segunda-feira, 19 de março de 2012

UMA (des) GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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Crises








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O MAIOR ESPECTÁCULO DO MUNDO CANTA  EM PORTUGUÊS


RIO 2012

Clipe de Unidos da Tijuca



Comissão de Frente



Mestre-Sala e Porta-Bandeira




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JOSÉ EDUARDO CARVALHO

PRESIDENTE DA AIP

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HÁ UMA PAZ DE CEMITÉRIO SOBRE A ADMINISTRAÇÃO FISCAL



IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
19/03/12
 
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IGUAL 





Carregado por  em 05/03/2009
Um curta Metragem sobre os valores Humanos.
Premios:
2008 - Melhor Curta Metragem estrangeiro - Festival Tirant de Mobil - Valencia - Espanha.
2009 - Tatu de Ouro no Festival de Cinema da Bahia - Vencedor de melhor curta metragem
2010 - Lista dos filmes premiados no Kinoforum edição 2010


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 Prevenção da Violência Doméstica

contra Crianças e Adolescentes

 

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HOJE NO
"DESTAK"

Agricultura
Preços entre produção e distribuição
 de alimentos vão ser públicos

Os preços entre a produção e a distribuição dos alimentos vão passar a ser públicos após a última reunião da Plataforma de Acompanhamento das Relações da Cadeia Alimentar (PARCA), uma decisão que terá efeitos a partir de maio.

Segundo um comunicado do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAMAOT), a partir de agora, o gabinete de Planeamento e Políticas e a Direcção-geral das Atividades Económicas, do Ministério da Economia, "vão articular com o Instituto Nacional de Estatística e as organizações do setor alimentar que vão produzir relatórios trimestrais com os preços ao longo da cadeia alimentar".

O ministério liderado por Assunção Cristas refere ainda que, dos relatórios, vão constar "os preços de produtos para os quais já existem, atualmente fontes dispersas de informação", os preços de outros produtos, sendo que os referidos relatórios "passam a estar na internet no 'site' do gabinete de Planeamento e Políticas, que passa a incluir um conteúdo específico para a PARCA".


* Consideramos uma boa medida mas pouco viável. Uma enorme parte dos intermediários abastece-se nos produtores sem quaisquer tipo de papeis, é toma lá dá cá.
Ver para crer.


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8 -  HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

3.O Gênio do Oriente







Marcus du Sautoy irá visitar o Oriente neste episódio. Enquanto a Europa estava mergulhada na Idade das Trevas, a Matemática avançava no Oriente, nomeadamente na China e na Índia, e mais tarde no Médio Oriente.
Analisaremos as maiores descobertas matemáticas deste período, altura em que surgiu o sistema de notação decimal, o zero, a Álgebra e a Trigonometria, avanços obtidos graças às mentes de Chin Ju Xiao, Madhava, Omar Khayyam, Muhammad al-Khwarizmi, Fibonacci e Tartaglia.
v
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CARLOS BARBOSA

PRESIDENTE DO ACP

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NEM EU NEM NENHUM PORTUGUÊS ENTENDE COMO É QUE O BARRIL DE BRENT ESTÁ A 124,98 $USA, QUANDO EM 2008 ESTAVA A 160 $USA, E NÓS TÍNHAMOS COMBUSTÍVEL MAIS BARATO



IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
19/03/12

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HOJE NO
"i"

Adolescentes alcoólicos. 
Proibir venda a menores ajudaria

A procura de ajuda para enfrentar problemas alcoólicos está a aumentar entre os menores de 18 anos. Especialistas são favoráveis a alterações na lei

O fenómeno do consumo excessivo de álcool por menores está a preocupar os especialistas e as autoridades e as possíveis alterações na legislação, para proibir a venda de álcool a menores de 18 anos são bem vistas. “Estamos surpreendidos, abrindo a porta a jovens de 17 anos com problemas de alcoolismo. Não era normal”, diz ao i António Dantas, dos Alcoólicos Anónimos (AA). “Tudo o que sirva para adiar o acesso dos jovens ao álcool pode ser bom, apesar de não ser suficiente para combater a doença”, explica António Dantas.

A intenção do governo, anunciada pelo secretário de Estado da Saúde, Fernando Leal da Costa, de aumentar para os 18 anos a idade mínima para a compra de álcool, é vista como uma medida que poderia contribuir para travar a tendência. Em entrevista à Antena 1, Leal da Costa avançou ainda que, para enfrentar este problema, está a ser também ponderada a diminuição da taxa máxima de alcoolemia (TAS) para os recém--encartados e para os condutores mais jovens. Dos 0,5 permitidos passar-se-ia para os 0,2.

