sábado, 18 de fevereiro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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MEU  AMOR
























M
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 ESTA MADRUGADA VAMOS EDITAR  
"PEIDA-FORA-DE-HORAS"

Recreie-se com um excelente e imperdível filme brasileiro

"ÓPERA DO MALANDRO"
ÀS 00H05 



Jacques Fresco





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Audi Q5 



em LISBOA







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TERRORISTAS???




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15-DANÇAS NATIVAS

DANÇA RUSSA 
 
 
AnSAMBL TANCA SIBIRIANOCHKA




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TALENTO





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A Raríssimas – Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras – foi fundada em Abril de 2002, com o objectivo de apoiar doentes, famílias e todos os que convivem de perto com as Doenças Raras.

Pretendemos ser uma associação com elevado reconhecimento nacional e internacional no que às Doenças Raras diz respeito e para isso empenhamo-nos em participar em diversos projectos, quer de âmbito nacional, quer internacional.

Uma das razões da nossa existência é a divulgação das Doenças Raras. Para isso:

 Incentivamos a reflexão e o debate sobre as necessidades dos portadores de doenças raras e suas famílias;

 Sensibilizamos a comunidade para a realidade das doenças raras;

 Alertamos a Comunicação Social para a importância da divulgação da informação sobre as doenças raras, bem como a importância das organizações que as representam;

 Demonstramos à sociedade a importância do movimento associativo no apoio e acompanhamento dos portadores de doenças raras e das suas famílias.

O apoio aos doentes e às respectivas famílias é outra dos nossos pilares de actuação. Por isso mesmo, continuamos a prestar o melhor apoio possível aos nossos associados e aos cidadãos em geral, na temática da (in)formação, tendo em conta os seguintes objectivos:

 Promover a igualdade de direitos dos portadores de doenças raras e suas famílias;

 Melhorar a divulgação de meios e recursos, que permitem aos portadores de doenças raras a escolha, digna, do seu modo de vida com interacção no seu meio social e cultural;

 Melhorar a coordenação entre técnicos, instituições nacionais das áreas de medicina, ensino, reabilitação e o sector associativo.

A todos os nossos doentes raros e respectivas famílias, um grande bem hajam!

Como apoiar

O maior projecto da Raríssimas é, neste momento, a conclusão da Casa dos Marcos, uma obra de grande envergadura que necessita do apoio de todos para que esteja brevemente ao serviço da comunidade.

Caso queira contribuir para esta obra solidária, por favor faça o seu donativo para o NIB:
Conta BPI nº 0010 0000 3796 8970 0018 0

IBAN : PT50 0010 0000 3796 8970 0018 0
SWIFT/BIC
BBPIPTPL

Para além do projecto megalómano da Casa dos Marcos, a Raríssimas, encontra-se a desenvolver neste momento mais dois projectos de suma importância.

O Centro Multidisciplinar, em Lisboa, é um projecto de apoio aos doentes raros e que necessita, para já, de obras que permitam o funcionamento em pleno desta unidade. O Centro Multidisciplinar procura não só apoios a nível de construção, como também de materiais que possibilitam uma completa integração do utente. Caso queira participar deste projecto, poderá fazer o seu donativo para:

0010 0000 4235 5060 0017 6 - Banco BPI

Para mais informações ligue 21 362 31 91

Linha Rara é o nome de um serviço de utilidade pública que visa promover o esclarecimento e encaminhamento de todos os utentes com dúvidas e problemas relacionados com as doenças Raras. Para que este serviço funcione na perfeição é necessário, além dos profissionais que colaboram voluntariamente, toda uma estrutura de telecomunicaçõ,es que possibilite o funcionamento em pleno deste serviço. Para fazer o seu donativo para este projecto :

0010 0000 4235 5110 0013 8 - Banco BPI

PORQUE ESPERA??? 

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Homem dirigiu o mesmo carro 
durante 82 anos !...




Mr. Allen Swift (Springfield, MA.), recebeu este Rolls-Royce Picadilly Roadster ano 1928 P1 de seu pai, como presente de formatura em 1928. Dirigiu-o até sua morte no ano passado ..... com a idade de 102 anos!, era o proprietário mais antigo de um carro que foi comprado novo.
Foi doado a um museu de Springfield depois de sua morte.

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1 - ADOLESCÊNCIA



video

Uma excelente série espanhola que pode ajudar os adultos a explicar a vida a crescer, aos mais pequenos. 
Disfrute...

