domingo, 1 de janeiro de 2012

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


É UMA QUESTÃO DE ESTUDO


Um jovem par puritano passeia no campo. Ambos são louros como o trigo!

A um dado momento vêm um burro com o sexo completamente de fora.

A rapariga (loura) pergunta:

- Amor, o que é aquela coisa que sai do burro?

- É o sexo do burro, querida!

E, de repente, a rapariga (loura) desmaia.

O seu queridinho consegue reanimá-la ao fim de uns minutos e pergunta-lhe:

- O que é que te aconteceu?

- Querido. Se um burro tem uma daquele tamanho, nem sequer ouso imaginar o tamanho da tua, que és engenheiro!!!


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MENSAGEM PRESIDENCIAL







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A PANTERA COR DE ROSA




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MICHAEL MERZENICH

A Reprogramação do Cérebro



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ESTA SEMANA NO
"RECORD"

Dakar'2012: 
Motard argentino morre 
na etapa inaugural
Jorge Martínez Boero tinha 38 anos

O Rali Dakar 2012 começou de forma dramática. O motard argentino Jorge Martínez Boero morreu este domingo, na sequência de um acidente na etapa inaugural da prova, que ligou Mar del Plata a Santa Rosa de la Pampa.
O motard de 38 anos sofreu graves lesões no tórax na queda ocorrida ao 50.º km.
O motard foi transportado para o hospital mas não resistiu aos ferimentos.
Antes do início da etapa, Boero escreveu na sua conta oficial do Twitter: "Obrigado por todas as mensagens de apoio. Vou dar tudo no Dakar. O que não mata, fortalece".

* Um jovem, uma tristeza

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8 - TECNOLOGIA DO FUTURO


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ESTA SEMANA NO
"VISA ECONÓMICA"

Governo lança novo programa de
. financiamento regional

O Governo vai lançar, agora no início do ano, um "programa de políticas públicas integradas de estímulo à atividade económica produtiva de base regional e local", sendo que o mesmo decorrerá de forma articulada com a "reprogramação estratégica do QREN mas com um âmbito de intervenção mais alargado".

A informação foi avançada pelo secretário de Estado adjunto da Economia, Almeida Henriques, que explicou que o programa tem como meta "promover um desenvolvimento regional que favoreça o crescimento económico, a competitividade, o emprego e o investimento empresarial".

Reduzir assimetrias
Dinamizar os recursos e capacidades locais a partir das caraterísticas e das necessidades endógenas, favorecer uma maior proximidade ao tecido empresarial e promover um desenvolvimento regional assente no reforço da coesão económica, social e territorial, com particular ênfase na redução das assimetrias entre os diferentes territórios são os objetivos deste programa.
"Com este Programa de Criação de Valor com o Território pretende-se assim colocar os instrumentos de financiamento de apoio à atividade económica ao serviço dos territórios, respondendo de forma pragmática e rápida a problemas concretos das comunidades, valorizando as potencialidades endógenas, fixando as populações, criando emprego e dinamizando e apoiando as economias regionais e locais", sublinhou o secretário de Estado.
Reafirmando que a Comissão Europeia (CE) aprovou na semana passada a reprogramação técnica do PO Norte e do QREN, que garante a entrada de 600 milhões de euros, com vista a antecipar as previsíveis dificuldades de execução dos projetos, Almeida Henriques afirmou que este aval "constitui uma oportunidade acrescida para os municípios concretizarem os seus investimentos nos diversos domínios financiados pelo PO e QREN".


* Clareza e transparência são precisas.

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ESTA SEMANA NO
"SOL"

Portuguesa premiada por comprovar que comer devagar emagrece

A velocidade com que ingerimos os alimentos tem influência no peso corporal e comer devagar tem resultados equiparáveis aos de uma cirurgia bariátrica, revela um estudo realizado por uma investigadora portuguesa que ganhou um prémio internacional.

A investigação premiada de Júlia Galhardo durou um ano e teve por base 500 jovens obesos que estavam a ser acompanhados no Hospital Pediátrico de Bristol, em Inglaterra, com o objectivo de estudar as hormonas que estão relacionadas com os hábitos alimentares.

São duas hormonas do sistema digestivo que circulam no sangue: a grelina, segregada pelo estômago e que induz a sensação de fome e o peptídeo tirosina-tirosina (PYY), segregado pelo intestino e que dá a sensação de saciedade.

Os jovens foram divididos em dois grupos e a um foi dada uma balança computorizada na qual colocavam o prato com os alimentos do almoço e do jantar e que media a velocidade a que comiam, sendo que o ritmo pré-formatado era de cerca de 300-350 gramas em 12-15 minutos.

Caso a velocidade fosse superior, o computador dizia para comerem mais devagar.

Ao segundo grupo (de controlo) foi apenas fornecido aconselhamento dietético e físico.

«Passados esses doze meses fomos ver o índice de massa corporal (IMC) do grupo de controlo e do grupo estudado e o grupo relacionado com a balança tinha uma diminuição do índice de massa corporal significativamente superior à do grupo de controlo. Isto deixou-nos muito contentes porque era uma forma barata e acessível de todos diminuírem o peso», revelou à agência Lusa a investigadora principal.

Júlia Galhardo apontou que é do senso comum que comer devagar faz com que se fique saciado mais depressa e não se ganhe peso, mas que ninguém tinha antes estudado o que acontecia a nível hormonal.

