segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


MAIS TRÊS

O que é que uma impressora diz para a outra?
-Essa folha é tua ou é impressão minha?

Diz a massa para o queijo:
- Que maçada!
Responde o queijo:
- E eu ralado!

Sabem quando é que os americanos comeram carne pela primeira vez?
- Foi quando lá chegou o cristovão co-lombo

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5-SEM-ABRIGO















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HOJE NO
"i"

Empresa de Coimbra constrói casas 
que podem ser mudadas de local

A Cool Haven, empresa com sede em Coimbra, criou um novo conceito de casa, "resistente, económica, ecológica", de construção rápida e com uma versatilidade que permite alterar a dimensão ou ser desconstruída e mudada de local.

A nova casa "distingue-se por um sistema modular versátil, seguro e rápido", disse à agência Lusa Joaquim Rodrigues, cofundador e administrador da empresa, criada em 2009.

"O novo modelo construtivo não é comparável a uma casa pré-fabricada", pois, além da resistência e longevidade, "tem uma versatilidade muito maior", podendo a sua dimensão variar com o acréscimo ou a redução de módulos.

Trata-se de um conceito que faz lembrar as construções Lego, admite Joaquim Rodrigues, explicitando que a Cool Haven permite responder, por exemplo, ao "aparecimento de um filho na família", com o acréscimo de divisões, "com a mesma facilidade com que pode ser dividida ao meio", perante uma situação de divórcio.

Uma parte da casa pode manter-se no local onde foi instalada e a outra parte ser reconstruída noutro sítio, explicita aquele responsável, referindo que os elementos mais pesados não ultrapassam os 120 quilos cada um e que "uma casa cabe num contentor de 40 pés" (cerca de 12 metros).

Destinada, essencialmente, à habitação, embora possa ter outros fins, este tipo de edifício "tem um tempo estimado de construção de 150 metros quadrados inferior a um mês".

A desconstrução "é tão fácil e tão simples como a construção", assegura aquele responsável, sublinhando que, "devido à sua conceção estrutural", a casa Cool Haven "é extremamente segura", designadamente, perante "atividade sísmicas ou tempestades ciclónicas".

Além da versatilidade, a Cool Haven "é também uma casa inteligente", podendo dispor das mais recentes tecnologias de domótica, desenvolvidas, tal como outras soluções, através de parcerias com empresas e estabelecimentos de ensino e investigação, portugueses e estrangeiros, como a Universidade de Coimbra, no seio da qual o projeto foi iniciado.

A casa pode aproveitar energias renováveis, desde a solar à geotérmica, e dispor de um sistema de recuperação das águas das chuvas.

"Pretendemos, não só na manutenção, mas também no fabrico, construção e instalação, produzir zero de CO2" (dióxido de carbono), salienta Joaquim Rodrigues.

No fundo, sintetiza o administrador da Cool Haven, está a ser criada "uma coisa que ainda não existe no mundo: uma marca de casas".

O preço da casa Cool Haven - "a partir de valores da ordem dos 700 euros por metro quadrado" - varia em função das suas dimensões, equipamentos e acabamentos.

França é, para já, o mercado prioritário da Cool Haven. "É um país equilibrado e com normas muito sólidas" e se as casas Cool Haven responderem às exigências ali impostas, ficarão "muito bem colocadas para enfrentar qualquer mercado", acredita Joaquim Rodrigues.

Instalada no parque tecnológico de Coimbra (iParque), na primeira casa Cool Haven, a empresa já tem "algumas encomendas para Portugal e França", mas a sua comercialização não significa, garante Joaquim Rodrigues, que a empresa abrande "a investigação e estudos de aperfeiçoamento deste novo sistema construtivo".


* GENIAL e façam contas, por exemplo, a uma casa com 100 m2. Acrescentem o preço do terreno e taxas comuns a qualquer andar padrão.

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5 -  HISTÓRIA DA MATEMÁTICA





A História da Matemática (The story of maths) foi escolhido como Melhor Documentário produzido no ano pela estação BBC, em votação. Apresentado pelo pesquisador e professor da Universidade de Oxford, Marcus du Sautoy, o filme volta à história da matemática da Grécia e de Atenas e explica o quão importante ela ainda é para nós nos dias de hoje.

