domingo, 24 de julho de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


 Este é o tema nº 13 000
Obrigado por nos visitarem


 Loja do Norte... Caragooooo!!!!!

Um Tripeiro da Constituição abre uma loja na baixa de Lisboa, em pleno Rossio e põe na montra o seguinte reclame: ' LOJA DO TEM TUDO '. 
 Um Alfacinha que passava pela rua, ao ler o que estava escrito no reclame, resolve entrar na loja, chega-se ao balcão e pede:   
- Dê-me uma garrafa de vinho do Porto Vintage, de 1930.
O Tripeiro procura nas prateleiras, vai ao armazém e traz a garrafa pretendida. 
 No dia seguinte, o Lisboeta resolve voltar à loja para tramar o Portuense.
  - Bom dia, dê-me 1/2 dúzia de ovos de avestruz.
 O Tripeiro vai ao armazém e traz-lhe os seis ovos de avestruz.
O Lisboeta paga, e sai da loja dizendo para si mesmo: Amanhã é que vou   tramar este gajo, palavra de Alfacinha.
  No dia seguinte lá voltou à loja. 
 - Bom dia amigo, hoje preciso de 1/2 litro de esperma. 
 O Tripeiro pensa com os seus botões, **olha, olha este Morcom** e sem se desmanchar, pergunta-lhe: 
 - O amigo trouxe o Basilhame ou Bai levar no cú...? 

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UMA GOTA






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ASSALTO
  Há quem tenha  recebido um telefonema (não identificado), de uma voz aparentemente masculina identificando-se como José Braga, funcionário do Departamento de Informática da SIBS.  
Alegou que em virtude de o cartão de multibanco da pessoa contactada ter sido clonado e de terem sido efectuadas tentativas de utilização em Portugal e no estrangeiro ela teria de se dirigir ao multibanco para, digitando um código que o pretenso funcionário  iria dar, proceder ao cancelamento do cartão, isto porque àquela hora os bancos estão fechados  e não era possível fazê-lo de outro modo..  
Como as informações não foram claras (não sabia de que Banco era o cartão, tentou BPI e CGD), e quando a situação  acontece é o próprio banco que contacta,  o alvo da burla avisou que ia informar-se sobre o assunto, tendo o outro respondido que voltaria a ligar mais tarde.... O que não aconteceu.  
Contactada  a PJ  informaram ser um tipo de tentativa de fraude em uso que já está em investigação.



A Raríssimas – Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras – foi fundada em Abril de 2002, com o objectivo de apoiar doentes, famílias e todos os que convivem de perto com as Doenças Raras.

Pretendemos ser uma associação com elevado reconhecimento nacional e internacional no que às Doenças Raras diz respeito e para isso empenhamo-nos em participar em diversos projectos, quer de âmbito nacional, quer internacional.

Uma das razões da nossa existência é a divulgação das Doenças Raras. Para isso:

 Incentivamos a reflexão e o debate sobre as necessidades dos portadores de doenças raras e suas famílias;

 Sensibilizamos a comunidade para a realidade das doenças raras;

 Alertamos a Comunicação Social para a importância da divulgação da informação sobre as doenças raras, bem como a importância das organizações que as representam;

 Demonstramos à sociedade a importância do movimento associativo no apoio e acompanhamento dos portadores de doenças raras e das suas famílias.

O apoio aos doentes e às respectivas famílias é outra dos nossos pilares de actuação. Por isso mesmo, continuamos a prestar o melhor apoio possível aos nossos associados e aos cidadãos em geral, na temática da (in)formação, tendo em conta os seguintes objectivos:

 Promover a igualdade de direitos dos portadores de doenças raras e suas famílias;

 Melhorar a divulgação de meios e recursos, que permitem aos portadores de doenças raras a escolha, digna, do seu modo de vida com interacção no seu meio social e cultural;

 Melhorar a coordenação entre técnicos, instituições nacionais das áreas de medicina, ensino, reabilitação e o sector associativo.

A todos os nossos doentes raros e respectivas famílias, um grande bem hajam!

Como apoiar

O maior projecto da Raríssimas é, neste momento, a conclusão da Casa dos Marcos, uma obra de grande envergadura que necessita do apoio de todos para que esteja brevemente ao serviço da comunidade.

Caso queira contribuir para esta obra solidária, por favor faça o seu donativo para o NIB:
Conta BPI nº 0010 0000 3796 8970 0018 0

IBAN : PT50 0010 0000 3796 8970 0018 0
SWIFT/BIC
BBPIPTPL

Para além do projecto megalómano da Casa dos Marcos, a Raríssimas, encontra-se a desenvolver neste momento mais dois projectos de suma importância.

O Centro Multidisciplinar, em Lisboa, é um projecto de apoio aos doentes raros e que necessita, para já, de obras que permitam o funcionamento em pleno desta unidade. O Centro Multidisciplinar procura não só apoios a nível de construção, como também de materiais que possibilitam uma completa integração do utente. Caso queira participar deste projecto, poderá fazer o seu donativo para:

0010 0000 4235 5060 0017 6 - Banco BPI

Para mais informações ligue 21 362 31 91

Linha Rara é o nome de um serviço de utilidade pública que visa promover o esclarecimento e encaminhamento de todos os utentes com dúvidas e problemas relacionados com as doenças Raras. Para que este serviço funcione na perfeição é necessário, além dos profissionais que colaboram voluntariamente, toda uma estrutura de telecomunicaçõ,es que possibilite o funcionamento em pleno deste serviço. Para fazer o seu donativo para este projecto :

0010 0000 4235 5110 0013 8 - Banco BPI

PORQUE ESPERA???

