sábado, 31 de março de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 ESTA MADRUGADA VAMOS EDITAR
"PEIDA-FORA-DE-HORAS"

Recreie-se com um excelente filme de
MEL GIBSON

"A PAIXÃO DE CRISTO"
ÀS 00H05 


FALTAM 20 MINUTOS

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T...  de ponta




Thermaltake Level 10 Mouse

Um rato desenhado para aumentar o conforto 
e o desempenho - a jogar e a trabalhar!

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21 -DANÇAS NATIVAS

DANÇA DA POLINÉSIA
TIAMAHANA




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VERDAD???





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BRINCANDO AOS CIÚMES






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A PRESIDENTA...





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2.KAMASUTRAM

Kamasutram (Sânscrito: कामसूत्र), geralmente conhecido no mundo ocidental como Kama Sutra, é um antigo texto indiano sobre o comportamento sexual humano, amplamente considerado o trabalho definitivo sobre amor na literatura sânscrita. O texto foi escrito por Vatsyayana, como um breve resumo dos vários trabalhos anteriores que pertencia a uma tradição conhecida genericamente como Kama Shatra.

“Ao contrário do que muitos pensam, o Kama Sutra não é um manual de sexo, nem um trabalho sagrado ou religioso. Ele também não é, certamente, um texto tântrico. Na abertura de um debate sobre os três objectivos da antiga vida hindu - Darma, Artha e Kamadeva - a finalidade do Vatsyayana é estabelecer kama, ou gozo dos sentidos, no contexto. Assim, Darma (ou vida virtuosa) é o maior objetivo, Artha, o acúmulo de riqueza é a próxima, e Kama é o menor dos três.” — Indra Sinha.

Kama é a literatura do desejo. Já o Sutra é o discurso de uma série de aforismos. Sutra foi um termo padrão para um texto técnico, assim como o Yôga Sútra de Pátañjali. O texto foi escrito originalmente como Vatsyayana Kamasutram (ou "Aforismos sobre o amor, de Vatsyayana"). A tradição diz que o autor foi um estudante celibatário que viveu em Pataliputra, um importante centro de aprendizagem. Estima-se que ele tenha nascido no início do século IV. Se isso for correto Vatsyayana viveu durante o ápice da Dinastia Gupta, um perído conhecido pelas grandes contribuições para a literatura Sânscrita e para cultura Védica.




X
X
 "Foi dito por alguém que não há ordem ou momento exatos entre o abraço, o beijo e as pressões ou arranhões com as unhas ou dedos, mas que todas essas coisas devem ser feitas, de um modo geral, antes que a união sexual se concretize, ao passo que as pancadas e a emissão dos vários sons devem ocorrer durante a união. Vatsyayana, entretanto, pensa que qualquer coisa pode ocorrer em qualquer momento, pois o amor não se incomoda com o tempo ou ordem."

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X7
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 "Quando o amor se intensifica, entram em jogo as pressões ou arranhões no corpo com as unhas. As pressões com as unhas, entretanto, não são comuns senão entre aqueles que estejam intensamente apaixonados, ou seja, cheios de paixão. São empregadas, juntamente com a mordida, por aqueles para quem tal prática é agradável."

CONTINUA NO PRÓXIMO SÁBADO


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ESTAS CRIATURAS SÃO PESSOAS???




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BELEZA ITALIANA

 


  


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HORA DO PLANETA



DAQUI POR CINCO MINUTOS CORTE A ENERGIA EM SUA CASA DURANTE UMA HORA


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HELENA CRISTINA COELHO



Os inimigos de Gaspar

As agências de ‘rating’ dão notas (e dores de cabeça) a muitos e bons bancos, empresas e países. Mas não dão tréguas a nenhum.

