sexta-feira, 6 de abril de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Alcaide




Percy Fernandez



de Santa Cruz de la Sierra na Bolívia




Apalpou em público a nalguita da vereadora 
Desirée Bravo que manifestou algum incómodo.
Uma boçalidade


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ESTE MÊS NA
"CARAS"

Flores comestíveis: 
Aprender, comprar e comer!

O uso de flores na cozinha já não se limita à decoração ou ao tempero. Saiba como usar estes novos e aromáticos ingredientes e siga as tendências da cozinha moderna.

Para ter a primavera no seu prato e “imitar” verdadeiras iguarias da cozinha contemporânea, experimente usar ingredientes como rosas, calêndulas ou amores-perfeitos. Mas precaução porque nem todas as flores são comestíveis! É preciso conhecê-las bem e comprá-las nos sítios certos.

Esqueça as papoilas, os lírios ou os malmequeres. Essas não se podem comer e é até perigoso para saúde fazê-lo por terem componentes tóxicos para o corpo humano. Esqueça também as flores “ de cheirar”, “de decorar” e “para oferecer” que se compram em floristas, por serem adubadas com produtos químicos não consumíveis. O melhor é adquirir flores que foram criadas como produtos alimentares, em mercados, feiras ou na zona dos frescos no supermercado.

Aromatizar o azeite ou vinagre com amores-perfeitos. Fazer cubos de gelo com pétalas de rosa. Colorir o arroz com dentes-de-leão. Ou servir uma salada com gerânios. A imaginação é o limite! Mas, para o sucesso ser garantindo, e para conhecer bem quais as flores que pode comer, experimente fazer um workshop sobre o tema!

Saiba quais os cursos que vão decorrer em Lisboa e no Porto em escape.pt e surpreenda os seus convidados!


* Criatividade é o que dá prazer à vida

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MODA MASCULINA

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Dolce & Gabbana Man - MIFW Spring/Summer 2011/2012





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ALMORRÓIDA ANGOLOSTIADA



Estudo revela que 40%
 .dos angolanos tem anemia
Quase um terço das crianças sofre de malnutrição crónica

Um estudo desenvolvido em Angola por investigadores lusófonos e publicado esta sexta-feira na revista PLoS one conclui que mais de 40 por cento da população estudada tem anemia e quase um terço das crianças sofre de malnutrição crónica, noticia a agência Lusa.

«No global, os níveis [de anemia] encontrados foram significativos e preocupantes. [O resultado] deverá ser olhado com mais atenção para que sejam pensadas estratégias», disse à Lusa a coordenadora científica, Susana Nery.

O estudo resulta do trabalho científico desenvolvido no município do Dande, 60 quilómetros a norte de Luanda, pelo projeto CISA (Centro de Investigação em Saúde de Angola) e incide sobre uma amostra de mais de três mil pessoas, mil mulheres e mais de duas mil crianças.

«A ideia é perceber a dimensão das principais problemas de saúde que afetam estas populações de risco", explicou Susana Nery, acrescentando que as doenças estudadas foram a malária, a shistossomíase urinária (sangue na urina), os parasitas intestinais (nomeadamente ténias), bem como as comorbilidades associadas (desnutrição e anemia), em crianças dos seis meses aos 15 anos e nas suas mães.

O estudo epidemiológico e comunitário, «o primeiro desta envergadura», conclui que as três doenças estudadas são endémicas na população em causa.

No caso da malária, a prevalência foi de 18 por cento entre as crianças e de 9,6 por cento nas mães. O inquérito nacional de malária de 2011 reportou uma prevalência de 10,1 por cento em crianças menores de cinco anos.

A prevalência de shistossomíase urinária em crianças foi de 16,6 por cento e nas mães de 21,7 por cento, valores inferiores à média nacional (28 por cento em 2005). No caso das parasitoses intestinais são mais frequentes entre as crianças em idade escolar (22 por cento), embora com valores inferiores à média nacional (40 por cento em 2005), indica a Lusa.

«Os níveis de prevalência encontrados não são exatamente iguais às médias nacionais anteriormente descritas pelo Ministério da Saúde, o que é natural, porque uma média para um país como Angola implica uma grande variação geográfica», explicou Susana Nery.

Para a investigadora, os valores encontrados nas três doenças não surpreendem: «O que foi mais surpreendente foram os níveis de anemia encontrados. E de malnutrição crónica».

