terça-feira, 18 de outubro de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

 

…Serve-se fria



Sandra foi cortar o cabelo no salão que frequentava há mais de vinte anos.
- Menina, tô ansiosa... Vou pra Itália amanhã!
- Itália? - perguntou a cabeleireira - Com tanto lugar bom pra ir, TU vai pra Itália?
- É, eu vou pela Alitalia.
- Puta que pariu, a pior companhia de aviação do mundo. Vai pra que cidade?
- Roma
- Que merda! Cidadezinha feia! Vai se hospedar aonde?
- No Hilton.
- Quê? .... Eu hein! Aquilo é o maior pardieiro! Vai ver o papa?
- Claro!
- Programinha de Índio, hein! Milhões de pessoas se acotovelando só pra ver o papa...

Sandra saiu do salão injuriada.
No dia seguinte, viajou e curtiu a viagem, que foi ótima.

Logo que voltou, fez questão de voltar ao salão.
- E aí, como foi a viagem? Perguntou a cabeleireira.
- Menina, você não sabe o que me aconteceu. Eu tava lá no Vaticano tentando ver o papa. Logo que o papa chegou na sacada, ele olhou pra multidão e desceu. Saiu de lá e começou a andar na minha direção. Foi se aproximando de mim cada vez mais.
Quando o PAPA chegou bem pertinho, falou um troço no meu ouvido. Só pra mim!
- E o que o papa falou pra você?
- Cabelinho mal cortado, hein, minha filha ? 
QUE MERDA DE CABELEIREIRA É A TUA!!! 

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PERDIDO EM 
S. PAULO





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HOJE NO
"i"

SNS vai ter de cortar quase duas vezes mais em 2012

Diminuir a despesa é a única forma de garantir a continuidade de um Serviço Nacional de Saúde tendencialmente gratuito, como diversas vezes sublinhou Paulo Macedo, mas o caminho agora traçado pelo Orçamento do Estado para 2012 será difícil de concretizar. Em 2012 as transferências para o SNS vão sofrer um corte de 9,1%, menos 753 milhões de euros. Este ano a meta era menos ambiciosa e ficou pelo caminho. Outubro de 2010. Num prenúncio da austeridade a que viriam a suceder-se várias medidas de contenção – algumas iniciadas ainda por Ana Jorge tanto no sector do medicamento como na gestão hospitalar –, o objectivo era que o SNS sobrevivesse com menos 558 milhões de euros, um corte de 6,4% em relação a 2010. Na estimativa de execução agora inscrita no OE2012, as sucessivas medidas ao longo do ano vão permitir um corte de apenas 446 milhões de euros na despesa. O Orçamento prevê para 2012 uma redução de 8,2% na despesa consolidada da saúde. São menos 710 milhões de euros para um total de 7952 milhões de euros (4,6% do PIB). Em 2010, o orçamento da saúde ultrapassava os 9 mil milhões de euros, conta em que se queria cortar, em 2011, 12,8%, para os 8563 milhões de euros. O governo espera agora uma derrapagem de 100 milhões de euros saída justamente das contas do SNS. Só os hospitais-empresa, em pagamento de serviços contratualizados, têm um orçamento de mais de 4 mil milhões de euros, mais de metade das verbas disponíveis para o SNS. Ao i, Pedro Lopes, presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, diz que o corte de 9,1% na despesa do SNS é um esforço de “difícil execução”, mas que, pelo menos nos hospitais, ainda encontra alguma margem de manobra, por exemplo no corte previsto no pagamento de horas extraordinárias e na redução de prescrições. “É um corte a que não estávamos habituámos mas há muito tempo que devíamos ter pensado nele.” Pouco significativo em todo o esforço orçamental, apesar dos aumentos previstos a partir de Janeiro e da criação de contra--ordenações mínimas de 50 euros para quem não as pague a tempo e horas, é o encaixe previsto com as taxas moderadoras. O OE2012 prevê um aumento destas receitas consignadas de 7,4%, para os 53,5 milhões de euros. Representam 0,7% do custo do SNS.


* Diminuir a despesa é a única forma de garantir a continuidade de um Serviço Nacional de Saúde tendencialmente PAGO era o que desejava sublinhar o Ministro da Saúde.

