sábado, 28 de janeiro de 2012

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


Atão ná se tava memo a ver???????????

Uma pesquisadora do IFADAP bate a uma porta num montezinho perdido no interior do Alentejo e pergunta ao agricultor... 
- Esta terra dá trigo?
- Nã senhora - responde o alentejano.
- Dá batata?
- Tamém não!
- Dá feijão?
- Nunca deu um!
- Arroz?
- De manera nenhuma!
- Milho?
- Tá a gozar comigo?!
- Quer dizer que por aqui não adianta plantar nada?
- Ah! Se plantar já é diferente...



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Clara de Sousa

- Seis meses depois do arranque da SIC Notícias estava disléxica

 IN "i" 28/01/12

1 - ENGANADORAS





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12-DANÇAS NATIVAS

DANÇA hiNdu
 
KRISHNA






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A Raríssimas – Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras – foi fundada em Abril de 2002, com o objectivo de apoiar doentes, famílias e todos os que convivem de perto com as Doenças Raras.

Pretendemos ser uma associação com elevado reconhecimento nacional e internacional no que às Doenças Raras diz respeito e para isso empenhamo-nos em participar em diversos projectos, quer de âmbito nacional, quer internacional.

Uma das razões da nossa existência é a divulgação das Doenças Raras. Para isso:

 Incentivamos a reflexão e o debate sobre as necessidades dos portadores de doenças raras e suas famílias;

 Sensibilizamos a comunidade para a realidade das doenças raras;

 Alertamos a Comunicação Social para a importância da divulgação da informação sobre as doenças raras, bem como a importância das organizações que as representam;

 Demonstramos à sociedade a importância do movimento associativo no apoio e acompanhamento dos portadores de doenças raras e das suas famílias.

O apoio aos doentes e às respectivas famílias é outra dos nossos pilares de actuação. Por isso mesmo, continuamos a prestar o melhor apoio possível aos nossos associados e aos cidadãos em geral, na temática da (in)formação, tendo em conta os seguintes objectivos:

 Promover a igualdade de direitos dos portadores de doenças raras e suas famílias;

 Melhorar a divulgação de meios e recursos, que permitem aos portadores de doenças raras a escolha, digna, do seu modo de vida com interacção no seu meio social e cultural;

 Melhorar a coordenação entre técnicos, instituições nacionais das áreas de medicina, ensino, reabilitação e o sector associativo.

A todos os nossos doentes raros e respectivas famílias, um grande bem hajam!

Como apoiar

O maior projecto da Raríssimas é, neste momento, a conclusão da Casa dos Marcos, uma obra de grande envergadura que necessita do apoio de todos para que esteja brevemente ao serviço da comunidade.

Caso queira contribuir para esta obra solidária, por favor faça o seu donativo para o NIB:
Conta BPI nº 0010 0000 3796 8970 0018 0

IBAN : PT50 0010 0000 3796 8970 0018 0
SWIFT/BIC
BBPIPTPL

Para além do projecto megalómano da Casa dos Marcos, a Raríssimas, encontra-se a desenvolver neste momento mais dois projectos de suma importância.

O Centro Multidisciplinar, em Lisboa, é um projecto de apoio aos doentes raros e que necessita, para já, de obras que permitam o funcionamento em pleno desta unidade. O Centro Multidisciplinar procura não só apoios a nível de construção, como também de materiais que possibilitam uma completa integração do utente. Caso queira participar deste projecto, poderá fazer o seu donativo para:

0010 0000 4235 5060 0017 6 - Banco BPI

Para mais informações ligue 21 362 31 91

Linha Rara é o nome de um serviço de utilidade pública que visa promover o esclarecimento e encaminhamento de todos os utentes com dúvidas e problemas relacionados com as doenças Raras. Para que este serviço funcione na perfeição é necessário, além dos profissionais que colaboram voluntariamente, toda uma estrutura de telecomunicaçõ,es que possibilite o funcionamento em pleno deste serviço. Para fazer o seu donativo para este projecto :

0010 0000 4235 5110 0013 8 - Banco BPI

PORQUE ESPERA??? 

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*Já não adianta discutir o aborto agora. *

*Os políticos já nasceram!...


