domingo, 8 de abril de 2012

UMA (DES) GRAÇA PARA O FIM DO DIA




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O Lenhador e a raposa




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HEIDEGGER

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2.HUMANO, DEMASIADO HUMANO





Carregado por  em 03/04/2010
Sequência da famosa série da BBC - Human, All Too Human - sobre filosofia. Este programa enfoca os aspectos biográficos do filósofo alemão Martin Heidegger: seu caso amoroso com Hannah Arendt, seu envolvimento com o Nazismo, e sua reabilitação como eminente filósofo depois da Segunda Grande Guerra.

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4.CHERNOBYL 


O DESASTRE






Na madrugada do dia 26 de abril de 1986, um dos reatores da usina nuclear de Chernobyl explodiu. Um inferno de chamas coloridas alcançou quase 1000 metros de altura nos céus da Ucrânia. Este documentário acompanha a luta contra o tempo que milhares de soviéticos jamais poderão esquecer. Durante os oito meses que se seguiram à explosão da central nuclear, 800 mil jovens soldados, mineiros, bombeiros e civis de todas as regiões da antiga União Soviética, trabalharam sem descanso na tentativa de diminuir os efeitos da radioatividade, e com isso tentar salvar o mundo de outra provável tragédia.Os efeitos dessa explosão haviam sido cem vezes superiores aos provocados pela bomba de Hiroshima e mais de 200 mil pessoas tiveram que ser evacuadas de seus locais de origem.O pior acidente nuclear da História, produziu uma chuva radioativa que pôde ser detectada desde a antiga União Soviética, passando pela Europa Oriental, Escandinávia, Inglaterra e atingindo até a costa leste dos Estados Unidos.


NR: O Homem não trata bem o planeta, pensou-se que depois de Chernobyl houvesse mais cuidado com a Mãe Terra, mas exactamente há um ano Fukushima revelou que o Homem continuará a ser selváticamente predador até à sua extinção, porque a Terra sobreviverá!
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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

Turistas fazem fila, a pé, 
na autoestrada A22
Os turistas estrangeiros, que querem atravessar Portugal, têm de sair dos carros para pagar as portagens. Empresários do sector prometem "fazer barulho", começando por levar os protestos ao Presidente da República.

A imagem aqui reproduzida é da manhã de sexta-feira. Os problemas na cobrança de portagens nas autoestradas portuguesas resultam em filas, a pé, no lugar dos automóveis. Os promotores e empresários do sector do turismo estão revoltados e prometem fazer ouvir os seus protestos, apurou o Expresso.

"É tão caricato e terceiro mundista que contado ninguém acredita". É desta forma que o presidente da Associação de Hotelaria de Portugal começa por reagir às questões colocadas pelo Expresso.
"Eu até aceito que se ponham portagens nas autoestradas, isso não está em questão, afirma Miguel Júdice, mas "este sistema inteligente que não tem o portageiro, nem que seja uma máquina automática, é péssimo e não funciona. Estão as pessoas à chuva, ao frio, em filas intermináveis para pagar numa única máquina".

O empresário salienta a importância e o "forte impacto" do turismo de proximidade em Portugal, nomeadamente no Algarve, considerando que se está "a dar tiros nos pés de uma forma absurda" com esta questão das portagens.

"Isto não é orientação para o cliente. O nosso cliente é o turista. Nós temos que ter mais turistas e satisfazê-los. A primeira coisa que lhes oferecemos quando põem o pé na fronteira é tratá-los mal. É fazer com que eles voltem para trás, que não queiram vir", lamenta.

"Deviam incentivar a vinda de turistas, nomeadamente os que vêm de carro e que são muitos. O espanhol é o nosso maior mercado", explica o também presidente do Grupo Lágrimas.

Para Miguel Júdice, "o Algarve tem de se insurgir de alguma forma" e revela ao Expresso que pretende levar a revolta popular inicada na Internet a um outro patamar: ao Presidente da República na "segunda-feira, senão mesmo este fim-de-semana", bem como a outros membros do Governo.

"Vamos começar a fazer barulho - garante - pois há um impacto real e isto não é brincadeira: os economistas dizem que a solução é exportar mais, ora os turistas são uma exportação. Cada vez que um espanhol vem cá dormir num hotel, vai a um restaurante, compra um souvenir, paga um táxi, estamos a conseguir divisas, a injetar dinheiro."
"Isto só pode ser de gente que quer matar o turismo"

A foto que não fora tirada até agora, embora se começasse a falar nestas filas de espanhóis, sobretudo, começou por aparecer hoje à hora de almoço no Facebook. Uma das pessoas responsáveis pela sua divulgação, Ruben Obadia - diretor do Publituris, jornal ligado ao turismo -, adiantou ao Expresso que, segundo depoimentos recolhidos por si, as filas teriam "mais de cem pessoas", mas a chuva obrigou muitas a "dar meia volta e ir embora", já que não existem quaisquer abrigos.