Não é preciso recordar todos os efeitos secundários de uma má notação da Fitch, S&P ou Moody's: descer nas suas classificações é meio caminho para se cair em desgraça e perder a confiança de parceiros e investidores. Portugal não escapou à maldição desta intocável ‘troika' das notações. 
As sucessivas desvalorizações com que castigaram a economia portuguesa no último ano, mesmo quando o País já estava em dieta orçamental, são disso um sinal. Um sinal muitas vezes excessivo, fora de tempo, que se repetiu uma vez atrás da outra, já com o País atirado ao tapete e impedido de se erguer. 
Cada nota de ‘rating' lançada ao País tem sido como uma roda de cimento atada aos pés de um náufrago: por mais que esbraceje para chegar à tona de água, é sempre puxado para o fundo do rio. Vítor Gaspar sabe que as agências não lhe dão tréguas - mas nem por isso deixa agora de lhes colocar um travão. Quando a respeitável Fitch alertou o mundo esta semana de que (atenção!) o PIB português vai encolher 3,7% este ano, que o Governo vai ter de aplicar mais austeridade (medo!) e que (cuidado!) o risco de derrapagem no caminho para a meta do défice orçamental é grande, o ministro das Finanças reagiu com desdém diplomático: "A opinião da Fitch é respeitável, mas não estou de acordo". É provável que o ministro das Finanças tenha pensado em muitas outras respostas menos polidas para dar às previsões da Fitch. Mas preferiu atirar-lhes com os resultados da última avaliação do programa de ajustamento e com o progressivo nível de confiança dos mercados na reabilitação nacional. 
O problema, e é bom que Vítor Gaspar saiba disso, é que não bastam as boas notas da ‘troika' para contrariar as (pouco amigas) agências de ‘rating'. Faltam pouco mais de 500 dias para Portugal regressar aos mercados e, até lá, o Governo português tem de inverter rapidamente esta espiral de queda do investimento e do consumo, e de aumento da despesa pública e das medidas de austeridade. Cansados por tantos castigos, os portugueses estão impacientes. Porque eles, mais do que ninguém, estão a cumprir um penoso programa de ajustamento há mais de um ano. E ainda não vêem resultados dessa difícil relação entre sacrifícios pessoais e impacto nas contas públicas. Vítor Gaspar governa assim entre (potenciais) inimigos: de um lado, o mercado que o vai penalizar se falhar as metas; do outro, os portugueses que lhe vão cobrar altos juros se, no final, não virem a recompensa por tanto esforço.


Subdirectora


IN "DIÁRIO ECONÓMICO
29/03/12

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C – CONSTRUÍNDO UM IMPÉRIO

 1.OS MAIAS





O império maia guarda grandes mistérios. Entre os anos 250 e 900 DC construíram altas pirâmides e palácios para honrar a seus deuses, sem a ajuda de metal, animais de carga e nem sequer da roda. Una-se a esta grande aventura da engenharia para conhecer o segredo de um dos impérios mais poderosos da América Central.


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 ESTA MADRUGADA VAMOS EDITAR
"PEIDA-FORA-DE-HORAS"

Recreie-se com um excelente filme de
MEL GIBSON

"A PAIXÃO DE CRISTO"
ÀS 00H05

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MARCO RODRIGUES

NÃO SEI QUE NOME DÁS

 AO MEU AMOR






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ALMORRÓIDA CEREBRAL


Cientistas revelam a surpreendente simplicidade da geometria cerebral

O cérebro humano é o objecto mais complexo que conhecemos, mas a organização das suas ligações nervosas é das coisas mais simples que se possa imaginar.
Basta olhar para a imagem que ilustra esta notícia para perceber do que se trata. Elas revelam que, ao contrário do que se poderia pensar, a arquitectura das ligações nervosas no cérebro não tem nada a ver com um emaranhado sem nexo de esparguete — e tudo a ver com a malha, muito bem organizada e estruturada, de um tecido acabado de sair do tear. Esta sexta-feira, na revista Science, Van Wedeen, da Universidade de Harvard, e colegas publicam estas espectaculares visualizações do cérebro (humano e de vários primatas) e explicam como chegaram à surpreendente conclusão de que a arquitectura dos circuitos nervosos, que define a geometria subjacente do cérebro adulto, é uma simples retícula 3D, com todas as fibras projectadas pelos neurónios a entrecruzarem-se em ângulo recto numa das três dimensões do espaço.
MASCULINO-PITADA DE HUMOR NÃO OFENDE