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ONTEM NO
"A BOLA"

Patrícia Mamona 
bate recorde nacional de triplo salto

Patrícia Mamona bateu este domingo o recorde nacional de triplo salto, com a marca de 13,94 metros. A atleta do Sporting ultrapassou a marca de 13,77, que estava na posse de Susana Costa desde 2008.

Em prova a decorrer na segunda jornada dos Campeonatos de Portugal de pista coberta, a realizar em Espinho, a atleta afirmou que ainda vai decidir se participa ou não no Mundial de Istambul, evento para o qual já tinha conseguido o mínimo.

A recordista detém também o máximo na modalidade ao ar livre, com 14,42, desde julho de 2011.


* VALENTE

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Lotus F1 Team - E20 teaser



nn

De MOÇAMBIQUE
clique 2xs para ler bem




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HOJE NO
"PÚBLICO"

Taxa de desemprego que ronda os 35%
Relvas não apresentou propostas aos parceiros sociais sobre o desemprego jovem

O ministro Miguel Relvas e 12 secretários de Estado reuniram-se esta manhã com os parceiros sociais apenas para os ouvir sobre o desemprego jovem. Nenhum documento do Governo foi apresentado.

A reunião foi anunciada como sendo uma iniciativa do Governo para debater soluções para os jovens desempregados, ficando Miguel Relvas, ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, como coordenador da nova Comissão Interministerial de Criação de Emprego e Formação Jovem. Os dados mais recentes do INE apontam para um agravamento da situação do desemprego entre os jovens, tendo a taxa de desemprego entre os jovens ultrapassado, no final de 2011, os 35%.

Mas – tal como informou Miguel Relvas nas reuniões – a iniciativa da reunião com os parceiros sociais surge em resposta ao pedido do presidente da Comissão Europeia para auscultar confederações sindicais e patronais sobre o desemprego dos jovens. O Governo português espera poder enviar esta semana as propostas dos parceiros sociais, com vista a preparar o Conselho Europeu de 2 de Março.

Durante a reunião com a delegação da CGTP, os membros do Governo mal se pronunciaram sobre o problema. A intenção era mais ouvir. A CGTP criticou a política macroeconómica seguida, com os sucessivos pacotes de austeridade e o acordo tripartido recentemente assinado com a UGT, que está a contribuir para o agravamento do desemprego e não para a criação de postos de trabalho. Por isso, foi pedido a sua revogação.

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, não poupou críticas ao Executivo e acusou o ministro Miguel Relvas de estar a “tentar iludir a opinião pública para dar ideia que está preocupado com o desemprego juvenil quando, na prática, as políticas que estão a ser seguidas, não só não criam emprego, como destroem emprego e são responsáveis pelo número elevadíssimo de desempregados”.

Quando a medidas, a CGTP propôs um combate à precariedade e aos falsos recibos verdes, o lançamento de uma campanha para atacar os postos de trabalho precários em funções permanentes, o reforço da protecção dos desempregados. Para as micro e PME, a central sindical adiantou uma linha de financiamento através da CGD, a redução dos custos de contexto e uma maior atenção e protecção a estas empresas que, segundo o secretário-geral Arménio Carlos, “estão a ser esmagadas pelos grupos económicos”.

Dada a ausência de propostas por parte do Governo, a reunião foi encarada pela CGTP como uma “manobra de diversão”. “É uma manobra de propaganda pura e dura”, afirmou Arménio Carlos no final de um encontro.


* Para auscultar eram muitos auscultadores, 13, tal como na última ceia, é assim que o governo gasta tempo e dinheiro aos contribuintes, a auscultar para fingir coisa nenhuma, como diria Catroga pin..lhices.

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ANA PALÁCIO


Abrir a janela 
    mediterrânica da Europa

Um ano depois da queda de Hosni Mubarak, com agitações populares que continuam a perturbar o mundo árabe, é cada vez mais claro que a Europa não pode mais ficar quieta e fazer nada. Os protestos contínuos expuseram uma necessidade urgente para um comprometimento renovado entre a União Europeia e a região em geral – e, em particular, com os países do Mediterrâneo meridional e oriental que são vizinhos da União.

Até agora, a política europeia de vizinhança (PEV), nascida como um acréscimo da bem-sucedida política da UE relativamente à Europa Central e Oriental depois da queda do Muro de Berlim, tem governado as acções da União no Mediterrâneo meridional e oriental. Ao longo do tempo, no entanto, a PEV foi largamente assaltada por considerações relativas a imigração e segurança. Além disso, forneceu um apoio económico vital aos regimes autocráticos da região.