Francisco Henriques, médico especialista em adictologia na Unidade de Alcoologia de Lisboa, ressalva que nos últimos anos se tem verificado alteração do padrão de consumo. “Bebem-se três ou quatro ‘shots’ pelo efeito imediato. E este tipo de consumo tem aumentado entre os jovens e adolescentes”, lamenta. “Todos nós estamos preocupados com o consumo de álcool como factor de risco na mortalidade prematura”, sublinha ao i o director-geral de Saúde, Francisco George. Uma preocupação justificada, já que um em cada quatro portugueses não atingem os 70 anos, “um fenómeno que está ligado ao consumo de álcool e tabaco”, acrescenta.

Francisco Henriques alerta porém para um aspecto que considera mais importante: “não é a alteração da lei, mas a sua aplicação, que limitaria o fenómeno“. Quanto à proibição da venda de álcool a menores de 18, considera que deste modo seria dificultada a tendência dos adolescentes, numa fase normal de reposicionamento de autoridades, de aceitar a influência dos pares. “A pressão do grupo é,nestas idades, muito forte e condiciona enormemente os comportamentos”, lembra o especialista da Unidade de Alcoologia de Lisboa. Mas nem tudo é fácil quando se pretende mexer nestas leis. “Não nos esqueçamos que há lóbis muito fortes que não estão interessados em condicionar o consumo de álcool”, destaca ainda o médico. Dados do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML) revelam que um quarto dos condutores vítimas de acidentes rodoviários que foram autopsiados pelo instituto em 2010 apresentavam níveis de alcoolemia acima do legalmente permitido por lei. Estudos feitos sobre a influência do consumo de álcool na condução demonstram que os jovens com menor experiência de condução e também menos experientes no consumo de álcool apresentam subidas nos índices de sinistralidade a partir das 0,2 g/l de álcool no sangue.

Como a europa lida com o álcool? Aumentar a exigência da lei no que diz respeito à TAS é aliás uma medida que já em 1988 havia sido proposta pela Comissão Europeia. Mas as alterações não foram adoptadas. A intenção avançada por Leal da Costa insere-se na tendência crescente para a harmonização da regulamentação sobre a circulação rodoviária na União Europeia e assim da TAS autorizada aos condutores no território dos diversos estados-membros. A TAS está limitada a 0,8 mg/l no Reino Unido e a 0,5 na maioria dos países. E há outros que proíbem qualquer indício de álcool no sangue durante a condução. É assim na Eslováquia e Hungria. Na Polónia, o limite da taxa de alcoolemia para os condutores é de 0,2 gramas de álcool por litro de sangue.

Em Portugal, a proposta da Comissão Europeia colheu o apoio da Prevenção Rodoviária e Automóvel Clube de Portugal (ACP), que pediram ao governo que o novo código da estrada baixe para 0,2g/l o limite da TSA para a faixa dos 18 aos 24 anos. Na Bélgica a mesma proposta idêntica está actualmente na mesa do secretário de Estado da Mobilidade, Melchior Wathelet.


* Este problema social é fruto duma grave negligência familiar. São os pais responsáveis pela educação social dos filhos baseados no respeito e na liberdade como sinónimos de cultura. A dependência do alcool é até aos 18 anos responsabilidade parental, se precisarem de ajuda peçam-na, se taparem o sol com a peneira que sejam penalizados pesadamente.
Ou têm os pais muito modernos medo dum adolescente???

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James Hansen

Porque preciso falar sobre mudanças climáticas




Importante cientista climático James Hansen conta a história de seu envolvimento com a ciência e o debate sobre a mudança climática global. Dessa forma ele nos mostra as incontestáveis evidências que a mudança está acontecendo e por que isto o deixa profundamente preocupado com o futuro.

Filmado em Fevereiro de 2012
Editado em Março de 2012

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MARI ALKATIRI

DIRIGENTE DA FRETILIN

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XANANA GUSMÃO
É O MAIOR CORRUPTOR DESTE PAÍS

IN "i" -19/03/12


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HOJE NO
"A BOLA"

Traficantes de armas sírios inspiram-se em jogada do Barcelona

A estação televisiva síria Al Dunya divulgou um vídeo onde explica como os rebeldes opositores do presidente Bashar El-Assad utilizam as jogadas do Barcelona para definir as rotas do contrabando de armas.
17:47



video


* À atenção do governo português, não vão aparecer estrategas que transformem as alocuções de Vitor Gaspar em orações fundamentalistas.


