quinta-feira, 5 de abril de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

 ALENTEJANO enfrentando Bullying

O alentejano está a comer ao balcão de um restaurante na estrada, quando entram três motoqueiros de Lisboa, tipo "Abutres" (aqueles gajos que vestem roupas de couro preto, cheias de coisas cromadas e que gostam de mostrar a sua força quando estão em bando).


O primeiro, vai até ao alentejano, apaga o cigarro em cima do bife dele e vai sentar-se na ponta do balcão.

O segundo, vai até o alentejano, cospe no copo dele e vai sentar-se na outra ponta do balcão.

O terceiro, vira o prato do alentejano e também vai sentar-se junto dos outros...


Sem uma palavra de protesto, o alentejano levanta-se, põe o boné, já gasto, na cabeça e vai-se embora.


Depois de algum tempo, um dos motoqueiros diz ao empregado do restaurante:
- Aquele gajo não era grande homem!
- Era mesmo um banana, remata o segundo motoqueiro.


E o empregado:
- Nem grande motorista ... 
Acabou de passar, com o camião TIR, por cima de três motas que estavam ali paradas!!!
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ALZHEIMER
CAMPANHA INTELIGENTE
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SHIMON PERES

Presidente de Israel 

"Se os egípcios proíbem os biquinis 

não terão turismo"

 

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" 05/04/12 

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BILL GROSS

Gestor do fundo Total Return da Pacific Investment Management Co. (PIMCO)

 

"Grécia era uma borbulha, Portugal é um furúnculo e Espanha é um tumor"

 IN "JORNAL DE NEGÓCIOS" -  05/04/12 

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 A HISTÓRIA DA MENSTRUAÇÃO



  

Um muito antigo filme da Disney sobre a Menstruação cuja exibição foi banida pelas autoridades americanas na primeira metade do sec XX. Uma curiosidade que temos gosto em revelar.

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Subsídios repostos gradualmente em 2015

Pedro Passos Coelho afirmou que o Governo pretende 'repor gradualmente', os subsídios de férias e de Natal.

O primeiro-ministro afirmou ontem que os subsídios de férias e de Natal serão repostos gradualmente a partir de 2015, argumentando que o programa de ajuda externa a Portugal decorre até 2014 e tem uma base anual.
Em entrevista à Rádio Renascença, questionado sobre a reposição do montante dos cortes dos subsídios de férias e de Natal aplicados ao setor público e aos pensionistas, Pedro Passos Coelho afirmou que o Governo pretende 'repor gradualmente esses subsídios', porque 'dificilmente o Estado conseguiria encaixar num ano a reposição de todo esse benefício',
Interrogado sobre quando é que essa reposição vai começar a ser feita, o primeiro-ministro respondeu: 'Eu creio que é depois de 2014, porque o nosso programa de ajustamento decorre até 2014, portanto, só depois disso, e tem uma base anual, como é evidente. Portanto, a partir de 2015 haverá reposição desses subsídios',
'Com que ritmo, com que velocidade? Não sabemos. É inequívoca a vontade do Governo de o fazer, respeitaremos a decisão do Tribunal Constitucional nessa medida. Portanto, independentemente do ritmo, não deixaremos de o fazer a partir desse ano', concluiu Passos Coelho.
Nesta entrevista à Rádio Renascença, o primeiro-ministro adiantou que 'é uma possibilidade', a redistribuição dos subsídios de férias e de Natal pelas atuais doze mensalidades dos funcionários do setor público e dos pensionistas.
'É uma possibilidade, não a posso afastar. Posso até dizer que chegámos a equacionar essa possibilidade já para este ano', referiu.
Sobre a reposição dos subsídios de férias e de Natal, o primeiro-ministro começou por observar: 'Às vezes parece-me que nós gostamos de arranjar sarna para nos coçarmos. E uma das formas de arranjar sarna é começarmos a antecipar problemas que podemos vir a ter em contextos que não conhecemos'.


* Promessas aos bochechos para gargarejar...


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"DESEMPENHOS" SEXUAIS DE POLÍTICOS


