sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


  
 IMBECIL


Um kota de 80 anos pregunta para a esposa " Minha, fikas xateada quando ando atraz da  Catorzinha?




A mulher responde: "Nem por isso! até os cães correm atraz dos carros e não sabem guiar "
 
 RAFAEL MARQUES

DIAMANTES DE SANGUE




Rafael Marques de Morais (Luanda, 31 de agosto de 1971) é um jornalista e ativista dos direitos humanos angolano cujos relatórios sobre a indústria de diamantes e a corrupção governamental têm lhe conquistado aclamação internacional. Ele atualmente dirige a sítio na Internet anti-corrupção Maka Angola (www.makaangola.com).
Lançou a 15/09711 na FNAC do Chiado, Lisboa, Portugal, o livro "DIAMANTES DE SANGUE" que denuncia o neo-colonialismo e o neo-esclavagismo na LUNDA, região diamantífera de Angola nas mãos da família do Presidente da República, José Eduardo dos Santos e dos seus generais mais cúmplices.


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De MOÇAMBIQUE
clique 2xs para ler bem



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Hospital pode adiar cirurgias
por falta de sangue

O diretor do Serviço de Imunohemoterapia do Hospital de S. João, no Porto, manifestou-se hoje "preocupado" com a "quebra substancial" nas dádivas de sangue, admitindo que, a continuar assim, seja necessário "adiar cirurgias".

"Temos uma quebra relativamente à afluência dos dadores de sangue e, neste momento, estamos preocupados", afirmou Fernando Araújo, em declarações à agência Lusa.

Fernando Araújo apelou, por isso, aos dadores do "S. João" para que se desloquem ao hospital e doem sangue, e também para que se façam acompanhar de "algum familiar ou um amigo porque, neste momento, é necessária a sua participação e o seu ato cívico".

"Os stocks ainda permitem continuar, mas se esta redução de oferta dos dadores se mantiver é presumível que, dentro de algum tempo, tenhamos de adiar cirurgias por falta de sangue", disse.

Esta deverá ser, segundo o mesmo responsável, "uma das primeira consequências da falta de sangue".

Contudo, Fernando Araújo, que foi presidente da Administração Regional de Saúde do Norte, até ser substituído, em outubro de 2011, por Castanheira Nunes, manifestou-se "esperançado que as pessoas, ao saberem desta necessidade, de uma forma solidária, venham e voltem a doar sangue".

O diretor do Serviço de Imunohemoterapia do S. João disse compreender a insatisfação dos dadores em relação, nomeadamente, ao fim da isenção das taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde, mas considerou que deixar de doar sangue "não é a melhor forma de exprimirem o seu descontentamento, porque no final quem é prejudicado são os doentes".

"Sugeria que pensassem noutras formas de exprimir o seu descontentamento, mas que continuassem a vir doar sangue por que já notamos uma quebra substantiva nas dádivas", frisou.

Fernando Araújo falava à Lusa à margem da sessão comemorativa do aniversário do Serviço de Hematologia Clínica do Centro Hospitalar de S. João que há 15 anos realiza transplante de células estaminais, sobretudo, em doentes com leucemias.

De acordo com o diretor do Serviço de Hematologia do S. João, José Eduardo Guimarães, foram já realizados 417 transplantes, um número que tem vindo a crescer de ano para ano.

"O número de consultas mais do que duplicou nos últimos 15 anos e o número de primeiras consultas mais do que triplicou", acrescentou o mesmo responsável.


* Toca a recrutar deputados, membros do governo, juízes e autarcas para darem sangue já que andam a sugar o do cidadão básico. Haverá algum membro dos orgãos de soberania que seja dador????

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Mike deGrui

  Fisgado por um polvo



O cinegrafista subaquático Mike deGruy durante décadas fitou intimamente o oceano. Um contador de estórias, ele sobe ao palco no Mission Blue para compartilhar sua admiração e empolgação - e seus medos - em relação ao coração azul de nosso planeta.

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ALMORRÓIDA BATOTEIRA


Dados europeus desmentem 
subida de abortos em Portugal

Os últimos números disponíveis sobre interrupção de gravidez sem "causa médica", o chamado "aborto por opção da mulher" em Portugal revelam uma descida de casos, entre 2009 e 2010, de 19.222 para 18.211.

