sexta-feira, 30 de março de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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BELEZA NÃO SE DISCUTE











  
DURMA BEM

Enviado por E. FRANÇA
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DESFILE DE CORSETERIE



O Salão Internacional de >Lingerie realizou-se em Janeiro deste ano na Expo-Paris- Porta de Versailles. É um grande acontecimento de moda muito concorrido por profissionais e foram  muitas as marcas presentes realçando sempre a qualidade das criações nos vários desfiles que decorreram, apesar da crise que se sente no sector.

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

 Poupança das famílias caiu em 2011 
A taxa de poupança das famílias caiu em 2011, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

 Apesar disto, a economia portuguesa registou uma quebra recorde do seu défice externo. Segundo as Contas Nacionais Trimestrais por sector institucional, a taxa de poupança, medida como percentagem do rendimento disponível (rendimento menos impostos e pagamento de juros), caiu diminuiu de 10,2% para 9,7%. 
A razão para a redução da poupança reside sobretudo na diminuição do rendimento disponível, que diminuiu 1% no ano terminado em Dezembro. Apesar de o consumo das famílias ter caído, a quebra foi inferior à que se registou nos rendimentos. Conclusão: os fundos retidos pelas famílias, depois de investimentos (compra de habitação, por exemplo) não ultrapassaram os 4,2% do PIB, menos 0,4 pontos percentuais que em 2010. Apesar disto, a economia portuguesa no seu conjunto registou um ajustamento muito substancial. 
O défice externo, dado pela diferença entre a produção efectiva e a despesa interna, caiu de 8,3 para 5,1% do PIB. Este é o valor mais baixo desde 2003, quando a economia portuguesa esteve em recessão. E é inferior à meta que estava implícita no Programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF) assinado com a troika. Isto porque a evolução dos saldos dos restantes sectores foi mais do que suficiente para contrariar a tendência registada nas famílias. 
O maior contributo acabou por vir mesmo do Estado, que reduziu o seu défice de 9,8 para 4,2% do PIB – em parte, por causa da integração de quase 6000 milhões de euros de fundos de pensões da banca. As empresas também melhoraram o seu défice global, que passou de 5,3% para 4,8%. A maior parte deste corte foi feito através de uma expressiva diminuição do investimento. 


 * Ainda ninguém falou sobre o número de famílias que se desfazem por causa da crise.


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 ROB REID
 O iPod DE 8000$ MILHÕES


NR: Não existe tradução em língua portuguesa desta conferência, optámos por inserir a legendagem em castelhano.

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HOJE NO
"DESTAK"

Governo diz que não pode proibir pescadores de capturar tubarões 

O Governo dos Açores desvalorizou hoje as preocupações da Plataforma de Cidadania sobre os alegados níveis elevados de capturas de tubarões no mar do arquipélago e frisou que o executivo "não pode proibir" os pescadores de os capturarem. "Estamos disponíveis para analisar a situação, mas achamos que é um recurso que pode ser explorado comercialmente", afirmou Marcelo Pamplona, subsecretário regional das Pescas, salientando que o 'stock' de tintureiras no mar dos Açores está "em bom estado". Marcelo Pamplona reagia ao alerta lançado na quinta-feira pela Plataforma de Cidadania, uma coligação formada pelo PPM, MPT e independentes para concorrer às eleições regionais de outubro, sobre alegados níveis "preocupantes" de capturas de tintureira, uma das espécies de tubarões mais comum no mar dos Açores. 


* Os pescadores açoreanos que tragam os seus barcos até  Lisboa, há tubarões com fartura. 


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2.2-A IGREJA CATÓLICA

CONSTRUTORA DA CIVILIZAÇÃO


Igreja e Ciência





Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental. 


