segunda-feira, 17 de outubro de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA




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ARTE NA RUA


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HOJE NO
"PÚBLICO"
Cova da Beira vai a julgamento, 
mas investigação ficou a meio
Não foi só o papel de Sócrates que ficou por esclarecer. A segunda fase do projecto foi marcada pelo favorecimento de um dos arguidos.

O grupo HLC/Conegil, cujo patrão começa a ser julgado na quarta-feira por corrupção activa e branqueamento de capitais, terá sido ainda mais favorecido na segunda fase do aterro da Cova da Beira do que na primeira - aquela que está em causa neste julgamento. O que se passou nesse período, entre 2000 e 2002, nunca foi, porém, objecto de qualquer investigação judicial.

No centro da acusação pela qual vão ser julgados António José Morais, o antigo professor de José Sócrates na Universidade Independente, a sua ex-mulher, Ana Simões, e Horácio Luis de Carvalho, o presidente do grupo HLC, encontra-se a alegada viciação de um concurso público. Terá sido ela que permitiu, em 1997, a adjudicação, por cerca de 13 milhões de euros, da construção e exploração da Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos da Associação de Municípios da Cova da Beira (ETRSU), no concelho do Fundão, a um consórcio liderado pela HLC e pela Conegil.


* Os políticos são um grupo à parte, se não se protegerem uns aos outros estão feitos, assim, é um regabofe.


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4 - LIÇÃO DE  BIOLOGIA






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De MOÇAMBIQUE
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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"



«Play-off» com a Bósnia será
no Estádio da Luz

A PFP escolheu o Estádio da Luz como palco para a segunda- mão do «play-off» de acesso à fase final do Euro-2012, com a Bósnia-Herzegovina.

O jogo será às 21 horas de 15 de Novembro. Foi também no Estádio da Luz que há dois anos a Selecção Nacional venceu a Bósnia por 1-0, no «play-off» de acesso ao Mundial da África do Sul.


* Oxalá não seja mais um off fruto da má gestão de recursos e da autocracia!
Os dirigentes que não esqueçam, Ricardo Carvalho não é pedófilo, homicida, traficante nem político vigarista.

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  DUO MINASOV



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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

37 cêntimos para material escolar

Um casal da Charneca de Caparica, Almada, recebeu de ajuda para a compra de material escolar para a filha de 6 anos apenas 37 cêntimos. No 1º ano do ensino básico, Maria João Augusto foi colocada no escalão B do apoio social escolar.

"A informação dada na escola Miquelina Pombo é de que iria receber 22,33 € para os livros, ou seja 50%", explica o pai da aluna, Adelino Augusto, 33 anos. "A surpresa foi quando verificámos que para o material escolar o apoio era de 37 cêntimos. Pensámos que fosse um erro, mas na escola disseram que é este o valor definido pela Direcção Regional de Educação", acrescenta.

Segundo a tabela de auxílio económico, o escalão B tem direito a 6,50 euros para material escolar e 13,30 para livros. O CM pediu esclarecimentos à Direcção Regional e ao Ministério da Educação e Ciência, mas não obteve resposta.


