terça-feira, 13 de março de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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      Alentejano na
              Terapia de grupo







Quatro pacientes estão reunidos.
O terapeuta pede que todos se apresentem, digam qual é sua actividade e que comentem porque a exercem.

O primeiro diz:
- Chamo-me Francisco, sou médico porque me agrada tratar da saúde e cuidar das pessoas.

O segundo apresenta-se:
- Chamo-me Ângelo. Sou arquitecto porque me preocupa a qualidade de vida das pessoas e como vivem.

A terceira diz:
- Chamo-me Maria e sou lésbica. Sou lésbica porque adoro mamas e rabos femininos e fico louca só de pensar em fazer sexo com mulheres.

Faz-se um silêncio...

Então o Alentejano diz:
- Sou o Manel Jaquim e até há pouco achava que era pedreiro, mas acabo de descobrir que sou  é lésbica ... 
 

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O MAIOR ESPECTÁCULO DO MUNDO CANTA  EM PORTUGUÊS


RIO 2012


Clipe da Beija Flor



Comissão de Frente

Mestre-Sala e Porta-Bandeira





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 AL BORDE




VEJA COM A IMAGEM AMPLIADA


INTÉRPRETES: SOLANA TURIANI E GABRIEL FALABELLA
COREOGRAFIA: MARTA SOL BENDAHAN
MÚSICA: PHILIP GLASS E RAVI SHANKAR

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Juiz de Viana do Castelo 
proíbe acordo ortográfico

Um juiz do tribunal de Viana do Castelo emitiu uma ordem de serviço proibindo a utilização da grafia do novo acordo ortográfico, alegando que os tribunais não estão abrangidos pela resolução do Governo.

A decisão do juiz Rui Estrela Oliveira consta de uma ordem de serviço datada de 23 de Janeiro deste ano e aplica-se a todos os processos e tramitações do segundo Juízo Civil daquele tribunal, sendo justificada pelo próprio, em entrevista à Agência Lusa, como uma "questão eminentemente jurídica".

O juiz recorda a resolução do Conselho de Ministros de Dezembro de 2010, que "determina que, a partir de 1 de Janeiro de 2012, o Governo e todos os serviços, organismos e entidades sujeitos aos poderes de direcção, superintendência e tutela do Governo aplicam a grafia do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa", para concluir: "Esta antecipação de efeitos não engloba os tribunais, porque não fazem parte do Governo. Não são superintendidos, não são dirigidos nem são tutelados pelo Governo". Este é o primeiro motivo para não aplicar o acordo.

Paralelamente, a "preocupação" deste juiz, plasmada na ordem de serviço, vai ainda mais longe e chega à própria interpretação jurídica de textos, conforme a aplicação da nova ou da antiga grafia, dando forma ao segundo motivo.

"Se há campo onde há mais mudanças, na intensidade de utilização de certas palavras, é no Direito. Pode provocar, com o mesmo texto, um sentido totalmente diferente. Isto nunca foi pensado nem acautelado de nenhum modo. Juridicamente é muito importante o que se diz e o modo como se diz", afirma ainda o juiz.

Aponta como exemplo uma construção da sua autoria, envolvendo "correctores" da bolsa e a função de "corrector", esta pela antiga grafia.

"De início, o corrector da sala 3 assumia a função de corrector do corrector da sala 2, para depois passar a ser o corrector de todos, até do corrector da última sala que, confrontado com a situação, esboçou um sorriso", apontou o juiz, para logo depois concluir: "Uma vez que corrector perdeu o 'c', o sentido é indecifrável".

O que o leva ao encontro do terceiro motivo para não aplicar o acordo. "Alguém que está a escrever, se se apercebe disto, não vai escrever. E aí há uma quebra da sua liberdade", garante, assumindo ainda a possibilidade de, com a nova grafia, poder haver "uma situação em que o Tribunal não é entendido na sua ordem", sobretudo por quem apenas aprendeu uma grafia em toda a vida.

Por outro lado, este juiz entende que a aplicação do novo acordo ainda "não entrou em vigor na ordem jurídica portuguesa", classificando a antecipação da sua aplicação como "um bocadinho forçada, tendo em conta as características do Direito".

"À partida, o prazo de adaptação deve ser o mais longo possível para os tribunais", afirma o juiz Rui Estrela Oliveira, reconhecendo um dos efeitos da sua decisão: "Agradecimentos dos advogados. Fundamentalmente isso".


* República dos juízes!


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I . O MUNDO SEM 


NINGUÉM



4 - vida depois das 


pessoas






Os episódios anteriores foram editados nas terças-feira precedentes à mesma hora.