Político também ama – e não só o poder. O problema é que, em muitos casos, os romances acontecem fora do casamento. Pior: em várias ocasiões, os namoros e casos extraconjugais abalam governos – e causam graves crises institucionais.
John Kennedy e Marilyn Monroe
Ao contrário dos outros "desempenhos", este não foi revelado publicamente no período em que aconteceu. Ainda assim, não pode deixar de ser o primeiro da lista – afinal, uniu o homem mais poderoso do mundo à celebridade mais conhecida do planeta. 
Nos bastidores de Washington, era sabido que John Kennedy tinha um caso com Marilyn Monroe. O affair, porém, era mantido em total segredo – afinal, os EUA viviam o auge da Guerra Fria, e era impensável a imprensa retratar o presidente como um mulherengo incorrigível (o que, de fato, ele era). De acordo com o escritor Anthony Summers, biógrafo de Marilyn, ela era completamente apaixonada por JFK e sonhava em substituir Jackie como primeira-dama. Quando ele terminou tudo, ela ficou deprimida – e, acredita-se, teve um caso com o irmão do presidente, Robert Kennedy, então secretário de Justiça. Uma de suas últimas aparições públicas foi emblemática: derretendo-se para o homenageado, Marilyn cantou os parabéns a Kennedy numa festa de aniversário do presidente, no Madison Square Garden. Ninguém ali tinha dúvidas de que Marilyn não via Kennedy só como presidente. Mais famosa que a cena de Marilyn cantando na festa, só a teoria da conspiração que dá conta de que os irmãos Kennedy teriam algum tipo de envolvimento na morte dela – oficialmente considerada um suicídio -, em agosto de 1962. De acordo com alguns relatos, a última pessoa com quem Marilyn conversou, horas antes de morrer, foi justamente o presidente.

Por Giancarlo Lepiani

IN "REVISTA http://veja.abril.com.br"

NR: O título original era "Escandalos sexuais de políticos" que achamos ser demasiado "pudorento", assim fizemos esta suave alteração pois não  entendemos como escandalosa uma "queca" bem aplicada!!!

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ALMORRÓIDA EM LINGERIE




Rihanna sensual 
em lingerie numa igreja

A cantora dos Barbados, Rihanna, posou para uma nova campanha de lingerie da revista Elle, desta vez fotografada numa igreja, sem qualquer pudor já que é sabido que a cantora pop gosta de lançar polémica, e falou sobre a sua proximidade com Chris Brown; o homem que a agrediu.
A sessão fotográfica que fez para a revista Elle é como se fosse uma história. Primeiro Rihanna está dentro de uma igreja onde olha para o chão junto ao altar usando apenas um minúsculo soutien preto, cuecas rendadas e meias de ligas.

Após abandonar o local de oração Rihanna saiu para o estacionamento vestida com um pequeno vestido branco sem alças, onde se senta num camião amarelo.

E uma vez chegada a casa - que não tem mobília - ficou apenas de soutien branco e uma saia justa... mas essa indumentária não a impediu de espreitar à janela. É esta a sequência das fotografias da produção fotográfica da cantora Rihanna.

Em entrevista que acompanha a produção publicada na edição de maio da revista Elle, Rihanna explica porque voltou a ter contato com o seu ex-namorado Chris Brown, apesar de este a ter agredido.

O seus fãs ficaram indignados quando a cantora decidiu recentemente cantar com Chris Brown, e Rihanna teve por isso de enfrentar duras críticas, especialmente sobre o exemplo que estaria a dar para os jovens.

"Respeito o que os outros dizem. Mas toda a gente pensa de maneira diferente", declarou.

Rihanna falou ainda sobre a agressão e no impacto que deixar o público vê-la como ela é teve na sua vida.

A cantora acredita que permitir que as pessoas conheçam a sua vida privada lhe dá mais liberdade.



IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
05/04/12

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Papa condena apelos a favor 
da ordenação de mulheres

O papa Bento XVI condenou hoje os apelos à "desobediência organizada" de um grupo de padres europeus, considerando que não constituem a via para a renovação de uma Igreja que vive uma situação "muitas vezes dramática".

"Recentemente, um grupo de padres num país europeu publicou um apelo à desobediência, dando exemplos concretos sobre a maneira de exprimir esta desobediência", referiu muito diretamente o papa a 1.600 cardeais, bispos e padres reunidos na basílica de São Pedro para a solene "missa crismal", que abre o Tríduo Pascal na quinta-feira santa.

Esta contestação, precisou Bento XVI, foi pronunciada para a ordenação de mulheres, a propósito da qual "João Paulo II tinha declarado de maneira irrevogável que a Igreja não tinha recebido qualquer autorização da parte do Senhor".

O papa respondia ao movimento de cerca de 300 padres austríacos "Iniciativa dos Padres", que lançou em junho de 2011 um "apelo à desobediência religiosa", pedindo reformas na Igreja tais como a ordenação das mulheres e de homens casados.

"A desobediência é um caminho para renovar a Igreja?" perguntou o papa, antes de contestar imediatamente esta conceção, afirmando que "o que é pedido é uma configuração em Cristo, e nisto necessariamente uma transcendência de nós mesmos, uma renúncia à tão elogiada autorrealização".

O Papa contestou que a Igreja romana queira "defender de facto, o imobilismo, o endurecimento da tradição", evocando o Concilio Vaticano II de 1962/65, que marcou a abertura da Igreja ao mundo moderno e dos quais foi um dos mais jovens participantes.

