sábado, 24 de dezembro de 2011


NATAL



 Benham Family Christmas


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UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA



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7-DANÇAS NATIVAS

 
DANÇA DO VENTRE
 





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CARTA AO PAI NATAL





















Isto não é uma carta!
É um manifesto. Um protesto. Uma petição
Assinada por dezenas de intelectuais
E outras pessoas que jamais
Se reviram numa festa
Bacanal
Orgia de oferendas
Dadas sem qualquer critério
E que perpetuam uma tradição
Caduca. Reaccionária. Clerical.
Que tu representas oh pai do natal.
Com esta petição pretendemos
Que a data seja referendada
Não imposta, decretada
Por um estado economicista e liberal
E que seja celebrada quando um homem quiser
Não à roda da mesa. Consoada.
Mas num portuguesíssimo arraial.

Assina: Francisco Louçã

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5.Economia Descomplicada





A Economia explicada de uma forma simples, completa e descomplicada.
Vídeo disponibilizado pelo Institulo Legislativo Brasileiro.

 Nos tempos que correm o melhor é aprender 
com quem já fez o trabalho de casa


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THRILLER DE NATAL






enviado por CARLOS SANTOS

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PACIÊNCIA ILIMITADA




















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Natal de 2011

COISAS A DESEJAR

Caminha placidamente por entre o ruído e a pressa, e lembra-te da paz que existe no silêncio. Tenta, na medida do possível, estar de bem com todos. Exprime a tua verdade com tranquilidade e clareza. Escuta quem te rodeia, inclusive as pessoas desinteressantes e incultas; também elas têm uma história para contar. Evita gente conflituosa e agressiva que tanto mal faz ao espírito. Se te comparares com os outros poderás tornar-te amargo ou arrogante, pois haverá sempre alguém melhor e pior que tu. Regozija-te com as tuas conquistas e os teus projectos. Mantém vivo o interesse pela tua carreira por mais humilde que seja; é um verdadeiro bem, nesta época de constante mudança. Sê prudente nos teus negócios – o mundo está cheio de armadilhas. Mas não feches os olhos à virtude que existe em teu redor, nem às pessoas que defendem os seus ideais e lutam por valores mais altos – a vida está cheia de heroísmo. Sê tu próprio. Acima de tudo, não sejas falso, nem cínico em relação ao amor que, face a tanta aridez e desencanto, se mantêm perene como uma haste de erva. Aceita com serenidade a passagem do tempo, sabendo deixar graciosamente para trás as coisas da juventude. Cultiva a força de espírito, para te protegeres de azares inesperados. Mas não te atormentes a imaginar o pior. Muitos medos nascem do cansaço e da solidão. Mantém uma autodisciplina saudável mas sê benevolente contigo mesmo. És um filho do Universo, como as árvores e as estrelas. Tens todo o direito ao teu lugar no mundo. Poderá não ser claro para ti, mas a verdade é que o Universo está a evoluir como previsto. É importante, assim, que estejas em paz com Deus, seja qual for a tua concepção d’Ele, e em paz com a tua alma, sejam quais forem os teus anseios e aspirações no ruidoso tumulto da vida. Apesar de todos os enganos, dificuldades e desilusões, vivemos num mundo bonito. Alegra-te. Luta pela tua felicidade.


enviado por J. COUTO


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EMÍLIA O. VIEIRA


A longa curva da prosperidade

“Quem pensa em si planta um eucalipto; quem se preocupa com os filhos planta um pinheiro; quem se preocupa com os netos planta um sobreiro”, diz o ditado português

O gráfico abaixo apresenta as rentabilidades de várias classes de activos desde 1926 até 2010. Ao longo destes 84 anos, a taxa média de inflação foi de 3%, ou seja, um dólar em 1926 actualizado para 2010 daria 12 dólares.