«No fundo há uma comunicação entre o aparelho digestivo e o cérebro, em que o aparelho digestivo diz: ‘estamos com fome, venha daí comida’. Depois de estarmos a comer, ele diz: ‘já chega, já estamos saciados, não é preciso vir mais comida’», explicou a investigadora.

De acordo com Júlia Galhardo, quando as crianças e os adolescentes comiam de forma lenta, as hormonas que regulam a fome e a saciedade, e que tinham estado totalmente alteradas pelos maus hábitos alimentares, ficaram novamente reguladas, regularizando também a comunicação entre o sistema digestivo e o cérebro.

Era do senso comum que comendo mais devagar as pessoas ficavam mais saciados e perdiam peso.

Porém, sublinhou Júlia Galhardo, «ninguém foi estudar o que é que acontecia a nível hormonal e ao nível fisiológico e nunca ninguém tinha ido estudar a possibilidade de reajustar esta comunicação entre o sistema digestivo e o cérebro» através da redução da velocidade de ingestão.

De acordo com a investigadora, o trabalho mostrou que tornar o processo de ingestão de alimentos mais lento tem resultados comparáveis aos das cirurgias bariátricas, ou seja, cirurgias realizadas em pessoas com um elevado nível de obesidade e que normalmente serve para reduzir o tamanho do estômago.

Segundo Júlia Galhardo, nunca se deve perder menos de trinta minutos a comer, tendo em conta que cada uma das refeições deve incluir uma sopa de legumes e um prato principal.

A investigadora espera que esta descoberta seja divulgada nos centros de saúde, campanhas de esclarecimento ou mesmo nos estabelecimentos de ensino, lembrando que este é um caso de saúde pública.

Júlia Galhardo foi premiada este ano com o Henning Andersen da Sociedade Europeia de Endocrinologia pediátrica.


* Notável o trabalho desta investigadora mas neste momento, a grande preocupação é haver comida para levar à boca.

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MANUELA ARCANJO



A ausência de esperança


Neste final de um ano difícil para a esmagadora maioria dos portugueses, gostaria de escrever algo de positivo sobre um futuro próximo. Mas não é possível. O ano de 2012 será ainda pior pelo que se conhece e pelo que se pode deduzir. Mas pior, muito pior é a falta de expectativas, a falta de esperança que existe para os anos seguintes.
Neste final de um ano difícil para a esmagadora maioria dos portugueses, gostaria de escrever algo de positivo sobre um futuro próximo. Mas não é possível. O ano de 2012 será ainda pior pelo que se conhece e pelo que se pode deduzir. Mas pior, muito pior é a falta de expectativas, a falta de esperança que existe para os anos seguintes.

Não é suficiente, e já é suficientemente grave, sabermos que o desemprego vai continuar a aumentar - todas as previsões podem ser, neste momento, optimistas – com a protecção social cada vez mais restritiva. Não é suficiente sabermos, de forma indirecta pela ausência de estudos actuais, que a nossa elevada taxa de pobreza – das mais elevadas na União Europeia – deve estar a aumentar fortemente. Não é suficiente percebermos que existem milhares de famílias que tendo pertencido à designada classe média enfrentam agora carências várias incluindo, a mais grave, a impossibilidade de se alimentarem dignamente. Não é suficiente percebermos que nas melhores avenidas da capital surgem "novos mendigos", homens e mulheres com mais de quarenta anos que de forma envergonhada tentam vender algo porque não conseguem pedir "uma esmola". Não é suficiente sabermos que existem jovens altamente qualificados que trabalham, de forma precária, a menos de cinco euros por hora. Não é suficiente sabermos que milhares de idosos não conseguem, já hoje, comprar medicamentos ou alimentação diária.

Poderia continuar mas agora acho que já é suficiente. Isto tudo já acontece neste final de 2011, ano fatal para os portugueses. Os sucessivos governos nem sempre aplicaram bem os recursos financeiros – aqui não posso deixar de reafirmar que muito deste "desperdício" favoreceu, de forma regular ou ilegal, muitas empresas criadas para o efeito, muitos dirigentes, alguns políticos e seus amigos – e em alguns casos deixaram que os portugueses pensassem que as melhorias salariais e o acesso fácil ao crédito eram sinais de um país que finalmente estava mais rico. Erro fatal.

Mas o futuro poderá trazer efeitos terríveis a médio e longo prazo. Não se trata de especulação mas de uma análise objectiva do que o actual Governo pode vir a deixar aos portugueses. Isto por duas razões principais. Primeiro, porque tendo de respeitar, naturalmente, o mau Memorando assinado com a Troika, não discute as alternativas para chegar aos objectivos e não justifica com base em estudos credíveis os efeitos de determinadas medidas. Temos, para efeitos externos, um Governo de subordinados silenciosos.

Segundo, pela constituição partidária do Governo. Por um lado, o PSD que defende menos Estado e mais privados em áreas sociais mas digamos que "boas áreas de negócios". As opções, assumidas ou não, para o Serviço Nacional de Saúde – elogiado a nível europeu – traduzem apenas um princípio ideológico que não se fundamenta, pelo menos no caso português, em menor gasto nem em mais acesso e qualidade. A trágica "conta" do Primeiro Ministro sobre o valor futuro das pensões é reveladora da leviandade ou incompetência absoluta sobre a forma de se preparar uma nova reforma, seus efeitos e garantias.

Por outro lado, temos o CDS para o qual a política social assenta na caridade. São frequentes os discursos vibrantes sobre as medidas tomadas para os mais carenciados, as restrições aos direitos sociais e aos cortes de despesa porque, afirmam, o Estado só deve garantir apoios aos mais pobres. Recuamos décadas quando as famílias mais ricas apoiavam "os seus pobres".

