22/10/2012

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HOJE NO
"DESTAK"

Bolseiros de investigação entregam 
carta aberta a Crato para reclamar
. resolução de problemas 

Mal pagos, com atrasos e sem sequer serem considerados trabalhadores, apesar de serem responsáveis por grande parte do conhecimento científico em Portugal, os bolseiros vão na terça-feira entregar uma carta aberta ao ministro da Educação e Ciência. 

Na carta, os bolseiros de investigação científica pretendem denunciar a "grande precariedade" das suas condições de trabalho, caracterizadas por atrasos no pagamento de vencimentos e renovação de bolsas por parte da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Liliana Magalhães, investigadora em doutoramento no campo de Engenharia Têxtil, esteve de janeiro a setembro deste ano sem receber um tostão porque a FCT "perdeu o processo".

* Com o devido respeito pelo trabalho das "empregadas domésticas" é bom saber-se que na sua grande maioria auferem mais salário do que uma cientista bolseira que já anda há vinte anos a investigar. Sabemos do que falamos, bolseiros dedicadíssimos ao trabalho que raramente têm horas de saída auferem cerca de 800 euros a recibos verdes, não existindo vínculo nenhum à entidade patronal que lhes pode dar um chuto em qualquer altura. 
É uma desonestidade a maneira como esta massa crítica e inteligente é tratada.

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