quinta-feira, 8 de setembro de 2011

MODA  DE  BALÕES







HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Calçado tem 1.500 vagas e até 
aumenta salário a quem trouxer gente
O patrão diz-lhe "muito obrigado" e até lhe 
aumenta o salário pela ajuda na contratação 
de novos trabalhadores. A situação é real e 
está em cena na indústria portuguesa de calçado

"Temos imensa falta de mão-de-obra. Daí que até tenha decidido atribuir como prémio um aumento salarial aos nossos colaboradores que consigam arranjar gente para trabalhar na fábrica", revelou ao Negócios Miguel Abreu, administrador da Abreu & Abreu.


* Alguém explica porquê? É tão linear assim?


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CATAPLANA  DE TAMBORIL

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Ingredientes:
  • 8 pedaços de tamboril com 50 g cada
  • 1/2 kg de batatas
  • 1/2 kg de cebolas
  • 1/2 kg de tomate
  • 1 pimento verde
  • 1 dl e 1/2 de azeite
  • 125 g de miolo de mexilhão
  • 125 g de miolo de berbigão
  • 150 g de camarão
  • 500 g de amêijoas com conchas
  • 80 g de presunto
  • 50 g de linguiça
  • 2 dentes de alho
  • 1 copo de vinho branco
  • sal
  • piripiri
  • salsa
  • coentros
Confecção:

Tempere o peixe com sal.
Descasque as batatas e as cebolas e corte em cubos ou em rodelas. Corte também o tomate e o pimento.
Deite um pouco de azeite na cataplana e disponha camadas de cebolas, batatas, pimentos e tomate.
Junte o mexilhão, o berbigão, o camarão e o tamboril.
Tape com as restantes cebolas, batatas, pimentos e tomate.
Por fim, ponha as amêijoas, o presunto em tiras e a linguiça em rodelas. Tempere com alhos picados, vinho, sal, piripiri, salsa e coentros picados e o restante azeite.
Feche a cataplana e coza durante + ou - 20 minutos.


HOJE NO
"i"
 
Situação crítica para hospitais-empresa: 
Há 14 em falência técnica
Ministro da Saúde avisou ontem que os hospitais EPE precisam de 3 mil milhões de euros, mas não há 
fonte de financiamento ou solução à vista

Um terço dos hospitais-empresa chegou a uma situação limite e não há solução à vista. Ontem o ministro da Saúde alertou para a situação dos hospitais EPE, que representam mais de metade do parque hospitalar nacional, e que precisam de aumentar o capital 3 mil milhões de euros, depois de um défice que chegou aos 322 milhões de euros em 2010.

Para este ano, já com planos de redução de despesa em marcha, prevê-se um défice de 300 milhões de euros, anunciou ontem Paulo Macedo no parlamento, admitindo contudo não ter uma solução pronta para o problema de liquidez: "É inevitável aumentar o capital das EPE, a questão é de onde vem esse financiamento. Neste momento não temos quem nos faça esta dotação. Não há onde ir buscar estes 3 mil milhões de euros. Não há uma negociação milagrosa."

O i tentou ontem perceber junto do gabinete de Paulo Macedo se existe alguma instituição em risco de fechar ou sofrer alguma transformação no modelo de gestão, nomeadamente com a abertura à privatização. Em resposta ao deputado do Bloco de Esquerda João Semedo, o ministro da Saúde recusou para já a transformação dos hospitais em sociedades anónimas, sublinhando que neste momento a prioridade é conseguir a sua sustentabilidade. A fragilidade dos hospitais EPE é assumida pouco mais de cinco anos depois da sua introdução, em Junho de 2005. Na altura o governo de José Sócrates começou por transformar 21 hospitais com modelo empresarial de sociedade anónima, em si já um novo formato para antigas unidades do sector público administrativo, em entidades públicas empresariais (EPE), seguindo o conceito de empresa pública. Objectivo: optimizar recursos. Desde então, nestes hospitais o SNS é responsável por 80% das receitas, estando o restante assegurado por subsistemas de saúde, empresas seguradoras e privados.