* Portugal ridículo

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ANA SOUSA DIAS


Todos os medos, o medo



As histórias tradicionalmente contadas às crianças construíam-se quase todas sobre medos: do abandono, do escuro, dos animais perigosos (quer dizer, os que não são iguais a nós), da perda das figuras protectoras, da maldade alheia. Com algumas variações - a história do Capuchinho Vermelho tem versões mais violentas e outras mais suaves - há contos que surgem quase iguais pelo mundo fora.
Não me lembro de ter ficado traumatizada por essas histórias que me assustaram e prenderam em teias de ansiedade, logo desfeitas por um final feliz e reconfortante. Mas tenho os meus medos e entre eles conto, certamente, o do barulho nascido da terra que me ficou do sismo de 1969.
Vem isto a propósito de um estudo ontem apresentado sobre a percepção dos riscos por parte dos portugueses. Os acidentes de viação são o que mais tememos, o risco de que temos mais consciência. Vêm a seguir os incêndios florestais, as cheias e inundações, a seca, as tempestades, as ondas de calor.
Como realçou o investigador responsável por este estudo - José Manuel Mendes, do centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra - os sismos e os tsunamis estão relegados para o fundo da lista dos riscos que mais nos preocupam. Parafraseando um novíssimo clássico, diríamos que são um medo que não nos assiste.
Se este estudo tivesse sido feito em Março ou Abril de 1969, isto é, a seguir ao tremor de terra que, na madrugada de 28 de Fevereiro abalou sobretudo o Centro e o Sul do país (7,3 na escala de Richter), a ordem da lista seria outra. Mesmo depois de vermos as imagens do grande sismo de Fukushima, a 11 de Março último, não nos ocorre imediatamente que vivemos num território de risco. Assim como em crianças os medos das velhas histórias não nos afectavam directamente, eram mesmo imaginários, ter hoje permanentemente medo de um sismo seria paralisante e inútil. No entanto, o que o investigador lamentou foi a nossa total impreparação perante essa possibilidade. Talvez por isso nos espantámos tanto quando Fukushima foi devastada por um sismo, um tsunami e um acidente nuclear, e deparámos com a preparação das pessoas perante a tragédia.
Entre as pessoas inquiridas, dois terços tinham um estojo de primeiros-socorros pronto para usar, mais de um terço tinha uma reserva de água e 41 por cento guardavam comida para caso de catástrofe.
É pouco, está visto. Não precisamos de viver no terror de um acidente, mas devíamos saber como reagir e ter meios para sobreviver.
Até porque nem sempre aparece um caçador para matar o lobo mau e salvar a avozinha.

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
13/10/11

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3 - Crise económica na Madeira! ONDE?




RUI ADRIANO está legalmente reformado (2.737euros) desde 2007, mas enquanto presidente as Sociedade de Desenvolvimento do Norte aufere 5.249 euros.
Obs: Sendo o único administrador executivo, afecta 100% dos 86.302 euros de custos com a gerência, ou seja 9,9% dos gastos com o pessoal. É o que mais gasta em despesas de representação: 28 mil.

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"


Fecho de hospitais tem de render 
100 milhões em 2012
Saúde sofrerá um corte de 900 milhões de euros no próximo ano. Maternidade Alfredo da Costa e Curry Cabral vão fechar portas

O Ministério da Saúde terá de encerrar e fundir hospitais e urgências em 2012, de forma a conseguir uma poupança de cerca de 100 milhões de euros. O valor inscrito no Orçamento do Estado para o próximo ano implicará uma redução significativa das estruturas de saúde, uma vez que a poupança de 100 milhões não inclui a redução de custos com pessoal, que transitarão para outras unidades de saúde.

O primeiro-ministro avançou na sexta-feira, durante o debate no Parlamento, que o Ministério da Saúde deverá perder cerca de 900 milhões de euros na dotação de 2012. Um valor superior aos 800 milhões de euros já conhecidos e que correspondem ao esforço de poupança para o sector da saúde imposto pela ‘troika'. Ao que o Diário Económico apurou, estes 100 milhões de diferença serão o encaixe previsto com a racionalização da rede hospitalar, ou seja, encerramento de unidades de saúde e fusão de serviços.

A poupança por via de encerramentos e fusões de unidades poderá aumentar nos próximos anos. É que os 100 milhões de encaixe só prevêem os custos de exploração das unidades que encerrarem, porque os profissionais de saúde transitarão para outros hospitais. Como o Diário Económico avançou na semana passada, os médicos e enfermeiros (com contrato em funções públicas) excedentários transitarão para a mobilidade, tal como acontece com os funcionários públicos.


* Que importa a saúde dos portugueses ao pé de tamanha poupança? Absolutamente nada.

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13 –  OS MESTRES DO DINHEIRO





A história de como os Bancos Privados se tornaram a mais poderosa e infame dominação do mundo.Aborda o papel dos bancos na história e actualmente. Vindo desde a criação das primeiras Casas de Moeda na antiga Roma até hoje em dia. Como os bancos controlam as nações, impelindo-as as guerras e escravidão do povo através de dívidas e juros para paga-las.
O que as principais guerras na Europa e resto do mundo, desde Napoleão a Segunda Guerra Mundial tem em comum?Tudo isso é abordado exaustivamente num documentário mais do que completo sobre a milenar história da nossa escravidão pelo sistema monentário dos banqueiros.

