quinta-feira, 24 de novembro de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


NÃO COMAM GALINHA !  
A galinha é prejudicial à saúde, sabiam...




Zézinho e Mariazinha partilham o lanche no recreio:
- Puxa pá... outra vez panadinhos de galinha! Como galinha a toda a hora!
  Sempre galinha, sempre galinha... Vê lá tu que até já estou a criar
  penugem!

O Zézinho, curioso, pede à Mariazinha que lhe mostre.
A Mariazinha levanta a saia e...
- Ai... tás! tás! Mariazinha! Sabes uma coisa? A minha mãe também tem a
mania da galinha... Eu também já estou a criar uma penugem! 
- Tás? Ora mostra lá, para ver se é como a  minha...
O Zézinho baixa as calças e...
-
Ai Zézinho... Tu tás pior que eu! Já tens pescoço e moelas!


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MULHERAÇO




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AOS NOSSOS/AS 
VISITADORES/AS


Os comentários feitos às notícias veículadas nos jornais e inseridas neste blogue são a título gratuito.
Nenhum comentador recebe dinheiro, robalos, charutos, electrodomésticos,  automóveis, barris de petróleo, diamantes ou droga. Também não há nenhum saco azul.

A Redacção
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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTICIAS"
Farmácias só fazem encomendas 
depois de pagamento 
Medicamentos mais raros e mais caros são 
alguns dos produtos que só estão a ser 
pedidos com o adiantamento da verba

Há farmácias que já só estão a aceitar pedidos de medicamentos esgotados e outras encomendas se os clientes pagarem parte ou a totalidade do seu valor. Ou só abrem excepção a quem já confiam ou para medicamentos de uso regular. A situação acontece com mais frequência porque há clientes com problemas económicos ou que decidiram ir a outra farmácia.

"A minha colega da farmácia de Marvila tem uma parede cheia de calotes", conta ao DN António Melo, da farmácia Boavista, em Lisboa. Os calotes de que fala são encomendas de clientes que nunca mais as levantaram e que se transformam em cemitérios de produtos que chegam a perder validade.


* A vida é dura. Nós conhecemos vários directores de farmácia que funcionam como prestadores de crédito sem juros a muitos utentes com dificuldades enormes na compra do receituário. Estão a substituir o Estado no que respeita a apoio social. Os nossos respeitos.


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1 - A CRISE DA GRECIA
E O MERCADO FINANCEIRO





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HOJE NO
"RECORD"

Filipe Albuquerque defende título 
na Race of Champions
Loeb e Vettel serão adversários

O piloto Filipe Albuquerque defende o título de campeão dos campeões na Race of Champions, a 4 de dezembro, em Dusseldorf, na Alemanha, onde vai voltar a ter como adversário Sebastian Vettel.

À semelhança do último ano, Filipe Albuquerque terá a concorrência de Vettel, bicampeão mundial de Fórmula 1, mas também de Sebastien Loeb, oito vezes campeão do Mundo de ralis, do campeoníssimo Michael Schumacher, ou de Jenson Button, campeão de F1 em 2009.

"Não escondo que gostava de trazer para Portugal novamente o título mas também sei que são fatores primordiais não só a destreza do piloto, mas também a sorte", disse Filipe Albuquerque à sua assessoria de imprensa.

Além da Race of Champions, o piloto português participará também na Corrida dos Campeões de Nações, fazendo equipa com o ex-piloto de Fórmula 1, David Coulthard.

Quanto ao facto de enfrentar novamente Vettel, o piloto deseja que as coisas lhe voltem a correr bem e lembrou a satisfação que teve na última edição em superar o alemão, que se tinha acabado de sagrar campeão mundial de Fórmula 1 pela primeira vez.

A corrida contará também com outros nomes destacados do automobilismo, como são os casos de Andy Priaulx, tricampeão mundial de WTCC, Tom Kristensen, que venceu oito vezes as 24 horas de Le Mans, ou Mattias Ekstrom, três vezes vencedor da Race of Champions.


* Entre os melhores.