Fonte oficial disse ao i que, no final de 2010, 14 dos 42 hospitais-empresa entretanto criados tinham capitais próprios negativos, estando portanto em falência técnica. "São hospitais com evoluções dos custos sistematicamente acima dos proveitos e que exauriram os capitais." O gabinete de Paulo Macedo não revela contudo quais estarão numa situação mais periclitante. Segundo os dados divulgados pela Administração Central do Sistema de Saúde, no final do ano passado os hospitais-empresa que estavam a demorar mais tempo a saldar as suas contas eram o Hospital do Litoral Alentejano, o Centro Hospitalar do Nordeste, o Centro Hospitalar de Setúbal, o Centro Hospitalar de Coimbra, o Hospital Infante D. Pedro em Aveiro e o Centro Hospitalar de Lisboa - Zona Ocidental, todos com prazos médio de pagamentos superiores a 300 dias, quase um ano. Nos dois primeiros o prazo ultrapassava mesmo os 400 dias. Ainda assim, a falta de liquidez, medida pela prorrogação dos prazos de pagamento, é visível na quase totalidade dos hospitais: em 42, apenas dois cumpriram os prazos de pagamento estipulados para 2010: o Hospital de Santo André, em Leiria, e o Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga.

Menos 22 cargos dirigentes Em audiência na Comissão da Saúde da Assembleia da República, Paulo Macedo prometeu transparência e deixou claro que sem sustentabilidade, "com o agravar de ano para ano das dívidas, com o prolongar da situação de hospitais em falência técnica, com prazos médios a fornecedores ultrapassando 250 dias que actualmente têm dificuldades acrescidas de pagamentos com vários anos, o Serviço Nacional de Saúde não poderá continuar a existir".

Entre as iniciativas concretas para reduzir o peso da máquina da saúde (só o SNS representa 11% da despesa pública corrente), Macedo adiantou que serão reduzidos a curto prazo 30% dos quadros dirigentes da administração central do ministério. Fonte oficial adiantou ao i que se trata de 22 cargos dirigentes superiores num total de 64. A restruturação incluirá ainda a extinção de sete organismos em 22 tutelados pelo Ministério da Saúde, uma iniciativa proposta no Orçamento do Estado para 2011 que perfaz também uma redução superior a 30%. Não foi revelada a poupança previsível com esta restruturação.


