domingo, 18 de março de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


After being married for thirty years...a wife asked her husband to describe her.

He looked at her slowly...then said, "You're A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K." 
She asks... "What does that mean?"

He said, "Adorable, Beautiful, Cute, Delightful, Elegant, Foxy, Gorgeous, Hot."

She smiled happily and said..."Oh, that's so lovely... What about  I, J, K?"

He said, "I'm Just Kidding!"


His eyes are still swollen...but they'll get better...

.
.

O MAIOR ESPECTÁCULO DO MUNDO CANTA  EM PORTUGUÊS


RIO 2012


Clipe da Mangueira



Comissão de Frente



Mestre-Sala e Porta-Bandeira




.
.

ESTA SEMANA NO
"AUTO MOTOR"

VW GOLF ELÉCTRICO EM 2013?

São muitos os rumores que apontam a comercialização de uma variante eléctrica do VW Golf no final de 2013, baseado no protótipo Golf Blue-e-motion. Deverá chamar-se E-Golf

Correm na web rumores do lançamento de uma variante eléctrica do VW Golf no final do próximo ano. Com o nome provável de E-Golf, esta proposta 100% eléctrica deverá recorrer aos préstimos do mesmo grupo propulsor que anima o concept Golf Blue-e-motion (na imagem), apresentado em 2010.

Este é composto por um motor eléctrico de 115 cv e 270 Nm, alimentado por uma bateria de iões de Lítio, colocada debaixo dos lugares traseiros para não penalizar demasiado o espaço para a bagagem. Este cai dos 350 litros da versão “normal” para os 237 litros desta variante. A velocidade máxima esperada é de 140 km/h e a autonomia rondará os 150 km.

O modelo que será estreado no próximo ano usará a nova plataforma modular MQB e iniciará a ofensiva eléctrica da Volkswagen, que espera que, em 2018, cerca de 3% da sua frota seja composta por modelos eléctricos ou híbridos.


* A indústria automóvel a adaptar-se à crise.


*
.

ACORDO ORTOGRÁFICO




CLIQUE PARA AMPLIAR PÁGINA A PÁGINA

 Enviado por JOPÊ


.
.

AS MAMAS VALEM UMA VIDA





.
.

ONTEM NO
"i"

Vida em Paris. 
Mãe de Sócrates paga as contas

A viver há vários meses em Paris, José Sócrates mantém uma vida desafogada, a gastar cerca de 15 mil euros por mês segundo contas do “Correio da Manhã”, sem ter poupanças ou emprego conhecidos — a não ser a “fortuna pessoal que vem da mãe”. A subvenção vitalícia que poderia receber no desempenho de cargos públicos desde 1987 só a vai poder solicitar a partir de Setembro, quando completar 55 anos.

Segundo noticiou esta sexta-feira o “Correio da Manhã”, o ex-primeiro-ministro leva uma vida de luxo na capital francesa. Arrenda uma casa que ronda os sete mil euros mensais – num dos bairros mais caros de Paris –, visita alguns dos restaurantes mais selectos, onde as refeições podem ultrapassar os cem euros por dia, frequenta um mestrado que custa treze mil euros por ano (e usa um Mini Cooper para se deslocar até às aulas) e vive ainda com o filho mais velho, que frequenta uma escola privada que atinge os 2186 euros.

José Sócrates não tem depósitos a prazo, à ordem ou qualquer plano poupança reforma declarado. A nova lei do controlo da riqueza dos titulares de cargos políticos obriga a declarar as contas à ordem com saldo superior a 50 salários mínimos, correspondente ao valor actual de 24 250 euros, e Sócrates nada declarou. Já segundo as declarações disponíveis no Tribunal Constitucional que o “CM” cita, entre 1995 e 2010, Sócrates obteve rendimentos acumulados de 1,19 milhões de euros, a que se somam quase 50 mil euros por seis meses de salário, despesas de representação e subsídios de férias em 2011.

Além destes rendimentos, Sócrates vai poder usufruir de uma subvenção no valor de 1449,58 euros mensais por ter estado 11 anos como deputado na Assembleia da República. O acesso à subvenção vitalícia (limitado aos deputados mais antigos) só pode ser pedido aos 55 anos (que Sócrates completa em Setembro).

Até lá, o deputado do PS e amigo pessoal do ex-primeiro-ministro, Renato Sampaio, arrisca uma justificação para a vida que Sócrates consegue manter em Paris: “Toda a gente sabe que ele tem uma fortuna pessoal que vem da mãe.” O deputado defende que as despesas feitas por Sócrates em Paris são do “foro pessoal” e que tem a “certeza” de que o dinheiro para as pagar não foi obtido de “forma ilícita”. Para Renato Sampaio, sempre recusando comentar o assunto, Sócrates está a ser alvo de uma “perseguição mediática”, até porque o ex-primeiro-ministro “vive dos seus rendimentos e de uma forma contida”.

A subvenção vitalícia Em 2005, José Sócrates, acabado de chegar ao poder, aprovou uma lei que pôs fim às subvenções dos titulares de cargos políticos, com excepção do Presidente da República e dos presidentes dos governos regionais. Mas quem já tivesse 12 anos de funções, consecutivos ou interpolados, à data da entrada em vigor da lei (Outubro de 2005) poderia receber a subvenção, correspondente a 48% do ordenado-base, assim que completasse os 55 anos. Por essa altura, Sócrates tinha apenas 11 anos como parlamentar, por isso, a sua percentagem limita-se aos 44%. Como o vencimento-base de um deputado é de 3294,52 euros, caso Sócrates faça o requerimento em Setembro, poderá receber do Estado 1449,58 euros.

A mesma lei de 2005 acabou com a subvenção vitalícia a que os primeiros-ministros também tinham direito. Sócrates foi eleito em Fevereiro de 2005 e a lei foi publicada em Outubro, pelo que teria direito a uma prestação correspondente a quase nove meses. No entanto, Pedro Silva Pereira, à data ministro da Presidência, referiu que, por opção própria, “o actual primeiro-ministro já não receberá essa pensão vitalícia”.


