quarta-feira, 23 de novembro de 2011

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


Relato de um amigo...

"Hoje estava eu a tomar um café, no Bar do Alfredo, quando,
  desesperadamente, precisei de dar um vento.

A música estava bem alta. Então calculei soltar o gasoso em sincronia
  com o ritmo. Assim o pensei, assim o fiz.
Lá se foram os gases da fermentação da feijoada, molho de repolho e  ovos cozidos, sendo libertados ao ritmo da música.

Fiquei orgulhoso pelo sonzão fragmentado, ritmado, em sincronismo
  perfeito com a música...

Comecei a sentir-me melhor e mais aliviado...


Terminei meu café tranquilamente... só então notei que toda a gente
  estava a olhar para mim.

Então lembrei-me que estava a ouvir música c os fones do meu iPod...


Nunca mais tomo café ali."








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ESTÁ NA HORA DA MAMADA






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FUMAR EMAGRECE


E definitivamente alivia o stress 

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10 - VIDA SUBMARINA




PELO DOMÍNIO DAS ÁGUAS PROFUNDAS


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HOJE NO
"RECORD"

Participação na Champions 
já rendeu à SAD 15,1 milhões

Como consequência do apuramento da equipa de Jorge Jesus para a fase seguinte da Liga dos Campeões, a SAD garantiu um encaixe financeiro de 15,1 milhões de euros. Só em prémios de participação e pelos resultados na fase de grupos.

O encontro de Old Trafford foi um verdadeiro “jackpot” para as águias: 3,4 milhões de euros garantidos. O empate rendeu 400 mil e o apuramento 3 milhões. Dois em um.

A esta verba há que acrescentar as garantidas antes. O apuramento para o playoff valeu 2,1 milhões de euros, ao passo que a presença entre as 32 equipas que disputam a fase de grupos foi premiada com 7,2 milhões de euros. Já as duas vitórias e os dois empates nas quatro rondas anteriores totalizaram 2,4 milhões.


* O jackpot do futebol, mas o Benfica fez para o merecer.


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SPENCER TUNIC



Para além da arte a audácia de Tunic ao fotografar mais de cinco mil pessoas à volta da ópera de Sydney, Austrália em 2010


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTICIAS"
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PSD quer proibir venda de substâncias
.perigosas em 'smart shops'
O PSD vai apresentar um projecto de lei para incluir 
a "mefedrona" e o "tapentadol", substâncias 
que actualmente são de venda livre, na tabela 
dos psicotrópicos, dada a "gravidade dos efeitos" 
e a sua comercialização nas chamadas "smart shops"

"Consideramos que substâncias deste calibre que estão à venda livremente em "smart shops' ou facilmente encontráveis na Internet ou na rua, merecem a entrada directa para a tabela anexa ao decreto lei número 15 de 93 para que se lhes aplique o regime jurídico das substâncias psicotrópicas e controlo de estupefacientes", disse o deputado Simão Ribeiro.

O deputado social-democrata e vice-presidente da JSD sublinhou que "há uma directiva da União Europeia que recomenda aos Estados-membros que as elenquem como substâncias ilícitas e que adoptem medidas de combate e de controlo a esse tipo de substancias".

A mefedrona, também conhecida por "miau, miau", é um derivado de fertilizantes e já provocou mortes no Reino Unido, enquanto o tapentadol é um analgésico utilizado no tratamento da dor moderada e severa, cujo abuso comporta "elevados riscos", explicou o deputado.

Questionado sobre se a iniciativa legislativa tem como objecto a penalização do consumo, Simão Ribeiro respondeu que o "alvo principal é penalizar a comercialização destas substâncias e a sua disseminação e proliferação".


* As "smartshops" são verdadeiras rampas de lançamento legalizadas para a dependência de drogas mais pesadas. As substâncias referidas no texto não são rebuçados, são drogas, estranhamos que haja portugueses que abram lojas para vender estes produtos, para já só podemos dizer que é descaramento. 
No seu conjunto podemos considerar que a devastação ao longo dos anos é superior a Hiroshima, não é treta!