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VAMOS DANÇAR
VALSA VIENENSE




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HOJE NO
"JORNAL DE NOTICIAS"


Bastonários dos médicos e enfermeiros 
denunciam falta de material clínico
Os bastonários das ordens dos médicos e dos enfermeiros denunciaram, esta quinta-feira, que falta material clínico e medicação nas unidades de saúde e temem que os cortes orçamentais possam agravar a situação.

A bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Maria Augusta de Sousa, disse à Lusa que já abriu um espaço na página da Internet para os profissionais denunciarem casos concretos e a o bastonário da Ordem dos Médicos pretende fazer a mesma solicitação à classe "se os problemas não forem resolvidos".

Um caso concreto ocorreu na semana passada, no Nordeste Transmontano, no Centro de Saúde de Freixo de Espada à Cinta que não tinha morfina para assistir um doente urgente que teve de aguardar pelo helicóptero do INEM.
Segundo fonte ligada ao socorro, a situação foi registada "no dia 18 de Novembro à hora de almoço e o centro de saúde ainda pediu o medicamento emprestado à única farmácia privada da vila, mas ela também não tinha".
A Administração Regional de Saúde do Norte confirmou à Lusa a ruptura de stock de morfina na unidade de saúde, alegando que "foi uma situação ocasional" que "já está normalizada".

Segundo a fonte, esta unidade de saúde é dotada anualmente com "cinco unidades de morfina em função da média de necessidades e não tem havido necessidade de aumentar".
De acordo ainda com a fonte, "até à semana passada só tinham sido gastas três", mas surgiram outros tantos doentes a necessitar do medicamento e não só se esgotou o stock como já não havia morfina para o último.
A morfina é usada em situações de "dor aguda, traumatismo ou edema agudo do pulmão", como explicou à Lusa o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, que critica o que considera "uma gestão completamente errada dos stocks".
Para o bastonário, "a gestão não se pode fazer por médias" e "só quem não entende o que é uma média aritmética é que pode gerir dessa forma primária".

"É evidente que há situações em que a morfina é essencial e portanto não estar disponível em situações de necessidade é inadmissível, é preciso perceber porque é que aconteceu e têm que ser atribuídas responsabilidades a quem efectivamente não providenciou essa disponibilidade atempadamente", defendeu.
O bastonário adiantou que os médicos "cada vez sentem mais dificuldades" como "problemas de acesso a material", que "a não serem resolvidas" obrigarão a uma intervenção junto do Ministério da Saúde.
De acordo com o bastonário, "os problemas de acesso a material médico obrigam a um esforço imenso para que não afecte a prestação de cuidados e não prejudique os doentes, mas a manterem-se os cortes [previstos] será impossível evitar".
José Manuel Silva alerta que "basta atentar no anúncio público de que a Roche iria suspender o fornecimento de alguns medicamentos a alguns hospitais, medicamentos que são essenciais e não têm substituto".
"Se não houver um olhar diferente para a saúde, o que se encontra absolutamente no limite, os doentes irão começar a ser objectivamente prejudicados", acrescentou.

Também a bastonária da Ordem dos Enfermeiros entende que "a actual situação (do país) pode conduzir ao agravamento destas situações" e já abriu um espaço na página da Internet para os enfermeiros apontarem situações para melhor fundamentar a intervenção que pretende fazer junto do Ministério da Saúde e dos grupos parlamentares.
Para a bastonária, estes problemas podem ter a ver "com aspectos da área da gestão dos recursos existentes, mas também poderão ter a ver com eventuais cortes que estão anunciados e que terão seguramente implicações para a segurança e qualidade dos cuidados".

A bastonária ressalva, no entanto que os problemas de escassez de medicamentos e material de uso clínico não são de agora.
"Em todo o país há picos destas situações, a nossa grande preocupação é se isto deixa de ser picos para passar a ser a realidade permanente", afirmou.