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FERNANDA CÂNCIO



Procedimento criminal

Na tarde de quarta, dia sete, o ministro Nuno Crato, citando uma auditoria da Inspeção-Geral de Finanças, acusou no Parlamento a Parque Escolar de "uma subida de custos muito grande": "Desde a apresentação do programa em 2007, em que o custo unitário das escolas era de 2,82 milhões de euros até atualmente, em que é de 15,45."

A derrapagem de 447% foi notícia em todo o lado na quinta. Nessa mesma noite, na TVI24, Marques Mendes garantia que a derrapagem era, afinal, de "15 vezes mais" (e não as quatro de Crato), devido a gastos à tripa forra com "materiais nobres", "torneiras XPTO", "eficiência energética" e outras loucuras. A exigir "uma investigação do MP", concluiu. Na sexta- -feira, com labéu de incompetente, senão corrupta e ladra, a administração da PE demitia-se, enquanto os deputados tinham finalmente acesso às 200 páginas da IGF. Para descobrirem que os números de Crato não estão nela em lado algum. Assim, na página 113, nas conclusões, lê-se: "O investimento médio real por escola -euro 13 milhões e 290 mil euros - é 66% superior ao investimento médio estimado por escola - oito milhões de euros." 66% de aumento de custos que, diz a IGF, "foi essencialmente devido ao aumento da área de construção por escola, já que o investimento médio real por m2 de área de construção praticamente coincide com a estimativa inicial de 2008." Já este incremento da área foi "provocado pelo aumento substancial do número de alunos, uma vez que, em termos médios, passou de 800 alunos, na estimativa inicial, para 1215 alunos por escola (mais 52%)". A alteração do número de alunos deve-se, explica a IGF, a várias alterações da política educativa, incluindo a escolaridade obrigatória até aos 18 anos.

Não há críticas à PE? Há. Uso de materiais "demasiado" nobres (as torneiras de Marques Mendes lá estão), espaço médio por aluno maior que nos países comparados e necessidade de "definir tetos máximos de investimento e áreas com vista à redução de custos". Mas, releva, "comparando o custo de construção médio das escolas secundárias em Portugal - 805euro (759euro mais 6% IVA) - com os indicadores de um estudo internacional que abrangeu 12 países, constata-se que é significativamente inferior". E, assinalando não terem sido "detetadas ilegalidades na adjudicação das empreitadas e aquisição de bens e serviços", elogia mesmo as "boas práticas de gestão" da PE: rapidez e eficiência da concretização do "elevadíssimo volume de investimento", "controlo das derrapagens de custos das empreitadas", etc.

Sim, isto aconteceu mesmo. E o pior é que continua a acontecer. A IGF não veio a público defender a sua auditoria de manipulações; o ministro não reconheceu ter-lhe "confundido" as conclusões. Nada disso: ontem, em vez de questionarem Crato sobre o seu procedimento, os jornalistas perguntaram-lhe se vai "abrir um procedimento criminal contra os antigos responsáveis da PE". Para já não, terá respondido. Podia ter acrescentado: já não é preciso, obrigado.



IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
16/03/12

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NOVAS OFERTINIDADES










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HOJE NO
"PÚBLICO"

Inspector-geral de trabalho teme aumento da violação dos direitos dos trabalhadores

O inspector-geral do trabalho decidiu “aliviar um pouco a pressão da intervenção reactiva e punitiva” e optar por campanhas de prevenção, num ano em que admite que possa haver um aumento de casos de violação dos direitos dos trabalhadores.

A consulta pública sobre as alterações ao Código do Trabalho propostas pelo Governo termina hoje e tem já debate agendado para o próximo dia 28 de Março. A CGTP marcou entretanto uma greve geral para quinta-feira, dia 22.

Em entrevista à agência Lusa, o inspector-geral do trabalho, José Luís Forte, admitiu estar preocupado com o que poderá acontecer este ano: “Temos de continuar a estar atentos às violações do aumento dos horários de trabalho, não pagamento de trabalho extraordinário, ao trabalho não declarado, aos chamados falsos recibos verdes e à pura e simples não declaração da existência do trabalho. São tudo preocupações que mantemos e que não estão seguramente a diminuir.”

Para José Luís Forte “não é previsível” que estes casos “diminuam” e por isso “terá de haver um esforço adicional por parte dos inspectores”. No entanto, o responsável diz que a ACT vai “aliviar um pouco a pressão da intervenção reactiva e punitiva” mas garante que os inspectores vão estar atentos para garantir a aplicação da legislação laboral.

O objectivo é simples: “Aliviámos um pouco a pressão da intervenção reactiva e punitiva para, sem a prejudicar, desenvolver um conjunto de campanhas que não façam esquecer uma maior prevenção na saúde e no trabalho”, explicou.