Por parte do actual Governo não existe uma palavra sobre as possibilidades – estreitas, admito – de se poder gerar mais crescimento. Repete à exaustão a palavra austeridade mas omite a impossibilidade de reduzir a meta do défice público estabelecida para 2012 – com crescimento negativo e com um novo artificio de uma mega receita extraordinária – sem o recurso a mais medidas de empobrecimento. Não é transmitido um sentido para este duro percurso, não é dada uma palavra de esperança sobre o futuro mas apenas um apelo aos desempregados qualificados para emigrarem.

No fundo, até se percebe, Portugal é visto como um país menos recomendável no seio da UEM e, por mimetismo, o actual Governo também gostaria de se ver livre de todos os portugueses que, por desemprego ou pobreza, não pagam impostos.


IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
25/12/11

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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

Moeda única circula nas mãos de 332 milhões de pessoas
O euro circula há 10 anos. Hoje, é considerado a segunda moeda mais importante no mundo, depois do dólar.

A 1 de janeiro de 2002 o euro começou a circular. Hoje, passados 10 anos, a moeda única é utilizada por 332 milhões de pessoas de 17 países, sendo considerada a segunda moeda mais importante no mundo, depois do dólar.

"Há dez anos, no dia 1 de janeiro de 2002, as notas e moedas de euro foram introduzidas em 12 Estados-membros da União Europeia", lembra o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mário Draghi no site da instituição.

"A introdução do novo numerário constituiu um desafio sem precedentes, mas decorreu com êxito. Em poucos dias, encontravam-se em circulação milhares de milhões de notas e moedas de euro", considerou, acrescentando que "o euro tornou-se um símbolo da Europa e as notas e moedas de euro passaram a fazer parte do nosso quotidiano".


* E foi assim que uma alface que custava 100 escudos passou a custar 200.


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ESTA SEMANA NA
"SABER VIVER"

Sapatos vegan
Calçado original feito a partir de garrafas de água

É desta forma que a marca britânica Beyond Skin denomina o seu calçado, produzido sem recurso a qualquer produto animal, de forma ecológica e feito à mão.

As garrafas de água são um dos materiais usados na confeção deste calçado, dando origem a uma microfibra, designada de Dinamica By Miko, semelhante a uma camurça e que, pelas suas comprovadas qualidades, já é usada no interior de automóveis das marcas Jaguar e Mercedes-Benz.

O resultado são sapatos ultraresistentes e que não se mancham com a água como acontece com a camurça. Quando deixar de os usar, pode reciclá-los totalmente, pois até a sola é feita de borracha reciclada. O calçado desta marca, ainda não disponível em Portugal, encontra-se à venda no site da Beyond Skin.

* Moda e Ambiente


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C - COSMOS

4 - A VIDA DAS ESTRELAS



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C - COSMOS

4 - A VIDA DAS ESTRELAS




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HOJE NO
"A BOLA"

Portugal preocupa Del Bosque

O selecionador espanhol Vicente Del Bosque diz que Portugal será uma das seleções a ter em conta na fase final do Euro-2012.

«Temos tendência para desvalorizar os nossos adversários, mais ainda depois de termos ganho o Mundial. O Europeu vai ser duro, vamos encontrar rivais de peso que precisam ganhar algo. Seleções como Inglaterra, Holanda, Alemanha ou Portugal, que tem Cristiano e Nani», alerta Del Bosque, em entrevista ao diário AS.

* Simpatia de Ano Novo

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UM DIA DE PRAIA





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ESTA SEMANA NA
"BLITZ"

10 milhões foram a espetáculos em 2011, metade não pagou bilhete

Estudo analisa público de concertos, óperas, peças de teatro e dança, circo e touradas e aponta para elevado número de entradas grátis.
Em 2011, 10 milhões de pessoas assistiram a espetáculos em Portugal.

Os números são de um estudo agora divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística.

Segundo o Correio da Manhã, 10 milhões e 200 mil pessoas assistiram a pouco mais de 30 mil espetáculos (concertos, óperas, peças de teatro, espetáculos de dança, circo e touradas).

Contudo, só 4 milhões e 600 mil destas entradas terão sido pagas.

Em declarações ao Correio da Manhã, Álvaro Covões lamenta que haja tantos "convites" no setor público. O diretor da Everything is New garante que, na sua promotora, "as entradas grtauitas representam só 10% da atividade".

Também ouvido pelo Correio da Manhã, Paulo Dias, administrador geral da UAU, afina pelo mesmo diapasão: "Dá que pensar: os organismos públicos deviam rever esta oferta de bilhetes, pois é concorrência a uma actividade comercial essencial ao país", diz.

Entre as receitas gerais de 85 milhões e 200 mil euros, os concertos são o tipo de espetáculo que mais público atraiu, gerando mais de 50 milhões de euros.