* Patologia da poupança


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FILOMENA MARTINS

FILOMENA MARTINS

Duarte Lima e o espectáculo da justiça

A detenção de Duarte Lima foi absolutamente lamentável. Reveladora do pior que tem a nossa justiça e a nossa investigação. A vários níveis. É claro que não me refiro ao conteúdo, aos motivos que levaram à decisão do juiz Carlos Alexandre, que parecem estar mais do que justificados. Refiro-me à forma como tudo se processou, ao comportamento e às explicações dos vários protagonistas.
O caso BPN deveria ter sido apenas e só um caso de polícia, uma investigação a uma megaburla. Por alegadas razões conjunturais - a crise e o medo de contágio a todo o sistema bancário -, e, obviamente, políticas - pelas várias figuras de relevo que envolve -, transformou-se num processo económico que vai custar aos portugueses, e ao País, cinco mil milhões de euros (mais do dobro do que o Estado vai arrecadar com o corte dos dois subsídios à função pública). E tanto é assim que, desde 2007, a investigação ainda só conseguiu levar a julgamento um arguido famoso.
Agora, apesar de há mais de três anos Duarte Lima ser suspeito de contribuir para esse megaburaco do BPN em cerca de 50 milhões, o processo não avançou porque a justiça portuguesa o considerou urgente mas sim por pressão do Brasil, que no mesmo período de tempo reuniu provas para o acusar de um outro crime, o de homicídio. Incapaz de decidir como investigar um português suspeito de matar uma portuguesa num outro país, optou por uma saída "à Al Capone", que deixa todas as suspeitas no ar.
Por fim, alguém no processo avesso a causar surpresas desagradáveis convocou os media, que transformaram a detenção num episódio de novela barata, e deu tempo a Duarte Lima para tratar das provas e da sua defesa. Como se não bastasse, o procurador- -geral da República ainda confessou publicamente que não tem mão na sua gente, ao lamentar não ter sido respeitado o seu pedido de secretismo e contenção, e até a ministra da Justiça mostrou desconhecer as leis da extradição.
Este é apenas o último episódio da desacreditada justiça nacional. Que prefere dar espectáculo em vez de ser espectacular. Absolutamente lamentável, repito.
Os sorrisos de Gaspar
É impossível ficar indiferente a Vítor Gaspar. O ministro das Finanças é o elemento mais desarmante deste Governo e acaba de provar que é político além de técnico de estilo professoral. Por isso não faltará quem o adore e quem o odeie. Para já, e ao contrário do seu colega da Economia e de o momento não aconselhar gargalhadas despudoradas como a da imagem, não lhe faltam motivos para sorrir. Viu o Orçamento ser aprovado por larga maioria, ouviu elogios da troika, dialogou cortes com um irreconhecível e calmíssimo Jardim, e até tem os banqueiros, após a pequena vitória no timing para o refinanciamento da banca, temporariamente satisfeitos. Se somarmos a isto o facto de ter encostado à parede um PS, que refém da sua assinatura no memorando se mostra impossibilitado e incapaz de apresentar alternativas concretas, não há gaffe de Passos Coelho que lhe retire a boa disposição.
A comissão do costume
A comissão de estudo para o serviço público já nasceu torta. Ainda nem tinha feito a primeira reunião e já o ministro Miguel Relvas anunciara todas as intenções do Governo para a RTP, fazendo questão de as pormenorizar semana após semana, e esvaziando todo o trabalho encomendado aos comissários. O resultado que agora foi conhecido não passa pois de um nado-morto, que fez três baixas pelo caminho e nem ao Governo agradou, com a agravante de trazer para o debate uma polémica que tem tanto de estéril como de preocupante: a proposta de redução e o controlo da informação, cujo exemplo extremo é colocar os Negócios Estrangeiros a mandar na RTP Internacional. Eis pois apenas mais um exemplo de uma comissão que não serve para nada, a não ser fazer perder tempo. Felizmente parece que desta vez pelo menos não se perdeu dinheiro.
Dos buracos aos remates
Francisco José Viegas descobriu despesas ilegais de cinco, seis milhões na Cultura. Paulo Macedo revelou que, apesar dos cortes, o seu Ministério da Saúde vai chegar ao final de 2012 com um défice de 200 milhões, tal o montante de desvios descobertos e de dívidas por pagar. Miguel Relvas viu confirmado que o Estádio Nacional tinha facturas escondidas e contas por liquidar de mais de seis milhões. Do buraco da Madeira e das empresas de transportes já todos sabemos (saberemos?) os montantes. E não há dia em que não se descubra mais uma extravagância de uma empresa ou de um gestor público, os tais que ninguém sabe ao certo quantos são. Não vale a pena disfarçar: o estado a que chegámos e de onde não será fácil sair é pior do que o relvado onde a selecção jogou na Bósnia. Valha-nos o futebol: apesar de alguns sustos, Portugal estará no Euro 2012, a sua sétima fase final consecutiva, com grande mérito para Paulo Bento, que conseguiu corrigir o chorrilho de erros cometidos por Carlos Queiroz e a asneira de quem o escolheu. Infelizmente, ao País não bastam os remates geniais de Ronaldo, Nani e C.ª.


IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
19/11/11


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País
Onde
Roubar,
Tirar,
Usurpar,
Gamar e
Aldrabar, é
Legal !!!
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DEFESA PESSOAL
















HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
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Governo aumenta impostos 
sobre bebidas alcoólicas

As bebidas alcoólicas vão ter um aumento ainda maior do que já estava previsto na versão inicial do Orçamento do Estado (OE) para 2012. De acordo com uma proposta de alteração entregue no Parlamento pelo PSD e pelo CDS-PP, o imposto aplicável às bebidas espirituosas – como a vodka ou o whisky – e aos produtos intermédios – como os licores ou o vinho do Porto – vão ter um aumento de imposto de 7%, mais três pontos percentuais do que o inicialmente previsto na proposta de OE. Para a cerveja o aumento será menor, de 3%, mas também acima dos 2% inicialmente pretendidos pelo Governo. O vinho escapa a qualquer aumento já que, na sua qualidade de produto nacional protegido continua a ser taxado à taxa zero, suportando apenas o selo e outras taxas vitivinícolas.


* O Vinho do Porto bem como o Moscatel e outras espirituosas bebidas nacionais, deviam estar protegidas de aumento, taxar mais bebidas importadas é menos mau, bem como salsichas Heil Merkel ou escargots franciú, os produtores portugueses têm de ser protegidos, ou o governo tem medo de o fazer.


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4 -Codex Alimentarius





Um assunto bem actual, lembre-se do colonialismo 
agrícola franco/alemão sobre os países europeus periféricos

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HOJE NO
"DESTAK"

Entre 8 e 25% dos adultos são obesos

Entre 8 e 25 por cento dos adultos na União Europeia são obesos e não existem diferenças sistemáticas entre os homens e as mulheres neste indicador, revelam dados do Eurostat hoje divulgados.

De acordo com dados do gabinete de estatística da União Europeia (UE), que avaliou os números de 19 países, a proporção de obesidade foi maior nas mulheres em oito Estados-membros, maior para homens em dez e igual num país.

O Eurostat, que não avaliou dados de Portugal, destaca a Roménia, a Itália, a Bulgária e a França como os países com menor número de obesos adultos, entre os 8 e os 12,7 por cento, ao passo que Reino Unido, Malta, Letónia e Estónia são os Estados-membros que mais se destacam pela negativa, com números entre 18,4 e 23,9 por cento.

* GORDURA NÃO É FORMOSURA

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LADY ANTEBELLUM


Need You Now






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HOJE NO
"i"

Kaputt? Berlim falha leilão de dívida
e agrava medos sobre o euro
A Alemanha não está à beira de ser vítima 
dos mercados, mas fracasso é um sinal de alarme

