quarta-feira, 14 de setembro de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

 

 

FINITE




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Porque devemos ir a casamentos


video

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"


Águas e RTP privatizadas em 2012
Parpública extinta ou integrada no Estado

A Parpública, «holding» que gere as participações do Estado, será liquidada ou integrada na administração central, segundo a atualização ao memorando com a «troika», uma vez que as participações que gere serão privatizadas.
'No final de 2011, um plano de privatização estratégico da Parpública será preparado, uma vez que as suas fontes de rendimento serão afetadas pelas privatizações', é sublinhado. Segundo o documento, o plano tem de 'reconsiderar o papel da Parpública como uma empresa pública, incluindo a eliminação da obrigação de remeter o produto da venda de ativos ao Tesouro em troca de novos ativos', assim como considerar a possibilidade de 'liquidar a empresa', ou 'consolidar na administração central', O texto indica ainda que as participações públicas na EDP, REN e GALP deverão ser vendidas até final do ano, assim como os 100 por cento da TAP, neste caso se 'as condições de mercado permitirem', Já as Águas de Portugal e a RTP entram no plano de privatizações em 2012.
Entretanto, o Governo vai alterar a lei para reforçar a proteção aos clientes com depósitos bancários até final de novembro, mudando, para isso, o Fundo de Garantia Depósitos e o Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo.
Segundo o documento, até final de novembro têm de ficar concluídas alterações à legislação sobre o Fundo de Garantia de Depósitos (FGD) e o Fundo de Garantia por Instituições do Crédito Agrícola Mútuo (FGCAM) e será reforçada a proteção aos depositantes, assim como o financiamento a instituições de crédito em dificuldades.


* Os anéis já foram há muito tempo agora vamos ficar com cotos no sítio dos dedos.


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2 – Pela estrada fora…




TURBO-CARUNCHO

PARA REFRESCAR

DEPÓSITO EXTRA

PENTA ROL

O POVO UNIDO

AUTO ARIETE

TEST DRIVE

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DA EMBAIXADA DOS E.U.A EM MOÇAMBIQUE


Embaixada dos E.U.A. -
O Sr. Bachir é um traficante de drogas significativo

Declaração da Embaixada dos E.U.A.

Em resposta a artigos recentes da imprensa sobre a designação pelo Departamento de Tesouro dos E.U.A. de Mohamed Bachir como um Barão de Drogas, incluindo informações erróneas sobre o processo, a Embaixada dos E.U.A. gostaria de reiterar que o Sr. Bachir é um traficante de
drogas significativo. O Sr. Bachir permanece à lista de indivíduos e instituições proibidas de interacção com o sistema financeiro dos E.U.A. Vários pontos relacionados com o caso justificam um esclarecimento:

1. A Designação de Barão de Drogas tem dois níveis: o nível mais alto, a que o Sr. Bachir pertence, é reservado para indivíduos e instituições com envolvimento significativo no tráfico de narcóticos.
O segundo nível, com um número maior de designados, inclui indivíduos e organizações que fornecem, facilitam, recebem instruções de, ou recebem benefícios significativos de um Barão de Drogas do Nível 1.
Indivíduos do Segundo Nível podem ser retirados após confirmação que ligações com indivíduos do Nível 1 foram cortadas. Durante os dez anos da existência da lei, os únicos indivíduos retirados de qualquer uma das listas pertenceram ao Nível 2, depois de terem cortado as ligações com o traficante. Nenhuma designação do Nível 1 foi alguma vez feita de forma errónea. Existe uma enorme distinção entre indivíduos do Nível 1 e do Nível 2.

2. O processo para apelar a uma designação do Departamento do Tesouro é claro e aberto a qualquer pessoa em qualquer uma das listas.
Entendemos que o Sr. Bachir começou com o processo de apelação, e esperamos que ele forneça a informação solicitada sobre as suas actividades comerciais. Em muitos casos, designados do Nível 1 não fornecem a informação solicitada porque isso poderia revelar a verdadeira natureza dos seus negócios. O processo de apelação é o único mecanismo reconhecido para um Barão de Drogas ser retirado da lista.

3. Registamos o apuramento de violações aduaneiras, cambiais e de leis fiscais, que frequentemente são considerados fortes indicadores de contrabando e outras actividades ilegais, feitas pela Procuradoria Geral da República. Não foi surpresa para nós que estas violações
tenham sido descobertas, e esperamos que mais investigações possam apurar o que essas acções ilícitas escondiam.

