segunda-feira, 8 de agosto de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


Um elefante vê uma cobra pela primeira vez. 
Muito intrigado pergunta:

- Como é que fazes para te deslocares? Não tens patas!...
- É muito simples - responde a cobra - rastejo, o que me permite avançar.
- Ah... E como é que fazes para te reproduzires? Não tens tomates!...
- É muito simples - responde a cobra já irritada - ponho ovos.
- Ah... E como é que fazes para comer? Não tens mãos nem tromba para
levar a comida à boca!...
- Não preciso! Abro a boca assim, bem aberta, e com a minha enorme
garganta engulo a minha presa directamente.
- Ah... Ok! Ok! Então, resumindo.... Rastejas, não tens tomates e só
tens garganta... És Deputado de que partido?


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PADRE É PADRE

clique 2xs para ler bem



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Maracujá cresce em formato de órgão 
sexual masculino no Maranhão

Pesquisadores da Embrapa acompanham 
amadurecimento do fruto.
Dona de casa plantou semente em um balde, 
em São José de Ribamar

por Glauco Araújo, em São Paulo

Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estão acompanhando, há pouco mais de um mês, o desenvolvimento de um maracujá que cresce em formato de órgão sexual masculino. O fruto foi plantado há dois anos pela dona de casa Maria Rodrigues de Aguiar Farias, 53 anos, em um balde, no quintal de sua casa, em São José de Ribamar (MA).
O Maracujalho

Segundo relato feito por ela aos pesquisadores da Embrapa, o fruto nasceu apenas em janeiro com o formato de pênis. "Ela nos disse que o maracujá surge no formato ovalado e depois se desenvolve com aquele formato. É a primeira vez que temos notícias de um fruto com essas características aqui no Maranhão", disse Marcelo Cavallari, pesquisador de recursos genéticos vegetais da Embrapa.



Cavallari afirmou ainda que a dona de casa recebeu da filha a semente do maracujá. "Nenhuma das duas viu como era o fruto originário, o que poderia nos ajudar na pesquisa. Não temos como confirmar o que realmente aconteceu com o maracujá, mas acreditamos que possa se tratar de uma mutação genética. Como todos os frutos têm o mesmo formato, a possibilidade de má formação é menos possível."
Passando a mão na fruta
"Desde que descobriram que tinha uma fruta assim no meu quintal, muita gente começou a querer ver com os próprios olhos. Era muita gente mesmo. O problema é que, para chegar ao quintal, as pessoas tinham de passar por dentro da minha casa. Em uma dessas visitas, levaram o meu celular", disse Maria Aguiar Farias ao G1.
Depois do prejuízo provocado pelo pequeno furto, a dona de casa resolveu limitar a visitação. "Passei a cobrar R$ 2 para visitantes; R$ 15 para fazer fotografias; e R$ 20 para fazer filmagem", afirmou ela. 

NR: Ao  que apurámos D.Maria não vende nem um exemplar, é tudo para consumo interno

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Ric Elias

As 3 coisas que descobri 

quando meu avião caiu




Ric Elias tinha um assento na primeira fila no vôo 1549, o avião que pousou no rio Hudson, em Nova York em janeiro de 2009. O que passou pela sua mente quando o avião desceu desgovernado? No TED, ele conta sua história ao público pela primeira vez.

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CRISTINA CASALINHO



Solução única

Intensifica-se a discussão em torno de soluções sustentáveis para o euro, de modo a assegurar um projecto de crescimento económico credível a prazo. No cerne destas soluções encontra-se a necessidade de restauração de competitividade económica no âmago da crise da dívida soberana. As duas alternativas discutidas são: a saída ordenada da área do euro e o avanço do federalismo. Ambas convocam acesa discussão.

A saída do euro emerge como uma solução atraente para países como Grécia, Portugal, Espanha ou Itália, que antes da adesão ao euro haviam recorrido com regularidade a políticas cambiais acomodatícias (desvalorizações cambiais competitivas) para restaurar a competitividade erodida. Acresce que, nos países da acessão: países bálticos, Hungria, República Checa e Polónia, o agravamento de desequilíbrios externos devido à crise internacional foi corrigido com sucesso mediante recurso a desvalorizações cambiais consideráveis, minorando o ajustamento real. Este, contudo, foi impressionante, designadamente nos países do Báltico, onde a queda do PIB superou num ano (2009) 10%. Será a saída do euro uma boa solução para a restauração da competitividade e do crescimento nos países do euro acossados pela crise da dívida soberana? Se um país sair hoje do euro, não regressará à realidade que abandonou no final de 1998, quando abraçou o projecto da moeda única. Se Portugal abandonar o euro, não retornará ao escudo de 1998. O mundo mudou nos últimos dez anos. Com a globalização, antes de um país sair do euro, o euro evade-se do país.
Na Grécia ou Irlanda, a ameaça longínqua de abandono do euro implicou uma forte quebra de depósitos. Os investimentos em capital ou dívida de Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha ou Itália rareiam, como alertam as quedas das bolsas e a subida das taxas de juro da dívida pública. Em Portugal, onde, como se sabe, se vivem dificuldades de financiamento nos sectores público e privado desde meados do ano passado: o investimento directo português no exterior quadruplicou no primeiro quadrimestre do ano face ao período comparável dos últimos três anos. Não existe desvalorização competitiva que compense esta hemorragia e o desmoronamento associado.

