domingo, 6 de novembro de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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MÁGICOS


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A DANÇA DO PAU


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ADÃO E EVA



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O LADO ESCURO DAS LENTES


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by Astray Films

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2 – DICA ÚTIL





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depoimento de professora



PROFESSORA INDIGNADA





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8 - A GRANDE FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL






Documentário produzido pelo canal 4 da TV inglesa que fala sobre a grande mentira criada sobre um aquecimento global causado pelo homem que hoje se tornou quase uma verdade absoluta, incontestada pela mídia e por governos mundo a fora. Uma farsa elaborada para frear o desenvolvimento do terceiro mundo e impor altos impostos sobre o carbono, todo derivado de petróleo ou qualquer outra material divulgado como a principal causa deste "aquecimento global". Entrevistados neste filme, vários cientistas, historiadores e especialistas nesta área da ciência, negam haver qualquer relação entre o CO2 produzido pelo Homem com o aparente aquecimento global, mas o contrário, aparentemente o CO2 é resultado de tal aquecimento e não seu causador. As pesquisas e dados são reveladas e a verdade vem à tona, o aquecimento global causado pelo Homem é apenas uma propaganda mediática para arrecadar fundos para o novo governo mundial que está sendo implantado. Veja e tire suas conclusões.




ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"


Mongólia: Criança trabalha em cabaret para sustentar a família

Enquanto os colegas de escola recuperam forças para mais um dia de aulas na manhã seguinte, Huang Doudou veste collants, calça saltos altos e maquilha-se. À sua espera tem a pista de dança do clube nocturno em Urumqi, na Mongólia.

Esta menina de 7 anos é forçada a trabalhar 4 noites por semana neste cabaret para sustentar a família - ela e os pais, que estão desempregados por deficiências motoras e problemas de saúde. A mãe foi obrigada a deixar de trabalhar quando um acidente lhe feriu a perna esquerda, tendo-a incapacitado, e o pai sofre de gastrite crónica. A família vive num apartamento muito pequeno - inferior a 12 metros quadrados.

Até ao cabaret Doudou leva cerca de hora e meia de autocarro. Entra às 21h e dança três números para os convidados. Quando regressa a casa, ainda vai estudar e preparar a aula do dia seguinte.

Para a criança, o trabalho parece não ser um sacrifício: "É divertido. Eu gosto de dançar. É verdade que às vezes fico cansada, mas é um trabalho muito bom".


* MUNDO CÃO!

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GUADALUPE SIMÕES



Queremos prestar

Queremos prestar-lhe cuidados seguros, de excelência mas... o Governo não deixa!" 
Esta será, provavelmente, a frase que os enfermeiros mais utilizarão quando acolherem utentes e famílias, nos hospitais e centros de saúde, nos tempos que se avizinham! Portugal continua a registar uma grave carência de enfermeiros, logo, todos estão a fazer face a necessidades permanentes. Significa que a manutenção da precariedade, para além de ilegal, é manifestamente abusiva.

Este Governo, ao invés de identificar os desperdícios e resolvê-los, aposta no facilitismo, e decidiu tornar ainda mais burocrática a possibilidade, até, de renovação de contratos. 
Perguntamos qual a razão da existência da gestão privada nos hospitais. Prevê-se que milhares de profissionais com contratos a termo possam não ser renovados. São milhares de horas de cuidados ‘roubados’ aos utentes que os profissionais que restarão não conseguirão colmatar.
O risco para os profissionais e para os utentes vai aumentar exponencialmente. 
A responsabilidade é do Ministério da Saúde!

Coordenadora Nacional do Sindicato dos Enfermeiros


IN "CORREIO DA MANHÃ"
03/11/11


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6 – Um por dia p’ra não vomitar
(clique na imagem para ler bem)














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2 - A HARMONIA 

DOS 

MUNDOS




Sinagoga Judaico-Portuguesa 
Amesterdão, Holanda

É iluminada apenas por velas. Foi construída há várias centenas de anos e nunca foi electrificada. O arco, assentos e tudo o mais foram feitos à mão, por construtores de barcos.
Inexplicavelmente, durante a 2ª. guerra mundial os nazis nunca se interessaram por esta preciosidade, jamais nela tendo entrado.
Encontra-se, pois, intacta e tal como foi erguida. Apreciem, então, toda a sua beleza !


ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

Aumento do IVA será o primeiro impacto 
sentido pelas famílias
O aumento do IVA será, entre as medidas do Orçamento para 2012, aquela que as famílias vão sentir primeiro 
e vai traduzir-se numa redução importante do 
seu rendimento, considera o 'tax partner' 
da Deloitte, Miguel Leónidas Rocha

As alterações nos impostos que o Governo pretende introduzir através da proposta de Orçamento do Estado para 2012 são muitas e todas vão afetar o rendimento das famílias, mas o seu efeito irá fazer-se sentir de forma diferente ao longo do ano e algumas só se sentirão mesmo em 2013.

Mas os efeitos de um dos impostos que será agravado far-se-ão se sentir imediatamente: o aumento do IVA sobre várias categorias de produtos (que passam de taxas mais reduzidas para mais elevadas), em produtos simples como a batata.

Para Miguel Leónidas Rocha esta mudança irá traduzir-se nas famílias como "uma redução do rendimento disponível por via do consumo", até porque incide nalguns casos em consumos primários.

"Esta medida é de efeito imediato, porque, por exemplo, a não atualização dos escalões de IRS e os limites das deduções de despesas só se farão sentir em maio de 2013. Em Maio de 2012 [após a entrega das declarações de IRS] iremos sentir os benefícios que foram cortados através do Orçamento do Estado para 2011", explica Miguel Leónidas Rocha.

Sendo o IVA o imposto que mais receita dá ao Estado e cuja forma de cobrar é mais simples, estas mudanças trarão uma receita muito elevada, explica ainda. Na proposta de Orçamento do Estado para 2012 o Estado prevê encaixar de acréscimo de receita com estas mudanças 2.044 milhões de euros, a maior contribuição de uma medida individual para a consolidação e uma receita superior à conseguida com os cortes nos 13º e 14º meses dos trabalhadores das Administrações Públicas e empresas públicas.

Ainda assim, outras mudanças irão afectar ainda mais o rendimento das famílias. No que diz respeito ao IRS, a mudança mais significativa identificada por este especialista são as limitações nas deduções à colecta, com despesas de saúde e educação por exemplo.

"As limitações das deduções à coleta das despesas de saúde é realmente a mais grave. Estávamos habituados a deduzir 30 por cento das despesas de saúde sem qualquer limite, até porque são despesas que não controlamos", disse.

No entanto, no caso da saúde acaba por ser implementado um duplo limite, onde para além de apenas serem consideradas 10 por cento das despesas de saúde, existe um novo limite nestas deduções de 838 euros (duas vezes o Indexante dos Apoios Sociais). E depois tudo será ainda sujeito ao limite estabelecido para o total das deduções que varia consoante o escalão em que se encontra o contribuinte, e tem de ser combinado com as restantes despesas (por exemplo educação, juros do crédito à habitação).