4. Os Estados Unidos e outras nações estão preocupados com o crescente problema de Moçambique de tráfico de drogas. Relatórios e apreensões recentes destacam a necessidade de tomar esta questão a sério e dedicar recursos suficientes, e vontade política para acabar com esta prática perniciosa que ameaça a estabilidade duramente conquistada aqui em Moçambique.

5. Por uma questão de política, o governo dos E.U.A. não partilha informação que leva a uma designação com qualquer governo estrangeiro, e a nossa postura relacionada com o Sr. Bachir não é exclusiva a Moçambique. Essa política, porém, não deve ser confundida com falta de informação para fazer uma designação. Temos plena confiança nos fundamentos para a designação do Sr. Bachir, examinados por sete agências do governo dos E.U.A.

6. Cooperamos com Moçambique, numa variedade de áreas, incluindo segurança marítima, defesa, tráfico de pessoas, saúde e outras iniciativas que fortalecem a nossa parceria para lidar não só com o tráfico de drogas, mas também outros desafios transnacionais. Os Estados Unidos valorizam a nossa relação construtiva e positiva com o governo de Moçambique. Esta designação foi dirigida a um indivíduo envolvido em actividades corruptas, não a um governo ou povo.


* Distribuído à comunicação social moçambicana em 08/09/11. Gostaríamos de saber se este notável traficante tem negócios em Portugal, alguém pode informar?


HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Portugal é único da OCDE 
a cortar na Educação

Portugal foi único Estado membro da OCDE, entre os comparáveis, com despesa estatal com instituições de ensino a descer entre 2000 e 2008. Gastos abaixo da média.

Numa altura em que se fala em novos cortes na educação, um relatório da OCDE vem comprovar que o País já o vem fazendo há mais de uma década. De acordo com o estudo "Education at a Glance 2011" ("As Perspectivas da Educação 2011"), divulgado ontem, Portugal foi mesmo o único de 34 Estados membros - entre os que deram dados-, em que a despesa pública com as instituições do ensino básico e secundário caiu entre 2000 e 2008.


* Pior que isto só horrível!!

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ANTÓNIO MARINHO E PINTO


Estágio de advocacia

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O provedor de Justiça pediu ao Tribunal Constitucional (TC) que declare a inconstitucionalidade de três artigos do Regulamento Nacional de Estágio (RNE) da Ordem dos Advogados (OA) que limitam o número de vezes que um advogado estagiário pode repetir exames e estágios.
É a segunda vez, em menos de dois anos, que o provedor suscita a inconstitucionalidade de medidas tomadas pela OA para melhorar a formação profissional dos advogados portugueses. Da primeira vez estava em causa a criação de um exame nacional de acesso ao estágio unicamente para os candidatos com uma licenciatura de apenas três ou quatro anos de frequência universitária, licenciados esses que o próprio Estado nem com um exame deixa entrar no Centro de Estudos Judiciários.
Agora, o provedor insurgiu-se contra os artigos 24.º, 36.º e 42.º do RNE (já em vigor aquando do primeiro pedido de inconstitucionalidade) que impedem os candidatos de se inscreverem indefinidamente em cursos de estágio, mesmo depois de fazerem dois estágios e de reprovarem quatro vezes no mesmo exame. Com efeito, o que aqueles artigos determinam é que os candidatos que reprovarem num exame poderão repetir esse exame e se voltarem a reprovar terão de frequentar outro curso de estágio. Mas, se no fim deste novo estágio voltarem a reprovar mais duas vezes, então só poderão inscrever-se em novo estágio após um período de três anos.
Sublinhe-se que o estágio na OA visa preparar os licenciados em direito para o exercício da advocacia, ministrando-lhes uma formação adequada, sobretudo no domínio das práticas forenses e da deontologia profissional. Obviamente que essa formação só pode ser assimilada por quem tiver as bases teóricas das várias disciplinas do direito e da ciência jurídica. Por isso, quem tiver uma boa licenciatura (possuir essas bases teóricas) dificilmente reprova num estágio de advocacia; mas quem não a tiver jamais concluirá com êxito um estágio digno desse nome, ainda que o repita indefinidamente. É que um estágio de advocacia não se destina a ensinar direito, mas antes a ministrar formação profissional a quem já tiver os conhecimentos jurídicos necessários.
Em Portugal, a maioria das universidades mercantilizou o ensino do direito e está mais interessada nas chorudas prestações e propinas que cobra aos estudantes do que em prepará-los devidamente para o exercício de uma profissão forense. Grande parte das universidades está mais preocupada com a «empregabilidade», isto é, em arranjar (e propagandear) empregos para os seus alunos do que com a qualidade do ensino do direito. Aliás, em algumas universidades, o facilitismo é tal que os estudantes já são tratados mais como clientes do que como alunos.
Ora, a Ordem dos Advogados foi incumbida pelo Estado de dizer quem é que está apto a poder exercer a advocacia em Portugal. Ao atribuir uma cédula de advogado a quem concluiu com êxito o seu estágio, a OA está a habilitá-lo a exercer essa profissão, ou seja, está a dizer à sociedade que pode confiar nesse novo advogado porque ele possui a formação deontológica e os conhecimentos teóricos e práticos necessários ao exercício da advocacia com qualidade e probidade. Em suma: está a dizer a todos os cidadãos que podem acreditar nele e confiar--lhe os seus direitos e até os seus patrimónios porque ele é digno dessa confiança.
Infelizmente, o actual provedor, que é um magistrado e já esteve ligado a uma universidade privada, parece mais preocupado com a empregabilidade dos cursos de direito do que com a qualidade da justiça que, obviamente, depende - e muito - da qualidade da advocacia. Isso apesar de se manter mudo e quedo em relação ao facto de o Estado não permitir que os licenciados em direito acedam à magistratura, justamente por reconhecer que as actuais licenciaturas não possuem a qualidade suficiente para possibilitar a formação de magistrados com qualidade. Por tudo isso - digo-o solenemente -, enquanto eu for bastonário, a OA não venderá cédulas profissionais de advogado como algumas universidades vendem diplomas de licenciatura em direito, por mais lucrativo que seja esse negócio e por muito poderosos que sejam os interesses afectados.