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ALMORRÓIDA GAULESA



Sarkozy reage mal a pergunta sobre milhões de Kadhafi

O presidente francês Nicolas Sarkozy reagiu mal a uma pergunta da jornalista Laurence Ferrari, que o entrevistou na noite de segunda-feira para o canal TF1, sobre notícias de que a campanha que o levou ao Palácio do Eliseu em 2007 foi financiada pelo ditador Muammar Kadhafi, morto pelos rebeldes líbios no ano passado. O político de centro-direita, que procura agora a reeleição, disse que a interlocutora estava a portar-se como "uma porta-voz do filho de Kadhafi".

"Se ele me financiou, então não demonstrei muita gratidão", disse Sarkozy, referindo-se ao apoio que a França prestou aos rebeldes que derrubaram o regime de Tripoli e acabaram por executar Kadhafi em 2011.

Segundo documentos revelados pelo site Mediapart, Kadhafi terá contribuído com 50 milhões de euros para a campanha eleitoral de 2007 em que o então ministro do Interior Nicolas Sarkozy sucedeu a Jacques Chirac, batendo a socialista Ségolène Royal na segunda volta.

Segundo esse site, os milhões do ditador líbio terão sido depositados em contas bancárias secretas na Suíça e no Panamá, uma das quais terá sido aberta em nome da irmã de um político do partido de Sarkozy.

Estas acusações chegam numa altura em que Sarkozy consegue pela primeira vez suplantar o rival socialista, François Hollande, nas sondagens, embora se mantenha em desvantagem na segunda volta. 

IN "CORREIO DA MANHÃ"
13/03/12

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ALMORRÓIDA TECNOLÓGICA



Anacom dá tiro de partida
 na corrida ao 4G

Regulador atribuiu ontem as licenças adquiridas em leilão. PT e Vodafone já apresentaram as suas ofertas.
É oficial: a quarta geração móvel (4G) chegou a Portugal. A partir de hoje será possível navegar na internet em dispositivos móveis a velocidades até 100 megabits por segundo (mbps).




O que é a quarta geração móvel?

Desde 2010 que os operadores andam a fazer apresentações dos seus pilotos da quarta geração móvel, mas só agora vão conseguir efectivamente lançar a tecnologia. Mas afinal o que é isso da quarta geração?

A quarta geração móvel é a escalada na velocidade no acesso à internet nos serviços móveis. Para já, apenas com "pen" (dispositivo que se liga ao computador para aceder à Internet), mas com a progressão do serviço a nível mundial os dispositivos, como telemóveis ou tablet PC, começarão a surgir com a possibilidade de se navegar a velocidades em torno dos 100 Mbps.

Nos testes, a velocidade desta nova geração até pode ser superior. Mas será difícil alcançar uma situação de mobilidade. Ainda assim, esta tecnologia poderá permitir que haja algum factor de substituição da internet fixa pela móvel. É que há muitos utilizadores, no fixo, que não necessitam de velocidades tão elevadas e que não as utilizam. A opção passará, ainda assim, pelo preço.

A quarta geração móvel é lançada com base na tecnologia LTE, que em terminologia anglo-saxónica significa Long Term Evolution. É a designação técnica da quarta geração.

Ao permitir velocidades de acesso à Internet mais elevadas, através das redes móveis, abre-se um novo mundo para aplicações móveis, disponíveis em telemóveis ou dispositivos como os "tablets". Já quando a terceira geração foi a concurso, em 2000, se propunha aplicações inovadoras para o dia-a-dia dos consumidores, falando-se em telemedicina, telescola, entre outros. Em 2000 nada aconteceu. A terceira geração, aliás, só viria a ser lançada em 2004 e só nos anos seguintes é que começou a ter clientes com o surgimento das "pen" para ligar aos computadores portáteis.

Agora, com a quarta geração volta-se a falar desses serviços inovadores. Mas agora começa a haver velocidade para isso e penetração de internet.

A necessidade de velocidade nas redes móveis adquire maior expressão se tivermos em conta que em Portugal a taxa de penetração de telemóveis é superior a 120%, ainda que nem todos estejam activos e nem todos possibilitam a navegação na internet. O acesso à internet nas redes móveis, a partir de telemóveis, também só começou a crescer com o surgimento dos chamados "smartphones" (telemóveis inteligentes). Só que, nesta fase de lançamento da quarta geração, ainda não há terminais destes compatíveis com o sistema LTE. AInda assim, na terceira geração também se começou pelas "pen".