As conclusões indicam que 40 por cento da população estudada sofre de anemia, enquanto 23 por cento das crianças têm baixo peso e 32 por cento sofrem de malnutrição crónica.

Apesar de admitir que os números são semelhantes aos de outros países na África subsaariana, a cientista considera-os preocupantes.

O estudo foi desenvolvido pelo projeto CISA e envolveu o Governo angolano, o Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento e a Fundação Calouste Gulbenkian.



IN "REVISTA PLoS/LUSA"
06/04/12

* O régulo ZEDU  tem dinheiro para comprar o BIC e o BPN, a Galp e PT, ter grandes negócios com o Amorim e Belmiro, o povo angolano... 
que se lixe.

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Telefones SOS: um pulsar de solidariedade, compaixão e espiritualidade

Seguramente que as histórias mais sublimes de ajuda ao próximo são aquelas em que um ser humano estende a mão a um outro, um qualquer desconhecido em sofrimento, sem que espere qualquer tipo de elogio ou recompensa. Tão somente o calor cá dentro que conforta o coração e agiganta a mente. Que nos engrandece. Que dá mais sentido à vida.
Muitos de nós ouvimos falar da solidão, angústia e desespero que grassa por aí. Talvez hoje em dia mais do que nunca. Mas se soubermos criar uma relação de proximidade com tal amargurado mais facilmente surgirão cenários alternativos. “Estou aqui, amigo!”
Se subirmos à torre há mais horizonte. Se ouvirmos o chilrear dos pássaros lembrar-nos-emos da infância. Por isso, o inculcar da esperança é imprescindível. Às vezes basta acender uma vela. Não esquecer que depois da noite vem sempre o dia. Que depois da tempestade há de vir a bonança. Aquele que só vê os espinhos das rosas não se apercebe da beleza das pétalas coloridas. E o seu perfume aconchegante.
Em todo o mundo os Telefones SOS representam uma cadeia de amor. Voluntários, sob o primado do anonimato e da confidencialidade, procuram estabelecer pontes de afecto com pessoas desesperadas, muitas vezes com ruminações sobre a morte e o suicídio. Neste particular há que tentar compreender a ambivalência. Uma das regras de ouro é aceitar o outro tal como ele é. Falar de tudo calmamente, sem barreiras ou moralismos, no respeito pelas convicções religiosas ou políticas. E não esquecer: se alguém ligou, isso quer dizer que existe um capital para a ajuda que não pode nem deve ser desbaratado. Vale sempre a pena puxar pela memória, pela vida. Certamente iremos encontrar na biografia episódios em que essa pessoa se tenha superado, em que viajou à descoberta, em que tenha rido como uma criança... Falar da mãe, do pai, de um filho, de um irmão, de um animal de estimação...Há sempre alguém ou qualquer coisa capaz de vincular.
Os voluntários dos Centros SOS oferecem, pois, um espaço de liberdade para o vazar de emoções e sentimentos. Desabafar, reflectir, crispar, dirimir. Depois de tudo isto, às vezes com palavras e narrativas de raiva, ódio, hostilidade, vergonha, culpa, à mistura, poderão despontar outros ângulos de visão, talvez até posturas menos radicais, ao encontro de uma certa paz de espírito. Na verdade, nós acreditamos que o exercício da tolerância e da concórdia torna-nos mais felizes.
Os voluntários SOS desejam despertar vontades e ternuras adormecidas. Ajudam a apontar o norte. Um rumo. A renovação do sentimento de pertença. Como um relojoeiro que acertasse o passo do coração dos homens.

Carlos Braz Saraiva
Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Coimbra
Primeiro director do Telefone SOS-Telefone Amigo de Coimbra (1986-1995)

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Dadores de sangue em dificuldades

A Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro (ADASCA) está sem dinheiro. A organização recebeu 5340 euros de apoio financeiro para este ano, que constitui o seu único rendimento. O presidente teme que este valor ponha em causa a realização das colheitas.

"É a única associação de dadores do concelho de Aveiro, com cinco anos de existência, e quase 3 mil associados. Não pagando quotas ou jóias, sem quaisquer outros meios de rendimentos, como é possível promovermos actividades para a promoção da dádiva?", diz, revoltado, Joaquim Carlos, presidente da ADASCA.

O fundador da associação ficou "indignado" quando recebeu, anteontem, o contrato de apoio financeiro celebrado com o Instituto Português do Sangue. No documento, explica-se a redução de 20% do subsídio, em relação ao ano passado, "tendo em conta os constrangimentos decorrentes da actual conjuntura económica".