“O nosso objectivo era mapear a arquitectura das fibras cerebrais”, explica Wedeen num podcast no site da revista. “Dada uma ligação, por onde é que ela passa na sua vizinhança imediata? Descobrimos que essa organização não podia ser mais simples.” As fibras formam superfícies curvas onde pacotes de fibras paralelas entre si se cruzam num ângulo recto com outros pacotes de fibras paralelas entre si. E não é tudo: o fenómeno não é apenas local, estende-se ao cérebro todo. Essas superfícies bidimensionais não são independentes umas das outras: empilham-se umas em cima das outras e estão ligadas entre si por pacotes de fibras perpendiculares a elas, fazendo com que a totalidade do cérebro esteja interligada da mesma forma: “As diversas partes do cérebro são como as peças de um puzzle que se encaixam umas nas outras”, salienta Weeden. “A estrutura do cérebro é um todo unificado.” Não é aleatória, mas construída com base em regras extremamente simples. “No cérebro adulto”, explica ainda Wedeen, “as fibras estão tremendamente retorcidas e dobradas, mas a geometria do cérebro continua a poder ser essencialmente descrita como uma retícula 3D”.
FEMININO-PITADA DE HUMOR NÃO OFENDE

Já se sabia que as ligações nervosas dentro de certas partes do cérebro, como a espinal medula ou o tronco cerebral (uma das suas estruturas mais “primitivas”), estavam assim organizadas — espelhando, aliás, os padrões de base do desenvolvimento embrionário. Mas o resto do cérebro — e em particular o córtex, a sua casca exterior, responsável pelas funções cognitivas superiores dos humanos — tem um aspecto tão retorcido, com tantas convoluções, que parecia impossível que essa mesma organização ali prevalecesse, já para não falar nas interligações à escala global. Mas estava fora de questão fazer-se estudos no ser humano injectando, por exemplo, compostos químicos para seguir o seu rasto nos tecidos cerebrais.

Agora, os investigadores conseguiram ultrapassar os obstáculos graças às mais poderosas técnicas de visualização não invasiva do cérebro, aliadas a sofisticadas análises matemáticas. E o sistema subjacente, que rege o desenvolvimento do cérebro guiando o crescimento das fibras nervosas e que até aqui permanecera oculto, surgiu então com toda a sua elegante simplicidade.

A técnica de visualização utilizada foi a DSI (diffusion spectrum imaging), forma de ressonância magnética que “mapeia as fibras [nervosas] através dos movimentos das moléculas de água nos tecidos”, diz Wedeen. “A seguir, uma série de análises matemáticas permitiram inferir qual o padrão de fibras nervosas mais susceptível de ter produzido esse padrão de fluxos de água.”

Os cientistas analisaram a forma como as fibras nervosas se cruzam em diversos pontos do cérebro, para “desmontar a estrutura dos cruzamentos”. E viram que “em cada cantinho, essa estrutura é basicamente uma grelha cúbica”. E também analisaram os cérebros de vários primatas e de voluntários humanos, pondo em evidência o mesmo tipo de sistema natural de “coordenadas espaciais” em todos essas espécies.


            

“Acho que ninguém suspeitava que o cérebro pudesse ter este tipo de padrão geométrico omnipresente”, frisa Wedeen. Para mais, esta forma de construção do cérebro faz todo o sentido do ponto de vista evolutivo, tornando possível a crescente complexidade do cérebro: “É precisamente a simplicidade desta estrutura quadricular que permite integrar as mudanças graduais e aleatórias da evolução”, diz o investigador.

IN "PÚBLICO"
30/03/12

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ALMORRÓIDA INTRIGUISTA


Eleitores de direita praticam menos
. sexo do que os de esquerda

Os franceses de direita praticam menos sexo do que os de esquerda, que são ainda dados a novas experiências sexuais, revela uma sondagem divulgada hoje pela revista “Hot Video”.

“Os eleitores de candidatos de direita e centro tendem a ter uma vida sexual menos intensa do que os restantes franceses”, conclui a sondagem realizada pela empresa Ifop.

De acordo com esta pesquisa, os eleitores que votaram no atual presidente francês, Nicolas Sarkozy, têm, em média, 6,7 relações sexuais por mês, os que votaram no centrista François Bayrou 5,9 e os que apoiaram os candidatos de esquerda 7,6.

O número eleva-se no caso dos eleitores que apoiam opções políticas mais extremistas, para 7,7 relações sexuais mensais mantidas pelos que apoiaram os candidatos da extrema-esquerda e para oito no caso dos partidários da extrema-direita.

O estudo garante, porém, que “o sentimento de insatisfação sexual é mais relevante entre os franceses que votam em candidatos com um discurso contestatário, como o neo-comunista Jean-Luc Mélenchon ou o ultranacionalista Marine Le Pen”.