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MALDADE

Se o nosso governo estivesse  a governar o Sahara, já estaria a precisar de importar areia...


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MANIPULAÇÂO 
             DOS ALIMENTOS





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A.100 COMPLEXOS






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O TANGO EM PINTURA



VEJA EM ECRÃ TOTAL E NOS FOTOGRAMAS DE TEXTO FAÇA PAUSA PARA LER MELHOR

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OLHA O PASSARINHO







 A jovem da foto chama-se INDY, é equatoriana, natural das Galápagos e guia credenciada na ilhas. Tivemos a sorte de a ter como guia quando visitámos o "Paraíso de Darwin" em 2010 e estabelecemos uma tão cordial relação, que, de vez em quando, ela presenteia-nos com fotografias inesperadas como esta que há pouco nos enviou. Fica para vosso deleite

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MANUEL MARIA CARRILHO


A repeteca

Sócrates, um admirador de Sarkozy? Esta ideia, que se destacou na reportagem de Daniel Ribeiro para o Expresso sobre a "nova vida de Sócrates em Paris", surpreendeu muita gente.

Foi no entanto o próprio José Sócrates quem, durante a campanha eleitoral de 2009, revelou em duas entrevistas televisivas a sua grande cumplicidade e afinidade com Nicolas Sarkozy, indicando-o (apesar, disse, da sua amizade por Zapatero) como o líder político que mais admirava e de quem se sentia mais próximo.

Terá sido, sem dúvida, uma afirmação tática, porque naquela altura Sarkozy estava "em alta". Mas penso que também foi uma confissão genuína, à qual se devia ter dado mais atenção. Porque o facto é que, se olharmos bem, o jornalista Daniel Ribeiro tem razão: "Curiosamente, Sócrates parece ter mais afinidades pessoais, e até políticas, com Sarkozy, do que com os seus camaradas socialistas franceses."

Vejamos: ambos desvalorizaram sempre os valores, as ideias e as causas, em nome da alegada eficácia de uma ação constantemente encenada. Comungaram sempre do mesmo voluntarismo político, que ignora a complexidade das sociedades contemporâneas. Cultivaram sempre o mesmo reformismo "ao empurrão", e o mesmo pragmatismo da chamada "cultura de resultados".

Partilharam o mesmo tipo de narcisismo político que, por ignorância e sobranceria, só convive bem com um deserto de ideias à sua volta. Convergiram no deslumbramento de uma "modernidade" identificada com o financismo, com a deriva das novas tecnologias e com o circo comunicacional. Revelaram o mesmo tipo de reverência pela ideologia do sucesso, e uma negligência semelhante em relação à generalidade dos imperativos sociais. Demonstraram o mesmo tipo de tentações pelo controlo dos media, na base de uma também análoga relação de fascínio/pavor por eles.

A crise de 2008 apanhou-os, aos dois, completamente desprevenidos, e ambos se especializaram na negação das evidências até aos limites do possível. E também se revelaram almas gémeas ao desprezarem, tanto os sinais da realidade como as lições da história.

E o facto é que, para lá de meras banalidades sobre o regresso do Estado (e, mais tarde, sobre a "salvação" do Estado Social), ninguém ouviu a José Sócrates uma palavra que fosse sobre a necessidade - mais, a obrigação moral - de os socialistas construírem uma resposta própria, autónoma e consistente para a maior crise que o capitalismo conheceu nas últimas décadas.

Preferiu, pelo contrário, dar as mãos a Sarkozy e lançar-se com ele, em janeiro de 2010, na aventura de uma "moralização do capitalismo", numa cumplicidade que o Presidente francês saudou sublinhando, como agora lembra Daniel Ribeiro, "não haver um ponto de divergência entre nós". Como hoje se fala de Merkozy, poder-se-ia então falar de Socrazy, ou de Sarkotes...

Nada disto me surpreendeu. Conheci José Sócrates em 1995, quando ambos integramos o governo liderado por António Guterres, ele como secretário de Estado do Ambiente, pasta então entregue a Elisa Ferreira. Mantive sempre com ele relações de regular e frontal atrito, a começar numa lista de nomeações que ele queria que eu, como ministro da Cultura, fizesse em Castelo Branco, e a acabar, como se sabe, com a minha recusa em aceitar que Portugal apoiasse para a liderança da UNESCO um facínora com largo cadastro que lhe tinha sido sugerido pelo seu "amigo", o então ditador egípcio Hosni Mubarak, que ameaçava queimar todos os livros da cultura judaica ...