"No ano passado tivemos muitas colheitas de sangue. Não se compreende esta brutal redução no subsídio. Isto é um convite à desmotivação. Não temos apoio financeiro de mais ninguém. O Estado é que devia promover estas instituições, mas até retirou a isenção das taxas moderadoras aos dadores de sangue", defende o presidente.

Com 5340 euros, menos 2760 euros do que o ano passado, o responsável da ADASCA teme que se tenha "de recorrer à pedincha" para sobreviver. Ontem, enviou uma carta ao ministro da Saúde a denunciar a situação.


* Vampiragem financeira do governo.


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 REGINA DUGAN

Do planador mach-20 ao drone de beija-flor





O que você tentaria fazer se soubesse que não poderia falhar?" pergunta Regina Dugan, então diretora da DARPA, a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada em Defesa. Nesta impressionante palestra ela descreve alguns dos projetos extraordinários -- um beija-flor robótico, um braço protético controlado por pensamento, e, bem, a Internet -- que a agência dela criou por não temer que pudessem falhar. (Seguida de Perguntas e Respostas com Chris Anderson, do TED.

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Professores
Desempregados aumentaram
 120 por cento

A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) afirmou ontem que os professores desempregados aumentaram 120 por cento, entre 2010 e 2011, citando dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).
'Se tivermos em conta o ano de 2009, então o aumento foi de 225 por cento. Uma brutalidade', diz a FENPROF em comunicado.
A estrutura sindical foi ontem ao Ministério da Educação tentar saber qual o impacto da revisão curricular no desemprego docente a partir de setembro.
O Governo tem dito que ainda não é possível ter esses dados, mas a FENPROF estima em cerca de 10 mil os professores que ficarão sem trabalho com as alterações ao currículo.
A FENPROF diz ainda que não obteve resposta do Governo relativamente aos docentes dos quadros, especialmente no Ensino Básico.


* Nã há exportações que superem o desenvolvimento, que tenha por base um ensino de qualidade.

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2.3-A IGREJA CATÓLICA

CONSTRUTORA DA CIVILIZAÇÃO


Igreja e Ciência




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Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental. 



NR: Há muito que somos zurzidos por muitos amigos e alguns visitadores, pela nossa atitude agreste, alguns dizem agressiva, em relação à igreja católica, nos vários comentários que por vezes dirigimos à estrutura ou a alguns dos seus intépretes.
Lá nos vamos defendendo destas "vis" acusações referindo que só zurzimos em quem se põe a geito...
Mas, como apreciamos a imparcialidade decidimos editar uma série longa em defesa acérrima da igreja católica, não para nos redimirmos ou ganharmos o céu mas por respeito aos nossos amigos e visitadores que professam esta religião.
A Redacção


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Óticas recomendam óculos 
a crianças que não precisam

Um especialista da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia denunciou hoje que os oftalmologistas estão a receber nos consultórios cada vez mais crianças que usam óculos sem necessidade, por recomendação de empresas óticas que fazem rastreios nas escolas.

Em entrevista à Lusa, o oftalmologista pediátrico Augusto Magalhães alertou para as "técnicas agressivas de marketing" de alguns oculistas, que levam a que "muitas crianças cheguem às consultas com óculos prescritos sem terem necessidade de os usar".

O especialista da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia diz que o risco para a saúde "é mínimo" porque costumam ser lentes com pouca graduação, mas representam "prejuízos" para as famílias, que gastam dinheiro injustificadamente.

"Não consigo entender como é que os diretores das escolas autorizam rastreios sem antes verificar a credibilidade da entidade que os faz. Qualquer ótica chega a uma escola e é autorizada a fazer um rastreio", denuncia Augusto Magalhães, garantindo que é "vulgaríssimo acontecer".

O especialista reconhece que também "existem bons exemplos", lembrando no entanto a importância de se ser posteriormente seguido por um oftalmologista, já que existem casos de crianças com patologias oftalmológicas cujos problemas "passam despercebidos aos optometristas" que trabalham nas lojas de ótica.

Nas óticas existem aparelhos automáticos que fazem a refração, mas "às vezes conseguem enganar os aparelhos". Resultado: "Muitas vezes os óculos não vêm certos".