Na margem meridional do Mediterrâneo, uma panóplia de queixas, desde a corrupção a um desejo de liberdade, tem motivado a agitação. Mas o único tema subjacente tem sido a ausência de oportunidades económicas viáveis para a crescente população de jovens desempregados, e sub-empregados, da região.

Um ano depois da erupção da Primavera Árabe, contudo, as oportunidades económicas são ainda menos. As economias do Egipto, da Líbia e da Tunísia sofreram fortes contracções. Os orçamentos nacionais estão saturados e as reservas de moeda estrangeira estão a desaparecer. Em vez de entrarem investidores estrangeiros, o capital está a fugir.

Dada a escala do desafio que se apresenta aos vizinhos meridionais da Europa, a UE deve forjar uma parceria euro-mediterrânica muito mais eficaz do que algo que tenha sido tentado até agora. O primeiro desafio é restabelecer a confiança, que requer que os europeus reconsiderem a sua atitude relativamente ao “Islão político”, em geral, e aos islamistas no governo, em particular.

Marrocos constitui uma relevante prova dos nove. Embora não tenha seguido o caminho revolucionário da região, as percepções e aspirações dos marroquinos espelham as dos países vizinhos. A UE saudou as recentes reformas constitucionais do país, bem como os resultados das eleições que levaram ao poder um afiliado da Irmandade Muçulmana egípcia. Mas a UE também pediu um forte compromisso com o pluralismo, com as normas legais de conduta e com os direitos iguais para as minorias e para as mulheres – áreas-chave onde os islamistas de toda a parte devem dar provas.

Esta condicionante – o princípio “mais por mais” – sugere que a UE tenha deparado com um modo viável de influenciar desenvolvimentos na região. Mas é também necessário afastar a ideia que a Europa, supostamente em declínio, não pode ser um interlocutor e um parceiro útil ao desenvolvimento da prosperidade regional. A verdade é que a UE permanece o maior parceiro comercial do Magreb, sendo responsável em 2010 por 70% das exportações da região.

A Europa, embora com problemas de liquidez, pode também facilitar acordos com instituições multilaterais, desde o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial, onde a UE é o maior accionista (perto de 37%, comparado com a quota de 16% dos Estados Unidos), ao Banco Europeu de Investimento, que recentemente aumentou o limite de empréstimos da região em mil milhões de euros (1,3 mil milhões de dólares). Do mesmo modo, o Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (BERD) anunciou recentemente o início de actividades financiadas por fundos de doadores em partes da região, incluindo Marrocos, em 2012.

Bons exemplos deste tipo de comprometimento da UE são a Central de Energia Solar e o Programa de Eficiência de Água Potável em Ouarzazate, no valor de 37 milhões de euros, patrocinados pelo Mecanismo de Investimento para a PEV, que foi instrumental para garantir empréstimos de mais de 600 milhões de euros. É esta capacidade de alavancagem que a UE precisa de usar mais eficazmente.

Para além dos desafios à percepção, o sucesso da parceria renovada com a Europa requer que a região encete reformas estruturais vitais. Primeiramente, os países da região devem consolidar um enquadramento regulador e institucional sólido que promova a eficiência e a segurança legal para investidores, tanto locais como estrangeiros. Um tal enquadramento é central para atrair não apenas as grandes companhias, mas também para estimular pequenas e médias empresas, que na Europa, por exemplo, geraram 85% de todo o emprego criado entre 2002 e 2010.É igualmente importante enquadrar a política da UE como uma questão de co-localização, mais do que de deslocalização, e ultrapassar a mentalidade de jogo de soma nula que está hoje difundida. Um exemplo encorajador da abordagem da co-localização é o lançamento de um projecto Renault em Marrocos (que, infelizmente, incitou um repúdio público no calor da febre pré-eleitoral em França).

A infra-estrutura é outra preocupação vital, não apenas para ligar a UE ao Mediterrâneo meridional, mas também para impulsionar a muito necessária integração regional. Hoje, a maior parte das economias do Magreb são enclaves virtuais, desligados uns dos outros por razões muitas vezes de natureza política. Aqui, também, Marrocos é um bom exemplo: o conflito do Saara Ocidental é uma questão que dificulta a definição da fronteira com a Argélia, a um custo anual para as duas partes que é conservadoramente estimado em 1 a 2 pontos percentuais do PIB.