NR: Há muito que somos zurzidos por muitos amigos e alguns visitadores, pela nossa atitude agreste, alguns dizem agressiva, em relação à igreja católica, nos vários comentários que por vezes dirigimos à estrutura ou a alguns dos seus intépretes.
Lá nos vamos defendendo destas "vis" acusações referindo que só zurzimos em quem se põe a geito...
Mas, como apreciamos a imparcialidade decidimos editar uma série longa em defesa acérrima da igreja católica, não para nos redimirmos ou ganharmos o céu mas por respeito aos nossos amigos e visitadores que professam esta religião.
A Redacção

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FOTOS VÍDEOS INFOGRAFIAS


IN "RECORD" 30/03/2012 

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HOJE NO
"i"

Estado obriga avençados a declarar afinidades políticas
 Comissão de Protecção de Dados assegura que é ilegal qualquer tipo de declaração sobre ideias políticas


Um organismo do Estado está a pedir aos seus trabalhadores com recibos verdes que assinem um documento em como não têm “afinidades políticas” com outros colaboradores e ex-funcionários desses mesmos serviços. O jurista João Amaral e Almeida, especialista em direito administrativo, diz que “é uma invenção claramente abusiva”. 
 A declaração – que está a ser pedida aos colaboradores para efeitos de renovação do contrato de trabalho –, menciona, além da questão partidária, “interesses económicos” e “relações familiares”. O jornal i confirmou a existência desta declaração junto de trabalhadores que preferem manter o anonimato com receio de represálias que ponham em risco o seu emprego. Já lhes basta estar a recibos verdes há quatro, seis, oito ou mais anos, sujeitos a horários e a hierarquia mas sem os benefícios de quem está nos quadros. 

A advogada Inês Barros, especialista em protecção de dados do escritório Vieira de Almeida, concorda que a informação pedida “extravasa o que a lei prevê”, bem como o que “estabelece a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD)”. A lei apenas prevê a solicitação de “informação sobre a contraparte [aquele que é contratado], designadamente no que respeita à relação ou à participação de ex-colaboradores do órgão ou serviço, bem como do respectivo cônjuge, algum parente ou afim em linha recta ou até ao segundo grau da linha colateral, ou de qualquer pessoa com quem viva em economia comum”. Questões como a filiação partidária ou interesses económicos são consideradas da vida privada e, por isso mesmo, teriam de ser sujeitas ao parecer da CNPD – organismo que costuma impedir a divulgação deste tipo de informações. Outra das questões reside em saber como será utilizada posteriormente a informação pedida aos trabalhadores. 

A CNPD ficou surpreendida com o teor da declaração, que “não respeita em nada a portaria em causa, além de que não seria aceitável, e está fora de questão, que uma pessoa tenha de declarar as suas afinidades políticas”, disse ao i a assessora da instituição Clara Guerra. Para se defender, “o trabalhador pode recusar-se a assinar a declaração” ou “propor assinar um texto diferente”, esclarece João Amaral e Almeida. Segundo este causídico, o erro, contudo, vem de trás. A questão surge agora porque as renovações que estão a ser feitas são as primeiras desde a entrada em vigor da Portaria n.o 9/2012, de 10 de Janeiro, que exige o parecer prévio vinculativo dos membros do governo responsáveis pela área das finanças e administração pública para celebrar ou renovar contratos de aquisição de serviços. De facto, a norma em vigor vem substituir, “por questões técnico-jurídicas”, uma outra portaria “que tinha o mesmo texto”, explica Amaral e Almeida. Isto é, o ministro das Finanças já tinha de emitir um parecer sobre o contratado. Para este especialista em direito público é aqui que reside o primeiro erro: “O que a lei diz é que o parecer do ministro tem de ser dado em função de uma série de documentos, dos quais faz parte informação sobre quem é o contratado [a contraparte] e as relações que tem com o organismo em causa. Mas o objectivo era que fosse o responsável de cada serviço a dar essa informação e não que essa responsabilidade fosse passada para o contratado”, explica. “O que é abusivo é impor ao contratado que diga tudo isto”, sublinha João Amaral e Almeida. Porquê? Logo à partida porque o contratado apenas pode consentir naquilo que é do seu conhecimento. “É aquilo a que em direito se chama ‘declaração de ciência’. Isto é, só posso dizer o que sei. E ninguém é obrigado a saber a relação dos parentes com terceiros.” 
 No entanto, a lei abrange o próprio, o cônjuge e algum familiar ou afim em linha recta ou até ao segundo grau da linha colateral, ou de qualquer pessoa com quem viva em economia comum. “É uma data de gente de uma tacada só: pais, filhos, tios e primos... É um despautério e ainda por cima abrange a pessoa com quem se vive em economia comum.” É este o outro problema. “Quando se fala em pessoa com quem se vive em economia comum há um atentado à intimidade, à vida privada das pessoas. No limite, a pessoa com quem se vive pode até não ser o cônjuge.” Por outro lado, a lei de protecção de dados pessoais diz expressamente que os dados de terceiros só podem ser fornecidos com consentimento de forma inequívoca do próprio. Quanto às afinidades políticas ou interesses económicos, “trata-se de uma invenção completamente abusiva. Não está na portaria nem se sabe o que é. Além de que ter afinidades ou relações familiares é normal e não é, em si mesmo, impeditivo de uma contratação... É surrealista”, remata João Amaral e Almeida. 