Em declarações à Lusa, fonte da direção da União Profissional dos Ópticos Optometristas Portugueses (UPOOP) admite que muitos optometristas prestam serviços em óticas, garantindo, no entanto, que a sua ação "é totalmente separada da componente comercial de venda de dispositivos óticos e constitui uma componente básica e essencial dos cuidados visuais primários".

A associação diz desenvolver "frequentemente, normalmente sob pedido, ações de rastreio em escolas e em zonas carenciadas, de forma totalmente gratuita (...) e levadas a cabo por profissionais devidamente identificados e certificados".

A associação lembra que o facto de a profissão ainda não ter sido regulamentada pelo Estado cria um vazio legal que "permite que pretensos profissionais prestem serviços sem as devidas qualificações".

"Quando a associação recebe denúncias, instaura um processo de investigação. Caso os profissionais em causa sejam seus associados, a UPOOP pode prosseguir com processos disciplinares", explica, garantindo desconhecer casos concretos de fraude.

O especialista da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia estima que em Portugal "mais de metade das crianças chegam à escola primária sem qualquer rastreio". No entanto, considera que a situação melhorou "substancialmente" nos últimos 20 anos e que "na última década houve um aumento enorme na procura de rastreios e uma preocupação maior por parte dos pais".

Atualmente, muitos pediatras e médicos de família encaminham as crianças para os rastreios visuais feitos por especialistas e alguns centros de saúde também já realizam testes na consulta pré-escolar.

"Estes rastreios têm uma certa fiabilidade mas não são 100% eficazes. Em todo o caso, é uma medida que aplaudimos fortemente", saúda Augusto Magalhães.

De acordo com a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, uma em cada cinco crianças portuguesas tem algum problema de visão durante a sua fase de crescimento. Por isso, Augusto Magalhães é defensor de um rastreio visual obrigatório a nível nacional, que garantisse que todas as crianças fossem vistas por um especialista.

"Na Suécia, por exemplo, o rastreio nacional conseguiu diminuir a percentagem das crianças com problemas de miopia, que passou de quatro por cento da população para apenas um por cento", exemplifica.


* Quando os rastreios são a ponta do iceberg duma aldrabada ganância, as abordagens são em todas as áreas da saúde.


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JOANA AMARAL DIAS



Filmar o invisível

‘Vergonha’ conta a história de um viciado em sexo, um tema de risco que Steve McQueen, o realizador de ‘Fome’, filma sem nunca cair no fácil.

Numa cena de ‘Vergonha’, o protagonista (um viciado em sexo) tem relações com uma estranha contra um muro onde a palavra "fuck" está escrita com as letras fora de ordem. Mas não se trata de nenhuma obscenidade suplementar, apenas de uma ordem. Isso mesmo, de uma obrigação com vários inconvenientes, tais como os enunciados por Chesterton que sobre o sexo dizia: o prazer é momentâneo, a posição ridícula e as despesas odiosas.

Num dos seus livros, Zizek tem um apêndice, intitulado do ‘Sublime ao Ridículo, o acto sexual no cinema’, onde levanta a questão do sexo como imperativo. O autor explica como o superego, essa estrutura psíquica habitualmente associada à lei e ordem, tem como objectivo o gozo, sendo esse o seu paradoxo. Pense-se, por exemplo, no caso do pai que prepara um serão especial para a família e diz: "É melhor que aproveitem!".

Ou como em férias, por exemplo, é fácil sentir a obrigação de relaxar. Zizek apresenta como caso paradigmático deste imperativo do prazer a situação dos japoneses que instituíram um tempo de entretenimento. Trabalham e depois têm um horário pré-definido onde têm como dever divertir-se. Claro que apenas depois desse agendamento terminar é que podem verdadeiramente gozar. Ou seja, no limite, a suposta libertação transforma-se numa prisão insuportável.

PATOLOGIA

Esta também é a história do tal anti-herói do último filme de Steve McQueen. Claro que a sua alegada patologia não deixa de ser um mal do século, onde a hiper-estimulação sexual ocorre paralelamente à dissolução dos laços afectivos, familiares, comunitários ou, noutras palavras, ao medo da intimidade. Por isso mesmo não será por acaso que o realizador escolhe filmar aquelas letras na tal parede ou que, numa outra cena não menos importante, foque um anúncio no metro que promete "Improving, non-stop", qualquer coisa como "Sempre a melhorar. Sem parar", ou seja, um slogan do progresso ilimitado, da competitividade sem freios. Daí que, supostamente, não seja necessário ter o problema do protagonista para sentir o seu isolamento ou dor.