Portugal é, na Europa, de acordo com os dados do Eurostat e com um estudo europeu recentemente divulgado e coordenado pelo obstetra Miguel Oliveira da Silva (também presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida) um dos países com mais baixo número de abortos e, dentre os que apresentam dados sobre repetição, aquele onde as mulheres menos reincidem.

Mas num documento enviado hoje para os media, apresentado como "estudo baseado em dados oficiais", a Federação Portuguesa Pela Vida assevera que o número de abortos tem vindo sempre a subir e inclui mesmo um gráfico sobre a evolução dos abortos em Portugal que dá a ver uma linha ascendente contínua.

Para tal, a associação, cuja cara é a ex-deputada do PSD Isilda Pegado, somou os números de aborto, ano a ano, dando uma leitura distorcida dos dados.



IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
09/02/12

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HOJE NO
"RECORD"

SATA Rali Açores: 
Prova em Ponta Delgada pode estar 
em risco especial noturna 
vive situação complicada

O diretor do SATA Rali Açores, António Andrade, admitiu que a prova especial noturna em Ponta Delgada pode estar em risco por falta de material de segurança, mas garantiu todo o empenhamento para a sua realização.

"Nós estamos a envidar todos os esforços para que esta prova se realize. Estou confiante que vamos conseguir, no entanto, não está a ser nada fácil assegurar os meios de segurança, que são o fator principal para se poder realizar a prova nas condições requeridas pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo)", afirmou António Andrade.

A FIA exige que a organização coloque redes de proteção e baterias de pneus ao longo do percurso, material que a organização da prova, a cargo do Grupo Desportivo Comercial, não possui mas tem de assegurar até à próxima semana.

"Durante a próxima semana temos de ter isso assegurado porque não posso dizer que não faço uma prova cinco minutos antes do seu início", frisou.

Esta prova especial, marcada para a noite de 22 de fevereiro, logo depois da cerimónia de apresentação das equipas participantes, é uma das principais novidades da edição deste ano do SATA Rali Açores, que decorre entre 23 e 25 de fevereiro.

Na apresentação do rali, a organização revelou que esta prova especial, que não conta para a classificação, seria disputada na marginal de Ponta Delgada.

As inscrições para o SATA Rali Açores encerram às 22:00 de sexta-feira.


* A exigência da FIA tem lógica, mas os portugueses d'aquém e d'além mar, mestres do improviso, gostam de esticar a corda atá ao derradeiro minuto.


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18 - GRAMÁTICA DA 
LÍNGUA PORTUGUESA





Se estudou convenientemente gramática pode revê-la nesta série, se não aprendeu nunca é tarde para o fazer, os episódios anteriores foram editados nas sextas-feira precedentes sempre às 21h00.


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Clubes querem mais dez anos para
pagar dívidas do Totonegócio

Clubes insistem que não querem perdão fiscal, apenas mais tempo para saldar dívidas. Culpam o Estado pelos erros nas receitas do Totobola e dizem que as contas estão mal feitas.

Os clubes de futebol querem que o Estado lhes conceda um período adicional para pagar, em prestações anuais, as dívidas antigas ao Fisco, que foram pela primeira vez negociadas em 1999 no âmbito do acordo que ficou conhecido como Totonegócio. Em causa está uma dívida global, que o Fisco já tem em execução, de 33 milhões de euros, valor que os clubes contestam e recalculam em menos de 25 milhões. Nesse caso, e mantendo o pagamento com receitas de jogos sociais, os clubes pagariam as dívidas ao longo de dez anos – prazo que pode encurtar se o Governo regulamentar os jogos "online".


* Os clubes têm, em relação às camadas jovens, sido substitutos dos deveres do Estado, mas não têm que andar ao colo, quem não tem dinheiro não tem vícios.


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LAURA TYSON



Os três défices dos 
  Estados Unidos da América


O crescimento da produção nos Estados Unidos mantém-se fraco e a economia continua a enfrentar três défices significativos: o défice de emprego, o défice de investimento e o défice fiscal a longo prazo, sendo que nenhum deles é susceptível de ser resolvido em ano de eleições. Apesar de a produção ser agora superior à que era no quarto trimestre de 2007, ela continua muito abaixo da que poderia ser produzida, caso o trabalho e a capacidade fossem utilizados integralmente. Essa lacuna – entre a produção efectiva e a potencial – é estimada em mais de 7% do PIB (mais de um milhão de milhões de dólares).