Os simpatizantes de esquerda revelam mais tendência para novas experiências sexuais do que os de direitos, conclui a pesquisa.



IN "i"
30/03/12


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BICHON
          FRISÉ




Classificação F.C.I.: Grupo 9 - Cães de Companhia Seção 1.1 - Bichons e Raças Assemelhadas
Padrão FCI nº 215 - 11 de maio de 1998.
País de origem: Bélgica / França
Nome no país de origem: Bichon à Poil Frisé
Utilização: Companhia. Sem prova de trabalho

HISTÓRIA
A palavra Bichon é frequentemente utilizada para descrever pequenos cães brancos tais como o Coton de Tulear, o Maltês, o Frisé, o bolonhês e o Havanês.
O Bichon Frisé é uma raça muita antiga, das espécies raças Bichon, que compreende o Maltês, o Bolonhês e o Havanês. As diferenças entre eles foram-se demarcando com o passar do tempo, e com a variedade de locais onde iam sendo criados. Não há certeza acerca da sua origem mas é reconhecido como uma raça franco-belga. O Bichon Frisé ("Bicho" em francês significa preparar-se com vaidade e Frisé significa encaracolado) possui uma ligação genealógica directa com o Maltês e o Poodle, e as três foram simultaneamente cruzadas entre si, ao longo de vários anos.

Alguns registos históricos contam como, por volta do século XII, pequenos cães brancos de pêlo longo, eram, dados como presente e lembranças, um pouco por toda a Europa. A sua origem é pois, ainda hoje, incerta. Mas ainda que se assista a alguns desacordos parece ser certo que a sua origem sejam os países mediterrânicos, particularmente Itália. Seria então um cruzamento de Poodle e Maltês.

Outras correntes defendem que a sua origem surge no Tenerife, ilha pertencente ao arquipélago das Ilhas Canárias, na costa de Espanha, pela mão de marinheiros do século XIV.
A sua expansão para a Europa deu-se a partir do século XV, quando passou a ser conhecido como um cão típico das famílias reais. Companheiros e muito resistentes, foram tendo aceitação, especialmente em Espanha (onde eram chamados de Teneriffe) e na França.

Neste país, na corte de Henrique III (1547/1589), eram mimados e enfeitados a tal ponto que teriam originado o verbo "bichonner", que em francês significa "enfeitar". O rei Henrique III, grande apreciador de cães pequenos e felpudos, acolheu esta raça como a sua preferida. Os gastos que fazia com eles eram de tal ordem, que começaram a causar polémica no seio da corte. De qualquer modo, e seguindo a influência causada pelo rei, estes animais tornaram-se quase obrigatórios nas cortes europeias. A raça prospera té Napoleão III, altura em que o seu prestígio começou a entrar em decadência no seio das cortes europeias, e damos conta da sua criação por pessoas do povo.

Passa a ser o companheiro dos amoladores de rua e a fazer parte das companhias de circo. Assim, os seus antepassados de ligação ao homem fazem dele um animal de estimação muito sensível. Os italianos descobriram estes cães durante o Renascimento, mas foram os franceses que, posteriormente, reivindicaram a origem do Bichon. Com a 1ª GGM a raça ficou quase extinta, sendo que o que lhe valeu foram os esforços do Kennel Club Francês, que conseguiu recuperá-los e oficializou a raça a nível nacional em 1934, e a nível mundial durante a década de 1970. É uma raça muito confundida com os Poodles.

Nos Estados Unidos, o primeiro casal chegou em 1956, e a raça foi reconhecida em 1972. São, actualmente, depois da Bélgica e França, os maiores criadores de Bichon Frisé do mundo. No Brasil a raça foi introduzida em 1978, com um casal trazido dos Estados Unidos pela criadora Sônia Ehlermann.

Imortalizado em algumas pinturas de Goya, foi no Renascimento que essa raça encontrou o seu período de maior esplendor. É ainda hoje muito apreciado como animal de companhia.

APARÊNCIA GERAL: cão pequeno, alegre, jovial, de movimentação viva; focinho de comprimento médio; pelagem longa, enrolada, tipo cacheada, muito solta, semelhante
à pelagem da cabra da Mongólia. Porte da cabeça alto e orgulhoso; olhos escuros vivos e expressivos.