O jornalista lembrou tratar-se de "uma situação recorrente". "Sendo a Páscoa a altura privilegiada para os espanhóis virem para o Algarve, isto só vem agravar mais a situação ao nível do turismo e da hotelaria" na região, frisa Ruben Obadia, que diz ter falado com algumas pessoas da restauração em Lagos, no Algarve, que lhe referiram que "está um deserto e parece uma cidade fantasma".

"Quando compararem os números das estatísticas das entradas da Páscoa deste ano com as do ano passado, vão dizer que a culpa é da crise. Isto é uma idiotice, uma imbecilidade, de um país anormal. Isto só pode ser de gente que quer matar o turismo. E depois ainda metem esta alarvidade que é este sistema único em toda a Europa. Não há nenhum sítio onde se paguem as portagens desta forma", acrescentou.

Na Via do Infante, autoestrada que liga o Algarve de ponta a ponta, existe apenas um ponto de pagamento de portagens à entrada de Portugal de quem vem de Espanha.

O pagamento de portagens na Via do Infante, assim como nas autoestradas A23 (Beira Interior), A24 (Interior Norte) e A25 (Beiras Litoral e Alta), só pode ser efectuado por meio eletrónico. Os turistas que queiram circular nestas vias de comunicação têm de alugar um dispositivo temporário, mediante o depósito de uma caução, ou pagar 20 euros por um "passe" para três dias. 



* Idotices, coelhices e vitorices...

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EVA GASPAR




Levem-nos mais soberania

O PS virou um saco de gatos. O PSD só não estará virado do avesso porque está disciplinado pelo exercício do poder. A causa mais próxima é um Tratado europeu que lamentavelmente nos tira menos soberania do que devia.

À excepção da Alemanha, poucos países europeus têm melhor alternativa à integração europeia. Se Alemanha fica mais forte rodeada dos outros, os outros ficam mais fracos sem ela. Com o novo Tratado Orçamental, a Alemanha renova o seu compromisso europeu e com o euro, mas à sua maneira.

A rigor, o novo Tratado Orçamental nada traz fundamentalmente de novo face ao velho Pacto de Estabilidade (da parte do pai, Helmut Kohl ) e de Crescimento (da parte do padrasto, Jacques Chirac) que pouco de ambos trouxe à Europa nesta última década. O que faz é clarificar o que se entende por equilíbrio orçamental (através de um conceito, o défice estrutural, que ainda vai fazer correr muita tinta, mas isso é outra conversa) e que 60% do PIB é o limite aceitável de endividamento numa economia com pretensão de andar pelo seu pé.

A grande novidade é que impõe que ambos sejam inscritos na "pedra", preferencialmente nas Constituições de cada país e não mais apenas em regulamentações europeias, como princípios basilares de uma gestão prudente de finanças públicas, compagináveis com um euro que se quer para lá desta geração de gentes e de políticos que ainda acredita que o melhor que pode deixar para a descendência é cruzar destinos.

Nessa medida, é um Tratado que se quer à prova de coligações eurocépticas. Nessa medida ainda, é um Tratado necessário quando se vê que poucos (a começar pela Alemanha) o cumpriram quando estava escrito a lápis e pôde ser apagado num telefonema de Gerhard Schröder para Bruxelas. Hoje Angela Merkel não o poderia fazer. Não porque de Bruxelas não lhe atendessem o telefone com até maior solicitude, mas porque teria o seu Tribunal Constitucional, ali ao lado, à perna.

É por isso um Tratado consequente com opções e erros do passado. E moldado pelas exigências do presente. É um Tratado "para mercados verem", sim. Que ajudará à devolução da parcela de soberania que, no caso de Portugal, está agora tomada pela troika, e é isso que sossega alemães – se os mercados não acreditarem na nossa capacidade de gerar riqueza e ressarcir empréstimos, não serão outros a levarem-nos ao colo por muito mais tempo.

Possivelmente daqui a uma semana, o Parlamento aprovará o Tratado porque bastarão os votos dos partidos do Governo. Com um ruído de fundo ensurdecedor para António José Seguro e esclarecedor sobre o que preocupa alguns dos nossos políticos.

Quem quer o euro, quem quer uma espécie de Estados Unidos da Europa, com solidariedade financeira à séria, que impeça a transformação das "periferias" em mero reservatório de mão-de-obra barata (e qualificada) da Europa do Norte, devia ter andado a gritar que nos levassem mais soberania. A orçamental já devia ter ido, logo atrás da monetária. Este Tratado é fundamentalmente mau porque não basta.



IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
04/04/12

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ESTE MÊS NO
"BLTZ"

Ana Malhoa posa seminua 
para a Hot Magazine
Oops, ela fê-lo outra vez! Três anos depois de se ter despido para a versão portuguesa da revista Playboy, a cantora de Caliente está de volta às produções ousadas.