A lacuna na produção reflecte um défice de mais de 12 milhões de empregos – o número de empregos necessário para regressar ao nível mais alto de emprego da economia de 2007 e absorver as 125.000 pessoas prontas para entrar no mercado de trabalho todos os meses. Mesmo que a economia cresça 2,5% em 2012, como apontam as previsões mais recentes, o défice de emprego permanecerá – e não será encerrado antes de 2024.

O défice de emprego norte-americano resulta essencialmente da procura agregada inadequada. O consumo, que corresponde a cerca de 70% da despesa total, é limitado pela elevada taxa de desemprego, pelos baixos salários e pela forte quebra do valor imobiliário e da riqueza dos consumidores. O pequeno aumento no consumo nos últimos meses de 2011 foi financiado por uma diminuição da taxa de poupança das famílias e por um grande aumento do crédito ao consumo. Nenhuma destas tendências é saudável ou sustentável.

Com uma taxa de desemprego de 8,5%, uma taxa de participação da população activa de apenas 64% e uma estagnação dos salários reais, o rendimento do trabalho caiu para um nível histórico de 44% do rendimento nacional. E o rendimento do trabalho é o elemento mais importante do rendimento das famílias, o principal motor das despesas de consumo.

Mesmo antes da grande recessão, as famílias e os trabalhadores norte-americanos estavam em dificuldades. A taxa de crescimento do emprego, entre 2000 e 2007, diminuiu para apenas metade do seu nível das três décadas anteriores. O crescimento da produtividade foi forte, mas ultrapassou largamente o crescimento salarial e a real remuneração por hora dos trabalhadores diminuiu, em média, mesmo para os que têm formação universitária.

Na verdade, o período de 2002-2007 foi a única recuperação registada durante a qual o rendimento médio efectivo das famílias diminuiu. Além disso, as oportunidades de emprego continuaram a polarizar com um crescimento laboral muito elevado em actividades profissionais, técnicas e de gestão, com salários elevados, bem como nos serviços de restauração, de cuidados pessoais e de protecção, com salários baixos.

Por outro lado, o emprego nas actividades de competências médias, área administrativa [colarinhos brancos] e área fabril [colarinhos azuis] caiu, especialmente na indústria transformadora. As famílias americanas mais atingidas cortaram nas suas poupanças, contraíram empréstimos para compra de casa e aumentaram a sua dívida para manterem os níveis de consumo, contribuindo para as bolhas imobiliária e de crédito que rebentaram em 2008, o que exigiu uma desalavancagem dolorosa desde então.

Três forças têm impulsionado as mudanças estruturais adversas no mercado de trabalho norte-americano:

– A mudança tecnológica de natureza técnica, que automatizou o trabalho de rotina, reforçando a procura de trabalhadores altamente qualificados com formação superior.

– A concorrência mundial e a integração dos mercados de trabalho através do comércio e da contratação externa de serviços, o que originou a supressão de postos de trabalho e a diminuição de salários.

– O declínio da competitividade dos Estados Unidos da América como um lugar atractivo para instalar a produção e o emprego.

A mudança tecnológica e a globalização criaram desafios semelhantes no mercado de trabalho em outros países desenvolvidos. Mas as escolhas políticas norte-americanas são responsáveis pela erosão da competitividade norte-americana.

Em particular, os Estados Unidos estão a investir menos nas três principais áreas que ajudam os países a criar e a manter empregos com salários elevados: competências e formação, infra-estruturas e investigação e desenvolvimento. São gastos nestas áreas de negócios menos de 10% da despesa pública norte-americana e esta percentagem tem vindo a diminuir ao longo do tempo. O Governo federal pode actualmente recorrer a empréstimos com taxas de juro historicamente baixas e existem muitos projectos em educação, infra-estruturas e investigação que ganhariam uma maior rentabilidade, criariam postos de trabalho em tempo real e reforçariam a competitividade norte-americana para atrair empregos muito bem remunerados.

O Presidente Barack Obama apresentou inúmeras propostas para investir nos alicerces da competitividade nacional, mas os congressistas republicanos recusaram-nas, alegando que os Estados Unidos enfrentam uma crise fiscal iminente. Na verdade, o défice federal, em termos de percentagem do PIB, diminuirá significativamente nos próximos anos, mesmo sem a implementação de novas medidas para a redução do défice, antes de aumentar para níveis insustentáveis em 2030.