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Jiri Kylian

1 - Black and White





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ALMORRÓIDA INVESTIGANTE




Uso prolongado de paracetamol aumenta risco de overdose fatal

A toma prolongada de paracetamol, um dos medicamentos mais vendidos e consumidos em todo o mundo, pode levar a uma overdose. A conclusão faz parte de um estudo publicado no British Journal of Clinical Pharmacology, sendo cada vez mais frequentes os alertas para os riscos deste analgésico, muito associado a falências hepáticas.


O paracetamol é o medicamento não sujeito a receita médica mais vendido em Portugal e é a substância activa de vários medicamentos antipiréticos (para baixar a febre) e analgésicos (para as dores) que mais se vende no país, em quantidade, segundo o Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento). Nos postos de venda livre (fora das farmácias) tem mais de 12% da quota de mercado e só entre Janeiro e Setembro de 2011 foram vendidas quase 550.000 embalagens. Dados da consultora IMS Health Portugal indicam que, em 2009, foram vendidos pelos armazenistas às farmácias mais de 16 milhões de embalagens com esta substância, o que dá uma média de mais de uma embalagem por ano por cada pessoa.

De acordo com a investigação desenvolvida por um grupo de cientistas da Universidade de Edimburgo, a toma prolongada e regular de paracetamol pode ser fatal, já que é difícil detectar as situações em que o doente está em risco, sendo muitas vezes demasiado tarde para inverter as lesões provocadas pelo medicamento, sobretudo no fígado.

Apesar de ser de fácil acesso, o paracetamol pode provocar lesões hepáticas e, em casos mais graves, hepatites fulminantes que podem obrigar a um transplante. Contudo, é mais inofensivo para o esófago, estômago e intestino do que alguns analgésicos e anti-inflamatórios. Estão-lhe igualmente associados problemas renais, quando tomado de forma prolongada e em doses elevadas. Estas são, no entanto, situações normalmente atribuídas ao consumo excessivo desta substância – mais de quatro gramas por dia – ou quando associadas à ingestão de produtos igualmente lesivos para o fígado (como bebidas alcoólicas).

O grupo de Edimburgo acompanhou 161 casos de overdoses relacionadas com utilização prolongada deste medicamento, que é frequentemente escolhido para situações como febre, dores musculares ou dores de cabeça – um consumo que é facilitado por ser, na maioria dos países, à semelhança de Portugal, um fármaco de venda livre.

O perigo dos antigripais

O farmacêutico e presidente da secção regional de Lisboa da Ordem dos Farmacêuticos António Hipólito de Aguiar, contactado pelo PÚBLICO, corrobora as preocupações emanadas pelo estudo e reforça que “a margem de segurança do paracetamol é muito pequena”. O especialista exemplificou que com a proliferação de marcas de paracetamol no mercado há muitas pessoas que, por desconhecimento, “tomam uma marca para a febre e outra para as dores, sem saberem que é o mesmo medicamento”. Há também medicamentos, sobretudo antigripais, que têm mais do que uma substância activa, o que faz com que os doentes muitas vezes não saibam que estão a tomar um fármaco com paracetamol.

Em 2009, também o organismo norte-americano responsável por regular o sector do medicamento, a Food and Drug Administration (FDA), recomendou que se reduzisse a dose máxima permitida por cada comprimido (de 1000 miligramas para 650) e que o consumo máximo diário permitido passasse a ser de 3250, em vez dos actuais 4000, de modo a evitar situações de overdose. A FDA pretendia também embalagens mais pequenas e com alertas mais visíveis para os efeitos secundários e para os casos em que se recomenda o uso da substância. Recentemente tanto Estados Unidos como Reino Unido reduziram a dose máxima recomendada para crianças.

Hipólito de Aguiar assegura, porém, que na Europa e concretamente em Portugal, “pouco ou nada tem sido feito” para evitar complicações com este medicamento. O farmacêutico lamenta que as recomendações sobre doses e dimensão das embalagens não tenham sido acolhidas e reitera que a venda livre fora das farmácias representa um perigo, insistindo que “esta posição não pretende ser proteccionista” e que visa, pelo contrário, “a segurança dos doentes”.

O investigador Kenneth Simpson, que liderou o trabalho agora publicado, especificou que as situações fatais aconteceram principalmente em pessoas que tinham casos de dores crónicas e que tomavam paracetamol com regularidade. Simpson referiu, ainda, no trabalho que as análises sanguíneas na maioria dos casos não ajudam a despistar o problema, visto que níveis elevados da substância activa são associados a uma toma excessiva pontual (normalmente casos de tentativa de suicídio) e não ao uso prolongado.