Ana Malhoa voltou a posar de forma ousada para uma revista, três anos depois de se despir para a entretanto extinta versão portuguesa da revista Playboy.
 A cantora é a grande protagonista da capa de abril da Hot Magazine , que celebra um ano de existência. As fotografias foram captadas numa praia da República Dominicana, segundo o Jornal de Notícias.

A escolha da cantora de Caliente é justificada ao JN pelo diretor da publicação, Pedro Melim, da seguinte forma: "Sobretudo porque ela tem uma personalidade muito forte e um corpo escultural e definido. 
 Além disso, a Ana Malhoa é um sex symbol para a geração dos 30/40 anos que acompanhava o seu programa de TV".
Além da sessão fotográfica, Ana Malhoa gravou na referida praia da República Dominicana o teledisco do novo single "Colesterol de Amor".





* Quem disse que a voz é tudo para esta "cantante", alguém se impora que ela cante? Achamos que o título da canção devia ser "Amor gorduroso".


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ESTA SEMANA NO
"A BOLA"

Espanhóis proibidos de soltar gases
 em público
Os habitantes da cidade espanhola de La Toba 
estão proibidos de soltar gases em público.

A inusitada medida é apenas uma das várias implementadas pelo edil local, Julián Atienza, com o intuito de promover o civismo e a boa educação.

As regras promovidas pela autarquia obrigam ainda a população a tapar a boca com a mão antes de espirrar e tossir, bem como a proíbição de cuspir para o chão em público.

Rapidamente alvo de fortes críticas, Atienza apressou-se a esclarecer que a portaria foi aprovada e implementada, mas que esta não prevê sanções para quem não cumprir as regras, escreve diário espanhol El Mundo.

Para Julián Atienza o principal objetivo das medidas é «promover a boa educação» dos munícipes.


* Eis as soluções feminina e masculina...








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ALENTEJO 


visto por outros 


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ESTE MÊS NA
"SABER VIVER"

Sítios onde se vive nas calmas
Este é o lema de 137 cittàslow, cidades 
que fazem a apologia do respeito
 pela tradição, gastronomia e ambiente

«Andamos à procura de cidades onde os homens continuem curiosos sobre o passado, ricas em teatros, praças, cafés, workshops, restaurantes e locais espirituais, cidades com paisagens preservadas e artesãos fascinantes, onde as pessoas continuem atentas ao ritmo lento das estações do ano, marcados por produtos genuínos e respectivos sabores, costumes saudáveis e espontâneos». Estas palavras foram o ponto de partida para a criação do Movimento Cittàslow.

Um movimento que faz apologia da qualidade de vida e do fim do ritmo desenfreado que caracteriza a sociedade actual. Tudo começou em 1999 com apenas quatro cidades italianas e, hoje, já são 137 em 20 países diferentes, entre os quais Portugal, com as cidades algarvias de Lagos, São Brás de Alportel, Silves e Tavira a fazerem as honras da casa. Outras cidades que fazem parte deste movimento são Sferihisar (Turquia), Sonoma (Estados Unidos da América), Orvieto (Itália) e Katoomba (Austrália).

A necessidade de abrandar o ritmo
Saber viver é uma arte e é isso mesmo que as Cittàslow apregoam, transportando os princípios do movimento Slow Food para o quotidiano de várias pequenas cidades, onde abrandar é o ponto de partida para uma vida melhor e mais saudável.

Para fazer parte deste grupo as cidades têm de obedecer a algumas regras, tal como nos diz Pier Giorgio Oliveti, Director do Movimento Internacional CittàSlow, que tem uma visão muito própria do que (não) devem ser estas cidades. «Não devem ultrapassar os 50 mil habitantes, têm de valorizar os valores do território e promover as novas tecnologias para um desenvolvimento sustentado, sem esquecer as grandes experiências do passado, os saberes e os sabores que nos ofereceram os antepassados», refere.

Viver devagar é viver melhor. Para Pier Giorgio Oliveti, viver numa cittàslow, «é ser feliz». Mas a isso temos de somar as diferenças locais, a biodiversidade dos lugares, da natureza e da cultura local, como afirma o entrevistado. «Uma coisa é viver em Wando na Coreia do Sul, outra é estar em Orvieto, em Itália, ou em Sonoma na Califórnia, ou mesmo em Silves, em Portugal. Cada cidade interpreta o mesmo conceito de lentidão através de um fio condutor comum muito robusto e coerente», sublinha.

O futuro
Uma cidade considerada slow é uma cidade que dá ao cidadão a oportunidade de ter «um futuro de qualidade. Em contrapartida, esse cidadão tem apenas de aprender a viver sem ter tudo de forma rápida e efémera.

