quinta-feira, 7 de julho de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

C A N C R O  DA  M A M A

L U T E  P O R  E S T A   C A U S A







NOVE EM CADA DEZ PORTUGUESES ESTÃO DE ACORDO QUANTO À NECESSIDADE DE PARTICIPAREM EM ACTIVIDADES VOLUNTÁRIAS DE SOLIDARIEDADE SOCIAL, MAS NA REALIDADE UM EM CADA DEZ PORTUGUESES A PRATICA!!!!

COMO NOS PODEMOS ADMIRAR DOS POLÍTICOS QUE TEMOS????
D E S E J O




CAUTELAS






















5 - SE A MODA PEGA









DIÁLOGO COM DEUS





(essa foto é impagável!!!)

Homem:Deus?
Deus:
Sim?
Homem:
Eu posso lhe perguntar algo?
Deus:
Claro, meu filho !
Homem:
O que é um milhão de anos para você?
Deus:
Um segundo.
Homem:
E um milhão de dólares?
Deus:
Um centavo.
Homem:
Deus, você pode me dar um centavo?
Deus:
Espere um segundo.

enviado por MARTINS
CATARATAS DA FOZ DO IGUAÇU




FILMAGEM DO LADO ARGENTINO
PARQUE FLORESTAL 55 000 ha






FILMAGEM DO LADO BRASILEIRO
PARQUE FLORESTAL 145 000 ha


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JOÃO CÂNDIDO DA SILVA



Sopa dourada


O que deve o Governo fazer às "golden shares"? Deve vendê-las?

Ou deve simplesmente extinguir as acções com direitos especiais, que ainda existem em empresas como a Portugal Telecom, em troca de nada? A questão volta a colocar-se depois de a oferta pública de aquisição da Sonaecom sobre a operadora de telecomunicações ter fornecido, há cinco anos, a primeira grande oportunidade para o debate do tema.

Na época, economistas como João Duque defenderam que o Estado devia aproveitar a operação para avaliar a "golden share" que detinha na PT e aliená-la ao oferente, já que, mais tarde ou mais cedo, a pressão de Bruxelas para que estas "acções douradas" fossem eliminadas do mapa havia de surtir efeitos. O raciocínio era simples. A capacidade do Estado para limitar a liberdade de decisão dos restantes accionistas e condicionar as opções estratégicas das empresas tinha um valor económico.

Com a extinção da "golden share", o poder dos direitos de voto dos accionistas nas empresas envolvidas é reforçado. E o facto de ser afastado um obstáculo à possibilidade de algum investidor vir a tentar assumir o controlo das empresas envolvidas fornece-lhes um potencial de valorização adicional que estava constrangido pela hipótese de o Estado poder travar decisões dos órgãos sociais, nem que fosse por meros critérios de natureza política tal como sucedeu quando da venda da participação da PT na Vivo.

O fim das "golden shares" é bem-vindo. Acaba com as privatizações fingidas, em que o Estado vendia para continuar a mandar e, sobretudo, a servir-se desse poder, com a cumplicidade dos investidores privados. Por vezes, para fins tão pouco recomendáveis como a tentativa de aquisição da TVI pela PT ou o controverso financiamento feito pela EDP a uma Universidade norte-americana para onde o ex-ministro da Economia, Manuel Pinho, foi dar aulas.

Também nesta área, o talento português para perder tempo e adiar decisões inclui o risco de originar um custo ou, pelo menos, a perda de uma receita. Por força do acordo com a troika, as "acções douradas" terão de ser extintas até ao final deste mês. É um prazo escasso para ponderar a possibilidade de vender os títulos às próprias empresas, cenário em que todos os accionistas, primeiros beneficiados com a decisão, estariam a pagar por algo cujo desaparecimento poderá ter impactos positivos no valor das suas participações.

A urgência no cumprimento de um compromisso não devia excluir a rendibilização de um activo que tem um valor óbvio. Numa conjuntura de enormes dificuldades nas finanças públicas, em que o Governo tenta compensar o lançamento de um imposto extraordinário sobre os rendimentos das famílias com sinais de estar na disposição de atacar o excesso de despesa, exigir uma compensação em contrapartida por deixar de meter o nariz nos assuntos das empresas não resolveria os problemas orçamentais. Mas teria, também, o valor simbólico de um acto de boa gestão do património do Estado e de defesa criteriosa dos interesses dos contribuintes.