Porém, em larga medida, o realizador tudo faz para que o espectador não empatize com o sofrimento da sua principal personagem. Além de bonito e bem sucedido, nenhuma explicação psicologista é dada para o seu comportamento, nenhuma consequência directa da sua conduta é apresentada (como ser despedido).

Esse é, de resto, um trunfo de McQueen – consegue que a plateia sinta aquilo que o protagonista sente, pouca ou nenhuma proximidade, restando apenas a angústia. Da mesma forma, o cineasta consegue separar totalmente o sexo do erotismo, consegue o explícito sem nunca ser pornográfico e, sobretudo, comunicar a miséria da alma através daquilo que, supostamente, é um prazer. Consegue filmar o superego. 



IN "CORREIO DA MANHÃ"
01/04/12

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HOJE NO
"RECORD"

Fernando Santos 
renova com seleção grega
Contrato até 2014

Fernando santos acertou esta sexta-feira a renovação de contrato com a Federação grega até 2014.

O treinador português, de 57 anos, que sucedeu no cargo a Otto Rehhagel após o Mundial de 2010, estará pelo menos mais dois anos à frente da seleção grega, o que significa que terá o objetivo de qualificar o país para o Mundial de 2014, a disputar no Brasil.

Fernando Santos perdeu apenas 1 dos 18 jogos que realizou no comando dos helénicos, tendo conseguido qualificar a equipa para a fase final do Euro'2012.


* Fruto do bom trabalho, mas selecçionadores e treinadores estão sempre na corda bamba.

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II - GALÁPAGOS

2 - AS ILHAS QUE MUDARAM O MUNDO


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O lugar que inspirou a teoria da evolução de Darwin. As ilhas Galapagos são um laboratório vivo, um cinturão geológico que gerou e viu morrer inúmeras espécies de plantas e animais. As ilhas ocidentais ascendem no mar dando mais chances a vida enquanto as ilhas orientais afundam garantindo a morte de vários seres e plantas. Entre os dois existem as ilhas centrais, fertéis e imponentes elas dão abrigo a um sem número de seres vivos. Em nenhum outro lugar na terra encontramos o ciclo da via e da morte tão aparente quanto aqui. Veja os ciclos se desdobrando perante seu olhos nesta fantástica filmagem feita em alta definição HD pela BBC e o National Geographic Channel.


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 PACHECO  PEREIRA

Sobre os subsídios de Natal e férias só serem repostos apenas em 2015

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"É evidente a má-fé do primeiro-ministro, que prometeu e não cumpriu"

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"Se se diz que as condições económicas não o permitem, também era possível saber isso há um ano. Mas se as condições económicas não o permitem, por que razão é que nos é feita uma oferta para 2015, em que nada indica que as condições económicas o vão permitir? Só pode ser por razões eleitorais." 

 

  IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" 06/04/12 



HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

140 professores agredidos 
no ano passado nas escolas 
básicas e secundárias

O Observatório de Segurança em Meio Escolar registou, no passado ano letivo, 1.121 agressões em estabelecimentos de ensino básico e secundário, 140 das quais contra professores, número inferior ao ano anterior.

Das agressões verificadas no ano letivo passado, que representaram quase metade das ocorrências que tiveram lugar nas escolas, 874 foram contra alunos, mais 30 do que no ano letivo de 2009/2010, enquanto as que foram cometidas contra professores desceram de 169 para 140, com as agressões a funcionários a passarem de 102 para 107.

Do total das 3.326 ocorrências registadas pelo OSME em 2010/2011, acima das 3.138 do ano letivo anterior, 46,1% foram atos contra a liberdade e integridade física, uma descida de seis décimas face a 2009/2010, enquanto a segunda categoria mais presente nos registos foi a de atos contra equipamentos escolares, de 20,5% para 18,9%.

Já os atos contra equipamentos e bens pessoais também se viram reduzidos de 13,3% para 10,6% e em termos de atos contra a "honra e bom nome das pessoas", estes constituíram 13,9% do total, uma subida de 2,5 pontos em relação ao ano anterior.

Apenas cerca de uma em cada 10 escolas do país verificaram ocorrências, com a região de Lisboa e Vale do Tejo a concentrar a maioria destas situações, registando quase dois terços do total com 1.961 incidentes (acima dos 1.789 registados em 2009/2010), seguindo-se o Norte com 856, número também superior aos 775 de um ano antes.