* Não é verdade que seja a mãe de Socrates a pagar-lhe as contas, somos todos nós. O poder polítco, governos e oposições, permitem engenharias financeiras que proporcionam estadas paradisíacas a estes partidocratas que nos "lixaram" a vida.
Todos os partidos com representatividade parlamentar são coniventes neste regabofe, porque nunca tiveram coragem para desmascarar as negociatas do poder, não lhes convém.


.
.

NIETZCHE

.

3.HUMANO, DEMASIADO HUMANO






Carregado por  em 31/03/2010
A semente do pensamento disseminado por Nietzsche no século 19 prefigurava o piloto do século 20 sobre os conceitos do existencialismo e da psicanálise. Este programa conta com entrevistas de grandes estudiosos do pensamento do Nietzsche sendo eles: Ronald Hayman e Leslie Chamberlain (biógrafos de Nietzsche), Andrea Bollinger (arquivista), Reg Hollingdale (tradutor), Will Self (escritor) e Keith Ansell Pearson (filosofa) que sonda a vida e os escritos de Nietzsche. Além de mostrar também o papel da irmã de Nietzsche na edição de suas obras para o uso como propaganda nazista. Contando também com partes de prosas aforísticas extraídas de obras como a parábola de um louco e assim falou Zaratustra, com isto transmitir a essência e o estilo do pensador profético 
m


ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"

Vale e Azevedo "continua desonesto"

O juiz britânico que esta sexta-feira decretou a extradição de João Vale e Azevedo para Portugal considerou sem qualquer fundamento as insinuações de motivação política da justiça portuguesa, qualificando o ex-presidente do Benfica de "desonesto"

O magistrado referiu, na sentença, que durante o julgamento foram feitas "acusações muito graves de vingança para silenciar um bastião de honrosa galante virtude futebolística que enfrenta a corrupção geral".

Vale e Azevedo, numa das audiências, acusou os juízes portugueses de falta de independência e de terem tomado decisões tendenciosas a seu respeito por ser uma figura pública.

Porém, o juiz Purdy concluiu, a propósito do testemunho do ex-presidente do Benfica, que "não há suporte para qualquer argumento, antes pelo contrário", pois muitos dos casos que foram julgados em Portugal envolveram amigos de família e não assuntos ligados ao futebol.

Na sua opinião, a verdade é menos "simpática", ou seja, "um homem de ambição desonesta que abusou da sua posição profissional e eleita para o seu benefício e que foi chamado a prestar contas".

"Tendo-o visto testemunhar, considero que ele continua desonesto", afirmou o juiz, a propósito da forma como Azevedo "fabricou ataques ao caso português com aprumo descarado".

O juiz rejeitou também outros argumentos apresentados pela defesa, nomeadamente de que já teria passado demasiado tempo desde os casos iniciais ou que Vale e Azevedo teria direito a liberdade condicional, pelo que não deveria ser novamente preso.

Também não deu valor aos testemunhos de dois juízes aposentados compulsivamente, José Costa Pimenta e Carlos Fraga, que apontavam para a disfunção dos tribunais portugueses no tratamento dos casos de Azevedo.

"Dois juízes afastados, com óbvias agendas pessoais, não podem ocultar os sinais esmagadores de exaustivos procedimentos legais", comentou.

Foi assim que o juiz do tribunal de Magistrados de Westminster sustentou a decisão de aprovar a extradição para Portugal de João Vale e Azevedo, o qual tem agora sete dias para recorrer para o Tribunal Superior [High Court], equivalente ao Supremo Tribunal em Portugal.

Caso Azevedo não concretize esta possibilidade, a lei diz que a extradição tem de ocorrer nos 17 dias seguintes.


* Vigarices...


.


1.CHERNOBYL

O DESASTRE






Na madrugada do dia 26 de abril de 1986, um dos reatores da usina nuclear de Chernobyl explodiu. Um inferno de chamas coloridas alcançou quase 1000 metros de altura nos céus da Ucrânia. Este  documentário acompanha a luta contra o tempo que milhares de soviéticos jamais poderão esquecer. Durante os oito meses que se seguiram à explosão da central nuclear, 800 mil jovens soldados, mineiros, bombeiros e civis de todas as regiões da antiga União Soviética, trabalharam sem descanso na tentativa de diminuir os efeitos da radioatividade, e com isso tentar salvar o mundo de outra provável tragédia.Os efeitos dessa explosão haviam sido cem vezes superiores aos provocados pela bomba de Hiroshima e mais de 200 mil pessoas tiveram que ser evacuadas de seus locais de origem.O pior acidente nuclear da História, produziu uma chuva radioativa que pôde ser detectada desde a antiga União Soviética, passando pela Europa Oriental, Escandinávia, Inglaterra e atingindo até a costa leste dos Estados Unidos.


NR: O Homem não trata bem o planeta, pensou-se que depois de Chernobyl  houvesse mais cuidado com a Mãe Terra, mas exactamente há um ano Fukushima revelou que o Homem continuará a ser selváticamente predador até à sua extinção, porque a Terra sobreviverá!

.

.
ESTA SEMANA NO
"RECORD"

Tiago Aperta 
bate recorde nacional do dardo

Tiago Aperta bateu este domingo o recorde nacional do dardo, ao lançar a 75,55 metros no último ensaio da primeira prova da 2.ª jornada da Taça da Europa de Lançamentos, que se está a disputar em Bar, Montenegro.

O atleta do Benfica, que foi quarto classificado na prova de Sub-23, a três centímetros do pódio, já era o detentor do recorde nacional, com 73,94, marca alcançada em julho do ano passado, em Lisboa.

A prova deste domingo foi ganha pelo ucraniano Oleksandr Nychyporchuk, com 76,23.

Na 2.ª jornada, que se irá realizar ao longo do dia, estarão ainda em ação mais quatro portugueses, dois dos quais com hipóteses de alcançarem lugares cimeiros: Marco Fortes no peso e Irina Rodrigues no disco (escalão de Sub-23). Competem também Vânia Silva (martelo) e o Sub-23 Francisco Belo (peso).