Mais genericamente, os países do Magreb apresentam o menor comércio intra-regional do mundo, respondendo por menos de 5% do PIB, comparado com 70% na UE e 50% na América do Norte, devido, em grande parte, a um “esparguete” de acordos comerciais preferenciais e medidas não pautais no seio da região. A UE devia usar o seu conjunto de acordos bilaterais com os países do Mediterrâneo meridional para promover um enquadramento comercial regional viável.

As revoluções árabes deram a toda a gente a hipótese de olhar para o mundo mediterrânico com novos olhos. Em vez da antiga relação patrono/cliente, é necessária uma parceria UE/Magreb, como uma parte de uma política de vizinhança transformada e baseada na confiança. Apenas uma parceria desse tipo pode impulsionar as oportunidades económicas e aumentar a prosperidade – as exigências que inflamaram o levantamento árabe. Se for bem gerida, além disso, uma tal parceria pode ser também uma tábua de salvação para as economias europeias nos seus actuais tempos conturbados.


Ex-ministra dos Negócios Estrangeiros de Espanha e antiga Vice-Presidente do Banco Mundial

Tradução de António Chagas/Project Syndicate

IN "PÚBLICO"
14/02/12

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SAMORA MACHEL


O poder e as facilidades que rodeiam os nossos governantes, podem corromper fácilmente o homem mais firme 
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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ" 

Medicamentos: Uso nas crianças 
pode ter consequências graves

Um estudo inédito em Portugal identificou um "elevado" consumo de medicamentos nas crianças e casos em que os cuidadores administraram fármacos que foram vendidos sem a obrigatória receita médica e cujos efeitos secundários poderiam ter consequências mais graves.

Da responsabilidade de profissionais dos hospitais Dona Estefânia, em Lisboa, e Fernando Fonseca, no concelho da Amadora, o estudo sobre o "Uso (ou abuso) de fármacos na idade pediátrica" foi publicado na Acta Médica Pediátrica.

A pediatra Maria João Brito, uma das responsáveis da investigação, reconheceu à agência Lusa que esperava que a utilização de fármacos "fosse mais criteriosa" nas crianças, "dadas as suas particularidades orgânicas".

De acordo com o estudo, que incluiu 189 crianças com idade média de 5,8 anos, a maioria dos inquiridos (63,5 por cento) tinha tomado pelo menos um fármaco nos três meses anteriores.

Os medicamentos mais usados foram os analgésicos/antipiréticos e anti-inflamatórios não esteróides (41,1 por cento), com utilização quase exclusiva do paracetamol e ibuprofeno.

"Apesar da utilização elevada destes fármacos ser expectável devido à frequência da patologia viral nesta faixa etária, os resultados alertam para a necessidade de uma maior monitorização", defende Maria João Brito.

A especialista adverte que, "pelo facto de serem medicamentos de uso comum e não estarem sujeitos a receita médica, o seu consumo pode ser banalizado, condicionando riscos acrescidos".

Maria João Brito sublinha que "em nenhuma idade se deve medicar desnecessariamente, mas em grupos etários mais jovens os efeitos secundários podem manifestar-se mais frequentemente".

"A utilização de fármacos não adequados em grupos etários específicos deveria ser vigiada e regulamentada por entidades superiores", defende a pediatra, para quem "o conhecimento do padrão de consumo de medicamentos é fundamental para melhorar a qualidade da prescrição".

Sobre o consumo de antibióticos, Maria João Brito lembra que existem estudos que apontam para "uma utilização excessiva de antibióticos nas infecções respiratórias potencialmente autolimitadas em possível relação com um diagnóstico incorrecto, receio do médico de não medicar uma infecção bacteriana grave e dificuldade no seguimento".

Maria João Brito reconhece que "os médicos são muitas vezes pressionados para prescreverem antibióticos em doenças que estes fármacos não têm qualquer interferência, como nas doenças virais, muito frequentes na idade pediátrica", embora se tenha vindo a assistir a "uma menor cedência por parte do médico e a um maior reforço junto dos pais sobre as indicações dos antibióticos".

A investigação apurou automedicações (pais, próprio e ama) em 19,1 por cento dos casos e quatro medicamentos (2,3 por cento) recomendados na farmácia.

Maria João Brito realça nas automedicações casos em que foram usados fármacos sujeitos a receita médica, mas que "os pais tiveram acesso a medicação sem prescrição e os efeitos secundários poderiam ter consequências mais graves".

