segunda-feira, 26 de março de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA



MUITA SEDE

Um árabe cheio de sede atravessava o deserto há várias horas quando ao longe vislumbrou uma banca.
Na esperança de lá ter água, acelerou o passo. Uma hora depois chega finalmente e aproxima-se:
- Boa tarde, tem água?
- Não, a única coisa que tenho são gravatas para venda.
- Gravatas? Quem é que compra isso no deserto??
- Olhe que estão em promoção, cinco euros cada uma. Quer comprar?
- Claro que não! Estou cheio de sede e o que eu queria era água!
- Tenho aqui umas que combinam com a sua túnica...
- Não quero nada disso, já disse! Quero é matar a sede.
- OK. Mas olhe, depois daquela duna ali, se virar para Oeste encontra um oásis a cerca de 4km.
- A sério?!
- Garantido!
- Então vou-me pôr a caminho.
Passadas cinco horas e já rente à noitinha, o árabe volta ao local da banca das gravatas:
- Então, encontrou o oásis?
- Encontrei.
- E?
- O cabrão do porteiro diz que não se pode entrar sem gravata ....

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ALMORRÓIDA FREE PORTEIRA




Arguido do Freeport 'negociava em segredo' com Sócrates, diz testemunha 


Uma testemunha do julgamento do caso Freeport revelou hoje que o consultor Charles Smith lhe confidenciou que estava a «negociar em segredo» com o então ministro do Ambiente José Sócrates a aprovação do projecto do outlet de Alcochete. 
O irlandês William Mckinney, ex-dono dos terrenos da antiga fábrica de pneus da Firestone onde foi construído o empreendimento, disse, por videoconferência, ao Tribunal do Barreiro, onde decorre o julgamento, que Charles Smith lhe contou que as negociações estavam a ser feitas em «grande segredo» e que nem os funcionários do Freeport estavam a par das conversações com José Sócrates. Segundo a testemunha, o arguido Charles Smith, que trabalhou para a Mckinney, mas que desejava ser contratado pela Freeport, e o seu sócio Manuel Pedro, pediram-lhe também 22 milhões de escudos para efectuar contribuições aos «partidos políticos» com representatividade na zona de Alcochete, por forma a «agilizar» a aprovação do projecto Freeport. William Mckinney disse ter ideia que esse dinheiro foi enviado para os consultores Smith & Pedro, mas como já não dispõe dos papéis de há 12 anos não pode comprovar a remessa desse dinheiro. Disse também não poder garantir que o dinheiro tenha chegado aos destinatários (autarcas/partidos), mas não ter razões para acreditar que os consultores tenham ficado com aquela soma. Quanto às «negociações secretas» que alegadamente ocorreram entre Charles Smith e José Sócrates disse nada saber de concreto, porque era visto como um outsider, embora nos encontros sociais e jantares com Charles Smtih tenha ficado com a ideia de que a aprovação do projecto passaria pela «intervenção» do então ministro do Ambiente. Mckinney revelou ainda ter pago nove milhões de escudos à Smith & Pedro pelo trabalho executado e mais 8,5 milhões de escudos para diversos pagamentos. Adiantou ter ainda desembolado 600 mil escudos para outras despesas e dois milhões de escudos para Manuel Pedro, a título de honorários, separados da empresa dos dois arguidos. A testemunha, que disse ter recebido um documento de Charles Smith e Manuel Pedro a pedir 22 milhões de escudos para fazer lobby a favor da aprovação do projecto, comentou que em Portugal os pagamentos fazem parte da «maneira de negociar culturalmente» os empreendimentos. William Mckinney disse não ter tido qualquer encontro com membros do Governo, mas que conheceu numa cerimónia o então presidente da Câmara Municipal de Alcochete, Miguel Boieiro. A testemunha disse desconhecer qualquer caso concreto relacionado com pagamentos alegadamente feitos pela Freeport para aprovação do empreendimento, que antes atravessou dificuldades com o chumbo ambiental devido à dimensão do projecto que inicialmente incluía casino e um clube nocturno/discoteca. Devido ao adiantado da hora e ao horário de funcionamento do tribunal irlandês, a partir de onde William Mckiney depôs por videoconferência, a sua inquirição foi suspensa, devendo ser retomada na terça-feira pelas 9h30. Durante a sessão da tarde foi ainda ouvida como testemunha Margarida Barros Couto, do escritório de advogados Vieira da Almeida, mas falou apenas sobre aspectos legais e de organização do projecto.


 IN "SOL"
 23/03/12 .

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UM DIA DE CÃO




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Serviços de Carpintaria, Estofamento e Restauro
 Além de vos poder ser útil 
estão também a ajudar pessoas com deficiência

ELO SOCIAL -  Av. Dr. Alfredo Bensaúde nº 1
1800-423 Lisboa   (junto ao Ralis)
 Telf.  218540360  Fax. 218540361
 2ª a 6ª feira   -   9.00/13.00           14.00/17.00

A Associação ELO SOCIAL presta diversos serviços, através do Emprego Protegido, a custos reduzidos e de qualidade garantida.