* Trabalhador

.

LUCIANO AMARAL



O regresso da realidade

O Irão cada vez mais próximo da bomba nuclear; a Rússia sujeita a mais uma fraude eleitoral; a ditadura síria reprimindo ferozmente os seus oponentes; as “primaveras árabes” resvalando para o fundamentalismo (veja-se o Egipto ou a Líbia).

Por cima de tudo isto, uma União Europeia em aparente processo de desagregação.

O mundo revela hoje como foi trágico o momento de suspensão da realidade vivido por alturas do fim do mandato do antigo presidente americano George W. Bush e da vitória do actual, Barack Obama. Ninguém se lembra, mas todos os horrores tinham origem em Bush, e a Europa via-se como uma "civilização" diferente e superior à América, socialmente justa e recusando guerras. O presidente Obama começou o mandato a enviar mensagens ao Irão em farsi, a prometer carregar no botão ‘reset' com a Rússia, a anunciar um "novo começo" com o "mundo islâmico" (no famoso discurso do Cairo de Mubarak, apenas a dois anos da revolução). De caminho, prometeu também fechar o ‘gulag' de Guantánamo, acabar com os "voos" e as "prisões secretas" e demais barbaridades da Guerra ao Terror. Naquele tempo tudo era culpa da América.

Passaram quatro anos, mas parecem um século: o Irão, a Rússia e o "mundo islâmico" ignoraram inteiramente as propostas de apaziguamento. A América mantém Guantánamo, os voos e as prisões secretas, enquanto não consegue ter uma política coerente sobre as transformações árabes. De tanto prometer entender-se com as antigas ditaduras seculares, foi surpreendida pelas revoluções e vai deixando brotar novos regimes terroristas. Ignorou a "revolução verde" do Irão em 2009, tentou aguentar Mubarak em 2011, mas lançou-se na absurda guerra da Líbia e anda perdida na Síria. Para mais, a Europa entretém-se a desfazer o seu "superior" modelo social (pelo menos na Europa do sul), ao mesmo tempo que se lança em guerras africanas e se afunda numa crise existencial.

Há quatro anos quis-se pôr todo o lixo do mundo no saco. Mas parece que afinal o saco estava roto e o lixo saiu por outro lado. E quando o mundo ocidental mais precisava da liderança da América, ela recusa-se a oferecê-la. Apesar de as bombas do Médio Oriente fazerem mais barulho, a crise europeia talvez seja mais grave: o projecto europeu sempre foi tanto europeu propriamente dito quanto americano. A Europa sempre precisou da América para se pôr de pé. Pois é o presidente mais amado pelos europeus que maior ignorância demonstra sobre o que significa a Europa e maior incapacidade revela para a ajudar a encontrar uma solução. Foi bonita a festa, pá, mas a realidade regressou.


 Professor Universitário

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
15/03/12

.
.

ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

Refugiados: 
Conselho Português sem dinheiro 
aguarda apoio de 150 mil euros do MAI

O Conselho Português para os Refugiados (CPR) só tem dinheiro até ao final de março, disse hoje à Lusa a presidente, que está a aguardar que o Ministério da Administração Interna (MAI) aprove um apoio de 150 mil euros.

"Neste momento, o CPR não dispõe de mais dinheiro para cumprir as obrigações com os refugiados", afirmou à Lusa a presidente, Teresa Tito Morais, adiantando que, a partir de abril, o conselho deixa de ter dinheiro para pagar os quartos, pensões e habitações onde estão refugiados.

Teresa Tito Morais disse que o CPR pediu ao MAI um "reforço financeiro", no valor de cerca de 150 mil euros, para fazer face à situação que, segundo explicou, "já se vem a acumular desde novembro de 2011".



* Temos o dever de ser solidários para com quem procura paz no nosso país, por ter fugido da desgraça na sua pátria.


.
.




3 - CERRADO 





O Cerrado é o segundo maior bioma brasileiro, estendendo-se por uma área de 2.045.064 km2, abrangendo oito estados do Brasil Central: Minas GeraisGoiásTocantinsBahiaMaranhãoMato GrossoMato Grosso do SulPiauí e o Distrito Federal.
Cortado por três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul, tem índices pluviométricos regulares que lhe propiciam sua grande biodiversidade.

As "savanas brasileiras" — o Cerrado e a Catinga — são uma forma de vegetação que tem diversas variações fisionómicas ao longo das grandes áreas que ocupam do território do país.
M
.

ESTA SEMANA NA
"VIDA ECONÓMICA"

Construção civil pode perder 
12 mil empresas este ano

O setor da construção e do imobiliário corre o risco de perder 12 mil empresas este ano. A estimativa é traçada pelo presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), Reis Campos, que, esta semana, esteve presente no Parlamento. O responsável alertou os partidos, uma vez mais, para a grave dificuldade que a fileira está a passar e acusou o Governo não pagar o que deve.
"Em 2012, podemos perder mais de 12 mil empresas", referiu Reis Campos, sublinhando que o setor vive uma situação de "asfixia financeira". "As empresas não aguentam um Estado que não paga as suas dívidas e uma banca que não lhes concede crédito", afirmou o presidente da AICCOPN, que esteve a ser ouvido na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas, no âmbito de um requerimento apresentado pelo Partido Comunista Português (PCP).

Encerram 14 empresas de construção
 e imobiliário por dia

De acordo com o mesmo responsável, a dívida do Estado ao setor ascende a 1,3 mil milhões de euros. O setor da construção e do imobiliário está a perder, em média, "14 empresas por dia e cerca de 360 trabalhadores".
Ainda no âmbito laboral, o presidente da AICCOPN sublinhou que, "numa década, o setor perdeu 283 mil postos de trabalho", dos quais 84 mil em 2011. O representante da associação salientou também que "a construção e o imobiliário atravessam a pior crise de que há memória", referindo que, "a partir de março/abril, o setor não tem encomendas, nem públicas, nem privadas".
Reis Campos voltou a insistir na urgência de o Governo definir estratégias e prioridades para o investimento, destacando a "necessidade de utilizar os 13 mil milhões de euros de verbas comunitárias", que poderiam ajudar a colmatar os problemas financeiros desta fileira económica.
Para além de Reis Campos, foi também a ser ouvido na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas o presidente da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP). Ricardo Pedrosa Gomes, por seu turno, destacou que o setor que representa, "daqui a dois anos, enfrentará um panorama francamente pior".
Ricardo Pedrosa Gomes reafirmou ainda que, "até meio deste ano, o setor da construção vai acrescentar 60 mil desempregados às estatísticas", caso não haja continuidade no programa Parque Escolar.