 O jornal i contactou o Ministério das Finanças e a Secretaria de Estado da Administração Pública para saber se existe uma minuta da declaração e quantos contratados a recibo verde existem no Estado. 

Sobre a declaração, fonte oficial garantiu que “não há uma minuta”, o que leva a que cada serviço possa optar pela sua versão. “Isto é tudo mal feito”, diz João Amaral e Almeida, acrescentando que “muitos dos juristas destes organismos não sabem o que estão a escrever”. No que toca a números, o ministério remeteu o i para o Boletim Oficial do Emprego Público (BOEP), mas a última informação disponível é de Julho de 2011. O Sindicato da Administração Pública também não tem números. “Infelizmente, os dados não são fiáveis”, diz o secretário- -geral, Jorge Nobre dos Santos. “O sindicato tem feito diligências junto do governo, mas não podemos fazer mais do que isso, até porque normalmente só sabemos das situações a posteriori, quando as pessoas são dispensadas de qualquer maneira”, acrescentou o sindicalista. 


* Alguém se espanta por termos um governo salazarento, que refugiando-se numa portaria aparentemente correcta desenvolve métodos pidescos, porque votaram neles??? 
Mas é um desaforo o organismo conservar o anonimato, a comunicação social sabe e não denuncia.


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RUI MOREIRA

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Para grandes males, grandes remédios

Muitos anos depois, a fusão do Porto e Gaia volta à ribalta. Como o leitor se recordará, foi tema de um badalado e inconsequente almoço no Roseiral, entre Menezes e Fernando Gomes, à época presidente da Câmara do Porto, e sai agora da gaveta, mais de uma década depois.

Este jornal, que tem sido eco de tudo o que nos chega, diariamente, da outra banda, tem tratado do assunto, e o director Manuel Tavares escreveu um texto a insurgir-se contra as reservas colocadas por algumas pessoas a esta fusão, defendendo-a, porque "através de uma superior coordenação de esforços torna-se possível realizar com maior eficácia tarefas mais complexas como as de transportar, alojar, abastecer, prestar cuidados de saúde ou de educação."

Tavares tem razão quando refere os objectivos a atingir, que são, sem dúvida, desejáveis. Mas, a meu ver, engana-se quanto ao instrumento mais útil para os atingir. Em primeiro lugar, porque a fusão de cidades exige que os cidadãos se manifestem nesse sentido através de referendo. Ora, duvido que os portuenses estejam interessados nessa solução, desde logo, por razões históricas e, também, porque não estarão interessados em partilhar a dívida acumulada pela Câmara de Gaia e pelas suas empresas municipais, que é muito superior à do Porto. Duvido, também, que os gaienses aceitassem que a cidade unida se chamasse Porto. Mas, a não ser assim, a perda da marca e da identidade já conseguida internacionalmente teria um impacto muito negativo. Acresce, ainda, que o Grande Porto é constituído por essas cidades e, também, por Matosinhos, Maia e Gondomar. Sendo estas excluídas, as sinergias desejáveis não seriam plenamente atingidas.

Entendo que para atingir os desígnios enumerados por Tavares, necessário se torna criar uma autarquia metropolitana que assuma essas competências, ineficazes quando espartilhadas pelos municípios, mas sobretudo, que receba competências descentralizadas da administração central. É esse modelo de autarquia supramunicipal, que vem sendo defendida em Lisboa por António Costa, que também defendo para a nossa metrópole. Se ficarmos aquém desse modelo, estaremos a fazer uma reforma menor, de menor impacto, através de argumentos panfletários como seja a da criação da maior cidade portuguesa. De resto, prefiro que a nossa cidade, a nossa metrópole, seja a melhor cidade portuguesa e não fique aquém da reforma pensada para Lisboa.