A quarta geração, no entanto, pode ser uma tecnologia importante para o universo empresarial, já que permitirá gestão de tarefas e acessos a Intranet mais fiáveis. E, por outro lado, para os operadores é a forma de acrescentarem valor nos seus serviços de dados, que é dos poucos segmentos onde poderão aumentar as suas margens. E a um custo relativamente baixo. Exceptuando os valores pagos pelo espectro, o desenvolvimento da quarta geração pode assentar nas redes já existentes. Os fornecedores, aliás, têm posto tónica neste ponto. Com pouco investimento pode-se ter uma rede móvel de quarta geração, o que é relevante se tivermos em conta que há ainda operadores a amortizar os fortes investimentos feitos na terceira geração, especialmente nos países onde as frequências foram leiloadas a valores milionários.

Além de serviços ligados à medicina, à educação, às empresas, o LTE vai jogar o seu papel nos serviços de televisão. Aliás, a apresentação da PT, de hoje, é disso prova. Aceder ao serviço de televisão através das redes móveis pode ser um serviço de exclusão ou escolha de um operador. E se isso acontecer os operadores sem redes móveis podem ter a vida dificultada.

Se para os utilizadores, a quarta geração representa velocidades acrescidas na banda larga móvel, para os operadores pode resultar numa fonte acrescida de receitas.

TEXTO IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
13/03/12





NR: Ao procurarmos informação exemplificativa em vídeo encontrámos este da "JG" brasileira, de realização portuguesa não detectámos qualquer vídeo, haverá???

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Novas regras do subsídio 
de desemprego em vigor em Abril

O Económico sabe que Cavaco Silva já promulgou as novas regras do subsídio de desemprego.
As novas regras do subsídio de desemprego já foram promulgadas pelo Presidente da República e deverão ser publicadas esta semana, provavelmente na quinta-feira, apurou o Económico. Isto significa que as alterações vão entrar em vigor em Abril, uma vez que o Governo já tinha admitido que o diploma teria aplicação a partir do primeiro dia do mês seguinte à publicação.

Em causa está a redução da duração do subsídio de desemprego (para um máximo de 26 meses) ainda que se mantenham os direitos adquiridos dos actuais trabalhadores. Ou seja, um trabalhador que, este mês, tivesse direito a três anos de subsídio, vai manter esse mesmo direito mesmo que só seja despedido anos mais tarde. Mas não acumula mais garantias já depois da nova lei.

Entre as alterações, conta-se ainda a redução do tecto do subsídio, de 1.257,66 para 1.048 euros. E o montante da prestação também será cortado em 10% ao fim de seis meses. A boa notícia é que o tempo de descontos necessário para aceder à prestação vai baixar de 15 para 12 meses, mas só a partir de Julho. E durante 2012, os casais desempregados com filhos verão a prestação majorada em 10%.

Além deste diploma, também será publicado o decreto-lei que cria um apoio para trabalhadores independentes que obtenham 80% ou mais dos seus rendimentos de uma única empresa.


* Atenção às mudanças, ignorar a lei nunca foi proveitoso para o cidadão.


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 Sta.IURD


  


 Eis um video do Missionário Edir Macedo dando dicas para o seu grupo restrito, de como roubar e enganar os fiéis.  O video mostra também, a paródia que acontece entre eles, principalmente, depois de um dia de grandes arrecadações.
 PS: Esse video foi exibido pela Rede Globo em 1995, tem muitos anos, mas não devemos ter a memória curta.


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Preço dos combustíveis
ACP exige solução para 'travar flagelo '

O Automóvel Clube de Portugal (ACP) alertou, ontem, numa carta aberta ao ministro da Economia, para o 'flagelo', da subida dos preços dos combustíveis e questionou o Governo sobre as soluções para este 'quadro de miséria', O ACP sublinha que a escalada dos preços se reflete 'imediatamente no agravamento do custo de todos os bens de primeira necessidade', e recorda que o ministro da Economia anunciou a criação de uma rede de postos de combustíveis «low cost» que não passou de 'um anúncio de intenções'.


* O ACP é outra instituição que na especialidade defende acérrimamente o consumidor, bem haja!