Não foi um país periférico que dominou as atenções ontem na crise do euro, nem Itália ou França. O foco de instabilidade e desconfiança esteve na fortaleza económica da Europa: a Alemanha. O Tesouro alemão não conseguiu colocar 35% de um empréstimo obrigacionista a dez anos, ampliando os receios de que os países da zona euro fiquem paralisados por falta de financiamento. Os economistas falam de um ponto de viragem na crise.
Para uma taxa de juro média de 2% a dez anos, a Alemanha não encontrou compradores para mais de um terço dos títulos. Apesar do fracasso, o porta-voz do ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, tentou conter os estragos, defendendo que o leilão falhado não significa que a Alemanha esteja a enfrentar problemas de refinanciamento. Na ressaca do leilão, os juros a dez anos subiram para 2,25%, um valor ainda muito baixo.
No entanto, nos media online que os investidores lêem, o resultado foi encarado como um “desastre”. Apesar de ninguém admitir um cenário de crise de financiamento na Alemanha, vários analistas temem os efeitos de um fracasso da potência mais sólida da Europa na percepção que os mercados têm dos restantes países.
“Se o país mais forte da Europa tem dificuldade em conseguir capital, uma pessoa treme quando pensa nos leilões que aí vêm de outros países europeus”, apontou à Reuters Mark Grant, gestor de activos numa casa de investimento dos Estados Unidos.
O receio quanto ao significado do fracasso germânico alimentou a subida dos juros da dívida – no mercado secundário – de vários países europeus. Os juros para a Bélgica a dez anos tocaram 5,53%, o valor mais alto desde 2000. França, Espanha, Itália e Áustria foram também alvo de pressão – a tendência aponta para valores máximos na era do euro, com Espanha e Itália já em pleno território insustentável. Para Portugal o regresso ao mercado em 2013 parece, nesta altura, uma miragem.
Para vários economistas estamos num novo ponto de viragem na crise da zona euro, revelador de que o fim está menos distante: um fim em que a Alemanha cede e garante (juntamente com outros países do centro) a dívida de todos os membros do euro ou o fim de facto da zona euro. Enquanto não houver uma definição sobre o que a Europa pretende fazer, os investidores (sobretudo de fora do euro) consideram a zona euro virtualmente desmembrada. A expectativa é, contudo, que mediante a deterioração adicional a urgência do momento obrigue Berlim a ceder.
“As obrigações alemãs estão a perder poder de atractividade porque os mercados acreditam na história das eurobrigações, ou seja, que basicamente a Alemanha está muito perto de garantir a dívida dos outros países”, aponta à Reuters Achilleas Georgolopoulos, gestor no banco Lloyds.
Até agora nem a Alemanha nem o Banco Central Europeu dão qualquer sinal de abertura face ao impasse actual. A chanceler, Angela Merkel, continua a rejeitar a ideia de obrigações conjuntas – sublinhada de novo esta semana pela Comissão Europeia – e o BCE não admite ser financiador de último recurso.
O fim pode estar mais perto – falta saber quão perto. “O limite de dor do BCE e da Alemanha é muito alto e envolve receios sobre saídas do euro ou corridas aos bancos”, indicou ontem Harvinder Sian, do Royal Bank of Scotland, citado pelo “Financial Times”. Por outro lado, 75% do financiamento europeu está dentro das fronteiras do euro, uma proporção com tendência para aumentar e que dará uma almofada de tempo. “Vejo muito stresse pela frente antes da Alemanha sofrer pressão forte”, concluiu Sian.


* Por causa das asneiras da Führer Merkel ainda nos vamos lixar mais


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JOÃOZINHO CAMINHEIRO


video

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HOJE NO
"PÚBLICO"

PSD regional acusa direcção
de Passos de tentar "derrubar Jardim"
Jardim ameaça lançar ofensiva europeia para pagar resgate da região em 25 anos
O executivo da Madeira prepara memorando 
para enviar às embaixadas dos países do euro 
enquanto retarda apresentação de plano 
de austeridade junto do Governo nacional.

Alberto João Jardim vai endurecer o braço-de-ferro com Lisboa. Contrariando condições aceites nas audiências com o primeiro-ministro e ministro das Finanças, está a retardar a sua proposta de cortes nas despesas e medidas para aumentar receitas, para não ter de assumir perante os madeirenses o “ónus” das inevitáveis medidas de austeridade que tem vindo a negar. Por seu lado, não disposto a assumir as responsabilidades da dívida regional, Vítor Gaspar mostra-se intransigente, mantendo que, até haver plano de resgate, as transferências continuam suspensas e não haverá dinheiro para fazer face à falta de liquidez.