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Vamos ser radicais e 
SÓ COMPRAR PORTUGUÊS

Já que somos tão "maus" e "trabalhamos tão pouco"
Vamos ver se os alemães e finlandeses gostam !


Vamos ajudar a recuperar o país, é preciso fazer a nossa parte 
código "560" 
CÓDIGO DE BARRA DOS PRODUTOS PORTUGUESES

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 CONTORCIONISTAS


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ANA SÁ LOPES


Somos todos helenos, se preferirem

Repetir muitas vezes a palavra crescimento não faz crescer nada

Um deputado alemão de origem grega, Yiorgos Chatzimarkakis, militante do Partido Liberal incorporado na coligação Merkel, arranjou uma solução para a crise do euro. É uma ideia, como se diz agora, “out of the box”: a Grécia tem de mudar de nome.

Preocupado por o país onde nasceu ser continuamente vilipendiado pela opinião pública alemã, Yiorgos descobriu o “rebranding” simples. Para o greco-germânico Yiorgos, o nome “Grécia” está associado na cabeça de muitos europeus “a um sistema político morto pelo nepotismo e pelo clientelismo”. Numa entrevista ao diário alemão “Bild”, é assim que Yiorgos descreve a sua proposta revolucionária: “Para um honesto ‘new beginning’, a constituição grega deve ser escrita a partir do zero e o país deve passar a ser conhecido em todas as línguas como ‘Hellas’, porque precisa de uma nova imagem.”

Parece que os amigos de infância de Yiorgos não gostaram e interrogaram-se sobre se o agora alemão estaria a engrossar as hordas germânicas que querem expulsar a Grécia do euro. Ao “Athens News”, Yiorgos assegura a pureza dos seus princípios e a genuína fidelidade à pátria maternal. O que ele quer é assistir a um recomeço, com um novo sistema político e um novo nome que não recorde à população helénica as escravaturas passadas, como acontece com “Grécia” e “gregos”, nomes associados ao domínio romano e otomano. Para Yiorgos, os nomes que reflectem a glória passada e a independência são “Hellas” e “helenos”.

A história tem graça porque é o último e acabado exemplo da inanidade que atravessa a discussão sobre a Europa, a crise das dívidas soberanas, a sobrevivência do euro e o futuro da União. O “rebranding” bacoco não é um exclusivo do curioso Yiorgos – é a política oficial de Merkozy e de Bruxelas.

A mais recente acção de “rebranding” foi a introdução da palavra “crescimento” na agenda das cimeiras e nos discursos dos principais líderes. Agora que se tornou consensual que a política de austeridade e a paranóia do limite do défice conduzirão a uma recessão histórica na Europa (a coisa já é assumida por quase todos, incluindo o convertido FMI e as agências de rating que desqualificam agora tudo o que é europeu e mexe), Merkel, Durão e os outros passaram a dizer alto e a repetir muitas vezes a palavra “crescimento”.

Mas repetir muitas vezes a palavra “crescimento” não faz crescer nada. A tentativa de “rebranding” das políticas europeias através de um novo meme (e sem políticas que o permitam) é tão vazia e ridícula como substituir o nome de Grécia por Hellas para arranjar uma nova imagem. No fim seremos todos gregos. Ou helénicos, se preferir.



IN "i"
15/02/12

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2- Instintos Sexuais Humanos



video

Apresentado por Robert Winston.
Instinto Humano.
Por que 21 mil quilômetros de batom são vendidos por ano? O que cada um de nós fará mais de 3 mil vezes durante a vida? Por que 18 mil litros de loção pós-barba são usados todos os dias? Como queimaremos 250 mil calorias ao longo da vida? E o que 240 milhões de pessoas estarão fazendo hoje à noite? No fim, tudo se resume a uma coisa. O que é? Fazer sexo. Documentário da BBC/TLC Co, em português, apresentado pelo Discovery Channel.

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OS 50 MELHORES DE 2011
(PARA A ROLLING STONE)


42 – DESTROYER
KAPUTT
KAPUTT




LISTAGEM DE FAIXAS

CD and digital version
No. Title Length
1. "Chinatown" 3:49
2. "Blue Eyes" 4:07
3. "Savage Night at the Opera" 4:24
4. "Suicide Demo for Kara Walker" 8:26
5. "Poor in Love" 3:26
6. "Kaputt" 6:18
7. "Downtown" 3:52
8. "Song for America" 4:29
9. "Bay of Pigs (Detail)" 11:19

Vinyl version

Side one
No. Title Length
1. "Chinatown" 3:49
2. "Blue Eyes" 4:07
3. "Savage Night at the Opera" 4:24
4. "Suicide Demo for Kara Walker" 8:26

