sexta-feira, 24 de junho de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA ADULTOS

PULSEIRA DO IDIOTA

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   23 de Jun de 2011 23:00 – 24 de Jun de 2011 22:00

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5 - AS ESPLENDOROSAS 
ESTRELAS DE HOLLYWOOD








II - FILOSOFANDO


JD Schramm: 

sobreviventes de suicidio, 

rompem com o  silencio




clique para legendar em espanhol

Aun si nuestra vida parece estar bien desde fuera, la procesión puede ir por dentro y hacer que alguien tome la decisión de poner fin a su vida. En TEDYou, JD Schramm nos pide romper el silencio que rodea al suicidio y a los intentos de suicidio, y crear más recursos necesarios para ayudar a las personas a recuperar su vida después de escapar de la muerte. 

Translated into Spanish by Sebastian Betti
Reviewed by Elena García

40 - IPSIS VERBIS


ANTÓNIO JOSÉ SEGURO
candidato a secretário geral do PS

"Agora que a crise na Grécia pode provocar uma nova crise nos bancos é que os líderes da Europa se mexeram, não porque estejam preocupados com as pessoas, ou com a Grécia, mas por estarem preocupados com os bancos"

"Para nós socialistas, a nossa preocupação são as pessoas e a Europa não pode estar refém dos interesses dos bancos"

"O que deve ser exigido à família socialista europeia é que seja capaz de apresentar uma linha alternativa política à linha conservadora e à imposição liberal".

"Honraremos os nossos compromissos, mas não contarão com o PS para, por exemplo, a Revisão Constitucional proposta pelo PSD"

IN "encontro com militantes socialistas em Portimão (Algarve)"
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FRANCISCO MOITA FLORES


Governo perigoso

Diminuir o governo foi uma boa decisão. Que a seguir venha outra mais difícil: terminar com as quadrilhas de boys

Ainda mal tinham surgido os nomes dos futuros ministros e, como é hábito, os jornais procuravam reacções à constituição do futuro governo. Não deixa de ser divertido ler os comentários dos vencidos nestas eleições, que começaram a disparar os disparates do costume. Ainda nem conhecíamos as caras de todos os ministros. "Este governo não augura nada de bom", "é um governo do aparelho", "é um grave sinal da política de direita", "é um governo de submissão aos interesses da troika e de cedência da independência nacional, com ele vão aumentar as tensões sociais".

Li algures um desses gurus exclamar sem corar que "era um governo demasiado rápido". E aqui desisti de ler disparates. Não estou a ver o meu amigo Francisco José Viegas, pesadote e com o peito fortemente descaído, a atravessar a ponte 25 de Abril em passo de corrida, acompanhando a passada do primeiro-ministro cessante. A propósito, é de sublinhar que o PS foi o único partido que desejou felicidades ao novo governo. Quanto aos outros, quanto pior, melhor.

A crítica que surge é o sintoma da ausência de palavras dessa rapaziada que fala por falar. E tão pobres de coerência que só se explicam pelo autismo político de quem as produz. É claro que este governo não tem bons augúrios. Tem de cumprir um acordo internacional que, pelo menos, nos leva os anéis, se não levar um ou dois dedos na aflição da ameaça de bancarrota. E um governo com uma obrigação essencial, que Paulo Portas sublinhou: criar as condições para que o país não se exponha outra vez à situação vexatória de tornar a pedir auxílio internacional por causa da incompetência caseira. A incompetência irresponsável que em nome da falsa defesa de direitos acrescenta miséria à miséria, que sonha todos os dias com a rebelião dos fracos para que os poderosos fiquem mais poderosos, que despreza o Estado que os alimenta. Este governo tem uma qualidade. É constituído por gente jovem, que quer mostrar que sabe fazer e é tão capaz quanto os tradicionais, taciturnos e recorrentes candidatos a ministros que, desta vez, ficaram de fora.