TEMPERAMENTO
É um cão extremamente activo, simpático, divertido, amistoso, expansivo, muito sociável mesmo com pessoas estranhas e outros cães, alegre, sempre a tentar agradar ao dono e a estar perto dele, meigo, robusto, vivo, de temperamento estável, com movimentação elegante, estilo e ar de dignidade e inteligência, com porte majestoso. O seu temperamento excepcional faz dele um cão ideal para famílias com crianças.

É também muito usado em terapias humanas que envolvem a presença de animais já que o seu tamanho e aspecto contribuem favoravelmente no relacionamento com os doentes, que se sentem estimulados pela sua docilidade. Mas apesar do seu aspecto frágil e de brinquedo, assume perfeitamente o papel de desportista, ganhando reconhecimento em competições como o agility e o flyball.

O Bichon tem também um especial talento para travessuras, o que poderá surpreender quem adquiriu o cão apenas pela sua aparência. Por isso, deve ser educado desde muito cedo por forma a que perceba facilmente os limites para as suas brincadeiras. Se for preciso deixá-los longos períodos sozinhos, os donos devem acostumá-los desde cachorros a não latir enquanto estiverem sós. Procure não o mimar demasiado, e assuma a posição de líder da matilha. O principal elemento para o sucesso de uma boa educação será a postura dos donos que não devem deixar-se levar pelo aspecto frágil do filhote, mimando excessivamente o cão.

Apesar de se adaptar muito bem a apartamentos, os Bichons precisam de gastar a sua energia em passeios diários. Mesmo sendo um cão de aparência frágil, aguentam facilmente longas caminhadas ao lado do dono. Gosta de ter espaço para correr e brincar.

CABEÇA: em harmonia com o corpo.
REGIÃO CRANIANA
Crânio: plano ao toque, embora pareça arredondado, devido à pelagem. O crânio é mais longo que o focinho.
Stop: pouco acentuado.

REGIÃO FACIAL
Trufa: arredondado, bem preto, de textura fina e brilhante.
Focinho: não deve ser nem muito grosso, nem pesado e tampouco pontudo. O sulco entre as arcadas superciliares é ligeiramente aparente.
Lábios: finos; bem secos, porém, menos secos do que os do Schipperke; caídos o suficiente para cobrir o lábio inferior, mas nunca pesados ou pendentes. Normalmente pigmentados de preto até as comissuras labiais. O lábio inferior não pode ser pesado, nem aparente; são firmes, ocultando a mucosa com a boca fechada.
Maxilares / Dentes: dentes normais, isto é, os incisivos do maxilar inferior devem tocar a face interna dos incisivos do maxilar superior.
Bochechas: planas e pouco musculosas.
Mordedura: em tesoura. 
Olhos: escuros, contorno das pálpebras o mais escuro possível, de formato mais arredondado que amendoado; de inserção frontal; espertos, tamanho médio, ocultando a esclerótica. Os olhos não são nem grandes, nem proeminentes como os do Grifo de Bruxelas e do Pequinês; a órbita não deve ser saliente e o globo ocular não deve ressaltar de maneira exagerada.
Orelhas: caídas e bem revestidas de pêlos finamente frisados e longos. São portadas, de preferência, para a frente, quando em atenção, de maneira que a borda anterior
toque o crânio sem se afastar obliquamente. O comprimento da cartilagem não deve atingir a trufa como no Poodle, mas alcançar a metade do focinho. As orelhas são, aliás, bem menos largas e mais finas que as do Poodle.

PESCOÇO: bastante longo, de porte alto e orgulhoso. Redondo e fino junto ao crânio, alargando-se, gradualmente, para encaixar, harmoniosamente, nos ombros. Seu comprimento é aproximadamente 1/3 do comprimento do tronco (proporção de 11 cm para 33 cm para um exemplar de 27 cm de altura na cernelha), tomando-se como base os pontos dos ombros contra a cernelha.

TRONCO
Lombo: largo, bem musculoso e ligeiramente arqueado.
Garupa: ligeiramente arredondada.
Peito: bem desenvolvido, esterno pronunciado, as falsas costelas são arredondadas e não terminam bruscamente. Na horizontal, é bastante profundo.
Flancos: bem elevados ao ventre; pele fina e não solta, dando uma aparência esgalgada.