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DOAÇÃO



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OBRIGADO CARACOLETA



HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"



Durão propõe alteração ao direito europeu
Culpa penal individual

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, anunciou que vai propor a inclusão no direito europeu de uma 'responsabilidade penal individual dos atores financeiros', que permitirá a aplicação de 'sanções penais', 'Vou propor na próxima quinta-feira que uma responsabilidade penal individual dos atores financeiros seja finalmente reconhecida no direito europeu', disse em entrevista, ontem, ao jornal Le Parisien. Ao salientar que foram 'observados comportamentos abusivos nos mercados, alguns dos quais que provocaram a crise atual', o presidente da Comissão Europeia garante que 'essas práticas serão reguladas ': 'aqueles que violarem [as normas] serão alvo de sanções penais. Será a primeira vez na legislação europeia e um sinal forte.', Quando se multiplicam as dúvidas sobre a capacidade da política europeia de lidar com a crise, Durão Barroso aponta como 'preocupante', o facto de 'por vezes os partidos tradicionais incorporarem alguns elementos do discurso de extrema-direita, pensando responder, assim, às preocupações das pessoas', Neste contexto, Barroso alerta os 'líderes da direita, esquerda e do centro', que 'é preciso terem a coragem de defender a Europa'.


* Pedimos responsabilização penal para os atores políticos que deliberadamente usam estratégias de benefício para a sua organização de classe e para os empresários e banca coniventes, que levam países à falência.


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PATRICK WOLF
The City




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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Subsídios de Natal e férias não tapam buraco do BPN

O corte dos subsídios de Natal e de férias a funcionários públicos e pensionistas que ganhem mais de mil euros não chega para cobrir o buraco do Banco Português de Negócios (BPN) que, segundo o primeiro-ministro, acaba de engordar 350 milhões de euros.

A factura a passar aos contribuintes sobe, assim, para 2750 milhões de euros, quando o encaixe com os dois subsídios que não serão pagos rondará 2,6 mil milhões. No início do caso BPN, em 2008, Teixeira dos Santos garantiu que "praticamente não haveria custos" para os contribuintes; e o então governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, estimou os custos muito abaixo de mil milhões. A factura do BPN obrigou ainda a mais austeridade no Orçamento do Estado que vai ser apresentado hoje.


* Quando estalou o escândalo BPN havia e há legislação suficiente para que as autoridades financeiras e reguladoras decretassem a sua falência e, mau grado o despedimento dos seus trabalhadores, seria estancada uma hemorragia. Como se sabe o Estado injectou dinheiro no BPN, porquê??? 
A resposta é simples, a maioria dos principais accionistas eram políticos, ou ex-políticos agora distintos empresários e também os que cirandam à volta deste grupelho. Socrates, Teixeira dos Santos e Vítor Constâncio não hesitaram em "proteger" os amigalhaços mesmo que eles fossem de outras cores políticas. E nós agora pagamos!

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3 – África em beleza











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ONTEM NO
"RECORD"

João Silva vence em Barcelona
TRIATLETA PORTUGUÊS CONTINUA EM GRANDE


O português João Silva venceu este domingo a 4.ª edição do Garmin Triatlo de Barcelona - competição que contou com mais de 5.300 participantes - ao concluir com o tempo de 1:45.43 horas.

João Silva, que esta época venceu a etapa de Yokohama do campeonato do Mundo, é um dos seis atletas portugueses convocados para o Europeu de sub-23, que se disputa no final de outubro, competição na qual defende o título.

No sector feminino, a vitória foi para a espanhola Ainhoa Murua.


* No desporto há sempre portugueses lutadores exemplares.

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 34 - GUIA DOS CURIOSOS
 
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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"


Douro pode deixar de ser 
Património da Humanidade


A UNESCO já alertou para a degradação da zona classificada Património da Humanidade, causada pela construção das barragens, nomeadamente a da Foz do Tua, em zona limite do Douro Vinhateiro.