Acresce ainda o facto de os escalões de IRS não serem actualizados. Isto irá implicar uma maior sensibilidade nas variações dos salários aos impostos. Um pequeno aumento, mesmo ao nível da inflação, pode levar o contribuinte para um escalão mais elevado, obrigando-o assim a pagar mais IRS.

Já os pensionistas, para além de ficarem sujeitos à perda dos subsídios de natal e férias (dependendo do valor da pensão) serão também obrigados a pagar mais IRS, porque a dedução específica das pensões (uma dedução automática feita ao rendimento) era de 6.000 euros e baixa para o mesmo valor da dedução de trabalho dependente. Assim, os pensionistas passarão a pagar IRS sobre mais 2.000 euros do seu vencimento anual, mesmo que não recebam qualquer aumento.


* 2012 IMPACTANTE, reserve já o seu bilhete para o espectáculo da miséria.

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ESTA SEMANA NO
"i"

Empresas públicas. Impacto no défice
chega a 843 milhões até Junho
Até Junho, as empresas reclassificadas pagaram 361 milhões em juros, 87% do que gastaram em 2010

As empresas públicas reclassificadas (EPR), que são integradas nas contas das administrações públicas, aumentaram o défice do Estado 843 milhões de euros no primeiro semestre de 2011. Estas empresas foram assim responsáveis por mais de 12% dos 6995 milhões de euros de défice contabilizado por Portugal entre Janeiro e Junho.
As empresas com maior impacto no défice do Estado são a Metro do Porto, a Refer, a Metro de Lisboa, a RTP, a Parque Escolar e a Estradas de Portugal, responsáveis por 779,4 milhões de euros deste défice (ver tabela), sendo o restante valor culpa de várias outras empresas ou institutos também eles reclassificados, mas com menor impacto nas contas – no total, e segundo o Orçamento do Estado para 2012, já foram reclassificadas 52 entidades públicas. As regras do INE e do Eurostat ditam que uma empresa pública só fica de fora do défice se gerar receitas próprias que cubram pelo menos 50% dos seus custos.

Impacto cresce Depois do peso superior a 379 milhões de euros que todas estas empresas tiveram no défice dos primeiros três meses do ano, no segundo trimestre as perdas intensificaram--se e atingiram os 443,9 milhões de euros, elevando o impacto no semestre para 843 milhões de euros, segundo números do INE avançados pelo gabinete do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas. Este valor representa mais de metade do impacto que estas empresas tiveram no défice de 2010, período em que custaram directamente aos contribuintes mais de 1,5 mil milhões de euros. Para 2012, e segundo o OE, as EPR vão ter um peso de 1,19 mil milhões de euros no défice.

Juros Vão em 87% de 2010 Segundo os valores apresentados pelo INE, as empresas públicas reclassificadas pagaram 361,4 milhões de euros só em juros durante os primeiros seis meses deste ano, quase tanto quanto tinham gasto em todo o ano de 2010: 413,7 milhões de euros. Olhando apenas para as empresas que surgem desagregadas – Metros de Lisboa e Porto, Refer, RTP, Parque Escolar e Estradas de Portugal –, a conclusão é quase a mesma. Se em 2010 estas seis empresas gastaram um total de 392,7 milhões de euros em juros, só no primeiro semestre deste ano esse valor já atinge os 255 milhões de euros – 65% do total pago o ano passado, portanto.
No capítulo dos juros, a Parque Escolar merece uma atenção especial, já que nos primeiros seis meses deste ano gastou mais dinheiro em juros que em todo o ano passado. Se em 2010 esta empresa pagou 6,6 milhões de euros em juros, só no primeiro semestre deste ano esta rubrica já vai em 10,94 milhões de euros – uma subida de 164% e ainda as contas do ano vão a meio.
A Estradas de Portugal também não escapa a uma atenção especial: até Junho gastou 44,2 milhões em juros, valor que compara com os 47,55 milhões gastos em 2010.

RTP cheia de subsídios Destaque final para a RTP. Apesar de na tabela surgir como contribuinte líquida nos dois primeiros trimestres de 2011, é de salientar que a empresa nesse período recebeu 55 milhões em transferências – mais que qualquer outra empresa reclassificada.


* As EPR's são antros de politiqueiros e soluções para tachos.


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SÓ PARA POBREZINHOS



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ESTA SEMANA NO
"VIDA ECONÓMICA"


Preço do seguro automóvel 
continua a descer

As companhias de seguros ainda não conseguiram travar a fundo a descida do preço do seguro automóvel, embora alguns operadores reconheçam a necessidade e subir preços para não sacrificar mais a rentabilidade do ramo. A alternativa tem sido a redução do peso do ramo automóvel na carteira.

Depois de anos de sucessiva redução do prémio médio do seguro automóvel, o mercado assistiu em 2009 e 2010 a uma desaceleração da intensidade decrescente do preço do seguro, mas não é certo que consiga já este ano registar uma inversão do fenómeno. Entre os 7 milhões de veículos seguros em Portugal no ano passado, o prémio médio de seguro automóvel era de 241 euros, menos 71 euros que o prémio médio de 312 euros praticado em 2006, segundo dados divulgados pela Associação Portuguesa de Seguradores
Apesar de muitos operadores reconhecerem que algumas das condições que no passado fundamentaram a descida de preços, como a redução da sinistralidade e a otimização de recursos das companhias, já não servirem hoje para justificar totalmente o tarifário praticado genericamente no mercado, a realidade vem demonstrar que subir preços não tem sido tarefa fácil entre os operadores. "Existe uma necessária tentativa de inversão por grande parte das seguradoras do mercado, no entanto coexiste com esta tentativa a prática de alguns operadores, com o objetivo de conquistarem novos negócios, de aplicarem prémios médios ainda inferiores, embora não tão acentuadamente como nos anos anteriores", admitem Joaquim Aguiar e Rui Almeida, responsáveis técnicos da Generali. A multinacional italiana garante que os seus prémios médios mantêm-se este ano a níveis idênticos aos de 2010 e reconhece que chegou a pensar em subir o seu tarifário, mas "as práticas de mercado enunciadas e o contexto social não o permitem".