Side two
No. Title Length
1. "Poor in Love" 3:26
2. "Kaputt" 6:18
3. "Downtown" 3:52
4. "Song for America" 4:29

Side three: The Laziest River
No. Title Length
1. "Prelude (Estuary)" 4:17
2. "Nagel's Marimba" 4:28
3. "The Laziest River" 7:04
4. "Palm Springs Life" 0:30
5. "Landing on Water" 3:39

Side four
No. Title Length
1. "Bay of Pigs (Detail)" 11:18

INTÉRPRETES

Dan Bejar
Scott Morgan
John Collins
Ted Bois
Nicolas Bragg
Tim Loewen
Fisher Rose
Joseph Shabason

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CARAS/OS 
VISITADORAS/ES

Hoje inicia a sua colaboração como "pensionista" uma antiga visitadora, que afectuosamente nos escreveu para "apxxdxdocorreio@gmail.com" manifestando o desejo de colaborar connosco e nós, simpáticos, sacudimos as nalgas e deixámo-la entrar, chama-se "BERENICE" e desejamos-lhe que sinta bem na maluqeira deste blogue.
Se quiser ser pensionista já sabe, escreva-nos.

kurteoego
redactor


MALAMUTE 
     DO ALASKA






Classificação F.C.I.:
Grupo 5 - Spitz e Tipos Primitivos Seção 1 - Cães Nórdicos de Trenó
Padrão FCI nº 243 - 09 de junho de 1999.
País de origem: Estados Unidos da América
Nome no país de origem: Alaskan Malamute
Utilização: Cão de Trenó. Sem prova de trabalho

HISTÓRIA

O cão dos Esquimós Mahlemiuts
O Alaskan Malamute deve o seu nome a uma tribo de índios norte-americanos esquimós, os Malhemiut, que viviam no Alasca e que utilizavam estes cães para arraste de trenós e embarcações, na caça ao urso branco e para defender os seus acampamentos e as manadas de caribous ( renas norte-americanas ) dos predadores.

Os Inuit do Alasca
No principio do Sc. XIX alguns exploradores brancos entraram em contacto com este povo composto de homens de baixa estatura, trabalhadores e hospitaleiros, e com os seus cães de arraste, os seus grandes colaboradores na dura vida nas terras geladas do Alasca.

Nos princípios do Sc XX, membros de uma expedição conseguiram levar alguns exemplares para os Estados Unidos.

As civilizações esquimós ( também conhecidas como Inuit ) têm um passado árctico muito antigo : 50 000 anos na Sibéria e 10 a 15 000 anos no Alasca. A origem dos grandes cães de trenó situa-se no Alasca, tanto quanto se sabe, logo após a época em que os cães primitivos acompanharam os povos sibério- beringenses nas suas migrações através do estreito de Bering.
Esses cães teriam certamente as suas principais características já há cerca de 4 mil anos, e foram futuramente apelidados de "huskies". Esta terminologia constituía uma deformação da palavra "esky", que significaria som "Eskimo", som "rouco" em referencia ás vocalizações destes cães.
Desde que os esquimós construíram os primeiros trenós, desenvolveram, através de uma selecção rígida, uma raça de cães perfeitamente adaptados ás exigências climáticas e que fossem capazes de arrastar as suas cargas. Um tipo de cão conhecido pela sua grande resistência mas com um desgaste mínimo de energia. Todos os esquimós respeitavam profundamente os seus cães. De entre eles, a tribo dos Mahlemiuts - hoje designada por Malamutes - era conhecida por tratar os seus cães com respeito e atenção. Os Inuit e a sua matilha de cães formavam uma entidade indissociável tal como descreve Jean Malaurie ("Les derniers Rois deThulé") : "… le lien secret, quasi tellurique, qui lie l'homme et le chien, venus en même temps sur cette terre polaire et qui se sont, pour le meilleur et le pire, accouplés il y a 2 000 ans. Sans le chien, l'Inouk sait bien qu'il est pire qu'un orphelin, un émasculé."

Teria o Lobo Árctico papel fundamental na evolução da raça? As opiniões dividem-se. Enquanto alguns especialistas defendem que o Lobo nunca teve qualquer significado importante na evolução do Malamute, outros afirmam que o Lobo teve um papel preponderante na sua evolução, sendo pratica Inuit a "injecção" de sangue novo nas matilhas, recorrendo ao Lobo Árctico com o qual conviviam quase diariamente.
O Alaskan Malamute, alias, como a maioria das raças nórdicas de trenó, tem indiscutivelmente maiores afinidades genéticas com o lobo do que qualquer outra raça de cães. Saber se essas características foram herdadas dos seus antepassados primitivos ou se foram eduzidas com "sangue novo" de lobo, é algo que dificilmente poderemos provar.