Viver numa cittàslow significa basear a vida económica e social na paz, em vez de se centrar no egoísmo do consumismo. Significa investir no presente e no futuro, poupando os solos, a água e o ar e protegendo o saber tradicional», esclarece o director do movimento internacional. As pessoas estão no centro de tudo isto, daí que estas cidades preconizem igualmente a inclusão e a responsabilidade sociais e estimulem o convívio e a solidariedade.

Até os próprios turistas são convidados a entrar na comunidade. «Queremos que vivam a nossa terra e os nossos costumes, nada que se pareça com as viagens dos pacotes tudo incluído em que as pessoas são elas próprias transportadas como se fossem bagagens de um lado para o outro. As cittàslow têm alma e, por isso, aconselho todos os leitores a iniciarem uma tour pelas nossas cidades, mas como viajantes, não como passageiros». Essa visita começa agora, conheça quatro dessas cidades, todas elas em continentes distintos.

Texto: Rita Caetano com Pier Giorgio Oliveti (director do movimento internacional CittàSlow)

* Não há dinheiro para estes luxos mas a ideia é inteligente, actualmente os turistas são tratados como bagagem ambulante.


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ESTA SEMANA NO
"i"

Mais de 2700 pessoas já foram 
declaradas insolventes este ano

Só no primeiro trimestre deste ano o tribunal decretou a insolvência de 2753 pessoas singulares. Os dados, fornecidos pelo Instituto Informador Comercial, mostram que este valor representa um aumento de 153% face ao mesmo período do ano passado, visto que nos três primeiros meses de 2011 foram declarados insolventes 1149 indivíduos. As regiões onde mais pessoas entraram em falência no início deste ano foram o Porto, com 794 declarações de insolvência, seguido de Lisboa e Braga, com um total de 491 e 253 casos respectivamente.

Quando o valor total dos montantes em dívida excede o valor dos rendimentos e dos bens patrimoniais, a declaração de insolvência poderá constituir uma solução viável.

O advogado Rui Simões, da Sérvulo e Associados, em declarações ao i, enumerou algumas vantagens de recorrer ao processo de insolvência. A pessoa insolvente passa a poder concentrar “num único processo a gestão de todas as dívidas (em vez de uma acção executiva e consequentes penhoras para cada uma das dívidas)”, podendo beneficiar ainda da “possibilidade de, no final do mesmo processo, obter exoneração de todas as dívidas (com excepção de dívidas fiscais)”. Rui Simões acrescenta que esta situação poderá ser conveniente para as pessoas em situação de multiendividamento (com dívidas a vários credores). “Se a pessoa tiver muitas dívidas diferentes, poderá ficar para o resto da vida com penhoras sobre o salário, por exemplo. A insolvência permite, em cinco anos, pagar a parte das dívidas que for possível pagar e, no final de tal período, recomeçar uma vida nova (nos EUA chama--se a este processo um “fresh start”).”

O processo de insolvência inicia-se com um plano de pagamentos para um período de cinco anos, no qual o devedor fica com o dever de descontar uma parte do seu rendimento para pagar as suas dívidas às instituições de crédito. O montante que a pessoa declarada insolvente é obrigada a descontar todos os meses tem de ser entregue a um fiduciário que fica encarregue de o distribuir pelos credores. O devedor fica ainda com o dever de exercer uma profissão remunerada e de não a abandonar sem motivo legítimo, bem como de informar o tribunal e o fiduciário de qualquer mudança de domicílio ou condições de emprego.

Caso o insolvente se encontre desempregado, fica obrigado a procurar activamente emprego e a não recusar nenhuma oferta para a qual esteja apto. Findo este período, e caso o devedor cumpra todas as obrigações, o juiz poderá conceder a exoneração do passivo restante. Isto é, fica desobrigado de pagar as dívidas que ficaram em falta, beneficiando da possibilidade de iniciar uma vida nova.



* É o folar de Vitor Gaspar.


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PEDRO ALVES

Interpreta John Key





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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"

China
 Adolescente vende rim 
para comprar iPhone

As autoridades chinesas indiciaram cinco pessoas no centro da China por envolvimento no tráfico ilegal de órgãos humanos, depois de um adolescente ter vendido um rim para comprar um iPhone e iPad, informou a agência Xinhua

A agência chinesa indicou que os procuradores da cidade de Chenzhou acusaram os suspeitos pela organização da operação de remoção e transplante de um rim de um estudante de 17 anos.

Entre os acusados está um cirurgião, um empreiteiro de um hospital local, e corretores que procuravam doadores online e alugaram uma sala de cirurgia para realizar a operação.

Segundo a Xinhua, cerca de 1,5 milhões de pessoas na China precisam de transplantes, mas apenas cerca de 10 mil transplantes são realizados anualmente, contribuindo para o aumento do tráfico ilegal de órgãos.

