; labirinto; Bernoulli.


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Avaliação de Cavaco 
cai de 13,1 para 6 valores

Quando reeleito em Janeiro de 2011, Chefe do Estado tinha nota positiva dos portugueses. Agora, tira negativa

O episódio das reformas de Cavaco Silva foi marcante: desde Janeiro, e em apenas três meses, a avaliação da actuação do Presidente caiu quatro valores, para terrenos negativos. Se a comparação for com o mês de Janeiro de 2011, em que foi reeleito para novo mandato de cinco anos em Belém, Cavaco Silva passa de 13,1 valores para 6. Uma nota muito baixa e que mostra que, aos olhos dos inquiridos, o Chefe do Estado tem vindo a piorar a sua actuação ao longo do seu segundo mandato.

Os 600 entrevistados pelo Barómetro Eleitoral de Abril de 2012, realizado pela Aximage para o Negócios e o Correio da Manhã, mostram ainda estar descontentes com a actuação de Cavaco no último mês. Para a maioria dos inquiridos (60,7%), o Presidente da República tem actuado mal nos últimos 30 dias. Dois em cada dez (20,2%) consideram que Cavaco Silva tem tido uma boa actuação, enquanto que, para 10,9% das respostas, a actuação tem sido "assim-assim".

Analisando os últimos 16 meses, desde que Cavaco foi reeleito, o Presidente conseguiu manter uma nota média a rondar os 12 valores até Julho do ano passado (quando o novo Governo tomou posse). A partir desse mês, foi sempre a descer. Em Janeiro deste ano (10,3 valores), o presidente até estava a recuperar da queda continuada até Dezembro (9,6). Porém, o episódio das reformas estragou esta recuperação: em Fevereiro, a nota já era de apenas 6,4.

O barómetro também revela que o PS foi o partido que mais desceu nas intenções de voto, caindo quase quatro pontos percentuais para 27,8%. Já o CDS subiu de 6,5% para 8,7%.



* Cavaquices...

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MULHER E MÍDIA





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REIS CAMPOS

PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS INDUSTRIAIS DA

. CONSTRUÇÃO CIVIL E OBRAS PÚBLICAS DO NORTE

 

«Estado entrega a quem quer

 90 por cento das obras"

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«O recurso excessivo a esta forma de adjudicação não garante a transparência no setor, nem salvaguarda o interesse público»

 

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS" - 16/04/12

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INDIFERENÇA







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HOJE NO
"DESTAK"

Religião
Menos católicos e mais protestantes
 e Testemunhas de Jeová

Há cada vez menos católicos em Portugal e cada vez mais protestantes/evangélicos e Testemunhas de Jeová, revela um estudo do Centro de Estudos de Religiões e Culturas da Universidade Católica Portuguesa.

"Pode observar-se um decréscimo relativo da população que se declara católica e um incremento da percentagem relativa às outras posições de pertença religiosa, com um particular destaque para o universo protestante (incluindo os evangélicos)", refere o relatório interpretativo do "Inquérito 2011" que compara dados de 1999 com um outro inquérito realizado no final do ano passado.

O estudo, que pretende perceber como é que os portugueses se situam perante o fenómeno religioso, revela que, nos últimos onze anos, os católicos diminuiram 7,4 por cento (%), passando de 86,9% da população para 79,5%.



* A Igreja Católica falhou nas estratégias de marketing!!!


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MARGARIDA REBELO PINTO

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Viver para amar

Durante a juventude vivemos para amar. E, depois, amamos para viver. É o amor que nos mantém frescos e fortes, capazes de enfrentar todas as outras forças.

Mas esse amor deve começar em nós próprios, antes e acima de tudo, para que o resto funcione.

O amor-próprio, valor nunca suficientemente estimado, é uma das chaves para a felicidade, enquanto conceito de plenitude serena: não estou a referir-me a picos de delírio e de prazer, com os quais confundimos a verdadeira felicidade. Refiro-me a essa sensação de bem-estar com o que somos e de harmonia com os outros, resultado de uma paz conquistada com esforço e consciência. Para outros, a felicidade pode ser e será outra coisa, mas para mim está muito próximo disto.