“A barragem da Foz do Tua vai afectar a zona classificada. A UNESCO já cá esteve a inteirar-se do assunto e, de uma forma diplomática, deu a entender que a classificação poderá ser retirada se insistirem na obra. Não é uma entidade que ande pelos jornais a fazer ameaças, mas já retirou a classificação noutros casos e fa-lo-á no Douro”, afirmou Manuela Cunha, dirigente do Partido Os Verdes.

Aos detractores da barragem, o Ministério da Cultura terá garantido que a barragem não está em zona classificada. Os Verdes consideram que “um edifício de seis andares com 70 metros de comprido [central eléctrica] em plena paisagem do Douro vinhateiro tem, sem dúvida, impacto visual”, além de que “a UNESCO não distinguem o impacto na zona classificada daquilo que, em zona limite, tem impacto na zona classificada”.

Iniciada há poucas semanas, a obra da barragem de Foz do Tua tem já consideráveis impactos visuais e no ambiente, tal como a reportagem do Dinheiro Vivo pôde constatar. As escarpas do Tua, feridas pelo Homem, cedem à violência das máquinas e desfeiam-se diariamente. O pó invade as vinhas, dando a ideia de aridez a uma terra fértil que produz dos melhores vinhos do Mundo.

No meio dos socalcos, dezenas de postes em metal quebram o tom à poesia serpenteante da vinha e, à noite, “quando o melhor do Douro eram os milhões de estrelas visíveis graças à natureza impoluta - aquilo que vendemos aos turistas”, a luz eléctrica faz do Douro uma sucessão de “árvores de Natal”. Assim diz um dos produtores da região, pedindo anonimato, com receio de lhe “colocarem uma torre de alta tensão no meio da quinta”. Com excepção da autarquia de Mirandela, que se opõe publicamente ao betão no Douro pelos motivos expostos, todas as outras “calam-se, pois é a primeira vez que isto acontece: as autarquias vão receber 1,5% das receitas das barragens”, revela.

O Vale do Tua será inundado pela barragem de Foz do Tua, submergindo para sempre espécies vegetais únicas, prejudicando espécies animais, paisagens de sonho e uma linha de caminho de ferro centenária, cuja exploração turística poderia, à semelhança do que acontece em Espanha, levar desenvolvimento e riqueza a uma região do Interior. “Nunca se viu uma candidatura no IGESPAR, como a que fizemos para a classificação da Linha do Tua, ser aberta e encerrada num mês. Por isso, temos um processo em tribunal contra aquele organismo”, adiantou Manuela Cunha.

A luta pelo rio Sabor, o último rio selvagem de Portugal, não teve êxito. As populações idosas, doentes, isoladas, pobres, perderam vias de comunicação com o resto do Mundo. Aldeias inteiras (e suas memórias) foram submersas pelas águas e recriadas noutros locais. O que não se recriou foram as espécies vegetais únicas, os habitats do lobo ibérico e da águia que nidificava nas escarpas. Uns milhões de euros foram pagos em compensação, tal como está previsto noutras barragens. O documentário “Páre, Escute e Olhe”, do realizador Jorge Pelicano, repetidamente premiado, continua a alertar para o que se passará se a barragem de Foz do Tua prosseguir. A primeira pedra, lançada há escassos meses, foi, porém, tomada por Assunção Cristas por “um paredão imenso”, há dias, no Parlamento. Ainda não. Ainda há tempo de emendar um erro trágico.


* Portugal a saque


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6 - COTAS E GAULESES
 





 


HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"


Investidores ignoram nova vaga de austeridade em Portugal


A última quinta-feira ficará na memória dos portugueses, pela dureza das medidas de consolidação orçamental apresentadas pelo Governo. Mas as linhas gerais do Orçamento de Estado para 2012 tiveram pouco destaque na imprensa internacional e pouco "eco" nos mercados financeiros, onde a percepção de risco sobre Portugal continua a deteriorar-se.
"Houve, efectivamente, uma reacção muito limitada" na primeira sessão nos mercados depois da declaração ao País do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, reconhece Luca Jellinek, responsável pela área de investimento em dívida europeia do Crédit Agricole. As "yields" da dívida pública continuaram a subir na sexta-feira, seguindo a tendência dos restantes países da "periferia" europeia.