* Há cerca de dez mil casas em Portugal que nunca serão vendidas, ou por defeito de construção, ou por péssima localização, ou por serem ilegais etc.


.

.

MICO DA 

CÂMARA PEREIRA





.

.
ESTA SEMANA NO
"CORREIO DO MINHO"

Ponte de Lima: 
Segundo município do país 
com menor endividamento

O Município de Ponte de Lima está posicionado em 3.º lugar do ‘ranking’ dos municípios de média dimensão que apresentaram, em 2010, os melhores níveis de liquidez. Os 17.178.851 euros significaram mais 63 por cento de liquidez relativamente ao exercício de 2009.

A referência é feita no Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, referente às contas consolidadas de 2010, divulgado recentemente pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, com o patrocínio do Tribunal de Contas e do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade.

De acordo com o referido estudo, pela análise das contas municipais verifica-se que há municípios que apresentaram um activo circulante (dívidas a receber mais di sponibilidades), superior ao passivo de curto, médio e longo prazo e que por isso mesmo não só não têm endividamento líquido como deverão apresentar excedentes orçamentais.

Em 2010, apresentaram-se 15 municípios nessa situação, entre os quais Ponte de Lima, posicionado em 2.º lugar.
Ao nível dos municípios com menor peso da dívida bancária de médio e longo prazo sobre as receitas recebidas em 2009, Ponte de Lima aparece em 8.º lugar entre os 35 municípios melhor posicionados a nível nacional, e 2.º entre os municípios de média dimensão.
Os resultados apresentados são a confirmação, por entidade externa e independente, da cómoda situação financeira que o município limiano construiu ao longo dos últimos anos.

* Gestão cuidada

.
.



LAGOS


 ARGENTINOS









M

ESTA SEMANA NO
"SOL"

Aeroporto da Portela 
com mais dez rotas
 O tráfego de passageiros no aeroporto de Lisboa cresceu seis por cento nos dois primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período de 2011 e a infra-estrutura vai contar com 10 novas rotas este ano.

O director do aeroporto de Lisboa afirmou, em entrevista à Lusa, que as previsões para este ano apontam para um crescimento de tráfego de 0,8 por cento em relação a 2011, ano em que passaram pela infra-estrutura 14,5 milhões de passageiros (mais 5,1 por cento do que em 2010).

«Prevemos para este ano um crescimento de 0,8 por cento e, felizmente, estamos a crescer acima deste número», disse João Nunes, adiantando que em Janeiro e Fevereiro foi registado um crescimento acumulado de seis por cento.

O responsável afirmou que este crescimento beneficiou do facto de o mês de Fevereiro ter tido mais um dia este ano e também do facto do Carnaval ter sido em Fevereiro.

O director do aeroporto disse ter «expectativas» em relação à abertura da base da easyJet em Lisboa, anunciada para Abril, e ao início da operação da companhia Emirates que, a partir de 9 de Julho, vai ligar com um voo diário Lisboa ao Dubai.

A companhia de baixo custo (low cost) easyJet já anunciou que vai abrir cinco novas rotas a partir de Lisboa: Amesterdão, Copenhaga, Bordéus, Veneza e Astúrias.

Além destas ligações, «há perspectivas de cinco novas rotas a operarem pela primeira vez este ano» no aeroporto de Lisboa, avançou João Nunes.

De acordo com o responsável, a Transavia vai lançar duas rotas e a TAP, a low cost' bmibaby e a Emirates vão lançar cada uma nova rota.


* Uma boa notícia, mas um aeroporto no meio da cidade continua a não agradar.


.
,


EISRIESENWELT



a maior gruta de gelo do mundo 














M

ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

Descontos e entradas gratuitas
 para desempregados
Governo quer "hábitos culturais" e anuncia 
acesso alargado a museus, monumentos, 
palácios e espetáculos de teatro.

Os desempregados podem, a partir de 27 de março, entrar de graça nos museus, monumentos e palácios tutelados pelo Governo e a ter descontos para espetáculos nos teatros nacionais, revelou hoje a secretaria de Estado da Cultura.

Numa nota, a secretaria de Estado da Cultura revela que, com esta medida, pretende que as pessoas que têm hábitos culturais não vejam "o seu acesso à cultura limitado por se encontrarem numa situação de desemprego".

Desta forma, a partir de 27 de março, Dia Mundial do Teatro, os desempregados passam a entrar gratuitamente nos museus, monumentos e palácios tutelados pela Secretaria de Estado da Cultura.

Na mesma data passam ainda a ter descontos nos Teatros Nacionais, Cinemateca e Companhia Nacional de Bailado (CNB), limitados a um número máximo por sessão definido pelos organismos.

Para entrar na Cinemateca, uma pessoa em situação de desemprego passa a pagar um bilhete fixo de 1,35 euros, enquanto que seis euros é quanto lhe vai custar o preço fixo para entrar no Teatro Nacional D. Maria II.

O desconto no Teatro Nacional de São João, no Porto, é de 50% do preço do bilhete.

Já os espetáculos da CNB e do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, têm desconto de 25%.

A estes descontos podem ter acesso todas as pessoas desempregadas, desde que apresentem um comprovativo de inscrição no Instituto de Emprego e Formação Profissional ou qualquer outro documento emitido pela Segurança Social que comprove a situação.


* Uma "chachada", desempregado pensa em pão, saúde, habitação, tem demasiada dor para pensar em cultura.
Esta medida é um rebuçado bem amargo.

.

.

ILHA DE MOÇAMBIQUE



VEJA EM ECRÃ TOTAL


.