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FILOMENA MARTINS


FILOMENA MARTINS
 
Álvaro a caminho do olho da OCDE
 
 
Sem querer armar em defensora dos inábeis da semana, como Marcelo Rebelo de Sousa, a verdade é que a moda mudou para "tiro ao Álvaro". E por mais erros que o ministro da Economia venha cometendo, a culpa está longe de ser apenas sua. Primeiro facto que importa sublinhar: Santos Pereira, de entre essa quota sagrada em que parecem ter-se tornado os "independentes", foi uma primeira escolha de Passos Coelho, ao contrário, por exemplo, de Vítor Gaspar. Algumas gafes e muitas armadilhas depois, está agora a ser uma vítima clara da pouca experiência política e da muita ingenuidade pessoal, mas também de falta de apoio num megaministério que exigia que lhe tivessem sido disponibilizados mais e melhores números dois e até outros conselheiros. Mas, sobretudo, sofre da erosão causada por muitos críticos internos. Abandonado à sua sorte, depois dos méritos do acordo de concertação lhe terem sido retirados e de ter ficado sem as grandes pastas, Álvaro é apenas um capataz a cumprir ordens, num Governo que optou pelo excesso de finanças e por um défice de economia. Ontem, Passos Coelho parecia um presidente de clube antes de demitir o treinador e deu-lhe um voto de confiança. O primeiro-ministro já percebeu que ou assume o erro do megaministério e o divide em dois, ou arranja uma figura que aceite as tarefas atuais que o ministro ainda desempenha. Depois mandará Santos Pereira para o olho de uma OCDE qualquer... 
As pontes de Ferreira do Amaral
O já chamado caso Lusoponte é, tão-só, uma enorme trapalhada do Ministério da Economia (outra vez). Uma trapalhada que deixa a nu várias fragilidades governativas e a suspeita de que haverá por aí muitos pagamentos duplicados e milhões perdidos que a qualquer momento se podem tornar trunfos para Francisco Louçã. Ficou claro que do que se tratou foi de uma decisão tomada sem estudo logo após o Governo tomar posse (e que até já estava prevista por José Sócrates), sob aperto da troika e da necessidade de ir buscar todos os tostões possíveis, desconhecendo os pormenores do contrato e fazendo fé num futuro acordo com a empresa. Mas como o ex-ministro das Obras Públicas de Cavaco Silva Ferreira do Amaral sabe bem como gerir negócios e crenças, o acordo ainda está por se fazer e a Lusoponte ganhou uma posição de força para negociar melhores compartidas. Ora esse, sim, é o problema que devia estar a ser debatido: o das contrapartidas de todas as parcerias público-privadas, as grandes sanguessugas do dinheiro do País. Estes 4,4 milhões são um grão de areia nos acordos entre a empresa e o Estado e uma nanopartícula de todos os contratos semelhantes desse monstro que são as PPP e que Passos tirou de cima dos ombros de Álvaro Santos Pereira para pôr às canelas de António Borges. 

CDS passa pelos intervalos da chuva

Isto não é pacífico de se afirmar, mas Alberto João Jardim tem razão. Paulo Portas tem gerido a quota de envolvimento em assuntos quentes dos ministros CDS no Governo como vem gerindo o seu ministério: com muita diplomacia e bastante economia no que a polémicas diz respeito. Portas anda a somar créditos pelo mundo, mantendo controlo apertado ao que passa dentro das fronteiras. Começa a marcar terreno na guerra das autárquicas, avançando com nomes que põem em causa as coligações com o PSD em áreas fundamentais só para avisar que está bem vivo e deixando que Miguel Relvas se entretenha com o que começou por ser uma megarreforma dos municípios e está transformado na reforma dos pequeninos: uns cortes meramente quantitativos de freguesias, que não têm em conta muitas proximidades locais, pouco contam em poupanças e nada mudam de verdadeiramente significativo. De resto, não fosse Mota Soares ter decidido mudar de cilindradas e a seca vir atrapalhar Assunção Cristas, e podia dizer-se que o CDS governativo estava mesmo a passar pelos intervalos da chuva.

As inseguranças socialistas

Foi preciso a vingança baixa e o acerto de contas com tanto de inédito como de ataque soez de Cavaco Silva a José Sócrates (por mais verdadeiros que sejam os factos, há ações que só revelam quem as pratica), para António José Seguro ver o seu partido unido. E isso está longe de ser positivo. Por um lado, a guerra PS-Cavaco só beneficia o Governo, que pode respirar por uns dias das trapalhadas da semana. Por outro, Passos Coelho até ganha argumentos para os próximos ataques ao calcanhar de Aquiles do líder do PS: a incapacidade de lidar com o fantasma do seu antecessor. Seguro não consegue deixar de olhar para o retrovisor, vendo António Costa a desbravar terreno e permitindo cada vez mais buracos numa bancada parlamentar esfrangalhada. Por mais acusações de insensibilidade social que faça ao Governo, verá sempre Passos sorrir e lembrar-lhe como herdou a austeridade e o desemprego. Por isso Seguro tem rapidamente de ultrapassar as inseguranças e decidir se é capaz de defender o legado socrático para não ver os seus deputados a aplaudir os colegas do Bloco, como aconteceu esta semana, ou assumir de vez o corte radical com o ex-primeiro-ministro refugiado em Paris mas com muitos tentáculos em Lisboa. Só assim deixará Passos a falar sozinho.