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4 - A Guerra que não se vê

(ou a denúncia dos midia)





"The War You Don't See" é uma investigação poderosa e oportuna sobre o papel da mídia na guerra, traçando a história das reportagens independentes e incorporadas, da carnificina da Primeira Guerra Mundial, à destruição de Hiroshima, e desde a invasão do Vietnã à atual Guerra do Afeganistão e o desastre no Iraque. Como as armas e propaganda se tornam ainda mais sofisticados, a natureza da guerra está se desenvolvendo em um "campo de batalha eletrónica", em que os jornalistas desempenham um papel fundamental, e os civis são as vítimas. Inclui uma entrevista com Julian Assange, fundador e editor-chefe de WikiLeaks.
No momento em que se assiste a mudanças políticas no oriente árabe, e assistimos a OTAN a bombardear a Líbia, é importante ter em mente que quando países como os EUA e a Grã-Bretanha afirmam lutar pela democracia, na verdade são guiados por outros interesses. Vale a pena assistir e refletir sobre o filme de John Pilger. Aí está ele. Aprecie!

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Observatório do Tráfico de Seres Humanos assina memorando com 16 entidades
O Observatório do Tráfico de Seres Humanos, 
que funciona junto do Ministério da Administração Interna (MAI), 
assina hoje em Coimbra um memorando de entendimento com 16 entidades, nomeadamente 
a PJ, a GNR e a PSP.

A assinatura do memorando acontece no âmbito de um colóquio organizado pelo Centro de Direitos Humanos da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, que conta com a presença do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, e da secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e Igualdade, Teresa Morais.

O memorando de entendimento contempla ainda várias outras instituições e entidades públicas, como o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), e não-governamentais, entre as quais o Centro de Acolhimento e Protecção a Vítimas de Tráfico de Seres Humanos e seus Filhos Menores, o Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI) e a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV).

São organizações que “assumem publicamente um compromisso” que, segundo a chefe de Equipa do Observatório do Tráfico de Seres Humanos, Joana Daniel-Wrabetz, “é mais um passo na aproximação de todas as entidades que trabalham neste campo, absolutamente fundamental para ajudar a conhecer este fenómeno e a única forma de o combater eficazmente”.

A assinatura do memorando realiza-se no Dia Europeu de Luta contra o Tráfico de Seres Humanos.


* Uma vergonha da (DES)UMANIDADE

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Um discurso quase perfeito





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FUMAR EMAGRECE


E não alivia o stress 

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HOJE NO
"A BOLA"

Confirmada absolvição da SIC por crime de difamação a Pinto da Costa

O Tribunal de Relação do Porto manteve sem efeito a condenação do jornalista José Manuel Mestre e da SIC por difamação a Pinto da Costa. O processo que recorde-se, já tem 15 anos, passou por várias entidades judiciais.

Refira-se que este processo remonta a 1996, numa entrevista ao então secretário-geral da UEFA, em que José Manuel Mestre questionou Gerhard Aigner sobre como era possível que o presidente da Liga de Clubes, que, ao mesmo tempo era presidente de um clube, se sentasse no banco de suplentes, à frente do árbitro.

O presidente portista sentiu-se difamado com a questão e conseguiu que os Juízos Criminais do Porto condenassem o jornalista e a SIC ao pagamento de uma multa de 3.990 euros.

Mais tarde, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considerou a decisão «ilegítima, injusta e infundada».

Agora, numa sentença de recurso extraordinário de revisão da pena, o acórdão dos juízes-desembargadores do Porto confirmou a absolvição da SIC e do referido jornalista.


* PINTAÍSSES...

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PEDRO NORTON








A obsessão com a ética

Sugiro que o executivo faça da obsessão com a ética, muito mais do que da obsessão com o défice, a verdadeira bússola da governação


É José Gil que, refletindo sobre o "Portugal, Hoje", sugere a existência de "uma sociedade civil cuja segurança resulta do próprio mecanismo de engendramento do laço social: a violência em parte transformada em medo, o medo da violência em parte metabolizado em brandura, doçura, amenidade. O que não implica civismo, mas uma inversão da violência e agressividades primeiras (...) sem que isso signifique a interiorização de uma lei. (...) Teríamos, assim, uma sociedade civil não violenta à superfície mas com um medo disseminado protegendo os indivíduos contra uma violência subjacente só parcialmente sublimada e investida em outros objetos". Ainda segundo José Gil, "isto explicaria vários aspetos da vida portuguesa", entre eles "o mito dos brandos costumes que reina à superfície escondendo uma violência real subterrânea".