.
HOJE NO
"A BOLA"

Button vence 
Grande Prémio da Austrália

Jenson Button, da Maclaren, venceu este domingo o Grande Prémio da Austrália, no circuito de Albert Park, em Melbourne, o primeira das vinte corridas do Mundial de 2012.

O piloto inglês percorreu as 58 voltas em uma hora, 34 minutos, nove segundos e 565 milésimas, a uma média de 195,991 quilómetros/hora.

O alemão Sebastian Vettel, da Red Bull, campeão do Mundo em título, ocupou o segundo lugar do pódio, Lewis Hamilton, que tinha conseguido a pole position, conquistou o terceiro posto. A correr em casa, Mark Webber, da Red Bull, não foi além da quarta posição



Destaque para o espanhol Fernando Alonso, da Ferrari, que depois de partir da 12.ª posição da grelha de partida, terminou a corrida em quinto lugar, beneficiando de uma excelente partida que logo o deixou em oitavo.


* Motores ao rubro e o campeonato vai ser muito competitivo.

.

POEMAS


'mostrengo' de Fernando Pessoa 

por João Villaret 






v

ESTA SEMANA NA
"EXECUTIVE DIGEST"

Eurostat: Portugal volta a registar maior queda europeia no comércio em Janeiro

Portugal registou em Janeiro deste ano, a maior queda europeia no comércio a retalho na comparação anual, com uma descida de 8,7%, revelou este mês o Eurostat.

Na perspectiva mensal, o indicador português não melhora uma vez que Portugal foi o Estado-membro que registou o maior abrandamento do indicador, com uma queda de 2,7%, superior à Dinamarca e à Alemanha.

Por outro lado, na zona euro, o volume de vendas a retalho aumentou 0,3% e subiu 0,4% no total dos países da União Europeia.


* Absolutamente retalhados

.
.


 COLORAÇOES









M
.



1 - MOINHOS 










M

15 - VULTOS DA CULTURA DA TERCEIRA REPÚBLICA »»» agostinho da silva


George Agostinho Baptista da Silva (Porto, 13 de Fevereiro de 1906 — Lisboa, 3 de Abril de 1994), foi um filósofo, poeta e ensaísta português. O seu pensamento combina elementos de panteísmo, milenarismo e ética da renúncia, afirmando a Liberdade como a mais importante qualidade do ser humano. Agostinho da Silva pode ser considerado um filósofo prático empenhado, através da sua vida e obra, na mudança da sociedade.

Biografia
George Agostinho Baptista da Silva nasceu no Porto em 1906, tendo-se ainda nesse ano mudado para Barca d'Alva (Figueira de Castelo Rodrigo), onde viveu até aos seus 6 anos, regressando depois ao Porto, onde inicia os estudos na Escola Primária de São Nicolau em 1912, ingressando em 1914 na Escola Industrial Mouzinho da Silveira e completando os estudos secundários no Liceu Rodrigues de Freitas, de 1916 a 1924.

Dono de um percurso académico notável, de 1924 a 1928, frequenta Filologia Clássica na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo concluído a licenciatura com 20 valores. Depois disso começa a escrever para a revista Seara Nova, colaboração que manteve até 1938.

Em 1929, com apenas 23 anos, defende a sua dissertação de doutoramento a que dá o nome de "O Sentido Histórico das Civilizações Clássicas", doutorando-se "com louvor".

Em 1931 parte como bolseiro para Paris, onde estuda na Sorbonne e no Collège de France. Após o seu regresso em 1933, leciona no ensino secundário em Aveiro até ao ano de 1935, altura em que é demitido do ensino oficial por se recusar a assinar a Lei Cabral, que obrigava todos os funcionários públicos a declararem por escrito que não participavam em organizações secretas (e como tal subversivas). No mesmo ano, consegue uma bolsa do Ministério das Relações Exteriores de Espanha e vai estudar para o Centro de Estudos Históricos de Madrid. Em 1936 regressa a Portugal devido à iminência da Guerra Civil Espanhola.
Cria o Núcleo Pedagógico Antero de Quental em 1939, e em 1940 publica Iniciação: cadernos de informação cultural. É preso pela polícia política em 1943, abandonando o país no ano seguinte (1944) em direcção à América do Sul, passando pelo Brasil, Uruguai e Argentina, no seguimento da sua oposição ao Estado Novo conduzido por Salazar.

Em 1947 instala-se definitivamente no Brasil, onde vive até 1969. Em 1948, começa a trabalhar no Instituto Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro, estudando entomologia, e ensinando simultaneamente na Faculdade Fluminense de Filosofia. Colabora com Jaime Cortesão na pesquisa sobre Alexandre de Gusmão. De 1952 a 1954, ensina na Universidade Federal da Paraíba (em João Pessoa (Paraíba)) e também em Pernambuco.

Em 1954, novamente com Jaime Cortesão, ajuda a organizar a Exposição do Quarto Centenário da Cidade de São Paulo. É um dos fundadores da Universidade de Santa Catarina, cria o Centro de Estudos Afro-Orientais, e ensina Filosofia do Teatro na Universidade Federal da Bahia, tornando-se em 1961 assessor para a política externa do presidente Jânio Quadros. Participa na criação da Universidade de Brasília e do seu Centro Brasileiro de Estudos Portugueses no ano de 1962 e, dois anos mais tarde, cria a Casa Paulo Dias Adorno em Cachoeira e idealiza o Museu do Atlântico Sul em Salvador da Bahia.

Regressa a Portugal em 1969, após a doença e morte de Salazar e a sua substituição por Marcello Caetano, facto que dá origem a alguma abertura política e cultural no regime. Desde então continua a escrever e a leccionar em diversas universidades portuguesas, dirigindo o Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade Técnica de Lisboa, e no papel de consultor do Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, (actual Instituto Camões).

Em 1990, a RTP1 emitiu uma série de treze entrevistas com o professor Agostinho da Silva, denominadas Conversas Vadias. Uma outra entrevista, conduzida por António Escudeiro e chamada Agostinho por si próprio, fala sobre a sua devoção ao Espírito Santo e foi publicada pela editora Zéfiro em 2006.