BRETANHA
Tenham pena do faroleiro


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Richard Dawkins 

3 - O Serviço Irracional de Saúde





Filme que mostra a absurda realidade de um mundo onde ciência e tecnologia é deixada de lado para dar lugar a crenças e superstições infundadas em medicinas alternativas. Bilhões de dólares são gastos todos os anos com tratamentos que a ciência já demonstrou claramente não terem nemhum resultado, a não ser, enriquecer médiuns, videntes e homeopáticos por todo o mundo, aproveitando-se da ignorância do povo. Assistam ao vídeo e tirem suas próprias conclusões, obrigado!

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PEDRO SANTOS GUERREIRO


Olá Caixa, adeus EDP

Responda num segundo: quem é o maior accionista privado da EDP? Agora noutro segundo: quem é o novo presidente executivo da Caixa? Se precisou de tempo, não cobre à memória. Um ninguém conhece, do outro ninguém se lembra.
São duas escolhas muito relevantes, a da nova administração da Caixa Geral de Depósitos e a do modelo de privatização da EDP. Ambas foram assinadas pela mão do primeiro-ministro. Ambas têm o dedo do ministro das Finanças. Vítor Gaspar foi claramente subestimado ao início.

A Caixa Geral de Depósitos passou a ser liderada por três "sensibilidades": o "chairman" Faria de Oliveira, próximo do Presidente da República; o CEO que ninguém conhece, escolhido pelo ministro das Finanças; o número dois, Nogueira Leite, próximo do primeiro-ministro.

Esta visão divisionista é a pior: esperemos que o PSD não queira fazer de Nogueira Leite o que o PS fez de Francisco Bandeira: o infiltrado. A tarefa do banco é demasiado importante para curtos-circuitos, e a verdade é que Nogueira Leite tem reputação e pensamento próprios. Já Faria de Oliveira ganha o lugar que propôs, "chairman", depois de se mostrar mais poderoso do que se julgava: foi ele quem impediu que o Governo PS renovasse o mandato da administração da Caixa antes das eleições.

Só quando soubermos a lista final da Caixa perceberemos os seus equilíbrios. Mas, com certeza, a administração executiva será menor, até para provar que os não executivos não estão numa nova prateleira dourada.

O mais importante nesta escolha da Caixa é, todavia, outra coisa: a visão financeira, em vez de económica, que parece ir dominar. O Banco de Portugal exportou há um mês o ministro das Finanças e agora o presidente da Caixa. José Agostinho de Matos, que toda a gente vai passar a conhecer, provavelmente nunca teve uma reunião com um cliente na vida mas porta a visão de cumprimento estrito do plano da troika. Isso inclui vender todas as participações não financeiras, e depressa: EDP, Zon, PT, Galp, etc. Mas também deixar cair credores famosos e falidos da gesta PS, o mais reputado dos quais é Joe Berardo. Outras empresas para quem houve simpatias, como a Martifer ou a Visabeira, podem arrepiar caminho.

Se dúvidas havia quanto à visão liberal do Governo, a privatização da EDP esclarece. Não há cá "fatias" de 5% para dividir o poder por muitos e, portanto, mantê-lo em quem está: o BES, os Mello e cunhas do Governo. Não: a privatização vai criar um bloco de 20%, o que significa, sem qualquer dúvida, a venda a um estrangeiro do controlo da EDP - e o que maximiza o valor da venda em várias centenas de milhões de euros. Depois dessa operação, ou há aumentos de capital que os portugueses não podem acompanhar, ou OPA, ou a empresa é vendida às postas. Mas não duvide: o "P" de EDP passará a ser uma relíquia como o "por" de Cimpor já o é. Porque o maior accionista privado da EDP já é estrangeiro, a Iberdrola, mas é como se não existisse: não manda.

De futuro analisaremos melhor a privatização da EDP, que vai levantar polémicas e os medos proteccionistas do costume. Para já, fica isto: há mesmo um choque liberal que desponta. Ele tem como epicentros o primeiro-ministro e o Banco de Portugal, que tomou o Ministério das Finanças e a CGD. Se ninguém os parar, não restará pedra sobre pedra no edifício político, financeiro e empresarial que se alojou a engordar nos defeitos da economia portuguesa. Assim seja: que ninguém os pare.


IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
22/07/11

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Cosmos 

  3- Céu e Inferno





Em 1908, na Sibéria, uma explosão misteriosa abalou a paisagem, projetando árvores a milhares de quilômetros de distância e produzindo um som que se ouviu em todo o mundo.
Teria uma nave espacial extraterrestre sofrido um acidente nuclear?
Carl Sagan examina os testemunhos e conclui que a Terra foi atingida por um pequeno cometa.
Um modelo do sistema solar demonstra a possibilidade de outros planetas terem sofrido impactos semelhantes.
Tal como Immanuel Velikovsky proclamava, teria o planeta Vênus sido já um cometa gigante?
O Dr. Sagan conclui que não, que as provas não confirmam a afirmação.
Embarcamos numa viagem descendente através da atmosfera infernal de Vênus, para explorar a superfície de braseira, atingida esta pelo chamado efeito de estufa.
O destino de Vênus pode ser uma história de alerta para o nosso mundo.
O Dr. Sagan lança um aviso sensato para que sejam tomadas medidas de proteção do frágil planeta azul, a Terra.

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SINEAD O'CONNOR - IRISH WAYS




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PURA ADRENALINA


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2 - O JARDIM  DE  MONET








1 – Jardins e Afins





Minas Gerais é um dos maiores produtores de flores do Brasil. O Estado tem clima e solo que facilitam o cultivo. Uma das medidas mais importantes foi a criação da Câmara da Floricultura, que reúne toda a cadeia produtiva.


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7 - OS  PALHEIROS
 







 
DIFERENÇA ENTRE   http://   e  https ://
 
É muito importante para todos que usam, navegam e compram pela INTERNET.
Principalmente para os que passam os números de seus cartões de crédito para comprar algo.
 
A diferença existe e é simplesmente a sua segurança!
O "s" = secure = segurança.
A sigla http quer dizer "Hyper Text Transport Protocol", que é a linguagem para troca de informação entre servidores e clientes da rede.
 
O que é importante, e o que marca a diferença, é a letra "s" que é a abreviatura de "Secure"! O “s” indica que os dados inseridos serão criptografados e não poderão ser interceptados.

Ao visitar uma página na web, observe se começa por: http://. Isto significa que essa página se comunica numa linguagem normal, mas sem segurança!

ATENÇÃO 
 
Não se deve dar o número do cartão de crédito através de uma página/site começada APENAS por http:// .
 
Se começar por https:// , significa que o computador está conectado a uma página que se corresponde numa linguagem codificada e segura, à prova de espiões!!

Você sabia disso?
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24 - FOTOJORNALISMO

O Comércio Tradicional



33 - ILUSTRES PORTUGUESES DE SEMPRE »»» raúl pires ferreira chaves

Raúl Pires Ferreira Chaves (1889-1967), foi um Engenheiro Civil e InventorInstituto Superior Técnico de Lisboa. Viveu e exerceu a sua actividade profissional em Portugal, em Cabo Verde e na Guiné Portuguesa (actual Guiné-Bissau).
Inventou e patenteou o “Sistema e material MURUS”, precursor dos actuais sistemas de construção com blocos modulares e que foi também um contributo para a evolução do conceito de pré-fabricação. Com este material construiu muitas das obras por si projectadas.
Foi Director das Obras Públicas de Cabo Verde onde realizou diversos trabalhos que melhoraram a habitabilidade e contribuíram para o desenvolvimento do arquipélago, como a descoberta e captação de água doce em nascentes submarinas na Ilha do Sal.
Na Guiné Portuguesa (actual Guiné-Bissau), onde foi Presidente da Associação Industrial, Comercial e Agrícola, é ainda recordado pela sugestiva alcunha de “Engenheiro Baga-baga”. Foi também Director das Obras Públicas da Guiné.

Biografia

Raúl Pires Ferreira Chaves nasce em Portugal na cidade de Faro, em 27 de Maio de 1889. Filho de Joaquim Manuel Ferreira Chaves e Maria Antónia Pires Ferreira Chaves. Casado com Elvira da Conceição Ribeiro Ferreira Chaves. Teve quatro filhos
Diplomado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico.

Em 1915 desloca-se para Cabo Verde com a sua mulher. Ali permaneceu até 1926. Durante esse período nasceram, na Ilha do Maio e na Ilha de Santo Antão, os seus três primeiros filhos.
Em 1936, após um período passado na Guiné e em Portugal, regressa aquele arquipélago, agora como Director das Obras Públicas. Teve a seu cargo a construção de edifícios e infraestruturas diversas, necessária ao povoamento daquele território.
Debateu-se com grande escassez de meios humanos e materiais. Acumulando funções, foi professor no Liceu de São Vicente na cidade do Mindelo.
A escassez de água doce era o maior dos problemas de algumas ilhas daquele arquipélago. Na Ilha do SalSal (concelho de Cabo Verde)). localizou nascentes submarinas de água doce e conseguiu efectuar a sua captação. A maior abundância deste elemento, possibilitou o enorme aumento demográfico registado nas décadas seguintes naquela ilha.