“A crise não impõe a indignidade no trabalho”

A “Campanha de Avaliação de Riscos Psicossociais”, que vai estudar a situação do assédio moral na área da saúde, acções junto do sector do calçado, um trabalho conjunto com o sector empresarial e sindicatos da área da hotelaria e restauração são algumas das acções programadas.

O inspector sublinha que é preciso “tornar bem visível, quer a empresários quer a trabalhadores, que a crise não impõe a indignidade no trabalho”.

“A agenda do trabalho digno que foi colocada nos últimos anos como referencial de actuação na Europa é para manter. Não fazemos aqui um interregno nas condições de trabalho nem vamos viver na selvajaria das relações laborais até acabar a crise”, garantiu.

E por isso, “a resposta da ACT é no sentido de fazer aumentar a pressão contra essas situações na defesa do trabalho digno e do respeito pelo direito dos trabalhadores”.

Para José Luís Forte, a crise “não pode ser desculpa para comportamentos indignos” e por isso quem “mantém o trabalho deve mantê-lo em condições de dignidade e não deve ser sujeito a pressões adicionais pelo facto de ter trabalho”: “Não é uma bênção que ninguém lhes dá. O trabalho é para ser feito com a saúde e segurança dos seus trabalhadores.”


* É que existem muitos mais piores patrões que bons empresários e a legislação tende a favorecer os piores patrões.


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5. Construção e Queda 
do Muro de Berlim



video

Uma excelente série do Canal História


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Três casos de Portimão enviados
 para Hospital de Vila Real
Algarvios chamados para cirurgias em Trás-os-Montes

Uma idosa algarvia, de 85 anos, nem queria acreditar quando recebeu uma carta da Unidade Regional de Gestão de Inscritos para Cirurgia com a marcação de uma operação ginecológica no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real, a mais de 600 quilómetros de casa.

"Quando recebi a carta, há uma semana, fiquei muito espantada. A minha neta, que estava comigo, ria-se e dizia que parecia impossível", relatou ao CM Lídia Silva, residente em Portimão e seguida no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio.

Apesar dos problemas no útero lhe tirarem qualidade de vida, a idosa não aceitou a marcação e voltou para a lista de espera. "Ainda se fosse Lisboa tinha lá família. Mas Trás-os-Montes? É muito longe e não tinha ninguém que fosse comigo. E se lá morresse? Como era? Não tinha dinheiro para pagar o funeral de lá para cá!", disse indignada.

Também José João, de 77 anos, que sofre de glaucoma e que tem indicação de urgência para a cirurgia, foi enviado para o mesmo Hospital. Ao CM, a esposa, Clementina, considerou ser "uma brincadeira de mau gosto". Uma terceira idosa de Portimão, que aguarda uma operação às cataratas, teve o mesmo destino. Recusou.


* Alguém responsável irá dizer que o computador se enganou mas é mentira, o computador não se engana nem pensa, faz o que lhe mandam, mesmo se fôr uma estupidez como esta.


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DAS CANÇÕES MAIS OFENSIVAS DE SEMPRE

07 –  WEEN

THE HIV SONG




LETRA

AIDS, AIDS, HIV, AIDS, HIV
AIDS

HIV, AIDS, HIV, AIDS, AIDS
HIV


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HOJE NO
"DIÁRIO  ECONÓMICO"

Fosso entre países ricos e pobres 
vai agravar-se até 2015

Um estudo publicado hoje pela consultora Ernst & Young coloca Portugal entre os países que terão menos crescimento económico.

Assim, enquanto Espanha, Grécia, Irlanda, Itália e Portugal deverão registar apenas um crescimento de 0,2%, até 2015, os restantes doze países da moeda única crescerão nove por cento no mesmo período, segundo a mesma previsão.

"O fosso entre países relativamente prósperos do norte da Europa e os países em crise do sul do continente prosseguirá, nos próximos anos", afirmam os especialistas da Ernst & Young.

Particularmente complicada é a situação da Grécia, cuja economia "irá contrair-se ainda mais, e só em 2020 atingirá o nível que tinha em 2010", diz-se no relatório.

A elevada quota de desemprego helénico, que até 2015 deverá ir além dos 23%, e também na Espanha, é outro dado visível deste problema.

No mesmo período, a Alemanha aproximar-se-á ainda mais do pleno emprego, e a respetiva quota poderá cair para os 4,9% nos próximos três anos, sublinha o estudo da Ernst & Young.