O nosso bem-estar interior pode parecer-nos invisível, mas é sentido por quem nos rodeia; se cultivarmos a simpatia, a alegria e a capacidade de agradar, torna-se muito mais fácil sermos desejados, festejados e glorificados. Tal e qual como semear: quem semeia nabos não pode esperar que dali cresçam morangos.

As mulheres, que passam grande parte do tempo útil a pensar no sexo oposto, analisando os respectivos comportamentos, valorizam um homem que goste de agradar. Sempre foi assim, e a razão porque tal prática vem caindo em desuso tem mais a ver com a rapidez com que os padrões habituais de comportamento mudaram em relação ao que é esperado de um homem e de uma mulher do que com a natureza masculina.

Não conheço nenhum homem que não encontre felicidade no acto de cortejar, que não se sinta orgulhoso em proteger e ajudar uma mulher quando está apaixonado e que não retire da sua capacidade de agradar uma profunda e profícua satisfação. O que agora se passa é que os homens nem sempre sabem o que nos agrada. Nós mudámos depressa, mas não mudámos em tudo, e eles não são obrigados a perceber as nossas mudanças subtis e tantas vezes imprevisíveis.

Na Natureza, o pavão exibe a sua cauda para cortejar a fêmea. Nos códigos de corte entre os humanos, já nenhuma mulher espera que o homem empunhe os seus troféus de caça. E há mulheres para quem os sinais exteriores de riqueza ou de poder, quando exibidos com o propósito explícito de impressionar, podem criar anticorpos. No meu caso, desenvolvi na adolescência uma alergia profunda ao macho que se apresenta com o binómio Porsche-charuto, porque desde cedo percebi que os homens que enriquecem perdem a proporção da confiança em que a fortuna se gera, e têm tendência a desenvolver comportamentos egoístas e egocêntricos. E quando um homem fica cheio de si, rapidamente passa a actuar como um eucalipto, secando tudo à volta.

Existe uma diferença entre agradar e seduzir, bem como inúmeras formas de levar a cabo uma e outra. O segredo reside em saber como fazer ambas as coisas de forma a que uma mulher vá derretendo aos poucos, até ao momento em que se deixa ir. É claro que o nível de auto-estima dela também é importante: só confiamos nos outros quando confiamos em nós próprios.

O amor-próprio constitui uma das bases da felicidade pessoal e ajuda a gerar amor pelo próximo. Por isso é tão importante.



IN "SOL"
09/04/12

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HOJE NO
"i"

Produtores de ovos em risco. 
Portugal pode passar 
de exportador a importador

O preço no consumidor, que está num dos níveis mais altos de sempre, poderá aumentar ainda mais 10% a 15%

As empresas produtoras de ovos vão ter de abater perto de 3 milhões de galinhas em Julho porque não cumprem uma directiva comunitária que obriga à existência de gaiolas melhoradas, um investimento estimado em 75 milhões de euros. Por causa disso, Portugal passará de exportador a importador.

A directiva não é nova e está em vigor desde Janeiro deste ano, mas como muitos países estavam longe de conseguir cumpri-la, o Parlamento Europeu optou em Janeiro por um “acordo de cavalheiros”, segundo o qual os 13 países em incumprimento teriam mais seis meses para fazer a transição.

Actualmente, Portugal produz 102% dos ovos de que necessita e é exportador, sobretudo para a Alemanha, Inglaterra, França e também Espanha, quer para consumo directo, quer para a indústria. A partir de Agosto, poderá ter de passar a importar 50% das suas necessidades.

Alguns contratos de compra já estão celebrados com países terceiros que não têm condições mínimas comparáveis às que existem em Portugal, o que alguns produtores consideram estranho, tendo em conta as condições exigidas aos produtores da União Europeia.

No final de Janeiro, a Comissão Europeia abriu um processo de infracção contra 13 Estados-membros, incluindo Portugal, pelo atraso na aplicação da legislação sobre as gaiolas das galinhas poedeiras, que deveria estar em vigor desde dia 1.