Ainda assim, foram relatados possíveis efeitos secundários em seis crianças, maioritariamente gastrointestinais e em associação com consumo de antibióticos, que conduziram à suspensão da terapêutica por parte dos pais, lê-se no estudo.

A médica chama a atenção para os riscos do uso indevido de fármacos: podem ocorrer efeitos secundários ligeiros a graves, além de que o quadro clínico pode ser mascarado com o uso indevido de fármacos que podem dificultar e atrasar o diagnóstico.


* A auto medicação é grave em adultos, muito mais em crianças e parece que até médicos andam a brincar aos "médicos" quando é desnecessário prescrever antibióticos e prescrevem...


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1. Construção e Queda 
do Muro de Berlim



Uma excelente série do Canal História

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Finanças
Empresas públicas 
com dificuldade em prestar contas

Algumas das empresas públicas que passaram a contar para o défice não conseguiram entregar as suas contas a tempo de serem incluídas no boletim que é hoje publicado.

As empresas públicas que passaram a contar para o défice orçamental tiveram dificuldade em cumprir os prazos de prestação de contas à Direcção-geral do Orçamento, a tempo de serem incluídas no boletim que é hoje publicado, apurou o Diário Económico.

O primeiro boletim com contas de 2012 (que será sobre a execução orçamental de Janeiro) será hoje publicado e esta é a primeira vez que as empresas públicas reclassificadas estão incluídas. O Económico sabe que muitas empresas falharam o prazo interno de prestar informação até ao dia 10 de Fevereiro, levando a um alargamento deste prazo por mais seis dias. Esta falha acontece num momento em que a ‘troika' está a passar as contas do Estado a pente fino, a propósito da terceira avaliação da aplicação do programa de ajustamento.

Mesmo assim, houve empresas que não prestaram contas a tempo. O documento ficou fechado na sexta-feira e, a menos que tenham sido introduzidas alterações de última hora, serão identificadas as empresas que não prestaram contas, no documento que será hoje publicado. O Económico sabe que as empresas que falharam pertencem à tutela do Ministério da Economia.

A dificuldade em cumprir justifica-se sobretudo pela inexistência de sistemas informatizados de controlo da execução orçamental em contabilidade pública, adequados às exigências da DGO.

Recorde-se que as últimas empresas que foram integradas no perímetro de consolidação das administrações públicas - e que ficaram agora obrigadas à prestação mensal de contas - foram a Refer, Metro de Lisboa, Metro do Porto, RTP, Estradas de Portugal e Parque Expo. Contactado, o Ministério das Finanças recusou-se a comentar a informação antes de ser hoje publicado o boletim da DGO.


* Não existem sistemas informatizados de controlo de execução orçamental em contabilidade pública por descuido ou conveniência????


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OS 50 MELHORES DE 2011
(PARA A ROLLING STONE)


43 – THE KILS

BLOOD PRESSURES


FUTURE STARTS SLOW






LISTAGEM DE FAIXAS
No. Title
1. "Future Starts Slow" 4:05
2. "Satellite" 4:14

3. "Heart Is a Beating Drum" 4:20

4. "Nail in My Coffin" 3:32

5. "Wild Charms" 1:14

6. "DNA" 4:32

7. "Baby Says" 4:28

8. "The Last Goodbye" 3:41

9. "Damned If She Do" 3:52

10. "You Don't Own the Road" 3:22
11. "Pots and Pans"

INTÉRPRETES

* Alison Mosshart - Vocals, Guitar
*
Jamie Hince - Guitar, Vocals, Mellotron, Drums, Percussion,
Producer
* Bill Skibbe - Producer, Engineer *
Jessica Ruffins - Engineer



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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Negócio da EDP 
depende dos Estados Unidos

Para que venda fique concluída é necessário que todas as entidades regulatórias se pronunciem a favor do negócio EDP-CTG.