Para as exportações alemãs, a fragilidade das economias periféricas da zona euro constitui, no entanto, um problema, porque 11% das vendas alemãs ao estrangeiro em 2011 foram para a Espanha, Irlanda, Itália, Grécia e Portugal, tomados em conjunto.

A título de comparação, as exportações alemãs para a maior economia do mundo, os Estados Unidos da América, no mesmo período, atingiram sete por cento.

Além disso, outros mercados europeus tradicionais das exportações germânicas, como a França e o Reino Unido, deverão ter igualmente um fraco desenvolvimento económico a médio prazo.

Por isso, Berlim está à procura de novos mercados, sobretudo nos chamados países emergentes, e a tentar aumentar as suas exportações sobretudo para a China, a Índia e o Brasil.

Em 2012, as exportações alemãs deverão aumentar apenas 2,1%, o que se refletirá num crescimento económico mais modesto de 0,6%, depois dos três por cento alcançados em 2011, e dos 3,6% de 2010.

Em 2013, porém, a maior economia europeia deverá voltar a crescer dois por cento, segundo a Ernst & Young.


* O fosso já hoje é brutal, um crescimento médio de 0,2% é igual a zero, não dá para remendar o chapéu dum pobre, se há dúvidas vejam com atenção o programa de Judite de Sousa e do prof. Medina Carreira, às segundas, na TVI 21H30, dá para ficar esclarecido.

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Vinho 


é cultura


CULTURA É LIBERDADE






REGIÃO DO MINHO

O VQPRD «Vinho Verde» caracteriza-se por possuir um conjunto de factores muito específicos que definem a sua tipicidade.

Efectivamente a «agulha», a frescura e os aromas intensos nos vinhos brancos, tal como a juventude de sabores particulares nos vinhos tintos, conferem aos vinhos características únicas dignas do reconhecimento desta Denominação de Origem, não só para os vinhos tranquilos como também para os espumantes, os vinagres e as «Aguardentes Bagaceiras e de Vinho» da Região dos Vinhos Verdes.

Foi ainda reconhecida a possibilidade de os vinhos rosados usufruírem da Denominação de Origem "Vinho Verde».

A riqueza desta região não se limita às DOC, pelo que devem ser salientadas outras potencialidades, como a exploração dos vinhos com indicação geográfica, isto é, os Vinhos Regionais «Minho». Estes vinhos também alcançam grandes níveis de qualidade, podendo apresentar características físico-químicas e sensoriais diferentes ou serem elaborados com diversas outras castas.

Interessa referir que a área de produção do Vinho Regional «Minho» coincide geograficamente com a área de produção da Região Demarcada dos Vinhos Verdes.

De referir ainda que a Portaria n.º 28/2001, de 16 de Janeiro, reconheceu as seguintes nove sub-regiões para os produtos abrangidos pelos Estatutos da Região Demarcada que podem ser utilizados como complemento da Denominação de Origem: "Amarante", "Ave", "Baião", "Basto", "Cávado", "Lima", "Monção", "Paiva" e "Sousa".




HISTÓRIA
Foi no Noroeste, no coração mais povoado de Portugal desde os tempos asturo-leoneses, que a densa população cedo se espalhou pelas leiras de uma terra muito retalhada.

A partir do século XII existem já muitas referências à cultura da vinha cujo incremento partiu da iniciativa das corporações religiosas a par da contribuição decisiva da Coroa.

A viticultura terá permanecido incipiente até aos séculos XII-XIII, altura em que o vinho entrou definitivamente nos hábitos das populações do Entre-Douro-e-Minho. A própria expansão demográfica e económica, a intensificação da mercantilização da agricultura e a crescente circulação de moeda, fizeram do vinho uma importante e indispensável fonte de rendimento.

LOCALIZAÇÃO
A actual Região Demarcada dos Vinhos Verdes estende-se por todo o noroeste do país, na zona tradicionalmente conhecida como Entre-Douro-e-Minho. Tem como limites a norte o rio Minho (fronteira com a Galiza), a nascente e a sul zonas montanhosas que constituem a separação natural entre o Entre-Douro-e-Minho Atlântico e as zonas do país mais interiores de características mais mediterrânicas, e por último o Oceano Atlântico que constitui o seu limite a poente.

Orograficamente, a região apresenta-se como "um vasto anfiteatro que, da orla marítima, se eleva gradualmente para o interior" (Amorim Girão), expondo toda a zona à influência do oceano Atlântico, fenómeno reforçado pela orientação dos vales dos principais rios, que correndo de nascente para poente facilitam a penetração dos ventos marítimos.