Tudo indica que o Governo vai servir aos accionistas da EDP e da PT um almoço grátis. Acabam as "golden shares" mas há investidores que vão ter direito a uma sopa dourada.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
04/07/11
4 - SABORES  E  CHEIROS

 Sangria de Rosé com Pêssegos e Mirtilos


Ingredientes:
  • 1.5L de vinho rosé
  • 2 pêssegos amarelos frescos
  • 2 ameixas vermelhas
  • 25g de mirtilos
  • 0,5L de refrigerante de lima-limão
  • Casca de tangerina q.b.
  • 1 pau de canela
  • Folhinhas de lúcia-lima fresca ou hortelã q.b.
  • Gelo q.b.

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 Preparação:
  1. Descasque os pêssegos e as ameixas, corte-os em pequenos cubos e coloque-os num jarro.
  2. Junte-lhes o refrigerante, o vinho rosé, os mirtilos, o pau de canela, a casca de tangerina e as folhas de lúcia-lima.
  3. Envolva tudo cuidadosamente para que o refresco não perca o gás.
  4. Deixe repousar cinco minutos e sirva com pedras de gelo.

ALMORRÓIDA NA GALDERICE


Sexo na rua é bom: 
partilhe e conheça 
os locais ideais para rapidinhas

por Diana Garrido

O site Lovingplaces.com dá-lhe a localização de mais de 7 mil locais em 37 países para fazer amor fora de casa. Em Portugal já há 209, de norte a sul

Sexo. Sexo ao ar livre. Sexo. Agora que temos a atenção do caro leitor, passamos a explicar do que se trata. Não se preocupe, não foi uma mera armadilha para que nos desse atenção: este texto é mesmo sobre sexo. Na verdade, sobre sítios ideais para a prática do amor fora de portas, experimentados e recomendados por pessoas de todo o mundo.

Chama-se Lovingplaces.com e com a ajuda do Google Maps é possível encontrar bons locais para sexo rápido e urgente. Não se esqueça que provavelmente o fará ao ar livre ou dentro do carro - óleos de massagem e velas estão fora de questão.

Neste site não só é possível descobrir locais como adicionar os que quiser (e que já tenha experimentado), com comentários para que os casais depois de si saibam exactamente o que os espera. Mirones, ladrões, ar fresco, ervas venenosas ou observações tão pirosas como "dá para ver todas as estrelas do céu" ou "tem uma vista linda para o mar". Depende de cada um. Cada lugar pode ter um comentário de quem experimentou, grau de privacidade e paisagem.

Como se isso não bastasse, o site disponibiliza a aplicação para iPhone e Android, para que possa decidir para onde ir mesmo em cima do acontecimento. Se não for o orgulhoso dono de nenhum destes objectos, não se preocupe: o loving places também tem Twitter, para que esteja sempre a par das últimas descobertas geográfico-sexuais.

Este site é baseado no espanhol Mis Picaderos, que conseguiu que Espanha tenha já uns redondos 7180 locais para sexo fora de casa.

São 7975 locais em 37 países diferentes. Portugal está em segundo lugar, com 209 sítios. Seja o 210.o e partilhe com os restantes utilizadores aquela clareira tão linda onde quase foi apanhado pela polícia em posições constrangedoras.

IN "i"
06/07/11

1 - ZEITGEIST





Esse filme é muito esclarecedor, mas temos que tomar muito cuidado e não nos apaixonar cegamente. Tem muita coisa certa mas não tudo. Devemos filtrar todas as informações que recebemos. Sejam elas nas áreas que forem. Tudo o que é feito por homens é sempre passivel de erros!!!

JUDY GARLAND

4 - BALÕES






Utilizadores do Facebook cortam 
o rating da Moody's para ''lixo''

A classificação de Portugal como ''lixo'', decidida terça-feira pela Moody''s, está a indignar os utilizadores do Facebook que se estão a mobilizar contra a agência de ''rating'' e já convocaram um protesto marcado para sábado em Lisboa.

As múltiplas páginas, eventos e comunidades criados desde então apelam a diferentes tipos de intervenção e vão dos mais simples grupos de discussão à manifestação mais ou menos organizada que está a ser promovido no "Protesto contra as agências de ''rating''".