O Alaskan Malamute seria apenas propriedade dos esquimós Mahlemiuts? Vários documentos disponíveis no Museu de Historia Natural ("Smithsonian Institution", Departamento de Buscas Árcticas ) permitem, através do conceito de "Sociedade canina Inuit", afirmar hoje que o cão Malamute estava de facto presente na generalidade dos povos esquimós do Alasca. Assim poderemos especular que todas as outras raças de trenó, com origem no Alasca, podem ter a sua cota parte da genética do Malamute.

A corrida ao ouro.
A descoberta em 1896, de jazidas de ouro no território de Yukon, provocou um fluxo de milhares de brancos ao Alasca modificando profundamente a vida do povo esquimó. Para resolver o problema do transporte de mercadorias durante o inverno, os pioneiros adoptaram o trenó com cães. Inúmeras tentativas de formar matilhas com "cães dos homens brancos" ( Mastiffs, São-Bernardos, Setters, Pointers e mais tarde, mesmo Huskies siberianos ) conduziu a diversos cruzamentos. Bem vistas as coisas, ninguém queria admitir a superioridade dos cães Malamutes para esse trabalho. Como é lógico, os cruzamentos realizados nessa época entre Malamutes e outros cães onde se pensava obter uma raça mais bem adaptada, aumentou muito a confusão mais tarde, quando foi preciso isolar a raça com vista ao seu reconhecimento por parte do American Kennel Club (AKC).

Para assegurar a vitalidade e representação das matilhas de cães, o Nome Kennel Club foi criado em 1907. Este decidiu rapidamente a criação do "All Alaska Sweepstake", uma corrida monstruosa entre Nome e Candle, para cima de 650 km.

O "All Alaska Sweepstake", ancestral da actual "Iditarod", concretizou-se todos os anos entre 1908 e 1917. Jamais a vitória foi ganha por uma matilha de Malamutes de raça pura: conhecido pelo arraste de pesadas cargas com uma velocidade moderada, o Malamute nunca poderia concorrer com os outros cães completamente adaptados á corrida.

O reconhecimento da raça pelo American Kennel Club (1935).
No principio dos anos 20, a situação dos Alaskan Malamute de raça pura era deveras catastrófica : As corridas tinham aumentado largamente a degeneração dos cruzamentos começados logo após a "febre" do ouro. Sem o trabalho árduo dum pequeno numero de amadores entusiastas da raça entre 1925 e 1950, sem o reconhecimento do Malamute como cão de raça pura pelo American Kennel Club (AKC) impulsionado por Milton e Eva Seeley, sem a criação em 1952 do Alaskan Malamute Club of America ( AMCA) , clube de raça bastante dinâmico, impulsionado por Robert Zoller, o Malamute estaria hoje certamente extinto.

Milton e Eva Seeley tomam conhecimento do Malamute em 1923 quando são convidados por Arthur Walden, musher veterano das pistas do Alasca, a participar numa corrida de trenós pelo carnaval de inverno de Worcester, ficando imediatamente seduzidos por esses cães. Em 1927, os Seeley tiveram a ideia de desenvolver e registar no AKC uma raça puramente americana que teria por nome Alaskan Malamute. Para isso adquiriram o canil de Arthur Walden de nome Chinook e constituíram aquilo que deveria ser mais tarde a primeira linha de Malamutes : os Kotzebue. Os Seeley produziram a sua primeira ninhada em 1929, na qual figurava o macho "Gripp of Yukon".

O reconhecimento oficial do Alaskan Malamute como cão de raça pura data de 17 de Abril de 1935 : neste dia é aprovado o 1º Standard da raça. Este descreveria os pequenos cães de tipo Kotzebue produzidos então pelos Seeley (a maioria dos machos não media mais que 54 a 58 cm ao garrote ). No dia 1 de Julho do mesmo ano registou-se no Stud book register do AKC o 1º exemplar, o macho "Gripp of Yukon", propriedade dos Seeley, sendo também o 1º representante da sua raça a ser proclamado campeão dos Estados Unidos, em 1936. Mais tarde outros exemplares foram registados nesse Livro de Origens, como o macho "Rowdy of Nome", a fêmea "Taku of Kotzebue" entre outros, todos do tipo Kotzebue.