Isso explicaria, acrescento eu, que, em várias situações limite, ao longo da nossa história recente - nas guerras liberais, na República, no reviralho, na guerra colonial, nos calabouços do Estado Novo - a fragilidade desses mecanismos de sublimação da violência se exponha com tanta crueza, o mito dos brandos costumes se esfume com tanta facilidade, a "violência e a agressividade primeiras" reemerjam com tanta crueza.

E é porque tenho esta noção da fragilidade imensa dos nossos brandos costumes que me preocupo sempre que nos vejo, coletivamente, a testar os nossos próprios limites. Portugal, não vale a pena repeti-lo, está a passar por um violentíssimo teste. A imposição (porventura demasiado ortodoxa) de curtíssimos prazos para a desalavancagem de Estado, empresas e famílias obriga a um esforço de ajustamento que, em si mesmo, pode, desde logo, revelar-se fatal. A imposição (essa, sim, imprescindível) de medidas estruturais com vista a relançar, a prazo, a competitividade da economia portuguesa, pressupõe uma pequena revolução na estrutura social e nas relações de poder, no nosso país. Ora, paradoxalmente, não é tanto este esforço colossal que me preocupa. Entre nós existe, e as sondagens mais recentes parecem prová-lo, uma consciencialização coletiva da necessidade e do nexo último deste esforço. Consciencialização essa a que, sejamos justos, não são alheios o bom senso e até a candura de que o primeiro-ministro tem dado provas nestes primeiros meses de governação.

O que verdadeiramente me preocupa é a multiplicação de casos laterais, na esfera do Estado, da responsabilidade direta ou não do Executivo, que se constituam em outras tantas inconsistências nessa narrativa de transformação, e acabem por retirar-lhe, no nosso sentir coletivo, o tal nexo último. Tanto mais que esse nexo último é, do meu ponto de vista, o único tampão capaz de impedir que a violência fragilmente sublimada da nossa sociedade se transforme em agressividade descontrolada e em violência real.

É por isso que me preocupo com os desvarios obscenos de tão provocatórios de Alberto João Jardim. É por isso que me preocupo quando a máquina da justiça persiste em dar de si mesma uma imagem de absoluto desnorte e a ideia de uma impunidade generalizada "de um certo país". É por isso que me preocupo de cada vez que, a propósito de uma medida anunciada ou de uma política por anunciar, continuo a ver sugeridas - ou claramente enunciadas - ligações perigosas entre poderes político e económico, para não falar de outros, de natureza mais subterrânea. É por isso, é por tudo isso, que, nos tempos perigosos que aí vêm, me atrevo a sugerir que o Executivo faça da obsessão com a ética, muito mais do que da obsessão com o défice, a verdadeira bússola da sua governação.


IN "VISÃO"
05/10/11

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"Venda do coração"

Um grupo de amigos organiza, todas as quintas feiras no Rato (no anexo segue a morada) uma venda de roupa a muito baixo preço. 
Elas necessitam de divulgar estas acções junto das populações mais carenciadas, e estão a pedir a ajuda de todos. A venda é de roupa (Adulto e criança) em bom estado a preços desde 0,50€. 
A ideia é boa, mas parece que não está a chegar a quem realmente necessita por falta de informação. Ajudem a divulgar. 
Se puderem ajudar, elas certamente agradecem. Os que mais necessitam não têm que agradecer (é nossa obrigação, dever, valor absoluto tornar este mundo mais SOLIDÁRIO). 
Passem a palavra ! No Rato às quintas feiras das 11h30 às 14h30. 
Mª Adelina Amorim 
(Presidente da ACLUS- Associação de Cultura Lusófona)



18 de outubro

Dia Europeu contra 

o tráfico de seres Humanos


O tráfico de seres humanos é uma realidade com um impacte económico comparável ao do tráfico de armas e de droga. Estima-se que por ano sejam traficadas milhões de pessoas em todo o mundo.
Portugal não está imune a este fenómeno que acarreta consigo um conjunto de causas e consequências problemáticas: o crime organizado, a exploração sexual e laboral, as assimetrias endémicas entre os países mais desenvolvidos e os mais carenciados, questões de género e de direitos humanos, quebra de suportes familiares e comunitários.
Para lá da reconhecida abrangência do fenómeno, são identificados grupos que apresentam uma maior vulnerabilidade à situação de tráfico tais como as mulheres e as crianças. Para tanto contribui a crescente feminização da pobreza que propicia situações de exploração sexual e laboral. No caso das crianças, o fenómeno constitui o mais vil atentado ao direito a crescer livre e num ambiente protegido e acolhedor.lementos que definem o tráfico.