Faleceu no Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa, no ano de 1994.

Um documentário sobre o próprio, intitulado "Agostinho da Silva: um pensamento vivo" (disponível no youtube), foi realizado por João Rodrigues Mattos e lançado pela Alfândega Filmes em 2004.

Agostinho da Silva é um dos maiores filósofos de sempre e referenciado como um dos principais intelectuais portugueses do século XX. Da sua extensa bibliografia, destacam-se o livro Sete cartas a um jovem filósofo, publicado em 1945.

IN "WIKIPEDIA"

Sintese Biográfica de Agostinho da Silva

por Romana Brázio Valente

1906 – Filho de Francisco José Agostinho da Silva e Georgina do Carmo Baptista da Silva, George Agostinho Baptista da Silva nasce no Porto a 13 de Fevereiro.

1906 (Agosto/Setembro) – Muda-se para Barca D’Alva, onde vive os primeiros da sua vida

1912/1913 – Regressa ao Porto. Como já sabia ler e escrever, a mãe inscreve-o no ensino primário (Escola de São Nicolau)

1913 – Faz o exame de primeiro grau e fica distinto

1914 – Faz o exame da 4ª Classe e ingressa na Escola Industrial Mouzinho da Silveira

1916 – Ingressa no Liceu Rodrigues de Freitas

1924 – Entra para a Faculdade de Letras do Porto para cursar Românicas mas, transfere-se, no mesmo ano lectivo, para Filologia Clássica

1928 – Termina a sua licenciatura e passa a colaborar na Revista Seara Nova

1929 – Defende a sua dissertação de doutoramento a que dá o nome de O Sentido Histórico das Civilizações Clássicas

1930 – Frequenta a Escola Normal Superior de Lisboa

1931 – Parte para Paris, como bolseiro, e estuda na Sorbonne e no Collége de France

1933 – Regressa a Portugal e é colocado no Liceu de Aveiro como professor, onde lecciona durante dois anos

1935 – É demitido do ensino oficial por não ter assinado a Lei Cabral (obrigatória para todos os funcionários públicos)

1935 – Consegue bolsa do Ministério das Relações Exteriores de Espanha e vai estudar para o Centro de Estudos Históricos de Madrid

1936 – Regressa a Portugal devido à iminência da Guerra Civil Espanhola

1938 – Abandona a Revista Seara Nova

1939 – Criação do Núcleo Pedagógico Antero de Quental

1940 – Elaboração de Iniciação – Cadernos de Informação Cultural

1943 – É preso pela PVDE na Prisão do Aljube

1944 – Abandona Portugal e parte para a América do Sul. Entra pelo Rio de Janeiro e depois dirige-se para São Paulo

1945 – Abandona o Brasil e instala-se no Uruguai

1946 – Vive na Argentina

1947 – Regressa definitivamente ao Brasil. Instala-se em São Paulo mas, em seguida, fixa-se na Serra de Itatiaia

1948 – Abandona a Serra e instala-se no Rio de Janeiro. Nesta cidade, trabalha no Instituto Oswaldo Cruz (dedicando-se ao estudo de entomologia), ensina na Faculdade Fluminense de Filosofia e colabora com Jaime Cortesão, na Biblioteca Nacional, no aprofundamento da obra de Alexandre Gusmão

1952 – Integra o corpo docente da Universidade de Paraíba (João Pessoa) e lecciona também em Pernambuco

1954 – Participa, ao lado de Cortesão, na organização da Exposição do 4º Centenário da Cidade de São Paulo

1955 – Ajuda a fundar a Universidade de Santa Catarina

1959 – Criação do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) e ensina Filosofia do Teatro na Universidade da Bahia

1961 – Torna-se assessor para a política externa do Presidente Jânio Quadros

1961 – Regressa fugazmente ao Rio de Janeiro e a Santa Catarina, porém, ruma para Brasília

1962 – Colabora na fundação da Universidade de Brasília e cria o Centro de Estudos Portugueses na mesma Universidade

1963 – Equiparado a bolseiro da UNESCO, visita o Japão. Em Tóquio dá aulas de português. Aproveita a sua ida ao Oriente para conhecer Macau e Timor. No mesmo ano vai aos Estados Unidos da América. Regressa posteriormente ao Senegal.

1964 – Assenta moradia entre Cachoeira (no recôncavo baiano) e Salvador ( onde congemina a formação do Museu do Atlântico Sul no Forte de São Marcelo). Em Cachoeira funda a Casa Paulo Dias Adorno que, para além de ser um Centro de Estudos (extensão do Centro de Brasileiro de Estudos Portugueses da Universidade de Brasília), é também uma escola

1969 – Avesso a ditaduras, sai do Brasil em 1969 e regressa ao seu pais de origem

1969-1994 – Num Portugal onde reina uma primavera marcelista, devota-se essencialmente à escrita. Mais tarde, e já depois da Revolução dos Cravos, Agostinho regressará ao ensino: universitário por título honorifico e particular e informal na sua casa do Príncipe Real. Nessa altura é reformado pelo Governo Brasileiro. Só uns tempos depois, o Governo de Portugal lhe restituirá os retroactivos concernentes aos anos da Ditadura. Contudo, e despreocupado com a questão financeira, viaja, escreve, recebe medalhas e títulos, participa em programas de televisão, é reconhecido filósofo popular, mas, na sua perspectiva, é o tempo em que se ocupa da sedimentação da futuridade da Era do Espírito Santo

1994 – Morre em Lisboa a 3 de Abril.

Síntese Bibliográfica
De Agostinho da Silva

Por Renato Epifânio

- Sentido histórico das civilizações clássicas (dissertação de Doutoramento apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto), 1929; Estudos sobre Cultura Clássica, org. de Paulo A.E. Borges, Lisboa, Âncora, 2002, pp. 45-109.

- Breve Ensaio sobre o Pérsio, Lisboa, Ed. de Autor, 1929; Estudos sobre Cultura Clássica, ed. cit., pp. 17-44.