O grupo alertou, contudo, que é nos casos de uso prolongado que o fígado sofre lesões mais graves e, muitas vezes, irreversíveis. A conclusão baseou-se na análise das notas clínicas de 663 doentes a quem foi diagnosticada doença hepática induzida por paracetamol. Destes doentes, 161 tomavam paracetamol de forma prolongada e apresentavam lesões hepáticas, cerebrais, renais e problemas respiratórios mais acentuados, assim como maior risco de morte.

Desvendada actuação do paracetamol

Este estudo surge na mesma semana em que o King’s College de Londres anunciou que descobriu a forma exacta como o paracetamol actua no corpo humano. O funcionamento do medicamento, apesar de ser utilizado há largos anos, permanecia por explicar. Mas este novo estudo publicado na Nature Communications revelou que o paracetamol inibe a presença da proteína TRPA1 nas células nervosas, o que permite controlar a dor. Os investigadores esperam que a descoberta sirva para procurar mais substâncias que actuem no mesmo campo, mas que tenham uma toxicidade mais baixa.

IN "PÚBLICO"
23/11/11

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Portugal é o quinto país do mundo desenvolvido com mais médicos

Num universo de 40 países, Portugal surge como o quinto com mais médicos. Dados são da OCDE e surgem na semana em que o Grupo para a Reforma Hospitalar disse ter identificado 1.245 médicos a mais no país.

Na última década, a taxa de crescimento do número de médicos habilitados a exercer em Portugal foi superior à média dos países analisados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE): 1,9% que compara com 1,7%.

Esta tendência reforçou a posição de Portugal na lista dos países do mundo desenvolvido com maior número de médicos: 3,8 por cada mil habitantes.

Este rácio coloca Portugal no quinto lugar da lista da OCDE, atrás da Grécia (6,1), Áustria (4,7), Rússia (4,3) e Noruega (4), sendo que a média é de 3,1 médicos por cada mil habitantes.

Os dados referem-se a 2009 e surgem no relatório anual sobre o “Panorama da Saúde 2011”, hoje divulgado pela organização sedeada em Paris.

O relatório chama a atenção para o facto de o universo de médicos em Portugal poder estar a ser “sobrestimado, dado que inclui todos os médicos com habilitações para praticar medicina e não apenas os que efectivamente praticam”.

Em relação aos enfermeiros, o documento atesta uma “duplicação ao longo das últimas duas décadas”, tendo o rácio passado de 2,8 para 5,6 enfermeiros por cada mil habitantes, entre 1990 e 2009. Ainda assim, Portugal mantém-se bem abaixo da media da OCDE, de 8,4 enfermeiros por cada mil habitantes.

Estes dados são publicados na semana em que o Grupo para a Reforma Hospitalar apresentou o relatório pedido pelo Governo, em que identifica 1.245 médicos a mais no país.


* Demagogia barata, médicos a mais nunca há, tem existido uma deficiente gestão dos recursos e há especialidades com enormes carências.

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MANUEL TAVARES


A senhora Merkel 
          fez dos patrões sindicalistas

A profundidade do buraco em que estamos enfiados resulta bastante clara das reacções de parte significativa do mundo empresarial às últimas recomendações da troika. Desta vez, não foi Louçã, nem Jerónimo, nem Seguro, tão pouco Carvalho da Silva ou João Proença a erguerem as vozes para denunciarem excessos dos mercados e seus aliados e reclamar uma mais enérgica posição nacional por oposição aos ditames europeus, ou mais correctamente dos países do centro da união financeira, da Alemanha e da França como está bom ver.

Claro que Mário Soares, do alto do seu estatuto de pai do regime, disse grosso o que mais nenhum se atreveu a sussurrar, colocando-nos de atalaia sobre a senhora Merkel: porque ela veio do leste, ou seja do lado comunista do Muro de Berlim, e porque historicamente a Alemanha soma responsabilidades em duas grandes guerras.