As vinhas, que se caracterizam pela sua grande expansão vegetativa, em formas diversas de condução, ocupam uma área de 21 mil hectares e correspondem a 15% da área vitícola nacional.

Questões de ordem cultural, microclimas, tipos de vinho, encepamentos e modos de condução das vinhas levaram à divisão da Região Demarcada dos Vinhos Verdes em nove sub-regiões:

Amarante: integrando os concelhos de Amarante e Marco de Canaveses;

Ave: integrando os concelhos de Vila Nova de Famalicão, Fafe, Guimarães, Santo Tirso, Trofa, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e o concelho de Vizela, com excepção das freguesias de Vizela (Santo Adrião) de Barrosas (Santa Eulália);

Baião: integrando os concelhos de Baião, Resende (excepto a freguesia de Barrô) e Cinfães (excepto as freguesias de Travanca e Souselo);

Basto: integrando os concelhos de Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Ribeira de Pena;

Cávado: integrando os concelhos de Esposende, Barcelos, Braga, Vila Verde, Amares e Terras de Bouro;

Lima: integrando os concelhos de Viana do Castelo, Ponte de Lima, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez;

Monção e Melgaço: integrando os concelhos de Monção e Melgaço;

Paiva: integrando o concelho de Castelo de Paiva, e, no concelho de Cinfães, as freguesias de Travanca e Souselo;

Sousa: integrando os concelhos de Paços de Ferreira, Paredes, Lousada, Felgueiras, Penafiel e, no concelho de Vizela, as freguesias de Vizela (Santo Adrião) e Barrosas (Santa Eulália).
Embora a sua exportação fosse ainda muito limitada, a história revela-nos, no entanto, que terão sido os «Vinhos Verdes» os primeiros vinhos portugueses conhecidos nos mercados europeus (Inglaterra, Flandres e Alemanha), principalmente os da região de Monção e da Ribeira de Lima.

No século XIX, as reformas institucionais, abrindo caminho a uma maior liberdade comercial, a par da revolução dos transportes e comunicações, irão alterar, definitivamente, o quadro da viticultura regional.

A orientação para a qualidade e a regulamentação da produção e comércio do «Vinho Verde» surgiriam no início do século XX, tendo a Carta de Lei de 18 de Setembro de 1908 e o Decreto de 1 de Outubro do mesmo ano, demarcado pela primeira vez a «Região dos Vinhos Verdes».

Questões de ordem cultural, tipos de vinho, encepamentos e modos de condução das vinhas obrigariam à divisão da Região Demarcada em seis sub-regiões: Monção, Lima, Basto, Braga, Amarante e Penafiel.

No entanto, o texto da Carta de Lei de 1908 apenas é regulamentado no ano de 1926 através do Decreto n.º 12.866, o qual veio estabelecer o regulamento da produção e comércio do «Vinho Verde», consagrando o estatuto próprio da «Região Demarcada, definindo os seus limites geográficos, caracterizando os seus vinhos, e criando a «Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes» instituida para o pôr em execução. Posteriormente, em 1929, o referido regulamento viria a ser objecto de reajustamento através do Decreto n.º 16.684.

Motivo de grande significado à escala mundial, foi a aceitação do relatório de reinvindicação da Denominação de Origem «Vinho Verde», apresentado ao OIV - Office International de la Vigne et du Vin -, em Paris (1949), e posteriormente, o reconhecimento do registo internacional desta Denominação de Origem pela OMPI - Organização Mundial da Propriedade Intelectual, em genebra (1973).

O reconhecimento da Denominação de Origem veio assim conferir, à luz do direito internacional, a exclusividade do uso da designação «Vinho Verde» a um vinho com características únicas, devidas essencialmente ao meio geográfico, tendo em conta os factores naturais e humanos que estão na sua origem.

Em 1959, o Decreto n.º 42.590, de 16 de Outubro, cria o selo de garantia como medida de salvaguarda da origem e qualidade do «Vinho Verde», e o Decreto n.º 43.067, de 12 de Julho de 1960, publica o respectivo regulamento.

Outro marco de extraordinária importância, foi o reconhecimento de um estatuto próprio para as aguardentes vínicas e bagaceiras produzidas nesta Região Demarcada (Decreto-Lei 39/84 de 2 de Fevereiro), o que viria contribuir para a diversificação de produtos vínicos de qualidade produzidos nesta Região.

Como consequência da entrada de Portugal na Comunidade Europeia, é promulgada, em 1985, a Lei-Quadro das Regiões Demarcadas, que determinaria a reformulação da estrutura orgânica da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes.