Acção Meio Objectivo  =TSH
Oferecer
Entregar
Aliciar
Aceitar
Transportar
Alojar
Acolher
Violência
Rapto
Ameaça grave
Ardil ou manobra fraudulenta;
Abuso de autoridade
Aproveitando-se de incapacidade psíquica ou de situação de especial vulnerabilidade
Exploração sexual
Exploração do trabalho Extracção de órgãos

 Por vezes, o TSH é confundido com o crime de auxílio à imigração ilegal. Próximos em alguns aspectos, não são o mesmo fenómeno.
  • Elementos que definem o auxílio à imigração ilegal (Art 183º da Lei 23/2007 de 4 de Julho – Lei de Estrangeiros)
1 – Quem favorecer ou facilitar, por qualquer forma, a entrada ou o trânsito ilegais de cidadão estrangeiro em território nacional é punido com pena de prisão até três anos.
2 – Quem favorecer ou facilitar, por qualquer forma, a entrada, a permanência ou o trânsito ilegais de cidadão estrangeiro em território nacional, com intenção lucrativa, é punido com pena de prisão de um a quatro anos.
3 – Se os factos forem praticados mediante transporte ou manutenção do cidadão estrangeiro em condições desumanas ou degradantes ou pondo em perigo a sua vida ou causando-lhe ofensa grave à integridade física ou a morte, o agente é punido com pena de prisão de dois a oito anos.
4 – A tentativa é punível.
5 – As penas aplicáveis às entidades referidas no n.º 1 do artigo 182.º são as de multa, cujos limites mínimo e máximo são elevados ao dobro, ou de interdição do exercício da actividade de um a cinco anos.

Não se limite a assistir. 

DENUNCIE


 Se:
Pretende apresentar queixa contra quem:
Ofereceu, entregou, aliciou, aceitou, transportou, alojou ou acolheu adulto para fins de exploração sexual, exploração do trabalho ou extracção de órgãos,
Como contra quem:
Aliciou, transportou, procedeu ao alojamento ou acolhimento de menor, ou o entregou, ofereceu ou aceitou para os mesmos fins
E ainda contra quem:
Mediante pagamento ou outra contrapartida ofereceu, entregou, solicitou ou aceitou menor, ou obteve ou prestou consentimento na sua adopção ou reteve, ocultou, danificou ou destruiu documentos de identificação ou de viagem de qualquer daquelas pessoas
Ou
Se
Foi aliciado/a ou pressinado/a para vir para Portugal ou ir para o estrangeiro
Se os seus documentos lhe foram retirados ou destruídos
Se é ou já foi vítima de: violência física e sexual (agressão, violação...), violência psicológica (coação, ameaça, imposição...), fraude ou engano
Se a sua liberdade já foi ou é limitada

Ligue Linha SOS Imigrante 808 257 257
Apresente queixa junto da polícia

HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

196 mil longe dos hospitais

Cerca de 196 mil portugueses, moradores em 25 concelhos, estão a mais de uma hora de distância de um hospital público. Destes, há moradores de seis concelhos que distam mais de duas horas de um hospital, "embora haja outras opções disponíveis a essas populações".


Os dados são do relatório sobre a Rede Hospitalar com Financiamento Público, elaborado pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS), que refere existirem ainda 188 concelhos com a oferta de um ou mais hospitais públicos ou do sector social. Sobre a capacidade dos hospitais públicos, a ERS constata que há 15 concelhos com oferta de mais de 500 médicos por 100 mil habitantes. A média da União Europeia é de 347 médicos por 100 mil habitantes.

Perante os resultados, a ERS considera haver condições para a "adopção de medidas pelo Governo, compatíveis com o sentido das decisões políticas previstas no Memorando de Entendimento, sem que tais medidas promovam desigualdades no acesso dos utentes". A ERS prevê entregar ao Governo, no final de Novembro ou início de Dezembro, o estudo detalhado sobre a rede hospitalar pública. "Fizemos uma primeira fotografia da situação", explicou Jorge Simões, presidente da ERS.


* O esquema é simples, poupa-se na saúde ganha-se na doença!

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5 – PALÁCIO NACIONAL DA PENA

















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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Técnico alerta para fuga de talentos devido aos cortes orçamentais

O vice-presidente do Instituto Superior Técnico, Arlindo Oliveira, alertou hoje para a "fuga de talentos" e redução nos serviços de limpeza, manutenção, obras e segurança na instituição, decorrentes dos cortes previstos no Orçamento.