Ainda assim, valerá a pena acrescentar às do pai do regime duas outras vigorosas declarações sobre o estado da crise e da governação ou ainda sobre a última conferência de imprensa da troika mais as suas recomendações: Belmiro de Azevedo disse que "o preço a pagar pelo equilíbrio das contas não pode ser a miséria absoluta e um exército de excluídos" e reclamou "crescimento"; Fernando Ulrich apelou para que "acabem com as conferências de imprensa da troika" e "nos poupem de ouvir funcionários de quinta ou sétima linha não eleitos democraticamente", reclamando "união política porque aí o meu voto conta para eleger a senhora Merkel".

Perante estas declarações, a pergunta é óbvia e simples : o que é que está a acontecer para que patrões pareçam perigosos sindicalistas?

A resposta parece-me tão óbvia quanto a pergunta: se o nosso governo seguir a recomendação da troika para cortar mais salários, agora também no sector privado, o mercado interno vai definhar. Muito provavelmente até níveis de empobrecimento da capacidade de consumir que correríamos o risco muito sério de destruir a maior parte do nosso actual tecido empresarial.

Portugal é essencialmente um país de pequenas e médias empresas. O seu definhamento e falência acabaria por arrastar as poucas grandes empresas que não vivem exclusivamente da exportação dos seus produtos.

A subsistência de uma classe média minimamente apta a consumir e de um mercado interno minimamente activo é, portanto, o núcleo fundador de uma nova circunstância. Se chegaremos a ver patrões e sindicalistas de braço dado, isso é outra coisa... Certo é que ambos os lados parecem convergir em defesa dos salários.


IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
19/11/11

.m


MENDIGO ENCARTADO


video

enviado por D.A.M.
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HOJE NO
"DESTAK"


Consórcio de segurança europeu 
dá nota máxima a 10 carros

O consórcio europeu de controle de segurança dos automóveis (NCAP) deu hoje o índice de cinco estrelas, o nível máximo, a dez novos modelos de carros, anunciaram em comunicado.

NCAP é um consórcio formado por sete governos europeus, a Comissão Europeia e organizações de consumidores e automobilistas que analisam a segurança dos carros novos que vão para o mercado.

A marca alemã Volkswagen recebeu cinco estrelas por dois dos seus modelos, o Beetle e o Up!, a mesmas que a Mercedez-Benz, pelos seus novos Classe B e C.Coupé.

A NCAP deu também máxima distinção ao Seat Mii e ao Skoda Citigo (gémeos do VW Up!), assim como ao Chevrolet Malibu, Kia Rio, Ranger Rover Evoque e Subaru XV.

Os dois modelos dos chineses Geely, o Emgrand EC7 e o Emgrand MG6, foram os primeiros carros da China a conseguir quatro estrelas, o segundo nível mais alto da escala de segurança.

O Fiat Panda, o Jeep Grand Cherokee, o Jaguar XF e o carro elétrico Renault Fluence ZE também conseguiram quatro estrelas.

A Ford recebeu um prémio pelos seus sistemas de alerta no modelo Focus, enquanto que a Mercedes-Benz foi recompensada pela NCAP pelos seus sistemas de atenção assistida e de prevenção de colisão.

As alemãs Opel e Volkswagen também receberam distinções do consórcio de segurança pelo seu sistema de faróis adaptativos, no caso da Opel, e pelo travão de emergência em cidade, no caso da Volkswagen.



Beetle a partir de 21.950 euros
Up a partir de 9.850 euros
Mercedes a partir de 98.900 euros
Mercedes classe C coupé a partir 41.035 euros
Seat Mii a partir de 8.690 euros
É melhor poupar e manter o carro que tem.


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5 – A HISTÓRIA DOS JOGOS
EM VÍDEO




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HOJE NO
"i"

Aperto inédito. 
Dívida das famílias à banca
cai há quatro meses
Montanha de créditos à habitação está a diminuir desde Agosto, uma tendência inédita na economia portuguesa