Aposta na venda cruzada

Outra multinacional a operar em Portugal, a Liberty, assume estar em contraciclo. "Estamos a crescer acima do mercado, pelo que o cenário de crise ainda não foi sentido", afirma Cláudia Tabora, gestora de produto na multinacional norte-americana. A mesma responsável confirma que o fenómeno de redução do prémio médio continua a ser uma realidade em Portugal e na própria Liberty Seguros o prémio médio deste ramo desceu ligeiramente em 2011. O ramo automóvel tem vindo a conquistar um peso crescente na carteira Não Vida da seguradora e representa atualmente 65% dessa carteira.
Mas esta não tem sido a postura predominante no mercado segurador. "O ramo Automóvel era tradicionalmente o de maior peso na carteira da Generali, mas fruto da nossa política de diversificação e participação em negócios de grande dimensão e também em negócios internacionais, tem vindo a diminuir o seu peso", constatam Joaquim Aguiar e Rui Almeida. Hoje, o ramo Automóvel pesa 38,4% na carteira Não Vida da Generali e 53% da carteira Não Vida da MAPFRE, que tem adotado uma política semelhante. "O peso deste ramo tem vindo a decrescer ligeiramente ao longo dos últimos anos, uma vez que temos vindo a adotar uma política que aposta muito em aumentar o nível de fidelização dos nossos clientes através do cross-selling. Esta estratégia permite-nos servir melhor os nossos clientes, otimizando os seus níveis de proteção e oferecendo condições mais vantajosas", explica João Gama, diretor de Comunicação da multinacional espanhola.
Menos expressivo é já o peso do ramo Automóvel na certeira Não Vida da Fidelidade Mundial e Império Bonança, do grupo Caixa Geral de Depósitos, que ronda atualmente os 40%. Rita Sambado, diretora de Marketing das duas companhias, reconhece que o fenómeno de redução de prémios continua a ser uma realidade no grupo CGD e diz mesmo que esta redução só não é mais acentuada porque têm vindo a verificar uma maior adesão dos clientes a campanhas para sensibilização de determinados riscos, aumentando a subscrição de algumas coberturas facultativas que, naturalmente, incrementam o preço do seguro. A responsável das companhias de seguros do grupo CGD acredita também que o fenómeno de preços baixos no seguro automóvel deverá continuar a ser uma realidade "mesmo que a principal razão para a redução do prémio médio possa não ser a mesma". Segundo Rita Sambado, "à agressividade competitiva verificada nos últimos anos junta-se agora a quebra na venda de veículos novos, o que implica o envelhecimento do parque automóvel. Este cenário faz reduzir a procura de soluções com coberturas mais abrangentes de danos próprios, resultando na reestruturação da composição das carteiras e o impacto desta realidade no prémio médio".

Subida de preços para breve?

Subir preços é a solução inevitável reconhecida por vários operadores, mas repetidamente adiada. Por quanto mais tempo, é uma incógnita. "Uma gestão equilibrada e a própria sustentabilidade das operações obrigarão a uma paragem ou mesmo inversão deste caminho", antecipa João Gama, da MAFRE.
Na AXA, Alexandra Catão, diretora de Oferta e Segmentos Estratégicos da AXA, também considera que "a subida do prémio médio já deveria ser uma realidade hoje, promovendo um ajustamento progressivo e correto em termos de preço". A responsável da AXA alega que "a crise económica que se instalou e a forte competitividade do mercado, em particular, das seguradoras de direto, levaram as seguradoras ditas 'tradicionais' a reposicionarem-se quanto ao fator preço, pelo que os prémios médios continuam a ser baixos não correspondendo ao risco assumido pelas seguradoras".
Também Maurício Oliveira, administrador da Açoreana, do grupo Banif, reconhece que "existe uma necessidade clara de equilibrar os resultados de rentabilidade de um ramo que tem um peso muito significativo na atividade seguradora e que muitas vezes tem de ser alavancado com outros ramos que vão apresentando resultados mais positivos". No entanto, lembra o responsável da Açoreana, "esta inversão ainda não é muito visível, mantendo-se os valores significativamente abaixo dos valores tecnicamente desejáveis para um ramo com esta magnitude".


* Cuidado com a carteira que vai ser sugada mesmo com pequenos sinistros.

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ESTA SEMANA NO
"JOGO"

FPF
Marta desafia Gomes a fazer "o debate"

Carlos Marta, candidato às eleições da FPF, desafiou ontem a lista de Fernando Gomes a "fazer o debate". "Não estamos contra ninguém, queremos fazer mais e melhor", disse. O autarca de Tondela garantiu ainda que se se sentisse pressionado, "não seria candidato". "Sou livre", frisou.

O desafio foi feito na apresentação do sítio na internet da lista de Carlos Marta. A página www.pelofutebolporportugal.com já está online e, além das informações sobre as figuras que compõem o elenco de Carlos Marta, há ainda uma opção para os visitantes deixarem sugestões.

Após a cerimónia, na sede da FPF, houve uma reunião da Lista A em que estiveram presentes Carlos Ribeiro, da AF Lisboa, Júlio Vieira, da AF Leiria, Toni, Inácio e os candidatos a presidentes dos vários conselhos : João Oliveira (Fiscal), Sampaio Nora (Justiça) e Vítor Carvalho (Disciplina).

Fernando Seara, candidato a presidente da Mesa da AG da FPF, elogiou Carlos Marta. "Conhece o futebol como poucos, da prática à organização", justificou Seara, que desvalorizou estar numa lista não apoiada pelo "seu" Benfica. "Integro a lista de um amigo, e o Benfica é um espaço de liberdade", alegou.

Numa altura decisiva para a Selecção Nacional, Carlos Marta fez saber que estará na Bósnia para acompanhar o jogo do play-off para o Euro'2012.


* Deseja-se civilidade na campanha.

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1 - BONECAS DE SABÃ0






ESTA SEMANA NO
"SOL"

Crise: 
Cada vez mais crianças com fome 
nas escolas

Chegam sem a refeição da manhã, rondam sistematicamente o bar, mas nada compram. As escolas identificam assim cada vez mais alunos com carências alimentares, aos quais procuram dar resposta, apesar de os seus orçamentos também estarem em crise.

De acordo com a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE), as receitas de buffets e papelarias das escolas estão a sofrer uma quebra de 30 por cento.

“Tanto no bar dos alunos, como na papelaria há efectivamente uma quebra. Ainda não quantifiquei, mas é uma redução substancial”, confirmou à agência Lusa o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira.

Os alunos têm cada vez menos dinheiro para gastar na escola e em muitas situações chegam mal alimentados.

O professor dirige uma escola em Cinfães, onde grande parte da mão de obra masculina estava associada à construção civil, agora estagnada.

Mesmo famílias que conseguem manter o emprego, vêem reduzido o rendimento e a escola é o primeiro lugar onde as evidências não podem ser negadas.

“Reflecte-se se na quantidade de suplementos alimentares que estamos a dar aos alunos identificados pelos directores de turma”, conta o docente.

Ao perceber que há alunos mal alimentados, a escola oferece um lanche ao início da manhã e outro a meio da tarde: um pão com queijo ou fiambre e um sumo ou leite.

“Temos vários sinais para poder tomar este tipo de decisões. Um deles tem a ver com a não utilização do cartão (electrónico) por falta de dinheiro”, relata o dirigente, que conta também com o director de turma para perceber se o aluno toma o pequeno-almoço ou se “anda sistematicamente à volta do bar dos alunos e não compra nada”. A situação é facilmente identificada pelos funcionários e analisada com uma assistente social.

A escola, classificada como Território Educativo de Intervenção Prioritária (TEIP), já presta este apoio há vários anos, mas nos últimos tempos teve necessidade de o reforçar.

“Estamos a falar neste momento de um universo de oito a 10 por cento dos alunos da escola”, indica o director do estabelecimento, com 650 estudantes.

Presentemente são 50 a 60 alunos que recebem o suplemento alimentar, mas estão constantemente a ser identificados “mais alunos” nestas circunstâncias.

Manuel Pereira conta receber verbas para estes apoios, mas quando não as tinha, utilizava todos os lucros do bar dos alunos e dos professores para prestar este auxílio.

Nos contactos que faz regularmente com directores de outras escolas, constata situações semelhantes.

Também o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) nota que os alunos já não levam “notas grandes” para a escola.

“As quebras são em tudo, como não hão-de chegar aí também”, questiona Adalmiro Botelho da Fonseca.