* O país inteiro foi à festa


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ORQUESTRA PORTUGUESA
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DE SAXOFONES
 





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TOP 10
Das Piores Alturas




Esta sátira, curiosíssima, confirma a opinião que 

os açorianos têm "caco", sensibilidade e humor

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6- OS DEZ MAIS CAROS DA HISTÓRIA


Lugares que não parecem ser da Terra

video



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CHÁ PARA 2012

Os Segredos dos Chás

O chá protege as artérias influenciando os factores relacionados à formação de coágulos. Os elementos químicos presentes no chá podem reduzir a capacidade de coagulação do sangue, impedir a activação e o agrupamento das plaquetas, aumentar a actividade de dissolução de coágulos e diminuir os depósitos de colesterol nas paredes arteriais. O pigmento proveniente do chá preto comum ou do chá verde asiático impedia o acúmulo de plaquetas nos pacientes e aumentava a actividade de dissolução de coágulos. Surpreendentemente, disse que o chá preto comum consumido normalmente pelos norte-americanos funcionava tão bem quanto chá verde asiático. Um determinado tipo de tanino presente no chá verde, chamado catequino, é tão eficaz como a aspirina no sentido de bloquear o acúmulo de plaquetas.
O chá aparentemente, também ajuda a bloquear o estímulo gerado pelo colesterol LDL à proliferação de células musculares nas paredes arteriais, esse crescimento de células favorece o acúmulo de plaquetas nas artérias.
Salvos Pelo Chá
Evite os derrames bebendo chá, principalmente chá verde. Uma explicação para a actividade anti-derrame pode ser a alta concentração de antioxidantes no chá, capazes de proteger os vasos sanguíneos contra danos.
Japoneses Consumidores de Chá
O consumo diário de no mínimo dez chávenas de chá verde tem efeito protector de adquirir cancro no estômago. Segundo estimativas dos pesquisadores, essa quantidade de chá forneceria de 40 a 50g de vitamina C. Além disso foi demonstrado que o chá verde (tanto quanto o chá preto) realmente neutraliza a formação de nitrosaminas - potentes carcinógenos - tanto em tubos de ensaio quanto no estômago de seres humanos.

Indicação de Chás
Chá de Alecrim - Indicado para stress físico e mental, depressão, gota, reumatismo, facilita a digestão.
Alfazema - Indicado para insónias, excitação nervosa, alivia nevralias (dores de cabeça), tosse, asma, bronquite.
Arnica - Analgésica e anti-inflamatória em casos de traumatismos, luxações, entorses, hematomas, distensões musculares e ainda como antisséptica em afecções bucais e furúnculos.
Ban-chá - Depurativo cuja acção acentua a eliminação de toxinas aumentando a diurese e facilitando a digestão.
Boldo - Tónico do aparelho digestivo, aumenta a produção da bilis eliminando gases, cálculos na vesícula e no combate das afecções do fígado e baço.
Camomila - Auxilia a digestão aliviando cólicas abdominais, náuseas, diarréia. Indicado como calmante para insónia e nervosismo.
Carqueja - Acção benéfica sobre o fígado e intestino aliviando azia, má digestão, gastrite, prisão de ventre, etc.
Catuaba - Tónico do sistema nervoso amenizando o nervosismo, insónia, fadiga cerebral, impotência sexual, tosse e bronquites.
Cofrey - Acção terapêutica nas afecções sobre o aparelho respiratório como amigdalite, laringite, faringite e cicatrizante de fissuras, feridas e abcessos, eczemas, podendo ser usado com cautela em processos internos como úlceras gástricas e duodenais.
Erva Cidreira - Insónia, nervosismo, cólicas no ventre e gases.
Erva Doce - Alivia cólicas menstruais, de recém-nascidos e abdominais, também auxilia a má digestão.
Eucalípto - Trata inflamações das vias respiratórias como tosse, rouquidão, bronquite, asma e alivia estados catarrais.
Hortelã - Atenua azia, gases e cólicas. Vermífuga (lombriga e oxiurus). Alivia asma e bronquite.
Jasmim - Tónico, indicado contra sonolência e combate acessos de asma. Excelente diurético.
Maçã - Sedativo, digestivo, anti-diarréica e também indicada nos casos de colite.
Malva - Afecções das vias respiratórias como bronquite, tosses catarrais, laringite e nos processos inflamatórios de boca e garganta, através de bochechos e gargarejos. Antisséptico de vias digestivas e urinárias.
Maracujá - Dores de cabeça de origem nervosa, ansiedade, insónia, palpitações, perturbações nervosas da menopausa e dores espasmódicas.
Melissa - Sedativa em distúrbio de origem nervosa, perturbações gástricas como indigestão, enjoos e espasmos. Alivia dores de cabeça.
Menta - Indicado para má digestão, gases e cólicas.
Poejo - Anti-inflamatório, acção espectorante no processos respiratórios como tosses catarrais, antiespamódico e ainda depurativo.
Salvia - Estimulante estomacal, usado nas atonias digestivas, náuseas, dispepsias, alivia cólicas estomacais, intestinais e menstruais. Indicada nos casos febris com sudorese intensa. Acção antisséptica na higiene bucal e em afecções da pele de origem micótica e feridas.
Stévia - Adoçante usado nas dietas de emagrecimento, na alimentação infantil e por não interferir na glicemia pode ser usado por diabéticos.
O chá da flôr de sabogueiro serve para combater as bronquites, as queimaduras, o ruematismo, as hemorroidas ou mesmo as infecções dos olhos ou da pele.
O poejo é utilizado no caso de gripe ou de tosse.
Para combater as indigestões, as cólicas ou as insónias pode-se tomar um chá de erva cidreira ao qual se deve juntar uma casca de limão.
A doce lima (lucia lima) utiliza-se para a cura das dores de estômago.
O chá da erva de S. Roberto pode ser utilizado no combate das inflamações intestinais e ginecológicas, hemorroidas e diabetes.
As malvas são utilizadas no caso de bronquites, tosse ou inflamações.
A pimpinela serve para aliviar as diarreias ou hemorroidas ou tratar as irregularidades da menstruação.
As folhas de oliveira também podem ser utilizadas na preparação de chás para o tratamento de diabetes ou doenças ligadas ao coração.
O chá feito com barbas de milho serve para combater as dores de rins ou da bexiga, o reumatismo ou a hipertensão arterial.
A flôr da carqueja serve para tratar os diabetes ou as constipações.
O hipericão faz bem ao fígado
O chá da salva do mato é utilizado para os problemas estomacais como as indigestões ou as dificuldades em ingerir, serve também como fortificante.
O fel da terra serve para tratar as diarreias ou para fazer baixar a febre.
A erva da prata é utilizada na preparação de chás no caso das dores abdominais.
O chá do alecrim tem várias finalidades, tratar o colesterol, as dores de dentes ou enxaquecas, as doenças de coração ou mesmo nos casos de celulite.