Inventou e patenteou, em 1936, um revolucionário sistema de construção de alvenarias autoportantes com blocos modulares – o “Sistema e material MURUS”. Este invento foi desenvolvido durante um período (de 1932 a 1936) em que permaneceu em Lisboa.
Permitindo construir com grande qualidade e em muito menos tempo do que pelos processos até aí disponíveis, a invenção do “Sistema e material MURUS” ajudou a reduzir a enorme dependência do exterior que caracterizava a “indústria da construção” nas antigas colónias portuguesas, em especial, na Guiné e em Cabo Verde.
Também reduzia os custos de edificação, porque sendo locais a produção dos blocos e a obtenção de parte da matéria-prima, o custo relativo ao transporte dos materiais de construção era substancialmente menor. Era também uma enorme vantagem dispensar a utilização de ferramentas convencionais e mão de obra especializada: inicialmente efectuou uma demonstração do sistema com uma equipa formada exclusivamente por mulheres sem experiência neste tipo de trabalho, que, sob a sua orientação, construíram um pequeno edifício.
Com o “Sistema e material MURUS” executou então, em Cabo Verde, a construção de diversos edifícios e monumentos cuja arquitectura, por sinal bastante informada do ponto de vista estético, também estava a seu cargo, dada a inexistência de arquitectos naquelas ilhas; actuou também à escala do urbanismo.
A destacar: Serviços de Estatística da Colónia de Cabo Verde na Cidade da Praia, o “Pavilhão dos serviços públicos do Aeródromo Internacional da Ilha do Sal” (actualmente Aeroporto Internacional Amílcar Cabral), o Farol de Fiúra (na Ponta Norte da mesma ilha), um Obelisco de grandes dimensões, o Cruzeiro da Independência e o plano de urbanização da Praça 5 de Outubro na Cidade da Praia inteiramente constituído por moradias-tipo. Estes projectos são interessantes exemplos de adequação e coerência entre a concepçãoconstrução utilizado.
Com o mesmo material também projectou e construiu infra-estruturas como poços, aquedutos, canais de irrigação, cisternas e até pontes.
Processou o Estado Português por ter preterido o “Sistema e material MURUS” num concurso para uma empreitada de obras públicas, em Cabo Verde, em favor de soluções mais dispendiosas.

Na Guiné Portuguêsa (actual Guiné-Bissau), entre 1926 e 1932, foi Director das Obras Públicas.
Regressou à Guiné na década de 1940. Instalou uma fábrica que produziu o “Sistema e material MURUS” em maior escala.
Foi Presidente da Associação Industrial, Comercial e Agrícola da Guiné.
Sob a sua presidência, e iniciativa, esta associação lança concurso, com apoio do Sindicato Nacional dos Arquitectos, para a aquisição do projecto de arquitectura da sua nova sede. A "Câmara de Comércio de Bissau", inaugurada em 1958, tornou-se a mais qualificada realização arquitectónica[6] da cidade de Bissau[2]. O projecto esteve em exposição em Lisboa nas Exposições Gerais de Artes Plásticas da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Actualmente serve de sede ao PAIGC.

É ainda hoje recordado na Guiné-Bissau, pela sugestiva alcunha de “Engenheiro Baga-baga”
Raúl Pires Ferreira Chaves serviu de inspiração para o protagonista - "Doutor Virgolino" - do livro de contos para crianças “Animais, esses desconhecidos” de 1965, de Maria Helena da Costa Dias, ilustrado por Tóssan, baseado em episódios verídicos da sua vida.
É também possível encontrar, nos jornais de Portugal e das antigas colónias, numerosas referências à sua pessoa e ao seu trabalho.

Regressou a Lisboa no início de década de 1960.
Faleceu em Agosto de 1967.

Realizações

Invenção do sistema de construção de alvenarias autoportantes com blocos modulares: “Sistema e material MURUS”, que patenteou em 1936. Precursor dos actuais sistemas de construção com blocos modulares e também um contributo para a evolução do conceito de pré-fabricação.

 Cargos

  • Professor do Liceu do Mindelo.
  • Director das Obras Públicas da Guiné Portuguesa.
  • Director das Obras Públicas de Cabo Verde.
  • Presidente da Associação Industrial, Comercial e Agrícola da Guiné.

 WIKIPÉDIA

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    S. JOÃO DA MADEIRA
    DISTRITO DE AVEIRO






    São João da Madeira é uma cidade portuguesa situada na região Norte, sub-região de Entre Douro e Vouga e fazendo parte da Grande Área Metropolitana do Porto e do Distrito de Aveiro, com 21 685 habitantes (2011). O centro urbano tem pelo menos 48 036 habitantes se se contabilizar a população das freguesias limítrofes à cidade - Arrifana, Cucujães, São Roque e Milheirós de Poiares - com as quais é estabelecida uma malha urbana una e contínua.

    É sede do mais pequeno município português em área, possuindo apenas 8,11 km², correspondendo à área da cidade, o que lhe confere uma elevada densidade populacional: 2 673,9 hab/km².
    O município é limitado a norte e oeste pelo município de Santa Maria da Feira e a este e sul por Oliveira de Azeméis. São João da Madeira é um dos cinco municípios de Portugal com apenas uma freguesia.
    Apesar das suas limitadas dimensões, São João da Madeira é, em termos populacionais, a segunda maior cidade do distrito de Aveiro e a maior cidade da região Entre Douro e Vouga. O seu forte desenvolvimento, na segunda metade do século XX, levou à expansão da sua área urbana para fora dos limites do seu pequeno concelho.
    Tornou-se município autónomo da vizinha Oliveira de Azeméis em 11 de Outubro de 1926, tendo sido elevado ao estatuto de cidade em 28 de Junho de 1984, pela lei n.º 13/84.
    O lema de São João da Madeira é "Labor - Cidade do Trabalho". A cidade é conhecida em Portugal pela sua tradição na área industrial, particularmente em relação ao fabrico de chapéus e calçado. É reconhecida no país como a "Capital do Calçado".