Finalmente, em 1992, é aprovado o novo estatuto pelo Decreto-Lei nº 10/92, de 3 de Fevereiro. Recentemente, foi efectuada uma actualização pelo Decreto-Lei nº 263/99, de 14 de Julho, quanto a diversas disposições relativas à produção e ao comércio da denominação de origem "Vinho Verde

CASTAS

Castas Brancas Castas Tintas
Principais Outras Principais Outras


Alvarinho
Avesso
Azal
Batoca
Loureiro
Arinto (Pedernã)
Trajadura


Pintosa
Cainho de Moreira
Cascal
Tália (Douradinha)
Esganinho
Sercial (Esgana-Cão)
Esganoso
Fernão-Pires (Maria-Gomes)
Lameiro
Rabigato
S. Mamede
Semilão


Amaral (Azal Tinto)
Borraçal
Alvarelhão (Brancelho)
Espadeiro
Padeiro
Pedral
Rabo-de-Anho (Rabo-de-Ovelha)
Vinhão


Doçal
Doçal de Refóios
Espadeiro Mole
Labrusco
Mourisco
Pical Pôlho
Sousão
Verdelho Tin

ROTAS
A impressionante beleza da região do Minho serve de cenário à Rota dos Vinhos Verdes. Percorrer esses caminhos é descobrir as origens e sabores da milenar cultura vinícola e mergulhar a fundo na História de Portugal, sendo três os percursos propostos.

O primeiro convida a visitar "Três Cidades de Encanto": Guimarães, corte do condado portucalense, Braga, a cidade dos arcebispos, e Amarante, com a sua bela ponte sobre o rio Tâmega.
No segundo percurso, "Do Cávado ao Lima", visitamos Barcelos, Viana do Castelo, Ponte de Lima, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez, localidades nas margens do rio Lima.
"Da Costa à Serra" é o percurso fronteiriço com a Galiza, onde se descobrem os encantos de Caminha, Vila Nova de Cerveira, Valença e Monção, "capital" do tão apreciado Alvarinho.
As portas estão abertas e os percursos sinalizados para uma viagem pelas mais belas paisagens da região, numa recepção vitivinícola de alta qualidade. Os itinerários são pincelados por quintas, solares, casas e adegas cooperativas com muitos anos de tradição ao sabor da uva.
Visitar estas casas é uma verdadeira viagem às riquezas do passado. De uma beleza inigualável, muitos destes solares são hoje um marco da qualidade do turismo rural em Portugal.
Cada momento passado na região é enaltecido pelo sabor numa envolvente e privilegiada relação com a Natureza.


IN: 
- INSTITUTO DA VINHA E DO VINHO
-http://www.vinhoverde.pt/pt/vinhoverde/default.asp
- VINI PORTUGAL

NR: Disfrute do prazer do conhecimento da vinha e do vinho através dos sites que acima lhe indicamos e de muitos outros existentes na "WEB".
HÁ VINHOS PARA TODAS AS OCASIÕES, BEBA VINHO


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Cáritas regista aumento de 91 por cento no atendimento de novos casos
'Números preocupantes',

Entre 2010 e 2011, Cáritas registou aumento de 91 por cento. Entre janeiro e fevereiro, verificou-se subida de 46,5 de novos casos.

A Cáritas Portuguesa registou um aumento de 91 por cento no atendimento de novos casos de pobreza entre 2010 e 2011, um número 'preocupante e significativo', assumiu, ontem, o presidente da instituição, Eugénio Fonseca. O presidente da Cáritas revelou ainda que nos primeiros dois meses deste ano a tendência continua a sentir-se, já que em janeiro e fevereiro verificou-se uma subida de 46,5 por cento de novos casos, em relação aos últimos dois meses de 2011.
Dos 95.342 atendimentos realizados no ano passado, 16.500 pessoas correspondem a novas situações de carência económica, precisou o presidente da Cáritas, informando que no ano passado o número de atendimentos cresceu 50 por cento. 'Neste tempo complexo e com problemas de grande magnitude são essenciais projetos inovadores que ajudem a cimentar o bem comum e minorar a carestia de um grande número de portugueses', revelam as conclusões do Conselho Geral da Cáritas, que esteve reunido desde sexta-feira em Leiria.
Ontem, último dia dos trabalhos, o presidente da instituição salientou a necessidade da instituição avançar para 'ações de urgência de sensibilização para a poupança e dos riscos da má gestão dos recursos financeiros', para que 'os dramas na célula familiar não se acentuem', Eugénio Fonseca explicou que a Deco - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor ministrou formação a elementos da Cáritas e agora estes 'animadores vão promover, por exemplo, formação ao nível da economia doméstica e da culinária',