Beba chá fundamentalmente porque é saboroso


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FILOSOFANDO


 

ETNIA DOS DINKA
AFRICA


B

11 - VULTOS DA CULTURA DA TERCEIRA REPÚBLICA »»»sofia de mello breyner andersen



Sofia de Melo Breyner Andresen (Porto, 6 de Novembro de 1919 — Lisboa, 2 de Julho de 2004) foi uma das mais importantes poetisas portuguesas do século XX. Foi a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão literário da língua portuguesa, o Prémio Camões, em 1999.



A Vida
Tem origem dinamarquesa pelo lado paterno. O seu bisavô, Jan Heinrich Andresen, desembarcou um dia no Porto e nunca mais abandonou esta região, tendo o seu filho João Henrique comprado, em 1895, a Quinta do Campo Alegre, hoje Jardim Botânico do Porto. Como afirmou em entrevista, em 1993, essa quinta "foi um território fabuloso com uma grande e rica família servida por uma criadagem numerosa". A mãe, Maria Amélia de Mello Breyner, é filha do conde de Mafra, médico e amigo do rei D.Carlos. Maria Amélia é também neta do conde Henrique de Burnay, um dos homens mais ricos do seu tempo.

Criada na velha aristocracia portuense, educada nos valores tradicionais da moral cristã, foi dirigente de movimentos universitários católicos quando frequentava Filologia Clássica na Universidade de Lisboa (1936-39). Colaborou na revista Cadernos de Poesia, onde fez amizades com autores influentes e reconhecidos: Rui Cinatti e Jorge de Sena. Veio a tornar-se uma das figuras mais representativas de uma atitude política liberal, apoiando o movimento monárquico e denunciando o regime salazarista e os seus seguidores. Ficou célebre como canção de intervenção dos Católicos Progressistas a sua "Cantata da Paz", também conhecida e chamada pelo seu refrão: "Vemos, Ouvimos e Lemos. Não podemos ignorar!" Casou-se, em 1946, com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares e foi mãe de cinco filhos: uma professora universitária de Letras, um jornalista e escritor de renome (Miguel Sousa Tavares), um pintor e ceramista e mais uma filha que é terapeuta ocupacional e herdou o nome da mãe. Os filhos motivaram-na a escrever contos infantis.

Em 1964 recebeu o Grande Prémio de Poesia pela Sociedade Portuguesa de Escritores pelo seu livro Livro sexto. Já depois do Revolução dos Cravos (25 de Abril), foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto numa lista do Partido Socialista, enquanto o seu marido navegava rumo ao Partido Social Democrata.

Distinguiu-se também como contista (Contos Exemplares) e autora de livros infantis (A Menina do Mar, O Cavaleiro da Dinamarca, A Floresta, O Rapaz de Bronze, A Fada Oriana, etc.). Foi também tradutora de Dante Alighieri e de Shakespeare e membro da Academia das Ciências de Lisboa. Para além do Prémio Camões, foi também distinguida com o Prémio Rainha Sofia, em 2003.

Sophia de Melo Breyner faleceu, aos 84 anos, no dia 2 de Julho de 2004 no Hospital da Cruz Vermelha.

Desde 2005, no Oceanário de Lisboa, os seus poemas com ligação forte ao Mar foram colocados para leitura permanente nas zonas de descanso da exposição, permitindo aos visitantes absorverem a força da sua escrita enquanto estão imersos numa visão de fundo do mar.

Caracterização da obra
Da sua infância e juventude, a autora recorda sobretudo a importância das casas, lembrança que terá grande impacto na sua obra, ao descrever as casas e os objectos dentro delas, dos quais se lembra. Explica isso do seguinte modo: "Tenho muita memória visual e lembro-me sempre das casas, quarto por quarto, móvel por móvel e lembro-me de muitas casas que desapareceram da minha vida (…). Eu tento «representar», quer dizer, «voltar a tornar presentes» as coisas de que gostei e é isso o que se passa com as casas: quero que a memória delas não vá à deriva, não se perca"[4] Está presente em Sofia também uma ideia da poesia como valor transformador fundamental. A sua produção corresponde a ciclos específicos, com a culminação da actividade da escrita durante a noite: "não consigo escrever de manhã, (…) preciso daquela concentração especial que se vai criando pela noite fora.".[5] A vivência nocturna da autora é sublinhada em vários poemas ("Noite", "O luar", "O jardim e a noite", "Noite de Abril", "Ó noite"). Aceitava a noção de poeta inspirado, afirmava que a sua poesia lhe acontecia, como a Fernando Pessoa: "Fernando Pessoa dizia: «Aconteceu-me um poema». A minha maneira de escrever fundamental é muito próxima deste «acontecer». (…) Encontrei a poesia antes de saber que havia literatura. Pensava mesmo que os poemas não eram escritos por ninguém, que existiam em si mesmos, por si mesmos, que eram como que um elemento do natural, que estavam suspensos imanentes (…). É difícil descrever o fazer de um poema. Há sempre uma parte que não consigo distinguir, uma parte que se passa na zona onde eu não vejo.".[6] A sua própria vida e as suas próprias lembranças são uma inspiração para a Autora, pois, como refere Dulce Maria Quintela (1981:112), ela "fala de si, através da sua poesia".