* Esta é verdadeira face da China onde o governo é incapaz de resolver os verdadeiros problemas sociais, ao invés tem dinheiro para comprar EDP's e REN's por esse mundo fora e para fazer crescer uma sociedade de consumistas. Para exercer a ditadura sobre 1,3 mil milhões de pessoas basta 10% de chineses "engajados" com o governo.


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ESTA SEMANA NO
"RECORD"

Londres'2012
 CO preocupado com protestos

O Comité Olímpico da Grã Bretanha assumiu este domingo o receio de que os eventos de Londres'2012 possam ser alvo de protestos que interfiram com o seu normal desenrolar, prometendo todas as medidas possíveis para o evitar.

"Não é provável que haja uma campanha bem orquestrada através do twitter ou de sítios na Internet. É mais provável que seja alguém similar ao idiota que sábado causou grandes transtornos (na secular regata de remo entre as universidades de Cambridge e Oxford)", disse Colin Moyhihan.

O dirigente referia-se ao indivíduo que surgiu na água do Rio Tamisa e com isso interrompeu a 158.ª edição da tradicional regata de remo, iludindo as medidas de segurança -- protestava contra o "elitismo e privilégio" e acabou detido pelas autoridades.

"É por isso que todas as medidas de segurança precisam ser postas em prática, de forma a minimizar as possibilidades disto se repetir. Nunca se pode remover por completo a ameaça, mas podemos fazer todos os possíveis para proteger os interesses dos atletas", vincou.

A menos de quatro meses de Londres receber os Jogos Olímpicos, o incidente recuperou as preocupações quanto à segurança dos competidores em eventos onde o público vai acompanhar as provas muito de perto, como acontecerá no remo, canoagem, natação em águas abertas, maratona e ciclismo de estrada.

As autoridades estão a tentar precaver "todos os cenários imagináveis", sendo que "as medidas de segurança tanto da polícia como das operações de segurança, em torno de todos os locais e atletas, estão a ser revistas diariamente".

Em Atenas'2004, o brasileiro Vanderlei de Lima liderava a prova da maratona quando foi abalroado por um padre irlandês, acabando o atleta por ser prejudicado e terminado apenas em terceiro, num dos mais mediáticos atropelos ao espírito olímpico.

"A menos que todos os eventos sejam higienizados, removendo todo o público, a ameaça de protestos nunca será removida", concluiu Moyhihan.


* E em Inglaterra vão estar de certeza muitos idiotas, à espera que os holofotes da comunicação social apontem para eles.

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LAGOS


 ARGENTINOS















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ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

Menina apanha pedófilo 
com câmara de consola

Britânica de dez anos foi assediada duas vezes pelo sujeito. Da segunda vez, conseguiu fotografá-lo com a Nintendo

Uma menina conseguiu que um pedófilo de 46 anos fosse detido pelas autoridades, através da câmara da sua Nintendo. A britânica captou imagens do homem a assediá-la, considerada prova irrefutável pela polícia, noticia o Daily Mail.

A britânica já tinha sido alvo de assédio pelo mesmo homem, quando tinha nove anos, mas não conseguiu provar as acusações, nem mesmo à mãe. Então, um ano mais tarde, resolveu usar a câmara da consola quando o homem lhe voltou a tentar tocar.

O pedófilo, que confessou a atração que sente por jovens no início da adolescência, foi condenado a três anos e meio de prisão. O homem foi também proibido de se aproximar de menores de 16 anos durante a próxima década.

As autoridades elogiaram a capacidade de reação rápida da menina e a sua coragem de reportar de imediato o incidente à polícia.


* Pais porugueses estejam atentos a este exemplo.

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ESTA SEMANA NO
"VIDA ECONÓMICA"

Fileira têxtil lamenta
Empresas exportadoras 
não estão a ser reembolsadas do IVA

As empresas associadas da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), sobretudo de cariz exportador, estão a queixar-se de atrasos nos reembolsos do IVA. O atraso médio é de mais de um mês, face aos limites que a lei prescreve para os reembolsos. A justificação dada tem a ver com problemas de tesouraria do Estado.

"Os atrasos nos reembolsos em algumas empresas - dependendo da sua dimensão e volume exportado - atingem já algumas centenas de milhar de euros, o que está a determinar graves problemas de tesouraria e a comprometer seriamente a dinâmica exportadora, pois sem fundo de maneio não é possível abrir cartas de crédito para as matérias-primas e menos ainda fazer descontar remessas de exportação junto das entidades bancárias que cada vez se apresentam menos colaborantes, restringindo o crédito e agravando os spreads ao limite da sustentabilidade", adianta Paulo Vaz, diretor-geral da ATP.
A associação tem apelado ao Ministério da Economia para exercer a sua influência junto do Governo, em especial do Ministério das Finanças, "de modo a que a situação seja rapidamente normalizada, sob pena de com a continuidade e a extensão deste problema estarmos a comprometer o único motor da economia que ainda vai mostrando capacidade de reagir e que é o setor exportador". Refere ainda Paulo Vaz: "Se os meios são escassos e há que fazer escolhas, parece evidente que as empresas exportadoras terão de ser aquelas que deverão ser discriminadas positivamente e não o inverso, as que estão injusta e perigosamente a ser penalizadas".