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
12/09/11

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HOJE NO
"RECORD"

Mundial Sub-20: 
Portugal cilindra Áustria (38-1)

Portugal bateu a Áustria, por concludentes 38-1 (18-0 ao intervalo), no fecho do Grupo A do Mundial Sub-20, competição que está a decorrer em Barcelos.

Com mais esta vitória, a Seleção Nacional fechou a "poule" em primeiro lugar, com três triunfos em igual número de partidas.

Gonçalo Alves e Miguel Rocha, cada um com 10 golos, foram os principais responsáveis pela goleada lusa que, como facilmente se percebe, não teve qualquer oposição por parte dos austríacos que, só de penálti, acertaram na baliza portuguesa.

Agora, nos quartos-de-final, agendados para quinta-feira, Portugal irá medir forças com a Suíça. As restantes partidas dessa fase serão: Argentina-Alemanha, Itália-Chile e Espanha-França.


* Havia  uma baliza ou uma peneira do lado dos austríacos?

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4- ATÉ QUANDO ESTA VERGONHA???










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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
 
Doenças cardiovasculares responsáveis por metade das mortes no mundo

As doenças não transmissíveis, como as cardiovasculares ou respiratórias, são a principal causa de morte no mundo e responsáveis por 63 por cento dos 57 milhões de óbitos totais no planeta em 2008, revelou a Organização Mundial de Saúde.

"A maioria das mortes -- 36 milhões -- devem-se a patologias cardiovasculares ou respiratórias, diabetes e cancro", explicou a responsável do departamento de doenças crónicas e de promoção da saúde da Organização Munidal de Saúde, Leanne Riley, na apresentação do relatório sobre o perfil deste género de doenças nos 193 país da organização.

As doenças cardiovasculares foram responsáveis por 48 por cento das mortes, o cancro por 21 por cento, os problemas respiratórios por 12 por cento e a diabetes por três por cento.

A mesma responsável disse que o motivo pelo qual as doenças são a principal causa de morte no mundo deriva do facto de nos últimos 30 anos se ter imposto um estilo de vida muito mais sedentário e pela mudança na dieta com predominância para os açucares, gorduras saturadas e sal, o que provoca problemas de saúde como o colesterol, tensão alta e altos níveis de açúcar no sangue.


* Mas mesmo assim não se criminaliza o "fast food", os Estados continuam a mimar os produtores de tabaco e os resultados práticos das convenções internacionais sobre a protecção do ambiente são quase nulos e concretizados apenas pela carolice de alguns.


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 LORENZO FRIZERA TRIO

BLIND



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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"


Fábrica da Peugeot em Mangualde pára produção devido a falta de parafusos

Problema está a afectar outras fábricas europeias da empresa francesa. Produção fica suspensa até sexta-feira.