Teve o mérito de provocar surpresa pelas novidades, precisamos que tenha mérito para nos salvar deste gravíssimo problema em que estamos envolvidos por nossa própria culpa. De todos, mesmo dos falsos inocentes. Diminuir o governo foi uma boa decisão. Que a seguir venha outra melhor e mais difícil: terminar com as verdadeiras quadrilhas de boys que alimentam a sua mediocridade nos milhares de lugares improdutivos que o Estado paga a peso de ouro. Se conseguir esta vitória contra o clientelismo e o caciquismo, temos governo.


IN "CORREIO DA MANHÃ"
19/06/11

39 - IPSIS VERBIS


FRANCISCO ASSIS
 "a pior coisa que o PS tem é que está muito dominado por pequenos e minúsculos interesses políticosque atrofiam o próprio partido e o impedem de se relacionar convenientemente com a sociedade"
 
IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
24/06/11
 
  

4 - ECOLOGIA AMBIENTAL

ALMORRÓIDA DESAPONTADA


Usar só sangue nacional dava 
para poupar um hospital por ano

O presidente da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Santa Maria da Feira defende que se o Estado deixasse de comprar plasma estrangeiro e tratasse o sangue nacional pouparia o suficiente para construir um hospital por ano.

"Estes alertas que se vêm ouvindo sobre o desperdício do sangue doado já se ouve desde que existe a nossa associação", declarou à Lusa Serafim Reis, presidente da instituição que este fim-de-semana comemora os seus 20 anos de actividade.

"Nós temos meios para tratar o nosso sangue, que é dos mais seguros do mundo e muito procurado", observou esse responsável. "Mas muitas vezes esse plasma não tem sido tratado como devia porque temos contratos de compra ao estrangeiro e, assim, não justifica fazer o investimento técnico cá em Portugal".

Serafim Reis diz não saber avaliar se há "condições políticas para isso, mas acredita que o país tem "capacidade técnica" para investir no tratamento do seu próprio plasma e garante: "Se deixarmos de o comprar ao estrangeiro e tratarmos o nosso, poupamos o suficiente para construir quase um hospital por ano".

Para o presidente da Associação de Dadores do concelho da Feira, este é "um assunto muito sério" e deve merecer a "máxima atenção" por parte das autoridades, que devem "meter mãos à obra de uma vez por todas" para evitar o desconforto crescente entre a comunidade que doa sangue.

"As pessoas vão às colheitas generosamente, a maior parte delas são dadoras por motivos puramente altruístas e, depois, claro que não gostam de ouvir que o seu sangue foi deitado ao lixo", explica. "Se a situação se mantiver, isto torna-se numa bola de neve e, um dia destes, podemos dar por nós a precisar de sangue e a não ter".

Serafim Leite lamenta que, sendo a colheita de sangue um trabalho realizado por voluntários, esses estejam limitados a "pregar no deserto, sem que a sua voz tenha peso nenhum", mas acredita que "os governantes podem esclarecer a população o mais rapidamente possível sobre o que têm pensado para o futuro".

"As pessoas aparecem nas colheitas, sentem-se inseguras, fazem perguntas e nós não sabemos responder", reconhece esse responsável. "É tempo de os governantes perceberem que as centenas de milhares de dadores de sangue portugueses merecem outro trato, outro respeito", assegura.

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
24/06/11

MARIZA & NIRVANA






12 - PATRIMÓNIO PORTUGUÊS NA UNESCO 







 

Meditando com os animais



CARTA DO CAMPO







MONTANHA RUSSA DE POBRE


7- M E M Ó R I A S . . .