Notas

- Numa altura em que vemos procuradores trocar investigações a banqueiros por lugares nesses bancos e quando estão por sair deduções de acusação em casos em que a banca é protagonista, não há dinheiro ou crédito que pague a credibilidade de um dos pilares da Justiça. Um congresso de magistrados patrocinado já levanta dúvidas, nem que fosse pelas salsichas Nobre. Quando o é por vários bancos...
- Blasfémia, cito Salazar: "As exceções geram a anarquia." Ora Vítor Gaspar abriu a época das exceções. Depois da TAP por argumentos X, veio a CGD por razões Y. O ministro das Finanças arrisca a que nem todo um alfabeto de motivos chegue para a lista de interessados que irão bater-lhe à porta. Eis como se compromete uma imagem credível.



IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
10/03/12


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HOJE NO
"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS"

Oito crianças à espera de fígado 
a partir de 5.ª feira

As oito crianças que estão à espera de um fígado em Portugal deixam de ser obrigadas, a partir de quinta-feira, a viajar para Espanha, com o regresso dos transplantes a Portugal, um ano após a sua suspensão.

A aguardar por avaliação da equipa médica do Hospital Pediátrico de Coimbra-Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (HPC-CHUC) estão mais quatro crianças, informou, a pedido da Lusa, o gabinete de comunicação, informação e relações públicas do CHUC.

Os transplantes hepáticos pediátricos foram suspensos em julho de 2011, devido à saída do único cirurgião especialista nesta área em Portugal, Emanuel Furtado, dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC-CHUC).

Quase um ano depois, os transplantes regressam ao único centro que até então transplantava

A Lusa questionou a administração do CHUC sobre "quem fica a coordenar os transplantes hepáticos nos HUC" e de que forma, na prática, será feita a necessária interligação com as cirurgias pediátricas mas não obteve resposta.

Quando o programa foi reativado, a 06 de fevereiro, durante uma visita do ministro da saúde ao HPC, a administração do CHUC foi questionada no mesmo sentido pelos jornalistas mas já nessa altura não esclareceu quem fica a coordenar os transplantes de adultos, nos HUC.

Na altura, aos jornalistas, Emanuel Furtado disse, contudo, que "não irá trabalhar" com Fernando Oliveira e anunciou que iria formar novas equipas de cirurgiões, para evitar, como aconteceu no passado, que o programa dependa apenas de um especialista.

A Lusa também não obteve resposta da administração do CHUC sobre o sistema remuneratório que será praticado com a equipa dos transplantes pediátricos, já que Emanuel Furtado se manifestara contra um sistema de distribuição de incentivos deixado ao critério do diretor e a favor de regras claras firmadas por contrato com os profissionais.

Com a reativação do programa, os transplantes passam a ser efetuados em ambiente pediátrico, no HPC (antes eram nos HUC).

Das oito crianças e jovens à espera de um novo

Nenhum dos doentes tem possibilidade de receber um

Quatro das crianças têm um "grau de urgência" em receber um novo

Desde que o programa foi retomado em Coimbra, foram realizadas cinco consultas de avaliação, a primeira a uma bebé de Gaia. Na lista de espera estão dois gémeos.

Em 2011 foram transplantadas nove crianças portuguesas, quatro em Espanha e cinco em Coimbra (até junho).


* A bem das crianças!!!

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6 - O que DARWIN 
 
 
não sabia





Os cinco episódios anteriores foram editados nas terças-feira precedentes à  mesma hora.


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De MOÇAMBIQUE
clique 2xs para ler bem













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HOJE NO
"RECORD"

Mourinho: «Aqui somos todos iguais»
no Barça Guardiola é o mais importante

Messi desvalorizou, segunda-feira, a sua importância para o Barcelona, dizendo que o estatuto de n.º 1 pertence a Guardiola. Mourinho tem uma ideia diferente do que se passa no Real Madrid.

"Aqui a educação faz-nos pensar e sentir que somos todos importantes por igual. Cada um tem a sua missão: conseguir alguma coisa positiva para a equipa", disse em conferência de imprensa.

Ronaldo também não escapou à pergunta: "Quem é mais importante para o Real? Mourinho ou Cristiano Ronaldo?" CR7 respondeu: "a instituição Real Madrid".