A proibição de gaiolas “não melhoradas” foi adoptada em 1999 , dando aos Estados-membros perto de 12 anos para assegurar uma transição harmoniosa para o novo sistema e aplicar a directiva. No entanto, e até agora, Bélgica, Bulgária, Grécia, Espanha, França, Itália, Chipre, Letónia, Hungria, Países Baixos, Polónia, Portugal e Roménia não alcançaram as metas definidas.

Os que cumpriram, sentem-se lesados e falam em concorrência desleal. Afinal, foram 12 anos de transição e tiveram de fazer investimentos avultados.

A directiva em causa estabelece que todas as galinhas poedeiras sejam mantidas em “gaiolas melhoradas”, com mais espaço para fazer ninho, esgravatar e empoleirar-se. Nos termos da directiva, só podem ser utilizadas gaiolas que prevejam, para cada galinha, pelo menos 750 cm² de superfície da gaiola, um ninho, uma cama, poleiros e dispositivos adequados para desgastar as garras, que permitam às galinhas satisfazer as suas necessidades.

O secretário-geral da ANAPO – Associação Nacional dos Avicultores Produtores de Ovos, Paulo Mota, disse ao jornal i que não será possível cumprir a norma exigida pela União Europeia em tempo útil.

Dos actuais cerca de 110 produtores de ovos em gaiolas - existem ainda os produtores em modo biológico, solo e ar livre, que não estão abrangidos por esta norma -, apenas 40 terão conseguido fazer a conversão de parte das suas explorações, representando perto de 2,8 milhões de galinhas, de um total estimado de 6,5 milhões. Até ao final de Julho, a nova data limite acordada, “ainda se deverá conseguir qualquer coisa mais, perto dos três milhões”. Depois deste período, a reconversão poderá continuar a ser feita e Paulo Mota prevê que no final deste ano haja 4,5 milhões de galinhas poedeiras a viver de acordo com as condições regulamentas.

Na última sexta-feira, durante uma reunião que manteve com a associação de produtores, a DGAV - Direcção Geral de Alimentação e Veterinária explicou aos produtores que todas as galinhas poedeiras que estejam a produzir fora das condições estipuladas terão de ser mortas.

Além de Portugal, também Espanha, França, Itália e Polónia não deverão cumprir as metas estabelecidas.

O eurodeputado Luís Capoulas Santos explicou ao i que “os países nórdicos têm estado pressionadíssimos pela questão dos direitos dos animais, com a qual concordo”, e lembra que os produtores tiveram um período de 12 anos para fazer a transição. No entanto, o ex-ministro da Agricultura do PS concorda que não se devem extremar posições e, até devido às dificuldades financeiras que o país enfrenta, “podia ser concedida uma moratória de alguns meses e o governo deveria considerar prioritários os investimentos nesta área”.

A produção nacional de ovos em gaiola representa um volume de facturação anual de 160 milhões de euros, de acordo com dados da ANAPO. Portugal tem sido exportador de ovos, e vende para fora do país cerca de 10% daquilo que produz. Apenas no Natal importa uma pequena quantidade de Espanha.

Aproximadamente 25% da produção nacional destina-se à indústria de ovo produtos. Este ano, verificou-se escassez de ovos no mercado nacional, o que levou os preços no consumidor a subir perto de 60%, atingindo níveis “demasiado elevados, por contraste com o ano passado, em que o preço era muito baixo”, afirmou Paulo Mota, acrescentando que o preço ainda poderá subir 10% a 15%”.


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1- Desde a entrada para a ex-CEE nos idos de 80 que temos recebido milhões de contos em subsídios para a agricultura e pecuária, alguns deles mesmo a "Fundo mais que Perdido".
2- Os governos portugueses, os produtores e demais agentes do sector "cagaram" perdoem o termo, para cumprirem uma lei de 1999 e agora gritam "ó tio, ó tio",  ora bolas para não dizer outra coisa pior.