* Isto quer dizer saúde mais cara e de pior qualidade

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JOSÉ MANUEL PUREZA

JOSÉ MANUEL PUREZA
Qualquer coisa de esquerda

Dar o exemplo

Primeiro foi a superficialidade populista e inócua das gravatas, dos ares condicionados, das viagens em económica. Depois veio a pedagogia do contágio: num remake da febre do "dia de trabalho pela nação" dos idos de 75, todos se puseram a competir com todos para mostrar quem cortava mais em alguma coisa. Essas foram as pontas visíveis de um denso iceberg ideológico que, na novilíngua da direita, se exprime em dois mandamentos supremos: primeiro, cortar no Estado é a maior das virtudes cívicas; segundo, é preciso dar o exemplo, e o Estado cortar em si próprio é o mais elogiável dos exemplos.
Mas o que significa dar o exemplo? Na cândida retórica governamental, trata-se de mostrar que o Estado, ciente dos sacrifícios que impõe na vida de quem trabalha, se sacrifica ele próprio, cortando-se (perdoem a sugestão automutilatória) e despojando-se de mordomias e de desperdícios. Ora só engole a patranha quem quer. Como ficou claro na apresentação da estratégia orçamental do Governo, as despesas que o Estado promete cortar são os salários e as pensões dos funcionários públicos, são os gastos com os serviços de saúde, de justiça ou de educação que garantem uma cidadania decente a quem de outra forma ficará dela privado. O resto são trocos. O Governo corta despesa pondo fim à universalidade de serviços, como o dos transportes ou o SNS, e estabelecendo em sua substituição serviços públicos esmolares e carregados de estigma - e, por isso mesmo, desqualificados - para pobres, ao mesmo tempo que transfere para os orçamentos familiares, num país como o nosso, com uma mediana de rendimento pouco acima dos 700 euros, os custos dos serviços prestados aos clientes (que não aos cidadãos).
O Governo não dá exemplo, dá sinais para quem manda na nossa economia, a partir de cá e a partir de fora. Onde a sua retórica de virtudes ficciona cortes que compensem os sacrifícios das pessoas, o que realmente se produz é a duplicação dos sacrifícios dos cidadãos: penalizados primeiro pela austeridade, os portugueses que vivem do seu salário ou da sua pensão, são adicionalmente penalizados pelos cortes do Governo nos seus gastos, que são afinal gastos com a nossa saúde, com a nossa justiça ou a nossa educação. Ou, mais ainda, com os nossos salários e as nossas pensões.
A isso chama a direita, sarcasticamente, as gorduras do Estado. As que são realmente gorduras - as avenças obscenas para pareceres que enriquecem escritórios de advogados, as rendas garantidas para as parcerias público-privado - essas manter-se--ão incólumes, pois claro. E dos suplementos vitamínicos que a anemia recessiva exige - tributação dos rendimentos do capital e dos grandes patrimónios -, desses a direita nem quer ouvir falar. Não são as gorduras que a direita quer cortar. É o músculo. As privatizações darão aos grupos privados a carne limpa e a obsessão ideológica encarregar-se-á do que ainda sobrar.
Neste clima de substituição da política pelo nutricionismo como código de leitura do Estado, a direita quer acima de tudo fazer vingar a ideia de que o melhor Estado é o Estado esquelético e faz, para isso, passar a ideia de que cura de emagrecimento e privação de alimentação são uma e a mesma coisa. Embrulhada nos seus mitos ideológicos, a direita recita o mantra de que o bom governo é o governo mais pequeno. E nessa recitação confluem a direita que desdenha o país concreto e a direita que quer prosperar com negócios fáceis. A estes mitos e obsessões da direita, haja quem contraponha um princípio de decência: o bom governo não é o maior nem o mais pequeno, é o que garante uma democracia que inclua todas as pessoas como iguais na cidadania efectiva.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
02/09/11

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Crise trava pedidos nacionais 
de marcas comunitárias
Depois de terem registado uma das maiores taxas 
de crescimento entre 1996 e 2007, os pedidos de 
marcas comunitárias (CTM) com origem em Portugal sofreram uma "inversão abrupta em 2008 e 2009, 
na sequência da forte crise".

De acordo com um estudo sobre o contributo das marcas para o crescimento económico - elaborado pelo Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território, do ISCTE-IUL, para o Instituto Nacional da Propriedade Industrial - durante 14 anos Portugal cresceu acima da média mundial nos pedidos de CTM.

Em concreto, entre 1996 e 2002 a taxa média de crescimento anual foi de nove por cento, contra dois por cento em termos globais. Já a partir de 2003 e até 2009 a subida média foi de dez por cento, enquanto no mundo os pedidos cresceram sete por cento ao ano. Mas a crise, apelidada no estudo como "Grande Recessão", travou o dinamismo no registo de marcas, ao contrário do que sucedeu no resto do mundo, "onde também se verificou uma travagem mas sem decréscimo de pedidos de CTM".

Em 2008 as solicitações chegaram perto da barreira dos três mil, mas no ano seguinte caíram para 2500, o mesmo nível de 2006. No mundo, o número de pedidos manteve-se estável a partir de 2007, situando-se nos 250 mil.