O Algarve manteve-se precisamente nas 202 ocorrências e o Centro desceu de 211 para 181, uma descida ainda assim inferior à do Alentejo que baixou de 161 incidentes para 126, segundo os dados desdobrados por Direções Regionais de Educação.

Das 3.326 situações incluídas nos dados do OSME para 2010/2011, 870 originaram participações junto da Polícia de Segurança Pública (menos 12 do que em 2009/2010) e 508 na Guarda Nacional Republicana (GNR), tendo aumentado de 270 para 274 os números de queixas à Comissão de Proteção de Crianças e Jovens e permanecido estáveis os incidentes transmitidos ao Tribunal de Menores nos 108.

Os números do observatório passam, a partir do corrente ano letivo, a ser tratados e analisados pelo Gabinete de Segurança Escolar na sequência de cessado o contrato com a Escola Superior de Educação de Santarém, adiantou o Ministério da Educação e Ciência.


* Presume-se, pela omissão na notícia, que nenhum agressor foi punido, o que é muito grave.


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CAPITÃO FAUSTO

'TERESA'





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 ISABEL MOREIRA

DEPUTADA INDEPENDENTE PELO PS

“Só se eu sofresse de bipolarismo é que não tornaria a votar contra o Código do Trabalho”

 

 IN "i" 06/04/12 

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ESTA SEMANA NO
"OJE"

Absorção de escritórios
 recua quase 60% em relação a 2011

Em Lisboa, a absorção de escritórios recuou em janeiro e fevereiro em comparação com igual período do ano passado. Metade das transações, metade da área transacionada e uma preferência por instalações usadas são algumas das conclusões da análise dos dois primeiros meses do ano pela Aguirre Newman.

A absorção de escritórios em Lisboa no mês de fevereiro de 2012 foi de 2757 m2, menos 57% do que os 6450 m2 homólogos, avançam os dados mais recentes disponibilizados pela Aguirre Newman. Segundo a mesma consultora imobiliária, as áreas de escritório contratadas no conjunto dos dois primeiros meses do ano (5904 m2) recuou 47% em relação a igual período do ano transacto (11 196 m2).

Realizaram, entre janeiro e fevereiro deste ano, 22 operações, menos 20 transações de arrendamento do que em igual período do ano anterior.

Distribuição geográfica

A Aguirre Newman revela que o maior número de operações se verificou no Corredor Oeste (zona 6) com 11 registos. No extremo oposto, encontram-se a Prime CBD (Zona 1), a Zona Secundária (Zona 4) e o Parque das Nações (Zona 5), com apenas um registo cada.

Numa análise geográfica do número de transações registadas em janeiro e fevereiro de 2012, quando comparado com igual período de 2011, a Zona Emergente (Zona 3), a Zona Secundária (Zona 4) e a Zona 7 apresentaram crescimento face ao ano anterior, sendo que a Zona Emergente não registou transações em janeiro e fevereiro de 2011.

A Aguirre Newman explica ainda que, analisando a distribuição geográfica dos m2 colocados, as Zonas 3 (Zona Emergente), 4 (Zona Emergente) e 7 registaram uma área contratada em janeiro e fevereiro de 2012 superior à de igual período de 2011. Em contrapartida, as Zonas 1 (Prime CBD), 2 (CBD), 5 (Parque das Nações) e 6 (Corredor Oeste) registaram uma área contratada, em janeiro e fevereiro de 2012, inferior à de igual período de 2011.

Take Up Médio por Transação

A superfície média contratada por transação, em janeiro e fevereiro, manteve-se estável, 267 m2 em 2011 e 268 m2 em 2012. As Zonas 1 (Prime CBD), 2 (CBD) e 4 (Zona Secundária) registaram uma superfície média contratada por transação superior à de igual período de 2011, sendo que, nesta última, não se registaram transações em 2011.

Avaliando a absorção por intervalo de área contratada em janeiro e fevereiro do ano em curso, na CBD (Zona 2), Parque das Nações (Zona 5), Corredor Oeste (Zona 6) e Zona 7, mais de 50% das transações registaram uma superfície inferior a 300 m2.

Do total da área contratada em janeiro e fevereiro de 2012, 20% são em edifícios novos e os restantes 80% em edifícios usados, denotando uma preferência por instalações usadas.