Sophia de Melo fez-se poeta já na sua infância, quando, tendo apenas três anos, foi ensinada "A Nau Catrineta" (Quintela, op.cit:112):

"Havia em minha casa uma criada, chamada Laura, de quem eu gostava muito. Era uma mulher jovem, loira, muito bonita. A Laura ensinou-me a "Nau Catrineta" porque havia um primo meu mais velho a quem tinham feito aprender um poema para dizer no Natal e ela não quis que eu ficasse atrás… Fui um fenómeno, a recitar a "Nau Catrineta", toda. Mas há mais encontros, encontros fundamentais com a poesia: a recitação da "Magnífica", nas noites de trovoada, por exemplo. Quando éramos um pouco mais velhos, tínhamos uma governanta que nessas noites queimava alecrim, acendia uma vela e rezava. Era um ambiente misto de religião e magia… E de certa forma nessas noites de temporal nasceram muitas coisas. Inclusivamente, uma certa preocupação social e humana ou a minha primeira consciência da dureza da vida dos outros, porque essa governanta dizia: «Agora andam os pescadores no mar, vamos rezar para que eles cheguem a terra» (…)."[7]

Baseando-nos nas observações de Luísa Pessoa (2006), desenvolvamos alguns dos tópicos mais relevantes na sua criação literária:

A infância e juventude – constituem para a Autora um espaço de referência ("O jardim e a casa", Poesia, 1944; "Casa", Geografia, 1967; "Casa Branca", Poesia, 1944; "Jardim Perdido", Poesia, 1944; "Jardim e a Noite", Poesia, 1944).

O contacto com a Natureza também marcou profundamente a sua obra. Era para a Autora um exemplo de liberdade, beleza, perfeição e de mistério e é largamente citada da sua obra, quer citada pelas alusões à terra (árvores, passaros, o luar), quer pelas referências ao mar (praia, conchas, ondas).

O Mar é um dos conceitos-chave na criação literária de Sophia de Melo Breyner: "Desde a orla do mar/ Onde tudo começou intacto no primeiro dia de mim".O efeito literário da inspiração no Mar pode se observar em vários poemas, como, por exemplo, "Homens à beira-mar" ou "Mulheres à beira-mar". A Autora comenta isso do seguinte modo:

"Esses poemas têm a ver com as manhãs da Granja, com as manhãs da praia. E também com um quadro de Picasso. Há um quadro de Picasso chamado Mulheres à beira-mar. Ninguém dirá que a pintura do Picasso e a poesia de Lorca tenham tido uma enorme influência na minha poesia, sobretudo na época do Coral… E uma das influências do Picasso em mim foi levar-me a deslocar as imagens."

Outros exemplos em que claramente se percebe o motivo do mar são: "Mar" em Poesia, 1944; "Inicial" em Dual, 1972; "Praia" em No Tempo dividido; "Praia" em Coral, 1950; "Açores" em O Nome das Coisas, 1977. Neles exprime-se a obsessão do mar, da sua beleza, da sua serenidade e dos seus mitos. O Mar surge aqui como símbolo da dinâmica da vida. Tudo vem dele e tudo a ele regressa. É o espaço da vida, das transformações e da morte.

A cidade constitui outro motivo frequentemente repetido na obra de SMB ("Cidade" em Livro Sexto, 1962; "Há Cidades Acesas", Poesia, 1944; "Cidade" em Livro Sexto, 1962; "Fúrias", Ilhas, 1989). A cidade é aqui um espaço negativo. Representa o mundo frio, artificial, hostil e desumanizado, o contrário da natureza e da segurança.

Outro tópico acentuado com frequência na obra de Sofia é o tempo: o dividido e o absoluto que se opõem. O primeiro é o tempo da solidão, medo e mentira, enquanto o tempo absoluto é eterno, une a vida e é o tempo dos valores morais ("Este é o Tempo", Mar Novo, 1958; "O Tempo Dividido", No Tempo Dividido, 1954). Segundo Eduardo Prado Coelho, o tempo dividido é o tempo do exílio da casa, associado com a cidade, porque a cidade é também feita pelo torcer de tempo, pela degradação.

Sophia de Melo era admiradora da literatura clássica. Nos seus poemas aparecem frequentemente palavras de grafia antiga (Eurydice, Delphos, Amphora). O culto pela arte e tradição próprias da civilização grega são lhe próximos e transparecem pela sua obra ("O Rei de Itaca", O Nome das Coisas, 1977; "Os Gregos", Dual, 1972; "Exílio", O Nome das Coisas, 1977; "Soneto de Eurydice", No Tempo Dividido, "Crepúsculo dos Deuses", Geografia; "O Rei de Itaca", O Nome das Coisas, 1977; "Ressurgiremos", Livro Sexto, 1962).