É essa a única forma célere, legítima e democrática de criar um nível intermédio de decisão entre o poder central e as autarquias, capaz de permitir fomentar sinergias e coordenar estratégias. Acresce, ainda, que é o voto, expresso nas urnas, que concede autoridade a quem for eleito para convocar as outras lideranças políticas, económicas e sociais, que continuarão desejavelmente a existir. Essa autoridade não existe de outra forma em contexto democrático, nem pode ser reclamada por lideranças fácticas. Compreendo que o ministro Relvas, que admite que as áreas metropolitanas sejam dotadas de maiores competências, não queira aceitar a eleição directa para os órgãos executivos. É a posição recorrente dos opositores da regionalização e de quem prefere o centralismo. O argumento invocado por Relvas, em entrevista ao Porto Canal, de que se esse caminho fosse seguido daria início à luta entre os autarcas, é uma desculpa esfarrapada, que ignora o que se tem passado entre o Porto e Gaia.

Por muito que Passos Coelho tenha dito, no Palácio da Bolsa, que o Governo aposta na descentralização, e não duvidando da sua intenção, não a reconheço na sua governação. Disse-lhe, publicamente, que o Porto tem de saber abrir as suas próprias janelas, de adquirir capacidade negocial e de barganha; que é essencial, por isso, que seja dotado de estruturas políticas que correspondam a essa necessidade e que tenha um presidente com autoridade política e democrática para bater o pé a Lisboa. Que Relvas não o queira, entende-se; que haja políticos cá da terra que a isso se submetam, por questões de conveniência ou de agenda pessoal, pode ser tradicional, mas é seguramente incompreensível. 



IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
25/03/12


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O GRANDE FILÓSOFO...






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HOJE NO
"A BOLA"

Sporting contrata dupla olímpica 

O Sporting contratou até final de 2016 a dupla olímpica Nuno Mendes/Pedro Fraga para o departamento de remo. Os atletas, que foram oitavos em double scull ligeiro em Pequim2008, estão apurados para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. 

 Nuno Mendes e Pedro Fraga deixam assim o Sport Clube do Porto, clube que representaram durante oito anos, para assinar contrato até dezembro de 2016, após as olimpíadas de Rio de Janeiro. Além de uma medalha de prata nos Europeus de 2010, os desportistas são os únicos portugueses que conseguiram conquistar medalhas em Taças do Mundo da modalidade.


 * Dar atenção às modalidaades amadoras. 


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II - GALÁPAGOS

1 - AS ILHAS QUE MUDARAM O MUNDO




O lugar que inspirou a teoria da evolução de Darwin. As ilhas Galapagos são um laboratório vivo, um cinturão geológico que gerou e viu morrer inúmeras espécies de plantas e animais. As ilhas ocidentais ascendem no mar dando mais chances a vida enquanto as ilhas orientais afundam garantindo a morte de vários seres e plantas. Entre os dois existem as ilhas centrais, fertéis e imponentes elas dão abrigo a um sem número de seres vivos. Em nenhum outro lugar na terra encontramos o ciclo da via e da morte tão aparente quanto aqui. Veja os ciclos se desdobrando perante seu olhos nesta fantástica filmagem feita em alta definição HD pela BBC e o National Geographic Channel.


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A MEMÓRIA DOS DIAS






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HOJE NO
"PÚBLICO"


Conselho Nacional reúne esta sexta-feira Temas fracturantes ameaçam cavar divisões no interior do CDS

 Um grupo de conselheiros nacionais do CDS-PP considera que alguns deputados têm tido "comportamentos inexplicáveis" relativamente a "questões fracturantes" e pedem uma clarificação do partido em relação a estas matérias. A discussão deste assunto está agendada para a reunião desta sexta-feira do Conselho Nacional (CN) do partido. "Nos últimos tempos temos assistido com estupefacção a comportamentos inexplicáveis de deputados do CDS a propósito de votações parlamentares em matérias ditas "fracturantes", sobre as quais, é bom lembrar, o partido tem posição definida, sustentada na sua carta de princípios e no seu programa político", lê-se numa carta que um grupo de doze conselheiros endereçou a António Pires de Lima.