Entre eles, têm as Secçoes de 
Carpintaria, Estofamento e Restauro.

Sofás e cadeiras que necessitem de ser estofados e consertados podem entregar-lhes esse trabalho com a certeza de que vos irá surpreender quanto à qualidade e preço. Neste momento, por falta de adequada divulgação estão quase sem trabalho - daí estarem a fazer  uma promoção na redução do seu preço de tabela até 30%!
Para aqueles que residam na área de Lisboa, eles vão a casa gratuitamente buscar e entregar, como apresentam orçamento para a reparação.
Trabalham igualmente para empresas.
Pedimos-vos caros visitadores que divulguem também esta mensagem junto dos vossos amigos e conhecidos.

Obrigado!
 
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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Cobram análises a viúva

A viúva de Luís Oliveira, o homem que morreu a 9 de Dezembro de 2011 na sequência de troca de sangue na Clínica de Santo António (CLISA), Amadora, recebeu a factura das análises que foram realizadas ao marido após as fatídicas transfusões de sangue. "Ao ver a factura fiquei revoltada. Não havia necessidade de me fazerem passar por este sofrimento", diz Preciosa Rosa, que já pagou os 62,15 euros em cobrança.

Luís Oliveira era reformado dos CTT e todos os gastos em saúde eram feitos através do Instituto de Obras Sociais dos CTT. Na factura vêm descriminados os dias em que as análises foram realizadas. "São 59 despesas, todas após a operação de 12 de Novembro", explica Preciosa. Luís Oliveira morreu a 9 de Dezembro no Hospital Curry Cabral (Lisboa), unidade para onde tinha sido transferido a 16 de Novembro em estado bastante debilitado, após ter recebido seis transfusões com sangue que não era do seu grupo sanguíneo, na clínica da Amadora. Na sequência da morte, por paragem cardíaca, a família apresentou queixa na PSP e decorre agora o inquérito do Ministério Público para apurar se há negligência grosseira por parte da clínica. O CM solicitou esclarecimentos à CLISA sobre o envio das facturas, mas não obteve resposta.


* Só é possível porque a desfaçatez não é crime, só falta enviarem a factura  do homicídio.

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9 -  HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

4.O Gênio do Oriente

 




Marcus du Sautoy irá visitar o Oriente neste episódio. Enquanto a Europa estava mergulhada na Idade das Trevas, a Matemática avançava no Oriente, nomeadamente na China e na Índia, e mais tarde no Médio Oriente.
Analisaremos as maiores descobertas matemáticas deste período, altura em que surgiu o sistema de notação decimal, o zero, a Álgebra e a Trigonometria, avanços obtidos graças às mentes de Chin Ju Xiao, Madhava, Omar Khayyam, Muhammad al-Khwarizmi, Fibonacci e Tartaglia.


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ALMORRÓIDA CONFUNDIDA


Cultura para a comunidade gay 
em Lisboa

A produtora Cassefaz promove esta quarta-feira no espaço Dizpensa, em Lisboa, a partir das 18h00, um encontro sobre cultura lisboeta. ‘Faz sentido pensar uma programação cultural especificamente vocacionada para a comunidade gay em Lisboa?’ é a pergunta que dominará o encontro, que quer reunir programadores, produtores, artistas, sociólogos e espectadores, entre outros, em torno desta discussão.

Depois do encontro, os participantes serão convidados a assistir, às 21h00, a uma sessão de ‘Na Aventura dos Sentidos’, instalação teatral inspirada nas atmosferas de António Variações.


IN "CORREIO DA MANHÃ"
26/03/12


* ???? De tanto quererem ser iguais acabam por  ridicularizar-se pela diferença.
A CULTURA É SÓ UMA.

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Preços dos medicamentos 
descem até 6% em Abril

Os remédios de marca ficam mais baratos já a partir de domingo. Em Maio será a vez dos genéricos descerem de preço.

Os medicamentos vão descer de preço já no próximo domingo. A partir do dia 1 de Abril, os remédios de marca devem ficar, em média, cerca de 4% mais baratos, apurou o Diário Económico. E um mês de pois, a 1 de Maio, será a vez dos genéricos. Neste caso, a descida de preços deverá ser bem mais significativa podendo chegar, em média, aos 20%.

Esta descida acontece devido à revisão anual dos preços de referência, que obriga a que sejam alinhados em Portugal com a média de quatro países (até aqui Espanha, França, Itália e Grécia). Mas o memorando da ‘troika' obrigou a rever o sistema de referenciação e, este ano, a comparação será feita com Espanha, Itália e a Eslovénia.