“Há no PSD da Madeira, mesmo em sectores considerados ‘próximos’ dos sociais-democratas de Lisboa, a ideia de que tudo o que se tem passado – quer em termos de Orçamento do Estado, quer com a divulgação cirúrgica de pretensas medidas a constar do acordo financeiro – assenta na tentativa, não assumida, de criar obstáculos a João Jardim”, afirma Luís Filipe Malheiro, membro da comissão política regional. Com essas alegadas dificuldades, a direcção de Pedro Passo Coelho retomaria “a estratégia que marcou a última campanha eleitoral regional ao apostar deliberadamente na sua demissão, em consequência da perda da maioria absoluta por parte do PSD, o que não aconteceu”, acrescenta.

Esta situação será abordada no sábado, no conselho regional do PSD, onde Jardim colocará os diversos cenários caso “se confirme a intenção de impor um torniquete financeiro em vez de viabilizar um entendimento entre Lisboa e Funchal”. Uma das hipóteses preconizadas por sectores mais radicais, admite aquele dirigente, passa pela “desvinculação maciça de militantes madeirenses do PSD nacional e a eventual realização imediata de diligências para a formação de uma estrutura partidária com carácter regionalista”.

Esta radicalização visa conseguir um quadro negocial mais favorável para a Madeira, nomeadamente a dilatação do período de vigência do programa de ajustamento financeiro para 25 anos, em vez da aplicação do acordo proposto por Lisboa que exige três anos, igual ao que a troika impôs a Portugal, para pagar o empréstimo de emergência. Para pressionar Lisboa a ceder, o Governo regional está a elaborar um memorando sobre a situação financeira, para enviar aos embaixadores em Lisboa dos países da União Europeia, visando a informação “distorcida ou mesmo manipulada” do Terreiro do Paço.

Jardim recorreu já a Durão Barroso e a Cavaco Silva, com vista à viabilização de um entendimento mais vantajoso, depois de ver chumbadas pela coligação nacional todas as propostas dos deputados madeirenses. A maioria não recuou na intenção de reter, por violação dos limites de endividamento, os 200 milhões das transferências para a Madeira. Agora, os deputados eleitos pela região ameaçam ausentar-se do hemiciclo na votação final global.

PS-M vai requerer inconstitucionalidade do regimento

O grupo parlamentar do PS na Madeira vai requerer ao Tribunal Constitucional (TC) a declaração de ilegalidade do regimento da Assembleia Legislativa regional.

O regimento, cuja revisão foi aprovada terça-feira apenas com os votos do partido proponente, o PSD, tem duas normas feridas de ilegalidade, alega o deputado Vítor Freitas. A redução do quórum para um terço dos deputados em efectividade de funções e a possibilidade de um deputado votar pela respectiva bancada violam a lei do Estatuto da Madeira, disse, para justificar o pedido de fiscalização constitucional a apresentar após a publicação do documento. Também o CDS/PP ameaça recorrer ao TC se o PSD não retirar, na discussão na especialidade, as duas medidas que, segundo Lopes da Fonseca, “são susceptíveis de ser inconstitucionais”.

Tranquada Gomes, vice-presidente da bancada PSD, admitiu “fazer alterações e corrigir” aspectos da proposta, cujas regras Guilherme Silva, deputado nacional eleito pela Madeira, considera “mais exigentes” que o regimento da Assembleia da República, ao fixarem como quórum de funcionamento a presença mínima de um terço de deputados, em vez de um quinto possível em São Bento. Por seu lado, a eurodeputada Ana Gomes desmentiu Tranquada Gomes que, ao defender o novo regimento, afirmou que no Parlamento Europeu um deputado podia votar pela respectiva bancada. “É completamente falso e impensável no PE”, asseverou a socialista, que criticou o regimento insular por fazer da assembleia “uma farsa”. Também o politólogo André Freire considerou “ética e politicamente reprovável” o regimento por permitir que o voto de um deputado valha por 25, norma que o constitucionalista Pedro Bacelar Vasconcelos considerou “um absurdo” e “uma clara violação das regras democráticas”.