O local escolhido é o Terreiro do Paço, em Lisboa, e os organizadores pedem a quem quiser participar (mais de 200 pessoas já disseram que sim) que leve um saco de lixo que servirá de "bandeira simbólica".


O antropólogo Pedro Félix, que se associou ao autor da ideia, o assessor da TAP André Serpa Soares, sublinhou que o objetivo é mostrar que “os cidadãos também têm opinião” e que esta não se resume à dos ‘“opinion-makers” que aparecem nas televisões e nos jornais.

Pedro Félix destacou que as redes sociais também podem e devem ser usadas “como instrumento para mobilizar as pessoas e não servem só como espaço de manifestação”, amplificando o impacto da iniciativa.

“A existência de redes de interesse permite que as ideias circulem com muito mais rapidez, são quase imediatas”, adiantou o antropólogo.

Mas há quem opte pelo boicote, como o evento “Cortar na cotação da Moody’s” que já conta com mais de 16 mil aderentes e pede para “responder na mesma moeda” a quem “pôs o país no lixo”.

O criador, David Carvalho, sugere que se “corte” na Moody’s avaliando o website da empresa como ‘lixo’.

Outra forma de indignação é a proposta pela página “Portuguese Junk Money" criada por Margarita Cardoso Menezes.


“Vamos provar à Moody's que podemos pagar... com a nossa nova moeda” é a frase que lança o objetivo: enviar lixo para a morada da agência de ‘rating’ norte-americana.

Há também quem peça um minuto para protestar “contra o poder e comportamento das agências de ‘rating’”, no dia 11 de julho às 13:00, como a “Support Rating Agencies” de António Mateus e quem queira “Mandar a Moody’s à m...”, um apelo que reuniu o consenso de mais de 20 mil utilizadores.

Bruno Silva e Mário Ferreira, autores deste evento, defendem que é preciso “mostrar o desagrado” e sugere que se mande uma mensagem “em bom português”, incluindo o vernáculo, para o sítio da Internet da agência de notação financeira.

E concluem, em tom de indignação: "Nós não somos "lixo"!!! Somos 10 milhões de pessoas que querem um futuro".


IN "i"
07/07/11

5 - OS MELHORES DA PUBLICIDADE

 




 

48 - IPSIS VERBIS


MARIA DE BELÉM
"sobre o rating da República" 
 
'É uma imoralidade, porque sustenta aquilo que alguns economistas classificam de rapinagem. As empresas de «rating» entenderam, para servir os seus clientes, dar esta classificação a Portugal, porque terá um impacto imediato nos lucros que os eventuais compradores possam vir a ter'




IN "O PRIMEIRO DE JANEIRO"
07/07/11

3 - ARTE  EM  FERRO





 

4 - ALMORRÓIDA ECOLOGISTA


Falta de água não é só um problema 
do Corno de África

por Marta F. Reis

A maior seca dos últimos 60 anos no Leste de África pôs 10 milhões de pessoas em risco de morrer de fome. O problema da escassez da água não é novo, e se no Corno de África está a ser agravado pelo fenómeno La Niña, as previsões são que as alterações climáticas venham a afectar os países na latitudes mais baixas mas também no Mediterrâneo. Basta pensar que, na última grande seca de 2005, os produtores nacionais perderam 60% do trigo e, segundo o último Water Stress Index, Portugal é já o terceiro europeu mais vulnerável. Os piores momentos fazem questionar a estratégia que nos últimos anos tem permitido às economias emergentes e do Médio Oriente (cada vez com menos água) escapar às crises alimentares.