"A crise veio interromper uma dinâmica de crescimento que vinha desde meados da década de 1990. Dir-se-ia que não só levou a um esforço de meditação por parte dos políticos em geral e dos cidadãos em particular, mas também da própria economia", analisa Sandro Mendonça, investigador que coordenou o estudo.

É na consultoria e publicidade e no vestuário e calçado que as empresas portuguesas mais têm registado marcas. O primeiro sector concentra 12 por cento do total de pedidos e o vestuário oito por cento. Segue-se o registo de software, instrumentos, papel, bebidas alcoólicas e educação, por exemplo. Em termos mundiais, a categoria instrumentos, a consultoria e os programas de software são os mais procurados. Na lista dos registos feitos em termos globais, constam ainda as telecomunicações e os fármacos e cosméticos, áreas de em que Portugal não se distingue.

"Os residentes no território português têm uma menor presença num conjunto de classes de bens e serviços em sectores associados a um menor nível de sofisticação e incorporação de conhecimento de fronteira", lê-se no estudo.

Contudo, Sandro Mendonça sublinha que os serviços de valor acrescentado têm aumentado o seu peso nas exportações". Ainda assim, alerta, "um mix inteligente de sectores exportadores é sinal de resiliência".

O estudo ressalva que as marcas são um indicador "muito relevante" para avaliar o desempenho inovador das economias.


* Porque não inventar a marca "TESOS", ou já existe?

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6 - ZEITGEIST





Esse filme é muito esclarecedor, mas temos que tomar muito cuidado e não nos apaixonar cegamente. Tem muita coisa certa mas não tudo. Devemos filtrar todas as informações que recebemos. Sejam elas nas áreas que forem. Tudo o que é feito por homens é sempre passivel de erros!!!
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HOJE NA
"A BOLA"

Sporting quer Hermínio, 
Franco avança já hoje...

Fiel ao que disse na campanha, Godinho Lopes prefere projecto para a FPF com Hermínio Loureiro. Filipe Soares Franco conta com apoios a Norte...

Filipe Soares Franco anuncia hoje, às 11 horas, no Hotel Tivoli, em Lisboa, a disponibilidade para se candidatar à presidência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

O antigo líder leonino tem desenvolvido, ao longo das últimas semanas, múltiplos contactos para aferir da aceitação, em quadrantes diversificados do futebol português, do seu nome para ocupar a cadeira onde Gilberto Madail se senta há 15 anos. Feita essa prospecção, apresenta-se hoje como candidato.

Para já, o projecto de Soares Franco teve bom acolhimento em clubes como FC Porto, SC Braga e Nacional da Madeira - que serão a sua base de apoio mais consistente - mantendo alguma expectativa quanto à posição que o seu clube, o Sporting, irá tomar.

Do lado dos leões, o entendimento é de que o melhor nome que o clube pode apresentar para um projecto federativo é aquele que Godinho Lopes sempre referiu ao longo da campanha eleitoral, que venceu em Março último: Hermínio Loureiro.

O antigo líder da Liga de Clubes, actual presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, é adepto confesso do clube de Alvalade, possui uma vasta experiência no mundo do futebol, e uma vez que foi durante vários anos titular da Secretaria de Estado do Desporto possui uma visão global da matéria.


* Mas que baralho

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DIALECTUS





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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Saúde: Vacinas, pílulas e medicamentos para asmáticos perdem ajuda do SNS
Remédios mais caros a partir de Outubro

A partir de Outubro, os medicamentos para os asmáticos vão ser mais caros, com a redução da comparticipação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que baixa dos 69% para 37%. Algumas vacinas e as pílulas perdem a comparticipação e passam a ser totalmente suportadas pelos portugueses. Com estes cortes, o Ministério da Saúde espera arrecadar 19 milhões de euros por ano.

O anúncio da perda da comparticipação dos medicamentos foi feito pelo ministro da Saúde, Paulo Macedo, no Parlamento, e insere-se no conjunto das medidas para reduzir o défice na Saúde.