- A Religião Grega, Coimbra, Imprensa da Universidade, 1930; Estudos sobre Cultura Clássica, ed. cit., pp. 111-188.

- Miguel Eyquem, senhor de Montaigne, Coimbra, Imprensa da Universidade, 1933; Textos Pedagógicos, org. de Helena M. Briosa e Mota, Lisboa, Âncora, 2000, vol. I, pp. 39-128.

- Glossas, I, II e III, Lisboa, Seara Nova, 1934; Lisboa, Ed. do Autor, 1945 (ed. revista e aumentada); Textos e Ensaios Filosóficos, org. de Paulo A.E. Borges, Lisboa, Âncora, 1999, vol. I, pp. 31-66.

- A Vida de Francisco de Assis, Lisboa, Seara Nova, 1938; Lisboa, Ed. do Autor, 1944; Lisboa, Ulmeiro, 1994; Biografias, org. de Helena M. Briosa e Mota, Lisboa, Âncora, 2003, vol. I, pp. 25-82.

- A Vida de Moisés, Lisboa, Seara Nova, 1938; Moisés e outras páginas bíblicas, Lisboa, Ed. do Autor, 1945 (ed. revista e aumentada; com Cinco Falas de Gente Pastoril); Lisboa, Ulmeiro, 1997; pp. 7-93; Biografias, ed. cit., vol. I, pp. 263-304.

- A Vida de Pestalozzi, Lisboa, Seara Nova, 1938; Lisboa, Ed. do Autor, 1943; Textos Pedagógicos, ed. cit., vol. I, pp. 129-187.

- Vida de Lincoln, Lisboa, Seara Nova, 1938; Lisboa, Ed. do Autor, 1943; Biografias, ed. cit., vol. I, pp. 205-261.

- O Método Montessori, Lisboa, Inquérito, 1939/ 1991 (3ª); Textos Pedagógicos, ed. cit., vol. I, pp. 189-234.

- A Vida de Washington, Lisboa, Inquérito, 1939, 2 vols.; Biografias, ed. cit., vol. II, pp. 9-88.

- As Escolas de Winnetka, Lisboa, Ed. do Autor, 1940 (Iniciação: cadernos de informação cultural, 3ª série, 05); Textos Pedagógicos, ed. cit., vol. I, pp. 235-248.

- Vida de Robert Owen, Lisboa, Ed. do Autor, 1941; Biografias, ed. cit., vol. II, pp. 89-149.

- Sanderson e a escola de Oundle, Lisboa, Inquérito, 1941; Lisboa, Ulmeiro, 1990; Textos Pedagógicos, ed. cit., vol. I, pp. 249-284.

- O Plano Dalton, Lisboa. Ed. do Autor, 1942 (Iniciação: cadernos de informação cultural, 7ª série, 02); Textos Pedagógicos, ed. cit., vol. I, pp. 285-301.

- O Cristianismo, Lisboa, Ed. do Autor, 1942 (Iniciação: cadernos de informação cultural, 7ª série, 06); Textos e Ensaios Filosóficos, ed. cit., vol. I, pp. 67-80.

- Vida de Zola, Lisboa, Ed. do Autor, 1942; Biografias, ed. cit., vol. I, pp. 83-148.

- Vida de Miguel Ângelo, Lisboa, Ed. do Autor, 1942; Lisboa, Ulmeiro, 1989; Biografias, ed. cit., vol. II, pp. 221-283.

- Vida de Pasteur, Lisboa, Ed. do Autor, 1942; Lisboa, Ulmeiro, 1989; Biografias, ed. cit., vol. I, pp. 149-204.

- Vida de Franklin, Lisboa, Ed. do Autor, 1942; Biografias, ed. cit., vol. II, pp. 151-220.

- Doutrina Cristã (folheto), Lisboa, Ed. do Autor, 1943; Textos e Ensaios Filosóficos, ed. cit., vol. I, pp. 81-82.

- Vida de Lamennais, Lisboa, Ed. do Autor, 1943; Biografias, ed. cit., vol. III, pp. 9-73.

- Considerações, Lisboa, Ed. do Autor, 1944; Considerações e outros textos, Lisboa, Assírio & Alvim, 1988, pp. 13-64; Ir à Índia sem Abandonar Portugal/ Considerações/ outros textos, Lisboa, Assírio & Alvim, 1994 pp. 49-90; Textos e Ensaios Filosóficos, ed. cit., vol. I, pp. 83-121.

- Vida de Leopardi, Lisboa, Ed. do Autor, 1944; Biografias, ed. cit., vol. III, pp. 75-149.

- Vida de Leonardo da Vinci, Lisboa, Ed. do Autor, 1944 (?); Biografias, ed. cit., vol. III, pp. 151-234.

- Conversação com Diotima, Lisboa, Ed. do Autor, 1944; Textos e Ensaios Filosóficos, ed. cit., vol. I, pp. 123-170.

- Parábola da Mulher de Loth, seguida de Policlés e de um Apólogo de Pródico de Ceos, Lisboa, Ed. do Autor; Lisboa, 1944; Lisboa, Ulmeiro, 1998; Textos e Ensaios Filosóficos, ed. cit., vol. I, pp. 171-205.

- Diário de Alcestes, Lisboa, Ed. do Autor, 1945; Lisboa, Ulmeiro, 1990; Textos e Ensaios Filosóficos, ed. cit., vol. I, pp. 207-230.

- Sete Cartas a um Jovem Filósofo, Lisboa, Ed. do Autor, 1945; Lisboa, Ulmeiro, 1990/ 1997; Textos e Ensaios Filosóficos, ed. cit., vol. I, pp. 231-285.

- Vida de William Penn, Lisboa Ed. do Autor, 1946; Biografias, ed. cit., vol. III, pp. 235-304.

- Stendhal. Mérimée, Lisboa, Ed. do Autor, 1947; Estudos e Obras Literárias, org. de Paulo A.E. Borges, Lisboa, Âncora, 2002, pp. 13-72.

- Herta. Teresinha. Joan., Lisboa, Portugália, 1953; Lisboa, Cotovia, 1989; Estudos e Obras Literárias, ed. cit., 73-153.