* Nem no Governo nem no PSD nacional há gente com tomates para travar este ditadorzinho de meia tigela.


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ESPERTENHICES ...



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HOJE NO
"A BOLA"

Venus Williams 
reaparece em jogo de exibição

Ausente dos courts desde Agosto, depois de lhe ter sido diagnosticado síndrome de Sjogren, a norte-americana Venus Williams voltou a jogar na noite passada em Medelim, na Colômbia, defrontando a sua irmã Serena num jogo de exibição.

Diante cerca de 5000 pessoas, Venus até venceu a irmã mais nova, por 6-4 e 7-6, tendo reiterado o desejo de continuar a jogar.

Com 31 anos, Venus ficou a saber em Agosto que sofria de síndrome de Sjogren, doença de natureza auto-imune, que causa fadiga e dores musculares.


* É uma doença auto-imune em que são destruídas as glândulas lacrimais e salivares causando grande secura interferindo igualmente nos pulmões e rins. É notícia porque foi uma excelente aleta e ninguém está a salvo destas emboscadas.


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1 - AMADEO de SOUSA CARDOSO






























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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Alerta de risco para remédio

A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) alerta para eventuais reacções adversas que podem ocorrer nos doentes de cancro tratados com o medicamento anticancerígeno Caelyx (doxorrubicina), devido a problemas detectados no fabrico, que levou ao fecho provisório da fábrica nos EUA.

O Infarmed alerta que os doentes "devem ser cuidadosamente monitorizados" e qualquer reacção adversa, incluindo sépsis ou suspeita de sépsis, deve ser notificada, porque "pode evidenciar problemas com o fabrico".

O Infarmed afirmou que "não tem registo de notificações de suspeitas de reacções adversas ao fármaco".

Jorge Espírito Santo, presidente do Colégio da Especialidade de Oncologia Médica da Ordem dos Médicos, afirmou que "os doentes são sempre devidamente monitorizados" e que existe uma terapêutica alternativa. O medicamento está indicado para tratar o cancro da mama metastizado, cancro do ovário em estado avançado, sarcoma de Kaposi (doentes de sida) e mieloma múltiplo.


* Se tem familiares ou amigos que tomem este medicamento avise-os, por qualquer lapso podem ainda não estar alertados. Contactem urgente o oncologista que os apoia.


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  4- SINGULARIDADES



































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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Barroso quer retirar 
soberania orçamental a Portugal
Presidente da Comissão Europeia propõe 
vigilância apertada e medidas correctivas aos 
países que estão a pagar empréstimos.

Portugal vai ficar sob vigilância apertada da Comissão Europeia até meados da próxima década, altura em que se espera, em Bruxelas, que o país tenha pago até 75% do seu empréstimo. Trata-se de uma entre várias novas regras intrusivas de governação económica na zona euro, ontem propostas por Durão Barroso.

"Um Estado-membro será posto em supervisão pós-programa até que um mínimo de 75% da assistência recebida (...) tenha sido devolvido", pode ler-se na proposta de regulamento sobre a supervisão para os países intervencionados onde se incluem Portugal, Grécia e Irlanda, mas também aqueles que venham a receber ajuda preventiva, como se fala agora para outros países do euro, demasiado grandes para serem ‘resgatados'. No caso de Portugal e Irlanda, uma fonte comunitária avisava ontem que "estamos a falar de, no mínimo, mais uma década, ou talvez um pouco mais, até se chegar a esse limite".

Estes 75% do total do empréstimo a Portugal correspondem a 58,5 mil milhões mais juros. A fatia do FMI - 26 mil milhões mais juros - deverá ser paga até 2022, e o resto entre 2014 e, no máximo, 2042 se o país beneficiar de obrigações a 30 anos que os dois fundos de assistência europeus oferecem. Porém, a média de maturidades dos empréstimos europeus não deverá ir muito além dos 12,5 anos.

Esta vigilância apertada implica uma perda ainda maior de soberania orçamental, com visitas surpresa dos técnicos europeus e relatórios semestrais de missões europeias (Comissão e BCE), sujeitando-se a medidas correctivas. Mas "sem uma governação mais forte será difícil, senão impossível, manter uma moeda única", avisou ontem o presidente da Comissão.