A pior seca dos últimos 60 anos
É a primeira grande crise humanitária do século no triângulo Somália- Quénia-Etiópia. Depois das Nações Unidas terem alertado para o facto de haver 10 milhões de pessoas em risco de fome, a seca prolongada, já atribuída ao fenómeno La Niña, levou a uma escalada sem precedentes nos preços dos alimentos, que atinge de forma mais dramática a Somália. “Estávamos a prever o La Niña nos últimos seis meses – quando acontece, há secas no Leste e inundações no Sul”, explicou o economista da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) Shukri Ahmed, avisando que apesar dos alertas houve poucos planos de contingência postos em prática e os fundos para ajuda humanitária estão 40% abaixo do que seria necessário.
Dados de satélite citados pela USAID permitem estimar que a precipitação esta Primavera foi um terço da que seria normal. Os preços dos alimentos dispararam 270% e sobretudo na Somália há relatos de um êxodo sem precedentes. Todas as semanas chegam aos três campos de refugiados em Dadaab, no Quénia, mais de 1400 somalis. Metade das crianças estão em situação de subnutrição e são estimados 500 mortos.
Estes países não são particularmente vulneráveis à escassez de água, mas as mudanças nos padrões de precipitação podem gerar cenários de escassez em poucos meses. Como agravante, tanto o Quénia como a Etiópia venderam, nos últimos anos, terrenos agrícolas aos países do Médio Oriente e à China, em situações de maior pressão hídrica, cenário que, embora já tenha começado a ser discutido na última reunião dos G20, ainda não mereceu uma condenação internacional. Ontem a principal milícia somali levantou o bloqueio imposto em 2009 à ajuda humanitária, que considerava anti-islão. A Oxfam também lançou a maior campanha de sempre em África – quer juntar 80 milhões de dólares. A Comissão Europeia anunciou que vai enviar 8 milhões de dólares para a resposta humanitária no Quénia, montante a juntar aos 100 milhões libertados desde o início do ano.
Mesmo sem o fenómeno La Niña, os investigadores têm alertado para uma maior frequência de secas no Leste africano a par do aquecimento global. Um estudo publicado em Janeiro na revista “Climate Dynamics” estimava 17,5 milhões de pessoas numa situação de insegurança alimentar no Corno de África, alertando que o aquecimento do oceano Índico, que parece estar a agravar os efeitos do La Niña, é reflexo das alterações climáticas.



Portugal já é o terceiro mais vulnerável da Europa
Se no Corno de África a falta de água parece estar a ser acentuada pelas alterações climáticas, a escassez não é novidade e cada vez o problema é menos restrito aos países em desenvolvimento. O gabinete de comunicação da consultora internacional Maplecroft, que anualmente traça mapas de risco para as pressões sobre os recursos hídricos, revelou ontem ao i que este ano Portugal surge na 45.a posição no Water Stress Index, que avalia as pressões provocadas pelos usos domésticos, industriais e agrícolas sobre os recursos derivados do subsolo, dos rios e da precipitação anual. Segundo o porta-voz Jason McGeown, Portugal é já o terceiro país europeu com a situação mais vulnerável, atrás de Espanha e Bélgica (38.a e 40.a posição.) As regiões de maior risco parecem localizar-se na região de Lisboa e Vale do Tejo.
Nos últimos anos, organizações como o WWF (Fundo Mundial para a Natureza) têm alertado para o aumento das secas no Mediterrâneo – o que diminui parte dos recursos disponíveis em países como Portugal. Num relatório de 2006 esta organização não-governamental recordava os efeitos da seca no Verão de 2005, em que o país perdeu 50% da produção de trigo e 80% da produção nacional de milho.
Um alerta mais recente surgiu no último Dia Mundial da Água, em Março. Segundo o WWF, Portugal foi considerado, a par de Grécia, Itália, Espanha e Chipre, um dos piores países em termos de pegada hídrica, ocupando a sexta posição no ranking de 140 nações. Outra chamada de atenção foi para a qualidade dos rios portugueses: apesar do aumento das unidades de tratamento, sete são classificados de “muito maus.”

IN "i" (excerto de um importante artigo)
07/07/11

TENHA UM BOM DIA............



...poupe, não faça das férias 
                        o pesadelo do futuro



COMPRE JORNAIS



Advogados dominam lista de "juízes" 
da arbitragem tributária
Lista de 92 árbitros tem 79 juristas e 
13 especialistas em gestão ou economia

Os advogados dominam a lista dos futuros "juízes" da arbitragem fiscal. O novo sistema para a resolução alternativa de litígios no sector tributário, oficialmente em vigor desde o início deste mês, conta com um grupo de 92 árbitros, a quem competirá tomar decisões em conflitos que oponham a administração fiscal aos contribuintes.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