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D – CONSTRUÍNDO UM IMPÉRIO


 3.OS PERSAS









.M
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HOJE NO
"A BOLA"

O bom exemplo do Chelsea 
 Desrespeito dos adeptos vai ser punido

Antes do início do Chelsea-Tottenham, para as meias-finais da Taça de Inglaterra, cumpriu-se um minuto de silêncio para recordar a memória das 96 vítimas de Hillsbrough, tragédia ocorrida a 15 de abril de 1989, durante o Liverpool-Notthingam Forest.

Porém, estranhamente, alguns adeptos dos blues não respeitaram o momento. Assobios, gritos, barulho... tudo serviu para afastar as atenções do que realmente era importante. De tal forma que o árbitro Martin Atkinson suspendeu a homenagem quando ainda faltavam alguns segundos para cumprir o minuto acordado.

O jogo entre o Chelsea e o Tottenham prosseguiu, os adeptos da formação treinada por Di Matteo até tiveram cinco motivos para festejar (5-1), contudo, no final do encontro, e analisados os factos ocorridos no início da partida, a Administração do emblema londrino condenou abertamente o comportamento dos seus simpatizantes, atitude que viria a ser aplaudida pela Federação e restantes clubes britânicos.

«O Chelsea está extremamente desapontado pelo fato de uma minoria de adeptos ter envergonhado o clube, não honrando o momento de silêncio. O Chelsea acredita que todos os momentos de respeito devem ser honrados e quisemos mostrar total consideração pelos que, há 23 anos, sofreram com a tragédia de Hillsborough. O clube vai ajudar a Federação a identificar os responsáveis por estes atos e, se for provado que foram sócios ou adeptos com bilhetes de época, então estamos dispostos a tomar medidas drásticas contra eles», lia-se no comunicado.

As imagens de vigilância serão fundamentais nesta investigação e é certo que a administração dos blues não vai deixar morrer este assunto enquanto não forem encontrados os responsáveis.

O que foi a tragédia de Hillsbrough
A 15 de abril de 1989, no Estádio de Hillsborough, em Sheffield, Inglaterra, 96 adeptos foram esmagados contra as grades daquele recinto, decorria o encontro entre Liverpool e Notthingam, para as meias finais da Taça.

Depois de apurada investigação, concluiu-se que a superlotação do estádio (havia adeptos sem bilhete no interior do recinto) e o mau estado de conservação foram os motivos para tamanha tragédia.

Antes do início da partida, muitos milhares de pessoas concentraram-se nas imediações de Hillsborough forçando a entrada. A polícia, receando um esmagamento em massa no exterior do recinto, abriu duas portas e um túnel, pelos quais romperam os adeptos, ansiosos para assistir à partida. Evitaram-se várias mortes no exterior, foi impossível fazer o mesmo nas bancadas. E até hoje recorda-se, com tristeza, um dos episódios mais negros da história do futebol inglês.

Ainda que tenham passado mais de 20 anos, a dor e pesar ainda estão bem presentes. E é por isso que o Chelsea não vai perdoar a irresponsabilidade dos seus adeptos. Um exemplo aplaudido por todos os clubes ingleses.


* À atenção dos dirigentes desportivos portugueses!!!


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GENIOSINHOS





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Vinho 


é cultura


CULTURA É LIBERDADE





REGIÃO 
 DA BAIRRADA

A Bairrada situa-se entre dois importantes centros urbanos e universitários, que são Coimbra e Aveiro, respectivamente a sul e a norte daquela região vitícola, o primeiro com grandes tradições, designadamente por ter sido a primeira capital do País e onde se encontram sepultados os dois primeiros Reis de Portugal (no Convento de Sª Cruz).
A volta da Bairrada e num raio máximo de 50 km, existem muitos e variados atributos turísticos que podem e devem ser combinados com a degustação dos seus típicos vinhos e a gastronomia local, realizando na prática o Enoturismo.
Assim, tomando como referência o concelho de Anadia, que tem vindo a afirmar-se como a capital do vinho na região, com o seu Museu do Vinho e restante complexo vitivinícola (Comissão, Estação e Escola Profissional), encontram-se para poente as praias da Costa Nova, de Mira e da Figueira da Foz, e para nascente as montanhas do Caramulo e do Buçaco.