Além dos aspectos temáticos referidos acima, vários autores (Pessoa, op.cit:64-71; Quintela, 1981:112-114; Sena, 1988:174; Berrini, 1985[10]) sublinham a enorme influência de Fernando Pessoa na obra de Sofia de Melo Breyner. O que os dois autores têm em comum é: a influência de Platão, o apelo ao infinito, a memória de infância, o sebastianismo e o messianismo, o tom formal que evoca Álvaro de Campos. A figura de Pessoa encontra-se evocada múltiplas vezes nos poemas de Sofia ("Homenagem a Ricardo Reis", Dual, 1972; "Cíclades (evocando Fernando Pessoa)", O Nome das Coisas, 1977).

De modo geral, o universo temático da Autora é abrangente e pode ser representado pelos seguintes pontos resumidos (Besse, 1990, 11,13; Pessoa, 2006:15):

* A busca da justiça, do equilíbrio, da harmonia e a exigência do moral
* Tomada de consciência do tempo em que vivemos
* A Natureza e o Mar – espaços eufóricos e referenciais para qualquer ser humano
* O tema da casa
* Amor
* Vida em oposição à morte
* Memória da infância
* Valores da antiguidade clássica, naturalismo helénico
* Idealismo e individualismo ao nível psicológico
* O poeta como pastor do absoluto
* O humanismo cristão
* A crença em valores messiânicos e sebastianistas
* Separação

Quanto ao estilo de linguagem de Sofia de Melo Breyner, podemos constatar que, como refere Besse (op.cit: 14), Sophia de Melo Breyner tem um estilo característico, cujas marcas mais evidentes são: o valor hierático da palavra, a expressão rigorosa, o apelo à visão clarificadora, riqueza de símbolos e alegorias, sinestesias e ritmo evocador de uma dimensão ritual. Nota-se uma "transparência da palavra na sua relação da linguagem com as coisas, a luminosidade de um mundo onde intelecto e ritmo se harmonizam na forma melódica, perfeita".

A opinião sobre ela de alguns dos mais importantes críticos literários portugueses é a mesma: o talento da autora é unanimemente apreciado. Eduardo Lourenço afirma que a Sophia de Melo Breyner tem uma sabedoria "mais funda do que o simples saber", que o seu conhecimento íntimo é imenso e a sua reflexão, por mais profunda que seja, está exposta numa simplicidade original. Seguem alguns exemplos de outros estudiosos a comprovar essa opinião:

"A sua sensibilidade de poeta oscila entre o modernismo de expressão e um classicismo de tom, caracterizado por uma sobriedade extremamente dominada e por uma lucidez dialéctica que coloca muitas das suas composições na linha dos nossos melhores clássicos." (Álvaro Manuel Machado, Quem é Quem na Literatura Portuguesa)

"Sofia de Melo Breyner Andersen é, quanto a nós, um caso ímpar na poesia portuguesa, não só pela difusa sedução dos temas ou pelos rigores da expressão, mas sobretudo por qualquer coisa, anterior a isso tudo, em que tudo isso se reflecte: uma rara exigência de essencial-idade". (David Mourão-Ferreira, Vinte Poetas Contemporâneos)

"A poesia de Sofia de Melo Breyner Andersen é (…) uma das vozes mais nobres da poesia portuguesa do nosso tempo. Entendamos, por sob a música dos seus versos, um apelo generoso, uma comunhão humana, um calor de vida, uma franqueza rude no amor, um clamor irredutível de liberdade – aos quais, como o poeta ensina, devemos erguer-nos sem compromissos nem vacilações." (Jorge de Sena, "Alguns Poetas de 1938" in Colóquio Artes e Letras, nº 1, Janeiro de 1959)

Obras
Poesia
* Poesia (1945, Cadernos de Poesia, nº 1, Coimbra; 3ª ed. 1975)
* O Dia da Mar (1947, Lisboa, Edições Ática; 3ª ed. 1974)
* Coral (1950, Porto, Livraria Simões Lopes; 2ª ed., ilustrada por Escada, Lisboa, Portugália, 1968)
* No Tempo Dividido (1954, Lisboa, Guimarães Editores)
* Mar Novo (1958, Lisboa, Guimarães Editores)
* Livro Sexto (1962, Lisboa, Livraria Morais Editora; 7ª ed. 1991)
* O Cristo Cigano (1961, Lisboa, Minotauro, ilustrado por Júlio Pomar)
* Geografia (1967, Lisboa, Ática)
* Grades (1970)
* 11 Poemas (1971)
* Dual (1972, Lisboa, Moraes Editores; 3ª ed., Lisboa, Salamandra, 1986)
* Antologia (1975)
* O Nome das Coisas (1977, Lisboa, Moraes Editores)
* Navegações(1983)
* Ilhas (1989)
* Musa (1994)
* Signo (1994)
* O Búzio de Cós (1997)
* Mar (2001) - antologia organizada por Maria Andresen de Sousa Tavares
* Primeiro Livro de Poesia (infanto-juvenil) (1999)
* Orpheu e Eurydice (2001)