As autoridades de regulação norte-americanas negaram à EDP o pedido de uma decisão sobre o negócio com a China Three Gorges antes da assembleia-geral que se realiza hoje. Para que a operação de 2,7 mil milhões de euros fique concluída é necessário que todas as autoridades regulatórias dos países onde a EDP está presente, designadamente nos EUA e Brasil, se pronunciem a favor do negócio para que a China Three Gorges (CTG) seja autorizada a comprar os 21,35 por cento da energética nacional.
No processo que tanto a EDP como a CTG entregaram à Federal Energy Regulatory Commission (Comissão Reguladora Federal de Energia) – ontem tornado público-, ambas as empresas solicitam aos norte-americanos para emitir uma ordem que aprova a transação e conceder as derrogações solicitadas, pedindo à Comissão um tratamento expedito da decisão para que a mesma fosse conhecida antes de 16 de fevereiro de 2012 e assim permitir que a conclusão da operação ocorra o mais depressa possível.
O pedido da EDP e da CTG aos norte-americanos, datado de 17 de janeiro, não foi satisfeito pelo que as decisões da assembleia-geral extraordinária de hoje, em Lisboa, ficarão sempre dependentes da aprovação ou não das autoridades americanas de energia.


* Fomos contra a nacionalização da EDP pela China, mas os EUA terem que nos autorizar a vender uma coisa que é nossa é submissão a mais.

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7- PELOS CÉUS











kl


HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Vila Flor
Casas comunitárias atenuam pobreza 
e solidão dos idosos

O concelho de Vila Flor, no Nordeste Transmontano, conseguiu minorar o problema da solidão dos idosos com a construção de casas comunitárias nas aldeias e garantir algo que muitos nunca conseguiram alcançar com uma vida dura de trabalho.
Uma habitação com conforto foi uma realidade que alguns dos inquilinos só experimentaram depois dos 70 anos nestas casas comunitárias, símbolo do Projeto de Luta Contra a Pobreza "Vila Flor Solidária".
O projeto terminou há 13 anos, mas ficaram cinco casas comunitárias, uma na sede de concelho e quatro em outras tantas aldeias, que são na verdade vários lares dentro de um edifício, erguidos a partir da reconstrução de antigos palheiros e habitações em ruínas.

Em quase todas permanecem ainda os primeiros inquilinos, como é o caso de Isabel Roio, hoje com 89 anos, e que só aos 76, "depois de uma vida escrava", soube o que era uma verdadeira casa.
Viveu sempre em Seixo de Manhoses "numa barraquinha", com "tudo a cair", onde "entrava o frio por todos os buracos".
Agora "pode chover, pode fazer vento, pode fazer o que quiser" que não sente nada na habitação em que vive há 13 anos, na Casa Comunitária de Seixo de Manhoses.

A idade já lhe dificulta os movimentos, mas antes se quer aqui "do que no lar".
"Faço o que quero, vou para onde quero. Morro mais depressa se me metem num lar", contou à Lusa, no pátio exterior comum aos restantes vizinhos.
Maria Augusta, 67 anos, vive por cima com uma filha e duas netas e, depois de o marido morrer, não conseguia pagar a renda da casa antiga. Agora paga "vinte euros e pouco por mês" e realça "a grande ajuda" que tem sido este projeto.
Se não fosse a Casa Comunitária de Vila Flor, João Pereira "não tinha onde viver". Foi um dos estreantes e continua a pagar uma renda de cinco euros por um espaço que lhe permitiu também dar a mão e abrigo ao irmão António, de 62 anos, desempregado.

"Se não fosse isto, já talvez tivesse morrido", desabafou João, que está feliz com a casa, mas angustiado com a "falta de saúde".
A Santa Casa da Misericórdia de Vila Flor (SCMVF) é responsável por três destas casas, as de Vila Flor, Vilas Boas e Vale Frechoso. As outras duas, em Seixo de Manhoses e Santa Comba da Vilariça, foram entregues às juntas de freguesia.
As Casas Comunitárias são também uma resposta social para a principal entidade de solidariedade social do concelho, como disse à Lusa Mónica Fernandes, da SCMVF.
Foram concebidas a pensar, sobretudo, nos idosos, mas sempre acolheram também outras famílias, como jovens casais com fracos rendimentos ou situações de emergência social.
Hermínia Morais é técnica da ação social da Câmara de Vila Flor e acompanha, desde a primeira hora, o projeto que quis criar uma resposta diferente dos habituais bairros sociais, preocupado com o fortalecimento das relações de vizinhança e proximidade entre as pessoas.

