sábado, 24 de setembro de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


DADORA DE ORGÃOS




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8 – EDUCAÇÃO FINANCEIRA
2010




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4 – DEBAIXO DE ÁGUA











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MIGUEL ESTEVES CARDOSO



O Engraxanço 
 e o Culambismo Português

Noto com desagrado que se tem desenvolvido muito em Portugal uma modalidade desportiva que julgara ter caído em desuso depois da revolução de Abril. Situa-se na área da ginástica corporal e envolve complexos exercícios contorcionistas em que cada jogador procura, por todos os meios ao seu alcance, correr e prostrar-se de forma a lamber o cu de um jogador mais poderoso do que ele.
Este cu pode ser o cu de um superior hierárquico, de um ministro, de um agente da polícia ou de um artista. O objectivo do jogo é identificá-los, lambê-los e recolher os respectivos prémios. Os prémios podem ser em dinheiro, em promoção profissional ou em permuta. À medida que vai lambendo os cus, vai ascendendo ou descendendo na hierarquia.
Antes do 25 de Abril esta modalidade era mais rudimentar. Era praticada por amadores, muitos em idade escolar, e conhecida prosaicamente como «engraxanço». Os chefes de repartição engraxavam os chefes de serviço, os alunos engraxavam os professores,os jornalistas engraxavam os ministros, as donas de casa engraxavam os médicos da caixa, etc... Mesmo assim, eram raros os portugueses com feitio para passar graxa. Havia poucos engraxadores. Diga-se porém, em abono da verdade, que os poucos que havia engraxavam imenso.
Nesse tempo, «engraxar» era uma actividade socialmente menosprezada. O menino que engraxasse a professora tinha de enfrentar depois o escárnio da turma. O colunista que tecesse um grande elogio ao Presidente do Conselho era ostracizado pelos colegas.Ninguém gostava de um engraxador.

Hoje tudo isso mudou. O engraxanço evoluiu ao ponto de tornar-se irreconhecível. Foi-se subindo na escala de subserviência, dos sapatos até ao cu. O engraxador foi promovido a lambe-botas e o lambe-botas a lambe-cu. Não é preciso realçar a diferença, em termos de subordinação hierárquica e flexibilidade de movimentos, entre engraxar uns sapatos e lamber um cu. Para fazer face à crescente popularidade do desporto, importaram-se dos Estados Unidos, campeão do mundo na modalidade, as regras e os estatutos da American Federation of Ass-licking and Brown-nosing.Os praticantes portugueses puderam assim esquecer os tempos amadores do engraxanço e aperfeiçoarem-se no desenvolvimento profissional do Culambismo.

(...) Tudo isto teria graça se os culambistas portugueses fossem tão mal tratados e sucedidos como os engraxadores de outrora. O pior é que a nossa sociedade não só aceita o culambismo como forma prática de subir na vida, como começa a exigi-lo como habilitação profissional. O culambismo compensa. Sobreviver sem um mínimo de conhecimentos de culambismo é hoje tão difícil como vencer na vida sem saber falar inglês.

IN 'ÚLTIMO VOLUME'

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7 - OS HIPPIES




NR: Os episódios anteriores desta série foram inseridos nos sábados precedentes às 19h00

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Eric Clapton

Marc Knopfler

Same Old Blues




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FUMAR EMAGRECE


E não alivia o stress 

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1 - MICROCOSMOS

imagens  de insectos, partes do corpo humano e artigos domésticos


Microcosmos: coloured scanning electron micrograph (SEM)

Formiga da madeira (formica fusca) carregando um microship

Fotografias tiradas através dum  microscópio electrónico e juntas no livro 'Microcosmos' de Brandon Broll



 16 - HOMENS, SEGUNDO ELAS

 

 



2 - iPAD




Voltamos a apresentar o iPad com novos episódios. Este equipamento ainda não muito divulgado por causa do seu custo é uma revolução tecnológica, fique para ver. Mesmo para os que o conhecem vale a pena.

NR: Os episódios anteriores desta série foram inseridos nos sábados precedentes às 14h00

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ESCOLHAS  DE FIM DE SEMANA 
E ALGUMAS PARA O MÊS














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ESPAÇO NAVE TERRA
SEMANA  6




Episódio da série Espaçonave Terra, que mostra as relações entre a Terra, o Sol e os planetas do Sistema Solar, e as conseqüências dessa relação para a vida em nosso planeta - cada episódio equivale a uma semana do ano.

NR: Os episódios anteriores desta série foram inseridos nos sábados precedentes às 13h00


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KUVASZ






Classificação F.C.I.