Na década passada, até 2006 o ritmo de concessão de crédito habitação cresceu a dois dígitos, assim como a montanha total de crédito que se foi acumulando. Foi também assim nos anos 90 (onde só num ano o crédito cresceu a um dígito) e nos anos 80 (em 1989).
O contraste com o presente é total.
Os números do Banco de Portugal (BdP) ontem publicados mostram que o total de crédito à habitação na economia portuguesa – que vale cerca de 80% dos empréstimos feitos pela banca a particulares – caiu em Setembro pelo segundo mês consecutivo. A esta tendência de quebra – inédita pelo menos desde Dezembro de 1980 – junta-se a diminuição do crédito total das famílias à banca (que dura desde Junho). É oficial: a desalavancagem das famílias pretendida pela troika – isto é, a redução da dívida – está já a acontecer.
“Representa um ponto de viragem”, explica Paula Carvalho, economista do Banco BPI. “Por um lado não há maior disponibilidade de crédito da parte da banca e, por outro, as famílias repensam os seus padrões de consumo”, acrescenta.
Olhando apenas para os balanços dos bancos – que em termos agregados surgem traduzidos no boletim estatístico mensal do Banco de Portugal – Setembro foi o primeiro mês em que o crédito total concedido aos particulares diminuiu em termos homólogos (-0,2%). No entanto, os bancos têm recorrido a operações de titularização de créditos (sobretudo hipotecários) para arranjarem financiamento – o banco vende os créditos a uma entidade gestora e arrecada já o seu valor (um instrumento que perdeu gás, segundo apurou o i, dadas as dificuldades de aceitação no mercado).
A correcção dos balanços – feita pelo Banco de Portugal para incluir estas operações – mostra que o crédito total a particulares está a diminuir há mais tempo, desde Junho (-0,1%), com uma tendência em aceleração (-1,2% em Setembro, cerca de 200 milhões de euros a menos de montanha de dívida).
O início do desendividamento das famílias é transversal a todas as categorias: no crédito ao consumo a evolução negativa começou em Fevereiro deste ano; no crédito à habitação o primeiro valor negativo surgiu em Agosto (-0,3%, acelerando para -0,7% em Setembro). O pico da montanha de dívida hipotecária dos portugueses aconteceu em Março deste ano: 114,5 mil milhões de euros. Em Setembro estava 737 milhões de euros mais baixa, mostram os dados do banco central.
Os economistas salientam que este processo de desalavancagem será muito lento. “A forte contração dos rendimentos em princípio não permitirão uma diminuição muito rápida da dívida”, aponta Filipe Garcia, economista da consultora IMF.
A dieta, contudo, é já visível e corresponde a uma mudança do paradigma de crescimento ininterrupto do crédito verificado ao longo das últimas três décadas. “Não é algo necessariamente negativo, uma vez que significa a correcção de uma trajectória insustentável”, aponta Teresa Gil Pinheiro, do Banco BPI.
No outro lado da dívida privada – as empresas – o crédito concedido aumentou cerca de 267 milhões de euros em Setembro face a Agosto, mas a tendência geral é de abrandamento do ritmo. Na semana passada a troika apontou que não há ainda sinais de que esta queda esteja a asfixiar a economia.


* Este ineditismo de circunstância resulta da corda que aperta a garganta do cidadão. O recurso ao crédito diminui porque a miséria aumenta desmedidamente, não por razões de poupança, porque no tempo do cavaquismo ensinaram os portugueses a ser gastadores.

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WILCO

Airline to Heaven





Senator Barack Obama spoke at Farm Aid 2005 in Tinley Park, Illinois about the importance of family farmers. He also introduced Chicago's own Wilco, who played "Airline to Heaven."

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Crianças plantam bosque 
com 350 árvores 
nas margens do rio Minho

Crianças do Norte de Portugal e da Galiza vão plantar, nesta quarta-feira, 350 árvores de espécies autóctones que passarão a formar um novo bosque nas margens do rio Minho, entre Valença e Tui.

Trata-se de uma iniciativa do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Galiza-Norte de Portugal, em colaboração com as autoridades e autarcas dos dois lados da fronteira, por ocasião do Dia Internacional da Floresta Autóctone.

“Queríamos fazer mais do que seminários ou conferências dos dois lados da fronteira, como é habitual, mas sim uma acção prática que permitisse conjugar sinergias”, explicou Elvira Vieira, directora daquele agrupamento transfronteiriço.

No total serão plantadas, entre as duas margens do rio, 350 árvores – de várias espécies, como castanheiros, freixos e amieiros - que passarão a representar um bosque com a forma da euro região Galiza - Norte de Portugal. “Será uma nova atracção que ali vai nascer e marcará a primeira acção visível da eurocidade Valença-Tui, entretanto criada”, acrescentou Elvira Vieira.