Bento XVI também exortou os padres ao ensino, sublinhando que existe "um analfabetismo religioso que se difunde no meio da (atual) sociedade tão inteligente".

"Os elementos da fé, que antes qualquer criança sabia, são cada vez menos conhecidos", denunciou o papa que apelou à leitura da Sagrada Escritura, "que nunca conseguiremos ler e meditar suficientemente".

Na missa crismal de quinta-feira santa, em que se comemora a instituição do sacramento da ordem sacerdotal por Jesus Cristo durante a última ceia, os sacerdotes renovaram as promessas de pobreza, castidade e obediência e Bento XVI benzeu o óleo dos catecúmenos.

O Papa desloca-se na tarde de quinta-feira santa à basílica de São João Latrão, a catedral de Roma, para celebrar a missa da última ceia, durante a qual tradicionalmente lava os pés a doze presbíteros.


* Um democrata...do reino do macho


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VAMOS DANÇAR
SAPATEADO





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HOJE NO
"RECORD"

Dakar'2012: 
Vitória na última etapa 
é de Leal dos Santos
Decisão na secretaria

O português Ricardo Leal dos Santos foi designado vencedor da última etapa do Dakar'2012, depois de ter sido confirmada a desclassificação ao norte-americano Robby Gordon, que se tinha imposto na 14.ª tirada da prova rainha de todo-o-terreno.

Leal dos Santos conquistou assim, esta quinta-feira, "na secretaria" o primeiro triunfo no Dakar, depois de ter sido o segundo piloto mais rápido nos 29 quilómetros que ligaram Pisco a Lima, no Peru, na etapa realizada a 15 de janeiro, com o tempo de 23,04 minutos, apenas superado pelo Hummer de Gordon.

O piloto norte-americano tinha sido desclassificado, mas continuou em competição por força de um recurso contra decisão da organização da prova, que agora confirmou a penalização.

O Dakar'2012 foi ganho pelos franceses Stéphane Peterhansel (Mini), nos automóveis, e Cyril Déspres (KTM), nas motas. O "motard" Hélder Rodrigues (Yamaha) foi o melhor representante português, ao terminar no terceiro lugar.


* Se no terreno acontecem irregularidades em algum lugar elas têm de ser sancionadas, qualquer assoalhada serve.

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RUI SANTOS



De cabeça perdida...


Os árbitros quiseram deixar de ser “anónimos” e contribuíram muito para aquilo que (de grave) está a acontecer. Quiseram adquirir importância e notoriedade. Quiseram alcançar o estatuto de “estrelas”, a par de jogadores e treinadores. Os árbitros fazem-me lembrar aquelas “figuras públicas” que, num determinado momento das suas vidas, se colocam a jeito das revistas cor de rosa, e, depois, já cansadas de tanta exposição, queixam-se de não ter privacidade. Contudo, nada justifica – nem essa irresistível queda no “caldeirão da fama” – a entrada em cena do monstruoso Big Brother, capaz de tornar acessível a todos aquilo que deve ser do domínio privado, em nome da protecção do valor da cidadania.

Por mais resistência que se peça aos portugueses, não se trata de um caso de pieguice. É um caso muito sério de “direito à segurança” que não se pode nem deve alienar.

Outra coisa, bem diferente, é a chamada de atenção para as deformações do sistema, que potenciam o erro. O erro de facto e o erro por influência.

Em relação ao erro de facto já todos percebemos que, numa superfície de 120x60 metros, mesmo com a ajuda de 2 ou 4 auxiliares e de um 4.º árbitro, não é fácil decidir bem em todas as situações. É para isso que servem as reformas. O Mundo avança e o futebol está parado. Há algum paradoxo maior do que este? A competição tornou-se mais rápida, mais atlética, mais “científica”, alcançou uma dimensão “industrial” e “comercial” compatível com a sua capacidade de gerar receitas (não confundir com a capacidade também enorme de destruir essas receitas...), mas as “leis do jogo” não acompanharam a evolução nem das sociedades modernas nem do futebol em si mesma. É também por isso que se estagnou nesta visão do erro por influência. É sobre ela que recaem há muito as atenções (e as movimentações), com maior prevalência nos países latinos.

Em vez de reformas, a persistência na manutenção ou na mudança das plataformas que geram essas influências.

Pinto da Costa percebeu isso de forma cabal. Em duas décadas, foi mudando as peças do tabuleiro de maneira a conseguir o “jogo” que mais lhe convinha. Os principais adversários não perceberam isso e, quando entenderam, já a relação de forças estava totalmente alterada: o FC Porto tornou-se mais forte, não apenas por razões que se acham no espaço das competências técnicas e táticas, mas também porque soube posicionar-se nos corredores do poder futebolístico. E não deixa de ser curioso que, antes de ter um treinador com o mesmo nome, as críticas ao nomeador Vítor Pereira sempre se fizeram com conta, peso e medida...