tesos
Imposto sobre os lucros. 
Banca pagou menos de 3% da receita total
A factura fiscal do sector bancário foi mais leve em 2010. No total, entre IRC, derrama, tributações autónomas e encargos de exploração - que inclui o imposto de selo, o IVA e o IMI - a banca registou, no ano passado, uma carga fiscal de 466 milhões de euros, menos 24% face aos 617 milhões pagos ao Estado em 2009.
O corte foi mais acentuado no IRC, segundo o relatório anual da Associação Portuguesa de Bancos (APB), divulgado ontem.
A estimativa da associação, presidida por António de Sousa, considerou 27 das 33 instituições financeiras nesta análise. "Estima-se que o valor total de IRC (imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas) a pagar ao Estado pelas instituições venha a situar-se em cerca de 121 milhões de euros em 2010", contra 328 milhões em 2009. Este valor representa menos de 3% da receita total de IRC cobrada em 2010 e que atingiu os 4591 milhões de euros, segundo dados provisórios da Direcção Geral de Orçamento.
Apesar do recuo de 63% nos impostos entregues, esta carga corresponde a uma taxa efectiva de IRC estimada em 25,6%, superior aos 24,4% de 2009.
A queda nos impostos pagos pelo sector explica-se pela redução dos resultados da actividade, mas também por causa dos créditos e benefícios fiscais registos sobre impostos futuros que subiram devido ao agravamento de taxa de IRC. O efeito será contudo temporário e deve inverter-se já este ano em que entra em vigor a nova taxa sobre o passivos dos bancos.
Nas suas contas, a APB considera os valores estimados para a matéria colectável em 2009 e 2010, apurada a partir do resultado antes de impostos e das variações patrimoniais. Antes de impostos, a banca lucrou 955 milhões de euros em 2010, menos 38% face ao resultado de 1.533 milhões de 2009.
"i"

à rasca
Pedidos de ajuda de famílias endividadas 
sobem 38,7 por cento no primeiro semestre
Há cada vez mais famílias a recorrer à Deco para resolver problemas financeiros. Só no primeiro semestre de 2011, a associação de defesa do consumidor recebeu quase 11 mil pedidos de ajuda, o que significou um aumento de 38,7 por cento face ao mesmo período do ano passado. Destes, 2112 resultaram na abertura de processos de acompanhamento, entre Janeiro e Junho. Um número que ultrapassa largamente os casos seguidos no mesmo período de 2010.
De acordo com dados cedidos ao PÚBLICO, foram recebidos 10.753 contactos nos primeiros seis meses do ano - mais 2998 do que em 2010. "É uma subida significativa, que está muito relacionada com o panorama económico do país e, de uma forma mais concreta, com as consequências de situações de desemprego, por exemplo", referiu Natália Nunes, coordenadora do Gabinete de Apoio aos Sobreendividados (GAS).
Apesar de quase 11 mil famílias terem contactado a associação, foram abertos apenas 2112 processos, entre Janeiro e Junho. "Há muitos que já estão numa situação muito avançada, sem possibilidade de reequilíbrio, e outros já passaram para a via judicial. Também não aceitamos casos em que o sobreendividamento é causado pela própria pessoa e não por factores imprevistos, como doença", explicou.
"PÚBLICO"

apenas desporto
Gymnaestrada: 1.350 portugueses rumo à Suíça
Entre 10 e 16 de julho Lausanne, na Suíça, acolherá mais de 20 mil ginastas, com média de idade 30 anos e oriundos de 55 países. Esta é a terceira vez na história das Gymnaestradas (14 edições) em que a Suíça é anfitriã do maior evento não competitivo do Mundo – a primeira ocasião foi em 1969 (Bâle) e a segunda vez em 1982 (Zürich).
Os 1.350 portugueses que compõem a Delegação Portuguesa estão em contagem decrescente para a viagem rumo a Lausanne (Suíça) onde este domingo (10 de julho) terá lugar a cerimónia de abertura da 14.ª Gymnaestrada Mundial – evento da Federação Internacional de Ginástica e organizado pela Federação de Ginástica da Suíça.
"RECORD"

bárbaros à solta
6 em mais de mil 'hooligans' 
proibidos de ir aos estádios
A PSP alertou sobre o incumprimento da lei para conter a violência nos jogos e sobre o custo avultado para o erário público.
Dos mais de mil adeptos classificados de risco pela PSP, apenas seis foram impedidos de entrar nos estádios de futebol em 2010.
Estes adeptos, a maioria integrada nas claques dos três grandes da Liga, mereceram esta designação pelo facto de terem sido identificados, alguns detidos, por envolvimento em incidentes violentos antes, durante ou depois dos jogos.
O abismo entre a realidade na violência do futebol e o castigo que em Portugal se aplica aos hooligans foi a base essencial da discussão no seminário, ontem realizado pela PSP, "Estádios de Sítio".
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