    Nos últimos anos, São João da Madeira tem sido distinguida como uma dos melhores municípios para se viver em Portugal, em estudos de qualidade de vida. Em 2010, a cidade recebeu, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, o prémio de melhor município para se viver em Portugal, resultado obtido pelo estudo do Instituto de Tecnologia Comportamental, publicado no semanário Sol.

    História

    As origens de São João da Madeira remontam a um período prévio ao da formação da nacionalidade, como comprovam duas cartas de venda, em pergaminho, datadas de 1088, onde é referida a "uilla de Sancto Ioanne que dicent Mateira". O topónimo "Madeira" parece ter a ver, segundo os historiadores, com a abundância arborícola da região. Estes dois manuscritos podem-se encontrar no arquivo da cidade, sito nos Paços da Cultura.

    Gentílico Sanjoanense
    Área 8,11 km²
    População 21 685 hab. (2011[1])
    Densidade populacional 2 673,9 hab./km²
    N.º de freguesias 1 (S. João da Madeira era uma freguesia pertencente ao concelho de Oliveira de Azeméis, tendo sido declarada independente a 11 de Outubro de 1926)
    Presidente da
    Câmara Municipal
    Manuel Castro de Almeida (PSD)
    Mandato
    2009-2013
    Fundação do município 11 de Outubro de 1926
    Região (NUTS II) Norte
    Sub-região (NUTS III) Entre Douro e Vouga
    Distrito Aveiro
    Antiga província Beira Litoral
    Região Autónoma {{{região_autónoma}}}
    Ilha {{{ilha}}}
    Antigo Distrito {{{antigo_distrito}}}
    Orago São João Baptista
    Feriado municipal 11 de Outubro(Emancipação concelhia)
    Código postal 3700 São João da Madeira
    Endereço dos
    Paços do Concelho
    Avenida da Liberdade
    3700-163 São João da Madeira
    Sítio oficial www.cm-sjm.pt
    Endereço de
    correio electrónico

    Durante muitos séculos, São João da Madeira passou despercebida no contexto nacional. Em meados do século XIX, contudo, opera-se uma mudança dramática na história local. A pequena aldeia de São João da Madeira acabaria por se tornar num dos maiores focos da Revolução Industrial em Portugal, transformando-se, num intervalo reduzido de anos, num dos maiores pólos industriais do país. A produção de chapéus é a primeira actividade industrial que se fixa. A primeira fábrica implanta-se em 1802 (J. Gomes de Pinho). António José de Oliveira Júnior, um ex-operário, foi um dos maiores impulsionadores da indústria na localidade, fundando, em 1892, a primeira fábrica de fabrico de chapéus de pêlo, e, em 1914, aquela que se tornaria um dos maiores símbolos de São João da Madeira - a Empresa Industrial de Chapelaria Lda. (na imagem). Totalmente mecanizada, quando começou a laborar era a maior fábrica da Península Ibérica, Museu da Chapelaria. Oliveira Júnior viria a ser reconhecido na altura pelo próprio Governo, que lhe concedeu o diploma de Mérito Industrial e Agrícola,[10] e é figura grata na sua cidade, que ergueu um busto em sua honra e ofereceu o seu nome a uma das principais ruas da cidade. Em 1908, a inauguração da linha ferroviária - linha do Vouga - em São João da Madeira, pelo rei Manuel II de Portugal, contribuiu para potenciar ainda mais a onda de empreendedorismo.
    Qta do Rei da Farinha

    No primeiro quarto do século XX, com o crescente progresso e instalação de indústrias, a explosão demográfica e social foi de tal ordem que, num intervalo curto de tempo, a aldeia de São João da Madeira ultrapassou em população a sua sede de concelho, Oliveira de Azeméis, bem como a da histórica Vila da Feira. Num período de quatro anos, São João da Madeira adquiriu o estatuto de vila (1922) e a sua autonomia administrativa (1926), por desmembramento do concelho de Oliveira de Azeméis. No decreto nº 12.456, o Governo considerava São João da Madeira o "centro industrial mais importante do distrito de Aveiro", cujo desenvolvimento económico e social estava a ser "prejudicado, sufocado pela sua inferior categoria administrativa". A independência administrativa foi fruto de uma lenta estratificação histórica local, tendo desempenhado um papel relevante nesta conjuntura a imprensa local (O Regional), nascida de "um grupo de rapazes com sangue a estuar nas veias e ansiosos pelo progresso constante de São João da Madeira", grupo de notáveis sanjoanenses que constituíram o "Grupo Patriótico Sanjoanense", liderados pelo padre jesuíta e historiador português Serafim Leite. Já com a sua autonomia administrativa, em plena Segunda Guerra Mundial, a indústria do feltro sobe em flecha em Portugal. Nos anos 1940, a produção de pêlos e feltros é centralizada em S. João da Madeira, com a criação, em 1943, da Cortadoria Nacional do Pêlo, a única fábrica do país que trabalha os pêlos, nacionalizada em 1945. Em 1946, dos 1775 operários da indústria de chapelaria em Portugal, 1212 trabalhavam em São João da Madeira. A indústria de chapelaria era um importante ramo da actividade industrial em Portugal, e São João da Madeira era a sua sede.