Relativamente à absorção por intervalo de área contratada, apenas duas transações (cerca de 9% do total) registaram uma superfície superior a 800 m2 e 15 das transações (cerca de 68% do total) registaram uma superfície inferior a 300 m2.

Em fevereiro, o setor Farmacêuticas & Saúde destacou-se, ao ser responsável por 51% da área contratada (1397 m2 num total de 2757 m2).


* Agradeçam à Troika  e à má governação dos últimos anos


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FEITO À MÃO





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HOJE NO
"i"

Autonomia
Escolas que quiseram sair de baixo
.da saia da mãe não voaram muito
São 22 escolas que quiseram autonomia. A liberdade foi curta, mas aprenderam que para subir os resultados têm de copiar as empresas

Libertar-se do poder do Ministério da Educação, uma espécie de mãe controladora que impõe todas as regras, foi o que 22 escolas públicas ambicionaram há quatro anos: a tutela prometeu-lhes mais autonomia e em contrapartida exigiu que mantivessem ou subissem os resultados dos alunos. O contrato acaba no fim deste ano lectivo e chegou portanto o momento de fazer o balanço. Para boa parte dos directores destas escolas, a liberdade prometida foi curta e não os deixou voar muito mais alto. Há que reconhecer, no entanto, que se tratou de um processo que tiveram de atravessar para se sentir hoje mais bem preparados para quando a verdadeira liberdade entrar no ensino público. “Sabemos o que queremos, sabemos o que somos capazes de fazer e sabemos onde queremos chegar”, conta Margarida Violante, directora da Secundária João da Silva Correia, em São João da Madeira.

As escolas que aceitaram os contratos de autonomia ganharam alguns benefícios em relação a todas as outras, a começar pela vantagem de poderem recrutar os próprios professores. Cada uma pediu o que fazia falta. Em vários casos, houve psicólogos e assistentes sociais para acompanhar os alunos, autonomia para gerir tempos de aulas, liberdade para reorganizar departamentos curriculares ou autoridade para criar projectos de apoio aos alunos.

Tudo isso foi útil, esclarecem os directores, mas a maior parte das escolas tinha expectativas altas: “Gostaríamos de ter mais margem de manobra para, por exemplo, gerir o nosso orçamento”, diz Margarida Violante. As verbas dependentes de autorizações mensais da tutela impedem que as escolas planeiem a longo prazo: “Quando lançámos um projecto nunca sabemos se vai ter continuidade nos anos seguintes.”

No dia-a-dia, a autonomia “não se traduz em nada”, explica José Lemos de Sousa, da Secundária Eça de Queirós (Póvoa de Varzim). Há que admitir porém que houve margem para gerir áreas não curriculares, reforçar o apoio ao estudo ou criar ofertas específicas: “Só que queríamos mais. Queríamos, por exemplo, de- senvolver iniciativas e ter autonomia para determinar o tempo dos professores para se dedicarem a estes projectos.”

As escolas com autonomia tiveram “mais fama que proveito”, alerta José Ramos, da Escola Secundária João Gonçalo Zarco, em Matosinhos. Para definir o número de alunos por turma, gerir o tempo dos professores ou fazer alterações nos cursos profissionais, a última palavra continua a ser da administração central. Nem sequer a possibilidade de escolherem os seus professores é uma mais-valia, conta José Lemos de Sousa: “Essa vantagem transformou-se em prejuízo.” As escolas com contrato de autonomia só podem recrutar os seus docentes depois de todas as outras terem colocado os docentes através do concurso nacional: “Acabamos por ficar com os professores que sobram, com aqueles que têm menos experiência e com classificação mais baixa.”

A autonomia foi “muito limitada”, esclarece o director da Secundária Santa Isabel (Estremoz), mas a experiência serviu para descobrirem que as escolas, em parte, são como empresas ou multinacionais que precisam de definir metas, desenvolver estratégias, cumprir objectivos e atingir resultados. A linguagem pode parecer calculista, tendo em conta que se trata do sucesso escolar de crianças e adolescentes.

É ao identificar pontos fortes e fracos que se torna possível “saber para onde se quer ir e o que é preciso fazer para lá chegar”, conta José Carlos Salema, explicando que a simples iniciativa de criar um gabinete de estatísticas foi como um “acto mágico” para monitorizar os resultados e saber onde agir. “Quando a escola se conhece e se organiza com o objectivo de identificar e resolver os próprios problemas está a tornar-se autónoma”, resume Fernando Elias, do agrupamento de escolas de Colmeias (Leiria). Ambicionar mais liberdade será sempre uma ilusão enquanto a tutela não abdicar do poder, diz José Lemos de Sousa, mas “a autonomia é uma construção que ainda agora começou”.