Ao que o CM apurou, as vacinas que perdem a comparticipação do SNS são contra o vírus do papiloma humano (VPH), que previne o cancro do colo do útero, da hepatite B e contra o hemophilus tipo B, uma bactéria que provoca meningite e pneumonia. Estas vacinas representam uma despesa de 1,5 milhões de euros por ano ao SNS.

Ou seja, quem for à farmácia comprar, por exemplo, a vacina Cervarix, contra o VPH, passa a pagar 127 euros em vez de 80 euros por dose. A pílula Minesse passa dos 5,57 euros para os 18 euros e alguns medicamentos para a asma passa de 3,63 euros para 12 euros.

Fonte do Ministério sublinha que as "vacinas se inserem no Plano Nacional de Vacinação e continuam a ser distribuídas gratuitamente nos centros de saúde, tal como as pílulas contraceptivas, que por regra são adquiridas sem receita".

FUNDO PARA DESPEDIR AO SABOR DA BOLSA

O Executivo quer que as empresas descontem até 1% do salário dos trabalhadores para um Fundo de Compensação do Trabalho (FCT). O fundo, que só se vai aplicar aos novos contratos, será gerido por entidades privadas, à semelhança do que acontece com os PPR, pelo que se na altura em que o trabalhador tiver de o receber os mercados estiverem em crise, "dos mil euros descontados recebe 300", alerta o economista Eugénio Rosa.

O fundo, que implica o desconto de 1% do salário mensal por 14 meses ao ano, serve principalmente como rede de segurança para garantir parte do valor da indemnização em caso de despedimento. Mas dado que a conta criada é individual, quem receba mil euros mensais desconta dez euros/mês. Se a pessoa for despedida passado uma década, o fundo paga apenas 20% do total da indemnização.

Eugénio Rosa alerta ainda que os empresários tenderão a contratar pagando um salário 1% abaixo do inicial, para assim financiar o fundo.


* E assim se evidencia mais uma contribuição, leia-se imposto mascarado, dos portugueses para as agencias de rating e partidos coniventes.

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JOAQUIN  SOROLLA

EXPOSIÇÃO NO MUSEU DO PRADO











HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Sete juízes têm um ano para resolver processos acima de um milhão
Troika exigiu a resolução rápida dos 1.300 maiores processos fiscais. Ministra da Justiça já designou 
juízes de Lisboa e Porto.

O diploma que cria a ‘task force' de juízes que terá, por imposição da ‘troika', de resolver os mais de mil processos tributários de valor superior a um milhão de euros já seguiu para a presidência de Conselho de Ministros, soube o Diário Económico. São no total sete juízes dos tribunais administrativos e fiscais que vão integrar a equipa, quatro em Lisboa e três no Porto, e, segundo o diploma, terão um ano para resolver os mais de 1.300 processos tributários acima de um milhão de euros que estão parados naqueles tribunais.

O Ministério da Justiça confirma ao Diário Económico que "o diploma entrou no circuito legislativo". O Conselho de Ministros reúne-se hoje mas é possível que este diploma possa só ser aprovado na próxima semana porque acabou de dar entrada na presidência do Conselho de Ministros.

Nas negociações com o FMI, BCE e União Europeia para a concessão do resgate financeiro a Portugal, uma das exigências da ‘troika' passava por serem resolvidos o mais depressa possível os processos fiscais pendentes nos tribunais de valor superior a um milhão. O Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais fez uma auditoria e concluiu que estavam parados mais de 46 mil processos, dos quais 1.328 correspondiam a montantes acima de um milhão. No total, são mais de sete mil milhões de euros que estão parados nos tribunais administrativos e fiscais, o que equivale a 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB).


* Os números ditam interpretação aritmética aparentemente  menos violenta, serão cerca 190 processos por juíz, que a dividir por onze meses de trabalho indicam dezoito processos/mês. O problema está na complexidade dos processos, maus procedimentos da máquina fiscal e as tangas dos advogados...