Uma miríade de valores históricos e culturais merece referência nas cidades mais importantes. É o caso da secular Universidade de Coimbra com a sua resplandecente Biblioteca do século XVII, da Sé Velha, dos Museus de Santa Clara-a-Velha e Machado de Castro ou ainda das ruínas romanas de Conímbriga.

A maior parte das explorações vinícolas são de pequena dimensão. A área ocupada pelas vinhas (maioritariamente em solos argilo-calcáricos ou arenosos) não ultrapassa os 10000 hectares.

A produção de vinho na região é sustentada por cooperativas, pequenas e médias empresas e pequenos produtores. Os pequenos produtores comercializam os chamados “vinhos de quinta” que se tornaram muito importantes na região nos últimos anos.

Foi no século XIX que a Bairrada se transformou numa região produtora de vinhos de qualidade, apesar da produção de vinho existir desde o século X. O cientista António Augusto de Aguiar estudou os sistemas de produção de vinhos e definiu as fronteiras da região em 1867. Vinte anos mais tarde, em 1887, fundou-se a Escola Prática de Viticultura da Bairrada destinada a promover os vinhos da região e melhorar as técnicas de cultivo e produção de vinho. O primeiro resultado prático da escola foi a criação de vinho espumante em 1890.

HISTÓRIA

A Bairrada já terá sido afinal no passado uma terra de passagem e de conquistas, de lutas entre cristãos e árabes, aquando da formação de Portugal e numa altura em que a capital do reino era Coimbra. Marco na história da região é ainda o combate contra os exércitos invasores de Napoleão, na serra do Bussaco.
MEALHADA POSTAL ANTIGO

Reflexo de todas as convulsões históricas, mas também factor de desenvolvimento económico na região é a actividade vitivinícola da Bairrada. Reza a história que já no século XI, os viajantes vinham a estas paragens para degustarem as iguarias gastronómicas e báquicas. Mas a existência de vinhedos na Bairrada remonta a origens mais longínquas.
É no século XII que D. Afonso Henriques autoriza a plantação de vinhas na região, a troco de uma parte do vinho produzido. Seis séculos depois, uma ordem do Marquês de Pombal determina o arranque de uma parte da vinha. Terá sido ainda no século XVIII, já no reinado de D. Maria I, que é autorizado novamente o plantio de cepas, permitindo o repovoamento na região.
Quanto à origem da designação Bairrada, os eruditos entendem que está relacionada com as características do solo da região, onde o barro é um elemento predominante.
ÁGUEDA

Capítulo mais recente na história vitivinícola da Bairrada é o do reconhecimento legal da Região demarcada da Bairrada, em 1979. Viria a ser alterado em 1991. Para além dos vinhos tinto e branco "Bairrada" passam a ser reconhecidos o rosé e o espumante natural "Bairrada."
 É de 1998 o decreto-lei que vem alargar a denominação de origem às aguardentes bagaceiras produzidas na região e actualizar o regulamento da Denominação de Origem Controlada (DOC) da região. O termo "Bairrada" pode ser hoje aplicado a vinhos brancos, rosados, tintos, espumantes e aguardentes bagaceiras, produzidos na respectiva área delimitada.
Cabe à CVB - Comissão Vitivinícola da Bairrada fazer a certificação da DOC Bairrada. Entre as várias regras estipuladas, o documento determina que estes vinhos devem "provir de vinhas com pelo menos quatro anos de enxertia".
Também o método tecnológico a utilizar nos vinhos espumantes Bairrada vem definido no diploma, com a opção pelo "método de fermentação clássica em garrafa."
FERMENTAÇÃO