Os Estados Unidos, de facto, enfrentam um défice fiscal de longo prazo, devendo-se sobretudo ao aumento dos custos dos cuidados de saúde e ao envelhecimento da população. Mas o défice fiscal actual reflecte principalmente as fracas receitas fiscais, devido ao lento crescimento e à elevada taxa de desemprego, e as medidas de incentivo temporárias que estão a desaparecer numa altura em que a procura agregada continua frágil e o estímulo fiscal adicional é justificado. Pelo menos, para manter a economia em direcção a um crescimento de 2,5% neste ano, o desagravamento fiscal nos salários e nos subsídios de desemprego apresentado por Obama deve prosseguir até ao final do ano. Estas medidas fornecerão um seguro à frágil recuperação e não acrescentarão nada de novo ao défice orçamental de longo prazo.

Então, como é que o défice de emprego, o défice de investimento e o défice fiscal a longo prazo da economia norte-americana devem ser abordados? Os responsáveis políticos devem criar parelhas de medidas fiscais para melhorar os défices de emprego e de investimento actuais com um plano plurianual para reduzir gradualmente o défice fiscal de longo prazo. Este plano de longo prazo deve canalizar mais verbas para a educação, infra-estruturas e investigação, reduzindo simultaneamente o futuro crescimento em gastos com os cuidados de saúde através dos mecanismos de controlo de custos apresentados na legislação de Obama sobre a reforma da saúde.

Aprovar um plano de redução do défice de longo prazo agora, mas protelar o seu início até que a economia atinja a situação de quase pleno emprego, evitaria que a contracção financeira prematura empurrasse a economia novamente para a recessão. Na verdade, a promulgação de tal pacote poderia reforçar a produção e o crescimento do emprego, ao aliviar as preocupações dos investidores sobre défices futuros e ao reforçar da confiança dos consumidores e das empresas.

As escolhas dolorosas sobre como encerrar o défice orçamental de longo prazo deveriam ser decididas agora e implementadas rapidamente a partir do momento em que a economia tivesse recuperado. Mas, para os próximos anos, as prioridades da política fiscal deverão ser o emprego, o investimento e o crescimento.

Ex-presidente do conselho de assessores económicos do Presidente dos Estados Unidos, é professora na Haas School of Business da Universidade da Califórnia, Berkeley.


Tradução de Deolinda Esteves/Project Syndicate


IN "PÚBLICO"
06/02/12

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 é muito simples!


Um ocidental em visita à  China ficou
 surpreso de ver a quantidade de velhos saudáveis e, curioso a respeito da milenar medicina chinesa, indagou a um experiente médico qual o segredo para se viver mais e melhor.
Ouviu do mesmo a sábia resposta:
"É muito simples. É só:
Comer a metade.
Andar o dobro.
E rir o triplo."
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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Baixa de dádivas de sangue deve-se 
ao fim da isenção das taxas moderadoras

O presidente da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Guimarães disse, esta sexta-feira, não ter "qualquer dúvida" que a diminuição das dádivas de sangue em Portugal se deve ao fim das isenções no acesso aos cuidados de saúde.

"Não me venham com a desculpa de que a diminuição das dádivas se deve à ideia de que Portugal está a desperdiçar sangue. Nada disso. A explicação está no facto de os dadores de sangue terem perdido um direito adquirido há muitos anos, que era a isenção de taxas moderadoras", disse, à Lusa, Alberto Mota.

O responsável reagia, assim, às declarações do secretário de Estado adjunto da Saúde que, na quinta-feira, disse que se registou uma quebra de cerca de 20% nas dádivas de sangue nos últimos dois dias, por se ter gerado a ideia de que Portugal estava a desperdiçar sangue.

Mas Alberto Mota sublinha que a diminuição das dádivas se regista desde que foram retiradas aos dadores as isenções no acesso aos cuidados de saúde.

Garante que, na associação que lidera, já se registou, este ano, uma quebra de dádivas na ordem dos 40%.

"Aqui, a maioria dos dadores é gente com ordenados baixos ou desempregada, ou seja, aquela que mais precisa das isenções", refere.