CAUDA: implantada um pouco mais abaixo da linha superior que a do Poodle. Normalmente a cauda é portada alta e graciosamente curvada, na linha do dorso, sem ser enrolada; não é cortada e somente a pelagem poderá cair sobre o dorso.

MEMBROS
ANTERIORES: vistos de frente, são retos, bem aprumados, de ossatura fina.
Ombros: bem inclinados, não proeminentes, parecendo ser do mesmo comprimento que o braço, em torno de 10 cm.
Braços: não separados do corpo.
Cotovelos: não virados para fora.
Metacarpos: vistos de frente, curtos e retos; vistos de perfil, são levemente inclinados.
POSTERIORES: a pélvis é larga.
Coxas: largas e bem musculosas; bem oblíquas.
Jarretes: em comparação com os do Poodle, são mais angulados.
Patas: tendinosas. Unhas, de preferência, pretas; entretanto, é um ideal difícil de se atingir.

PELE: a pigmentação debaixo dos pelos brancos é, preferivelmente, escura. Os órgãos sexuais também são pigmentados em preto, azulado ou bege.
PELAGEM
Pelo: fino, sedoso, bem solto, encaracolado; semelhante ao da cabra da Mongólia. Não é nem liso, nem encordoado; com o comprimento variando entre 7 e 10 cm.
TOSA: pode apresentar-se com as patas e o focinho ligeiramente aparados.
COR: branco puro.
TAMANHO: a altura máxima na cernelha não deve ultrapassar 30 cm. O tamanho é elemento de valorização a favor dos exemplares menores.

CUIDADOS
Deve-se dar apenas ração de boa qualidade e água. Algumas das rações industrializadas encontradas no mercado tem balanceamento perfeito para o organismo do cão, suprindo todas as suas necessidades, não sendo necessário administrar complementos alimentares tais como vitaminas, sais minerais, aminoácidos, etc..
PELAGEM
Para mantê-la bonita e saudável é necessário dispender duas horas semanais, no mínimo, entre escovações banho e secagem. Caso contrário, ela ficará embolada e sujeita a abrigar pulgas e outros parasitas.
PELE
É muito sensível, como geralmente acontece com animais de pele clara, sendo muito afeto ás alergias e irritações comuns, que causam feridas e levam á queda de pelos no local, se não forem tratadas adequadamente. O médico veterinário poderá fazer orientação adequada a cada caso.
OLHOS
Devem ser limpos com água boricada, com frequencia, pois a raça pode apresentar (embora não seja comum) excesso de lacrimação, conhecido como dacriocistite. É bom trimar a região para que os pelos não invadam os olhos, causando irritação ou inflamações.


NOTAS:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos e acomodados na bolsa escrotal.

IN
- CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
- ARCA DE NOÉ

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Telefones SOS: um pulsar de solidariedade, compaixão e espiritualidade

Seguramente que as histórias mais sublimes de ajuda ao próximo são aquelas em que um ser humano estende a mão a um outro, um qualquer desconhecido em sofrimento, sem que espere qualquer tipo de elogio ou recompensa. Tão somente o calor cá dentro que conforta o coração e agiganta a mente. Que nos engrandece. Que dá mais sentido à vida.
Muitos de nós ouvimos falar da solidão, angústia e desespero que grassa por aí. Talvez hoje em dia mais do que nunca. Mas se soubermos criar uma relação de proximidade com tal amargurado mais facilmente surgirão cenários alternativos. “Estou aqui, amigo!”
Se subirmos à torre há mais horizonte. Se ouvirmos o chilrear dos pássaros lembrar-nos-emos da infância. Por isso, o inculcar da esperança é imprescindível. Às vezes basta acender uma vela. Não esquecer que depois da noite vem sempre o dia. Que depois da tempestade há de vir a bonança. Aquele que só vê os espinhos das rosas não se apercebe da beleza das pétalas coloridas. E o seu perfume aconchegante.
Em todo o mundo os Telefones SOS representam uma cadeia de amor. Voluntários, sob o primado do anonimato e da confidencialidade, procuram estabelecer pontes de afecto com pessoas desesperadas, muitas vezes com ruminações sobre a morte e o suicídio. Neste particular há que tentar compreender a ambivalência. Uma das regras de ouro é aceitar o outro tal como ele é. Falar de tudo calmamente, sem barreiras ou moralismos, no respeito pelas convicções religiosas ou políticas. E não esquecer: se alguém ligou, isso quer dizer que existe um capital para a ajuda que não pode nem deve ser desbaratado. Vale sempre a pena puxar pela memória, pela vida. Certamente iremos encontrar na biografia episódios em que essa pessoa se tenha superado, em que viajou à descoberta, em que tenha rido como uma criança... Falar da mãe, do pai, de um filho, de um irmão, de um animal de estimação...Há sempre alguém ou qualquer coisa capaz de vincular.
Os voluntários dos Centros SOS oferecem, pois, um espaço de liberdade para o vazar de emoções e sentimentos. Desabafar, reflectir, crispar, dirimir. Depois de tudo isto, às vezes com palavras e narrativas de raiva, ódio, hostilidade, vergonha, culpa, à mistura, poderão despontar outros ângulos de visão, talvez até posturas menos radicais, ao encontro de uma certa paz de espírito. Na verdade, nós acreditamos que o exercício da tolerância e da concórdia torna-nos mais felizes.
Os voluntários SOS desejam despertar vontades e ternuras adormecidas. Ajudam a apontar o norte. Um rumo. A renovação do sentimento de pertença. Como um relojoeiro que acertasse o passo do coração dos homens.