pior é difícil
PSI 20 perdeu 212 milhões de euros por hora
A bolsa portuguesa foi a pior do mundo na sessão de ontem
Cerca de 212 milhões de euros por hora de negociação. Foi quanto a bolsa portuguesa perdeu em termos de capitalização bolsista durante o dia de ontem. Tratou-se da sessão mais dramática desde Maio do ano passado.
Os números de ontem são negros: o PSI 20 tombou 3,03%, com todos os títulos que o compõem a registarem desvalorizações. A queda percentual pode ser trocada em euros. As fortes perdas que se fizeram sentir levaram o PSI 20 a perder 1.694 milhões de euros em termos de capitalização bolsista, só no dia de ontem. Um desempenho que colocou a bolsa portuguesa num pódio que ninguém ambicionaria atingir: o de pior índice bolsista mundial.
"DIÁRIO ECONÓMICO"

finança sórdida????
Próxima vítima é a Irlanda
A Irlanda poderá ser a próxima vitíma das agências de rating. O analista irlandês Alan McQuaid, fala em interesses escondidos por detrás destes cortes. 'Pode ser hoje ou amanhã ou podem esperar mais alguns meses para ver o que os números mostram', afirmou Alan McQuaid, economista chefe da corretora Bloxham, baseada em Dublin. McQuaid explica que o problema da Irlanda é a grande dívida aliada aos bancos mas referiu o 'forte modelo de exportações, melhor que o da Grécia e Portugal', Este analista irlandês questionou ainda o 'timing, mesmo antes da emissão de títulos de dívida', para a Moody’s anunciar a descida do rating de Portugal, na terça feira. 'Aconteceu o mesmo com a Irlanda no clímax da crise', relembrou. Apesar da Irlanda ter verificado melhorias, o facto dos consumidores gastarem pouco retrai a economia.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

de mal a pior
Agência Moody's baixou "rating" 
a quatro bancos portugueses
A agência internacional Moody"s baixou o "rating" da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Banco Espírito Santo (BES), Banco Comercial Português (BCP) e Banco Internacional do Funchal (Banif), segundo um comunicado distribuído hoje pela agência.
De acordo com o documento hoje distribuído, o BES e a CGD desceram dos níveis de Baa1 para Ba1, enquanto o "rating" do BCP e do Banif passaram de Baa1 para Ba2.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"


a criar o futuro
Proposta de alteração de estatutos 
aprovada em Conselho Leonino
O Conselho Leonino, reunido até de madrugada, discutiu e aprovou por maioria a proposta de alteração de estatutos que será submetida à apreciação dos sócios, em Assembleia Geral, no dia 22 ou 23 deste mês.
A reunião do órgão consultivo dos leões demorou cinco horas e terminou já perto das três da manhã, com a proposta de alteração dos estatutos elaborada por uma comissão especialmente criada para o efeito a ser discutida amplamente e existindo propostas para ligeiras alterações em alguns pontos.
A proposta de alteração de estatutos preconiza, entre outros itens, a descentralização do voto e mexe na relação número de votos/anos de filiação.
Mudanças nos estatutos carecem de aprovação em Assembleia Geral de 75 por cento dos votos, pelo que o Conselho Directivo vai agora proceder a sessões de esclarecimento no sentido de clarificar todos os pontos que serão submetidos à apreciação dos sócios.
"A BOLA
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qualidade
Doenças cardiovasculares com centro de excelência
O Centro Hospitalar de Leiria-Pombal (CHLP) implantou no ano passado 210 pacemakers, revelou ontem o director do Serviço de Cardiologia, João Morais.
O médico, que falava a propósito do 1º Encontro Internacional de Cardiologia do CHLP, que começa amanhã na Batalha, adiantou que o serviço pelo qual é responsável "prevê levar a cabo cerca de 12 mil actos médicos" durante este ano.
"O nosso objectivo é criar um pequeno centro de excelência na área do tratamento das doenças cardiovasculares na região de Leiria, para que os doentes não precisem de se deslocar para os grandes centros". No encontro serão debatidos diversos temas, entre eles a insuficiência cardíaca e os novos fármacos.
"CORREIO DA MANHÃ"

CICLISTA DO OUTRO MUNDO



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13 - FILOSOFIA PARA A VELHICE



6 - ILUSÕES FANTÁSTICAS



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