CCP apresenta estudo

A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) concluiu a primeira fase do projeto "O setor dos serviços e a competitividade da Economia", cujas primeiras reflexões e resultados vão ser apresentados dia 10 de abril, no Seminário que a Confederação promove em Lisboa com empresas do setor dos serviços e que contará também com a presença do ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira.
A CCP, em articulação com as associações do setor e com um conjunto de empresas de serviços, revelará neste estudo um conjunto de novas oportunidades para Portugal se tornar numa plataforma de referência na prestação de serviços a uma escala global, bem como algumas propostas para apoio à internacionalização dos serviços.
As conclusões versarão sobre a importância dos setores de serviços na internacionalização da economia portuguesa, os fatores de competitividade em que pode assentar essa dinâmica e as alterações nas políticas públicas e na atuação do setor financeiro que mais contribuiriam para expandir a presença destes setores nos mercados externos.
O projeto é coordenado pelo economista José Manuel Félix Ribeiro.


* O Estado tem de dar o exemplo, pague a horas para os contribuintes também o fazerem.

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EISRIESENWELT


a maior gruta de gelo do mundo 













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ESTA SEMANA NO
"A CABRA"

FCTUC desenvolve seringa a laser

A seringa a laser é uma alternativa a agulhas ou a injeções no uso de alguns medicamentos e cosméticos, que espera apenas por certificação e novo design.Share Submit Story to Digg Icon_twitter

A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) desenvolveu uma seringa desprovida de agulhas ou de dor. A tecnologia desenvolvida pela “LaserLeap” utiliza o laser e ondas de pressão para administrar cosméticos ou medicamentos através da pele. Os investigadores do departamento de química apresentam esta tecnologia como “algo absolutamente não evasivo, indolor e reversível”.

De acordo com o diretor executivo da ‘startup’ “LaserLeap”, Carlos Serpa, o “passo inventivo nesta tecnologia foi desenvolver o material que absorve a luz do laser e a converte numa onda de pressão”. Simplificando é um “conversor de luz em pressão”. É essa onda que interage com a pele, com a camada córnea. A onda de pressão afasta essas células, muito compactas entre si, por alguns momentos, “para a passagem do medicamento ou cosméticos”, explica o investigador. Após a utilização da seringa laser, “as células vão juntar-se outra vez”e retomam “a sua função protetora”, aponta Carlos Serpa.

“Se quisermos tomar um analgésico que tenha efeito local, que não tenha efeito sistémico, usamos cremes que têm dificuldades em passar a pele”, exemplifica o docente, que descreve o “LaserLeap” como uma “ajuda” na eficácia destes produtos. O mesmo fala com cautela sobre algumas aplicações da seringa: “alguns medicamentos para o tratamento de cancro podem ter vantagens em passar pela pele”, contudo, “o método tradicional é o comprimido”.

A base de comercialização desta tecnologia inclui o laser, um cabo de fibra óptica e um pequeno aplicador descartável, que assenta no modelo de negócio da “lâmina de barbear”, designação atribuída por um membro do júri da sociedade internacional de óptica e fotónica. Isto é, continuar a vender a peça descartável depois de comprar o kit inicial.

Na conferência que reuniu 20 mil especialistas da área da fotónica, em São Francisco, nos Estados Unidos da América, realizou-se uma pequena prova de três minutos de apresentação de tecnologias desenvolvidas nas universidades com possibilidade de negócio. O “Laserleap” convenceu os presentes e venceu o desafio proposto. Carlos Serpa destaca a importância do evento no reforço à viabilidade do projeto, e pelos “contactos interessantes” que estabeleceram, dado que “a sociedade americana é mais dinâmica que a portuguesa”.
O projeto “LaserLeap” começou em 2008/2009 e já atingiu uma “fase madura”, possuindo uma patente desde abril de 2011. Era “uma tecnologia que podia sair dos laboratórios da universidade”, com interesse comercial, afirma o investigador da FCTUC.

No prazo de um ano, a ‘startup’ da UC pretende obter certificação junto das autoridades reguladoras e tornar o design mais atraente, mais próximo de um protótipo industrial. “Seria lógico termos um instrumento que é segmentado do ponto de vista do mercado, que serve só para um cosmético, mas não segmentado em termos geográficos”, defende Carlos Serpa, otimista em relação às negociações que decorrem com fabricantes de outros países, embora seja muito cedo para saber se haverá investimento para a produção: “são passos que não dependem inteiramente de nós”, finaliza.