Se em 1926 um investidor tivesse investido um dólar em obrigações do Tesouro americano de curto prazo teria obtido um rendimento médio anual de 3,6%, o que até 2010 resultaria em 21 dólares. Se o investidor tivesse optado por investir em obrigações do Tesouro Americano de longo prazo, teria uma rentabilidade média anual no mesmo período de 5,5%, ou seja, 93 dólares. Finalmente, se tivesse investido em acções de grande capitalização, teria uma rentabilidade anual de 9,9%, o que, em valores absolutos, resultaria em 2982 dólares, 32 vezes mais que o investimento em obrigações do Tesouro americano de longo prazo.

Durante este período viveram-se tempos de grande incerteza: a Grande Depressão, a Segunda Guerra Mundial, várias recessões, os choques petrolíferos de 1973 e 1979, a bolha tecnológica e a crise financeira do subprime, da qual ainda estamos a recuperar. No entanto, as acções foram a classe de activos que melhores retornos proporcionaram aos investidores.

Se o investidor tiver o cuidado de comprar grandes marcas mundiais com fundamentos económicos soberbos quando estão baratas e tiver paciência para as manter em carteira até que se materialize todo o seu potencial de criação de riqueza, esta é a melhor forma de rentabilizar as suas poupanças. Alguns exemplos de grandes máquinas de criação de riqueza para os seus accionistas passaram por todas estas crises: a Johnson-Johnson foi criada em 1887, a General Electric em 1878, a Nestlé em 1866, a Wells Fargo em 1852, a American Express em 1850, a Procter & Gamble em 1837, a Coca-Cola em 1886, a Total em 1924, entre outras.

Comparo o investimento em acções com plantar árvores. É necessário escolher boas árvores, preparar a terra e plantar. Depois devemos acompanhar o seu crescimento ao longo do tempo. Haverá anos com meteorologia muito favorável, haverá anos maus e outros razoáveis. É natural. Mas só plantando é que crescem. Devemos assegurar-nos que temos “boas árvores na nossa floresta”, que todos os anos dão frutos ou aumentam a tonelagem. Da mesma forma, as boas empresas vendem produtos ou prestam serviços todos os dias e por isso colhem os seus lucros.

Tentar prever a direcção de curto prazo do mercado é um jogo de tolos e um mau serviço ao público investidor. A longo prazo, os mercados sobem. Sempre o fizeram e muito provavelmente sempre o farão. Os adivinhos do mercado gostam de pensar que conseguem obter grandes retornos entrando no mercado quando as acções sobem e saindo quando elas caem. Há centenas de estudos que comprovam que isso não é possível.

Na Casa de Investimentos preferimos confiar na capacidade de avaliação e garantir que compramos bons activos quando estão baratos. Depois, com disciplina e paciência, colhemos os frutos ano após ano, até que o “mercado” os avalie ao seu valor justo.

Como investidor de longo prazo, o perigo real para o seu pé-de-meia é estar fora do mercado quando os grandes movimentos ocorrem. Temos simplesmente de aceitar e suportar alguns, temporários, recuos no mercado. Se o nosso portefólio tiver sido bem construído, um pouco de turbulência no mercado não é motivo para fugir.

Daqui a alguns anos, quando olharmos para a continuação deste gráfico, veremos que foi apenas mais um recuo na longa curva da prosperidade.

Post Scriptum: Se tiver terra, plante árvores. Trinta anos passam depressa.

Presidente do Conselho de Administração
Casa de Investimentos – Gestão de Patrimónios, S.A.