O Diário Económico sabe que a expectativa do Governo era chegar a uma redução média do preço dos remédios de pelo menos 6%. E apesar do valor final ainda não estar apurado, será difícil chegar a essa meta, disse ao Diário Económico uma fonte próxima do processo.

No ano passado, as contas do Executivo apontavam para uma redução média dos preços dos medicamentos na ordem dos 5%. Mas o Ministério da Saúde, na altura tutelado por Ana Jorge, acabou por suspender a revisão anual dos preços em troca de um acordo com a indústria farmacêutica.



* É uma boa notícia, mas porque não diminuíram os preços há mais tempo, qual é a origem deste milagre?


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JARRETH MERZ

Filmando a democracia no Gana




Jarreth Merz - um cineasta suiço-ganense, foi a Gana em 2008 para filmar a eleição nacional. O que ele viu lhe ensinou novas lições sobre democracia - e sobre si mesmo.

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RACISMO, JOGUE FORA




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

NEA2 apresentado hoje

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) apresenta, hoje, na sua sede, o projeto NEA2 – Nautisme Espace Atlantique, uma iniciativa inovadora que pretende impulsionar a Região do Norte como polo internacional do setor náutico. O projeto é uma parceria com a Direção-Geral de Política do Mar e a INTERCÉLTICA. Segundo a também Autoridade de Gestão do Programa de Cooperação Transnacional Espaço Atlântico, dinamizado por um grupo de 24 parceiros europeus, o NEA2 contribuirá com 'um conjunto de propostas potenciadoras da Estratégia Marítima Atlântica, que contemplará a náutica com objetivos de desenvolvimento económico, nomeadamente através da criação de emprego nesta fileira', O projeto, avaliado em 4,7 milhões de Euros e cofinanciado em 3 milhões pelo Programa de Cooperação Transnacional Espaço Atlântico, contempla a náutica numa perspetiva de atividades, portos de recreio, indústria, comércio e serviços e tem objetivos de proteção do ambiente e de coesão social. 



* Não são capazes de resolver o caso dos Estaleiros de Viana e propõem coisas tão bonitinhas...


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JOSÉ CARLOS DE VASCONCELOS







Cumprir, não 'obedecer'...

O Governo presta um mau serviço ao País ao absolutizar o cumprimento do memorando tal como está, em vez de enfatizar a necessidade de atingir os seus objetivos, se necessário mudando-o

1. Em Portugal, ninguém responsável, que não seja pateta ou viva no reino de uma qualquer fantasia, defende hoje que se decida não cumprir o acordado com a troika, ou que não se faça o possível para o cumprir. Mas creio que também ninguém responsável, com visão de futuro, sem uma fidelidade canina às fracassadas receitas neoliberais, pode defender o obediente e passivo cumprimento integral desse acordo, caso se torne evidente (mas não se tornou já?...) que ele tem terríveis consequências sociais e impede ou dificulta um crescimento sem o qual caminhamos para o abismo.

Assim, compreendendo que Passos Coelho e Vítor Gaspar digam que Portugal vai cumprir o memorando de entendimento com a troika, até para ganhar a credibilidade, não compreendo que acrescentem - "custe o que custar". Sem sequer defender alterações exigíveis, por exemplo, face às lições colhidas da experiência grega, sem sequer tentar prolongar o prazo para atingir as metas do défice, etc. Como se o memorando fosse um fim e não um meio para o atingir. O Governo presta um mau serviço ao País ao absolutizar a obrigação de cumprir o memorando, pressupondo-se que com as medidas nele previstas, em vez de enfatizar a necessidade de atingir os seus objetivos, se necessário alterando tais medidas.

Até porque há entre elas algumas ruinosas, inadmissíveis, por exemplo no domínio das privatizações - em que o Governo, aliás, parece ultrapassar a troika. O que se está a passar de novo com o preços dos combustíveis mostra à exuberância ao que conduzem as privatizações em certos setores-chave e a aldrabice que é dizer que com a livre "concorrência" os consumidores, os cidadãos e o País ficam a ganhar. Vê-se. Como se verá, pior ainda, se forem para a frente as privatizações das Águas (inimaginável!), dos CTT e outras.

2. O País precisa, sempre e na atual conjuntura mais do que nunca, de um Presidente da República que seja uma referência moral, cívica, política, gerador de consensos e fator de estabilidade. Por isto sempre sustentei que deve ser não só respeitado como defendido, preservado, valorizado. Mas para isso é indispensável que o próprio ajude. Que, pelo menos, não se exponha em demasia e não deite achas para a fogueira para se queimar. Sabe-se que com Cavaco Silva não tem sido sempre assim. A inventona das "escutas", e tudo em redor dela, foi a conduta mais obscura e grave de um Presidente após o 25 de Abril. Agora, a acusação feita ao anterior primeiro-ministro num prefácio a um volume de intervenções, estando longe de tal gravidade, atendendo às circunstâncias é inoportuna e denota falta de visão política - por não medir as suas consequências, as reações que naturalmente produziria - ou mesmo de visão de Estado.