 O presidente do CN decidiu levar a questão à reunião de hoje daquele órgão do partido. "No essencial, entendemos que é necessário clarificar o posicionamento do grupo parlamentar do CDS relativamente às matérias ditas fracturantes. Isto porque tem havido algumas votações de alguns deputados com as quais não concordamos, por não se inscreverem na matriz de valores fundacionais do nosso partido", disse ao PÚBLICO Pedro Melo, um dos subscritores da carta. "Se algo mudou, é preciso sabê-lo. Se não mudou, é preciso afirmá-lo", precisou ainda aquele conselheiro nacional do CDS. A carta sublinha a necessidade de "dar um sinal claro aos eleitores", e aponta como exemplos os casos em que, apesar de o partido ter dado liberdade de voto, houve "três deputados que se abstiveram e um que votou mesmo a favor", como aconteceu com os quatro projectos sobre procriação medicamente assistida (PMA) e na votação do projecto apresentado pela deputada Isabel Moreira (PS), que consagrava a PMA "como técnica alternativa da procriação e não como técnica subsidiária". E são mais as situações referidas no documento. "Mais recentemente, na votação do projecto de lei sobre a adopção de crianças por casais do mesmo sexo, passe o paradoxo, o partido, e muito bem, não concedeu liberdade de voto aos deputados, impondo a rejeição de todas aquelas iniciativas legislativas por visarem a consagração de soluções jurídicas flagrantemente violadoras dos princípios por que nos batemos e que propusemos aos portugueses em tempo oportuno", vincam ainda os autores da carta. 

Os doze conselheiros manifestam, por isso, "grande surpresa, enorme perplexidade e justo desagrado", porque "um dos nossos deputados votou a favor de um dos projectos e um outro, desconhecendo-se também por que bulas, resolveu abster--se", argumentam. Advertem, por isso, para as consequências das posições dissonantes na bancada parlamentar do partido, e a conclusão é que "fragilizam, e muito, as posições políticas assumidas pelo CDS" . Dizem também que "a falta de sintonia dos deputados é absurda para uns e motivo de gáudio para todos quantos contam com a permissividade ou tibiezas alheias para fazerem passar uma agenda que todos os experimentalismos sociais consente". E porque estão já anunciados novos debates sobre questões da mesma natureza, os autores da carta querem que o CDS clarifique a sua posição. "A estratégia do partido deve ser clara" e os deputados devem votar de acordo com as posições oficiais do partido, "se necessário recorrendo à disciplina de voto, dando assim um sinal de confiança aos eleitores que sufragaram um programa e uma carta de princípios que são conhecidos", conclui o documento. 


 * A reacção respira, é um direito democrático fruto do 25 de Abril 


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LINA RODRIGUES

PORQUE VOLTAS DE QUE LEI






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Telefones SOS: um pulsar de solidariedade, compaixão e espiritualidade