* Absoluta política

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DAS CANÇÕES MAIS OFENSIVAS DE SEMPRE

02– ROLLING STONES

BROWN SUGAR




LETRA

(M. Jagger/K. Richards)

Gold coast slave ship bound for cotton fields
Sold in a market down in New Orleans
Scarred old slaver knows he's doing alright
Hear him with the women just around midnight

Brown sugar how come you taste so good?
Brown sugar just like a young girl should

Drums beating, cold English blood runs hot
Lady of the house wonderin' when it's gonna stop
House boy knows that he's doing alright
You shoulda heard him just around midnight

Brown sugar how come you taste so good, now?
Brown sugar just like a young girl should, now

Ah, get along, brown sugar how come you taste so good, baby?
Ah, got me feelin' now, brown sugar just like a black girl should

I bet your mama was a tent show queen
And all her boyfriends were sweet sixteen
I'm no schoolboy but I know what I like
You shoulda heard me just around midnight

Brown sugar how come you taste so good, baby?
Ah, brown sugar just like a young girl should, yeah

I said yeah, yeah, yeah, woo
How come you...how come you taste so good?
Yeah, yeah, yeah, woo
Just like a...just like a black girl should
Yeah, yeah, yeah, woo


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Aumento de vagas em lares
 visa "maximizar lucros" 
e agrava "desigualdades"

A Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos considera que o aumento das vagas nos lares, anunciado pelo governo, visa "maximizar os lucros" das entidades privadas e responder a "dificuldades" das instituições sociais, agravando as desigualdades.

O governo anunciou que vai aumentar em cerca de 10 mil as vagas nos lares de idosos, passando de 60 para 120 o número de residentes em cada instituição e subindo o número de pessoas por quarto.

"A promessa de criação de mais 10 mil vagas é feita, não através de investimento público na criação de novos equipamentos, mas pondo em causa o direito à privacidade e a condições de bem-estar e de qualidade para os atuais e futuros residentes", critica a Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos (MURPI) em comunicado.

Por outro lado, alerta, não é garantida a admissão de mais trabalhadores nas instituições onde aumenta a lotação de idosos.

"Em vez de se apostar na criação de uma rede pública de apoio à terceira idade que dê resposta cabal às inúmeras carências nesta área de respostas sociais, este Governo, através de medidas economicistas, procura rentabilizar os espaços e os custos, sacrificando ainda mais os direitos dos idosos", sustenta.

Para a MURPI, esta decisão "visa maximizar os lucros das entidades privadas e responder a dificuldades das entidades de solidariedade social que intervêm nesta área", facilitando e agravando as desigualdades sociais.

"Esta solução, não só abre caminho à flexibilização de regras e normas regulamentares quanto à ocupação do espaço, como favorecerá menor vigilância e atenção à qualidade do serviço prestado, maior risco de saúde pública, num quadro em que são conhecidas muitas situações em que não são asseguradas condições adequadas de internamento", vinca.

A confederação recorda que o acesso aos lares é feito através do pagamento de mensalidades elevadas para a generalidade dos idosos e suas famílias, realçando que isto "tem criado uma situação de exclusão de acesso de muitos idosos que não podem pagar as mensalidades".

"Com desfaçatez, pompa e circunstância, o Governo procura fazer crer que encontrou solução para dezenas de milhares de idosos que se encontram em lista de espera, vivendo em condições difíceis e pouco dignas", sublinha.

Para a confederação, esta política está a "impor profundo retrocesso no direito a envelhecer com dignidade" e a "potenciar graves injustiças sociais e de perigosos fenómenos", como a elevada mortalidade verificada em duas semanas de fevereiro ou o aumento das situações de carências alimentar, as dificuldades na aquisição de medicamentos ou a impossibilidade de ir ao médico.

"A política de 'inovação social' deste Governo é bem um retrato de regressão social ao favorecer os asilos e 'as sopas do Sidónio' dos séculos XIX e XX, com a propaganda de abertura de mais cantinas sociais", afirma a MURPI, que exige "soluções justas e equitativas" que respeitem os mais carenciados.


* Com uma nova e maior vaga de fome que se aproxima vão ver que os portugueses serão autorizados a comer em todos os parques e jardins públicos do país, relva!!!


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 FEMINISTAS






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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Algarve foi a única região portuguesa que ficou mais pobre face à Europa

Dados do Eurostat de 2009 confirmam hierarquia entre as regiões portuguesas, com o Norte a manter-se como a mais pobre, lugar que durante décadas foi dos Açores. Madeira e Lisboa são as únicas que mantêm um nível de vida superior ao da média europeia.

O Algarve foi a única região portuguesa que viu o seu nível de vida, medido pelo PIB per capita ajustado ao poder de compra, cair face à média europeia.