Mas não tinha o Presidente o direito de revelar que não fora devidamente informado pelo então primeiro-ministro do PEC IV? Tinha. E ninguém o poderia legitimamente criticar por isso - poderia era alguém do PS vir dizer, como veio, que não terá sido bem assim... O erro de Cavaco Silva é ter sido ele a qualificar, e da forma como o fez, a conduta por si imputada a José Sócrates. E ainda por cima de forma muito pesada e pouco rigorosa: dos factos apontados pelo Presidente resulta ter havido falta de informação; e ele acusa Sócrates de "falta de lealdade", que é o mesmo que deslealdade, ou seja: traição, falsidade, infidelidade, perfídia (cfr. Dicionários Houaiss e Porto Editora)...

3. Do que hoje gostaria de ter aqui falado era dos 50 anos do Dia do Estudante de 1962. Não só ou não tanto desse Dia, como de todo o movimento estudantil e associativo dos anos 60, que foram para os que nele participámos e lutámos uma fase absolutamente essencial, central, das nossas vidas, dos nossos sonhos, da nossa formação humana e cívica. E que foi também muito importante para Portugal e para que uma dúzia de anos mais tarde fosse possível o 25 de Abril. Em particular gostaria de recordar o "arranque" decisivo desse movimento, em Coimbra, com tudo o que então Coimbra e a sua academia representavam no País. Pode ser que noutra oportunidade...



IN "VISÃO"
22/03/12

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HOJE NO
"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS"

Ex-SCUTs do Norte perderam 
43 mil viaturas por dia

A queda mais acentuada verificou-se na zona do Grande Porto. Tendência começou a desenhar-se desde finais de 2009.

As três antigas concessões SCUT do Norte perderam, nos últimos dois anos, quase metade do tráfego médio diário, indica o relatório referente ao movimento no quatro trimestre de 2011 do Instituto Nacional de Infraestruturas Rodoviárias (INIR).

No total, segundo o documento, aquelas três concessões perderam, entre 2009 e 2011, em período homólogo (quarto trimestre), mais de 43 mil viaturas todos os dias.

A redução mais substancial foi sentida na concessão do Grande Porto, que movimentava no último trimestre de 2009, diariamente, cerca de 39 560 viaturas.

Em 2010, já com o efeito da cobrança de portagens que se fez sentir a partir de outubro desse ano, o quarto trimestre fechou com um Tráfego Médio Diário (TMD) de 24 142 viaturas.

Segundo o último relatório do INIR, referente ao quarto trimestre de 2011, o movimento diário naquela concessão voltou a cair quase três mil viaturas por dia, para 21841.

Entre períodos homólogos de 2009 a 2011, aquela concessão registou uma perda de movimento de 45 por cento, equivalente a menos 17 719 viaturas todos os dias.

Uma quebra semelhante foi sentida na concessão Costa de Prata, que movimentava no último trimestre de 2009, diariamente, 36 473 viaturas. No ano seguinte, já refletindo o efeito da introdução de portagens, esse valor caiu para 22 887.

No quarto trimestre de 2011, aquela concessão voltou a decrescer no movimento, para 20128 viaturas, uma quebra de 45% desde 2009. O equivalente a menos 16 345 viaturas por dia.

A A28, autoestrada que integra a concessão Norte Litoral e que liga Viana do Castelo ao Porto, registou no último trimestre de 2011 um TMD de 24 120 viaturas, menos 1549 diárias face ao mesmo período de 2010 (25 669).

No quarto trimestre de 2009 - antes da introdução de portagens -, a A28 movimentava, todos os dias, 33 095 viaturas, pelo que, segundo os números do INIR, a quebra dos últimos dois anos foi de 27%, o equivalente a menos 8975 viaturas diárias.


* Até a A1 parece um deserto...


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6. Construção e Queda 
do Muro de Berlim


video

Uma excelente série do Canal História


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HOJE NO
"RECORD"

FPF junta-se à "Hora da Terra"
Ação do Fundo Mundial da Vida Selvagem

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vai associar-se no sábado à iniciativa mundial de poupança simbólica de eletricidade promovida pelo Fundo Mundial da Vida Selvagem (WWF), anunciou esta segunda-feira o organismo que superintende o "desporto rei" em Portugal.

Segundo os responsáveis da FPF, "toda a iluminação" da sua sede, em Lisboa, vai ser desligada entre as 20:30 e as 21:30, tal como vai acontecer, segundo o WWF, em cerca 5.200 cidades de 135 países um pouco por todo o Mundo naquela que é designada como a "Hora da Terra".