Seguramente que as histórias mais sublimes de ajuda ao próximo são aquelas em que um ser humano estende a mão a um outro, um qualquer desconhecido em sofrimento, sem que espere qualquer tipo de elogio ou recompensa. Tão somente o calor cá dentro que conforta o coração e agiganta a mente. Que nos engrandece. Que dá mais sentido à vida.
Muitos de nós ouvimos falar da solidão, angústia e desespero que grassa por aí. Talvez hoje em dia mais do que nunca. Mas se soubermos criar uma relação de proximidade com tal amargurado mais facilmente surgirão cenários alternativos. “Estou aqui, amigo!”
Se subirmos à torre há mais horizonte. Se ouvirmos o chilrear dos pássaros lembrar-nos-emos da infância. Por isso, o inculcar da esperança é imprescindível. Às vezes basta acender uma vela. Não esquecer que depois da noite vem sempre o dia. Que depois da tempestade há de vir a bonança. Aquele que só vê os espinhos das rosas não se apercebe da beleza das pétalas coloridas. E o seu perfume aconchegante.
Em todo o mundo os Telefones SOS representam uma cadeia de amor. Voluntários, sob o primado do anonimato e da confidencialidade, procuram estabelecer pontes de afecto com pessoas desesperadas, muitas vezes com ruminações sobre a morte e o suicídio. Neste particular há que tentar compreender a ambivalência. Uma das regras de ouro é aceitar o outro tal como ele é. Falar de tudo calmamente, sem barreiras ou moralismos, no respeito pelas convicções religiosas ou políticas. E não esquecer: se alguém ligou, isso quer dizer que existe um capital para a ajuda que não pode nem deve ser desbaratado. Vale sempre a pena puxar pela memória, pela vida. Certamente iremos encontrar na biografia episódios em que essa pessoa se tenha superado, em que viajou à descoberta, em que tenha rido como uma criança... Falar da mãe, do pai, de um filho, de um irmão, de um animal de estimação...Há sempre alguém ou qualquer coisa capaz de vincular.
Os voluntários dos Centros SOS oferecem, pois, um espaço de liberdade para o vazar de emoções e sentimentos. Desabafar, reflectir, crispar, dirimir. Depois de tudo isto, às vezes com palavras e narrativas de raiva, ódio, hostilidade, vergonha, culpa, à mistura, poderão despontar outros ângulos de visão, talvez até posturas menos radicais, ao encontro de uma certa paz de espírito. Na verdade, nós acreditamos que o exercício da tolerância e da concórdia torna-nos mais felizes.
Os voluntários SOS desejam despertar vontades e ternuras adormecidas. Ajudam a apontar o norte. Um rumo. A renovação do sentimento de pertença. Como um relojoeiro que acertasse o passo do coração dos homens.

Carlos Braz Saraiva
Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Coimbra
Primeiro director do Telefone SOS-Telefone Amigo de Coimbra (1986-1995)

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

IPO aumenta radioterapia 

 Doentes com cancro da mama que estão a ser acompanhadas no Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa são os primeiros utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) a receber tratamento oncológico na Fundação Champalimaud (FC). Estas doentes estão a fazer radioterapia num acelerador linear mais evoluído tecnologicamente. 
 No entanto, até ao Verão, o IPO prevê duplicar os tratamentos de radioterapia, diminuindo o número de doentes enviados para outras unidades contratualizadas. João Oliveira, director clínico do IPO, afirmou ao CM que a unidade pública está a reequipar-se e que tem mais um acelerador linear a funcionar, o que permite "aumentar a capacidade de resposta". Leonor Beleza, presidente da Fundação Champalimaud, explicou ontem, durante uma visita que o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho efectuou à FC, que o acelerador utilizado na instituição "permite um tratamento único de radioterapia". 
Segundo a responsável, o tratamento é mais eficaz porque a dose de radiação é mais intensa e o equipamento "tem a capacidade de incidir no tumor de forma mais directa". A Fundação Champalimaud trata, neste momento, 1943 doentes. Leonor Beleza não precisou quantos são utentes do SNS. Fonte do Ministério da Saúde afirmou ao CM que o custo dos tratamentos na FC são "seguramente mais baratos do que os restantes preços de fornecedores privados". Ontem foi também anunciado que, de acordo com a revista ‘The Scientist’, a Fundação Champalimaud é considerada o melhor sítio para trabalhar fora dos EUA. 


 * Tudo o que se fizer para melhorar a vida dos doentes oncológicos é sempre bem vindo!!! 








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HELI DE BOLSO





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HOJE NO
"DIÁRIO  ECONÓMICO"

Governo não vai isentar Lusoponte 

"O Governo não vai devolver os tais 51 milhões a que a Lusoponte diz ter direito", afirmou Passos Coelho, no debate quinzenal. 

O líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, questionou o Governo sobre um despacho do secretário de Estado das Obras Pública, Sérgio Monteiro, que supostamente isentava a Lusoponte de pagar uma "derrama" de 2,5% para as empresas com resultados superiores a dois milhões de euros. Passos foi rápido a responder que o Governo não vai devolver os tais 51 milhões a que a Lusoponte diz ter direito e que o mecanismo já foi revisto para que situações destas não se voltem a repetir. "O acordo com a Lusoponte foi assinado ontem e não inclui compensação à Lusoponte". Na explicação, o primeiro-ministro disse: "No que respeita à lusoponte, quando o Governo decidiu que seriam cobradas portagens de Agosto, em simultâneo solicitou a reabertura do contrato de reequilíbrio financeiro para corrigir essa situação. A razão por que não ficou concluído até Setembro, data do pagamento, deveu-se ao facto do processo precisar de ser mediado pela entidade reguladora. Mas dissemos que no pagamento seguinte isso estaria regularizado e está. O Estado vai reembolsar os montantes que estavam em dívida para com o Estado". 