    Parque de Nossa Senhora dos Milagres
    A actividade na região foi imortalizada pelo escritor João da Silva Correia, no seu romance "Unhas Negras". Esta expressão pejorativa designava os operários da indústria dos chapéus que, em virtude do árduo trabalho em caldeiras de vapores designadas de fulas, ficavam com as unhas deterioradas e tingidas de preto. O termo acabaria por se generalizar, servindo para designar, durante muito tempo, todos os habitantes de São João da Madeira. A palavra Labor, no escudo da cidade, pretende significar precisamente que foi à custa do trabalho dos seus "Unhas Negras" que a cidade se desenvolveu e emancipou. A actividade da chapelaria viria, no entanto, a decair nas décadas seguintes, com o desuso deste utensílio têxtil por parte da população. Paralelamente, a indústria do calçado foi crescendo, acabando por se tornar a principal actividade económica da cidade e tornando São João da Madeira conhecida como a "Capital do Calçado".

    Geografia

    A cidade de São João da Madeira encontra-se no extremo norte do distrito de Aveiro e região da Beira Litoral, ocupando posição central na sub-região de Entre Douro e Vouga. Faz fronteira a Norte com a freguesia de Milheirós de Poiares e a Oeste com a freguesia Arrifana, ambas do concelho de Santa Maria da Feira, a Sul com a freguesia de Cucujães e Vila Chã de São Roque, e a Este com Nogueira do Cravo e Macieira de Sarnes, do concelho de Oliveira de Azeméis.

    Vista aérea da cidade

    Está a 18 km da Costa Marítima, a 32 km do Porto, 40 km de Aveiro e 275 km da capital Lisboa.
    São João da Madeira assenta sobre o dorso maciço de uma airosa colina, entre os 50 e os 300 metros de altitude. A cidade é atravessada no seu maior eixo, norte-sul, pelo rio Ul.
    O clima de S. João da Madeira é marítimo. De Inverno os índices de pluviosidade são altos e os Verões curtos e secos.

    Economia

    São João da Madeira, juntamente com Oliveira de Azeméis e Santa Maria da Feira, constituem o "Eixo Urbano do Entre Douro e Vouga", que corresponde à zona mais urbana e dinâmica do NUT III - Entre Douro e Vouga, o qual configura um continuo demográfico em que as diferentes localidades se complementam ao nível dos serviços e equipamentos. São João da Madeira, para além de ocupar posição central no referido eixo urbano, é a maior cidade da região Entre Douro e Vouga.

    Área Industrial
     A sua economia baseia-se grandemente nos sectores dos serviços e da indústria. Em termos de emprego, 62% dos trabalhadores da cidade trabalham no sector secundário e 38% no sector terciário. Em 2007, São João da Madeira tinha 3660 empresas. As micro e pequenas e médias empresas dominam o panorama do emprego em S. João da Madeira, com quase 74% dos trabalhadores. A cidade tem forte tradição na área industrial, designadamente na área do calçado. É detentora da marca "Capital do Calçado" (designação registada no Instituto Nacional do Registo de Marcas), Centro Tecnológico do Calçado (CTC) e o Centro de Formação Profissional da Indústria do Calçado (CFPIC). A cidade é ainda a maior produtora nacional de chapéus, e a terceira a nível mundial. Dos cerca de 2 milhões de feltros A qualidade dos feltros produzidos em São João da Madeira é reconhecida mundialmente, abastecendo marcas de alta costura como a Hermès, produzindo para personalidades públicas internacionais e indústria cinematográfica. Em São João da Madeira, encontra-se também a única fábrica de lápis da Península Ibérica, a Viarco 
    Portas da cidade

    Outras actividades do sector secundário da cidade incluem indústrias de componentes para automóveis, indústrias têxtil, colchões, colas, fundição e tubos O sector secundário está organizado, segundo o PDM da cidade, em quatro zonas industriais: Travessas, Orreiro, Devesa-Velha e Oliva. Em 2008 foi inaugurado pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, o Centro Empresarial e Tecnológico, um moderno edifício projectado pelo arquitecto Filipe Oliveira Dias, funcionando como incubadora de empresas ligadas à alta tecnologia, pretendendo dinamizar e diversificar o tecido empresarial e industrial da cidade e região. Trata-se do primeiro de dez edifícios a edificar na zona, num futuro parque tecnológico de 80 mil metros quadrados. Encontra-se já em construção o segundo edifício do parque tecnológico - o Núcleo de Investigação e Desenvolvimento - orçado em mais de 6 milhões de euros. Em 2009, foi ainda criada na cidade uma Rede de Inovação e Competitividade, assinando protocolo diversas organizações empresariais e de ensino da região, num projecto que ascende a 4 milhões de euros e que ambiciona potenciar o desenvolvimento ligado ao conhecimento e inovação tecnológica.
    No sector terciário, São João da Madeira destaca-se na região Entre Douro e Vouga pela sua estrutura comercial e oferta de serviços qualificados em matéria de comércio, de serviços às empresas e de formação. Estes factores, associados à centralidade da cidade no eixo urbano da região, consolidam-na como o centro de serviços preferencial de Entre Douro e Vouga. Juntamente com Santa Maria da Feira, São João da Madeira contribui para o policentrismo da Grande Área Metropolitana do Porto a sul. São João da Madeira é também um importante centro bancário e financeiro. Em 2007, existiam 1288 trabalhadores bancários sindicalizados em S. João da Madeira no Sindicato dos Bancários do Norte (SBN), quase tantos como os existentes na capital de distrito, Aveiro (1391 registados)