O WWF é uma organização não governamental (ONG) internacional dedicada à proteção da biodiversidade, à investigação sobre a sustentabilidade dos recursos naturais e o combate à poluição e desperdícios.


* É LINDO...

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CARMINHO

'ESCREVI TEU NOME NO VENTO'


v

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Mulheres do leste 
são melhores carteiristas

Vestem bem, confundem-se com o vulgar cidadão, mas só têm um fito, roubar-lhe a carteira. São a nova vaga de carteiristas, mulheres que vêm do Leste europeu, profissionais com arte a deixar a léguas os homólogos portugueses.





Quem as quiser ver em acção é dirigir-se à zona do acesso ao Castelo de S. Jorge, em Lisboa, como fez o JN, fazendo-se passar por passeantes. Quem ali mora ou tem estabelecimentos conhece-as bem e aponta-as aos jornalistas, "ali vão elas".

Desta vez, são duas, com roupa e calçado desportivo, óculos de sol, "mas rodam muito, andam por aí às dezenas e são 'artistas'". Vêmo-las aproximarem-se de dois turistas, as vítimas ou usam mochila, colocada atrás das costas, ou transportam os sacos descontraidamente para trás.







* Novas oportunidades.

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Vinho 


é cultura


CULTURA É LIBERDADE





REGIÃO DE 
TRÁS OS MONTES


No extremo Nordeste de Portugal, a norte da região do Douro, existe a região vitivinícola de Trás-os-Montes que se divide em três sub-regiões: Chaves, Valpaços e Planalto Mirandês.
O nome Trás-os-Montes refere-se à localização da região: situa-se para lá das serras do Marão e Alvão, a norte do rio Douro. É uma zona montanhosa e de solos essencialmente graníticos.
Na sub-região de Chaves a vinha é plantada nas encostas de pequenos vales, onde correm os afluentes do rio Tâmega. A sub-região de Valpaços é rica em recursos hídricos e situa-se numa zona de planalto. No Planalto Mirandês é o rio Douro que influencia a viticultura.
As castas plantadas são praticamente comuns nas três sub-regiões. As castas tintas mais plantadas são a Trincadeira, Bastardo, Marufo, Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca. As castas brancas de maior expressão na região são a Síria, Fernão Pires, Gouveio, Malvasia Fina, Rabigato e Viosinho.
Os vinhos tintos desta região são geralmente frutados e levemente adstringentes. Os vinhos brancos são suaves e com aroma floral.

HISTÓRIA
Já durante a ocupação dos romanos se cultivava a vinha e se produzia vinho na região de Trás-os-Montes, tornando-se estes conhecidos e apreciados pelas suas qualidades.
A oriente do Minho e até à fronteira espanhola com a qual também confina a Norte, estende-se uma vasta região que termina na margem esquerda do Douro, onde começam as Beiras.
Os solos desta região são predominantemente formados por xistos pré-câmbricos e arcaicos, com algumas manchas graníticas, existindo numa pequena área manchas calcárias de gneisses e de aluvião.
Os vinhos da Região de Trás-os-Montes são bastante diferenciados, em função dos microclimas em que têm origem (altitude, exposição solar, pluviosidade, temperatura, etc.).
Assim, na zona Norte, encontramos a DO Trás-os-Montes com as suas sub-regiões "Chaves", "Valpaços" e "Planalto Mirandês".
O vinho com indicação geográfica, comummente designado por Vinho Regional "Transmontano" produz-se em toda a região de Trás-os-Montes.

Clima da Região
O clima regional traduz-se no ditado: “nove meses de Inverno e três de Inferno”. Pois, normalmente os Invernos estendem-se por muitos meses e os Verões apesar de curtos costumam ser abrasadores.

Solo
São geralmente solos ricos em potássio mas pobres em cal e ácido fosfórico. Os vinhos produzidos nesta região são bastante diferenciados, devido aos diversos microclimas a que estão sujeitos (altitude, exposição solar, pluviosidade, continentalidade, temperaturas).

SUB-REGIÃO DE CHAVES

Área Geográfica
Abrange os concelhos de Chaves (freguesias de Anelhe, Arcossó, Bustelo, Calvão, Cela, Curalha, Eiras, Ervededo, Faiões, Lama de Arcos, Loivos, Madalena, Oura, Outeiro Seco, Póvoa de Agrações, Redondelo, Samaiões, Sanjurge, Santa Cruz/Trindade, Santa Maria Maior, Santo António de Monforte, Santo Estêvão, São Pedro de Agostém, Seara Velha Selhariz, Soutelinho da Raia, Soutelo, Vale de Anta, Vidago, Vila Verde de Raia, Vilar de Nantes, Vilarelho da Raia, Vilarinho das Paranheiras, Vilas Boas, Vilela do Tâmega e Vilela Seca), Vila Pouca de Aguiar (freguesias de Capeludos e Valoura).