A actividade foi suspensa até ao final desta semana na fábrica Peugeot/Citroën de Mangualde, devido a um atraso no fornecimento de parafusos, noticia hoje a TSF. De acordo com a estação de rádio, que cita uma fonte oficial da empresa, a paragem iniciou esta quarta-feira e a unidade de Mangualde ficará fechada até ao próximo dia 16 devido a estas dificuldades de aprovisionamento por parte de um fornecedor que opera em França.

O problema está também a afectar outras fábricas da empresa francesa em Espanha e França, uma vez que o fornecedor terá aproveitado a paragem das férias, em Agosto, para concentrar actividades e fazer alterações no sistema informático.


* Param-se fábricas porque o fornecedor foi para férias! Ou acreditamos que mais ninguém sabe fabricar parafusos daqueles, ou o fornecedor é familiar ou grande amigo dos donos da Peugeot, mas fica-nos a certeza de que há administrações com parafusos a menos!!!


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Parque Desportivo 
de Água de Pena



Dá para todas as idades, desde os mais activos, aos que privilegiam um passeio ao fim de tarde à beira-mar.

O Parque Desportivo de Água de Pena foi uma revelação, porque num terreno perdido debaixo da pista do aeroporto nunca se poderia imaginar que iria nascer uma infra-estrutura que apelasse ao bem-estar da população. E dado o número de pessoas que durante o dia, mas especialmente após a jornada laboral, que ali vão fazer a sua corrida, caminhada ou jogar uma modalidade desportiva, o Parque está a ser um sucesso. 

Ainda para mais nestes meses de Verão em que atrai não só madeirenses, como também turistas estrangeiros, emigrantes e ainda jovens que estão a tirar o curso no continente e que procuram durante as férias tirar o máximo partido daquela infra-estrutura desportiva.
Era o caso dos amigos Paulo Teixeira e Cláudio Gouveia. Oriundos de Machico, estes dois jovens estavam no Parque de Água de Pena a jogar “squash”. 

Frequentam aquelas instalações duas a três vezes por semana, mas apenas durante as férias, porque o resto do ano estão no continente a frequentar a universidade. Os dois amigos são unânimes em relação ao Parque: «é um espaço agradável e souberam aproveitar o seu potencial». Paulo Teixeira destaca a variedade de desportos que se pode praticar num só espaço. «Somos estudantes e gostamos de chegar à Madeira e ter desportos para fazer e ainda por cima é acessível». Este jovem prefere o “squash”, padel e também do circuito de BMX. Quando estão com outros amigos, escolhem outras modalidades para jogar em grupo.
Já Cláudio Gouveia refere mesmo que «foi a melhor coisa que fizeram e fez com que muita gente saísse de casa para fazer exercício», constatou. Realçando o facto de o Parque ter condições para a prática desportiva, já que aluga também material, Cláudio Gouveia tem apenas uma nota a apontar: a manutenção. «Tenho de criticar é a falta de manutenção dos jardins e a limpeza», lamentou.
Mesmo à frente dos três campos de “squash”, existem máquinas de exercício onde estava António Perestrelo e a sua esposa Maria Gomes. Já a gozar a reforma, este casal frequenta o Parque uma a duas vezes por semana. Num destes dias de calor, a nossa equipa de reportagem abordou o casal que tinha acabado de terminar a sua caminhada e estava nos exercícios de alongamento. Para António Perestrelo, aquele espaço «foi a melhor coisa que se fez na Região, porque dá para passear, para descansar e para fazer desporto». Um aspecto positivo é o facto do Parque ser resguardado quer do frio, quer da chuva. Após mais de um ano a frequentar o Parque, António Perestrelo garante que se sente mais «leve».


Em passeio estava Celso Baptista, que estava acompanhado pela sua mãe e por uma menina que disse-nos logo que o Parque «é fixe». Aquele jovem da Camacha, já fez segurança numa iniciativa no Parque, mas foi a primeira vez que lá foi em passeio. «Gostava de vir mais vezes, mas o trabalho não deixa», lamentou. O mesmo acontece com Mário Vieira que se fazia acompanhar das suas duas filhas. A viver no Caniço, o nosso interlocutor diz que não tem muito tempo para desfrutar deste espaço, que é uma «maravilha» para as crianças.