Todas as árvores a plantar serão apadrinhadas por uma centena de crianças, com idades entre os quatro e os seis anos, além de autarcas, políticos e especialistas da área da cooperação transfronteiriça. “Cada árvore terá uma cédula própria onde vai constar o nome da pessoa que a apadrinhou, para reforçar a importância desta iniciativa e fortalecer os laços de cooperação entre a euro-região”, sublinhou a directora daquele agrupamento.


* Viva a Educação Ambiental e desejamos que os pais destas crianças deixem de cuspir para o chão, será um bom exemplo.

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4 – A Contracção Muscular



Os vídeos foram produzidos pelo Departamento de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A linguagem é simples e bem didática.



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HOJE NO
"A BOLA"

Dirigentes leoninos 
também vão para a caixa de segurança

O derby de sábado, o Benfica-Sporting, um dos maiores clássicos do futebol português, já começa a aquecer fora das quatro linhas e, de acordo com o que A BOLA apurou, o presidente dos leões, Godinho Lopes, não se sentará ao lado do líder do Benfica, Luís Filipe Vieira, na tribuna presidencial, numa posição de protesto em relação à recém-criada caixa de segurança no recinto dos encarnados, que se destina aos adeptos dos adversários do clube da Luz, neste caso, do Sporting.

Aquele espaço, situado no topo norte, piso 3, do Estádio da Luz, será inaugurado no embate com os leões, e Godinho Lopes discordará da oportunidade da medida.

Mas as acções de protesto do Sporting não vão ficar-se por Godinho Lopes e estendem-se a todos os elementos da administração e dos órgãos sociais que se deslocarem à Luz no sábado, uma vez que nenhum dirigente leonino marcará presença na tribuna VIP do recinto encarnado, optando por assistir às incidências da partida na denominada caixa de segurança, numa posição conjunta e que visa a solidariedade com os restantes adeptos do clube.


* Foi um adepto do Benfica que matou um adepto sportinguista numa final da Taça de Portugal. 
Achamos bem que os adeptos leoninos fiquem instalados na caixa de segurança, não ficam  protegidos das vigueirices mas estão um pouco mais longe delas. Apesar de ser sportinguista parabéns ao Benfica pelo brilharete em Inglaterra, é que acima de tudo sou portuguesa.

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 15 - FOTOS EM MOVIMENTO




A fotógrafa novaiorquina Jamie Beck mudou totalmente o conceito de GIFs animados ao criar uma respeitada forma de arte, apresentando fotos extremamente impressionantes.
Para quem não sabe, os GIFs animados são famosos na internet. Entretanto, a grande maioria tem caráter humorístico e não guarda grandes preocupações com a qualidade das imagens. O que Jamie faz é exatamente o contrário. As imagens possuem incrível realismo e chama atenção pelos detalhes.
Batizadas como “cinemagraphs”, ela busca não esgotar as possibilidades de uma imagem. Esta realmente parece ser a chave para criar uma arte respeitável. 


HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"


Bruxelas exige que Portugal 
recupere 400 mil euros

A Comissão Europeia considerou esta quarta-feira ilegal o auxílio estatal que Portugal concedeu a Pequenas e Médias Empresas (PME) através de um regime de seguro de crédito à exportação, exigindo, por isso, que Lisboa recupere as verbas junto dos beneficiários.

Em causa está uma linha de apoio ao crédito comercial das PME, que vigorou entre o início de 2009 e o final de 2010, e que de, acordo com as autoridades portuguesas, abrangeu cerca de 400 empresas, que terão beneficiado de uma verba total de cerca de 400 mil euros.

Bruxelas lembra que advertiu há um ano que a "Linha de apoio ao Crédito Comercial das PME, através do Seguro de Créditos para Países de OCDE, com Garantia Mútua", em vigor desde o início de 2009, podia infringir as regras da UE, tendo por isso iniciado um inquérito aprofundado.

A conclusão desse inquérito, indicou esta quarta-feira o executivo comunitário, é que o regime constituía uma violação das regras da União Europeia, uma vez que favoreceu determinadas empresas, distorcendo assim a concorrência face aos concorrentes em Portugal e aos exportadores no resto da UE.