Castas

Tintas
Alicante Bouschet, Aragonez (Tinta Roriz), Baga, Bastardo, Castelão (Periquita1), Cornifesto, Malvasia Preta, Marufo, Tinta Barroca, Tinta Carvalha, Tinto Cão, Touriga Franca, Touriga Nacional, Trincadeira (Tinta Amarela) e Moscatel Galego Roxo (Moscatel Roxo).

Brancas
Alvarinho, Arinto (Pedernã), Bical, Boal Branco, Côdega de Larinho, Fernão Pires (Maria Gomes), Gouveio, Malvasia Fina, Moscatel Galego Branco, Rabigato, Síria (Roupeiro) e Viosinho.

SUB-REGIÃO DE VALPAÇOS

Área Geográfica
Abrange os concelhos de Macedo de Cavaleiros (freguesias de Arcas, Cortiços, Lamalonga, Sesulfe, e Vilarinho de Agrochão), Mirandela (freguesias de Abambres, Aguieiras, Alvites, Avantos, (excluindo as propriedades da Sociedade Clemente Meneres), Bouça, Cabanelas, Carvalhais (excluindo as propriedades da Sociedade Clemente Meneres), Fradizela, Franco, Lamas de Orelhão, Múrias, Mascarenhas, Mirandela, Passos, São Pedro Velho, São Salvador, Suçães, Torre de D. Chama, Vale de Gouvinhas, Vale de Salgueiro e Vale de Telhas), Murça (freguesia de Jou), Valpaços (freguesias de Água Revés e Castro, Algeriz, Barreiros, Bouçoães, Canaveses, Carrazedo de Montenegro, Ervões, Fornos do Pinhal, Possacos, Rio Torto, Sanfins, Santa Maria de Emeres, Santa Valha, São Pedro de Veiga de Lila, Sonim, Vales, Valpaços, Vassal, Veiga de Lila, e Vilarandelo), Vinhais (freguesias de Agrochão, Ervedosa, Rebordelo, Vale das Fontes, e Vale de Janeiro).

Castas

Tintas
Aragonez (Tinta Roriz), Bastardo, Cornifesto, Marufo, Tinta Barroca, Tinta Carvalha, Tinto Cão, Touriga Franca, Touriga Nacional e Trincadeira (Tinta Amarela).

Brancas
Arinto (Pedernã), Bical, Boal Branco, Côdega de Larinho, Donzelinho Branco, Fernão Pires (Maria Gomes), Gouveio, Malvasia Fina, Moscatel Galego Branco, Rabigato, Síria (Roupeiro) e Viosinho.

SUB-REGIÃO PLANALTO MIRANDÊS

Área Geográfica
Abrange os concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro, Vimioso, Freixo de Espada à Cinta (freguesias de Fornos e Lagoaça), Torre de Moncorvo (freguesias de Carviçais, Felgar, Felgueiras, Larinho, Maçores, Mós e Souto da Velha, excluindo as áreas pertencentes à Região do Douro).

Castas

Tintas
Alicante Bouschet, Aragonez (Tinta Roriz), Bastardo, Castelão (Periquita1) Cornifesto, Gorda, Marufo, Rufete, Tinta Barroca, Touriga Franca, Touriga Nacional e Trincadeira (Tinta Amarela).

Brancas
Bical, Boal Branco, Carrega Branco, Côdega de Larinho, Donzelinho Branco, Fernão Pires (Maria Gomes), Gouveio, Malvasia Fina, Moscatel Galego Branco, Rabigato, Samarinho, Síria (Roupeiro) e Viosinho.


ROTA DOS VINHOS DE CISTER



A rota das Vinhas de Cister faz-se numa das mais recentes regiões vitivinícolas portuguesas, a de Távora-Varosa. Mas se a classificação é recente, a região tem uma história que se confunde com os primórdios da nacionalidade e, em particular, com a herança dos monges de Cister. Os religiosos cistercenses deixaram um legado impressionante de templos e abadias e tradições fortes e duradouras no cultivo da vinha, que ainda hoje marcam o carácter da região. Terra de minifúndio, desenvolve-se em planalto montanhoso e tem invernos frios e chuvosos e verões quentes e secos. É uma das zonas onde o vinho espumante apresenta características excepcionais, albergando, na sub-região marcada pelo rio Varosa, uma das mais afamadas casas produtoras, a Murganheira, com cave escavada em rocha granítica que chega aos 72 metros de profundidade. Para além de um notável conjunto de edifícios religiosos e de uma produção vitivinícola que continua a distinguir-se pela qualidade, as terras trilhadas pelos laboriosos monges de Cister destacam-se, nos dias de hoje, por produtos de justa fama, como são os casos das cerejas de Resende, da carne da raça arouquesa e de guloseimas como as cavacas e os biscoitos da Teixeira, os presuntos, as bôlas e os enchidos de Lamego.