De acordo com dados hoje divulgados pelo Eurostat relativos a 2009, o PIB per capita algarvio era equivalente a 84,6% da média europeia. Um ano antes, o mesmo indicador estava em 86%, o que quer dizer que os algarvios tinham um poder aquisitivo 14% abaixo da média europeia, tendo, num ano, perdido mais 1,4 pontos percentuais.

Esta maior distância relativa face à Europa começa por ser também cá dentro, já que todas as outras seis regiões portuguesas (assim definidas para efeitos da política regional europeia) viram o respectivo PIB per capita subir face à média da UE-27. O que fez subir também a média de Portugal: entre 2008 e 2009 (ano do pico da crise financeira), o PIB per capita ajustado ao poder de compra passou de 78% para 80% da média comunitária. Desde 2001 que o poder aquisitivo português não estava tão perto (ainda assim, 20% abaixo) do da média europeia.

Açores são “os novos ricos” da Europa: ultrapassaram fasquia dos 75%

A mais recente actualização do PIB per capita regional não altera a hierarquia entre as regiões portuguesas, com o Norte a manter-se como a mais pobre, com um rendimento equivalente a 63,6% da média comunitária.

Já os Açores, que durante décadas foram a região mais pobre, inclusive da União Europeia (antes do alargamento a Leste), ultrapassaram em 2009, e pela primeira vez, a fasquia dos 75% que a União Europeia utiliza como referência para traçar a fronteira entre regiões desfavorecidas, que necessitam de maiores intensidades de apoios comunitários, das mais ricas. Essa nova circunstância tenderá a traduzir-se num menor envelope financeiro para a região que, tal como a Madeira, deverá, no entanto, continuar a beneficiar de um tratamento privilegiado das políticas comunitárias por se encaixar nas “ultraperiféricas”.
Madeira e Lisboa, por seu turno, continuam a ser as únicas duas regiões portuguesas cujo nível de vida está acima do da média europeia: 4,9%, no caso madeirense, e 12,4%, no da capital.


* Convém não esquecer que o poder de compra dos portugueses está 20% abaixo da média europeia e que estes dado se referem a 2009, antes do real efeito  das "socraticesóteixaradas".


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5. ÚTEIS E GENIAIS





c


HOJE NO
"DESTAK"

Ciência
Português premiado por estudo que 
revela que stress na gravidez pode 
induzir toxicodependência nos filhos

O stress na gravidez torna o feto mais suscetível de desenvolver comportamentos aditivos e de toxicodependência na idade adulta, revela um estudo de um investigador da Universidade do Minho, distinguido com o prémio Janssen Neurociências, de 50 mil euros.

Nuno Sousa e a sua equipa partiram de estudos anteriores para tentar perceber os efeitos no feto de uma hormona (glucocorticoide sintético) que é libertada em resposta ao stress.

A investigação foi elaborada em ratos e concluiu que há “uma suscetibilidade para uma procura maior de drogas”, afirmou à Lusa, acrescentando que “quando adultos estes animais, cujas mães foram tratadas com glucocorticoide sintético, têm maior propensão para o etanol e suscetibilidade para a morfina”.

“Os estudos mediram a hormona responsável pelo prazer, a dopamina e verificou-se que estes animais, que tinham mais tendência para procura de substâncias aditivas, tinham menos dopamina no cérebro, mas mais recetores para a dopamina”, explicou.

Ou seja, um tratamento na gravidez programou o cérebro dos fetos para ser mais suscetível a toxicodependências, sintetizou o investigador.

De seguida, a equipa tentou perceber como poderia reverter o problema da quantidade de dopamina e concluiu que tal era possível se o rato em causa fosse tratado previamente com a dopamina. Apesar de as conclusões serem muito promissoras, nomeadamente para prevenir comportamentos aditivos nos jovens, a aplicabilidade clínica ainda está longe, reconhece o investigador, explicando que a fase seguinte será desenvolver a mesma investigação com humanos.

No entanto, afirma que “se se verificar [o mesmo resultado] nos humanos, o que podemos ter é que o indivíduo que tem maior suscetibilidade para aqueles comportamentos pode ser controlado.

Nuno Sousa exemplifica: “um adolescente vai a uma festa onde existem substâncias aditivas. Podemos prevenir [o consumo por parte do jovem] aumentando os níveis de dopamina no seu cérebro”. Mostrando-se, em nome de toda a sua equipa, “muito honrado” com o prémio, afirma que esse dinheiro servirá para garantir a continuidade deste trabalho e a possibilidade de outros investigadores se juntarem.