Quem não percebeu nada foi o Benfica. E achou que ia conseguir mudar as dinâmicas dos últimos tempos com o apoio a Fernando Gomes e a Vítor Pereira, na corrida à FPF.

As últimas movimentações são caricatas e dignas de “parque infantil”: os árbitros vão à FPF com um cenário de greve na cabeça; saem da FPF satisfeitos com a hipótese de não haver contestação nesta jornada. Se os dirigentes se portarem bem e não atirarem “o pau ao árbitro” estarão disponíveis na jornada do Braga-Porto e do Sporting-Benfica. Portem-se bem, ouviram? Caso contrário, não saímos de casa, está bem? Ridículo e patético.

Patético e ridículo, também, Alexandre Mestre receber o Sporting “por causa das arbitragens” e não haver divulgação das nomeações. Andam mesmo de cabeça perdida.


IN "RECORD"
29/03/12

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Lacuna na lei permite a políticos
 "abusar" da velocidade na estrada

A infração por excesso de velocidade de Mário Soares - apanhado anteontem a cerca de 200km/h na A8, em Leiria - volta a levantar o problema do regime de exceção aplicado a viaturas oficiais. A lei não especifica o que considera ser "marcha urgente de interesse público e os políticos abusam", acusa o porta-voz da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados. 
 A ACA-M prepara, neste momento, um ação contra o Estado por omissão na legislação, na sequência de um acidente que vitimou, em Fevereiro, um jovem de 23 anos na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, revela o advogado da associação. O autocarro com adeptos polacos do Legia, escoltado pela PSP, não terá respeitado o sinal vermelho.


Para o presidente da Automóvel Club de Portugal, Carlos Barbosa, o comportamento do ex-presidente da República foi "inaceitável" a vários níveis. "Não deu o exemplo e disse que seria o Estado a pagar, pelos vistos, em tom mal educado".

Manuel João Ramos, da ACA-M, condena de forma veemente a conduta "anti-social de Mário Soares" e explica que é preciso legislar no sentido de tornar cúmplice o político, para que não recaia a culpa no motorista, como sucedeu no caso Mário Mendes. Soares também era conduzido por motorista. "Afinal, quando se pode considerar marcha urgente e colocar em risco a vida dos outros?".

Utilizam o regime de exceção viaturas oficiais, ambulâncias, equipas de futebol, concretiza a ACAM. O princípio que o justifica - a segurança - baseia-se na ideia de que a alta velocidade pode evitar atentados. Não foi possível obter reação, em tempo útil, de Mário Soares e um esclarecimento da parte da Autoridade Nacional Segurança Rodoviária.


* Democráticamente Portugal deve muito pouco a Mário Soares, a sua luta contra o esquerdismo radical de 1975 tinha objectivos mais pessoais que nacionais, sempre revelou uma enorme ânsia de poder que o fez, dentro do PS, tirar o tapete a pessoas como Guterres e Jorge Sampaio, coladinhos a ele ficaram Jaime Gama e Manuel Alegre aos quais depois deu com os pés. Até Salgado Zenha companheiro de sempre se afastou.
Esta história da A8 não é um problema de excesso de velocidade mas sim um problema de arrogante impunidade, como se constata.

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6 - A ERA DA ESTUPIDEZ




VEJA EM ECRÃ TOTAL

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ALMORRÓIDA INQUIETA



Predador fica à solta e continua a atacar
Chegou a tentar violar 
uma inspectora da PJ

Faca encostada à barriga, a jovem de 18 anos já estava despida quando foi salva pela chegada de uma vizinha, na manhã de anteontem. O predador viu-se assim forçado a fugir do prédio em Campo de Ourique, Lisboa, e, tal como fizera há cerca de dois anos, quando a polícia o apanhou e o tribunal o soltou, levou de troféu as cuecas e calções da jovem que tentara violar.

O homem de 25 anos ataca no bairro histórico da capital e estava até anteontem em liberdade, a aguardar julgamento pelo crime quase idêntico. De resto, já fora apanhado noutra tentativa de violação – a uma inspectora da PJ que resistiu e se envolveu com ele em troca de agressões.

Anteontem, terceira vítima. Fazia jogging junto ao jardim da Parada quando viu a jovem que ali fazia desporto. Seguiu-a, ameaçou-a de faca à entrada do edifício onde ela vive, na rua Tomás da Anunciação – e levou-a para as escadas, onde a forçou a despir-se.

Masturbou-se, não tendo consumado a violação porque uma vizinha apareceu. Fugiu com os troféus, a PSP apanhou-o e entregou-o à PJ. Desta vez, está em prisão preventiva.


IN "CORREIO DA MANHÃ"
05/04/12

* E que tal ligá-lo a uma ordenha mecânica???