Em 2011, a associação de Guimarães recolheu 6270 dádivas de sangue, um número que, segundo Alberto Mota, pode este ano, se se mantiver a tendência, descer para as 2500, o que seria "muito, muito preocupante".

A associação escreveu, hoje mesmo, ao ministro da Saúde, pedindo a reposição das isenções e alertando que, se isso não acontecer, deixará de haver dadores regulares para passar a haver apenas dadores pontuais.

"Por causa de uns tostões, o Governo parece querer deitar tudo a perder", disse ainda Alberto Mota.

Na carta enviada a Paulo Macedo, a associação frisa que "os dadores de sangue não querem contrapartidas, mas sim um reconhecimento pelo seu gesto".


* Temos um governo com imensa "sensibilidade" para as questões sociais...


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2-OS MONTES URAIS



(RÚSSIA SELVAGEM)




Os Montes Urais são uma cordilheira de montanhas na Rússia que normalmente definem a fronteira entre a Europa e a Ásia.
Das estepes cazaques ao longo da fronteira norte do Cazaquistão até à costa do oceano Ártico. A ilha de Nova Zembla forma uma continuação da cordilheira. Geograficamente, esta cadeia de montanhas marca a fronteira (arbitrária) entre os continentes europeu e asiático, sendo assim entre os países ocidentais e orientais. Seu ponto culminante é o monte Naroda (Poznurr, 1895 m). A erosão expôs uma riqueza considerável em minerais nos Urais, entre os quais o topázio e o berílio. As florestas Komi nos Urais do norte são protegidas como Patrimônio Mundial.
Os Urais estão entre as cordilheiras mais antigas do mundo, tendo-se formado no final do período Carbonífero, quando um continente composto principalmente pela Sibéria colidiu com o supercontinente que continha a maior parte da terra na época : a combinação da Laurásia (Europa e América do Norte) e Gondwana. Europa e Sibéria permaneceram juntas desde então.
Os geógrafos dividiram os Urais em cinco regiões: Sul, Central, Norte, Subártico e Urais Árticos.


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HOJE NO
"DESTAK"

Transportadores espanhóis dão prazo 
de um mês a Portugal para criar 
zona livre de cobrança

As associações de transportes espanholas deram hoje o prazo de um mês a Portugal para que crie uma zona transfronteiriça livre de portagens num raio de 130 quilómetros, ameaçando com ações de protesto caso a reivindicação não seja atendida.

Reunidas em Badajoz, as associações de transportes nacionais e autonómicas de Espanha - citadas pela agência de notícias EFE - garantiram que esses protestos se realizarão simultaneamente junto às fronteiras abrangidas pelas antigas SCUT (autoestradas sem custos para o utilizador), próximo das províncias espanholas de Badajoz, Huelva, Salamanca e Galiza.

Os transportadores acusam Portugal de estar a violar as diretivas da União Europeia e o Tratado de Valência de cooperação bilateral ao não criar uma zona transfronteiriça livre de portagens num raio de 130 quilómetros.


* Vamos lá a ver se este governo tão "personalizado" não se verga aos espanhuelos...


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OS 50 MELHORES DE 2011
(PARA A ROLLING STONE)


35 – DAWES
NOTHING IS WRONG
IF I WNTED SOMEONE




LISTAGEM DE FAIXAS

Time Spent in Los Angeles - 4:28
If I Wanted Someone - 4:39
My Way Back Home - 6:25
Coming Back to a Man - 3:51
So Well - 5:31
How Far We've Come - 2:59
Fire Away - 6:23
Moon in the Water - 3:54
Million Dollar Bill - 4:12
The Way You Laugh - 3:49
A Little Bit of Everything - 5:39

MÚSICOS

Taylor Goldsmith
Griffin Goldsmith
Wylie Gelber
Tay Strathairn

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HOJE NO
"i"

Sucateiras proibidas de pagarem 
em dinheiro e obrigadas a 
registar todo material

As sucateiras vão ser proibidas de pagar materiais em dinheiro e obrigadas a registar todo o equipamento, no âmbito das medidas definidas pelo Governo para prevenir os furtos de cobre.

As medidas foram hoje anunciadas pelo secretário de Estado Adjunto do ministro da Administração Interna, Juvenal da Silva Peneda, num encontro nacional de sucateiros, a decorrer em Lisboa, numa iniciativa da Associação Portuguesa dos Operadores de Resíduos e Recicladores.