IN:
- INSTITUTO DA VINHA E DO VINHO
- VINI PORTUGAL
- INFOVINI


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"


Banca continua a reduzir avaliação
 das casas e juros da habitação 
voltam a descer

Os bancos continuam a reduzir a avaliação que fazem dos imóveis, em Fevereiro. Uma evolução que dificulta a compra de casa. Os juros implícitos no crédito à habitação também diminuíram, essencialmente devido à evolução das taxas Euribor.

Os valores da avaliação bancária caíram em todas as grandes regiões de Portugal. No global do país a descida foi de 7,4%, face ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Esta queda é a 18º queda homóloga consecutiva do índice e representa a mais acentuada desde então e desde que há histórico (Setembro de 2008), de acordo com o INE.

As descidas mais pronunciadas verificaram-se na Região Autónoma dos Açores (14,2%) e na Região Autónoma da Madeira e Lisboa, ambas com queda de 9,6%.

O valor médio do metro quadrado recuou assim para 1.055 euros, em Fevereiro, na média do país. O Algarve volta a ser a região onde o preço médio do metro quadrado é mais elevado (1.330 euros) e o Centro o mais baixo (905 euros).

O indicador da avaliação bancária é fundamental para quem está à procura de casa para comprar a crédito. É com base na avaliação que a banca faz do imóvel que define o valor do empréstimo. E, regra geral, os bancos só emprestam até 80% do valor da casa.

Taxa de juro no crédito à habitação volta a descer

As taxas de juro implícitas no crédito à habitação voltaram a descer, em Fevereiro, contudo, não foi em todos os prazos. Os contratos realizados nos últimos três meses viram a taxa subir. Estas evoluções estão relacionadas essencialmente com dois factores: as taxas Euribor que têm vindo a cair e os “spreads”, praticados pela banca que têm vindo a subir.

“A taxa de juro implícita no crédito à habitação situou-se em 2,687% em Fevereiro, o que traduziu um decréscimo de 0,020 p.p. em relação ao mês anterior”, revela o INE.

“O valor médio do capital em dívida dos contratos de crédito à habitação situou-se, em Fevereiro, em 59.484 euros, diminuindo 17 euros comparativamente com o valor observado no mês anterior”, adianta a mesma fonte.


* Os bancos estão tesos, portanto toca de empobrecer os proprietários ou futuros, para os tornar ainda mais dependentes em relação aos empréstimos contraídos..


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HOJE NO
"DESTAK"

Comércio
Fisco prepara fiscalização à faturação certificada de 200 mil contribuintes

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) está a informar 200 mil comerciantes da obrigatoriedade de programas de faturação certificados a partir de abril e já anunciou que 150 inspetores vão correr o país para fiscalizar os novos programas.

Estes programas de certificação, previstos no Plano Estratégico de Combate à Fraude e Evasão Fiscais e Aduaneiras, apresentado no final do ano passado como uma medida de reforço do combate à fraude fiscal e à economia paralela, são obrigatórios para os contribuintes com um volume de negócios superior a 100 mil euros.

O ministério das Finanças, em comunicado hoje divulgado, assume que os novos programas certificados vão garantir maior transparência no momento de pagamento de bens e serviços, nomeadamente no que diz respeito ao apuramento e liquidação de IVA, "impedindo a adulteração de faturas e dos consequentes registos contabilísticos".


* E os ricos sr. ministro???? São eles que fazem a economia "enviesada" quando recebem a pronto e pagam a 90 dias.


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4 - FOTOGRAFIA TIRA-SE ASSIM....

O RESTO É RETRATO
 
 
 
 
 



 C
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HOJE NO
"i"

Crise trava divórcios. 
Unidos pelas dívidas

Marta já tentou ir viver com os pais para conseguir fazer face aos encargos acrescidos que surgiram depois do divórcio. Foi ela quem o pediu, quando a rotina e a saturação tomou conta do casamento, o marido frente à televisão desde o regresso do emprego até se deitar. Farta de tentar mudá-lo, mudou-se. Já nem a terapia de casal ajudou, talvez porque a ansiedade pela liberdade era muito maior. Mas acabou por aceitar o convite do marido e ficou ela na casa comum. Já divorciada, fez a festa durante alguns meses, regressando aos tempos de jovem solteira.

Até que foi forçada a aterrar na realidade crua: despesas novas e as de sempre, agora todas a saírem do seu bolso, como o empréstimo da casa. Um pesadelo. Deprimida, em parte também porque semana--sim, semana-não ficava sem os três filhos numa casa vazia, atrasou a entrega de trabalhos e começou a receber menos encomendas, logo menos rendimentos. Viver com os pais parecia ser a solução perfeita mas acabou por também não se conseguir adaptar. Actualmente, procura entender-se com o ex-marido. Ponderam mesmo voltar a viver juntos.