Grupo 1 Cães Pastores e Boiadeiros (Exceto Boiadeiros Suíços)
Seção 1 Cães Pastores
Padrão FCI no 54 13 de setembro de 2000.
País de origem: Hungria
Nome no país de origem: Kuvasz
Utilização: É utilizado para guarda e defesa de casas, outras
propriedades e pessoas. Foi usado para a caça e como cão de rastro.
Sem prova de trabalho


RESUMO HISTÓRICO: trata-se de um pastor húngaro conhecido nesse território desde a antigüidade. Seus antepassados chegaram com a ocupação dos Magyares na bacia de Carpathian. Eles utilizavam esses cães para a guarda e defesa de seus rebanhos contra animais de rapina e ladrões. Devido ao seu instinto caçador, foi o cão de caça preferido na época do Rei Matthias Corvinus. A partir do declínio dos pastoreios, tem sido muito menos usado para suas obrigações originais e foi localizado primeiramente nas aldeias e mais tarde nas cidades.

APARÊNCIA GERAL: os cães desta raça são fortes, grandes e têm uma pelagem densa, ondulada e branca. Sua aparência agradável irradia nobreza e força. As partes de seu corpo, individualmente, se harmonizam como um todo, suas pernas não são nem curtas nem longas. A estrutura óssea é poderosa, porém não é grosseira. A
musculatura é forte e delgada e as articulações mostram claros contornos. Visto de perfil, o corpo forma um retângulo, quase um quadrado. Bem musculoso, apresenta uma construção forte, temperamento agradável e grande agilidade. Sua aparência denota uma infatigável habilidade para o trabalho.

PROPORCÕES IMPORTANTES
· o comprimento do corpo é ligeiramente maior do que a altura na cernelha.
· o ponto mais profundo do peito é aproximadamente a metade da altura na cernelha.
· o focinho é ligeiramente mais curto do que a metade da cabeça.

COMPORTAMENTO/TEMPERAMENTO: 
O Kuvasz é determinado e sem medo.
Defende pessoas e propriedades confiadas aos seus cuidados, até mesmo com a própria vida. É autoconfiante e pode ficar agressivo se maltratado. É fiel, confiável e ama seu dono e tudo que o cerca. Precisa de bastante exercício e deve ser mantido ocupado. É dependente e pouco exigente. É fácil de ser cuidado e pode suportar as mais severas condições climáticas. Esse cão aprecia qualquer amor e carinho dado a ele.

CABEÇA: tipicamente em forma de cunha, em harmonia com seu corpo, agradável, nobre e demonstra uma força considerável. O Kuvasz pode ser distinguido, principalmente de outras raças, pela forma de sua cabeça. A cabeça é caracteristicamente magra e seca. Nos machos, é mais volumosa que nas fêmeas.

REGIÃO CRANIANA
Crânio: largo; testa ligeiramente proeminente com um distinto sulco.
Stop: pouco pronunciado.
REGIÃO FACIAL: larga, longa e com boa musculatura.
Trufa: preta.
Focinho: cana nasal reta. O focinho se afina gradualmente, mas nunca é pontudo.
Lábios: pretos e bem aderentes. A comissura labial tem bordas irregulares.
Maxilares / Dentes: bem desenvolvidos; dentes fortes, regulares e completa mordedura em tesoura, de acordo com a fórmula dentária.
Olhos: de inserção ligeiramente oblíqua, amendoados e de cor marrom escuro. As bordas das pálpebras são pretas e bem aderentes ao globo ocular.
Orelhas: inseridas numa altura média. Um terço das orelhas levanta da base do crânio em curva, caindo rente à cabeça. São em forma de V com as pontas arredondadas. Quando em alerta, estão ligeiramente levantadas. Nunca eretas ou torcidas.

PESCOÇO: mais para curto do que longo, bem musculoso, em um ângulo de 25° a 30° com a horizontal. A nuca é curta. Pele da garganta fi rme, sem barbelas. Nos machos, o colar e a juba são muito expressivos.

TRONCO: visto de perfi l, forma um retângulo diferenciando-se,
ligeiramente, de um quadrado.
Cernelha: longa, marcadamente mais alta que a linha do dorso.
Dorso: de comprimento médio, reto, largo, bem musculoso e fi rme.
Lombo: curto, em fi rme continuação do dorso.
Garupa: ligeiramente inclinada, bem musculosa e larga; a pelagem muito densa dá à garupa uma aparência suavemente maior.
Antepeito: devido à musculatura ser fortemente desenvolvida, o antepeito é arredondado, percebendo-se muito pouco a ponta do esterno.
Peito: profundo, longo e ligeiramente arqueado.
Linha inferior e ventre: em continuação ao tórax, levantando em direção à traseira.

CAUDA: inserida baixa, seguindo a ligeira inclinação da garupa em linha reta. Verticalmente caída, tem uma ligeira curvatura para cima, sem ser dobrada (em gancho). Quando o cão está em alerta ou excitado, é permitido, no máximo, que se eleve até o nível da linha superior.