* Se o governo  não vai isentar a Lusoponte qual é a benesse que vai dar ao consórcio, não há almoços grátis nem nós somos parvos?! 


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I. GUINÉ-BISSAU

2-PAISAGENS



Na passada sexta-feira quando inciámos a edição de imagens das belas paisagens guineenses, adicionámos um texto informativo sobre o país, hoje inserimos mais alguma informação.

Geografia
Com uma área de 36 126 km², o país é maior que a Bélgica, Taiwan, Haiti ou mesmo os estados brasileiros de Alagoas e Sergipe.

O país estende-se por uma área de baixa altitude. O seu ponto mais elevado está 300 metros acima do nível do mar. O interior é formado por savanas e o litoral por uma planície pantanosa. O período chuvoso alterna com um período de seca, com ventos quentes vindos do deserto do Sahara. O arquipélago dos Bijagós situa-se a pouca distância da costa.

Clima
Situada aproximadamente a meia distância entre o Equador e o Trópico de Câncer, a Guiné-Bissau tem clima tropical, caracteristicamente quente e húmido. Há duas estações distintas: a estação das chuvas e a estação seca. O território insular, composto por mais de 80 ilhas, exibe algumas das melhores praias da África Ocidental.

A estação das chuvas estende-se de meados de Maio até meados de Novembro, com maior pluviosidade em Julho e Agosto. A estação seca corresponde aos restantes meses do ano. Os meses de Dezembro e Janeiro são os mais frescos. No entanto, as temperaturas são muito elevadas durante todo o ano.

Demografia
A população da Guiné-Bissau é constituída por mais de 20 etnias, com línguas, estruturas sociais e costumes distintos. A maioria da população vive da agricultura e professa religiões tradicionais locais. Cerca de 45% dos habitantes praticam o islamismo. As línguas mais faladas são o fula e o mandinga, entre as populações concentradas no Norte e no Nordeste. Outros grupos étnicos importantes são os balantas e os papéis, na costa meridional, e os manjacos e os mancanhas, nas regiões costeiras do Centro e do Norte. O crioulo é a língua veicular interétnica.

Dados gerais

População: 1,7 milhões de habitantes Estrutura etária:
0-14 anos: 42% (homens: 271.100; mulheres 272.304)
15-64 anos: 55% (homens 335.150; mulheres 370.667)
65 anos e mais: 3% (homens 16.574; mulheres 19.920) (estimativas de 2000)
Taxa de crescimento da população: 2,4% (estimativas de 2000)
Taxa de nascimentos: 39,63 nascimentos/1.000 habitantes (2000)
Taxa de mortalidade: 15,62 mortes/1.000 habitantes (2000)
Taxa de migração: 0 migrantes/1.000 habitantes (2000)
Percentagem homens/mulheres:
ao nascer:' 1,03 homens/mulheres
com menos de 15 anos: 1 homem/mulher
15-64 anos: 0,9 homens/mulheres
65 anos e mais: 0,83 homens/mulheres
total da população: 0,94 homens/mulheres (2000)
Taxa de mortalidade infantil: 130 mortes/1,000 nascimentos (2004)
Esperança de vida ao nascer:
Total da população: 49,04 anos
Homens: 46,77 anos
Mulheres: 51,37 anos (2000)
Taxa de natalidade: 5.27 crianças por mulher (2000)
Grupos étnicos: balantas 30%, fulas 20%, manjacos 14%,
mandingas 13%, papéis 7%, europeus e outros: menos de 1%
Religiões: crenças indígenas 50%, muçulmana 45%, cristianismo 5%
Línguas: português (oficial), crioulo guineense, línguas africanas
Taxa de alfabetização:
definição: com 15 anos ou mais, sabendo ler e escrever
Total da população: 53,9%
Homens: 67,1%
Mulheres: 40,7% (1997)

IN "WIKIPEDIA"

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ALMORRÓIDA MODERNAÇA


Trendabl

Não estranhe se ainda não tiver ouvido falar do Trendabl – esta aplicação, estilo Instagram fashion, foi lançada apenas na segunda-feira. 