Em declarações à Agência Lusa em reacção à proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2012 (OE2012) entregue na Assembleia de República na segunda-feira, Arlindo Oliveira afirmou que "em termos globais, a instituição está a ser financiada a níveis que já não se viam desde 2003, 2004".

Segundo o vice-presidente do IST, estes cortes - especialmente a perda dos subsídios de férias e de natal em 2012 e 2013 - vão resultar na "fuga de talentos de colaboradores, professores, investigadores e funcionários que tenham outras alternativas", dando o exemplo de dois elementos da sua equipa que já anunciaram a intenção de sair de Portugal.

"Isto nota-se mais em carreiras de investigação que têm muita mobilidade nacional e internacional. Reduzir-se-á a função pública, mas pela via errada, que é perder os mais capazes e não aqueles que menos faziam", criticou.

Segundo os números da instituição, "a redução global do financiamento do IST será de 33%, comparativamente com 2009".

"Se toda a administração pública tivesse sofrido uma redução semelhante já não tínhamos défice há muito tempo", atirou.

Arlindo Oliveira explicou à Lusa que o IST terá que "cortar numa série de serviços fundamentais desde contratos com empresas de limpeza, manutenção, obras e
segurança".

"Essa é a parte em que existe alguma flexibilidade e vamos cortar para níveis que eu considero inaceitáveis de serviço mas que são os níveis que é possível ter com este orçamento", lamentou.

Segundo o responsável, este orçamento vai ainda aumentar "a dificuldade do financiamento dos projectos" do IST.

"A perda que vamos ter com a fuga de recursos humanos altamente qualificados para outros países essa, provavelmente, não vai ser recuperável e é, a longo prazo, a que me preocupa mais", declarou.


* O genuíno capital faz as malas e pira-se, mas todos nós pagámos para que estas cabeças fizessem uma aquisição excepcional de conhecimento!


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SELAH SUE
Raggamuffin




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"


«Off-shores» tributadas a 30 por cento
A proposta de Lei do Orçamento do Estado para o próximo ano prevê também o aumento da pena de prisão para a fraude fiscal.


As «off-shore» vão passar a ser tributadas a 30 por cento, de acordo com a versão final da proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2012, que ontem foi apresentado no Parlamento. Isto significa que os rendimentos que forem pagos a uma entidade residente num paraíso fiscal passam a ser sujeitos a uma retenção na fonte de 30 por cento, quanto até ao momento a taxa de retenção na fonte sobre os rendimentos de capitais era de 21,5 por cento. O documento esclarece que são tributados os 'rendimentos de capitais sempre que sejam pagos ou colocados à disposição de entidades não residentes sem estabelecimento estável em território português', A fraude fiscal passa a ser punida com oito anos de prisão.
Confirmado ficou também o aumento do IVA na restauração, que passou para a taxa normal de 23 por cento. Na alimentação, o conjunto de alimentos preparados, prontos a consumir, passam igualmente a ser taxados com 23 por cento, assim como a prestação de serviços de alimentação e bebidas. Perdem ainda a taxa intermédia todas as máquinas e equipamentos destinados à captação e aproveitamento de energias renováveis, de prospeção de gás natural e petróleo, assim como de controlo e redução da poluição. Passam também de 13 para 23 por cento os espetáculos, provas e manifestações desportivas e outros divertimentos públicos. Já o imposto sobre o tabaco vai aumentar de 45 para 50 por cento em 2012. Também no o IVA, os contribuintes poderão passar a deduzir aos impostos o IVA que suportam nas compras correntes que efetuam todos os dias.
Por outro lado, o OE2012 prevê um aumento de 0,1 pontos percentuais no Imposto Municipal de Imóveis (IMI), sendo que o valor do imposto triplica para os prédios urbanos devolutos ou em ruínas. Para os prédios urbanos que foram vendidos ou avaliados desde 2004, o IMI passa de um intervalo entre 0,2 e 0,4 por cento para um intervalo entre os 0,3 a 0,5 por cento, enquanto para os prédios que ainda não mereceram avaliação ao abrigo das novas normas, o valor sobre o qual incide o imposto passa a ser entre 0,5 por cento e 0,8 por cento.
No que diz respeito à Saúde, o Governo quer limitar a 10 por cento as despesas de saúde que os contribuintes podem deduzir no IRS e, ainda assim, com um limite de 838 euros. O artigo 82º do Código do Imposto sobre o Rendimento das pessoas Singulares (IRS) é alterado e onde atualmente se prevê que são dedutíveis à coleta 30 por cento das despesas efetuadas com a aquisição de bens e serviços diretamente relacionados com despesas de saúde, passa a prever-se apenas uma dedução de 10 por cento para essas despesas.
O ministro Vítor Gaspar confirmou também que as empresas com lucros tributáveis superiores a 10 milhões de euros serão sujeitas a uma taxa adicional de 2,5 por cento. Assim, uma sociedade que tenha um lucro tributável superior a dez milhões de euros vai ser tributada da seguinte forma: a 25 por cento acrescida da derrama municipal que pode ir até 1,5 por cento (valor que já existia), acrescido de uma derrama estadual de 3 por cento relativamente aos lucros tributáveis que se situem entre 1,5 milhões de 10 milhões, e um adicional de 5 por cento sobre os lucros tributáveis que chegam a 10 milhões de euros. O Governo eliminou a taxa de 12,5 por cento aplicável a empresas com lucros tributáveis até 12.500 euros, que passam agora a ser tributadas a uma taxa de 25 por cento
Por fim, o imposto sobre o setor bancário criado por José Sócrates vai ser prorrogado para 2012. Além de prorrogar este regime, o Executivo altera ainda o artigo 3.º da legislação que criou esta contribuição dos bancos.