No que diz respeito aos métodos de vinificação para os vinhos brancos e rosados abrangidos por este decreto-lei, deverá ser utilizado o "método de ‘bica aberta' por prensagem directa das uvas ou massas desengaçadas ou maceração pelicular."
O documento regula ainda que no caso dos vinhos tintos seja usado o "método de maceração clássica, ou seja, contacto prolongado do mosto com as partes sólidas durante a fase inicial da fermentação, ou método de maceração carbónica longa, ou seja, contacto das uvas inteiras com dióxido de carbono em recipiente fechado, seguido de extracção do mosto e fermentação em fase líquida."
Para os vinhos base usados no espumante devem ser usados os métodos indicados para os vinhos brancos, rosados e tintos.
Já as aguardentes bagaceiras terão de ser "destiladas em caldeiras tradicionais, a partir de bagaços fermentados frescos de uvas tintas, não ensilados, com eliminação das ‘cabeças' e ‘caudas' de destilação."
Os mostos destinados à elaboração dos vinhos devem possuir um título alcoométrico volúmico natural mínimo de 10% vol., para vinhos espumantes e 11% vol., nos vinhos brancos, tintos e rosados.
O título alcoométrico volúmico mínimo das aguardentes bagaceiras está fixado nos 40% vol., contendo um teor de metanol máximo de 400 g/hl de álcool absoluto.


Uma portaria mais recente, de Abril de 2000, vem estabelecer os períodos mínimos de estágio para os vinhos com direito à denominação de origem "Bairrada." Se no caso dos vinhos tintos, brancos e rosados não existe qualquer período de estágio (podendo ser engarrafados e comercializados a partir da data de abertura da respectiva campanha vinícola), já os espumantes carecem de um período mínimo de nove meses de permanência nas instalações após a data do engarrafamento para poderem ser comercializados.

DIAGNÓSTICO

É visível um mal estar ou crise na Região da Bairrada no sector vitivinícola – que não será muito diferente da conjuntura nacional, porventura com maior gravidade ou com maior visibilidade. Admitimos que à crise económica conjuntural, o estado actual da viticultura Bairradina seja um factor cumulativo desta crise.

Em todo o caso, o que nos parece mais preocupante é o facto de há 5 anos a Região, através da sua Comissão Vitivinícola, ter realizado um evento tendo como principal objectivo diagnosticar a Região e apontar caminhos rumo ao futuro, para o qual foram convidados especialistas quer da área vitícola, quer enológica e onde a comunidade regional – agentes económicos, técnicos,… participou vivamente e dela saíram documentos escritos que testemunham e apontam caminhos.

No que se refere à viticultura, nós próprios, de parceria com credenciado especialista na área – François Murisier, para além das comunicações orais (que a CVB passou a escrito e publicou) estudamos e elaboramos um texto (Potencialidades vitivinícolas da Bairrada), que a CVB também publicou. O que nos parece preocupante é o facto de 5 anos volvidos, no essencial este documento está actual! neste sentido com algumas notas, anexamos a este escrito o referido texto que consideramos parte integrante do actual diagnóstico.

Questionamo-nos: o que se passou tecnicamente na Bairrada neste 5 anos ? - Não há tecnologia vitícola ? - Não há divulgação do conhecimento ? (publicações,…..) ? Sem prejuízo dalguma resposta afirmativa a tais questões, cremos que a principal causa da crise vitícola da Bairrada assenta num profundo défice de comunicação, de formação, de confiança e de auto-estima. Nos tempos que correm ninguém se pode fechar sobre si próprio.

A não confiança recíproca, a débil produção de conhecimento e a escassez de sinergias, fragilizaram todas e cada uma das partes, fragilizando essencialmente a Região. A criação de alguns campos “exploratórios” de experimentação e divulgação – “observatórios” poderão ser muito úteis, sobretudo se os respectivos agentes económicos estiverem efectivamente empenhados – e temos até à data indicadores seguros de que de facto o estão! Mas estes “campos” só por si pouco farão avançar se os próprios Organismos Regionais não os sentirem “seus campos”, seus instrumentos de apoio.

A formação deverá em primeiro lugar dirigir-se aos agentes já envolvidos neste “observatórios” e terá de ser orientada aos “pontos fracos” ou estrangulamentos da Região. Se assim for e as forças do sinergismo superarem os estrangulamentos, bloqueios ou não comunicação, então a Região da Bairrada poderá e deverá dar um salto em frente – que urge e necessita!


SOLOS
Solos argilo-calcários de origem jurássica e triássica. Solos arenosos oriundos do Pilo-Plistocénico e solos de aluvião.