TENHA UM BOM DIA


...este verão vai ser fogo


COMPRE JORNAIS

desabonados
Segurança Social. 
258 mil pessoas obrigadas 
a devolver abonos de família
A Segurança Social está a pedir a 258 mil beneficiários a restituição do abono de família pago entre Outubro e Janeiro, segundo dados da própria instituição. O montante global, partindo do valor médio de cada abono de 36,6 euros, deve rondar os 37,7 milhões de euros. Olhando em detalhe para o caso de uma família monoparental com três filhos, esta vai ter de restituir 439,2 euros, com base também num abono médio de 36,6 euros.
Os números dizem respeito a situações em que os beneficiários não apresentaram atempadamente a prova escolar ou foram excluídos depois de uma reavaliação extraordinária dos rendimentos.
Uma das razões para estas restituições prende-se com o prazo de apresentação da prova escolar, que decorre entre Outubro e Dezembro. Em vez de suspender o envio do abono em Outubro, quando os beneficiários não apresentam o documento que comprova que são estudantes, a Segurança Social continua a pagar o abono, em muitos casos até Fevereiro, e só depois pede a restituição dos valores que pagou ao longo desses meses.
Milhares de pais nem se apercebem de que estão em situação ilegal, porque poucos são os que têm consciência de que o abono de família coincide com o período escolar. Estas notas de restituição surgem agora como uma surpresa desagradável, especialmente à conta da conjuntura: o rendimento disponível teve uma quebra significativa.
"i"

 a guerra é o que 'tá a dar
Exército aumentou despesa 
em 8,4 milhões com regra ilegal
Segundo o relatório intercalar da IGF de controlo e avaliação da gestão dos recursos humanos e da realização de despesa no Exército, a que a agência Lusa teve acesso, a operacionalização do novo sistema remuneratório (NSR), em vigor desde 1 de Janeiro de 2010, conduziu também a um “efeito de revalorização” nos salários e a 28 mil movimentos naquele ramo, com um impacto financeiro no orçamento de “pelo menos” 2,6 milhões de euros por mês.
O NSR foi aprovado em 2009, quando ainda era ministro da Defesa Nuno Severiano Teixeira, tendo na altura suscitado diversas críticas por parte das associações militares, que o consideraram ambíguo e com diversas incorreções.
O documento, que resulta de uma averiguação solicitada pelos antigos ministros das Finanças, Teixeira dos Santos, e da Defesa, Augusto Santos Silva, no início deste ano, ao aumento com despesas salariais nas Forças Armadas, refere ainda que, com a nova tabela, milhares de militares progrediram indevidamente para a segunda posição remuneratória da nova tabela, arrastando consigo outros militares, o que resultou num “significativo acréscimo da despesa pública”. “Considera-se que este procedimento carece de suporte legal, devendo os militares que se encontravam aquém da primeira posição remuneratória ter progredido para esta e não para a segunda”, conclui o relatório.
Em causa está a “regra de arrastamento” criada pelo novo NSR, um “mecanismo de correcção” para evitar que um militar de menor antiguidade fosse promovido ou progredisse para posição remuneratória igual ou superior a militares do mesmo posto e maior antiguidade.
PÚBLICO"

boa sorte
Silva rende Vanessa no ataque às medalhas
Com Vanessa Fernandes retirada provisoriamente da competição, os olhos estão agora focados em João Silva, atleta que se assume para já como a grande esperança nacional nos Jogos Olímpicos de Londres’2012. Mas até lá há outras metas para atingir, uma das quais já este fim-de-semana. O Campeonato da Europa disputa-se em Pontevedra no país vizinho e é com legítimas ambições que a Seleção Nacional aspira às medalhas, principalmente na prova de elites.
João Silva surge à cabeça para lutar pelo pódio e se possível chegar mesmo ao ouro. Até à data, só Vanessa Fernandes (pentacampeã) conseguiu fazer ouvir o hino de Portugal no escalão principal. O triatleta do Sporting já fez o mesmo, mas em Sub-23, quando ganhou em 2010 em Vila Nova de Gaia. Em elites, foi 4.º no ano passado. Para além de João Silva, de 22 anos, a Seleção conta com outros argumentos. As experiências dos olímpicos Bruno Pais e Duarte Marques, assim como com João Pereira, também já medalhado nas grandes provas internacionais.
"RECORD"