* Portugal já estava moribundo, o discurso "só" acrescenta mais esfoladelas.


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LIVRARIA ORGANIZADA





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HOJE NO
"DESTAK"

Greve geral teria impacto económico "completamente nulo"


O investigador António Costa Pinto considera que uma greve geral – como a que está a ser discutida pela CGTP e UGT - teria um impacto económico "completamente nulo", defendendo que teria apenas um significado "simbólico" do descontentamento da sociedade.

Em declarações à Lusa, o professor do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL), considerou que "um dia de greve geral é completamente nulo em termos de impacto económico, é apenas simbólico", uma vez que "não contrariará em nada as medidas em curso, apenas demonstra descontentamento".

Os líderes da UGT e da CGTP têm marcada para hoje uma reunião para debater a possibilidade de uma greve geral em resposta às medidas de austeridade anunciadas pelo Governo.

De acordo com o sociólogo, "se se fizer uma análise comparada das greves em Portugal, França, Itália ou Inglaterra, verifica-se que Portugal é um país de fraca conflitualidade social e também que é um país menos desenvolvido", o que quer dizer que, "no caso português, não há nenhuma relação negativa entre a taxa de greves e a diminuição da produtividade".

O investigador disse ainda que "é natural" que exista contestação social, face às medidas de austeridade.

"Se ela não existir, isto quererá dizer que a sociedade portuguesa confirma uma das suas características: a fraca dinâmica da sociedade civil e uma cultura de passividade como elemento dominante. Ou seja, caso não exista, não é porque a sociedade portuguesa, como corpo unido, concorde com a austeridade, é porque tem um escasso capital social e uma escassa dinâmica social", justificou António Costa Pinto.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou na quinta-feira que as medidas do OE2012 visam garantir o cumprimento dos acordos internacionais, e que passam, entre outras, pela eliminação do subsídio de férias e de Natal para os funcionários públicos e pensionistas que recebem mais de mil euros por mês, enquanto durar o programa de ajustamento financeiro, até ao final de 2013.

Os vencimentos situados entre o salário mínimo e os 1000 euros ficarão sujeitos a uma taxa de redução progressiva, que corresponderá em média a um só destes subsídios. As pensões acima do salário mínimo e abaixo de mil euros sofrerão, em média, a eliminação de um dos subsídios.


*Portugal transformado em nulidade.

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6 - Onde as crianças dormem

James Mollison viajou ao redor do mundo e decidiu criar uma série de fotografias mostrando quartos infantis, que foi, depois, compilada em um livro, intitulado Onde as crianças dormemCada par de fotografias é acompanhada por uma legenda estendida que conta a história da criança. As diferenças entre cada espaço do sono são impressionantes, revelando e confirmando, sob mais um aspecto, como somos desiguais.

 Mollison nasceu no Quênia em 1973 e cresceu na Inglaterra. Depois de estudar arte e design na Universidade de Oxford Brookes, e cinema e fotografia em Newport School of Art and Design, ele se mudou para a Itália para trabalhar no laboratório criativo da fábrica da Benetton.
O projeto tornou-se uma referência de pensamento crítico sobre a pobreza e a riqueza, sobre a relação das crianças com as suas posses -ou a falta delas. O fotógrafo espera que seu trabalho ajude outras crianças a pensar sobre a desigualdade no mundo, para que, talvez, no futuro eles pensem como agir para diminuir esta diferença.





Douha, 10, mora com os pais e 11 irmãos em um campo de refugiados palestinos em Hebron, na Cisjordânia. Ela divide um quarto com outras cinco irmãs. Douha freqüenta uma escola, a 10 minutos a pé, e quer ser pediatra. Seu irmão, Mohammed, matou 23 civis em um ataque suicida contra os israelenses em 1996. Posteriormente, os militares israelenses destruíram a casa da família. Douha tem um cartaz de Maomé em sua parede.