* Esta é uma notícia de Março mas a sua importância levou a que a editássemos agora. Viva a ciência portuguesa.

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ESTA SEMANA NO
"SOL"

IMI aumenta até 40% 
nas casas mais antigas

A notificação que José Alberto (nome falso) recebeu da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), no início deste ano, provocou um susto no contribuinte de Alcobaça. A pequena loja de 85 metros quadrados que tem na Benedita, na zona Oeste do país, foi avaliada em 848.346 euros pelos serviços de Finanças, para efeitos do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).

Se não tivesse reclamado, passaria a pagar 5.938 euros por ano. Indignado, fez logo um pedido de reavaliação, o estabelecimento passou a valer 25 mil euros e o imposto a pagar é agora inferior a 200 euros. «Quando fui às Finanças, o funcionário comentou que era um caso escandaloso», explicou ao SOL.

O caso de José Alberto é extremo e facilmente detectável pelo contribuinte, mas há situações menos óbvias de sobreavaliação de imóveis, no processo que a AT está a conduzir, a nível nacional. Por acordo com a troika, serão avaliadas 5,2 milhões de casas até Dezembro, com o objectivo de aumentar as receitas de IMI.

Contudo, a forma como está a ser conduzido o processo provoca «receio» no bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), Domingues de Azevedo. «Muitas pessoas não estão a reagir, porque recebem os papéis da avaliação em conjunto com o IMI que vão ter de pagar em Abril. Como os valores deste ano e os do ano passado são semelhantes, não reclamam. Mas não sabem que o que estão a pagar em 2012 é o imposto com a matriz predial de Dezembro de 2011, sem a nova avaliação», explica.

De acordo com o responsável, os contribuintes vão continuar «sem notar muito» nas subidas em 2013 e 2014, já que estará em vigor uma cláusula de salvaguarda, que impede subidas demasiado abruptas (ver ao lado). «O problema vai ocorrer em 2015, porque deixa de existir essa cláusula. Os contribuintes vão ter de pagar tudo e ponto final», antecipa.

Com base nos imóveis avaliados que já conhece, o bastonário da OTOC estima que a reforma no IMI conduza a aumentos médios de 35% a 40% do imposto a pagar, devido ao aumento do valor patrimonial das habitações.

Esta semana, o presidente da Associação Lisbonense de Proprietários, Menezes Leitão, manifestou também «preocupação» com as avaliações. Um dos casos apontados é um imóvel em Lisboa cujo IMI aumentou 700%. Os contribuintes podem pedir a segunda avaliação, mas essa solicitação custa, pelo menos, 204 euros, motivo pelo qual pediu para que a segunda avaliação seja gratuita.

Casas do pós-guerra são as mais problemáticas

Domingues de Azevedo antecipa que os maiores erros ocorram em zonas rurais e em prédios antigos. Isto porque em muitas casas antigas não há diferenciação na matriz entre as áreas privativas (que pagam mais imposto, como os quartos) e as dependentes (que têm uma taxa menor, como as garagens). «As pessoas faziam alterações nas casas tradicionalmente. Agora toda a casa vai pagar como se fosse tudo área privativa», explica, acrescentando que «a grande ‘machadada’ vai ocorrer nos prédios do pós-segunda guerra mundial, quando o dinamismo económico em Portugal e na Europa levou a um maior volume de construção».

Por outro lado, nos imóveis das décadas de 50 a 70 há uma desactualização de elementos descritivos dos imóveis, quer nas Finanças quer câmaras municipais. «Há uma probabilidade muito séria de estarmos a atribuir valores fantasmas a realidades objectivas».

Mas nem todos os casos de avaliação vão gerar mais imposto. Isto porque, apesar da subida do valor dos imóveis, as taxas máximas de imposto aplicáveis descem (de 0,7% para 0,5%). Ou seja, nas casas em que o valor antes da avaliação já está perto do preço real, haverá tendência para um desagravamento fiscal.


* O contribuinte tem de estar muito atento senão é mesmo assaltado.

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CIDADE DA PRAIA
CABO VERDE


Praia é a capital e maior cidade de Cabo Verde. Esta cidade é também um dos maiores centros culturais, económicos e turísticos do arquipélago. Embora não se compare a uma metrópole ocidental, o cosmopolitismo de Praia consegue ainda atrair turistas de vários cantos do mundo

Entenda
O centro da cidade fica num planalto, ou Plateau com vista para a baía a sudeste. O aeroporto fica a alguns quilómetros nordeste. Alguns quilómetros a sul do centro fica a área da Prainha, com duas belas praias e mais algumas opções de alojamento.

Tem um porto comercial, por onde é exportado café, cana de açúcar e frutas tropicais. Possui igualmente uma importante indústria pesqueira e alguns hotéis turísticos.