«Tsunami» demográfico

Também presente no encontro, a presidente da Comissão Nacional do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações, Joaquina Madeira, alertou para os problemas demográficos do País. 'Esta questão da demografia é um tsunami e andamos um bocadinho distraídos. No Norte da Europa já se estão a tomar medidas e nós, povos do Sul, estamos à espera de ver a cara ao mau tempo para agir', criticou, defendendo: 'temos que ter mais filhos e os jovens têm que ter estabilidade para se reproduzirem. '
Joaquina Madeira alertou que Portugal não está a repor a demografia e que até 2050 'os últimos números apontam para um duplicação da percentagem de idosos. A presidente da Comissão Nacional do Ano Europeu do Envelhecimento Activo frisou ainda que se em 2001 foram registadas mais de 300 pessoas com 100 ou mais anos, em 2050 prevê-se que atinjam esta idade cerca de 6400 idosos.


* São números tenebrosos aos quais as venda e delapidação do nosso património económico não fazem frente.
Temos um ministro das finanças salazarento...


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53 - GUIA DOS CURIOSOS


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HOJE NO
"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS"

Projeto "Casas Primeiro"
65 sem-abrigo conseguiram teto 
após anos na rua

Após vários anos a viverem nas ruas de Lisboa, 65 sem-abrigo conseguiram um teto através do projeto Casas Primeiro, um modelo de "sucesso" que arrancou há dois anos e meio e está a suscitar interesse de outras cidades.

São mais homens do que mulheres, mas também há quatro casais. Em média, viviam na rua há dez anos e a maioria sofre de doença mental, disse à agência Lusa José Ornelas, coordenador do programa, que foi criado no âmbito da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas Sem-Abrigo, lançada no terreno há três anos.

"Eram as situações mais difíceis de retirar da rua e nós demonstrámos que era possível", disse o coordenador, explicando que estas pessoas não rejeitavam uma casa, mas o facto de viverem em grandes grupos ou em camaratas e terem de sujeitar-se às "exigências dos serviços transitórios".

Quando lhes foi proposto irem viver para uma casa num bairro de Lisboa, aderiram muito positivamente e com resultados extraordinários: "Dez tornaram-se independentes e puderam ser substituídos por outros, mas este é um programa sem limite de tempo", observou.

Por outro lado, melhoraram consideravelmente a sua saúde, deixaram de utilizar os hospitais psiquiátricos, as urgências dos hospitais gerais e começaram a organizar a vida no sentido de arranjarem um trabalho ou voltar a estudar.

Também criaram boas relações de vizinhança no bairro onde moram com a ajuda da equipa da Associação para o Estudo e Integração Psicossocial (AEIPS) que os apoia duas vezes por semana.

"Uma das questões mais fundamentais é que este programa, além de retirar as pessoas da rua, tem um custo/benefício muito positivo de cerca de 18 euros diários por pessoa", que é muito baixo quando comparado com outras respostas tradicionais, como os abrigos ou instituições.

O sucesso do projeto despertou o interesse de outras cidades, nomeadamente Aveiro, Porto e Cascais. "Neste momento, estamos a negociar para que seja generalizado a outras cidades, mas também para que mais pessoas beneficiem dele".

"Neste momento, estamos na fase de apresentar a avaliação do projeto e demonstrar às entidades públicas que os resultados são muito positivos, ao retirar definitivamente as pessoas da rua por um custo muito mais baixo, e no sentido de influenciar os decisores públicos a generalizarem o programa para outras cidades", adiantou.

Em Portugal, a taxa de sucesso do programa situa-se nos 91 por cento, enquanto em outros programas internacionais se situa entre os 80 e os 85%.

Para José Ornelas, este projeto foi uma "grande descoberta": "Finalmente há um programa que resolve e corta o ciclo crónico da pobreza", com as pessoas a voltaram a ter uma vida ativa.

Este modelo "é uma solução para os sem-abrigo e um projeto adequado para o momento de crise": "Mesmo que haja um aumento de situações de sem-abrigo, os profissionais já conhecem possíveis saídas para estas situações".

"Agora os responsáveis pela estratégia têm a oportunidade de estudar os resultados e discutir como o projeto pode ser generalizado", disse, considerando que este "é um dos aspetos mais inovador e significativo da estratégia nacional [para a integração dos sem abrigo]".

O programa financia a renda da casa e as despesas com os consumos de água e eletricidade e os participantes contribuem com 30% do seu rendimento mensal.


* Uma extraordinária acção, pouco conhecida e com uma taxa de sucesso fabulosa. Saúdem-se os responsáveis e executores do projecto.


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