O certo é que já atraiu alguns dos maiores nomes da indústria (Brad Goreski mostrou o seu entusiasmo e a Mary-Kate Olsen afirmou que o Trendabl “vai mudar a forma como as pessoas partilham e descobrem a moda”), e, se eles gostam, é provável que também queira ficar por dentro do assunto. 
 Funciona de forma relativamente simples: a partir do seu iPhone, pode enviar fotografias de roupa ou acessórios, podendo acrescentar legendas com especificações sobre marcas, preços ou lojas, marcar tags de navegação e partilhá-las diretamente nas redes sociais, como o Twitter ou o Facebook. 
 Tal como no Instagram, pode seguir outros membros, como celebridades e marcas, partilhar as suas fotografias ou recorrer ao cliché do “like”. 

O Trendabl foi criado por Jon Alagem e está pensada uma futura plataforma de e-commerce para o aplicativo. 
 Para já, está disponível de forma gratuita na loja do iTunes e funciona apenas para iPhones, mas a versão para smartphones em geral deverá ser lançada em breve.




IN "VOGUE"
30/03/12

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

 Parcerias público privadas
 Comissão vai analisar 
todos os contratos 

A comissão parlamentar de inquérito às parcerias público-privadas rodoviárias proposta pelo PSD e CDS-PP vai analisar todos os contratos, incluindo os que foram renegociados em 2011 pelo atual Governo, anunciaram ontem os dois grupos parlamentares. 'Os contratos que foram renegociados em 2011, assim que forem assinados, estarão também no objeto de inquérito desta investigação', afirmou o vice-presidente da bancada do PSD Luís Menezes, em conferência de imprensa conjunta com o deputado do CDS-PP Hélder Amaral. 


 * Quem são os felizardos da comissão e quanto vão ganhar extra, convém  saber?!


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30 - OOPS !!!!!!!!!! 










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HOJE NO
"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS/
DINHEIRO VIVO"

 Como são fabricados os iPhone: 
Setenta horas de trabalho semanal
 e irregularidades salariais 
 
Uma investigação apurou que os trabalhadores da empresa que fabrica os produtos da Apple na China estão submetidos a horários extremos, a salários muito baixos e a mais de 50 problemas de segurança. 
A Fair Labor Association (FLA), organização não-lucrativa que promove os direitos laborais, investigou três fábricas da Foxconn e consultou mais de 3500 trabalhadores e descobriu que existem pelos menos 50 pontos em incumprimento segundo a lei laboral chinesa e segundo o código de condições laborais que rege e promove a empresa, segundo o Expansíon. Estes pontos estão relacionados com a segurança e a saúde laboral, a integração dos trabalhadores e a comunicação, os salários e a jornada laboral. 
Tanto a Apple como a Foxconn revelaram a sua intenção de implementar estas medidas. Durante os picos de produção, a média de horas semanais trabalhadas supera os limites estabelecidos pelo código da FLA, que estabelece um máximo de 48 horas e um dia completo de descanso assim como um máximo de 36 horas extras mensais, ou seja, uma média de nove horas extra por semana, de acordo com a legislação chinesa. Na empresa, Fu Tai Hua Industrial, na cidade de Guanlan, onde os iPhones são produzidos, a maioria dos empregados trabalham até 60 horas semanais (incluindo as extraordinárias), apesar de nas épocas de máxima produção, como em Outubro e Dezembro de 2011, 7% dos trabalhadores superaram as 60 horas e chegaram a trabalhar até 70 horas semanais.
 Neste caso, a fábrica tinha implementado um sistema de “descanso ergonómico” de 10 a 15 minutos por duas horas de trabalho consecutivos, mas o procedimento não foi implementado de forma consistente e muitos empregados não o receberam. 


* A maçã vai pôdre... trabalhadores da EDP e da REN preparem-se...

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GOTAS DE ÁGUA









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PRAGAMATISMO NIPÓNICO














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