Com a família a passear de bicicleta, Susana Franco aguardava a sua vez. Esta madeirense que vive agora no continente está de férias na Madeira e era a terceira vez que ia até à Água de Pena. Susana Franco garante que o espaço é agradável e que ainda quer experimentar fazer escalada e o slide, mas lamenta que não tenham mais bicicletas para poder passear junto com o marido e filhos.

23.383 utilizadores pagantes

O Parque Desportivo de Água de Pena foi uma obra da Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento, através da Vice-presidência do Governo Regional. Aberto ao público no final de Maio de 2008, o Parque tem vindo a ser cada vez mais procurado para a prática desportiva, mas também para o lazer.
Só nesta primeira metade do ano, o Parque registou um total de 23.383 utentes pagantes, sendo que as instalações que tiveram uma maior procura foram as do “squash” e as de ténis, contabilizando 957 e 925 utilizações respectivamente. Em contrapartida, os espaços que registam uma menor procura são as do madeirabol, a escalada e o slide. Um dado curioso é que a modalidade de “padel”, introduzida pelas Sociedades de Desenvolvimento, está a ter um grande incremento na sua procura.
Comparando o segundo trimestre deste ano com o primeiro, ao nível da preferência dos espaços, a escolha não sofre grandes oscilações, com os recintos do ténis e do “squash” a estarem no topo das preferências dos utilizadores pagantes. No segundo semestre, houve 1.283 praticantes de ténis. No mesmo período, 1.112 utentes preferiram jogar “squash”.

De acordo com os dados fornecidos pelo director do Parque Desportivo de Água de Pena, Emanuel Santos, o mês de Julho foi o que teve uma maior procura, somando 4.391 utentes. Por outro lado, o mês de Janeiro foi o que teve uma menor procura, mas mesmo assim foram contabilizados 3.150 utentes nas instalações pagas.
No entanto, a utilização do Parque Desportivo de Água de Pena, não se faz apenas nos recintos desportivos, pois o Parque tem outros equipamentos gratuitos que têm muita procura, tais como a pista de BMX/Skate vocacionada para os mais jovens, e um equipamento biosaudavel que satisfaz os menos jovens, um circuito de manutenção e um deck de madeira, muito utilizado para a caminhada. Nestas situações, não é possível contabilizar os utentes, pois o acesso é livre. Ao longo do ano, o Parque tem muitas visitas de escolas, lares de terceira idade, e outras instituições, que vêm para passear e conhecer este espaço de excelência com várias valências.
De salientar que o Parque está aberto todos os dias entre as 10 horas e as 22 horas. Para a prática desportiva de modalidades colectivas, o espaço deverá ser reservado previamente. O preço é mais baixo durante os dias de semana, e é mais caro entre as 18 horas e as 22 horas ao longo da semana e aos fins-de-semana. Mesmo assim, os preços praticados oscilam entre os 1,60 para o aluguer de bicicletas e os 15,70 para o aluguer do campo de patinagem. De referir ainda que os preços são por hora e no caso da prática desportiva colectiva, o campo fica a um preço acessível.

«É para o atleta e para a família»

O director do Parque Desportivo de Água de Pena, Emanuel Santos, está satisfeito com o sucesso que aquele local está a ter, dado o número de pessoas que ali vai fazer o seu exercício, ou simplesmente relaxar junto ao mar.


«Estou satisfeito pelo feedback das pessoas em relação ao espaço», começou por comentar ao nosso jornal aquele responsável. Emanuel Santos realça que o Parque «é um espaço que dá tanto para o praticante como para a família que vai passear. Tem uma bonita paisagem e acaba por ser um espaço “outdoor”, mas “indoor”», salientou.
Geralmente um espaço semelhante ao que foi construído debaixo da pista do Aeroporto Internacional da Madeira é destinado ao desporto federado, mas neste caso a população em geral tem acesso a recintos desportivos para a prática individual e colectiva que só mesmo os atletas de competição têm. «Ali oferecemos uma panóplia de desportos colectivos e individuais para todos, quer para o velhinho, quer para as crianças e adultos», realçou.
De futuro, o Parque irá manter-se «tal como está». 
A mudança para breve é a concessão do ginásio. Esta sala que fica mesmo à entrada do recinto, foi concessionada a uma empresária que pretende abrir para o final do mês de Setembro. O ginásio terá mais máquinas e recursos humanos, que estão neste momento a ser recrutados.
Apesar de ser denominado de Parque Desportivo de Água de Pena, o recinto acolhe muitos eventos nocturnos.

Para o responsável do recinto, estes são eventos importantes, porque «à noite mostramos o Parque de uma maneira e depois os jovens podem vir cá com a família durante o dia».