Poemas não incluídos na Obra Poética:
* "Juro que venho para mentir"; "És como a Terra-Mãe que nos devora"; "O mar rolou sobre as suas ondas negras"; "História improvável"; "Gráfico", Távola Redonda - Folhas de Poesia, nº 7, Julho, 1950.
* "Reza da manhã de Maio"; "Poema", A Serpente - Fascículos de Poesia, nº 1, Janeiro, 1951.
* "Caminho da Índia", A Cidade Nova, suplemento dos nº 4-5, 3ª série, Coimbra, 1958.
* "A viagem" [Fragmento do poema inédito "Naufrágio"], Cidade Nova, 5ª série, nº 6, Dezembro, 1958.
* "Novembro"; "Na minha vida há sempre um silêncio morto"; "Inverno", Fevereiro - Textos de Poesia, 1972.
* "Brasil 77", Loreto 13 - Revista Literária da Associação Portuguesa de Escritores, nº 8, Março, 1982.
* "A veste dos fariseus", Jornal dos Poetas e Trovadores - Mensário de Divulgação Cultural, nº 5/6, 2ª série, Março/Abril, 1983.
* "Oblíquo Setembro de equinócio tarde", Portugal Socialista, Janeiro, 1984.
* "Canção do Amor Primeiro", Sete Poemas para Júlio (Biblioteca Nacional, cota nº L39709), 1988.
* "No meu Paiz", Escritor, nº 4, 1995.
* "D. António Ferreira Gomes. Bispo do Porto"; "Naquele tempo" ["Dois poemas inéditos"], Jornal de Letras, 16 Jun., 1999.

Ficção
Contos
* Contos Exemplares (1962, Lisboa, Livraria Morais Editora; 24ª ed. 1991)
* Histórias da Terra e do Mar (1984, Lisboa, Edições Salamandra; 3ªed., Lisboa, Texto Editora, 1989)

Contos Infantis
* A Menina do Mar (1958)
* A Fada Oriana (1958)
* Noite de Natal(1959)
* O Cavaleiro da Dinamarca (1964)
* O Rapaz de Bronze (1965)
* A Floresta (1968)
* O Tesouro (1970)
* A Árvore (1985)

Teatro
* O Bojador (1ª ed. s/d, 2ª ed. 2000, Lisboa, Editorial Caminho)
* O Colar (2001, Lisboa, Editorial Caminho)

Ensaio
* "A poesia de Cecíla Meireles" (1956), Cidade Nova, 4ª série, nº 6, Novembro 1956
* Cecília Meireles (1958), in Cidade Nova
* Poesia e Realidade (1960), in Colóquio, nº 8
* "Hölderlin ou o lugar do poeta" (1967), Jornal de Comércio, 30 de Dez. 1967.
* O Nu na Antiguidade Clássica (1975), in O Nu e a Arte, Estúdios Cor, (2ª ed., Lisboa, Portugália; 3ªed. [revista], Lisboa, Caminho, 1992)
* "Torga, os homens e a terra" (1976), Boletim da Secretaria de Estado da Cultura, Dezembro 1976
* "Luís de Camões. Ensombramentos e Descobrimentos" (1980), Cadernos de Literatura, nº 5
* "A escrita (poesia)" (1982/1984), Estudos Italianos em Portugal, nº 45/47

Tradução por Sofia de Melo Breyner Andresen
* A Anunciação de Maria (Paul Claudel) – 1960, Lisboa, Editorial Aster
* O Purgatório (Dante) – 1962, Lisboa, Minotauro
* "A Hera", "A última noite faz-se estrela e noite" (Vasko Popa); "Às cinzas", "Canto LI", "Canto LXVI" (Pierre Emmanuel); "imagens morrendo no gesto da", "Gosto de te encontrar nas cidades estrangeiras" (Edouard Maunick), O Tempo e o Modo, nº 22 - 1964
* Muito Barulho por Nada (William Shakespeare) - 1964
* Medeia (Eurípedes) - 1964
* Hamlet (William Shakespeare) – 1965
* "Os reis Magos", tradução de um poema do Eré Frene, Colóquio - Revista de Artes e Letras, nº 43, 1967.
* Quatre Poètes Portugais (Camões, Cesário Verde, Mário de Sá-Carneiro, Fernando Pessoa) – 1970
* A Vida Quotidiana no Tempo de Homero, de Émile Mireaux, Lisboa, Livros do Brasil, s.d. [1979]
* Ser Feliz, de Leif Kristianson, Lisboa, Presença, 1980
* Um Amigo, de Leif Kristianson, Lisboa, Presença, 1981
* Medeia, de Eurípedes (inédito) [199-]

Prémios
* 1964 - Grande Prémio de Poesia da Sociedade Portuguesa de Escritores, atribuído a Livro Sexto.
* 1977 - Prémio Teixeira de Pascoaes
* 1979 – Medalha de Verneil da Societé de Encouragement au Progrés, de França
* 1980 – Ordem Militar de Sant’Iago de Espada
* 1983 - Prémio da Crítica, do Centro Português da Associação Internacional de Críticos Literários, pelo conjunto da sua obra
* 1989 - Prémio D. Dinis, da Fundação da Casa de Mateus
* 1990 - Grande Prémio de Poesia Inasset / Inapa
* 1992 - Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças
* 1994 - Prémio cinquenta anos de Vida Literária, da Associação Portuguesa de Escritores
* 1995 - Prémio Petrarca
* 1995 – Homenagem de Faculdade de Teologia da Universidade Católica de Lisboa, pelo cinquentenário da publicação do primeiro livro "Poesia"
* 1995 - Outubro – Placa de Honra do Prémio Fransesco Petrarca, Pádua, Itália
* 1996 - Homenageada do "Carrefour des Littératures", na IV Primavera Portuguesa de Bordéus e da Aquitânia
* 1998 - Prémio da Fundação Luís Miguel Nava
* 1999 - Prémio Camões (primeira mulher portuguesa a recebê-lo)
* 2000 - Prémio Rosalia de Castro, do Pen Clube Galego
* 2001 - Prémio Max Jacob Étranger
* 2003 - Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-americana.


IN "WIKIPÉDIA"

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