IN "i"
16/12/11

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enviado por A.DIAS



10 - Gigantes da Engenharia


2- CENTRAIS
 
  GERADORAS




Este filme revela os avanços tecnológicos que possibilitaram a construção da maior usina hidrelétrica do mundo, a usina Três Gargantas, construída no Rio Yang-tsé, o maior da China

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BOAS FESTAS




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PATRIMÓNIO IMATERIAL 

DA HUMANIDADE


CARMINHO


ESCREVI TEU NOME NO VENTO
 
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CÃO DE SANTO HUMBERTO





Classificação F.C.I.: Grupo 6 Sabujos Farejadores e Raças Assemelhadas Seção 1 Sabujos Farejadores 1.1 Sabujos de Grande Porte
Padrão FCI n º 84 22 de junho de 2001.
País de origem: Bélgica
Nome no país de origem: Chien de SaintHubert
Utilização: Sabujo de grande Montaria, cão de pistagem e cão de família. Ele foi e sempre será um cão de caça que, por possuir um faro excepcional, é utilizado tanto para achar a pista de um animal
ferido, como também na prova de procura ao sangue de pessoas desaparecidas nas operações policiais. Pela sua construção funcional, o Bloodhound é dotado de uma grande resistência, o que lhe permite seguir sem esforço uma pista sobre uma longa distância e de terrenos acidentados.
Sujeito à prova de trabalho para campeonato internacional.

RESUMO HISTÓRICO: Sabujo de grande tamanho e cão de faro por excelência, tendo origens muito antigas. Há séculos é conhecido e apreciado por seu faro excepcional e por suas boas aptidões para a caça. Ele foi criado em Ardennes pelos monges da Abadia de Saint Hubert. Ele seria o descendente dos sabujos de cor preta ou preto e fogo, que trabalhavam para o monge Hubert que mais tarde foi nomeado Bispo e depois, quando canonizado, tornou-se o padroeiro dos caçadores. Esses grandes cães sabujos difundiram-se nas Ardennes devido à presença de grandes animais de caça que se escondiam nas grandes fl orestas dessa região.
Os cães de Saint Hubert eram de construção muito robusta. Sua resistência especialmente na caça de perseguição ao javali era muito elogiada. Os primeiros cães de Saint Hubert eram pretos, mais tarde, pretos e fogo. No século XI, esses cães foram importados para a Inglaterra por Guillaume, o Conquistador. Na mesma época, cães do mesmo tipo, mas com a pelagem completamente branca, chamados
“TALBOT”, também foram importados. Na Inglaterra, os cães importados começaram a ser criados. O produto da criação desses cães de Saint Hubert foram chamados de BLOODHOUND (cão de sangue), que vem de “blooded hound”, significando um hound de puro sangue, portanto, de raça pura. Depois a raça se desenvolveu também nos Estados Unidos; nos estados do sul, foram utilizados especialmente para a procura de escravos fugitivos.

APARÊNCIA GERAL: cães de caça e sabujos, maciços, de tamanho grande, os mais possantes de todos os sabujos. Ele é harmonioso nas suas linhas, dotado de uma forte ossatura, de uma boa musculatura e de muita substância, mas sem impressão de ser pesado. Sua estrutura é alongada, inscrita num retângulo. O conjunto é potente e cheio de nobreza. Sua atitude é imponente. A cabeça e o pescoço atraem a atenção por possuírem uma pele abundante, fl exível e fi na, pendente em dobras profundas. Sua movimentação é impressionante, mais para lenta, com um certo balanço. É flexível,
elástica e livre. Nenhuma característica pode ser exagerada a ponto de quebrar a harmonia do todo, de dar uma aparência grosseira e menos ainda de prejudicar a saúde ou o bem estar do cão. Possíveis exageros podem ser mencionados: olhos muito profundos ou muito pequenos, pálpebras distendidas, pele abundante e frouxa, com muitas dobras e essas, bastante profundas. Muitas barbelas, cabeça muito estreita. Cães muito grandes, com corpo pesado ou maciço demais, são igualmente indesejáveis, porque apresentam prejuízo no que tange à sua utilidade.

PROPORÇÕES IMPORTANTES
· comprimento do corpo / altura na cernelha: 10/9.
· altura do peito / altura na cernelha: 1/2.
· comprimento da cabeça / comprimento do corpo: 3/7.
· comprimento do focinho / comprimento da cabeça: 1/2.

COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: dócil, gentil, plácido e sociável perante as pessoas. Particularmente ligado a seu dono. Tolerante com seus companheiros de canil e outros animais domésticos. É antes de tudo reservado e obstinado. É sensível tanto aos elogios quanto às correções. Jamais agressivo. Sua voz é muito grave, mas ele não é um ladrador.

CABEÇA: imponente, majestosa e cheia de nobreza, é o ponto característico da raça. É alta, porém estreita em relação ao seu comprimento. A estrutura óssea é bem visível. As faces laterais são planas e o perfil é quadrado. O focinho é sensivelmente paralelo à linha superior prolongada da testa. A pele, abundante e fi na, forma sobre a testa e as bochechas rugas e dobras profundas, caindo quando a cabeça está portada baixa e se prolongando dentro das dobras das barbelas fortemente desenvolvidas. A pele é menos abundante nas fêmeas.
REGIÃO CRANIANA: o crânio é alto, longo, mais para estreito e as faces laterais, planas. As arcadas sobreciliares são pouco proeminentes, apesar do que possam parecer. A protuberância occipital é muito desenvolvida e distintamente saliente.
Stop: pouco marcado

REGIÃO FACIAL
Trufa: preta ou marrom; sempre pretas nos cães preto e fogo. A trufa é larga, bem desenvolvida e as narinas bem abertas.
Focinho: tão longo quanto o crânio; alto, largo perto das narinas e de largura igual em todo seu comprimento. A cana nasal é reta ou um pouco convexa (ligeiro nariz de carneiro).
Lábios: muito longos e pendentes. Os lábios superiores cobrem os lábios inferiores, o que dá um perfil quadrado ao focinho. Próximos às comissuras, atrás, eles ficam carnudos (menos pronunciados nas fêmeas) e se fundem imperceptivelmente nas barbelas abundantes. As bordas dos lábios superiores descem mais ou menos 5 cm
mais baixo do que o maxilar inferior. A borda dos lábios é bem pigmentada, preta ou marrom, de acordo com a cor da trufa.
Maxilares/Dentes: dentição completa; mordedura em tesoura; dentes fortes e brancos, regularmente inseridos em maxilares bem desenvolvidos. Mordedura em torquês é tolerada.
Bochechas: são magras com cavidades, especialmente abaixo dos olhos.
Olhos: marrom escuros ou avelã, de um tom mais claro (âmbar) nos cães sem sela ou capa preta. Olhos de tamanho médio; ovais; sem lacrimejar; nem salientes, nem profundos nas órbitas, deixando a íris completamente visível. Pálpebras sem irregularidade nos seus contornos, adaptadas normalmente ao globo ocular; pálpebras inferiores um pouco distendidas, de maneira que um pouco da conjuntiva seja visível, são toleradas. De modo algum os cílios podem tocar ou incomodar os olhos. A expressão é doce, gentil e digna, o olhar é ligeiramente melancólico.
Orelhas: finas e flexíveis, cobertas de pêlos curtos, delicadas e aveludadas ao toque; a cartilagem da orelha é muito longa, ultrapassando no mínimo a extremidade do nariz quando colocadas sobre a cana nasal. Orelhas inseridas muito baixas no nível dos olhos ou mais baixas, ao lado da cabeça, caindo em dobras graciosas, enroladas para dentro e para trás (orelhas em sacarolha).