A 2ª guerra mundial foi motivo de grande procura de cães de trenó e, em particular de Malamutes, por parte do exército norte-americano, para serem utilizados em diversas missões bélicas. A consequência desta grande procura foi a multiplicação do número de cães.

Em 1945, o AKC teve que voltar a abrir registos no stud book register, uma vez que o nº de Malamutes que tinha sobrevivido á guerra era tão baixo, cerca de 30, que havia o risco da raça se extinguir.
São estes 30 cães, maioritariamente de linha Kotzebue, que constituem o "stock de partida" do Malamute moderno. Eles figuram nos Pedigrees de todos os nossos cães actuais.

Nos anos 40 e 50, alguns amantes da raça, tinham importado do território de Yukon alguns cães com morfologia muito distinta dos criados pelos Seeley. As diferenças mais evidentes eram a altura e o peso (decididamente maiores nestes últimos). Estes novos Alaskan Malamutes foram os fundadores de 2 novas linhas de sangue: A M´Loot, importada por Paul Voelker ( canil M`Loot ), e a Hinman-Irwin, divulgada por David Irwin e Dick Hinman, sendo também conhecida como a "3ª linha".

A linha Hinman ou "3ª linha" é pouco conhecida e embora muitos não a dissociem da M´Loot, é de facto produto de cruzamentos de cães do tipo M`Loot e Kotzebue, originando exemplares com a tipicidade dos Kotzebue mas com grande porte. Os 2 exemplares de maior relevo pertencentes a esta linha foram Gemo e Sitka. O famoso campeão Sapwn`s Alaska, nascido em 1946, sobrinho destes 2 cães, foi uma grande ajuda na selecção da raça.
Esta linha foi seguida pelo canil "Husky-Pak" de Robert Zoller, fundador do Alaskan Malamute Club of America em 1952, e principal redactor do Standard da raça de 1960, o 1º a ter em conta outras linhas para alem da Kotzebue, dando lugar a todos os componentes da raça.

O 1º Malamute da linha de sangue M`Loot que completou o campeonato norte-americano foi o macho King M`Loot, criado por Paul Voelker. A sua altura ao garrote era de 68,5 cm e pesava 45 Kg.

A 1ª fêmea Alaskan Malamute que consegui o campeonato norte-americano foi em 1950, Ooloo M`Loot. A sua altura era de 63,5 cm e pesava 38,5 kg. Esta fêmea também era uma M`Loot pura.

O Alaskan Malamute dos nossos dias.
Desde então a maioria dos criadores mais qualificados dos Estados Unidos, e também do Canadá, Austrália, Europa e Japão, basearam a sua selecção na fusão de diversos patrimónios genéticos, com o fim de incluir as melhores características sobretudo destas 2 principais linhas de sangue: Kotzebue e M`Loot.
No entanto, apesar disso e do percurso de muitos anos desde o inicio da selecção da raça, actualmente ainda podemos encontrar exemplares com marcadas características Kotzebue ou M`Loot.
Nos Estados Unidos os criadores especializados em M`Loot puros praticamente desapareceram, embora existam criadores que continuam a promover e difundir o Kotzebue puro.

Entre os canis que contribuíram de forma decisiva para a divulgação e melhoria da raça Alaskan Malamute encontram-se: Glacier, Husky-Pak, Inuit, Kanangnark, Sno-Pak, Storm Kloud, Tigara, Tote-Um, Uyak, Wild Wind, entre muitos outros.

A evolução sofrida pela raça em virtude da sua selecção foi tal até aos nossos dias, que hoje nunca se poderá afirmar que existem os três componentes da raça: os Kotzebue, os M`Loot e os "Cães da 3ª linha".
Actualmente poderemos considerar que a raça Alaskan Malamute é constituída sim por sujeitos provenientes de três grandes linhas:

- Os cães do tipo "Glacier" e "Inuit", descendentes dos primeiros Kotzebue e produto da sua evolução;.
- Os cães do tipo "Storm Kloud", com algumas características marcadamente M`Loot;
- Os cães do tipo "T`Domar" / "Kodara" / "Karohonta", descendentes dos Husky-Pak e produto da sua evolução.