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

OCDE
 Portugal liderou quedas do PIB
 no último trimestre de 2011

Portugal foi o país da OCDE que registou a maior quebra no PIB nos últimos três meses de 2011, segundo as contas trimestrais da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, hoje divulgadas. Não são apresentados dados actualizados para Grécia, que terá com grande probabilidade sofrido uma queda superior.

No último trimestre de 2011, o Produto Interno Bruto (PIB) nacional recuou -1,3%, face aos -0,6% dos três meses anteriores, ficando abaixo da média comunitária e da zona euro (-0,3 %), desconhecendo-se a evolução na Grécia, cujos dados não foram divulgados.


Nos 34 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o crescimento do PIB abrandou para 0,2% no último trimestre de 2011, face aos 0,6% do terceiro trimestre.

O desempenho da economia piorou na generalidade dos países europeus, designadamente na maior economia, a alemã, que recuou 0,2%, quando havia ainda crescido 0,6% no trimestre anterior.

Já nos EUA, o PIB acelerou no último trimestre para 0,7%, graças ao consumo privado e ao aumento de 'stocks', enquanto o Japão registou uma forte quebra de 0,2% face ao crescimento de 1,7% do trimestre anterior, que tinham sido alvo de uma revisão técnica.

Não obstante o mau desempenho, sobretudo da Europa, na recta final de 2011, a OCDE acredita que o pior dos cenários – a economia mundial regressar a uma nova recessão ou mesmo mergulhar numa depressão - foi afastado.

“As perspectivas de curto prazo melhoraram relativamente ao que se assumia no final de 2011, mas os indicadores ainda sugerem uma retoma frágil” que pode ser posta em causa pelos desenvolvimentos no preço do petróleo e na crise da dívida na Zona Euro, avisou a organização presidida por Angel Gurría (na foto) há uma semana, no âmbito da avaliação intercalar das perspectivas económicas das sete economias mais industrializadas (G7).


* Certamente mais um Kulapso governativo! Porque a Divina Providencia não lhes provoca um verdadeiro colapso, não fazem falta ao país???


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LUÍSA SOBRAL

'NÃO ÉS HOMEM PARA MIM'




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ALMORRÓIDA DESENGANADA




Anunciar fim dos cortes em 2013 
foi um "lapso"

Vítor Gaspar disse hoje ter sido um "lapso" garantir aos portugueses que os subsídios de férias e Natal voltariam a ser pagos após o resgate.

Os deputados, de todos os partidos da esquerda, criticaram hoje insistentemente o ministro das Finanças - durante o debate do Orçamento Rectificativo, no Parlamento - sobre as contradições do Governo em relação ao fim dos subsídios para pensionistas e função pública. Perante muita insistência e já no final do debate Vitor Gaspar admitiu que cometeu um "lapso" ao ter afirmado em Outubro, na RTP, que " o corte no subsídio de férias e de Natal é temporário e vigorará durante o período de vigência do programa de ajustamento económico e financeiro e o período de vigência desse programa acaba em 2013".
O ministro das Finanças fez questão porém de sublinhar a "importância da palavra escrita", ou seja, de acordo com Gaspar o programa de assistência financeira celebrado entre o Governo e a troika deixa bem claro que os cortes vigoram até ao final do programa e esse efectivamente termina em 2014. Vitor Gaspar sublinhou ainda que a "a forma como vão ser repostos os subsídios está naturalmente em aberto".

No início do debate o ministro reafirmou que alegadamente o Governo terá mantido sempre a mesma posição e que a questão estará agora esclarecida definitivamente. "O que o Governo disse e o que o Governo diz sobre a suspensão do subsídio de natal e de férias é sempre a mesma coisa. Dizer que a suspensão dos subsídios se mantém durante o período de vigência do programa de ajustamento é o mesmo que dizer que recomeça em 2015. No entanto, duas horas depois de muita insistência da oposição e de ser mesmo confrontado com imagens televisivas onde tanto o próprio como a secretária de Estado Maria Luís Albuquerque falavam do fim do congelamento dos subsídios em 2013 o ministro admitiu o "lapso".

Recorde-se que ontem em entrevista à Renascença o primeiro-ministro assumiu, pela primeira vez, que não haverá condições para a reposição automática dos subsídios de férias e de Natal. Questionado sobre a reposição dos cortes dos subsídios aplicados ao sector público e pensionistas, Pedro Passos Coelho afirmou: "Eu creio que é depois de 2014, porque o nosso programa de ajustamento decorre até 2014, portanto, só depois disso, como é evidente, e tem uma base anual". Passos sistematizou ainda que o Executivo pretende "repor gradualmente esses subsídios", "porque dificilmente o Estado conseguiria encaixar num ano a reposição de todo esse benefício".


IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
05/04/12

* Em vez dum lapso porque não um colapso, ou cair da cadeira como um seu antecessor???
Há um jardim apropriado para os insubstituíveis.