MEMBROS
ANTERIORES: 
as pernas anteriores suportam o corpo verticalmente até as
articulações do carpo. São paralelos e moderadamente separados. Vistas de frente, a posição das pernas dianteiras estará correta se uma linha vertical traçada desde a articulação dos ombros correr ao longo do eixo dos membros e atingir as patas entre o 3° e 4° dedos. Vistas de perfil, a posição estará correta se uma linha vertical traçada desde os cotovelos até o solo passar pelo centro das pernas até a articulação dos carpos.
Ombros: escápulas longas, inclinadas e musculosas. Bem aderentes e fi rmes à caixa torácica, porém flexíveis.
Braços: de tamanho médio, bem musculosos. Os braços e os ombros formam um ângulo de 100° a 110°.
Cotovelos: secos, bem aderentes ao tórax, não virando nem para fora nem para dentro.
O braço e o antebraço formam um ângulo de 120° a 130°.
Antebraços: relativamente longos, retos, compactos com músculos delgados. Fortes tendões que alcançam as articulações dos carpos.
Carpos: bem desenvolvidos, fi rmes, com tendões resistentes.
Metacarpos: relativamente curtos, magros, ligeiramente inclinados (ângulo com a vertical de 10° a 15°).
Patas anteriores: redondas ou ligeiramente ovais, são firmes. Dedos curtos e altamente arqueados de maneira que a parte do meio não toca o solo. Elásticos e bem fechados. Almofadas elásticas e pretas. Unhas duras, fortes, pretas ou cinza ardósia.

POSTERIORES: a posição dos membros posteriores, vistos de perfil, estará correta se a angulação do joelho estiver posicionada verticalmente debaixo da crista ilíaca e a pata debaixo do quadril. A linha vertical que desce da ponta do ísquio toca o osso do calcanhar. Vistos por trás, a posição dos posteriores estará correta se a linha vertical, que cai desde a ponta do ísquio, correr ao longo dos eixos dos membros, esses sendo paralelos dos dois lados e encontrandose
no solo moderadamente separados.
Coxas: longas, largas, com músculos maciços bem inseridos na pélvis. A pélvis e as coxas formam um ângulo de 100° a 110°.
Joelhos: volumosos. O ângulo entre a coxa e a perna é de 110° a 120°.
Pernas: sua musculatura, que é longa e maciça, insere-se nos jarretes com fortes tendões. Vistas por trás, são verticais e paralelas de ambos os lados e ao eixo do corpo.
Jarretes: largos, volumosos, secos e tendinosos. O ângulo do jarrete é de 130° a 140°.
Metatarsos: longos e perpendiculares ao solo.
Patas posteriores: ovais ou como os anteriores.

MOVIMENTAÇÃO: passos lentos e amplos. Quando em trote, a movimentação é leve, elástica, cobrindo bem o solo, dinâmica, constante e incansável. Os cotovelos não viram nem para dentro nem para fora.
PELE: bem pigmentada; de cor cinza ardósia e fi rme.
PELAGEM
Pêlo: moderadamente duro, ondulado, ligeiramente rígido, sem tendência a emaranhar. Debaixo da pelagem de cobertura, que é mais grossa, há um subpêlo mais felpudo. A cabeça, as orelhas e as patas são cobertas por pêlos curtos (1 a 2 cm de comprimento), densos e lisos. A frente e as laterais dos membros dianteiros, como
também nos membros posteriores, na região do joelho para baixo, são cobertas por pêlos igualmente curtos (1 a 2 cm de comprimento) e retos. Encontramos franjas de 5 a 8 cm de comprimento na parte posterior das pernas, que alcançam os jarretes. Ao redor do pescoço, existe uma coleira natural que se estende até o peito, em forma de juba. Essa é uma particularidade mais notada nos machos. No corpo, nas coxas e nos braços, a pelagem é de comprimento médio (4 a 12 cm), ricamente ondulada, formando cristas, sulcos e mechas. A cauda é coberta, em toda sua extensão, por uma pelagem densa e ondulada, podendo alcançar um comprimento de 10 a 15 cm.

COR: branca. O marfim é permitido. A trufa, a borda dos olhos e os lábios são pretos.
As almofadas são pretas ou cinza ardósia. Uma cor escura é desejada para o palato, porém manchas rosadas são permitidas.

TAMANHO / PESO
Altura na cernelha:
Machos: 71 a 76 cm.
Fêmeas: 66 a 70 cm.
Peso:
Machos: 48 a 62 kg.
Fêmeas: 37 a 50 kg.

NOTAS:
· os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.


IN "CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA"
Filiada à Fédération Cynologique Internationale

NR: Retomamos hoje a interessante série de raças de cães. Tinha sido interrompida a 23/07/11 motivada pelas férias. Se desejar ver as anteriores raças editadas basta clicar na etiqueta "ZOOPEIDA" e fácilmente encontrará o que pretende. Obrigada

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4 CONSCIÊNCIA 


PESADA









 FAMINTOS




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 8- QUASE UM SUAVE MILAGRE





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BOM  DIA
 




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