Carlos Braz Saraiva
Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Coimbra
Primeiro director do Telefone SOS-Telefone Amigo de Coimbra (1986-1995)

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ALMORRÓIDA MUNDANA


Lady Gaga proibida 
para menores de 18 anos

A comissão de classificação de espectáculos sul-coreano proibiu os menores de 18 anos de assistir ao concerto da cantora norte-americana Lady Gaga, que se realiza a 27 de Abril em Seul, foi esta sexta-feira anunciado.

A idade mínima para assistir ao concerto era inicialmente 12 anos, mas a comissão (Korea Media Rating Board, em inglês) considerou o espectáculo inapropriado para audiências mais jovens.

A empresa responsável pelo espectáculo, a Hyundai Card, garantiu que vai cumprir a decisão e reembolsar os jovens que já compraram bilhetes.
Vários grupos religiosos manifestaram-se contra o concerto de Lady Gaga, que inicia a digressão mundial em Seul. "A comunidade precisa de acções concertadas para impedir que os jovens sejam infectados com homossexualidade e pornografia", de acordo com um comunicado da Associação da Igreja coreana.


IN "CORREIO DA MANHÃ"
30/03/12

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A TERRA  COMO ARTE




Like distant galaxies amid clouds of interstellar dust, chunks of sea ice drift through graceful swirls of ice in the frigid waters of Foxe Basin near Baffin Island in the Canadian Arctic.

Como galáxias longínquas por entre nuvens de particulas de poeira interestelar, pedaços de gelo andam à deriva através de graciosos remoinhos de gelo nas frigidas águas da Bacia de Foxe perto da Ilha de Baffin no Ártico Canadiano.



Nota: A Pesquisa Geológica Americana compilou várias colecções denominadas ' A Terra como Arte'. Esta colecção tem como característica a qualidade artística e não a científica das imagens recolhidas pelo programa Landsat. Este programa é um conjunto de Observações-terrestres feitas por satélites geridos conjuntamente pela NASA e pela Pesquisa Geológica Americana.
Desde 1972 que os satélites do Landsat têm recolhido informações sobre a Terra a partir do espaço. As imagens são apresentadas em 'cor falsa' - os satélites usam tanto a parte visível como invisível do espectro magnético.
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AO SÁBADO É ASSIM
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LUCIANA ABREU

"Comprei uma bomba 

para tirar leite" 

 

 

 

 

IN "CORREIO DA MANHÃ" - 30/03/12

KUMENTÁRIO »»  Tá certo, o Yannick joga futebol não tem que saber ordenhar...

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PREPARANDO PARA OS

OLÍMPICOS





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ESCOLHAS DA SEMANA E DO MÊS

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COMPRE JORNAIS E REVISTAS














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MMMMMMMMMMMMMMMMMMM




















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QUASE, QUASE IGUAL





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ESPAÇO NAVE TERRA


SEMANA 33





Episódio da série Espaçonave Terra, que mostra as relações entre a Terra, o Sol e os planetas do Sistema Solar, e as consequências dessa relação para a vida em nosso planeta - cada episódio equivale a uma semana do ano.

NR: Os episódios anteriores desta série foram inseridos nos sábados precedentes às 13h00


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