Parque Desportivo de Água de Pena multifacetado


O Parque Desportivo de Água de Pena disponibiliza à população em geral várias valências, a começar pelo passeio pedonal marítimo, que é muito utilizado para as caminhadas ao fim do dia, ou então ao domingo para um passeio em família. Ao nível dos recintos, existe o campo de patinagem e de hóquei em patins, dois espaços para mini-basquetebol, dois para a prática de voleibol e futsal. Para os mais radicais ainda tem o “skate” e um circuito de “BMX”. O “madeirabol” conta com um campo, o ténis com dois, e o “squash” e o “padel” com três cada. Esta última modalidade, que já reúne um número considerável de praticantes na Região, foi introduzida na Madeira pelas Sociedades de Desenvolvimento, e devem-se a estas as únicas infra-estruturas existentes para a sua prática.



EM CIMA A PISTA

Para quem gosta de adrenalina, em Água de Pena existe ainda uma parede para escalada com trinta metros e ainda “slide”.
A complementar toda esta estrutura desportiva, o Parque irá dispor ainda de um ginásio. Tem um clube náutico, um solário, duas lagoas, cascata artificial, espelho de água, um parque infantil, balneários, posto médico, serviços administrativos, 311 estacionamentos e aproximadamente vinte e oito mil metros quadrados de jardins.
Mais vocacionada para as actividades culturais, é disponibilizada ainda uma praça central capaz de albergar cinco mil pessoas, anfiteatro com capacidade para mil lugares sentados, bem como camarins, constituindo assim uma excelente infra-estrutura para iniciativas culturais.

O Parque Desportivo de Água de Pena foi inaugurado no dia 19 de Maio 2008. Construído debaixo da pista do Aeroporto, o espaço oferece mais de uma dezena de campos polivalentes, onde se inclui um campo de areia para o futebol e voleibol de praia. Tem uma pista de “skate” e “BMX” e um parque infantil para os mais pequenos. Tem ainda um “open space” para exposições e um anfiteatro para actividades culturais. Dispõe ainda de várias áreas de apoio como sanitários, balneários e cafés.


Fonte: Jornal da Madeira

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CAUTELAS
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HOJE NO
"i"

Marcelo denuncia concursos ilícitos 
para progressão nas carreiras
Universidades continuam a aumentar professores apesar de haver congelamento

Marcelo Rebelo de Sousa denunciou ontem que na Universidade Clássica de Lisboa se continuam a realizar concursos para progressão nas carreiras, apesar de estes estarem congelados. O professor adiantou que faz questão que nas actas dos júris onde participa fique registado que tem dúvidas quanto à legalidade dos mesmos. "Temos uma administração pública parecida com o Pinóquio que fugiu ao Gepeto", desabafou.

Marcelo foi um dos oradores do colóquio Perfis das marcas próprias metro Cash& Carry, organizado pela Makro no âmbito da divulgação da estratégia desta cadeia para Portugal durante os próximos anos.

O professor da Faculdade de Direito de Lisboa referiu-se à existência de um Estado dentro do Estado que funciona totalmente à margem da legalidade, com autonomia total, e sem que ninguém ponha ordem na casa.

A situação dos Estados Unidos foi outro dos temas abordados. O orador lembrou que os próximos anos vão ser cruciais para aquele país e não pôs de parte a hipótese de o actual presidente, Barack Obama, não ser reeleito. "Ninguém ousa dizer que o país vai entrar novamente em recessão, mas o próximo presidente encontrará certamente uma situação complexa de resolver. Os últimos indicadores, inclusive os da pobreza, não têm sido bons", disse.

Quanto à Europa, o destaque foi dado ao desafio que as próximas eleições vão apresentar a Espanha, França, Alemanha e Itália, "onde nunca ninguém sabe quando vai haver eleições". Marcelo fez questão de referir que o caso grego deve ser analisado com grande cuidado, de forma a não criar um problema para a zona euro.

"O objectivo principal", disse, "é que não haja um incumprimento descontrolado naquele país", acrescentando que o timing da crise grega não é irrelevante nem para Portugal nem para a zona euro."

A Europa, considerou o professor, está numa encruzilhada. Já percebeu a dimensão do problema, mas decide sempre tarde. "E o atraso pode dificultar a resolução dos problemas", concluiu. E falou do "amigo" Obama, que já disse que a Espanha e a Itália vão ser os próximos países a entrar em crise.