PESCOÇO: longo, de forma que o cão possa seguir a pista com o nariz no chão. Fortemente musculoso. A pele da garganta é solta e extremamente desenvolvida, apresentando barbela dupla, menos pronunciada nas fêmeas.
TRONCO: As linhas superiores e inferiores são quase paralelas.
Cernelha: ligeiramente marcada.
Dorso: reto, largo, longo e sólido.
Lombo: largo, forte, curto, muito ligeiramente arqueado.
Garupa: Bem musculosa, quase horizontal, jamais caída, bem larga e bastante longa.
Peito: de formato oval, longo, alto, formando nitidamente uma crista entre os anteriores. Caixa torácica, sufi cientemente longa. Antepeito e ponta do ombro, bemsalientes. Costelas bem arqueadas, nem planas, nem em barril.
Linha inferior: quase horizontal; debaixo do peito, bem descida. Flancos bem cheios, largos e descidos; ventre só ligeiramente levantado.
CAUDA: longa, forte, espessa, inserida alta no prolongamento da linha dorsal, diminuindo gradualmente para a extremidade. Portada em sabre. Em ação, a cauda é curvada graciosamente acima da linha dorsal, jamais enrolada ou desviada lateralmente. A parte de baixo da cauda é coberta de um pêlo duro de mais ou menos 5 cm que fica progressivamente mais curto na extremidade.

MEMBROS
Membros anteriores: bem musculosos, possantes, retos e perfeitamente paralelos.
Ombros: longos, bem oblíquos e musculosos, mas não carregados.
Braços: longos, oblíquos e formam uma boa angulação com os ombros.
Cotovelos: bem aderentes; nem cerrados, nem soltos.
Antebraços: retos, de ossatura forte e redonda.
Pernas: firmes.
Metacarpos: robustos e bem aprumados, vistos de frente; vistos de perfil, ligeiramenteinclinados para a frente.
Patas anteriores: compactas, muito sólidas, não virando nem para fora, nem para dentro. Dedos bem arqueados, bem articulados e cerrados (pés de gato); Almofadas espessas e sólidas. Unhas curtas e robustas.
Membros posteriores: sólidos, muito bem musculosos, em harmonia com os membros anteriores. Vistos por trás, paralelos; nem fechados, nem abertos.
Coxas: de bom comprimento e fortemente musculosas.
Joelhos: bem angulados; não virando nem para fora, nem para dentro.
Pernas: suficientemente longas e fortemente musculosas.
Jarretes: sólidos, bem descidos e bem angulados.
Metatarsos: fortes e curtos.
Patas posteriores: como as anteriores.

MOVIMENTAÇÃO: o julgamento da movimentação do Bloodhound é extremamente importante. Movimentando-se normalmente, trotando, o passo é lento, elástico e livre, cobrindo mais terreno do que qualquer outro sabujo e o que é característico,
rolando, sem andar obliquamente. Os posteriores se colocam bem atrás, com uma boa propulsão. A amplitude dos movimentos dos anteriores e dos posteriores é igual e a linha superior permanece horizontal. Os membros se movem paralelamente, mas em grande velocidade se juntam (single tracking). A cauda é portada alta, em forma de sabre (sem que a curvatura esteja muito pronunciada). O Bloodhound deve ser capaz de manter um trote de longa duração sem mostrar sinais de cansaço.

PELE: flexível sobre o corpo inteiro, frouxa e elástica. A pele fi na, muito frouxa e abundante sobre a cabeça é muito característica. Sobre a testa e as faces laterais do focinho, a pele forma dobras que são pendentes e mais marcadas ainda quando a cabeça está portada baixa. De qualquer maneira, rugas ou dobras exageradas na testa
e nas arcadas sobreciliares não devem jamais prejudicar os olhos. Dobras de pele no corpo, devido a uma pele demasiadamente ampla, não são desejadas.

PELAGEM
Pêlo: sobre o corpo, o pêlo é raso e curto, denso, bastante duro e resistente às intempéries. Sobre a cabeça e as orelhas, o pêlo é muito curto e suave ao toque. A parte debaixo da cauda é coberta por pêlos um pouco mais longos e mais duros.