Pelo caminho, as fricções foram muitas e quase sempre do mesmo tipo. Devo dizer que nunca vi em José Sócrates convicções socialistas - no sentido europeu de "social-democrata" - mas antes uma atração pela paródia em que infelizmente o socialismo tantas vezes se tem tornado, deslumbrado com o capitalismo financeiro, as novas tecnologias e os malabarismos da comunicação. Vivendo sempre perto do mundo dos negócios e dos futebóis, e desprezando acintosamente o conhecimento, a cultura ou a educação, com o mais perigoso dos desdéns, que é o que se alimenta do ressentimento e da inveja.

Para mim, o socialismo democrático era - e continua a ser, tanto quanto possa ter algum sentido - uma afirmação de valores que se baseia justamente na distância crítica em relação a tudo isso, e que se traduz numa exigente crítica do capitalismo, numa lúcida desmontagem das ilusões das novas tecnologias, e numa inequívoca reivindicação de autonomia face à voragem mercantilista da comunicação. O socialismo democrático deve ser um projeto de emancipação, e não um carrossel de anúncios e de equívocos.

Em 2004, quando José Sócrates disputou com Manuel Alegre e João Soares a liderança do PS, escrevi o que pensava e avisei: "Tudo pode acontecer, mas seria grave que o PS pudesse ser conduzido por alguém que anda por aí com um currículo em parte surripiado, em parte escondido." (Público, 07.09.2004)

Os socialistas decidiram o que entenderam e os portugueses escolheram o que pensaram ser melhor. Opções que, naturalmente, respeitei, com esperança que a responsabilidade do poder viesse a ter algum efeito benéfico. Foi uma esperança vã. A história fala por si, e dispensa comentários: o desnorte com o caso da licenciatura em 2007, a total incompreensão da crise em 2008, a aguda mitomania de 2009 e 2010, a bancarrota em 2011. Pelo meio, um tratado de Lisboa inútil, que só veio reforçar o poder alemão, e um reformismo esfarelado que raramente passou dos anúncios.

Na grande história do Partido Socialista, o "socrazysmo" foi um período atípico, que deixou um longo rasto de oportunidades perdidas, de casos estranhos, de histórias mal contadas e de encenações inúteis. Em seis anos de governação nem tudo foi mau, e seria injusto esquecê-lo. Mas sejamos claros: foram anos sem alma, numa constante deriva de valores e de convicções. Não tirar daqui nenhuma lição seria, no mínimo, estúpido.

Tudo isto torna penosamente patética esta história de "José Sócrates a estudar filosofia em Paris". Sobretudo porque, depois das aldrabices da licenciatura na Universidade Independente (hoje bem documentadas no livro O Processo 95385, Publicações Dom Quixote), tudo o que se lê na reportagem do Expresso lembra irresistivelmente aquilo a que Freud chamou em 1920, no seu Jenseits des lustprinzips, a "compulsão de repetição", e a que os brasileiros, de um modo mais corriqueiro, chamam... uma repeteca.

Lá temos de novo, como se pode ler na benevolente reportagem de Daniel Ribeiro, a entrada por favor na Universidade, o aluno com estatuto especial, os equívocos sobre o que de facto lá diz estudar (afinal, é "filosofia" ou é "ciência política"?), a contumaz esquiva à prestação de provas regulares e, até, a questão da língua (teremos agora o "francês técnico"?). Domínio em que, note-se, José Sócrates parece conhecer bem um provérbio que retrata o traço mais forte da sua congénita afinidade com Nicolas Sarkozy: "Plus c'est gros, mieux ça passe!"

Creio, contudo, que no momento de extrema gravidade que o País atravessa, o que é urgente é afirmar outros padrões, tanto éticos como políticos. Os tempos de crise que vivemos são tempos radicais. Sê-lo-ão, sem dúvida, cada vez mais. E o radicalismo começa na moral, antes de se fazer sentir na rua. Quem não o entender, será arrastado pela corrente do que aí vem: basta olhar para o que se passou por cá esta semana.


IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
26/01/12

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Às vezes fala-se para o Futuro



Esta intervenção de Daniel Oliveira data de 2008 no programa "Prós e Contras". Numa altura em que a República Portuguesa leva um murro no estômago perpretado pelo próprio governo ao abolir o feriado do "5 de Outubro", torna-se útil ouvir  que a "República" não tem de ser consensual para existir em liberdade.

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15 - Gigantes da Engenharia

3- SUBMARINOS





Documentário da NATGEO que mostra todos os passos da engenharia para a construção do maior submarino de guerra do mundo, USS PENSYLVANIA.

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INFAME



Nenhuma criança é racista sem que lhe tenha sido ensinado. Este vídeo é uma trapaça,  querem fazer parecer  que as  crianças trazem a ´"carga genética" da xenofobia quando isso é falso. Os autores deste vídeo são trapaceiros.

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OS 50 MELHORES DE 2011
(PARA A ROLLING STONE)


24 – FRANK OCEAN
NOSTALGIA, ULTRA
THERE WIIL BE TEARS




LISTAGEM DE FAIXAS

No. Title Producer(s) Length
1. "Streetfighter"  
0:22
2. "Strawberry Swing"   Coldplay 3:55
3. "Novacane"   Tricky Stewart 5:03
4. "We All Try"   Happy Perez 2:52
5. "Bitches Talkin' (Metal Gear Solid)"   Radiohead 0:22
6. "Songs 4 Women"   Happy Perez 4:13
7. "LoveCrimes"   T-Wiz 4:00
8. "Goldeneye"  
0:18
9. "There Will Be Tears"   Mr Hudson & T-Wiz 3:15
10. "Swim Good"   Midi Mafia 4:17
11. "Dust"   Bei Maejor & T-Wiz 2:31
12. "American Wedding"   James Fauntleroy II 7:01
13. "Soul Calibur"  
0:18
14. "Nature Feels"   Andrew VanWyngarden & Ben Goldwasser 3:43




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ALMORRÓIDA LUSÓFONA



Naufragar é preciso?

João Pereira Coutinho
-publicado na ‘Folha de S. Paulo em 10.01.2012-

Começa a ser penoso para mim ler a imprensa portuguesa. Não falo da qualidade dos textos. Falo da ortografia deles. Que português é esse?
Quem tomou de assalto a língua portuguesa (de Portugal) e a
transformou numa versão abastardada da língua portuguesa (do Brasil)?
A sensação que tenho é que estive em coma profundo durante meses, ou anos. E, quando acordei, habitava já um planeta novo, onde as regras ortográficas que aprendi na escola foram destroçadas por vândalos extraterrestres que decidiram unilateralmente como devem escrever os portugueses.

Eis o Acordo Ortográfico, plenamente em vigor. Não aderi a ele: nesta Folha, entendo que a ortografia deve obedecer aos critérios do Brasil.
Sou um convidado da casa e nenhum convidado começa a dar ordens aos seus anfitriões sobre o lugar das pratas e a moldura dos quadros.
Questão de educação.

Em Portugal é outra história. E não deixa de ser hilariante a quantidade de articulistas que, no final dos seus textos, fazem uma declaração de princípios: “Por decisão do autor, o texto está escrito de acordo com a antiga ortografia”.

A esquizofrenia é total, e os jornais são hoje mantas de retalhos. Há notícias, entrevistas ou reportagens escritas de acordo com as novas regras. As crônicas e os textos de opinião, na sua maioria, seguem as regras antigas. E depois existem zonas cinzentas, onde já ninguém sabe como escrever e mistura tudo: a nova ortografia com a velha e até, em certos casos, uma ortografia imaginária.

A intenção dos pais do Acordo Ortográfico era unificar a língua.
Resultado: é o desacordo total com todo mundo a disparar para todos os lados. Como foi isso possível?

Foi possível por uma mistura de arrogância e analfabetismo. O Acordo Ortográfico começa como um típico produto da mentalidade racionalista, que sempre acreditou no poder de um decreto para alterar uma experiência histórica particular.