O regime, que deveria vigorar até final de 2010, previa que as empresas poderiam beneficiar de uma cobertura complementar, face ao limite de crédito anteriormente subscrito por uma seguradora privada.

O prémio cobrado a título da cobertura complementar era de apenas 60 por cento do prémio sobre a cobertura de base de base cobrado pela seguradora privada e apenas as empresas dispondo de uma cobertura de seguro de crédito podiam beneficiar deste regime.

A Comissão revelou agora que o inquérito aprofundado revelou que o regime português não respeitava as regras de auxílios estatais em matéria de seguro de crédito à exportação instituídas em 2008 durante a actual crise, reclamando, por isso, a recuperação dos auxílio, " a menos que o Governo português pretenda recorrer às regras de mínimas, que permitem a concessão de auxílios até certos montantes, sem necessidade de autorização".

De acordo com a Comissão, "esta situação, demonstra, uma vez mais, a importância de obter uma autorização prévia da UE ao abrigo das regras em matéria de auxílios estatais".


* Para quem não tinha dado conta fica esclarecido que somos mesmo governados por estrangeiros.
O texto refere mais uma acção da falida empresa "Socratice & Teixarada de Irresponsabilidade Ilimitada"".


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P’RÓ SIM SENHOR


video

VEJA EM TELA CHEIA

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Vitor Gaspar em 12º lugar 
no 'ranking' do FT
(Finantial Times)
 
O guia do jornal económico britânico baseia-se em informações estatísticas dos países de origem de cada ministro e na opinião de economistas e comentadores. Para o FT, a deterioração do ambiente económico e financeiro nos últimos tempos constitui um momento particularmente difícil para quem lidera a pasta das Finanças na Europa.

De um total de 19 governantes, o ministro das Finanças português foi considerado o décimo segundo melhor da Europa em 2011.

Em primeiro lugar na lista está o ministro das Finanças sueco, Anders Borg, seguido pelo alemão, Wolfgang Schäuble, e pelo pelo polaco, Jacek Rostowski.

O jornal explica que os ministros foram ordenados, do melhor para o pior desempenho em 2011, com base na sua capacidade política, no desempenho económico do seu país e na credibilidade nos mercados. Foram escolhidos os países com as maiores 19 economias da UE, onde se incluem todos os do euro.

Foi precisamente nas competências ao nível da credibilidade que Vitor Gaspar registou o pior desempenho, com uma classificação de 18, sendo que a nota vai de 1 a 19 e o 1 é a classificação máxima.

Já na apreciação relativa ao desempenho económico, o ministro recebeu 16 pontos. A posição de Vitor Gaspar só não é pior devido ao posicionamento no 5ª lugar no ranking da política.

Atrás de o governante português figuram os ministros das Finanças espanhol, Austríaco, francês, dinamarquês, húngaro e italiano. O responsável pela pasta das Finanças da Grécia, Evangelos Venizelos ficou no último posto.


* O nosso ministro está com a credibilidade de rastos, na óptica do FT, mas o jornal não prima pela isenção, isso já foi chão que deu uvas.


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GUERRA FRIA, LEMBRAM-SE??



Na época da Guerra Fria, visando "proteger" a população da "ameaça comunista", os EUA produziram um vídeo onde se ensina a maneira mais eficaz de sobreviver a uma bomba atômica.

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Escutas que envolvem Armando Vara
Defesa pede nulidade

A defesa do ex-ministro Armando Vara, coarguido no processo Face Oculta, anunciou que vai pedir a nulidade do despacho do coletivo de juízes que aceitou juntar ao processo novas escutas, considerando que há regras que não foram cumpridas. 'Vou arguir a nulidade do despacho proferido', adiantou o advogado Tiago Rodrigues Bastos, à saída da sala de audiências, após terminar a nona sessão do julgamento. Apesar de não ter 'nenhum problema com a junção das escutas', o causídico diz não concordar com a decisão dos juízes. 'Entendemos que a decisão é errada', adiantou o advogado, acrescentando que 'há regras que não foram cumpridas', O coletivo de juízes que está a julgar o caso aceitou ontem juntar ao processo novas escutas envolvendo o ex-ministro Armando Vara, que o Ministério Público (MP) pretendia ver transcritas e usadas como prova no julgamento. O juiz presidente Raul Cordeiro considerou 'fundada', a pretensão do MP, acrescentando que o requerimento merece acolhimento 'com vista à descoberta da verdade e boa decisão da causa', Em causa estão as escutas de duas conversas telefónicas onde Armando Vara fala sobre a eventual demissão do então presidente da CP, Cardoso dos Reis.