Quanto à saída do euro de alguns países pertencentes à moeda única, lembrou o caso recente da Hungria, que reformulou a sua dívida nos últimos dias, o que levou a uma depreciação da moeda de 10%.

Referindo-se especificamente a Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa disse que, se sairmos do euro, isso levará a uma quebra de 40% a 50% da nossa moeda, com todas as consequências que isso implica.

E referiu que a actual situação é a pior dos últimos 35 anos. "É o maior desafio que temos pela frente", disse. "O controlo orçamental, estancar a subida da dívida pública e enfrentar os ajustamentos que vão provocar novos cortes em 2012, mas também o crescimento económico, vital para a sobrevivência do país.

Marcelo lembrou que o consumo público e privado vão conhecer cortes profundos nos próximos anos, além de uma vaga de emigração que não tinha uma dimensão semelhante desde a década de 60. "E vamos ter uma apreciável quebra do investimento público, que, aliado a toda a conjuntura, vai chegar ao sector do comércio, com redução de unidades, concentração e maior exigência por parte dos mercados", alertou.

Mas o tom final da intervenção foi de optimismo. O comentador televisivo considera que os portugueses estão à altura do desafio e que sempre conseguiram ultrapassar períodos de crise dando a volta por cima. E apontou soluções: criação de parcerias, união interna e resiliência. 


* É isso mesmo Sr Professor... um Estado dentro do Estado, o "Estado" a que os nossos políticos nos conduziram e são inimputáveis, dentro do "Estado" desgraçado em que se encontram 80 por cento dos portugueses.


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5- FOTOS EM MOVIMENTO




A fotógrafa novaiorquina Jamie Beck mudou totalmente o conceito de GIFs animados ao criar uma respeitada forma de arte, apresentando fotos extremamente impressionantes.
Para quem não sabe, os GIFs animados são famosos na internet. Entretanto, a grande maioria tem caráter humorístico e não guarda grandes preocupações com a qualidade das imagens. O que Jamie faz é exatamente o contrário. As imagens possuem incrível realismo e chama atenção pelos detalhes.
Batizadas como “cinemagraphs”, ela busca não esgotar as possibilidades de uma imagem. Esta realmente parece ser a chave para criar uma arte respeitável.

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Insolvências passam a ser negociadas
fora dos tribunais
Ministra da Justiça anunciou hoje que vão ser 
criadas novas regras para acelerar os processos
de falência judicial de empresas e particulares
e aumentar os casos de recuperação

Num seminário em que vão ser apresentadas estas alterações, Paula Teixeira da Cruz deu o tiro de partida a uma das medidas previstas no Memorando de Entendimento assinado com a troika: a agilização das insolvências, que, além de estarem a crescer em Portugal, têm vindo a aumentar a pendência de processos nos tribunais portugueses.

Na sequência do pedido de ajuda externa, Portugal tinha-se comprometido a apresentar estas medidas até Novembro, mas o Governo antecipou-se e, hoje, foram apresentadas as principais alterações ao actual Código de Insolvência e Recuperação de Empresas, criado em 2004.

Uma das principais mudanças é a redução do prazo para apresentação à insolvência, que, até agora, estava fixado em 60 dias a partir da data de incumprimento. O período foi cortado para metade, responsabilizando mais os devedores quando não respeitam os compromissos financeiros.

Além disso, vão ser eliminados alguns “actos inúteis”, como os procedimentos a que se estava até obrigado no caso de falecimento do devedor, acrescentou a ministra da Justiça. E serão privilegiados os credores que participem activamente no processo de recuperação da empresa ou do particular em dificuldades financeiras.

No que diz respeito a este último ponto, o Governo decidiu, em colaboração com o Banco de Portugal, criar “um conjunto de princípios para a recuperação judicial”, que serão aplicados fora dos tribunais, permitindo que devedores e credores cheguem voluntariamente a acordo.

Uma vez reunido o consenso da maioria dos credores, o plano de recuperação será remetido ao juiz, que decidirá se tem validade. Caso seja essa a decisão, o plano terá de seguido por todos os restantes credores, mesmo que não tenham participado no processo.

Paula Teixeira da Cruz acredita que estas alterações vão “fomentar o número de empresas em Portugal que são alvo de recuperação”, já que, actualmente, a grande maioria dos processos de insolvência acaba na liquidação dos devedores.

“Além de melhorar o regime de insolvências e de recuperação de empresas, vai acelerar ainda mais o saneamento da economia”, rematou a ministra da Justiça, na sessão de abertura do seminário.