    Serviços e pontos comerciais

    São João da Madeira é um importante centro estratégico regional na oferta comercial e de serviços. A Avenida Dr. Renato Araújo, uma das artérias principais da cidade, com mais de dois quilómetros de extensão tem vindo a afirmar-se o principal centro económico-financeiro da cidade. 
    Câmara Municipal

    A contígua zona pedonal, em redor da praça central, outrora o centro nevrálgico da cidade, continua a ser, ainda assim, um dos locais mais movimentados. É na ampla zona pedonal que se encontra o primeiro centro comercial de São João da Madeira, localizado no edifício Parque América (São João da Madeira), o mais alto da cidade com 17 andares, bem como uma grande concentração de cafés e bares nocturnos. O Oitava Avenida (São João da Madeira) é o maior centro comercial da região Entre Douro e Vouga, com 30.000 m², 133 lojas, 21 restaurantes e 5 salas de cinema. O traçado do edifício é moderno e arrojado, tendo sido distinguido em vários prémios nacionais e internacionais: galardoado nos prémios do ICSC (International Council of Shopping Centers) de 2009 com o prémio de mérito na categoria de "Centros de Média Dimensão", e nos prémios "Óscares do Imobiliário" de 2008 na categoria "Eurohypo"

    Cultura

    Um dos eventos culturais mais marcantes de São João da Madeira é o evento "Poesia à Mesa" que, anualmente e durante uma semana, leva a poesia às ruas da cidade, escolas, bares, restaurantes, biblioteca e outros espaços públicos. Cada evento é dedicado a um conjunto de poetas e todos os anos comparecem na cidade várias personalidades públicas reconhecidas para declamar poesia, entre as quais, já estiveram presentes Ruy de Carvalho (edição de 2009) e Maria Barroso (edição de 2010).
    São João da Madeira organiza anualmente, desde 2008, aquele que já é o maior evento de ilustração realizado em Portugal, o "Encontro Nacional de Ilustração" que, na sua última edição, contou com o apoio do Ministério da Cultura e da fundação Calouste Gulbenkian .
    Biblioteca Dr Renato Araújo

    A cidade organiza ainda dois importantes prémios literários, o Grande Prémio Sophia de Mello Breyner Andresen, em colaboração com a Associação Portuguesa de Escritores, de periodicidade bienal e com o objectivo de galardoar uma obra que reúna a totalidade dos livros de poesia de autor português; e o "Prémio João da Silva Correia", divido em "poesia" e "prosa", atribuído a escritores com ligação à cidade.
    Desde 2008, a cidade acolhe o festival anual "Curta",uma Mostra Nacional de Curtas Metragens.
    A cidade tem ainda protocolo com a fundação Serralves, com estatuto de membro fundador da instituição portuense, resultando num intercâmbio cultural a vários níveis.
    Projectos futuros
    Desde há vários anos que a Câmara Municipal e o Clube de Empresários de São João da Madeira criam bases para o projecto do Museu do Calçado. 

    Centro Empresarial e Tecnológico

    O Núcleo Museológico da Metalurgia está projectado no âmbito da futura reconversão da extinta Oliva, outrora uma das principais empresas metalúrgicas nacionais, chegando a empregar milhares de trabalhadores.

    A empresa Viarco, a única fábrica de lápis do país, também não esconde o desejo de reconverter o edifício e alojar o Museu do Lápis]. Estes projectos pretendem potencializar um futuro roteiro turístico industrial em São João da Madeira, com quatro museus na área industrial..

    Educação

    Nos 8 quilómetros quadrados do seu território, São João da Madeira conta com 9 escolas do primeiro ciclo com jardins de infância, uma escola EB2/3, três escolas secundárias, e oferta privada desde o período pré-escolar ao secundário, incluindo cursos profissionais com equivalência ao ensino superior. 
    Paços da Cultura e Capela de Sto António
    Uma considerável percentagem dos alunos das escolas de São João da Madeira são dos concelhos vizinhos.

    Complexo desportivo





    A quase globalidade do parque escolar da cidade recebeu recentemente intervenções de reabilitação, tornando-o num dos mais modernos do país. Outros locais de domínio público ligados à educação incluem a Biblioteca Municipal Dr. Renato Araújo, uma Academia de Música, um Instituto de Línguas e um Centro de Arte.
    Recentemente aderiu à Associação Internacional de Cidades Educadoras.