brincar aos fiscais
4 magistrados fiscalizam 
15 mil declarações de 'políticos'
O formulário que os novos deputados têm 
para declarar património está fora da lei
O Tribunal Constitucional (TC) tem só quatro magistrados do Ministério Público (MP) para fiscalizar as declarações de rendimentos apresentadas pelos cerca de 15 mil titulares de cargos políticos e altos cargos públicos obrigados a fazê-lo. A equipa fiscaliza pouco mais de 600 processos por ano.
Por sua vez, os novos deputados e governantes acabados de ser empossados vão apresentar as suas declarações em velhos formulários desactualizados relativamente à nova lei, aprovada em Setembro, que alterou o universo dos sujeitos obrigados à declaração, e que tornou obrigatória a declaração dos depósitos à ordem de valor superior a 23 750 euros.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

 justiça em "alta"
Subsídio de magistrados subiu 
sem aval das Finanças
Ex-ministro Alberto Costa reforçou em 10,7% 
subsídio de renda, à margem da lei
A Inspecção-Geral de Finanças (IGF) põe em causa a actualização do subsídio de renda dos juízes e magistrados superior aos critérios legais e que foi determinada por despacho do ex-ministro da Justiça, Alberto Costa, a 31 Março de 2008, sem o aval das Finanças.
A determinação acabaria por fixar o chamado subsídio de compensação em 775 euros a partir de Janeiro do mesmo ano, alegando o ex-governante que este não sofrera alterações desde 1 de Julho de 2005. Uma actualização que resultou num aumento de despesa pública, não aprovada pelo ex-ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, totalizando um encargo adicional para os cofres do Estado com pagamentos superiores ao valor de actualização das rendas, em 2009, de 3,2 milhões de euros, no total de 39,2 milhões de euros de subsídios de renda pagos.
Recorde-se que com o novo estatuto dos magistrados judiciais e do Ministério Público, aprovado no início deste ano, foram aplicadas restrições ao subsídio de renda de casa (775 euros) que passa a ser tributado em sede de IRS, bem como a alteração ao regime de acesso.
No controlo realizado em 2010 às despesas com o pessoal na Justiça, a IGF recorda que o critério legal de actualização deste subsídio é o valor dos preços correntes no mercado local de habitação em vigor no ano a que respeita e que, em 2008, essa actualização foi de 2,5%. Pelo que conclui: "Afigura-se questionável, do ponto de vista legal, o aumento de 10,7 % determinados pelo despacho n.º 11274/2008 do Ministro da Justiça, a que acresce que o aumento da despesa pública daí resultante também não terá sido aprovado pelo ministro de Estado e das Finanças". Posição esta já antes expressa pela IGF e que até foi objecto de concordância do então secretário de Estado do Orçamento, Emanuel dos Santos, esclarece.
"DIÁRIO ECONÓMICO"

crédito mal "parido" é assim
Crédito malparado continua a aumentar
Empresas estão a falhar pagamentos à banca
Segundo BdP, uma em cada cinco empresas está numa situação de incumprimento. Credito malparado de empresas e famílias aumentou.
As dificuldades de pagamento das empresas e das famílias portuguesas não param de aumentar e os cenários de incumprimento são cada vez mais. Uma em cada cinco empresas portuguesas está a falhar os pagamentos devidos pelos créditos recebidos da banca, num montante global que se aproxima dos 6 mil milhões de euros, de acordo com o Boletim Estatístico do Banco de Portugal. Os números, divulgados no decorrer do dia de ontem, revelam que o crédito malparado continua a aumentar em Portugal, sendo que no final do primeiro trimestre do ano 22 por cento das empresas que recorreram a financiamento tinham empréstimos em incumprimento junto da banca, face aos 20,7 por cento registados em dezembro de 2010. Do total de 119.444 milhões de euros emprestados pelos bancos às sociedades não financeiras, o rácio de crédito vencido ascende a 5 por cento, isto é, 5,9 mil milhões de euros.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

a luta continua
Cocaína resiste à política de luta contra a droga
Portugal ainda tem os níveis mais altos de sida entre toxicodependentes e de uso problemático de droga. Isto apesar da redução de casos e de a descriminalização não ter feito subir o consumo e de o Observatório Europeu considerar a política nacional "inovadora".
O retrato é do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT), que está a fazer um perfil das diferentes políticas europeias de luta contra a droga. Portugal, onde o organismo está sediado, é o primeiro, numa publicação que surge a dias do décimo aniversário da descriminalização do consumo de droga em Portugal, a 1 de Julho.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