Os solos mais adequados à vinha, são os típicos “barros”, solos argilosos com maior ou menor teor de calcário, que criam as melhores uvas para vinhos de superior qualidade.

Cruzada por uma rede de pequenos rios, o Cértima, o Levira que é afluente do anterior, o Águeda, o Boco e o Varziela, a região engloba uma série de terrenos variados que vão do Triássico ao Plio-plistocénico, passando pelos Jurássico inferior, médio e Arenitos.

Temperatura

Nesta região, de notável influência marítima, chama a atenção a grande amplitude térmica (diferença de temperatura entre o dia e a noite) na época do amadurecimento das uvas, chegando a impressionantes 20o C, o que sem dúvida alguma contribui para manter a acidez das frutas, dando grande frescor aos vinhos que delas resultam.

Aqui o solo é argilo-calcário, em proporções variáveis de região para região, com uma boa quantidade de limo, um solo solto e poroso, de cor acinzentada.

Clima
Clima temperado e marcado por uma forte influência do Oceano Atlântico.
Os Invernos são frescos, longos e chuvosos.

INSOLAÇÃO


PLUVIOSIDADE

 Os Verões são quentes, embora sejam suavizados pela presença de ventos de Oeste e de Noroeste, mais frequentes nas regiões junto ao mar.

CASTAS

Definidas no regulamento da Denominação de Origem Controlada da Bairrada aparecem as castas a partir das quais devem ser produzidos os néctares da região. As recomendadas para a produção de vinhos tintos e rosados são Alfrocheiro Preto , Baga , Bastardo , Camarate (Castelão Nacional) , Jaen , Touriga Nacional , Trincadeira Preta e Rufete (Tinta Pinheira) .
No conjunto, ou separadamente, devem representar um mínimo de 85% do encepamento, sendo que a casta Baga não deverá aqui representar menos de 50%. É ainda autorizada a Água Santa .

Nos vinhos brancos são recomendadas a Arinto , Bical , Cerceal Branco , Fernão Pires (Maria Gomes) e Rabo de Ovelha . No conjunto, ou separadamente, devem representar um mínimo de 85% do encepamento. É também permitida Chardonnay .
Já nos vinhos base para espumantes a legislação recomenda o uso de Arinto , Baga , Bical , Cerceal Branco , Fernão Pires (Maria Gomes) e Rabo de Ovelha , no conjunto ou separadamente, com um mínimo de encepamento de 85%. São também recomendadas a Alfrocheiro Preto , Bastardo , Camarate (Castelão Nacional) , Jaen , Rufete (Tinta Pinheira) , Touriga Nacional e Trincadeira Preta. São autorizadas ainda a Água Santa e Chardonnay
A fechar a lista de castas recomendadas, no caso das aguardentes bagaceiras, aparecem as autorizadas na laboração dos vinhos tintos e rosados.

Rota do Vinho da Bairrada
Região de terras planas e férteis e de clima suave influenciado pela proximidade do oceano Atlântico, a Bairrada estende-se desde as faldas das serras do Caramulo e do Buçaco até às areias e dunas do litoral. De grandes e remotas tradições na cultura da vinha, a Bairrada é terra de muitos e bons vinhos, feitos com castas de alta qualidade, como são os casos da Baga, nos vinhos tintos, e da Bical, nos brancos. Mas a região tem outros argumentos fortes.



Alberga a mais carismática universidade portuguesa, a de Coimbra, e, em Aveiro, um dos pólos universitários que estão a ajudar Portugal a afirmar-se na área das novas tecnologias. Núcleos urbanos de grande carácter, como Coimbra ou Aveiro, praias como a Costa Nova, Mira ou Figueira da Foz, as termas do Luso e da Curia, as ruínas romanas de Conimbriga ou o luxuoso Palace Hotel do Buçaco, onde se podem degustar alguns extraordinários vinhos da região, são pretextos mais do que suficientes para justificar uma visita. E passar pela Bairrada sem provar o seu famoso leitão assado, com grande concentração de oferta na zona da Mealhada, é o mesmo que ir a Roma e não ver o Papa…