O Governo vai também permitir que as sucateiras instalem sistemas de videovigilância, tendo em conta que as próprias empresas também estão a ser alvo de assaltos.

Outra das iniciativas preventivas traduz-se em facilitar o acesso da GNR às sucateiras, permitindo uma "entrada direta" por parte desta força de segurança sem ser necessário um mandado judicial.

Segundo o MAI, as sucateiras só vão poder pagar os materiais que recebem em cheque, multibanco ou transferência bancária, além de passar a ser obrigatória a existência de um guia do material existente na empresa para que os equipamentos sejam todos registados.

Estas medidas do Governo para prevenir o furto de cobre resultaram de vários encontros entre as empresas e as forças de segurança.

O roubo de cobre mais do que duplicou em 2011, ano em que se registaram, em média, 790 furtos por mês, num total de 9491, revelou hoje a GNR.

Os números mostram igualmente que as ocorrências do furto de metais quase triplicaram no ano passado face a 2010, tendo passado das 4946 para as 12.624.

Segundo a GNR, entre os metais roubados, o cobre é o alvo mais apetecível e, no ano passado, 73 por cento das ocorrências estiveram relacionadas com este material, seguindo-se o ferro (12%) e o alumínio (6%).

O roubo de cobre é um problema internacional, sendo já considerado o segundo crime prioritário a combater pelas autoridades dos Estados Unidos.


* Alguém acredita que vai resultar, atão os sucateiros não têm "godinhices" para contornar a lei?

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CUIDE DOS SEUS OLHOS





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HOJE NO
"A BOLA"

Romário vai ser embaixador 
mundial de futevólei

O antigo jogador brasileiro Romário anunciou, esta quinta-feira, que vai ser nomeado embaixador mundial de futevólei, para tentar promover a inclusão deste desporto no programa olímpico.

A Federação Internacional de Futevólei vai reconhecer oficialmente Romário como embaixador no próximo dia 28 de fevereiro, ainda em local a definir, revelou o atual deputado federal em comunicado.

A primeira tarefa de Romário será organizar um calendário internacional para os próximos quatro meses, uma vez que todos os anos se realizam «três ou quatro campeonatos mundiais de futevólei», cujo calendário o brasileiro se encarregará agora de «organizar e anunciar», acrescenta o comunicado.


* Uma promoçãozinha


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Muito Tatuados






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HOJE NO
"PÚBLICO"

Deco alerta que há pais idosos sobreendividados para ajudar filhos

Uma técnica da Deco garantiu na quinta-feira à noite, no Porto, que já foi chamada a ajudar casais de idade avançada que contraíram créditos até entrarem em sobreendividamento para socorrerem filhos que deveriam ser financeiramente autónomos.

No debate “Viver mais com menos”, promovido pela Associação Católica do Porto, Ana Passos, do gabinete da Deco/Porto para apoio ao sobreendividado, contou o caso concreto de um casal, já de idade considerável e com poucos recursos, que contraiu dois créditos para socorrer os filhos em dificuldades, acabando também por não conseguir pagar as prestações.

A ajuda da Deco a esta família traduziu-se em sensibilizá-la para cortar em despesas fixas elevadas tidas por menos necessárias, incluindo gastos mensais em telemóveis na ordem dos 300 euros. Neste caso, como em muitos outros, a DECO procurou renegociar os créditos, obtendo períodos de carência (durante um hiato de tempo os devedores só pagam juros) e a dilatação dos prazos para saldar os compromissos bancários.

Perante um auditório que incluía o bispo do Porto, Manuel Clemente, a técnica da DECO disse conhecer casos de famílias que têm 30 créditos e referiu que os tribunais portugueses estão a decretar, todos os dias, 14 novas falências singulares. Ana Passos reconheceu as dificuldades de sobrevivência de muitos portugueses, mas pediu que se ajudem a si próprios, o que passa, por exemplo, por olharem com desconfiança algumas campanhas publicitárias ou fazerem um cuidado planeamento das despesas.

A técnica sublinhou, a propósito, que há muitos consumidores a recorrerem cada vez mais às chamadas marcas branca na aquisição de artigos de primeira necessidade, “mas depois compram um telemóvel da última geração e levam a namorada a jantar ao restaurante mais caro do Porto”.