Acontece que a língua não se muda por decreto; ela é a decorrência de uma evolução cultural que confere aos seus falantes uma identidade própria e, mais importante, reconhecível para terceiros.

Respeito a grafia brasileira e a forma como o Brasil apagou as
consoantes mudas de certas palavras (“ação”, “ótimo” etc.). E respeito porque gosto de as ler assim: quando encontro essas palavras, sinto o prazer cosmopolita de saber que a língua portuguesa navegou pelo Atlântico até chegar ao outro lado do mundo, onde vestiu bermuda e se apaixonou pela garota de Ipanema.

Não respeito quem me obriga a apagar essas consoantes porque acredita que a ortografia deve ser uma mera transcrição fonética. Isso não é apenas teoricamente discutível; é, sobretudo, uma aberração prática.
Tal como escrevi várias vezes, citando o poeta português Vasco Graça Moura, que tem estudado atentamente o problema, as consoantes mudas, para os portugueses, são uma pegada etimológica importante. Mas elas transportam também informação fonética, abrindo as vogais que as antecedem. O “c” de “acção” e o “p” de “óptimo” sinalizam uma correta pronúncia.

A unidade da língua não se faz por imposição de acordos ortográficos; faz-se, como muito bem perceberam os hispânicos e os anglo-saxônicos, pela partilha da sua diversidade. E a melhor forma de partilhar uma língua passa pela sua literatura.

Não conheço nenhum brasileiro alfabetizado que sinta “desconforto” ao ler Fernando Pessoa na ortografia portuguesa. E também não conheço nenhum português alfabetizado que sinta “desconforto” ao ler Nelson Rodrigues na ortografia brasileira.

Infelizmente, conheço vários brasileiros e vários portugueses
alfabetizados que sentem “desconforto” por não poderem comprar, em SãoPaulo ou em Lisboa, as edições correntes da literatura dos dois países a preços civilizados.

Aliás, se dúvidas houvesse sobre a falta de inteligência estratégica que persiste dos dois lados do Atlântico, onde não existe um mercado livreiro comum, bastaria citar o encerramento anunciado da livraria Camões, no Rio, que durante anos vendeu livros portugueses a leitores brasileiros.

De que servem acordos ortográficos delirantes e autoritários quando a língua naufraga sempre no meio do oceano?



Obrigado RATO 

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SETTER        
         IRLANDÊS






CLASSIFICAÇÃO FCI:
Grupo: Grupo 7 – Cães apontadores
Seção 2 - Pointers e Setters Britânicos e Irlandeses
Padrão FCI nº 120 / 07- 09- 1992 / P
Data da publicação: 24/ 06/1987.
Origem: Grã-Bretanha;
Nome de origem: Irish Setter Red;
Com prova de trabalho.

RESUMO HISTÓRICO
O Setter Irlandês resulta do cruzamento do Cão de Água Irlandês, do Setter Inglês, do Setter Gordon e do Braco Espanhol. Está bom de ver que a raça teve origem na Irlanda. De resto, a Grã-Bretanha e os seus seculares hábitos de caça, é pródiga em raças especializadas na localização, paragem e cobro de peças de caça, em terra ou na água e o Setter Irlandês não é excepção, tanto na variante vermelha, aquela de que aqui falaremos, como na vermelha e branca, baptizada de Irish Red & White Setter.
É conhecido por muitos como diabo vermelho
Modder rhu, ou seja, cão vermelho, no dialecto gaélico. Assim era chamado este cão ruivo de pêlo sedoso e atraente. Tão atraente que, por volta do século XIX, esta variante do Setter quase condenava ao desaparecimento o vermelho e branco. Eram comuns em todas as cortes europeias e matilhas reais, compostas por cães exemplares, especialmente desenvolvidos para o desporto cinegético das classes altas. Eram treinados e tratados diariamente com privilégios principescos e ensinados a parar e/ou apontar as presas. Na Grã-Bretanha foram desenvolvidas raças que, na presença da caça se sentavam calmamente, aguardando a chegada do dono. A essas raças deu-se o nome de Setters, e é a este grupo de exímios caçadores que pertence este amigo vermelho. A sua estreita convivência com o Homem apurou o seu companheirismo nato.