O Alaskan Malamute na Europa.
O Alaskan Malamute chegou á Europa em 1957. O primeiro exemplar importado dos Estados Unidos para ser exposto nos ringues europeus foi a fêmea Sena-Lak`s Lady Llano, procedente do canil Sena-Lak, filha do Campeão Multus Brook`s The Bear ( o 1º Malamute que ganhou um grupo nos Estados Unidos, em 1954) e da Campeã Kobuk`s Manassas Mischief. Lady Llano foi importada por M. Tordesillas, de Madrid, Espanha.
O exemplar que sem dúvida contribuiu para dar a conhecer esta magnífica raça foi o Tricampeão Mundial, Internacional, Italiano, Francês, Húngaro Sugar River Foxfire, importado dos Estados Unidos com 6 meses pelo canil Sugar River de Jerry Winder e propriedade de Gloria Urbani, que com 2 fêmeas deu lugar ao canil Lago Degli Orsi em Itália.

Actualmente, esta raça é muito apreciada e criada cada vez mais. Desde há vários anos, os criadores europeus são capazes de reproduzir exemplares de grande valor que poderiam perfeitamente competir com os Americanos.

Alaskan Malamute Famosos.
O macho BIS Ch. Glacier`s Storm Kloud, CD ROM, com destacadas características M`Loot, é sem dúvida o alaskan malamute mais famoso da historia da raça. Nascido a 1 de Abril de 1965 de Kudluk of North Wind e da Ch. Glacier Lady of the Artic, Daddy Bear, como era chamado em família, era procedente do canil Glacier de Lois Olmen que o levou a conseguir o titulo de Campeão dos Estados Unidos.
Foi comprado em 1966 por Nancy Russell, convertendo-se no fundador do seu canil com o Afixo Storm Kloud.
Daddy Bear foi um dos maiores reprodutores em toda a historia da raça, produzindo 65 campeões dos Estados Unidos.
Foi o melhor Malamute dos Estados Unidos em 1970, do Canadá em 1971, do México em 1972 e da Europa em 1973.
Vencedor de 5 Best in Show em 4 países, de 20 primeiros lugares de grupo e de 123 Melhor da raça. Conseguiu os títulos de Campeão dos Estados Unidos, Canadá, México e Internacional.
O pedigree de quase todos os Alaskan Malamute mais famosos tem o seu nome.

Em 1981, um sobrinho seu, o Ch. Storm Kloud`s Follow My Dream WWPD ( Rudy), foi comprado pelo canil Lago degli Orsi de Gloria Urbani.
Este cão foi o Malamute mais premiado na história da raça, o seu recorde de vitórias é realmente invejável: Campeão dos Estados Unidos, Canadá, Mundial, Internacional, Itália, Mónaco, Reprodutor, Vencedor de 30 Best in Show, 5 Reservas de Best in Show, 45 vezes Melhor do seu grupo.

APARÊNCIA GERAL: o Malamute do Alaska é uma das raças mais antigas de cães de trenó. É um cão poderoso, de construção sólida, com peito profundo, um corpo forte e bem musculoso. O Malamute faz seu stay correto, e com essa postura sugere muita atividade e porte orgulhoso; com a cabeça bem erguida e olhos atentos demonstra interesse e curiosidade. A cabeça é larga. As orelhas são triangulares e eretas quando em atenção. O focinho é massudo, diminuindo ligeiramente em largura da raiz até a trufa. Não é pontudo ou longo e nem curto e grosso. A pelagem é espessa, os pelos externos são ásperos e de comprimento suficiente para proteger o subpelo que é lanoso. Os Malamutes são de várias cores. A marcação da cabeça é uma característica distinta. Consiste em uma espécie de touca sobre a cabeça. As faces podem ser todas brancas ou marcadas por uma faixa e/ou uma máscara. A cauda é bem franjada, portada sobre o dorso e tem a aparência de uma pluma ondulante. O Malamute deve ser um cão de ossatura pesada, com membros perfeitos, boas patas, peito profundo
e ombros poderosos, além de apresentar todos os outros atributos físicos necessários para uma eficiente performance no cumprimento de sua tarefa. A movimentação deve ser firme, balanceada, incansável e totalmente eficiente. Ele não foi criado para competir em corridas de trenó, em provas de velocidade. O Malamute é estruturado para a força e resistência e nenhuma característica individual, incluindo temperamento, deve interferir na realização desse propósito, caso isso ocorra, deve ser considerado como o mais grave dos defeitos.

PROPORÇÕES IMPORTANTES: a profundidade do peito é aproximadamente a metade da altura do cão na cernelha. O ponto mais profundo do peito fica exatamente na altura do cotovelo. O comprimento do corpo, da ponta do ombro ao ísquio, é maior do que a altura do corpo, da cernelha ao solo.