* Felizmente ainda não é taxado o direito a respirar, porque respirar é taxado!

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Minuto de Segurança!

 Como conduzir sob chuva forte  
vale a pena ler para saber


Parece um conselho bastante útil.
Como conseguir boa visão ao conduzir sob chuva forte. 
Também é útil em condução nocturna.
Nós, motoristas, ligamos os limpadores de parabrisas em velocidade rápida ou máxima durante chuvas pesadas, mas a visibilidade ainda é bastante má. Se você enfrentar tal situação, ponha óculos de sol.  
Parece um milagre!

De repente, a visibilidade fica perfeita, como se não estivesse a chover.
Assim, mantenha sempre um par de óculos de sol no porta-luvas do carro para ter boa visão em caso de chuva. Também pode facilitar a vida de alguém, passando esta informação . Experimente! É incrível!
Ainda verá as gotas no pára-brisa, mas não a lâmina de chuva.  
Poderá ver onde a chuva salta para fora da estrada e os respingos dos pneus do carro à sua frente.
Esta pequena dica deveria ser incluída na formação de condutor.

NR: Ainda não experimentámos, mas no próximo inverno é certo e sabido!

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
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Prostitutas deixam a rua 
e vão para a periferia

O SEF observou os 'palcos' de prostituição em Lisboa, principalmente associados a redes de tráfico de seres humanos, comparando a sua evolução desde 2006 até este ano.

A prostituição de rua em Lisboa diminuiu nos últimos cinco anos, mantendo-se no entanto uma percentagem significativa de estrangeiras, ligadas à imigração ilegal, nesta actividade. Romenas e brasileiras, maioritariamente em situação irregular apesar da longa permanência em Portugal, foram as únicas nacionalidades a aumentar a sua presença na via pública.

De acordo com um estudo conduzido pela Direcção Central de Investigação Pesquisa e Análise da Informação (DCIPAI) do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), esta redução - em 2006 tinham sido contabilizadas 198 e em 2011 eram no primeiro semestre apenas 176 - não significa que o fenómeno esteja a diminuir. Por um lado os inspectores do SEF identificaram um desvio da prostituição do centro de Lisboa para as zonas da periferia, em particular vias rodoviárias. Por outro lado, registam um aumento da prostituição "dentro de portas", em casas de alterne, através de anúncios e com aliciamento pela "Internet".


* Em tempo de crise renovam-se estratégias de marketing. O verdadeiro problema é os tráficos de carne humana, droga e armas atribuídos aos patrões das prostitutas.


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7 - SALÃO ALEMÃO DE FOTOGRAFIA












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HOJE NO
"RECORD"

Qualificação para Euro'2012 
rende 8 milhões à FPF

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) arrecadará oito milhões de euros caso a Seleção Nacional consiga o apuramento para a fase final do Euro2012, organizado por Polónia e Ucrânia.

A tabela definida pela UEFA para o próximo europeu destina oito milhões aos 16 finalistas, mais meio milhão do que em 2008, na Áustria e Suíça.