“Aquela época em que os alunos levavam muito dinheiro para a escola, que era uma coisa que me incomodava imenso! - de famílias às vezes com dificuldades -, o aluno que queria umas sapatilhas de marca e tinha não sei quantas, isso está a passar”, atesta.

Agora, diz, “é que toda a gente começa a aperceber-se que estamos em crise”.


* No entanto continuamos a ter os estádios de futebol com muita gente e espectáculos musicais cheios quase todos os dias da semana e casamentos tão caros que os noivos já se divorciaram e ainda estão a pagar a boda e viagem de núpcias.

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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

G20 promete 40 milhões de empregos
Novo plano de ação do G20 quer aumentar em 1,5%
o PIB mundial e isso gerará, segundo 
Christine Lagarde, diretora-geral do FMI, entre 
20 a 40 milhões de novos empregos até 2016.

O plano acordado hoje pelos membros do G20 numa cimeira em Cannes poderá gerar entre 20 a 40 milhões de empregos até 2016, disse a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde.

"A análise do FMI mostra que, com uma ação coletiva apropriada, o Produto Interno Bruto (PIB) mundial poderá ser aumentado em mais 1,5 % até 2016, e poderão ser criados entre 20 a 40 milhões de novos empregos", afirmou Lagarde numa declaração emitida no final da cimeira.

O plano aprovado pelos membros do G20 (grupo de 19 grandes economias mais a União Europeia, que em conjunto representam 80 por cento do PIB mundial) recomenda que os países com excedentes comerciais estimulem a sua procura interna, enquanto aos países com défices são sugeridos processos de consolidação fiscal e criação de emprego.

"Para enfrentar os desafios imediatos que nos são impostos pela economia global, comprometemo-nos a coordenar as nossas ações e políticas. Cada um de nós fará a sua parte", lê-se no comunicado final do encontro do G20.


* Apenas promessas para enganar o pagode...

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3 - AQUÁRIOS







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UM OLHAR DA ÁUSTRIA



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CISTERNA DA BASILICA SIEI 
TURQUIA


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38 - ILUSTRES PORTUGUESES DE SEMPRE »»» zé do telhado



Zé do Telhado, alcunha de José Teixeira da Silva, nasceu a 22 de Junho de 1818 no lugar do Telhado, pertencente à aldeia de Castelões de Recesinhos, na comarca de Penafiel, e daí a razão de ser conhecido assim[1].

Foi um militar famoso salteador, do século XIX, em Portugal, e era chefe da quadrilha mais famosa do Marão.

É conhecido por "roubar aos ricos para dar aos pobres" e por isso muitos consideram-no como o Robin dos Bosques português.

Diz-se que era filho de um capitão de ladrões e no seio de uma família onde extorquir o alheio era actividade de raízes fundadas, mas, o que parece ser verdade é que aos 14 anos era rapaz habituado ao "campo" foi viver com um seu tio, no lugar de Sobreira, freguesia de Caíde de Rei, para aprender com ele o ofício de castrador e tratador de animais[2]. No dia 3 de Fevereiro de 1845 casou-se com a sua prima Anna Lentina de Campos e da qual teve cinco filhos.

Houve muito de "político" na sua imagem pública

O grande número de assaltos, em todo o norte de Portugal, entre 1842 e 1859, foi num período muito conturbado pois foi coincidente com o pedido de maior resistência de D. Miguel, no exílio com seu governo, aos seus partidários "miguelistas" que tentaram formaram grupos de guerrilha em todo o país. Tal como existia toda uma ala mais liberal mais conservadora que estava descontente e da qual ele fez parte. Só assim se explica nomeadamente haverem alguns padres no seio do seu bando.

Tinha vasta experiência militar começada no quartel de Cavalaria 2, os “Lanceiros da Rainha” que toma parte contra o partido dos setembristas e pela restauração da “Carta Constitucional”, no mês de Julho de 1837. Aí derrotado vê-se em Espanha fugido.

Ao regressar grassava no país uma revolta larvar contra o governo anti-clerical de Costa Cabral e quando estala a “Revolução da Maria da Fonte”, a 23 de Março de 1846, vê-se envolvido como um dos líder da insurreição. Coloca-se às ordens o General Sá da Bandeira que também tinha aderido. 

Assume o posto de sargento e distingue-se de tal forma na bravura e qualidades militares, na expedição a Valpaços, que recebe a Ordem da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, a mais alta condecoração que ainda hoje vigora em Portugal.

O pior é que o seu «partido» entra em «desgraça», amontoa dívidas de impostos que não consegue pagar e é expulso das Forças Armadas.

Já como "Zé do Telhado", chefe bandoleiro mais conhecido do país, foi apanhado pelas autoridades em 31 de Março de 1859 quando tentava fugir para o Brasil, e preso na Cadeia da Relação, onde conhece Camilo Castelo Branco.

Hoje sabe-se que seu julgamento teve muito de farsa.

Em 9 de Dezembro de 1859 foi condenado ao degredo na pena de trabalhos públicos por toda a vida na costa África ocidental ultramarina. Foi-lhe comutada a pena aplicada na de 15 anos de degredo desde 28 de Setembro de 1863[3]. Viveu em Malanje, fez-se negociante de borracha, cera e marfim.

Casou-se com uma angolana, Conceição, de quem teve mais três filhos.
Morreu de varíola no ano de 1875 (57 anos) em Angola.

WIKIPÉDIA 

NR: Incluímos este português nesta rubrica por o sentirmos muito próximo do cidadão justiceiro que agora bem precisamos.


BEJA
DISTRITO DE BEJA



Beja é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Beja, na região Baixo Alentejo, e pertencente à NUTS III Baixo Alentejo, sedia a Diocese de Beja, com 21 658 habitantes.

É sede de um dos maiores municípios de Portugal, com 1 147,14 km² de área e 34 387 habitantes (2009),[1] subdividido em 18 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Cuba e Vidigueira, a leste por Serpa, a sul por Mértola e Castro Verde e a oeste por Aljustrel e Ferreira do Alentejo.

HISTÓRIA
A cidade de Beja implanta-se num morro com 277m de altitude, dominando a vasta planície envolvente. O campo surge, assim, como uma fronteira natural entre a vida urbana e a vida rural. Esta realidade marca a vida deste povoado desde a sua fundação, algures na Idade do Ferro. 
BEJA ANTIGA

Prova cabal desse momento é o troço de muralha proto-histórica descoberta no decurso das escavações da Rua do Sembrano. Achado da maior importância, dissiparia todas as dúvidas sobre a pré-existência de um povoado anterior à ocupação romana; contudo, continuamos sem saber que povo aqui estaria nem tampouco possuímos qualquer informação sobre a forma como se organizava o espaço pré-urbano.

A cidade de Pax Julia terá sido fundada ou por Júlio César ou por Augusto. Foi capital do conventus Pacensis e administrou juridicamente uma das regiões que constituíam a província da Lusitânia (as outras duas capitais eram Santarém e Mérida). Foi também uma Civitas, ou seja, cidade responsável pela administração de uma região (tratava-se de áreas mais ou menos equivalentes aos nossos distritos) e Colonia. Sem dúvida estamos na presença de uma cidade elementar no funcionamento da grande máquina administrativa que foi a regionalização romana.