* Como se pode proporcionar uma verdadeira autonomia se a prestação financeira é feita em duodécimos? Poeira nos olhos já chega a que vem do norte de África.


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I. GUINÉ-BISSAU

3-PAISAGENS




 Quando inciámos a edição de imagens das belas paisagens guineenses, adicionámos um texto informativo sobre o país, hoje inserimos mais alguma informação.
ÚLTIMO EPISÓDIO DESTA SÉRIE


CONSTITUIÇÃO
16 de Maio de 1984, revista em: 4 de Maio de 1991, 4 de Dezembro de 1991, 26 de Fevereiro de 1993, 9 de Junho de 1993 e 1996
* Sufrágio: Universal a partir dos 18 anos. A ambiguidade legal persistia em Novembro de 2009, já que a constituição adoptada pela Assembleia Nacional em 2001 ainda não havia sido nem promulgada nem vetada pelo presidente.

ECONOMIA
Um dos países mais pobres do mundo, a economia legal da Guiné-Bissau depende principalmente da agropecuária e da pesca, mas o tráfico de drogas é provavelmente o tipo de comércio mais lucrativo. As plantações de caju cresceram consideravelmente nos últimos anos. O país exporta peixe e frutos do mar assim como pequenas quantidades de amendoim, palmito e madeira.

O arroz é o principal cultivo e alimento básico. Entretanto, combates intermitentes entre as tropas do governo, apoiadas pelo Senegal e uma junta militar destruíram muito da infraestrutura e causaram grande prejuízo à economia em 1998. A guerra civil levou a uma redução de 28% do produto interno bruto naquele ano, com uma recuperação parcial no período 1999-2002. A produção agrícola caiu algo em torno de 17% durante o conflito, assim como a produção de castanhas de caju caíram até 30%. Piorando a situação, no ano 2000 o preço das castanhas caíram em 50% no mercado internacional, aumentando a devastação começada com a guerra civil.

Em dezembro de 2003 o Banco Mundial, o FMI e a UNDP foram forçados a intervir para fornecer auxílio orçamentário de emergência num total de US$ 107 milhões para o ano de 2004, o que representou mais de 80% do orçamento do país. A combinação de perspectivas econômicas limitadas, um governo central fraco e dirigido por uma facção e uma posição geográfica favorável tornaram este país da África Ocidental uma escala do tráfico de drogas para a Europa, especialmente em várias ilhas não habitadas do Arquipélago de Bijagós. 
Estima-se que passem pelo país US$ 1 bilhão em drogas por ano.

SAÚDE
Taxa de mortalidade infantil: 
total: 96,23 mortes/1.000 nascimentos
homens: 106,11 mortes/1.000 nascimentos
mulheres: 86,06 mortes/1.000 nascimentos (2011 est.)

VIH/SIDA - habitantes infectados com VIH/SIDA: 22.000 (2009 est.)

Expectativa de vida no nascimento:
população total: 48,7 anos
homens: 46,8 anos
mulheres: 50,67 anos (2011 est.)

Taxa de mortalidade materna: 
1,000 óbitos / cem mil nascidos vivos (2008)

Densidade de médicos: 
0,045 médicos / 1.000 habitantes (2008)

Leitos hospitalares per capita: 
0,96 leitos / 1.000 habitantes (2009)

CULTURA

Língua: português (oficial), crioulo, mandé
Taxa de alfabetizção
população total: 42,4%
homens: 58,1%
mulheres: 27,4% (2003 est.)

Guiné-Bissau possui uma herança cultural bastante rica e diversificada. Esta cultura, que varia de etnia para etnia, passando desde a diferença linguística, a dança, a expressão artística, a profissão, a tradição musical até as manifestações culturais.

A dança é, contudo, uma verdadeira expressão artística dos diferentes grupos étnicos.

Os povos animistas caracterizam-se pelas suas belas e coloridas coreografias. No dia a dia, estas fantásticas manifestações culturais podem ser observadas na altura das colheitas, dos casamentos, dos funerais, das cerimônias de iniciação.

Nas cidades, a música é dominada pelo conhecido gumbé guineense.

O carnaval guineense é completamente original, com características próprias, e tem evoluído bastante, constituindo uma das maiores manifestações culturais do país.




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