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HOJE NO
"DESTAK"

ANAFRE considera "legítimo e legal" autarquias terem utilizado "meios próprios" para ir à manifestação

O presidente da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) considerou hoje "legítimo e legal" que "algumas" juntas de freguesia tenham utilizado meios próprios para irem à manifestação a Lisboa, ressalvando que a "esmagadora maioria" não o fez.

"É natural que haja freguesias que tenham deliberado usar meios próprios para se deslocarem [a Lisboa]. Então não estão a defender a sua própria freguesia?", disse à agência Lusa Armando Vieira.

Na quarta-feira, na Assembleia da República, o CDS/PP acusou juntas de freguesia de terem usado meios públicos para participarem na manifestação de sábado.


* - Uma grande treta sr. presidente da ANAFRE, os "meios próprios" a que se refere, são verbas que o Estado atribui às juntas para benefício das populações e não para pagar facturas de manifestações caciqueiras. O CDS/PP, caso raro, tem razão.

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MENDEL

2 - A ESTRANHA ERVILHA NA VAGEM






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HOJE NO
"i"

Concessões
Reequilíbrios financeiros custaram
 878 milhões em 2011
Só as concessionárias das antigas auto-estradas sem custos custaram 385 milhões de euros ao longo do ano passado

O Estado gastou 878 milhões de euros com reequilíbrios financeiros no sector rodoviário só em 2011, valor que elevou para 1663 milhões de euros a factura total com estas indemnizações desde 2000.

O valor entregue no ano passado foi em muito alimentado pelas verbas entregues às concessionárias das antigas Scuts, que receberam um total de 385 milhões de euros em 2011, a maior parte para a concessão Interior Norte, a que coube uma fatia de 322 milhões de euros, segundo dados apurados pelo i junto de fontes das Estradas de Portugal.

Além desta concessão, e ainda ao nível das antigas Scuts, o Estado entregou 21 milhões à Costa da Prata, 25 milhões à concessão Grande Porto e mais 16 milhões à Norte Litoral. Nos três casos, estas foram as verbas reconhecidas pelo “direito das concessionárias a reequilíbrio económico e financeiro dos contratos em virtude da decisão unilateral do concedente na introdução de portagens nas vias anteriormente sem custos para o utilizador, com custos de investimento resultantes da colocação dos pórticos para a cobrança virtual de portagens”, conforme avançava a Direcção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) no relatório relativo ao último trimestre de 2011 sobre as parcerias público-privadas. As negociações foram iniciadas pelo governo de José Sócrates.

Estes valores estarão sob intenso escrutínio na comissão parlamentar de inquérito que será aprovada pela maioria parlamentar PSD/CDS nas próximas semanas.

Mas para além do valor entregue às concessionárias das Scuts, também as outras concessões rodoviárias tiveram direito a receber verbas relativas a reequilíbrios financeiros ao longo do ano passado.

Segundo os dados obtidos pelo i, o Estado registou um total de 493 milhões de euros em encargos com reequilíbrios financeiros relacionados com as demais concessões, entregues sobretudo à Concessão Norte. Esta via de 175 quilómetros, que liga locais como Vila do Conde, Braga ou Guimarães, assegurou 268 milhões de euros do total gasto pelo Estado em reequilíbrios financeiros. Seguiu-se o Túnel do Marão, que recebeu 197 milhões de euros, valor que “deriva da intervenção directa do Estado, que se substituiu à concessionária no suporte da obra”, conforme explica o mesmo relatório da DGTF.

Contas feitas, são já 1663 milhões de euros pagos pelo Estado desde 2000 em reequilíbrios financeiros às concessionárias rodoviárias. De todo este valor, cerca 53% (ou 878 milhões de euros) foi pago só em 2011


* O Estado não gastou, os contribuintes é que pagaram aos privados os negócios de favor que os sucessivos governos celebraram com eles. Em troca os privados oferecem ao partidos do governo vagas para administradores nas sua empresas, são bem conhecidos os nomes.
Para quando crimanalizar os governantes implicados nestes negócios.

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A FÉ E O PECADO







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UNIÃO


m
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HOJE NO
"A BOLA"

Sub-16: Portugal estreia-se 
com vitória no torneio de Montaigu

Portugal venceu esta quarta-feira os Emirados Árabes Unidos por 3-0 na estreia do torneio francês de Montaigu.

No Estádio Moulin Rouge, em La Chaize le Vicomte, os golos portugueses foram marcados por Postiga (18 minutos), Rui Moreira (36) e Pedro Alves (74).

Para seguir em frente na prova, Portugal terá de derrotar os Estados Unidos nesta quinta-feira, visto que os norte-americanos já tinham derrotado os Emirados por 4-0.