IN "http://www.instinto.pt/"

APARÊNCIA GERAL
O Setter Irlandês é um cão de caça de grande porte, pelo longo e tem como principais características a agilidade, a obediência e um excelente olfato. Ele pode passar o dia todo caçando sem se cansar. É muito hábil na caça a aves.
É um companheiro inteligente, leal e está sempre de bom humor. É extremamente ativo, por isso, adora brincadeiras. Para quem pratica esportes ou atividades ao ar livre, o Setter é um dos melhores cães para esta finalidade. É uma companhia e tanto!
Com as crianças, costuma ser muito paciente. Com uma ótima saúde, pode viver até 16 anos. Sua altura varia de 63 a 68 cm e o peso de 27 a 31 kg.
O que mais impressiona os criadores, de modo geral, é a capacidade do Setter de perceber situações de emergência e interagir para resolvê-las.

IN "http://www.portalsaofrancisco.com.br"

O Setter Irlandês é um cão ativo, passarinheiro aristocrático, de cor vermelho-vivo, bem construído e ainda assim elegante. Medindo acima de 60 cm de altura no ombro, o cão tem uma pelagem lisa, fina, brilhante, mais longa nas orelhas, peito, cauda e parte traseira das pernas. No campo, o Setter Irlandês é um caçador de movimentos rápidos. Em casa, um companheiro de natureza doce, treinável. Em síntese, as linhas do Setter Irlandês são tão excelentes quanto o balanço geral de artistas que o têm denominado de o mais belo de todos os cães. O exemplar correto sempre exibe equilíbrio, parado ou em movimento. Cada parte do cão flui e se ajusta uniformemente às suas partes limítrofes, sem chamar a atenção sobre si mesma.

IN "http://www.acb.org.br"

PROPORÇÕES IMPORTANTES
O Setter Irlandês é um cão atlético, caçador nato. O seu porte, equilibrado e proporcionado, lhe dá à raça elegância e distinção. A expressão que transmite nos seus pequenos olhos é amabilidade e lealdade.
Apresenta um corpo proporcionado ao tamanho do cão. A sua cabeça, alongada e delgada, está implantada sobre um pescoço ligeiramente arqueado, também longo e musculado, onde não aparece papada. Possui um longo focinho profundo, terminando em forma quase quadrada. O seu nariz é amplo, com as fossas nasais também amplas e de cor acastanhado. Como dissemos anteriormente, os seus olhos pequenos e de cor castanhos-escuros expressam bondade e amabilidade.

IN "http://www.101caes.com"

COMPORTAMENTO/TEMPERAMENTO
O Setter Irlandês é doido por brincadeira, tem espírito de folião e é exuberante e extrovertido. Não só convive bem com outros animais como adora companhia canina, pois só outros compinchas de quatro patas parecem estar à altura para o acompanhar tanto em rapidez como na diversidade de actividades com que gosta de se entreter, pondo à prova a sua forma física. Se procura um companheiro divertido e alegre, encontrou-o.

IN "http://www.instinto.pt/"

CABEÇA - longa, esguia, sem ser estreita ou pontuda, sem rusticidade. Supercílios protuberantes.
REGIÃO CRANIANA
Crânio - oval entre as orelhas, com a crista occipital bem definida.
Stop - bem definido.
Focinho - profundo e razoavelmente em esquadro. Longo do stop à ponta da trufa.
Trufa - mogno escura, castanho escura ou preta.
Dentes/Mordedura - fortes, ambos, aproximadamente, de mesmo comprimento, sem apresentar lábios pendentes. Mordedura em tesoura.
Olhos - castanho ou marrom escuros, de tamanho médio.
Orelhas - de tamanho médio, couro fino, inserção baixa e bem para trás, portadas caídas junto às faces em dobra nítida.

PESCOÇO - de tamanho médio, musculado, suavemente arqueado, sem barbelas.

TRONCO - proporcional a altura na cernelha.
Linha superior - suavemente descendente da cernelha para a garupa.
Ombros: refinado nas pontas, profundo e bem articulado.
Peito - profundo e estreito na frente. Tórax bem amplo, sem se "em barril".
Costelas - bem arqueadas
Lombo - musculado e suavemente arqueado.
Linha inferior - inclinada, mas reta.