TEMPERAMENTO: afetuoso, amigável, não é um cão de “um só dono”. É um companheiro leal, dedicado, brincalhão, mas geralmente impressiona pela sua dignidade após a maturidade.

CABEÇA: larga e profunda, não é grosseira, nem desajeitada, mas em proporção ao tamanho do cão. Sua expressão é meiga e indica uma disposição afetuosa.

REGIÃO CRANIANA
Crânio: largo e moderadamente arredondado entre as orelhas, estreitando-se gradualmente em direção aos olhos, arredondando-se para as faces. Há um pequeno sulco entre os olhos. As linhas superiores, a do crânio e a do focinho mostram uma ligeira interrupção descendente no seu ponto de junção.
Stop: leve

REGIÃO FACIAL
Trufa: de todas as cores da pelagem, exceto o vermelho; a trufa, os lábios e a pigmentação da borda dos olhos são pretos. Marrom é permitido nos cães vermelhos. Listras claras (trufa de neve) são aceitáveis.
Focinho: grande e com boa massa, em proporção ao crânio, diminuindo ligeiramente na largura e na profundidade, desde a junção com o crânio até a trufa.
Lábios: ajustados.
Maxilares / Dentes: maxilares largos com dentes grandes. Os incisivos articulam-se em tesoura. Prognatismo superior ou inferior constitui uma falta.
Bochechas: moderadamente planas.
Olhos: obliquamente inseridos no crânio. São castanhos, de forma amendoada e de tamanho médio. Olhos azuis é falta desqualificante.
Orelhas: de tamanho médio, pequenas em proporção à cabeça. O formato das orelhas é triangular, com as pontas sutilmente arredondadas. Inseridas bem separadas nos
bordos posteriores externos do crânio, com a metade inferior inserindo-se no mesmo. São alinhadas com o canto superior dos olhos, dando a impressão de que suas pontas, quando eretas, emergem do crânio e voltam-se ligeiramente para a frente. Mas, quando o cão está trabalhando, às vezes, as orelhas ficam dobradas contra o crânio. Orelhas de inserção alta é uma falta.

PESCOÇO: forte e moderadamente arqueado.
TRONCO: de construção compacta, mas nada curto. O corpo não possui nenhum excesso de peso e a estrutura óssea deve ser proporcional ao tamanho.
Dorso: reto e ligeiramente inclinado para o quadril.
Lombo: forte e bem musculoso. O lombo longo que poderia enfraquecer o dorso é uma falta.
Peito: bem desenvolvido.

CAUDA: moderadamente inserida; seguindo inicialmente a linha da coluna vertebral. Portada sobre o dorso quando não está em movimento. Não é uma cauda quebrada, nem enrolada sobre o dorso, também não é guarnecida de pelos curtos como a da raposa. A cauda do Malamute é bem guarnecida de pelos e tem a aparência de pluma ondulante.

MEMBROS
ANTERIORES: de ossatura pesada e musculosa, indo diretamente para os metacarpos quando vistos de frente.
Ombros: moderadamente oblíquos.
Metacarpos: curtos e fortes, ligeiramente inclinados quando vistos de perfil.
POSTERIORES: as pernas posteriores são largas. Vistas por trás, as pernas, estando o cão parado ou em movimento, devem estar em uma linha com as anteriores, nem muito próximas, nem muito afastadas. Ergôs nas pernas posteriores são indesejáveis e devem ser removidos logo depois que os filhotes nascerem.
Coxas: pesadamente musculosas.
Joelhos: moderadamente angulados.
Jarretes: moderadamente angulados e bem descidos.
Patas: são do tipo “botas de neve”, cerradas, com almofadas bem espessas que dão uma aparência firme e compacta. São largas, dedos bem juntos e arqueados. Entre os dedos cresce um pelo protetor. As almofadas são grossas e duras; as unhas são curtas e fortes.

MOVIMENTAÇÃO: a movimentação do Malamute é firme, balanceada e poderosa. Ele é ágil para seu tamanho e construção. Vistos de perfil, os posteriores têm uma forte propulsão que é transmitida através de um lombo bem musculoso para os anteriores. Esses recebem o impulso dos posteriores com um passo regular. Quando vistas de frente ou por trás, as pernas se movimentam em linha, nem muito próximas, nem muito afastadas. Em trote rápido, as patas devem convergir para a linha central do corpo. Uma movimentação saltitante ou qualquer movimentação que não seja completamente eficiente e incansável deve ser penalizada.