Para o presidente da Câmara, Artur Pimentel, estas casas "preenchem uma lacuna que continua a existir em todos os concelhos do interior e no mundo rural, que é a solidão, é o isolamento de muita gente., sobretudo pessoas de mais idade".
O autarca não deixa de recordar, no entanto "a relutância que houve, na altura, por parte dos responsáveis nacionais do Projeto de Luta Contra a Pobreza" em relação a este modelo, em que forma investidos metade dos cerca de 500 mil euros destinados ao concelho transmontano.
"Não fomos muito compreendidos em relação a estas ações em que, gastando-se pouco dinheiro, ficaram para o futuro. O tempo veio-me dar razão e eu não sei o que é que ficou de todos esses projetos de luta contra a pobreza espalhados pelo país, sei aquilo que ficou de bom, efetivamente, aqui no concelho de Vila Flor" disse.

Bom para o presidente da junta de freguesia de Seixo de Manhoses, Constantino Olmo, era replicar estas casas, agora a pensar mais "nos casais jovens que não têm casa nem trabalho e estão muito carenciados".
A freguesia ainda é das maiores da região, com cerca de 500 habitantes, mas não tem emprego e a poucas jeiras na agricultura resumem-se a "15 dias de azeitona".


* Um exemplo de inteligência e engenho dum autarca, porque não há mais a fazer o mesmo???


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50 - GUIA DOS CURIOSOS
clique para ampliar



HOJE NO
"RECORD"

Campeonato português 
é o sétimo melhor da Europa

O campeonato português ocupa a sétima posição entre as melhores ligas europeias, segundo revela a Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) numa lista publicada esta segunda-feira.

A Liga ZON Sagres, com 7.703,5 pontos, surge à frente do campeonato belga, grego e turco que fecham o top-ten.

Com 12.619 pontos, a liga inglesa surge na liderança, seguida de perto pela espanhola com 12.314.

Lista dos melhores campeonatos europeus:

1. Inglaterra, 12.619 pontos
2. Espanha, 12.314
3. Itália, 11.513
4. Alemanha, 10.115
5. França, 9.645,5
6. Holanda, 8.039
7. Portugal, 7.703,5
8. Bélgica, 6.776,5
9. Grécia, 6.775
10. Turquia, 6.774,5


* Ficar à frente de belgas, gregos e turcos não é sensacional. Quais são os critérios de avaliação?

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7 - AVÔZINHOS






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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Calote de 11 milhões por lay-off 
e rescisões ilegais

São 481 empresas, localizadas sobretudo no Porto, e devem aos cofres da Segurança Social um total de 10,658 milhões de euros. As notificações seguiram no final de Janeiro e respeitam a dados acumulados ao longo de alguns meses.

As empresas foram "apanhadas" em duas situações ilegais. A primeira diz respeito a lay-off irregulares. Uma empresa pode suspender o trabalho, total ou parcialmente. O trabalhador é mandado para casa a receber dois terços do salário (enquanto isso, pode trabalhar para outra entidade empregadora).

Os dois terços do salário são pagos a meias pela empresa e pela Segurança Social. Quando se constata que o lay-off foi feito fora das regras definidas - ou foi comunicado à Segurança Social, mas não chegou a fazer-se de todo -, o Estado pode reclamar a devolução do dinheiro pago indevidamente.


* São estes empresários os mesmos que reclamam liberalização dos despedimentos,mais horas de trabalho, salários baixos e, certamente, continuarem a cometer ilegalidades, ditas vigarices. Com estes patrões não vamos a lado nenhum.


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  3- ARTÉRIAS URBANAS








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HOJE NO
"JORNAL  DE NEGÓCIOS" 
 Fraude vai subir com o controlo dos pagamentos via cartões, diz a banca

As instituições financeiras antecipam uma diminuição dos terminais automáticos e o regresso dos pagamentos em dinheiro. E queixam-se de discriminação face a entidades estrangeiras.

A exigência das Finanças - que obriga as instituições financeiras a comunicar, anualmente, os fluxos de pagamentos com cartões de débito e crédito efectuados para as contas dos seus clientes que sejam empresas e profissionais liberais - vai ser alvo de forte contestação pela banca, que antecipa, desde já, um aumento da fraude e evasão.


* É absolutamente uma manobra pidesca do Estado, o cidadão tem direito ao bom nome, à privacidade das suas contas. Se o estado desconfia de alguém tem meios legais para investigar, não pode é tratar à partida todos os cidadãos como vigaristas e esta obrigatoriedade é o que faz.
MANIFESTE-SE CONTRA, INDIGNE-SE contra esta acção Pidesca.

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