Um percurso "imaculado" do campeão de 2012 valerá um total de 23,5 milhões de euros.

Será de "uma pequena percentagem" dos prémios monetários acumulados no próximo Europeu que a FPF retirará o prémio de qualificação para os jogadores, como a própria federação esclareceu na segunda-feira em comunicado.

Nesse comunicado, a FPF acrescentou que as notícias que dão conta de um possível "bolo" total de 112 mil euros por atleta, em caso de apuramento e participação em todos os encontros, baseiam-se em valores "incorretos e pecam largamente por excesso".

O organismo adiantou que "nunca estaria em causa qualquer encargo para o Estado português", acrescentando que os prémios estariam sujeitos "a tributação, nomeadamente em sede de IRS, representando um encaixe para o erário público".

"A FPF é uma entidade privada, que não depende de verbas estatais e é um contribuinte líquido para orçamento de Estado, por via das centenas de milhares de euros que paga em sede de IRC e IVA", conclui-se no documento.

A seleção portuguesa ficou no segundo lugar da fase de grupos da qualificação para o evento organizado por Polónia e Ucrânia e vai disputar, a 11 e 15 de novembro, um playoff de acesso diante da Bósnia-Herzegovina.

Na primeira fase, os prémios de 2008 transitam para 2012, com uma vitória a ser premiada com um milhão e um empate com 500.000 euros.

A diferença, nesta fase, é que o terceiro classificado irá para casa no próximo ano com um cheque de consolação de um milhão de euros, enquanto na edição anterior não havia prémio destinado aos terceiros.

Também como em 2008, as oito equipas qualificadas para os quartos de final encaixam mais dois milhões, subindo a "gratificação" para os três milhões relativamente aos quatro semi-finalistas.

Os prémios monetários para os dois finalistas também se mantêm relativamente a 2008. O campeão arrecada 7,5 milhões, enquanto o finalista 4,5 milhões.


* Até parece transparente....

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2 – PEDRO SALGADO

Campeão mundial de Parkour 

2011




Atleta de Parkour português, este menino sagrou-se campeão mundial numa competição que aconteceu no passado dia 25 de Setembro, em Berlim.

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS""


Governo já está a conversar com parceiros sociais e Igreja para eliminar feriados


O ministro da Economia e do Emprego, Santos Pereira, disse, esta terça-feira, que o Governo está já a falar com os parceiros sociais e com a Igreja para eliminar feriados de modo a aumentar a produtividade da economia portuguesa.

"Estamos a falar com os parceiros sociais e a Igreja para eliminar feriados e diminuir pontes", afirmou o governante, sublinhando que esta medida é necessária para "aumentar a produtividade e a riqueza" da economia portuguesa.

Santos Pereira, que falava na conferência "O estado e a Competitividade da Economia Portuguesa", organizada em Lisboa pela Antena 1 e pelo Jornal de Negócios, saiu do evento sem possibilidade de os jornalistas fazerem perguntas.

Álvaro Santos Pereira garantiu que vai apresentar nos "próximos dias" novas medidas para garantir o financiamento das empresas. Para o governante, o "maior constrangimento" que existe actualmente em Portugal é o "financiamento às empresas", pelo que o gabinete que lidera está a "trabalhar para dar liquidez às empresas".

"Teremos nos próximos dias notícias para dar sobre o financiamento" às empresas, adiantou o ministro da Economia e Emprego, Álvaro Santos Pereira, na conferência "O estado e a Competitividade da Economia Portuguesa", organizada em Lisboa pela Antena 1 e pelo Jornal de Negócios.

Santos Pereira disse ainda que para tornar a economia portuguesa mais competitiva, o Governo está a trabalhar em três áreas distintas que passam, em primeiro lugar, por "utilizar o QREN para alavancar o crescimento e promover a competitividade".

Além disso, o Executivo quer promover as exportações através do "reforço dos seguros de crédito e linhas de crédito para as PME exportadoras", e diminuir as importações.

Garantindo que o Governo está empenhado em "criar uma via rápida para investimento", o governante afirmou que o ministério já começou a trabalhar na "simplificação do código comercial", que é "demasiado complicado, sem linha coerente" e numa "nova lei da concorrência", também neste caso para tornar a economia mais atractiva para investidores.

A formação profissional mais virada para as necessidades das empresas e a modernização da legislação laboral foram também áreas apresentadas como fundamentais para tornar a economia mais competitiva.