«A equipa teve um excelente comportamento e praticou, em vários momentos, bom futebol. Apesar de termos conseguido criar várias oportunidades, não conseguimos um dos objetivos, que era igualar o resultado dos Estados Unidos, ou seja vencer por 4-0, o que nos permitiria fazer uma outra gestão do jogo de amanhã (quinta-feira)», afirmou o selecionador Filipe Ramos em declarações ao site da FPF.


* ... são como bando de pardais á solta...os putos, os putos...


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DOUTRO SÉCULO
















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HOJE NO
"PÚBLICO"

Tribunal obriga médico de Jardim
 a devolver 400 mil euros 
de remunerações indevidas

Ortopedista Marcelino Andrade realizou “apenas três” consultas em sete meses e seis cirurgias em 14 meses, mas recebeu 20 mil euros em horas extraordinárias.

O Tribunal de Contas (TC) notificou o ortopedista Marcelino Andrade para devolver cerca de 400 mil euros recebidos indevidamente enquanto acumulou as funções de médico no Hospital do Funchal com as de presidente da Junta de Freguesia de Santo António, nesta cidade.

Na sequência do relatório da auditoria feita pela Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) ao Serviço de Ortopedia do Hospital Dr. Nélio Mendonça, a secção regional do TC concluiu pela ilegalidade do destacamento (ilegal) do médico para exercer funções de presidente da Junta de Freguesia de Santo António, no Funchal (entre 08/07/1998 e 30/10/2009), que originou pagamentos indevidos no valor de 397.675 euros, a título de remunerações, acumuladas indevidamente com as auferidas na junta de freguesia. A IGAS tinha concluído que o ortopedista tinha dado “apenas três” consultas em sete meses e realizado seis cirurgias em 14 meses, mas recebeu 20 mil euros em horas extraordinárias e cerca 3700 euros em prevenções.

Além da referida sanção aplicada a Marcelino Andrade, dirigente regional do PSD e durante anos apresentado como médico pessoal de Alberto João Jardim, o TC, no relatório já enviado para o Ministério Público, considerou que pela autorização do destacamento (ilegal) deveria ser exigida responsabilidade financeira sancionatória ao secretário regional dos Assuntos Sociais e Parlamentares, Rui Adriano de Freitas, membro do governo madeirense responsável pela saúde entre 1988 e 2000, e aos responsáveis do Centro Hospitalar do Funchal e Serviço Regional de Saúde, pelo processamento e pagamento indevido das remunerações. O “destacamento” foi mantido nos mandatos subsequentes sem que Conceição Estudante e Jardim Ramos, os sucessores de Rui Adriano na saúde, se tenham pronunciado sobre a situação em apreço.

Os auditores apuraram que entre 14 de Janeiro e 8 de Julho de 1998, data do início do destacamento, “o clínico esteve ausente do serviço por motivo de doença” e que, ”não obstante encontrar-se incapacitado para o exercício de funções no Centro Hospitalar do Funchal”, em 14 de Janeiro desse ano “foi conferida posse à nova” junta, da qual o ortopedista assumiu a presidência. Isto é, deixou de exercer funções no centro hospitalar “e, concomitantemente, de faltar ao serviço por motivo de doença”, de forma a exercer o cargo de presidente da junta em regime de destacamento.

O tribunal considerou “ilegal e sem contraprestação efectiva para aquele serviço de saúde” o pagamento das remunerações ao referido médico, entre Julho de 1998 e Outubro de 2009, num total de 397 mil euros. Apurou ainda que o ortopedista também auferiu remunerações processadas pela junta de freguesia no montante total ilíquido de 143.169,78 euros, sendo que deste valor 1428 euros “respeitam ao abono do subsídio de insularidade, entre 2002 e 2007, a que os autarcas não tinham direito”.

As duas situações “são susceptíveis de tipificar ilícitos financeiros geradores de responsabilidade financeira sancionatória e reintegratória”, frisa a o TC, lembrando que as multas têm como limite mínimo 15 unidades de conta (uma unidade de conta é 105 euros) e como limite máximo 150, mas que com o seu pagamento “extingue-se o procedimento” para a efectivação da responsabilidade sancionatória.

A IGAS, no relatório ao Serviço de Ortopedia a que o PÚBLICO teve acesso, concluiu que Marcelino Andrade, cujo comportamento laboral “caracterizou-se por um conjunto de vicissitudes que carecem de explicação", realizou “apenas três atendimentos na consulta externa" em sete meses e apenas seis cirurgias em 14 meses. Mas recebeu 20 mil euros em horas extraordinárias e cerca 3700 euros em prevenções.

"Ou seja, afigura-se que o mesmo não esgota a sua carga horária normal, muito embora a actividade que produz no serviço de Urgência acabe por gerar o pagamento de horas extraordinárias e de prevenção", refere a Inspecção. É aliás o serviço de Urgência "aquele em que este médico verdadeiramente apresenta produtividade", ironiza a IGAS ilustrando a afirmação com o número de atendimentos realizados em 2010 por Marcelino Andrade: 1806.