* Alô Alô, daqui fala da cadeira do poder!


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Sobre a Vírgula
 
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.


* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...

 Hi, hi, hi, hi.....

HOJE NO
"DIÁRIO  DE NOTICIAS"
Biossegurança
Ricardo Jorge sem segurança 
para bactérias perigosas

Todos os dias são manuseados materiais biológicos nas instalações do Instituto Ricardo Jorge, em Lisboa, mas a segurança deste organismo está longe de ser a ideal e assim vai continuar por falta de verbas, admitiu a administração.

"Temos o nível máximo que conseguimos - que é a presença permanente de um elemento de uma empresa de segurança privada - mas não temos o terreno delimitado com uma vedação, nem o acesso condicionado no interior das instalações", disse à Lusa o presidente do conselho de administração.

Para José Pereira Miguel, o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) dispõe de "uma série de barreiras, mas não as desejáveis".

Uma situação agravada com a proximidade de um campo de futebol que, em dias de jogo, leva muitas vezes os adeptos a festejar junto à entrada do instituto.

Em causa está o material que é investigado na sede do INSA, nomeadamente no laboratório de segurança biológica de nível 3, onde são desenvolvidas actividades de risco que envolvem o manuseamento de produtos biológicos altamente infeciosos.

"O nosso maior problema é a presença de agentes infeciosos, de microrganismos que existem por cá e que são cultivados, analisados e guardados nos laboratórios de doenças infeciosas", disse.

José Pereira Miguel reconhece que as medidas que têm sido tomadas ao nível da segurança são as possíveis com o dinheiro disponível e garante que, se tivesse mais verbas, procederia ao "isolamento e resguardo" da zona junto ao INSA e também no interior das instalações.

"Continuamos a ter um campus muito devassado, o que está mal, mas é preciso dinheiro para investir", disse.

Segundo José Pereira Miguel, o edifício do INSA -- da autoria do arquiteto Pardal Monteiro -- tem as suas "vulnerabilidades" e daí a necessidade de serem erguidas, no seu exterior, sucessivas barreiras.

O INSA é o instituto de referência em Portugal, em matéria de saúde pública, e também ao nível de biossegurança, contando com uma Unidade de Resposta a Emergências e Biopreparação (UREB), do Departamento de Doenças Infecciosas.

Esta unidade promove sexta-feira o primeiro encontro de peritos em biossegurança, dirigido a utilizadores de laboratórios de segurança biológica de nível 3 (BSL-3).

A responsável da UREB, Sofia Núncio, disse à Agência Lusa que nestes laboratórios, são "manipulados microrganismos do Grupo de Risco 3, que geralmente causam doença grave no homem ou no animal, mas que não se transmitem habitualmente de pessoa a pessoa e para os quais existe um tratamento eficaz".

São igualmente tratados nas instalações destes laboratórios microrganismos de Grupo de Risco 2 desde que, em grandes quantidades ou elevadas concentrações, possam constituir um risco acrescido de propagação de aerossóis.

Durante a cimeira da NATO, que decorreu em novembro de 2010, em Lisboa, o laboratório aumentou o nível de prevenção e, enquanto decorreu a pandemia de gripe, em 2009, parte do trabalho foi também executado nos laboratórios BSL-3.

"Sempre que são encontrados pacotes suspeitos de contaminação com agentes biológicos, em sítios como os aeroportos, a amostra é entregue no INSA para ser processada", acrescentou.

Além da resposta à emergência, os laboratórios BSL-3 também são utilizados para o diagnóstico laboratorial de rotina de doenças causadas por microrganismos como Mycobacterium tuberculosis e o vírus Dengue, afirmou Sofia Núncio.


* Nada de alarmes é só uma "bombinha" de saúde...

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5 - PESSOAS









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LÁPIS …..