História
Fundada em 1615, foi inicialmente utilizada como porto clandestino. Em 1770 passou a ser a capital do país, substituindo a Ribeira Grande. Em 1858, com a elevação do estatuto de vila para cidade, Praia ficou definitivamente a capital de Cabo Verde, concentrando as funções de centro político, religioso e económico.

Inicialmente, os portugueses só consideravam a zona do planalto como parte da cidade, logo esta era a única área da cidade digna de ser urbanizada e aí se concentravam todos os serviços. Foi só depois da independência que se aceitou a realidade que a cidade da Praia já englobava também todos os bairros circundantes. A população da cidade aumentou drasticamente após a independência, e em trinta anos quadruplicou a sua população.

Chegar

De avião
Praia tem um aeroporto internacional (RAI). A companhia aérea nacional de Cabo Verde, TACV, [1] e a TAP realizam voos para vários destinos. O aeroporto recebe voos internacionais procedentes da Europa (Amesterdão, Lisboa, Munique, Paris), da América do Sul (Fortaleza), da América do Norte (Boston) e de África (Dakar, Banjul, Ilhas Canárias), além dos voos domésticos.
Um voo de São Vicente ou Sal até à cidade dura 45 minutos. Um voo desde Boa Vista dura só meia-hora.
Táxis desde o aeroporto de Praia custa cerca de 500 escudos. Após as 18:00h custa cerca de 1000 escudos.

De barco
Alguns cargueiros podem aceitar passageiros e existem serviços regulares entre as ilhas de Santiago (onde se situa Praia), Fogo e Brava; no entanto, estes usam-se principalmente para transporte de mercadorias e são inconsistentes. Uma viagem por mar entre a pequena ilha de Brava e a Cidade da Praia dura cerca de doze horas.

De carro
Para passeios pela Ilha de Santiago, a partir de Praia, o aluguer de carro é disponível e as estradas apresentam boas condições. Um carro simples custa, para aluguer por 24 horas, cerca de 45 euros. A loja CVRent, (situa-se na Prainha; tel.: (238) 2611112) providencia um bom serviço.

Circule
A cidade tem um serviço de autocarros, mas, a melhor maneira de se deslocar é nos táxis sempre disponíveis e em boas condições. De táxi desde o Plateau à Prainha, custa 150 escudos, pouco mais que 1 euro.
Uma boa maneira de visitar a cidade e a ilha é de bicicleta, mas poucos lugares alugam bicicleta; considere trazer uma sua.

Aluguer de Carros
Os carros custam cerca de CVE4500 por dia, incluindo taxa e seguro, com os primeiros 100 km grátis (CVE0.10 por quilómetro após os 100 km). Com o crescimento do turismo, mais lojas internacionais de aluguer de carro abrem loja. Veja no aeroporto quando chegar.



Veja
Antiga Câmara Municipal - Com uma torre central quadrada e em estilo classicista.
Igreja de Nossa Senhora da Graça ou Catedral de Praia - Foi construída em 1902 em estilo classicista.
Palácio Presidencial - Foi construído no fim do século XIX para ser a residência do governador português. Actualmente é a residência oficial do presidente de Cabo Verde.
Palácio da Assembleia - Aqui fica sediada a Assembleia Nacional de Cabo Verde
Museu Etnográfico - Situado numa casa histórica no centro antigo da cidade, que pretende exibir a memória do povo cabo-verdiano, através da mostra de objectos antigos, que fazem, ou já fizeram, parte do quotidiano, tais como panelas, potes, fogareiros, moringos (bilhas de água), etc.

Miradouros
Cruz do Papa - É uma grande cruz, com uma bela vista sobre a praia de Quebra Canela.
Miradouro Diogo Gomes - Um monumento ao descobridor do arquipélago, com vista sobre o Ilhéu de Santa Maria.

Eventos
Cabo Verde é um povo festivo, e como tal existem várias festas na cidade. A mais importante é o Carnaval, com semelhanças ao brasileiro, além dos bailes, os cortejos de rua com máscaras, formados espontaneamente pelo povo, são o ponto alto da festa.

Para além do Carnaval existem também festas religiosas. Normalmente começam com a celebração de uma missa ou uma procissão realizada em honra de um santo, mas a música e a dança não tardam a surgir.

Actividades
Aprenda a surfar ou a fazer esqui-aquático. Cabo Verde tem algumas das melhores ondas do mundo, e alguns hotéis oferecem lições destas modalidades.
Praias - Algumas praias na cidade: a praia de Quebra Canela (Uma bela praia, frequentemente usada tantos pelos nativos como pelos turistas. Muitas pessoas aproveitam o horário de almoço para fazer exercício e nadar na praia); praia da Prainha; praia da Gamboa; praia Negra.

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