COR: pode-se distinguir 3 cores de pêlo: os bicolores preto e fogo, fígado e fogo eo unicolor vermelho. Nos cães preto e fogo, a parte do preto varia pelo fato de ser uma sela ou uma capa. No cão com capa, o preto é predominante; o fogo (fulvo) se encontra só no focinho, nas bochechas, acima dos olhos, no antepeito, nos membros
e na região do períneo. Um cão com sela apresenta manchas fogo mais estendidas porque o preto se limita, mais ou menos, à parte dorsal. As mesmas disposições das zonas coloridas se pressentem mais nos bicolores fígado e fogo. As cores não são sempre bem firmes, nem distintamente delimitadas. Nas partes mais escuras, é possível que pêlos disseminados mais claros ou de cor texugo apareçam.Uma tal mistura de pêlos de cores diferentes é admitida. No unicolor vermelho, o vermelho pode variar
do claro ao escuro. Uma cor desbotada de fogo nos bicolores ou de vermelho nos unicolores é indesejável. Um pouco de branco no peito, nos dedos e na extremidade da cauda é tolerado, sem ser desejado.

TAMANHO / PESO
altura na cernelha: 
a ideal é de 68 cm para os machos;
62 cm para as fêmeas.
Tolerância: 4 cm para mais ou para menos.
Peso: 
machos: mais ou menos 46 a 54 kg.
fêmeas: mais ou menos 40 a 48 kg.
O tamanho e o peso devem estar em harmonia.

NOTAS:
· os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos e acomodados na bolsa escrotal.

IN "Confederação Brasileira de Cinofilia"

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13 - MICROCOSMOS

imagens  de insectos, partes do corpo humano e artigos 

domésticos

Microcosmos: coloured scanning electron micrograph (SEM)

A superfície corroída duma unha de metal enferrujada


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PERGUNTAS!!!



Porque são as muheres casadas mais GORDAS que as solteiras?

As solteiras chegam a casa, vêem  que há no frigorífico e vão para a cama.
As casadas chegam a casa, vêem o que têem na cama e vão ... 



para o FRIGORÍFICO!!!!!

3 - ISABEL GUERRA















Isabel Guerra é a monja pintora que de dois a três anos
deixa a clausura do monastério de Santa Lúcia, Zaragoza, para expor, em Madri, as suas telas. Sua vocação é nata.
Foi uma criança rebelde que queria PINTAR E AMAR A DEUS.
Autodidata, tem um belíssimo estilo.

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ESCOLHAS DA SEMANA E DO MÊS



COMPRE JORNAIS E REVISTAS















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ESPAÇO NAVE TERRA
 SEMANA 19




Episódio da série Espaçonave Terra, que mostra as relações entre a Terra, o Sol e os planetas do Sistema Solar, e as conseqüências dessa relação para a vida em nosso planeta - cada episódio equivale a uma semana do ano.

NR: Os episódios anteriores desta série foram inseridos nos sábados precedentes às 13h00


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SIMPLES

Um jovem diplomata português, em diálogo com um colega mais velho:
- Francamente, senhor embaixador, devo confessar que não percebo o que correu mal na nossa história. Como é possível que nós, um povo que descende das gerações de portugueses que "deram novos mundos ao mundo", que criaram o Brasil, que viajaram pela África e pela Índia, que foram até ao Japão e a lugares bem mais longínquos, que deixaram uma língua e traços de cultura que ainda hoje sobrevivem e são lembrados com admiração, como é possível que hoje sejamos o mais pobre país da Europa ocidental?


O embaixador sorriu:
- Meu caro, você está muito enganado. Nós não descendemos dessa gente aventureira, que teve a audácia e a coragem de partir pelo mundo, nas caravelas, que fez uma obra notável, de rasgo e ambição.

- Não descendemos? - reagiu, perplexo, o jovem diplomata - Então de quem descendemos nós?

- Nós descendemos dos que ficaram aqui... 

 
BOAS FESTAS


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CENÁRIO DE SONHO



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1.BRANCO EXUBERANTE












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BOM DIA