* Nova especialidade médica: jardinista.
Queremos saber se este senhor vai devolver o que subtraíu ao Estado.

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6 - DESERTOS












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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Bloco central 
começa a dar sinais de ruptura

Crispação entre bloco central serenou com ausência de Sócrates, mas já começa a dar sinais de ruptura com o Código do Trabalho, freguesias e regra de ouro.

Em São Bento, de gravata azul e um olhar carregado, José Sócrates, primeiro-ministro, anunciava há um ano atrás o inevitável: "O Governo decidiu hoje dirigir à Comissão Europeia um pedido de assistência financeira". A "culpa" dizia Sócrates, era da oposição, então liderada por Pedro Passos Coelho, que tinha chumbado o PEC IV e obrigado o Governo a demitir-se. Um ano depois, o inquilino de São Bento é esse mesmo Passos Coelho e a doutrina que está obrigado a aplicar na gestão do país é esse memorando de entendimento que Sócrates assinou.

Olhando para trás, será que mudou assim muita coisa a nível político? Os maiores partidos trocaram de posições no Parlamento e a liderança do PS, hoje nas mãos de António José Seguro, tem muito pouco a ver com a de Sócrates. Mas, no essencial, estes dois partidos têm tido muito pouca margem de manobra para inovar ou diferenciar-se.

Seguro está refém do que o seu antecessor assinou no Governo mas tenta centrar a sua agenda na exigência de medidas de crescimento económico que contraponham com a austeridade imposta pela ‘troika'. Já o Governo PSD/CDS está condicionado pela cartilha que veio com a ajuda externa e, embora muitos o acusem de estar a ir mais longe do que o pedido, os temas em destaque na governação não têm fugido muito dos assuntos desse memorando.

"Ambos os partidos hoje dizem que não têm nada a ver com o memorando, mas ele tem sido instrumental e uma espécie de facilitador da actividade governativa", refere o politólogo Pedro Adão e Silva. Já Carlos Jalali assume o "constrangimento" a que os dois partidos estão obrigados, mas lembra que também será o sucesso ou insucesso desse memorando que ditará "o futuro" do bloco central.

O que mudou então, além das caras que ocupam os lugares cimeiros do PSD e PS? Começou por ser a convivência sã entre Seguro e Passos Coelho, em grande contraste com "um nível muito elevado de crispação que antecedeu o pedido de ajuda", lembra Carlos Jalali. Primeiro um acordo para o Orçamento do Estado para 2011 muito difícil de alcançar. Depois, o Dia D do fim da governação de Sócrates, quando a oposição em peso chumbou o PEC IV e obrigou o Governo a demitir-se, o que acabaria por determinar o pedido de ajuda externa uns dias depois.

Mas essa convivência sã entre dois ex-líderes das juventudes partidárias que até eram amigos (Seguro e Passos), rapidamente começa a dar sinais de ruptura. E no último debate quinzenal, Passos já acusou Seguro de estar cada vez mais afastado do "consenso europeu", com o líder do PS a assumir que "nunca os dois partidos estiveram tão afastados ideologicamente".

Até o tal memorando que foi servindo de base para as votações em sintonia entre maioria PSD/CDS e os socialistas começa agora a ser arma de arremesso para as diferenças que os dividem. O PS acusa o PSD de estar a ir mais longe do que se exigia. Os social-democratas respondem dizendo que os socialistas estão a querer fugir das responsabilidades que assumiram e que se traduzem em medidas muito duras para o país.

No interior do PS, a gestão não é muito mais pacífica. A ala socrática do partido exige a Seguro que defenda Sócrates e os seus governos, mas que ao mesmo tempo rejeite leis que traduzem o acordo da ‘troika' que o Governo socialista assinou. No recente congresso do PS um histórico socialista disse ao Diário Económico que "há um certo silêncio no partido, mas que é um silêncio cheio de ruído sobre esses seis anos de governação". Seguro já disse que "a paciência chegou ao fim" e vai dando sinais de que a partir de agora dirá o que pensa.

Veremos como é que tocará a música a partir de agora. O primeiro grande teste ao consenso entre os maiores partidos será a inclusão da regra de ouro na lei portuguesa. Para já, o impasse continua, com Seguro a não dar sinais de cedência no que toca a blindar a lei e o PSD a exigir que isso seja feito.


* O país tem de mudar o sistema eleitoral, o parlamento deve ter deputados que possam responder cabalmente a quem os elegeu e não como hoje acontece, que são funcionários do clube partidário muito próximos do chefe. A actual representatividade no parlamento é partidocrata, a maioria dos portugueses não se revê nela.
Os partidos estão rotos por dentro!


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