* É melhor assim desde que a teoria tenha correspondência prática, mas agilizar insolvências significa que a economia está desagilizada.

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2 - A CAMA FECHADA EUROPEIA
 





 


HOJE NO
"A BOLA"
 
Duas embarcações portuguesas 
no Europeu da Bulgária

A Selecção Nacional vai estar representada com duas embarcações no Campeonato da Europa de remo, que vai decorrer em Plovdiv, na Bulgária, entre 16 e 18 de Setembro.

Pedro Fraga e Nuno Mendes, que recentemente garantiram a presença nos Jogos Olímpicos de Londres, vão participar na prova de double scull ligeiro.

Em estreia nas competições internacionais, Diogo Pinheiro, Ricardo Carraco, Jorge André Correia e Nuno Coelho vão competir em LM4- (Shell de quatro sem timoneiro na categoria de peso ligeiro).


* Estão por mérito próprio.

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"



Congresso na FIL rende 50 milhões

O congresso da Associação Europeia para o Estudo da Diabetes, que decorre até sexta-feira, na Feira Internacional de Lisboa (FIL), pode render nas receitas de alojamento, restauração e turismo mais de 50 milhões de euros, segundo a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP).


Luís Alves de Sousa, da AHP, sublinhou ao CM a importância que representa este evento, no qual participam 18 mil congressistas. "O congresso é muito importante para os hotéis, que estão esgotados, e para Lisboa, porque este evento representa uma boa promoção de turismo e estas pessoas virão em lazer com as famílias e passam a palavra aos amigos."

Muitos congressistas aproveitam a estada para visitar locais turísticos e outras localidades. Cascais, Sintra, Óbidos, Fátima, Évora, Coimbra e Porto são exemplos. O negócio corre bem também para as empresas de aluguer de automóveis.

"Há congressistas que vêm de países longínquos como o Japão e aproveitam a deslocação e ficam uns dias depois do congresso para conhecer melhor o País", afirmou Luís Alves de Sousa.

Quem aterra na Portela terá de procurar alojamento fora de Lisboa se não tem reservas feitas para esta semana, porque já há congressistas alojados a 100 quilómetros de Lisboa. As 30 mil camas de hotelaria estão reservadas.

Na FIL, Luís Gardete Correia e João Raposo, da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal, deram a conhecer aos congressistas estrangeiros a prevalência da diabetes em Portugal: 12,3 por cento da população, entre os 20 e 79 anos, tem diabetes. A doença afecta mais os homens.


* 50 milhões de euros é um excelente número para as actividades hoteleira e turística nacionais porque Portugal é um país lindíssimo. Mas mais de UM miilhão de diabéticos portugueses, com um grande aumento da diabetes juvenil, é uma desgraceira.


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BICICLETA


HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"
 
Tarifas de transporte 
vão aumentar novamente

O relatório de avaliação da ‘troika’ ao programa de ajuda a Portugal prevê a sustentabilidade operacional de todas as empresas do Sector Empresarial do Estado (SEE), “excepto as mais problemáticas”, até final de 2012.

Até final de Setembro o Governo deverá apresentar um documento estratégico com "a revisão da estrutura tarifária e a prestação de serviços por parte das empresas do SEE a nível central, local e regional", detalhando os objectivos de redução de custos, "incluindo medidas de ajustamento salarial ou redução do emprego e mais aumentos de tarifas como necessário", lê-se no documento. A ‘troika' exige ainda que a revisão das operações e a situação financeira do SEE esteja reflectida no Orçamento do Estado para 2012. As empresas do SEE deverão ainda rever os limites de endividamento a aplicar a partir de 2012 e a revisão terá que ser apresentada em finais de Setembro. Em curso está já, diz a ‘troika' a medida que proíbe a constituição de novas empresa públicas, seja a nível central, regional ou municipal, até ao final desta avaliação do universo do SEE. O Governo tem ainda de apresentar até final do ano uma proposta de Lei na Assembleia da República que regule a criação de novas empresas e o seu funcionamento. Além disso, o Ministério das Finanças deveria apresentar até Outubro uma adenda ao relatório anual do SEE que é habitualmente publicado durante o Verão, mas que este ano não foi publicamente divulgado. O Diário Económico tentou saber junto do gabinete de Vítor Gaspar se o relatório já estava finalizado, mas não obteve resposta até ao fecho da edição.


* Alguém quer investir numa fábrica de trotinetes???

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