A investigação foi conduzida durante sete anos no Instituto de Investigação de Ciências da Vida e da Saúde (ICVS), da Universidade do Minho. O Prémio de Investigação Janssen Neurociências é uma iniciativa da Janssen Portugal, que pretende distinguir e incentivar a produção de conhecimento científico de qualidade no País na área das Neurociências. Conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Neurociências, da Sociedade Portuguesa de Neurologia e da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental.

Os trabalhos submetidos foram analisados por uma Comissão de Avaliação constituída por Alexandre Mendonça, investigador principal e responsável do Grupo de Demências do Instituto de Medicina Molecular de Lisboa, Catarina Oliveira, perita independente e ligada ao Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra, Isabel Pavão, representante da Sociedade Portuguesa de Neurologia, Joana Palha, representante da Sociedade Portuguesa de Neurociências, e João Marques Teixeira, representante da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental. O prémio será formalmente entregue no dia 15 de Março, em Lisboa.


* Investigadores portugueses são muito bons e muito mal remunerados!!!


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6 - FOTÓGRAFOS CHINESES

ORNITÓLOGOS











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HOJE NO
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Portugal isolado como “patinho feio”
 da recessão pressiona UE para 
flexibilizar metas

Ontem foi a OCDE a mostrar economia nacional como recordista da recessão em 2012. Sem sinal da Europa, a pressão dos mercados sobre a dívida do país aumentará

A previsão de um agravamento da recessão em Portugal ontem publicada pela OCDE não é surpreendente – mas teria de o ser para ajudar a contrariar o pessimismo cada vez maior dos mercados financeiros sobre a solvabilidade da República. O indicador avançado da OCDE para Portugal, que mede a tendência da economia nos seis meses seguintes, revela um novo mergulho sem qualquer sinal de suavização, pelo menos até ao Verão.

O comportamento sugerido para Portugal – que atravessa em 2012 o ano mais duro do programa de ajustamento da troika – contrasta com sinais de recuperação mais ou menos tímidos nos outros dois países fora dos mercados, a Grécia (terceiro mês de recuperação do indicador) e a Irlanda (quarto). A curva descendente de Portugal – que dura há um ano – contrasta também com a inflexão indicada quer para o conjunto da zona euro quer para as cinco maiores economias da moeda única (primeiro mês em que todas dão sinal de recuperação).

A posição de Portugal como país do euro isolado numa pronunciada recessão sem sinal de retoma repete-se cada vez que uma instituição internacional divulga previsões. O papel de “patinho feio” surge exactamente na altura em que muitos participantes nos mercados dão a Grécia como um caso temporariamente arrumado e se focam em Portugal como próximo alvo de reestruturação de dívida.

A dívida portuguesa a dez anos está a negociar no mercado secundário com mais de 45% de desconto, resultando numa rendibilidade total acima de 13,7% – valores piores do que na altura em que Portugal pediu a assistência financeira.

A recessão maior do que o previsto alimenta os paralelismos com a Grécia e a narrativa de que o país não conseguirá crescer o suficiente para travar o aumento do peso da dívida. A troika previa inicialmente uma retoma ligeira de 1,2% em 2013 (o Banco de Portugal já indica uma recessão suave) e o programa pressupõe um crescimento sempre acima de 2% a partir de 2014.

Nas agências de informação financeira – como a Bloomberg e a Reuters – surgem com mais insistência opiniões de analistas e “traders” anónimos que sugerem que Portugal não regressará aos mercados de dívida em 2013 e que terá, mais tarde ou mais cedo, de reestruturar dívida.

“O mercado não acredita que a Grécia é um caso único, Portugal é muito semelhante”, afirmou ontem à Bloomberg Matteo Regesta, analista de dívida do banco francês BNP Paribas. À Reuters, um trader de obrigações anónimo notou que o mercado “está agora a olhar para Portugal, e depois Espanha”(ver pgs. 20-21).

Os líderes políticos mais influentes da zona euro têm repetido, contudo, que a reestruturação grega é uma excepção – “um caso completamente único”, afirmou na passada sexta-feira o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schaüble.

Para manter a narrativa da excepção a Europa terá, no entanto, de mudar de agulhas no caso português – por outras palavras, flexibilizar as metas e prolongar a assistência financeira.

“A execução orçamental está complicada com estas previsões de crescimento porque a receita fiscal vai diminuindo – a Europa tentará evitar que Portugal não se transforme num mau exemplo”, explica Filipe Garcia, economista da consultora IMF. “Já se notam sinais de inversão no discurso europeu.”


* Quando os melhores economistas de manifesta independência partidocrata, são de opinião que deve negociar o reescalonamento da dívida, porque não temos dinheiro para cumprir prazos, o que leva o ministro Vítor Gaspar a ter este comportamento messiânico/salazarento???

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