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10 - OS MELHORES DA PUBLICIDADE






 


HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"


Filhos garantem desconto de doze euros

Os trabalhadores vão poder deduzir cerca de 12 euros por cada filho ao imposto extraordinário sobre o subsídio de Natal aplicável aos rendimentos de 2011, segundo a legislação ontem publicada em Diário da República.
A lei que aprova a sobretaxa criada pelo Governo entra em vigor hoje e vai permitir ao Governo arrecadar uma receita fiscal adicional estimada em 1.025 milhões de euros. De acordo com a Lei 49/2001, a sobretaxa é fixada em 3,5 por cento e incide sobre o total dos rendimentos coletáveis que estejam acima do salário mínimo nacional.
Para o cálculo desta sobretaxa será ainda deduzido aos contribuintes 2,5 por cento do valor do salário mínimo garantido por cada filho (ou seja, 12,125 euros). No caso dos trabalhadores dependentes e pensionistas, a retenção será feita sobre uma importância correspondente a 50 por cento do valor devido do subsídio de Natal, no mesmo mês em que se recebe o subsídio. Se este valor for pago de forma fracionada, será retido em cada pagamento a parte proporcional correspondente à sobretaxa extraordinária.
As quantias retidas terão de ser entregues ao Estado no prazo de oito dias, a partir do momento em que forem deduzidas, e nunca após 23 de dezembro. Nas contas do ministério das Finanças, a receita total desta medida ascende a 1.025 milhões de euros, dos quais 840 milhões, relativos à retenção na fonte feita por trabalhadores e pensionistas, entram nos cofres do Estado em 2011. De acordo com os números do Governo, cerca de três quartos desta receita serão provenientes dos salários dos trabalhadores por conta de outrem e apenas um quarto dos reformados. 


* Obrigadinho Sr ministro, mas não chega para o aumento de 17% na eletricidade e no gás

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2 - O DESERTO DOS LAGOS MISTERIOSOS





HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
 
Dinheiro para despedidos investido 
em capitais de risco
O Governo propôs aos parceiros sociais que a contribuição das empresas para o fundo de 
despedimento seja até 1% do salário

O dinheiro vai ser canalizado para produtos de risco (que não garantem nem rentabilidade nem sequer retorno), mas o trabalhador pode optar pelo reembolso, mesmo que seja ele a pedir a demissão. O Fundo de Compensação do Trabalhador (FCT) só vai abranger os novos contratos. O objectivo é que "responda" por dez dos 20 dias que vão passar a servir de base no cálculo das indemnizações.


* Tradução: O trabalhador desconta 1% no salário mensal, "pint....s no dizer de Eduardo Catroga para outras considerações, e quem gere o fundo vai aplicá-lo em capital de risco, porque não jogá-lo no casino?


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3 - EVIDÊNCIA

Sabia que aqueles que passam o seu tempo protegendo os outros são aqueles que na verdade precisam que alguém os proteja?

HOJE NO
"RECORD"

Mourinho: «Não recorro para o TAS 
porque já tive uma vitória»

José Mourinho abdicou de recorrer para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) da decisão do Comité de Recursos da UEFA, que em julho diminuiu parcialmente o seu castigo pela expulsão na primeira mão das meias-finais da última Liga dos Campeões.

Após a expulsão no primeiro jogo com o FC Barcelona, no estádio Santiago Bernabéu, o treinador do Real Madrid foi punido com cinco jogos de suspensão, um deles com pena suspensa por três anos, e 50 mil euros de multa.

Depois de o Comité de Recursos da UEFA ter reduzido o número de jogos de suspensão efetiva para três, mantendo a multa e aumentando para dois os encontros com pena suspensa, o técnico anunciou a intenção de apelar para o TAS.