MEMBROS
ANTERIORES - retos e tensos, com boa ossatura.
Ombros - refinado nas pontas, profundo e bem articulado.
Cotovelos-trabalhando, bem ajustados, rente ao tórax e corretamente direcionados para a frente.
Patas-pequenas, firmes. Dígitos fortes, compactos e bem arqueados.
POSTERIORES - largos e poderosos.
Joelhos - bem angulados e corretamente direcionados para a frente.
Pernas - longas e musculadas desde a garupa até os jarretes
Jarretes-fortes e curtos, bem angulados e corretamente direcionados para a frente.
Patas- pequenas, firmes. Dígitos fortes, compactos e bem arqueados.

CAUDA - de comprimento médio, proporcional a altura na cernelha, de inserção baixa, grossa na raíz, afinando bem para a ponta. Portada no nível ou abaixo da linha superior. É permitida uma ligeira elevação quando o cão está imobilizado, amarrando ou apontando a caça.


IN "http://www.brunotausz.com.br"

MOVIMENTAÇÃO
Não é fácil definir o andamento ideal do Setter Irlandês. Entre as raças de cães de caça, o Setter Irlandês é sem dúvida aquela onde existe mais diversidade e acerca da qual de emitem as opiniões mais contraditórias. Para as outras raças de cães de parar ingleses, e especialmente para as raças continentais, as regras são mais precisas, mais fixas. Será que esta inconstância constitui uma vantagem? É difícil responder, pois as opiniões divergem.
Apesar destas incertezas e destas contradições, é necessário estabelecer regras para que os juízes designados para julgar os nossos cães em provas de trabalho saibam, pelo menos, aquilo que o Clube do Setter Irlandês pretende em França.
Mas, estas regras devem permanecer suficientemente flexíveis para se ter em conta o temperamento dos Setters irlandeses que, não devemos esquecê-lo, são originários de uma terra céltica. Todos sabem que os Celtas eram conhecidos, e ainda o são, segundo uns pelo seu carácter “independente” e segundo outros pela sua indisciplina.
Apesar destas precauções, podemos no entanto estabelecer as directrizes que o Clube do Setter Irlandês desejaria que os juízes adoptassem quando julgam esta raça.
O andamento e o estilo podem ser apreciados de acordo com os seguintes aspectos:
- O galope
- O porte da cabeça
- O porte da cauda
- A busca
- A paragem
O GALOPE do Setter Irlandês deve ser rápido, flexível e amplo. Os passos devem ser longos e os membros anteriores devem cruzar os posteriores. Deve ser menos “rasante” que o do Setter Inglês, menos “alto” que o do Pointer e menos “ondulante” que o do Setter Gordon. A linha dorsal pode permanecer direita, sem permanecer tão rígida como a do Setter Inglês. Não deve galopar com o dorso demasiado arqueado. O galope “curvado” deve ser interdito.
O PORTE DA CABEÇA ideal do Setter Irlandês é sem dúvida o mais difícil de definir. Também é necessário caracterizá-lo comparando-o com os seus primos e parentes ingleses. Deverá posicionar a cabeça como o Pointer, ou seja muito elevada e demasiado petrificada? Claro que não: embora não possa ser considerada um defeito, esta característica não é inerente à raça.
Deverá posicionar a cabeça como o seu primo, o Setter Inglês? Também não, embora o porte da cabeça deva estar próximo do Setter Inglês.Não é interdito ao Setter Irlandês controlar as emanações na solo, mas sem exagero. Sobretudo nas Provas de Primavera. Na caça a tiro, os juízes devem ser mais tolerantes.
Assim, é necessário, também neste caso, evitar demasiada rigidez na apreciação. Apenas se devem rejeitar os excessos acima assim como abaixo da linha dorsal.
O PORTE DA CAUDA não é muito importante. Mas, apesar disso é necessário falarmos sobre ele. A cauda deve ser preferencialmente posicionada “baixa”. O Setter Irlandês pode “agitá-la”? É mais estético não “agitar a cauda”, mas não pode ser considerado um defeito.
A BUSCA deve ser ampla e cruzada, como para todos os cães de parar ingleses. Mas pode ser menos ampla que a do Pointer e a do Setter Inglês.
Esta deve ser inteligente, ou seja, a exploração do terreno deve ser sistemática, adaptada ao terreno e ao tipo de caça. É necessário, também aqui, conceder uma certa latitude ao cão, sendo que o objectivo encontrar a caça e o de prestar uma bela demonstração espectacular ou estética.
A PARAGEM Talvez seja um pleonasmo repetir que a paragem do cão de parar é o que há demais importante nos eu comportamento, mas é necessário evitar a mecanização à qual o carácter independente do nosso cão não se adapta.
A paragem do Setter Irlandês não tem necessariamente que ser cataléptica. Deve ser flexível e segura. O Setter Irlandês não costuma ser um “cão de parar falso” e este é um defeito que não é necessário admitir.
A paragem deve ser, tal como todo o seu comportamento, flexível e segura. Ela também não tem de ser “felino” nem “leonino”, mas apesar disso estas duas atitudes não são consideradas defeitos.
A paragem do Setter Irlandês pode ser “deslizante” ou “progressiva”. O porte da cabeça pode ser, como na busca, posicionado no prolongamento da linha dorsal, acima ou abaixo deste, de acordo com o terreno e o tipo de caça.
Esta descrição do estilo “Irlandês” pode parecer imprecisa ao espírito cartesiano dos franceses. Mas, relembro mais uma vez, que o Setter Irlandês é de origem celta, isto é, tributário de uma civilização feita de independência e de liberdade, quiçá de fantasia.
É necessário preservar esta flexibilidade do nosso cão, esta liberdade, esta independência, que são os componentes do seu comportamento em todas as circunstâncias.
Não é necessário, de forma alguma, querer imitar outras raças, a pretexto da eficácia.
O nosso cão perderia a sua alma, ou seja as razões pelas quais ele é tão intimamente e de forma tão apaixonada apreciado pelos seus amadores. Esta “alma irlandesa”, que não se manifesta através de nenhuma qualidade técnica precisa, apenas pode ser “sentida” por
aqueles que a amam.