Todos os países serão alvo de um controlo maior no processo de construção orçamental. Bruxelas vai passar interferir não só no enquadramento macroeconómico dos orçamentos, através do relatório de crescimento anual, mas também fazer propostas de alteração antes e depois da sua adopção no Parlamento. Ou seja, poderá propor um orçamento rectificativo, que se não for seguido conduzirá a sanções.


* Depois de se ter retirado cobardemente da chefia do governo português em busca dum melhor tacho em Bruxelas, o presidente da Comissão Europeia já não nos surpreende há muito tempo. Estas afirmações vêm na sequência da obediência cega aos seus patrões, Merkel e Sarkozy.


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DICA UTIL

Tampa plástica reutilizável


Para selar um saco...


Corte a parte superior da garrafa descartável, enfiando o saco pelo gargalo, revire-o para fora e coloque a tampa.  Bem fechado sem entrada de ar...




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"
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Mais de metade dos desempregados
sem direito a qualquer prestação
São 397 mil sem subsídios
Número de beneficiários de prestações 
de desemprego desceu desde 2010, apesar do 
número de desempregados ter vindo a aumentar

Mais de 290 mil pessoas recebiam prestações de desemprego em outubro deste ano, o equivalente a 42,4 por cento do número total de desempregados contabilizados pelo INE. Segundo os últimos dados disponibilizados pela Segurança Social, em outubro existiam 292.513 beneficiários de prestações de emprego, menos 4034 pessoas do que em setembro. Durante o mês de outubro foram deferidos 19.286 subsídios de desemprego.
Face ao mesmo mês de 2010, o número de beneficiários de prestações de desemprego é inferior em 23.259, apesar do número de desempregados ter vindo a aumentar em Portugal. Os últimos dados divulgados pelo INE contabilizavam no fim do terceiro trimestre do ano um total de 689,6 mil desempregados, o que fez elevar a taxa de desemprego para os 12,4 por cento. Entre os fatores que podem explicar a redução, em termos homólogos, do número de beneficiários com direito ao apoio da Segurança Social está a entrada em vigor, em julho do ano passado, das novas regras de permanência no subsídio de desemprego, que ditou o fim desta prestação para muitos portugueses.
Os números da Segurança Social incluem o subsídio de desemprego (cujo valor médio em outubro foi de 540,7 euros), subsídio social de desemprego inicial (345,61 euros), subsídio social de desemprego subsequente (365,31 euros) e prolongamento do subsídio social de desemprego (317,42 euros).
Do total de beneficiários inscritos na Segurança Social com prestações de desemprego, 109.609 são da região Norte, com destaque para o distrito do Porto, onde foram atribuídos subsídios a 67.652 pessoas. Lisboa e Vale do Tejo, por sua vez, tinha em outubro 90.268 desempregados a receber prestações, dos quais 54.859 em Lisboa e 22.887 em Setúbal.
No Centro, a Segurança Social conferiu 55.364 beneficiários de subsídios de desemprego, com Aveiro e Leiria a destacarem-se, com 17.737 e 11.487 pessoas, respetivamente. No Algarve, por sua vez, existiam 13.570 beneficiários a receber prestações de desemprego, enquanto no Alentejo foram contabilizadas 11.228 pessoas na mesma situação. Na Madeira, o número de beneficiários de prestações de desemprego alcançou os 7988, enquanto nos Açores foi de 4486.
Os dados da SS indicam ainda que os homens entre os 55 e os 59 anos são o grupo que recebe mais prestações de desemprego (24.543), apesar de em termos totais serem as mulheres as maiores beneficiárias deste tipo de apoios (147.326 subsídios até outubro).


* Se estes números são maus imagine-se a dor das pessoas portadoras destes números.


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O IPHONE DO FUTURO




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Porque os cães não vivem muito



PORQUE OS CÃES NÃO VIVEM MUITO



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PATRIOTAS



JORNAIS DE HOJE



JORNAIS DE HOJE
















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BOM DIA