PELAGEM
Pelo: o Malamute tem uma pelagem de proteção espessa e rústica, nunca longa nem macia. O subpelo é denso, comprimento de 2,5 a 5 cm, oleoso e lanoso. A rude pelagem de proteção varia em comprimento assim como subpelo. A pelagem é relativamente curta para média, nas laterais do corpo, com o comprimento da pelagem aumentando ao redor dos ombros e do pescoço, debaixo do dorso e sobre a garupa, nos culotes e na cauda. Os Malamutes normalmente têm uma pelagem mais curta e menos densa durante os meses do verão. O Malamute é mostrado naturalmente. Trimming não é aceito a não ser para dar uma aparência limpa às patas.

COR: as cores normalmente variam de cinza claro passando pelas tonalidades intermediárias do preto, areia e tonalidades de areia ao vermelho. Combinações de cores são aceitáveis no subpelo e pontas. A única cor sólida permitida é todo branco. Branco é sempre a cor predominante na parte inferior do corpo, parte das pernas, patas e parte das marcações da face. Uma mancha branca na testa e/ou um colar, ou uma mancha na nuca é atrativo e aceitável. O Malamute é mantado. Cores irregulares ou salpicos que se estendam sobre o corpo são indesejáveis.

TAMANHO: existe uma gama natural de tamanhos na raça. As medidas ideais para cães de tração são:
Machos: 63,5 cm, na cernelha – 38,5 quilos.
Fêmeas: 58,5 cm, na cernelha – 34 quilos.

Entretanto, as considerações sobre o tamanho não devem ser mais importantes que às sobre o tipo, proporção e atributos funcionais, como ombros, peito, patas e movimentação. Se durante o julgamento alguns cães estão equivalentes no tipo, proporções e atributos funcionais, será selecionado aquele que mais se aproximar do tamanho ideal para cães de tração.

RESUMO IMPORTANTE
Ao se julgar o Malamute do Alaska, deve-se dar maior importância às suas funções como cão de trenó para cargas pesadas no Ártico. O grau, pelo qual o cão é penalizado, deveria depender de até que ponto o exemplar diverge da descrição do Malamute ideal e até que ponto um defeito em particular afetaria, de fato, a capacidade de trabalho do cão. Os membros do Malamute devem mostrar uma força incomum e um tremendo poder de propulsão. Qualquer indicação de imperfeição das pernas e patas, frente ou parte traseira, o cão parado ou em movimento, deve ser considerada uma falta muito séria. Nessas condições prévias, seriam: patas chatas, jarretes de vaca, metacarpos
defeituosos, ombros retos, falta de angulação, movimento rígido (e qualquer movimento que não esteja forte, balanceado e uniforme), falta de substância, falta de profundidade do peito, construção grosseira ou ossatura e proporções em geral muito leves.

NOTAS:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos
e acomodados na bolsa escrotal.


IN "CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA"

O Texto sob o título "HISTÓRIA" é de autoria de FRANCISCO BARROS, rua da Eira nº3, S. Salvador 2550-251 Cercal Cadaval POrtugal


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    A TERRA  COMO ARTE
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In the style of Van Gogh's painting 'Starry Night,' massive congregations of greenish phytoplankton swirl in the dark water around Gotland, a Swedish island in the Baltic Sea. Phytoplankton are microscopic marine plants that form the first link in nearly all ocean food chains. Population explosions, or blooms, of phytoplankton, like the one shown here, occur when deep currents bring nutrients up to sunlit surface waters, fuelling the growth and reproduction of these tiny plants.







Quantidades massivas de fito plancton esverdeado remoinham na água à volta da ilha sueca Gotland, situada no mar Báltico.
Fito plancton são  plantas microscópicas marinhas que formam o primeiro elo de quase todas as cadeias alimentares dos mares. Explosão de populações de fito plancton, como a que aqui é mostrada, ocorre quando correntes profundas fazem subir nutrientes para a superfície iluminada pelo sol, activando o crescimento e a reprodução destas micro plantas.

Nota: A Pesquisa Geológica Americana compilou várias colecções denominadas ' A Terra como Arte'. Esta colecção tem como característica a qualidade artística e não a científica das imagens recolhidas pelo programa Landsat. Este programa é um conjunto de Observações-terrestres feitas por satélites geridos conjuntamente pela NASA e pela Pesquisa Geológica Americana.
Desde 1972 que os satélites do Landsat têm recolhido informações sobre a Terra a partir do espaço. As imagens são apresentadas em 'cor falsa' - os satélites usam tanto a parte visível como invisível do espectro magnético.

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PREPARANDO PARA OS

OLÍMPICOS





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