    WIKIPÉDIA

    Arqueologia Industrial
    Antigas fábricas e suas chaminés
    Empresa Industrial de Chapelaria
    Fruto do desenvolvimento industrial registado, S. João da Madeira é um dos exemplos mais interessantes no domínio da Arqueologia Industrial, existindo pela cidade fora inúmeras fábricas e chaminés que dão alma a este centro industrial. 

    Salientam-se o edifício da Empresa Industrial de Chapelaria, que alberga o Museu da Chapelaria, a Fábrica Nunes da Cunha e a Fábrica Oliva.


    Empresa Industrial de Chapelaria
    Ficou conhecida entre as gentes da época pela "Fábrica Nova", e foi fundada em 1914 por António José Oliveira Júnior, figura grata a S. João da Madeira e a quem foi atribuído pelo governo de então o diploma de Mérito Industrial e Agrícola. 
    Indústria de Chapelaria
    Inovadora ao nível das técnicas de fabrico e sempre actualizada perante as necessidades de mercado será também desta empresa a responsabilidade pela introdução do chapéu de lã merina (lã fina), o chamado "chapéu da moda", por ser em tudo diferente do antigo chapéu de lã grosseiro até então produzido. Sendo a única empresa do País a possuir as máquinas e técnicas do fabrico deste chapéu, a Empresa Industrial de Chapelaria manterá durante muitos anos o monopólio do fabrico e venda deste artigo.
    Encerrada em 1995, a Empresa Industrial de Chapelaria acompanhará toda a história desta indústria, reflectindo naturalmente as suas épocas de prosperidade e declínio, ficando para sempre associada à imagem da fábrica que empregou e formou gerações sucessivas de chapeleiros e artífices que lhe devotaram uma vida inteira de trabalho.
    Localizado na Rua Oliveira Júnior, o edifício que recebe actualmente o Museu de Chapelaria, evidencia-se pela sua traça sóbria e simétrica, sendo por si só reflexo de um período da história da arquitectura portuguesa.
    Fábrica Oliva
    Situada na Rua da Fundição, a Fábrica Oliva é um importante marco na história económica e social de S. João da Madeira e até do País, tendo comemorado em 2000 o seu 75º aniversário. 
    OLIVA

    Fundada em 31 de Julho de 1925, sob a liderança de António José Pinto de Oliveira, figura grata a S. João da Madeira, a Oliva acabará por marcar a vida de muitos homens e mulheres sanjoanenses, dando um enorme contributo ao desenvolvimento da cidade.
    A Oliva dedicou-se à Indústria da Fundição, tendo dela saído as populares e muito antigas máquinas de costura Oliva.
    Em Julho de 2000 a Câmara Municipal promoveu a organização de uma exposição comemorativa do 75º aniversário desta empresa, comemorando assim parte significativa da história económica e social de S. João da Madeira e relembrando esse grande cidadão e empresário que foi António José Pinto de Oliveira, cuja tenacidade e perspicácia fizeram da Oliva um marco inquestionável no panorama industrial do País.


    Monumentos a visitar

    Ponte sobre o Rio Ul
    Construída em finais do século passado, no mesmo lugar onde havia uma ponte de pau e onde se começaram a realizar as chamadas Festas da Cidade por altura do S. João, é um dos mais belos exemplares de ponte de cantaria.



    Monumento à Indústria Sanjoanense
    Situado na Praça Luís Ribeiro, o Monumento à Indústria Sanjoanense foi inaugurado em 1992, como homenagem ao espírito laborioso da população do concelho. É a sede de uma associação de jovens do concelho – Ecos Urbanos.

    Chafariz da Praça
    Datado de 1877, este belo o Chafariz da Praça pode ser hoje contemplado na praceta junto à Biblioteca Municipal.






    Monumento aos Mortos da Grande Guerra
    Da autoria do escultor Henrique Moreira, e inaugurado em 1937, este monumento é uma homenagem a todos os sanjoanenses mortos na Grande Guerra.
    Está colocado frente à Capela de Santo António e envolvido por uma bonita praça ajardinada.


     Monumento Sapateiro

    Colocado na rotunda da Praça 25 de Abril este monumento é uma homenagem à nobre arte do sapateiro, que existe em S. João da Madeira desde 1483.






    Monumento Unhas Negras
    Localizado junto ao Museu da Chapelaria, o Monumento "Unhas Negras" é um símbolo da Indústria da Chapelaria e uma justa homenagem aos "pobres chapeleiros do passado que curtiram o seu fadário de párias às escondidas de Deus e do mundo".

     Gastronomia
    "S. João da Madeira não tem tradição gastronómica nem ao nível de pratos típicos nem ao nível de produtos de origem demarcada ou autóctones (o concelho apenas tem 8,1 km2 e é essencialmente urbano).
    Existem alguns restaurantes conceituados e cada um tem as suas ementas específicas em que os pratos típicos do Norte de Portugal estão presentes e noutros alguma cozinha regional aliada à cozinha de outros países de língua portuguesa.
    S. João da Madeira está a tentar criar uma tradição gastronómica concelhia relacionada com uma das suas indústrias típicas – a da Chapelaria. Os chapéus de feltro são constituídos por pelo de coelho. Assim estamos a tentar criar tradição associada ao coelho e à cenoura."

    IN "SITE DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA"


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