Depois de ouvir Ana Passos e o testemunho de vários cidadãos que passaram ou ainda passam por dificuldades, o bispo do Porto interveio para proclamar que “esta é a ocasião para seremos mais realistas”. Citando Mahatma Gandhi, o fundador do moderno estado indiano, Manuel Clemente sublinhou que “a natureza tem recursos para o nosso alimento, mas não para o nosso esbanjamento”. À Lusa, o prelado disse que “este tipo de testemunhos demonstra é que é possível, com mais atenção à realidade e com uma vida mais planeada, não só sobreviver, como arranjar outra maneira de estar mais feliz e mais compensatória”.



* A miséria é cada vez maior, somos piegas e os nossos políticos têm poucas mordomias, segundo o primeiro-ministro.


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23 - OOPS !!!!!!!!!!

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Segurança: 
51 mortos nas estradas portuguesas

Cinquenta e uma pessoas morreram nas estradas portuguesas desde o início do ano, menos 29 do que em igual período de 2011, no qual se registaram 80 vítimas, informou a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Segundo a mesma fonte, entre 1 de Janeiro e 7 de Fevereiro de 2012, o período analisado, foram contabilizados 187 feridos graves, contra os 209 do ano passado.

Os dados recolhidos pela Polícia de Segurança Pública (PSP) e pela Guarda Nacional Republicana (GNR) indicam que o número de feridos ligeiros se fixou em 3140, menos 723 do que no mesmo período de 2011.

De acordo com os números da ANSR, entre 1 e 7 de Fevereiro morreram 12 pessoas, 10 registadas pela GNR e duas pela PSP, e foram contabilizados 36 feridos graves, 30 pela GNR e seis pela PSP.

A ANSR revela igualmente que o número de mortos na estrada no último ano, de 8 de Fevereiro de 2011 a 7 Janeiro de 2012, foi de 660, menos 83 vítimas mortais que no período homólogo anterior.

A autoridade especifica que a informação estatística, elaborada com base nos mapas de acidentes e vítimas referentes ao continente e enviados diariamente pelas entidades fiscalizadoras, tem um carácter provisório.

Segundo a ANSR, o conceito de "morto ou vítima mortal" utilizado neste âmbito abrange, apenas, as vítimas cujo óbito ocorre no local do acidente ou durante o transporte até à unidade de saúde.


* Continuamos uns assassinos perfeitos, matamos impunemente.

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CROMOTERAPIA








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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Angola já é o quarto maior parceiro
. comercial português

Exportações portuguesas tiveram em 2011 o melhor resultado em 15 anos, com Angola a ultrapassar a Itália no ‘ranking’.

O impacto da austeridade europeia sente-se cada vez com mais força nas exportações nacionais. As vendas de bens portugueses para a Europa desaceleraram no final do ano passado e, contando apenas com o mês de Dezembro, a variação homóloga até foi negativa. Com o Velho Continente mergulhado na austeridade, começam a ganhar relevância outros mercados de destino, como é o caso de Angola, que se tornou no ano passado no quarto maior parceiro comercial português.


Angola já é o quarto maior parceiro comercial português

Em 2011, as exportações portuguesas para Angola somaram 2.337 milhões de euros, mostram os dados do comércio internacional, publicados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O valor representa um aumento de 22% face a 2010 e ajudou a colocar a economia angolana como o quarto principal mercado destino dos produtos portugueses.

O pódio dos maiores parceiros continua inalterado: Espanha é de longe o mercado que mais absorve produtos nacionais, seguindo-se Alemanha e França. Mas Angola está agora no quarto lugar - em 2004, ainda estava em nono -, anteriormente ocupado por Itália. Mais: as vendas para a economia italiana desaceleraram de tal forma que esta ocupa agora o sétimo lugar da lista dos principais mercados portugueses, atrás do Reino Unido e dos Países Baixos. Os dados do INE mostram a crescente relação comercial entre Lisboa e Luanda, numa altura em que a crise na Europa está a provocar danos colaterais no comércio externo. Nesse sentido, note-se que desde 2007 que Portugal não tinha um país fora da UE entre os cinco maiores parceiros comerciais.


* Porque será que é bom negociar com um dos doze países mais corruptos do mundo???
PERGUNTAR  OFENDE???


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