Gentílico Pacense ou Bejense
Área 1 147,14 km²
População 34 387 hab. (2009[1])
Densidade populacional 29,98 hab./km²
N.º de freguesias 18
Presidente da
Câmara Municipal
Não disponível
Fundação do município
(ou foral)
1524
Região (NUTS II) Alentejo
Sub-região (NUTS III) Baixo Alentejo
Distrito Beja
Antiga província Baixo Alentejo
Orago
Feriado municipal Quinta-feira de Ascensão
Código postal 7800
Endereço dos
Paços do Concelho
Praça da República
Sítio oficial www.cm-beja.pt
Endereço de
correio electrónico
geral@cm-beja.pt

Tratando-se de uma cidade com o estatuto já mencionado, estava equipada com um conjunto de edifícios muito importantes. O espaço por excelência onde se tratava a administração jurídica provincial era o Fórum, do qual também fazia parte o templo dedicado ao culto imperial. 
 No caso de Beja, o Fórum localizava-se junto à actual Praça da República, como testemunharam as escavações realizadas por Abel Viana quando se construiu o actual depósito de água (na altura foi identificada uma enorme estrutura que se interpretou como parte das fundações do templo imperial). A importância dos diversos achados que se têm verificado em vários sítios da cidade confirmam-nos a existência de outros edifícios, tais como o teatro, anfiteatro, o circo, as termas, etc., embora a localização para estes espaços continue na esfera das hipóteses. Certamente que a cidade romana sofreu alterações ao longo do tempo, os seus principais espaços adaptar-se-iam às novas regras e modas que sopravam de outros pontos do império.

A mudança de poder não lhe retirou importância. Durante o período de domínio visigodo manter-se-ia como uma das principais cidades do Ocidente, ainda era um centro administrativo regional e cabeça de bispado. Desta fase, ficou-nos a pequena, mas importante, Igreja de Santo Amaro, onde está instalado o Núcleo Visigótico do Museu Regional, cuja colecção é constituída por peças provenientes da cidade e do campo. O povo germânico terá contribuído para a conservação e manutenção dos espaços públicos e privados.
A cidade é referida pelos autores árabes, não só pela sua importância mas também pelos belos edifícios que possuía, assim como pelas vias grandes e bem conservadas que a ela levavam. No entanto é a partir deste momento que a configuração da cidade sofrerá as mais profundas alterações: a sua forma ortogonal vai-se alterando e ganhando uma forma radial. Infelizmente da cidade muçulmana pouco sabemos: os vestígios são mínimos, encontrando-se, desta época, apenas uma ou outra inscrição funerária e alguns artefactos. 

A cidade entra em declínio sensivelmente a partir do século XI: não é mais o centro administrativo e religioso, perdendo prestígio a favor de cidades que ganhavam cada vez maior importância, como era o caso de Évora.

O processo da Reconquista fez-se sentir de forma muito violenta. As muralhas foram completamente destruídas, a cidade quase deixara de existir. O Foral de D. Afonso III é muito claro: havia que repovoar a cidade e reconstruir as suas muralhas; a cidade ficaria dotada com um novo sistema defensivo, constituído pelo castelo com torre de menagem e novo pano de muralhas.
Com a fundação do Ducado de Beja projecta-se uma nova fase. Os primeiros Duques de Beja, Infantes de Portugal, vêm residir para a cidade alentejana, onde fundam o Convento de Nossa Senhora da Conceição. Junto a este edifício surge o Palácio dos Duques de Beja (Palácio dos Infantes), que terá sido um bom exemplo da arquitectura mudéjar. Como reflexo deste novo impulso, à sua volta iriam surgir novos conventos e palácios que marcariam a diferença entre a Beja velha e destruída e um novo espaço que surgia. O momento áureo deu-se, sem dúvida, com a ascensão de D. Manuel I a rei. Tratando-se do segundo Duque de Beja, desenvolveu um forte processo de nobilitação desta cidade. Assiste-se à reabertura de um novo espaço, a Praça D. Manuel I, para onde se deslocam os Paços do Concelho, que haviam funcionado junto à Igreja de Santa Maria e promove-se também a construção do primeiro Convento-Hospital de Nossa Senhora da Piedade ou da Misericórdia no lugar da antiga Gafaria. Este trabalho de recuperação teria continuidade com o Infante D. Luís III, Duque de Beja, que foi o patrono da construção da Igreja da Misericórdia, cuja loggia constitui um dos expoentes máximos da arquitectura do Renascimento em Portugal.
ERMIDA DE  STO  ANDRÉ

Podemos afirmar que a cidade respirava um novo ar com a promoção a que assistia. A classe dirigente local não acompanhou, contudo, este processo progressista. Beja voltaria a desenvolver-se muito lentamente, esquecida na planície alentejana. As obras que marcam a cidade são pontuais, vivendo-se momentos pequenos de falsas esperanças ao desenvolvimento que nunca chega.

O segundo processo destrutivo a que assistimos dá-se precisamente nos finais do século XIX continuando pelo séc. XX. Sob a batuta do Visconde da Ribeira Brava, imbuído de um espírito vanguardista, decide-se "modernizar" a cidade, despojando-a dos edifícios velhos numa tentativa clara de criar novas ruas abertas e largas. O resultado foi que a cidade perdeu metade dos seus emblemáticos edifícios, como por exemplo, no Largo dos Duques de Beja, o Palácio dos Infantes. Na sua continuidade encontra-se o Convento de Nossa Senhora da Conceição, que ficou reduzido a menos de metade, salvando-se a Igreja o Claustro menor e a sala do Capítulo. Com ligação a este Convento encontrava-se outro, o Hospital Convento de Santo Antonino e nas suas proximidades a Igreja de São João. Todo este conjunto foi simplesmente arrasado. Mas a vontade de progresso far-se-ia sentir ainda noutros espaços, já que outros conventos tiveram o mesmo fim, destruindo-se a memória dos tempos clericais.
ESTELA

A cidade foi assim "varrida" de boa parte dos seus equipamentos existentes. Quem visita e percorre as suas ruas sente a ausência de algo, sem compreender muito bem o quê. Apenas uma pequena parte dos novos espaços abertos foi reocupada. O espaço urbano entra no séc. XX completamente alterado, atravessando um processo de construção/desconstrução o qual se mantém mais ou menos calmo até ao momento do Estado Novo.

Com a afirmação deste regime, a cidade sofreria novas intervenções dentro do Centro Histórico. A primeira terá sido o processo de reconstrução do Castelo e das suas muralhas. Sob a direcção da DGEMN toda a zona envolvente às muralhas do Castelo seria desafogada do casario humilde que desde os tempos de paz ali se instalou. A muralha ficaria totalmente à vista, assim como o Arco Romano das Portas de Évora, imagem que parcialmente se concretizou.
Praça da Républica em Beja – Com vista da Camara Municipal e Centro de Emprego. Paulo Lourenço Ribeiro – 2011
A segunda grande intervenção dá-se na década de 40 na Praça da República, dotando-a da configuração actual. Com a austeridade natural do regime, esta alteração imprimiria ao Largo um sentido de nacionalismo e concentração de poder, recolocando o Pelourinho na Praça. Uma das intervenções mais importantes terá sido, também, a destruição da Cadeia Filipina e a rápida construção, no seu lugar, do novo edifício das Finanças. Este espaço, apesar de discreto, destoa num conjunto que era até aqui homogéneo, verificando-se uma interrupção desnecessária na continuidade da história deste espaço. A infelicidade de um incêndio nos antigos Paços do Concelho em 1947 levaria á necessidade de reconstrução de um novo edifício no mesmo espaço, projecto de um dos mais importantes arquitectos do Estado Novo, Rodrigues de Lima. Mais uma vez a Praça da República sofre nova intervenção. A consolidação do poder estava completada.