Divórcios caem 7% O número de divórcios decretados em Portugal caiu quase 7% em 2011. Isto quando no ano anterior se tinha registado um crescimento de 5,3%. Na opinião de especialistas ouvidos pelo i, o factor crise pode ser o responsável pelo adiamento de muitas destas situações de ruptura. Uma separação implica sempre um aumento de despesas para ambos os elementos do casal e este argumento, sobretudo nos tempos que correm, leva cada vez mais pessoas a coibirem-se de avançar com a separação, adiando a decisão para melhores dias.

“Um casal contrai dívidas para obter, por exemplo, casa própria, contando com o vencimento dos dois. A partir do momento em que se separa, um deles vai assumir o imóvel e muitas vezes não tem capacidade financeira para suportar o empréstimo”, disse ao i Cristina Dias, docente em Direito da Família e das Sucessões da Escola de Direito da Universidade do Minho.

Ou seja, mesmo que decidam divorciar--se, os dois acabam por permanecer ligados pelos empréstimos contraídos em conjunto ou quaisquer outros compromissos financeiros assumidos por ambos. “Tenho relatos de advogados que dizem que determinados processos de divórcio acabam por não avançar porque as pessoas coabitam na mesma casa, debaixo do mesmo tecto, embora com vidas separadas”, acrescenta Cristina Dias. E evoca casos concretos. “Às vezes a situação arrasta-se ad aeternum. E até conheço realidades em que as pessoas partilham o mesmo apartamento mas fazem vidas totalmente diversas, dormem até em quartos diferentes, porque a situação a isso as obriga.”

Cristina conhece outros exemplos em que, apesar de ter sido tomada a decisão de se vender a casa, o casal acaba por ser confrontado com a barreira do mercado imobiliário, pois é cada vez mais difícil alienar imóveis. E enquanto não conseguem vender, “mantêm-se ali, no limbo, presas uma à outra”, constata a docente.

Há ainda um outro tipo de situações: quando existem filhos e um dos progenitores fica em casa com as crianças, embora o outro, tendo saído, continue a assegurar o pagamento do empréstimo. Solucionar este tipo de problemas exige, de alguma forma, uma maior maturidade e algum espírito de sacrifício por parte de quem continua a pagar sem usufruir do espaço.

“Há dívidas contraídas no decurso de um casamento, que embora tenham sido feitas por apenas uma das partes, acabam por responsabilizar os dois cônjuges. As dívidas mais significativas, contraídas perante a banca, responsabilizam sempre os dois”, frisa esta professora da Universidade do Minho, que escreveu a sua tese de doutoramento sobre a responsabilidade dos cônjuges perante dívidas.

Mafalda Vaz Pinto, advogada com uma longa experiência na área dos processos de divórcio, diz ao i que não tem notado “uma diminuição significativa de pedidos de divórcio”. Admite porém que a crise é travão. Pelo menos para aqueles que conseguem encontrar alternativas: “alguns vão viver para casa dos pais para economizarem nos custos com advogados. Mas se estão determinados a divorciarem-se, não permanecem juntos por causa da crise”, acrescenta a advogada.

“A menos que sejam forçados pelas dívidas a adiar o processo”, ressalva, no entanto, Cristina Dias. “Pode ser resultado de uma ponderação que leve a concluir que adiar o divórcio possa ser a decisão mais viável, pelo menos por algum tempo.

Ou seja, em Portugal, e em 2012, começa a ser mais difícil dissolver um casamento do que pôr fim a um contrato de trabalho. Que é como quem diz custa menos a uma empresa despedir um trabalhador do que a um marido ou uma mulher mandar embora a cara metade.


* Aturam-se porque estão tesos, que grande maldade.

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 BORDA FORA






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HOJE NO
"A BOLA"

13.ª vitória consecutiva 
vale liderança isolada

No culminar da 24.ª jornada, o SC Braga poderá assumir a liderança isolada da Liga. Para tal é imperioso vencer na receção desta noite à Académica (20.15 horas), deixando então para trás FC Porto e Benfica.

Dragões e águias empataram nas deslocações a Paços de Ferreira e Olhã, deixando o caminho da liderança aberto para o SC Braga, isto quando estamos a seis jornadas para o final do campeonato.

Para a equipa de Leonardo Jardim, o jogo com a Académica reveste-se assim de importância especial, até porque os bracarenses almejam a 13.ª vitória consecutiva na competição, igualando a marca histórica de José Mourinho no FC Porto em 2002/03.


* Ainda mais notável se olharmos para o orçamento do Braga e o compararmos com os do SLB ou FCP. Mais um excelente treinador a despontar.


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