Em entrevista à agência Lusa, assumiu agora que o processo fica por aqui: "Não recorro. Já tive uma vitória que não esperava, já tive uma vitória que significa muito, muito, muito para mim".

José Mourinho voltou a lançar críticas ao modo como foi julgado: " um tribunal que não é um tribunal na verdadeira aceção da palavra, não é um tribunal democrático, não é um tribunal onde tu te possas defender de um modo livre, equilibrado, em igualdade de circunst?ncias com quem te acusa".

A redução parcial da pena tem para si "um significado tremendo", pois teve "a satisfação pessoal de ver reduzido um castigo que já era proposto aumentar", sendo "uma vitória grande, que não podia ser maior porque a UEFA nunca permitiria que fosse uma vitória maior, em termos da redução total do número de jogos".

"Por isso ficamos por aqui", adiantou, recordando que fica com "o prazer de dizer aquilo que lá disse", bem como de mostrar na UEFA "imagens, vídeos e recolhas" que foi fazendo ao longo dos tempos.

Na sequência dos incidentes em que se envolveu após a segunda mão da Supertaça espanhola, em agosto em Barcelona, que lhe valeu ser alvo de um processo de inquérito da federação espanhola (RFEF), afirmou que era vítima de uma campanha em Espanha.

Sobre que razões estariam por detrás da campanha, referiu: "Basta tentar ser sucinto e dizer uma máxima que todos nós conhecemos que é 'a união faz a força'. Se nós estivermos juntos somos mais fortes. Nós juntos, ele só, nós mais fortes, ele mais fraco. A união faz a força e ficamos por aqui".

Em comentário ao processo da RFEF, limitou-se a dizer que "para um é falta grave, para outro é falta não grave", enquanto relativamente à UEFA queixa-se de que "existe um regulamento para um e existe um regulamento para os outros".

"A UEFA não aceita o meu recurso de modo a que eu possa ir para o banco numa meia-final da 'Champions' e aceita o recurso de outro treinador, castigando-o dois dias depois do jogo que era fundamental para a qualificação da sua equipa. E pronto, tenho que viver assim, sem dramatismos, umas vezes rindo, outras vezes protestando e continuamos", lamentou.

Segundo Mourinho, as imagens de televisão que levaram a RFEF a abrir um processo após o jogo de Camp Nou "mostram aquilo que mostram", mas "não mostram aquilo que se foi acumulando e que foi contribuindo" para o caso.

"Como eu dizia anteriormente, há gente que vive bem na escuridão, há gente que trabalha bem nos locais onde se pode esconder, onde se pode falar com a mão a esconder a boca, onde se pode falar na escuridão dos túneis, onde se pode fazer muita coisa sem ser visto. Há outros que, quando o fazem, fazem-no sem esconder e fazem-no de modo a que toda a gente veja", afirmou.

No entanto, sublinha que não quer ficar absorvido por esta questão: "Quero estar o mais disponível possível para fazer o meu trabalho e o meu trabalho é treinar, o meu trabalho é jogar, é aquilo que me apaixona, é aquilo que eu gosto de fazer e sem o qual não estou nunca contente. Por isso, treinemos e joguemos e tentemos melhorar as coisas".

Lamenta, no entanto, que a imprensa tivesse dado destaque de primeira página às críticas que lhe são feitas por "um treinador que ninguém conhece" e que "na semana passada teve o privilégio de ser despedido duas vezes em quatro meses", enquanto dava menor import?ncia aos elogios que lhe foram feitos por Alex Ferguson.

"O treinador mais histórico do futebol mundial, na minha opinião, que é o Ferguson, diz 'Mourinho um tipo sério, Mourinho um tipo honesto, Mourinho um bom amigo, Mourinho um tipo com humor, Mourinho um tipo que se ri, que se diverte comigo e que se ri de si próprio e que se ri de mim e com quem falamos e com quem comunicamos e com quem temos uma relação incrível', um dos meus melhores amigos no mundo do futebol, há países em que nem na primeira página, nem na última", disse.