- “Macaco Prego” Lembrança Sul-Americana de Mateus-Maria Guadalupe, in Cadernos Sul, Santa Catarina, 1956; in Lembranças sul-americanas de Mateus Maria Guadalupe, seguidas de Tumulto seis e Clara sombra a das faias, Lisboa, Cotovia, 1989, pp. 89-127; in Estudos e Obras Literárias, ed. cit., pp. 155-182.

- Reflexão à margem da literatura portuguesa, Rio de Janeiro, Ministério da Educação e Cultura, 1957 (Cadernos de Cultura, nº 103); Lisboa, Guimarães Ed., 1990/ 1996; Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira, org. de Paulo A.E. Borges, Lisboa, 2000, vol. I, pp. 25-87.

- Um Fernando Pessoa, Porto Alegre, Instituto Estadual do Livro, 1959; Lisboa, Guimarães Ed., 1959/ 1988/ 1996; Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira, ed. cit., vol. I, pp. 89-117.

- As Aproximações, Lisboa, Guimarães Ed., 1960; Lisboa, Relógio d’Água, 1990; Textos e Ensaios Filosóficos, ed. cit., vol. II, pp. 17-92.

- Baden-Powell, Pedagogia e Personalidade (I e II), in Bandeirantes, Rio de Janeiro, nº 6, 1961, pp. 142-147 (apenas II); in Textos Pedagógicos, ed. cit., vol. II, pp. 23-32.

- Só Ajustamentos, Bahia, Imprensa Oficial da Bahia, 1962; Textos e Ensaios Filosóficos, ed. cit., vol. II, pp. 93-144.

- Carta Vária, Lisboa, Relógio d’Água, 1988/ 1990 (3ª).

- Considerações e outros textos, Lisboa, Assírio & Alvim, 1988/ 1989 (2ª).

- Dispersos, introd. de Fernando Cristóvão, apres. e org. de Paulo A. E. Borges, Lisboa, ICALP, 1988/ 1989 (2ª, revista e aumentada).

- Lembranças sul-americanas de Mateus Maria Guadalupe, seguidas de Tumulto seis e Clara sombra a das faias, Lisboa, Cotovia, 1989; Estudos e Obras Literárias, ed. cit., pp. 155-287.

- Uns Poemas de Agostinho, Lisboa, Ulmeiro, 1989/ 1997 (4ª).

- Educação de Portugal, Lisboa, Ulmeiro, 1989/ 1996 (3ª); Textos Pedagógicos, ed. cit., vol. II, pp. 89-151.

- Quadras Inéditas, Lisboa, Ulmeiro, 1990/ 1997 (2ª).

- Do Agostinho em torno do Pessoa, Lisboa, Ulmeiro, 1990/ 1997 (2ª).

- Ir à Índia sem Abandonar Portugal/ Considerações/ outros textos, Lisboa, Assírio & Alvim, 1994.

- Vida Conversável, org. e pref. de Henryk Siewierski, Brasília, Núcleo de Estudos Portugueses, CEAM/ UNB, 1994; Lisboa, Assírio & Alvim, 1994/ 1998 (2ª).

- Conversas com Agostinho da Silva, entrevista de Victor Mendanha, Lisboa, Pergaminho, 1994/ 1998 (9ª).

- A Última Conversa, entrevista de Luís Machado, pref. de Eduardo Lourenço, Lisboa, Notícias, 1995/ 2001 (8ª).

- Namorando o Amanhã, Alhos Vedros, Centro de Animação Cultural de Alhos Vedros, 1996.

- Reflexões, Aforismos e Paradoxos, Brasília, Thesaurus, 1999.

- O Império acabou. E agora?, entrevista de Antónia de Sousa, Lisboa, Notícias, 2000/ 2001 (4ª).

- Textos e Ensaios Filosóficos, org. de Paulo A.E. Borges, Lisboa, Âncora/ Círculo de Leitores, 1999, 2 vols.

- Textos Pedagógicos, org. de Helena M. Briosa e Mota, Lisboa, Âncora/ Círculo de Leitores, 2000, 2 vols.

- Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira, org. de Paulo A.E. Borges, Lisboa, Âncora/ Círculo de Leitores, 2000/ 2001, 2 vols.

- Estudos sobre Cultura Clássica, org. de Paulo A.E. Borges, Lisboa, Âncora/ Círculo de Leitores, 2002.

- Estudos e Obras Literárias, org. de Paulo A.E. Borges, Lisboa, Âncora/ Círculo de Leitores, 2002.

- Biografias, org. de Helena M. Briosa e Mota, Lisboa, Âncora/ Círculo de Leitores, 2003, 3 vols.

- Textos Vários/ Dispersos, org. de Paulo A.E. Borges, Lisboa, Âncora/ Círculo de Leitores, 2003.

- Agostinho da Silva: uma antologia, org. e apres. de Paulo Borges, Lisboa, Âncora, 2006.

- Agostinho da Silva: ele próprio (transcrição de uma gravação realizada por António Escudeiro), Lisboa, Zéfiro, 2006.

- Viva a República! Viva o Rei! Cartas inéditas de Agostinho da Silva, org. de Teresa Sabugosa, pref. de Paulo Borges, anexo de Artur Manso, Lisboa, Zéfiro, 2006.

- Caderno de Lembranças, fixação do texto, transcrição, introdução e notas por Amon Pinho Davi e Romana Valente Pinho, Lisboa, Zéfiro, 2006.

- Pensamento à solta: um manuscrito autógrafo, introdução, leitura paleográfica, fixação do texto, notas históricas e filológicas de Pedro Agostinho, Salvador da Bahia, EDUFBA, 2006.

- Agostinho da Silva e Vasco de Magalhães-Vilhena entrevistados sobre António Sérgio, por A. Campos Matos, Lisboa, Horizonte, 2007.

- Citações e Pensamentos de Agostinho da Silva, org. de Paulo Neves da Silva, Lisboa, Sílabo, 2009.


IN "PORTAL AGOSTINHO DA SILVA"

.