HOJE NO
"i"


Avaliar casas. 
Uma obrigatoriedade que sai cara
Os bancos exigem que os clientes paguem 
a avaliação do imóvel sem qualquer garantia 
de que o crédito seja aprovado


Avaliar uma casa é um mal necessário para muitos consumidores e representa mais uma despesa para os orçamentos familiares já asfixiados. Mas é uma exigência para quem recorre ao empréstimo bancário. Na maioria dos casos, os bancos escolhem as empresas que fazem esse trabalho e ainda lucram com o serviço, alerta a Associação de Defesa do Consumidor (Deco).
Como os consumidores não têm a competência técnica para avaliar, há empresas que fazem esse trabalho. A associação fez uma ronda pelas várias empresas que fazem as avaliações dos imóveis – foram analisadas 74 avaliadoras a operar em Portugal para averiguar os montantes cobrados aos particulares e aos bancos – e chegou à conclusão que “os consumidores são os únicos prejudicados caso a avaliação seja feita para um empréstimo” já que o valor pago pelos bancos às empresas avaliadoras “pode ser bastante inferior ao cobrado aos clientes”.
Conclusão: “os bancos lucram com a avaliação e o consumidor vê o seu empréstimo encarecer sem ter possibilidade de escolher o perito”. Da análise realizada, a Deco verificou que o valor pago pelos bancos às avaliadores (em média ronda os 85,60 euros) é mais de metade do que os próprios cobram aos particulares. Mas mesmo assim, o consumidor paga menos ao optar pelo banco do que por uma empresa especializada. Segundo as contas da associação, os bancos cobram em média 192,05 euros e as avaliadoras exigem 228,97 euros (ver tabela ao lado).

Obrigatório A verdade é que as razões para pedir a avaliação da casa podem ser as mais variadas e chega mesmo a ser obrigatória no caso do crédito à habitação. A explicação é simples: para conceder o empréstimo, o banco exige uma garantia do pagamento da dívida que, na maioria dos casos, corresponde à casa que é comprada. Isso significa que, todo este processo permite ao banco saber quanto vale o imóvel que é apresentado como garantia do pagamento da dívida. Por vezes, o consumidor possui uma outra casa e dá esta como garantia.
No entanto, tanto num caso como noutro, para decidir se aprova ou não o empréstimo e em que condições, a instituição financeira é obrigada sempre a apurar o valor da garantia. Para isso, exige a tal avaliação que terá de ser paga pelo consumidor.
Mas nem sempre é uma tarefa fácil. A Deco lembra que “o pior é quando, após a avaliação, a instituição financeira não concede o empréstimo nas condições pretendidas pelo cliente, por considerar que a garantia não tem valor suficiente para cobrir o empréstimo”.
O que acontece se o pedido for chumbado? É simples: resta ao consumidor negociar ou simplesmente iniciar o processo noutro banco. Se optar pela segunda alternativa, não se esqueça que, a avaliação já realizada não serve e, como tal, vai ter de pedir outra. Um processo que irá exigir um novo pagamento.
Mas mesmo que não peça um empréstimo, a avaliação pode ser importante em caso de partilhas – devido a divórcio ou a herança – para que haja uma divisão justa dos bens e evitar desagradáveis surpresas.
Não se esqueça que, as avaliações têm um prazo de validade. Em alguns casos, pode ser necessário reavaliar, por exemplo, quando há um atraso na decisão sobre a concessão do empréstimo. Além disso, também pode ser necessário reavaliar quando, apesar do consumidor já ter pedido o crédito para a casa nova, o processo tem de ficar pendente até este conseguir vender o antigo imóvel. Um processo que, em algumas situações, pode demorar muito tempo.
Todo este atraso tem um custo. A maioria das empresas inquiridas cobra por uma segunda opinião. Contudo, em alguns casos pode exigir um valor inferior. Este pode depender do motivo ou do tempo decorrido. Por exemplo, há quem cobre metade se a segunda avaliação ocorrer até um ano após a primeira.


* Uma engenharia para sacar dinheiro ao cidadão, mesmo que não emprestem já sacaram dinheiro. É a estes bancos que vamos pagar 12 mil milhões de empréstimo da Troika.


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21 – AMIGOS
 
 
 
 
3 – Dos cafés mais lindos







1 - OUTRA  VISÃO






JORNAIS DE HOJE


COMPRE JORNAIS














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BOM DIA