* Um académico como deve ser este ministro. 
Reduzir feriados ou mudá-los para outros dias que não os próprios ou aumentar meia hora de trabalho diário, são medidas avulsas.
O que se pretende são critérios de equidade para que os mais priveligiados sejam penalizados na proporção exacta e progressiva de quem recebe 500 euros/mês.
O que se pretende é que se impeça a fuga de capitais.
O que se pretende é responsabilizar e punir quem nos pôs nesta situação degradante, mas, ao exposto, o governo vira costas.


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Acima do Ártico






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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"



Pensões vitalícias dos antigos gestores
. escapam a cortes

A esmagadora maioria dos antigos titulares de cargos políticos vai ficar livre de um esforço especial adicional no âmbito da medida que corta pensões (regime geral e público) e salários públicos, mostra o Orçamento do Estado do próximo ano, avança o Diário de Notícias.

Segundo a mesma fonte, quando todos os pensionistas que ganham acima de 485 euros vão sentir o peso da austeridade.
O JN apurou que a larga maioria das subvenções mensais vitalícias pagas a personalidades da política portuguesa recebe a benesse em 12 prestações mensais.

Como o Governo, na proposta de lei do Orçamento do Estado, apenas prevê ficar com o 13º e o 14º mês das subvenções. A medida terá pouco ou nenhum alcance.

"Que eu saiba, nessas subvenções não existe subsídio de Natal, nem de férias. Nem teriam de haver, pela simples razão de, tecnicamente, não serem pensões", atira Luís Mira Amaral, um dos muitos ex-políticos que têm direito a esse tipo de apoio. O ex-ministro "não tem conhecimento" de casos fora do esquema das 12 mensalidades.


* A classe política é organizada prevista e desavergonhada. Quando redige leis para seu próprio benefício, leia-se compensações monetárias, atribui nomes, neste caso "subvenções", para que cortes atribuídos aos restantes cidadãos não afecte aqueles priveligiados.
Porque é que a estes "barões" não se lhes retira 1/6 da subvenção mensal vitalícia em 2012 e 2013, tendo em conta que muitos deles têm mais que um cargo em conselhos de administração???


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BOM ALMOÇO
 
 


HOJE NO
"DESTAK"


Segurança Social poupa 453 milhões com suspensão do subsídio de férias e Natal

A Segurança Social prevê poupar mais de 450 milhões de euros com a eliminação dos pagamentos do subsídio de férias e de Natal, diz a proposta de relatório do Orçamento do Estado para 2012, entregue hoje no Parlamento.


"A aplicação da redução/suspensão anunciada para o 13º e 14º mês no pagamento de pensões permitirá uma poupança de 453 milhões de Euros", diz o relatório do Orçamento do Estado, no qual se lê que a despesa total da Segurança Social ascende a 23,3 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 0,1% face à previsão de execução para este ano.

Em 2012, a estimativa do Governo em despesas com pensões e com os respetivos complementos é de 14.414 milhões de euros, representando uma variação de -0,1% relativamente à previsão de execução para 2011, ou seja, a despesa com pensões representará, assim, “61,6% do total da despesa prevista para 2012”.

Na variação da despesa com pensões previsto para 2012, destaca o documento, “está também implícito um congelamento das pensões com a exceção das pensões. No total do agregado de pensões, as pensões de velhice destacam-se com um peso de 77,4%, as pensões de sobrevivência e invalidez representarão, em 2012, respectivamente, 12,7% e 9,3% da despesa total com pensões, mantendo-se praticamente a proporção prevista em 2011.

No que concerne às prestações de desemprego e de apoio ao emprego, prevê-se uma despesa de 2.047 milhões de euros, em 2012, “o que evidencia um decréscimo de 1% relativamente à previsão de execução para 2011”, segundo a proposta de lei.

“A evolução das despesas associadas às prestações de desemprego decorre, em grande medida, da maturação do conjunto de alterações às regras de atribuição das prestações e suspensão de regimes temporários de reforço desta tipologia de apoios, efetuadas ao longo de 2010”, lê-se no OE.

No âmbito destas medidas “assume ainda particular evidência a limitação das prestações de desemprego a 75% da remuneração de referência líquida, a flexibilização do regime de acumulação de rendimentos com prestações de desemprego e a alteração às regras do emprego conveniente”.


* Poupança ignóbil


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Na Capadócia de balão





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ILUSÕES
por
OCTAVIO  OCAMPO




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