Entre as décadas de 30 e 40 vão surgindo novos equipamentos que vão colmatando os enormes espaços vazios libertados no início do séc. XX. O velho Teatro sofre obras de fundo, sendo totalmente alterado e adaptado a Cinema, com possibilidade de representações teatrais. Na zona onde existiu o Convento de Nossa Senhora da Esperança constroem-se o Banco de Portugal, de gosto neo-joanino, o Tribunal, o Governo Civil e por fim a Nova Caixa Geral de Depósitos, com um volume mais sóbrio e portanto mais moderno.

A arquitectura moderna vem pois ocupar, algo timidamente, alguns dos espaços libertados dentro do Centro Histórico, patenteando todavia, as dificuldades e vícios de um Estado autoritário e pouco esclarecido que não entendia as questões que com a revolução de 1974 se tornaram inadiáveis no Centro Histórico da cidade de Beja.


MONUMENTOS

Núcleo Visigótico do Museu Regional de Beja/Igreja de Santo Amaro

Localiza-se próximo do castelo mas na zona extra-muros. Trata-se de uma igreja basilical, cuja fundação remonta à Alta Idade Média. Apesar de ter sofrido diversas alterações ao longo dos séculos conserva ainda parte da nave central.
Actualmente acolhe o Núcleo Visigótico do Museu Regional de Beja, cuja colecção de elementos arquitectónicos constitui o mais importante conjunto conhecido no território nacional. A sua existência justificou a classificação da cidade de Beja como capital do Visigótico em Portugal.

CASTELO
Desde sempre, o Castelo é símbolo de grande referência para uma cidade. Beja não é excepção, o seu Castelo com a sua magnífica Torre de Menagem, de entre as maiores e mais elegantes da Península, sempre foi o ex-libris desta velha Pax-Julia. 

Ao aproximarmo-nos de Beja, logo se avista o seu Castelo, antes fortificação de defesa e, actualmente, património histórico e pólo de atracção turística.
A fundação afortalezada é provavelmente de origem romana. Reconstruído e acrescentado em épocas sucessivas pelos povos que por aqui passaram, nomeadamente visigodos e árabes. No entanto, foram as dinastias portuguesas que lhe deram a traça que hoje podemos contemplar.
De planta pentagonal, o castelo afonsino-dionisino, era composto por duas portas principais, abertas a nascente e a poente da Alcáçova, e por seis torres defensivas, uma delas a Torre de Menagem. Relativamente à cintura de muralhas que circundava o núcleo urbano, esta era bastante mais complexa. Tratava-se de uma cerca formada por mais de quarenta torres e quatro portas principais, nomeadamente as "Portas de Évora", "Portas de Aviz", "Portas de Mértola", e "Portas de Aljustrel", de origem romana.
Com o decorrer dos anos, foram construídas mais três portas, neste caso, as "Portas de Moura", as "Portas de São Sisenando" e as "Portas da Corredoura".
Conquistada em 715 pelos árabes, a cidade foi atacada por Afonso I de Leão e Asturias e por Fruela I de Oviedo, neste mesmo ano e em 718. Mais tarde, em 760, é atacada por Abd al-Raman e cerca de 910-14 por Ordonho II. Em 985 é tomada por Almansor, e em 1037 é atacada por Fernando Magno de Leão.

 Depois, entre 1115 e 1150, D. Afonso Henriques tenta conquistá-la, mas sem sucesso. Finalmente, em 1162, a cidade é tomada por Fernão Gonçalves, e em 1170, assiste-se à morte do Célebre Lidador, Gonçalo Mendes da Maia, durante o último ataque árabe.

Após a reconquista, em 1200, a cidade encontrava-se quase despovoada e a muralha era um verdadeiro monte de ruínas. No entanto, D. Afonso III, concede-lhe Foral em 1254, com o objectivo de facilitar e incentivar a fixação de populações, tornando-se o verdadeiro reconstrutor da cidade.
Em 1310, D. Dinis cuidou da sua defesa, afortalezando-a e construindo a Torre de Menagem. Posteriormente, a muralha fernandina é outro renovo defensivo de que restam belos troços.
Também a existência de outras torres foi sendo alterada com o decorrer dos séculos, o mesmo sucedendo às portas da muralha, que se foram modificando e abandonando consoante as necessidades defensivas.

Na Praça de Armas, localiza-se a Alcaçova, provavelmente construída por D. João II em 1485, para albergar os Infantes D. Isabel de Castela e D. Afonso de Portugal. As janelas geminadas e de arcos ultrapassados, todas elas com grande valor patrimonial e arquitectónico, foram adaptadas a este edíficio, tendo pertencido a palácios e casas demolidas na cidade de Beja, no início do século XIX. Merecem especial atenção os arcos de tijolo denticulado, de origem mudéjar.
Relativamente à Torre de Menagem, esta é considerada um dos melhores exemplos de arquitectura guerreira medieval. De planta quadrada, possui janelas geminadas, uma em cada face, sendo a do norte a mais alta e em forma de varanda. Para além destas características, apresenta ainda no alto um varandim apoiado numa cachorrada de sólida airosidade.
Com uma altura aproximada de 40 metros de altura e 198 degraus, é considerada a mais alta do país e da Península Ibérica. O seu interior é constituído por três grandes salas sobrepostas, com acesso por escadas em caracol, que se encontra implantada no engrossamento de um dos ângulos da atalaia. 

Possui a particularidade única, de ser totalmente construída em mármore. Outro aspecto interessante, prende-se com as diversas marcas de cantaria que se podem encontrar gravadas nas superfícies, interior e exterior das pedras, cujas siglas representam as diversas confrarias de obreiros que a construíram, também conhecidas como marcas de cantaria.
A primeira sala de planta octogonal na base, torna-se pentagonal na parte superior, devido à existência de trompas em três dos cantos. Aqui também é de realçar a abóbada estrelada com um autêntico fecho, e nos cantos podem observar-se mísulas.
A segunda sala também de planta octogonal, é iluminada por três janelas de estilo gótico, que nos convidam a descansar e contemplar a vista. Também a abóbada é estrelada, com nervuras de cantaria, e possui fechos artisticamente lavrados. Os seus arcos estão assentes em mísulas, que representam atlantes.
Na terceira sala, mais pequena, de planta quadrangular, salienta-se uma cercadura toda à volta, interrompida por representações vegetalistas, de homens e animais. A abóbada é decorada com ornatos góticos.
No topo acede-se ao eirado, através de alguns degraus de escada direita, onde se pode contemplar em redor da torre uma paisagem única, a peneplanície.