A desvalorização cambial é o grande aliciante do abandono do euro, instituindo-se como promotora de restauração da competitividade. Contudo, de um modo geral, constata-se que as desvalorizações cambiais competitivas realizadas no passado nos designados países da periferia europeia tiveram, essencialmente, impacto de curto prazo no desequilíbrio externo; falhando, porém, na desejável promoção de alterações estruturais do padrão de trocas com o exterior. O efeito predominante consistiu na geração de perda relativa de rendimentos locais face a não-residentes, manifesta em menor capacidade aquisitiva e diminuição de importações, melhorando o saldo externo. Esta alteração de preços relativos pouco actuou na substituição de importações ou fomento de exportações, tanto mais que volvidos poucos anos, a maioria dos países regressou a posições deficitárias no seu comércio com o exterior. Ora, esta queda temporária de procura interna inspirada pela desvalorização cambial pode ser induzida por outros instrumentos, concretamente através de mudanças tributárias. O presente agravamento da carga fiscal em Portugal, num ambiente de encerramento dos mercados financeiros externos para entidades portuguesas, produz efeitos relativamente semelhantes a uma desvalorização cambial numa economia com uma oferta para exportação com limitado valor acrescentado e importações relativamente rígidas: queda da procura doméstica e redução das necessidades de financiamento face ao exterior.

A outra solução consiste em maior integração fiscal, económica e política, desaguando no federalismo. Um primeiro passo: a criação de euro-obrigações, eurobonds, implica instituição de regras orçamentais comuns muito estritas e de cumprimento rigoroso, representando a abdicação do último grau de discricionariedade de política económica de um estado da área do euro, submetendo-se a uma norma comum, para cuja definição poderá ter muito pouco poder. Não obstante, à semelhança dos EUA, o federalismo não significa impossibilidade de falência/incumprimento de estados ou municípios. Como também não significa o desaparecimento de zonas deprimidas no seio de uma grande união.

A solução para as economias mais afectadas pela crise da área do euro é, indesmentivelmente, a retoma de padrões de crescimento mais forte, em que mecanismos de transferência de rendimentos como a desvalorização cambial ou os instrumentos criados no âmbito de uma federação actuam para mitigar o ajustamento, não o substituindo. Nem a saída do euro, nem o federalismo, por si só, asseguram sustentabilidade de: aumento de competitividade ou expansão de rendimento das zonas mais pobres. Estas regiões têm de, por si, magnificar o potencial de crescimento; para tal necessitando de poupança e investimento. O investimento impõe tomada de risco, a qual deve ser adequadamente recompensada. Por seu turno, o Estado não se pode alhear do processo. O desenvolvimento económico dos EUA e Reino Unido nos séculos XIX e XX, da Alemanha e do Japão no pós-guerra, da China após a Revolução Cultural beneficiaram fortemente de iniciativas do Estado, promovendo sectores de actividade, estabelecendo relações comerciais privilegiadas, regulando actividades, concedendo incentivos, atraindo investimento estrangeiro e mão-de-obra qualificada.


Economista-chefe do Banco BPI

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
05/08/11

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HOJE NO
" O PRIMEIRO DE JANEIRO"


Números reais 
considerados 'avassaladores '
Mutilação genital no Vale da Amoreira

O tema é tabu. As histórias contam-se sem dizer nomes mas têm data recente: a Associação de Imigrantes Guineenses e Amigos do Sul do Tejo diz que no Vale da Amoreira, na Moita, há meninas a sofrer mutilação genital. Susana Piegas, da AIGAST, afirma que a mutilação genital feminina 'é uma questão muito presente', nos dias do bairro e assegura que 'os números reais da prática da excisão de meninas – que ninguém consegue contabilizar – são avassaladores', 'Identificamos na nossa comunidade pessoas que levaram a cabo a prática e outras que pretendem fazê-lo. Aqui há famílias em que todas as mulheres foram excisadas. Tivemos, por exemplo, há uns meses, conhecimento de que três meninas da mesma família foram mutiladas aqui no bairro e sabemos de outras que vão à Guiné para cumprir esse ritual', acrescenta.
A mutilação genital feminina é reconhecida internacionalmente como uma grave violação dos direitos humanos. Susana Piegas explica que a AIGAST quer 'ajudar a combater este flagelo', mas considera que 'isso só pode ser feito informando, sensibilizando, trabalhando na prevenção'.


* Estamos em Portugal e não somos xenófobos. Esta prática selvagem não tem a ver com qualquer manifestação cultural, é um crime hediondo cometido em meninas para duma maneira sórdida e machista lhes retirarem para sempre o prazer sexual.As nossas autoridades têm de reprimir fortemente esta prática e punir exemplarmente os responsáveis.

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AUREA





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54 - IPSIS VERBIS

 
 JOSÉ SARAMAGO


“Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem.
Isso mesmo!
Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.
Perder? Como?
Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo!"


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4 – Imaginária é a ponte entre 
hoje e amanhã






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4 – ARTE URBANA




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BOM DIA




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