abra(mão)vich
Falcao é prioridade para dream team de Villas Boas
Revolução à vista no Chelsea. Colombiano é desejado à força toda e ele, pelos vistos, encantado da vida. Só falta o cheque de 30 milhões.
Falcao é um nome que até os adeptos do Chelsea já decoraram, alguns sem verdadeiramente conhecer parte considerável das mil e uma qualidades que tornam o avançado do FC Porto num dos goleadores maiores do planeta-futebol e, por isso, num dos futebolistas mais cobiçados da actualidade.
De tão repetida, na imprensa local, a ideia incontestável, anunciada em primeira mão por A BOLA, de que André Villas Boas coloca o colombiano no topo das prioridades de reforços a contratar, o rosto de Falcao, presença assídua nas páginas principais da secção desportiva de todos os jornais, também já está, seguramente, gravado na memória visual dos blues.
André Villas Boas conhece Falcao melhor do que ninguém - pudera!, trabalharam um ano inteiro juntos e muita da espantosa caminhada do FC Porto em Portugal e, especialmente, na Europa resultou do memorável registo individual do sul-americano, coroado como o rei dos golos nas provas europeias - e o treinador do Chelsea tem noção exacta de quanto pode valer a veia goleadora do colombiano num campeonato de futebol total como é o inglês.
"A BOLA"

via vesga
‘Via verde’ no acesso ao Fisco
O concurso que dará acesso a 350 lugares de inspectores tributários para jovens licenciados em Direito continua envolto em polémica. Depois das dúvidas em torno da acessibilidade das questões do teste, é a colocação dos estagiários que está a merecer críticas por parte de quem se candidatou.
Apesar de a Direcção-Geral de Impostos (DGCI) ter divulgado a lista final de colocações – ordenada de acordo com as notas obtidas pelos candidatos –, os funcionários públicos têm via verde no acesso à inspecção tributária, mesmo tendo obtido uma nota de apenas 9,5 valores. Na prática, jovens licenciados em Direito que tenham obtido 10,8 valores no exame arriscam-se a ser preteridos das 350 vagas disponíveis por funcionários públicos com resultado inferior.
Numa denúncia a que o CM teve acesso, os candidatos explicam que os Recursos Humanos da DGCI os têm informado por telefone de que "todos e quaisquer funcionários públicos terão preferência sobre os demais não vinculados à Administração Pública na nomeação, ainda que tenham obtido uma classificação final inferior". A justificação dada pelos serviços é baseada numa norma presente na recente Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações da Administração Pública .
Ao que o CM apurou junto de fonte do Fisco, há 82 funcionários do Estado em condições de serem admitidos. Para os restantes candidatos, trata-se de "um caso da maior injustiça, ilegalidade", por isso defendem a "igualdade de valoração na ordenação final" do concurso.
"CORREIO DA MANHÃ"

é p'rá desgraça
Por dia são declarados insolventes 17 portugueses
Pela primeira vez, as insolvências de pessoas singulares já ultrapassaram as de empresas, noticia hoje a Rádio Renascença.
O número de famílias endividadas, que este ano já foram declaradas insolventes, aumentou 187% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com os dados do Instituto Informador Comercial, noticiados hoje pela Rádio Renascença.
O número de pessoas declaradas insolventes pelos tribunais quase triplicou em relação ao mesmo período do ano passado, passando de 986 para 2.825, o que representa uma média de 17 portugueses falidos por dia.
De acordo com a mesma fonte, os números do Instituto Informador Comercial mostram que pela primeira vez, as insolvências de pessoas singulares já ultrapassaram as de empresas.
Depois de pagas as despesas fixas mensais das pessoas declaradas insolventes, o dinheiro que sobra é gerido por uma pessoa nomeada pelo Tribunal, que faz a ligação com os credores durante cinco anos.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

22 - FOTOMONTAGENS  





 

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JORNAIS DE HOJE


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