MUSEU REGIONAL
O primeiro museu de Beja foi, sem dúvida, o representado pelas colecções particulares de Frei Manuel do Cenáculo (1724-1814), o ilustre prelado bejense cujos méritos e zelos de investigador atraíram a esta cidade a atenção do mundo culto de então. 

A investidura de Cenáculo no arcebispado de Évora ocasionou a mu­dança de muitos monumentos, de vária espécie, para aquela cidade. O caso prejudicou Beja. Mas não deixou de estar absolutamente dentro do espírito da época em que o erudito bispo viveu.

Disperso o Museu Sesinando-Cenáculo-Pacense, das lápides e pedras ornamentadas que não foram para Évora, algumas se perderam aqui mesmo; mais de duas dezenas, e das mais preciosas, foram depois, recupe­radas, graças à desinteressada coope­ração de D. António Xavier de Sousa Monteiro, bispo da sede pacense, que à medida que elas se iam descobrin­do no Paço episcopal as mandava entregar à Câmara.
Decorridas oito décadas, em sessão de 5 de Março de 1890, o Dr. Ma­nuel Duarte Laranja Gomes Palma, presidente do município, propõe que se dê início, com os objectos então arrecadados no andar superior da Domus Municipalis, a um pequeno museu representativo deste concelho, o qual se inaugurou, após outras sessões em que se trataram de por­menores relacionados com o assunto, a 29 de Dezembro de 1892 (uma quinta-feira), com o nome de Museu Archeologico Municipal de Beja.
A verdadeira alma do Museu foi, porém, o chefe da secretaria municipal, José Umbelino Palma, cuja actividade em prol da instituição se manifestou principalmente no periódico local, «O Bejense», do qual era director. A afluência de ofertas e depósitos avolumou o recheio de tal modo que, em 1898, este; se repartia por diversos aposentos do Edifício da Câmara Municipal.
 Nos anos de 1927 e 1928 as colecções do Museu passaram para o actual edifício do Convento de Nossa Senhora da Conceição, sendo aumentadas com objectos de arte religiosa procedentes de igrejas demolidas e extintos conventos desta cidade: quadros, andores, ima­gens, paramentos, jóias e diversas alfaias do culto.
Nessa data, dando cumprimento a um decreto anterior, a tutela do Museu Regional de Beja passou da Câmara Municipal para a da antiga Junta Geral do Distrito, actual Assembleia Distrital de Beja, organismo do qual o Museu Rainha D. Leonor depende administrativamente.

SOROR MARIANA ALCOFORADO
Em 1810, a nota publicada no jornal L’Empire, de Paris, pelo erudito Boissonade, trouxe para a ribalta o nome, até aí desconhecido; de Mariana Alcoforado como a autora das já muito célebres Lettres Portugaises, cinco cartas de amor dedicadas ao cavaleiro francês Noël Bouton, Marquês de Chamilly.

Mariana Alcoforado foi uma das religiosas da Ordem de Santa Clara, do Convento da Conceição de Beja, local onde actualmente funciona o Museu Regional da cidade. Natural de Beja, nasceu a 22 de Abril de 1640, entrou na clausura com 11 anos, vindo a professar aos 16. Porteira, Escrivã e Vigária, foram alguns dos cargos que exerceu durante a sua longa vida conventual. Faleceu em 28 de Julho de 1723.

As cartas de amor são a sua paixão sublime não correspondida, que perdura no tempo e tem despertado o interesse de todo o mundo. Desde a edição princeps de Claude Barbin, datada de 4 de Janeiro de 1669, com o título de “Lettres Portugaises Traduites en François”, até hoje, sucederam-se centenas de edições em diferentes idiomas, poemas, peças de teatro, filmes, obras de interpretação plástica e musical.

O Museu conserva ainda a grande janela gradeada, mais conhecida como a Janela de Mértola, das Portas de Mértola ou de Mariana, verdadeiro ex-libris do convento, do museu e da cidade, através da qual a religiosa viu tantas vezes passar aquele que a encantava e que num dia especial a destacou com o seu olhar e lhe fez sentir os primeiros efeitos da sua infeliz paixão.

O CONVENTO DA CONCEIÇÃO
O Real Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição foi fundado na segunda metade do século XV pelos Infantes D. Fernando, primeiro duque de Beja, e sua mulher, D. Beatriz, pais da rainha D. Leonor e do futuro rei D. Manuel I.

Construído a partir de um pequeno retiro de freiras contíguo ao palácio dos Infantes, o Convento de Conceição pertencia à ordem de Santa Clara e encontrava-se sob jurisdição franciscana.

Do seu aspecto geral ainda hoje subsistem algumas influências do tardo-gótico em Portugal, nomeadamente o portal gótico flamejante da igreja, as janelas de duplo arco tipicamente mudejar e a platibanda rendilhada, que revelam uma importante transição para o Manuelino.
Do espaço primitivo fazem parte a Igreja, o Claustro e a Sala do Capítulo.

Entra-se pela Igreja a partir do Côro Baixo, no qual se salienta um pequeno túmulo, de estilo gótico-flamejante, da primeira abadessa do Convento, D. Uganda.

A Igreja, de uma só nave, encontra-se revestida de talha dourada dos séculos XVII e XVIII.

Do lado direito podem observar-se dois altares do séc. XVIII dedicados, a S. Cristovão e a S. Bento, um altar do séc. XVII dedicado a S. João Evangelista e, finalmente, um outro altar, em mármore florentino, dedicado a S. João Baptista, da autoria de José Ramalho (ano de 1695).

No topo da Nave encontra-se a capela mor, ornamentada a talha dourada dos séculos XVII e XVIII. Desta fazem parte as colunas salomónicas, abóbada de berço e majestoso trono.

Do lado do Evangelho avulta o túmulo em mármore de D. Fernando e seu filho D. Diogo, e observam-se três painéis de azulejos portugueses datados de 1741, representando cenas do nascimento, vida e morte de S. João Baptista. Era pelo lado do Evangelho (em obediência às regras da ordem franciscana), que se fazia a entrada na Igreja, através de um portal gótico flamejante.

O claustro, que conserva a planta original da última metade do séc. XV, testemunha o cruzamento de diferentes manifestações artísticas através dos tempos. É composto por quatro galerias: A quadra de S. João Baptista, a quadra da Portaria, a quadra de S. João Evangelista, e a quadra de Nossa Senhora do Rosário.

O claustro, que conserva a planta original da última metade do séc. XV, testemunha o cruzamento de diferentes manifestações artísticas através dos tempos. É composto por quatro galerias: A quadra de S. João Baptista, a quadra da Portaria, a quadra de S. João Evangelista, e a quadra de Nossa Senhora do Rosário.

Na quadra de S. João Baptista as paredes encontram-se ornamentadas por azulejos portugueses do século XVII, onde predominam os motivos vegetalistas (maçaroca de milho, etc.), e pequenos painéis encaixilhados, a avulso, dedicados a S. João Baptista. Na quadra pode observar-se a capela de S. João Baptista, de tradição clássico maneirista, datada de 1614. Do lado direito encontram-se as capelas de S. Francisco de Assis e de Nossa Senhora do Desterro, obra maneirista datada de 1567.