- VINI PORTUGAL
- INFOVINI
- COMISSÃO VITIVINICOLA DA BAIRRADA
- bw.c


NR: Existe uma mais recente denominação para o território vitivinicola que atravessa o país  desde o litoral bairradino até à fronteira com Espanha e que é agora denominada Região das Beiras. Decidimos seguir neste caso a designação  anterior tal como fizemos para Dão e Lafões para melhor se entender a variedade e riqueza das nossas vinhas. Provávelmente entender-se-á a Bairrada com uma sub-região na nova nomenclatura.
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CLARA FERREIRA ALVES

JORNALISTA

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"O meu país é comandado por gente sem memória e sem história, uma raça de criados que não se importam de o ser desde que tenham um pequeno poder"


IN"EXPRESSO"



HOJE NO
"PÚBLICO"

Isenções nas antigas Scut 
acabam a 30 de Junho

As isenções nas antigas Scut acabam a 30 de Junho nas regiões com um índice de poder de compra acima de 80% da média do PIB per capita nacional.

A informação foi confirmada hoje à Agência Lusa por fonte da Estradas de Portugal, com base na resolução do Conselho de Ministros de 22 de Setembro de 2010, que instituiu a aplicação de portagens nas Scut.
“A partir de 1 de Julho de 2012, a aplicação do regime de discriminação positiva manter-se-á apenas nas ex-Scut que sirvam regiões mais desfavorecidas, tendo em conta o índice de disparidade do Produto Interno Bruto (PIB) per capita regional, nomeadamente nas regiões que registem menos de 80% da média do PIB per capita nacional”, explicou a fonte.

Em Dezembro de 2011, segundo dados oficiais, estavam em vigor 336.460 isenções para circulação na A28, A29, A41 e A42 (na região Norte), A22 (Algarve) e A23, A24 e A25 (Centro). Em Março último, o ministro da Economia e do Emprego admitiu que o Governo está a estudar o impacto das portagens introduzidas nas antigas Scut e que em Junho irá reavaliar a situação. “É sabido que o Governo está a estudar os impactos nas diversas regiões e, até ao final de Junho, irá reavaliar, em todo o país, esta questão”, afirmou Álvaro Santos Pereira.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) referentes a 2009, apenas Lisboa, a Região Autónoma da Madeira e o Algarve ultrapassaram a média do PIB nacional, com índices, respectivamente, de 138, 131 e 108 (índice 100 corresponde à média nacional). Já por exemplo a região da Serra da Estrela apresentava, segundo o mesmo documento, um índice de 52,6, o Tâmega de 55,4 e a Península de Setúbal 72,4.

Em todo o país existem actualmente sete concessões que antes estavam abrangidas pelo regime Sem Custos para o Utilizador (Scut). Segundo a Estradas de Portugal, as populações e empresas locais com residência ou sede na área de influência destas auto-estradas que passaram a ser portajadas beneficiaram até agora de um sistema misto de isenções e de descontos nas taxas. “Contempla a isenção do pagamento de taxas de portagem nas primeiras dez viagens mensais efectuadas na respetiva auto-estrada e no desconto de 15 por cento no valor das taxas de portagem nas restantes viagens”, explicou a fonte.

Neste processo eram consideradas como “populações e empresas locais a abranger pelo regime de discriminação positiva” aquelas com residência ou sede na área de influência da Scut. Nas áreas metropolitanas com maior densidade de oferta de infra-estruturas, casos das Scut Norte Litoral, Grande Porto e Costa de Prata, a área de influência corresponde aos concelhos em que uma qualquer parte do seu território “fique a menos de dez quilómetros da via”.

Já fora das áreas metropolitanas - correspondente às Scut Interior Norte, Beiras Litoral e Alta, Beira Interior e Algarve, portajadas apenas em Dezembro de 2011 - integram este regime os concelhos inseridos numa nomenclatura de unidade territorial (NUT) III em que uma qualquer parte do território “fique a menos de 20 quilómetros da via”.


* Vale mais sustentar os burros a pão-de-ló....


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