PELAGEM - na cabeça, face anterior dos membros e segmento distal das orelhas, é curta e fina. Nas demais partes do tronco e dos membros, de comprimento moderado, bem assentada, rente à pele e, tanto quanto possível, sem cachos ou ondulações. No segmento proximal das orelhas, é longa e sedosa; na face posterior dos membros, é longa, fina e, suficientemente, densa ao longo da linha inferior, para uma formosa franja, que se estende ao antepeito e à garganta. Nas patas, boa quantidade de pêlos entre os dígitos. A cauda deve apresentar, na face ventral, uma bela franja, de comprimento medianamente longo, que diminui em direção à ponta.
A pelagem é, inteiramente, lisa e bem assentada.
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COR - (Chestnut) castanho intenso, sem qualquer traço de preto. Uma mancha branca no peito, garganta, queixo ou dedos, uma pequena estrela, ou uma risca estreita, acentuada, na testa ou na cabeça, não desqualificam o cão.

IN "http://kacipesca.super-forum.net/t1449-setter-irlandes"

Tamanho do macho: 58 - 67 cm. aprox.
Peso do macho: 20 - 25 kg aprox.
Tamanho da fêmea: 55 - 62 cm. aprox.
Peso da fêmea: 18 - 23 kg aprox.

NOTA: os machos devem apresentar dois testículos de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.

IN "http://www.brunotausz.com.br"


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18 - MICROCOSMOS


imagens  de insectos, partes do corpo humano e artigos 

domésticos


Microcosmos: coloured scanning electron micrograph (SEM)
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Fimbrias duma trompa de falopio.


PREPARE PARA LOGO 
AO JANTAR



VIVINHO DA COSTA
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ESCOLHAS DA SEMANA E DO MÊS


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ESPAÇO NAVE TERRA

SEMANA 24




Episódio da série Espaçonave Terra, que mostra as relações entre a Terra, o Sol e os planetas do Sistema Solar, e as conseqüências dessa relação para a vida em nosso planeta - cada episódio equivale a uma semana do ano.

NR: Os episódios anteriores desta série foram inseridos nos sábados precedentes às 13h00