Segundo Mourinho, a campanha contra si existe e "está bem organizada", mas dá-lhe "um gozo grande" e é "uma motivação" para si, porque na sua carreira tem de "ir à procura de novas motivações". 


* O nacionalismo exarcebado espanhol é assim, o proteccionismo da UEFA também, só que o curriculum de Mourinho fala por si.

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RESGATE INSÓLITO


V

HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"


Três marcas de vinho portuguesas entre as 25 melhores do Mundo
Três vinhos portugueses foram eleitos para o grupo dos 25 melhores a nível mundial pela revista especializada Decanter, que anunciou na quarta-feira à noite os vencedores dos Prémios Mundiais do Vinho.

O Bacalhoa Moscatel 2004 foi eleito o melhor vinho licoroso a menos de 10 libras (11 euros), o Tagus Creek Shiraz e Trincadeira 2010 o melhor tinto de mistura a menos de 10 libras e o Madeira Verdelho Henriques & Henriques 15 anos o melhor vinho licoroso a mais de 10 libras.

Sarah Amed, crítica de vinhos que recebeu em nome da Falua, confiou à Agência Lusa que os júris "ficaram encantados" com o Tagus Creek, por ser "muito fresco e aromático e [possuir] carácter para um vinho deste preço".

Hugo Campbell, importador e diretor da Ehrmanns wines, explicou que o "estilo português de moscatel está tornar-se mais conhecido [no mercado britânico] pela elevada relação qualidade-preço", como o Bacalhoa, que custa cerca de nove libras (10 euros), "tendo em conta que estes vinhos são envelhecidos cerca de seis anos".

Para Humberto Jardim, administrador, este é mais um prémio internacional para os vinhos da Henriques & Henriques, produtor de vinho da madeira que já tinha sido galardoado há dois anos pela Decanter, algo que admite ser "benéfico" para as vendas, embora não tenha quantificado.

Este ano, Portugal igualou a França, país tradicionalmente reconhecido pelos seus vinhos, no número de prémios internacionais e ultrapassou-a no total de medalhas atribuídas este ano. 


O júri da Decanter avaliou no total 12 254 candidatos, dos quais 237 foram distinguidos com medalhas de ouro e 118 receberam troféus regionais.

Na lista dos vencedores internacionais estão também vinhos franceses, italianos, espanhóis, neo-zelandeses, argentinos e, surpreendentemente, um chinês, vencedor do prémio internacional de tinto varietal Bordéus a mais de 10 libras.

França foi o país produtor com maior número de prémios e Espanha concorreu com o maior número de vinhos (1200), que receberam um recorde nacional de medalhas e distinções (828).

Mas a Decanter afirma que "o país para o qual os consumidores e especialistas devem estar atentos é Portugal, que ganhou prémios para mais de 84% dos candidatos, incluindo três troféus internacionais".

Os vencedores dos prémios partem agora em digressão por uma série de provas de vinho em 21 países, incluindo o Brasil, EUA, França, China e Rússia.

Ganham também o direito de usar para efeitos promocionais o prémio e um autocolante nas garrafas com um D dourado correspondente à distinção feita pela Decanter, cujo efeito nas vendas é substancial.

Hugo Campbell revelou à Agência Lusa que uma recomendação como esta pode impulsionar as vendas em "30 a 40 por cento".

A Decanter é uma revista especializada em vinhos com milhares de leitores em mais de 150 países, tendo lançado estes prémios internacionais em 2004.

 
* Uma brisa de alegria para a nossa auto estima e uma honra para os nossos viticultores.

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AIR BAG NO CINTO DE SEGURANÇA
TESTE DA FORD





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6 - CANAIS  DO  MUNDO






11 - ILUSÕES FANTÁSTICAS




JORNAIS DE HOJE


COMPRE JORNAIS














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BOM  DIA