Na quadra da Portaria, através da qual se fazia a antiga entrada para o convento, as paredes encontram-se revestidas, até meia altura, por azulejos portugueses do séc. XVII.

Na quadra de S. João Evangelista as paredes estão totalmente revestidas por azulejos sevilhanos de xadrez do séc. XVI. Num dos topos da quadra encontra-se a capela dedicada a S. João Evangelista, datada de 1601, igualmente de estilo clássico-maneirista. No topo oposto salienta-se o portal manuelino que dava acesso ao antigo refeitório do convento.

Finalmente, na quadra do Rosário, as paredes encontram-se revestidas até meia altura por azulejos portugueses do séc. XVII. Era por esta quadra que se estabelecia o contacto entre o Claustro e a Igreja, como testemunha a roda de comunicação aqui existente. Neste espaço pode observar-se uma colecção de arqueologia romana constituída por aras, cipos, capitéis, estatuária, cerâmica e pintura afresco.

Entra-se para a Sala do Capítulo através de um pórtico gótico do tempo de D. João II. Este espaço de planta quadrangular apresenta abóbada de aresta totalmente revestida a pintura a têmpera do séc. XVIII.

A sala encontra-se, até meia altura e sobre os bancos, forrada de azulejos hispano-árabes quinhentistas do tipo de aresta. Os painéis de azulejos, que formam padrões de desenhos coloridos, de composição geométrica e vegetalista, constituem um dos conjuntos cerâmicos deste género mais importante em Portugal.

Acima dos painéis de azulejos observam-se pinturas a têmpera semicirculares alusivas à temática religiosa (S. João Baptista, S. João Evangelista, S. Sebastião, Santa Clara, S. Francisco de Assis).
A sala dos Brasões, antigo espaço do Convento totalmente remodelado, encerra uma importante colecção de brasões e lajes tumulares. Registe-se ainda a presença do antigo passadiço (reconstituição a partir de uma parte original), que ligava o Convento ao Palácio dos fundadores (D. Fernando e D. Beatriz).

Fazem parte do actual edifício, cuja construção data de meados do século XX, as salas de pintura onde actualmente se encontra exposta a colecção do museu, que abarca um período balizado entre os séculos XV e XVIII. De meados do século XX é também a secção do primeiro andar, onde se encontra a exposição arqueológica de Fernando Nunes Ribeiro.

Pelourinho de Beja
O pelourinho terá sido mandado construir por D. Manuel após a concessão do foral da Leitura Nova em 1521. 
À semelhança de outras obras régias da época, também neste pelourinho figuram os emblemas deste monarca, esfera armilar e cruz de Cristo em ferro. Após um percuso atribulado o pelourinho foi reconstruído no século XX segundo o modelo original.

Igreja da Misericórdia
A Igreja da Misericórdia foi construída no séc. XVI. Trata-se de um exemplo ímpar da arquitectura renascentista de forte influência italiana, inspirada na famosa Loggia da cidade de Florença, sobressai a sua colunata sobre planta quadrada. 

Foi inicialmente projectada para açougues, contudo o seu impacto foi tão forte que rapidamente se considerou ser demasiado nobre para funcionar como mercado, adaptando-se rapidamente o edifício a igreja.
O seu mecenas foi o Infante D. Luís, terceiro Duque de Beja, que continuaria a obra de seus ancestrais, enobrecendo a cidade de Beja e dotando-a de importantes espaços.

Convento de S. Francisco
Situado fora das Muralhas, junto à antiga via que ligava Beja a Mértola, foi fundado no século XIII. Sofreu profundas alterações sobretudo no século XVIII, que praticamente lhe imprimiram o seu aspecto actual. 

De destacar a singularidade da Capela sua dos Túmulos, a Cisterna, as pinturas da Sala do Capítulo e o Coro Alto
Actualmente faz parte da rede da ENATUR - Pousadas de Portugal.


CULTURA
Beja dispõe de uma rede de equipamentos municipais, que abarca as diversas áreas de criação, formação e divulgação da Cultura: a Biblioteca Municipal, na promoção do Livro e da Leitura, o Pax Julia – Teatro Municipal, nas Artes do espectáculo, o Museu Jorge Vieira e a Galeria dos Escudeiros, nas Artes Plásticas, a Casa da Cultura, espaço polivalente, com as diferentes disciplinas artísticas que aí têm lugar.
Por esses equipamentos, servidos por profissionais qualificados, passam diariamente centenas de munícipes, das mais variadas idades e categorias socioprofissionais; nos auditórios e salas de exposições apresentam-se escritores, artistas plásticos e músicos, grupos e companhias de teatro e de dança. Nesses espaços, os agentes e associações culturais locais, os professores e alunos das escolas dos diferentes graus de ensino, têm um importante papel, através do seu uso e dinamização, através de frutuosas parcerias com o Município, com vista à criação, formação e fidelização de novos públicos para as Artes.
Além desta actividade com carácter regular, o Município é responsável pela promoção de eventos, alguns associados a efemérides locais e nacionais que mobilizam os habitantes do Concelho e atraem populações de diversas partes da Região e do País, num binómio Cultura-Turismo, que se pretende cada vez mais e melhor desenvolvido e consolidado. Essas iniciativas não se destinam a substituir, mas sim a complementar outras, da responsabilidade de estruturas locais, que colocam Beja num patamar importante, a nível nacional, na realização de grandes eventos.
E é também neste binómio que se enquadra a preservação e a promoção do nosso rico património, material e imaterial, vector decisivo para uma estratégia que implemente e desenvolva cada vez mais o Turismo Cultural. Os monumentos, os museus, a gastronomia, o Cante Alentejano são os pilares que garantem o lugar privilegiado que Beja ocupa, para atrair mais visitantes e turistas, em busca do que de melhor temos para oferecer: a riqueza e diversidade da nossa Cultura.

OVIBEJA - 4 a 8 de Maio
Com “Todo o Alentejo Deste Mundo”, a Ovibeja aí está em mais uma edição, a 28ª, que se realiza de 4 a 8 de Maio, no Parque de Feiras e Exposições.

De braços abertos a todos quantos queiram fazer dela a sua Ovibeja, a Grande Feira do Sul aposta numa programação intensiva de colóquios e debates dedicados aos temas centrais da agricultura alentejana e nacional. A agricultura e pecuária em extensivo, as novas culturas decorrentes do regadio do Alqueva, o desenvolvimento rural, a sustentabilidade económica e as fileiras estratégicas como o olival e a vinha, são alguns dos temas que vão estar em discussão. O tema central desta edição gira em torno do Ano Internacional das Florestas.

Os produtos regionais, como a doçaria, enchidos, queijo, vinho, e gastronomia merecem especial destaque na 28ª edição da Ovibeja. Depois do sucesso do “Pavilhão Azeite Alentejo” apresentado na última edição, a comissão organizadora vai continuar a apostar em exposições temáticas interactivas onde o azeite volta a ser o tema central.

Concursos e exposições de gado, corridas de toiros, demonstrações equestres, artesanato, comércio, provas desportivas, exposições empresariais e institucionais preenchem a oferta do certame para além de uma intensa programação cultural, com espectáculos e concertos para animar as famosas “Ovinoites”.

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