terça-feira, 21 de junho de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA..... ADULTOS


SHAMPOO A MAIS

O SUCESSO



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7 - FASCINAÇÃO NOCTURNA








Bê-á-Bá das Parcerias Público-Privadas






É um negócio de milhares de milhões que o país paga de renda a juros astronómicos aos principais grupos financeiros. E os responsáveis pelas Parcerias em nome do Estado acabam sempre a trabalhar para as empresas que favoreceram.

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RAFAEL BARBOSA


Vida para além do défice

Passos Coelho já avisou: vêm aí dois anos terríveis. É uma declaração pesada. Não é mobilizadora. Chega a ser insuportável. Mas é pelo menos verdadeira. O que aí vem será terrível para quase todos os portugueses, sobretudo para os que vão perder o emprego, e serão quase um milhão; para dois milhões de pobres, a maioria crianças e velhos, porque um Estado praticamente falido pouco mais poderá fazer do que matar-lhes a fome; para os pensionistas, outros dois milhões, cujos rendimentos vão baixar drasticamente, por via de impostos especiais e congelamento das pensões.
Feitas as contas, quase metade da população portuguesa tem garantidos os dois anos terríveis que anuncia o primeiro-ministro. Assim, o principal desafio do novo Governo, que amanhã tomará posse, não pode ser outro que não seja pôr as contas em dia mas, simultaneamente, conseguir que o país volte a criar riqueza. E assim criar emprego, combater a pobreza e voltar a fazer crescer as pensões. É nesse objectivo que é preciso aplicar a maior parte da energia. Mas há outras oportunidades para agarrar.
Uma delas é a reforma administrativa do país. Dentro de um ano terá de estar pronta uma proposta para diminuir o número de juntas de freguesia e câmaras municipais. Nada a dizer, desde que não seja feita de forma cega e formatada tendo apenas em conta o número de fregueses e munícipes. O programa do CDS-PP é o que dá a melhor resposta: manter as designações de freguesias e municípios a que os cidadãos já estão habituados, mas escolher um único executivo e uma única assembleia para gerir duas, três ou meia dúzia das "velhas" unidades territoriais.
Se isto se fizer já não será pouco. Mas não será suficiente. A reforma administrativa do país não se pode fazer apenas para poupar uns tostões no imediato. Tem de ser feita com o objectivo de rentabilizar melhor os escassos recursos que temos. E isso só se conseguirá com um golpe forte no Estado centralista que hoje nos sufoca. É isso mesmo, só haverá uma verdadeira reforma administrativa se ela incluir a Regionalização.
O programa do PSD defende a divisão do país em regiões. Mas deixa claro que "não há condições para ser desencadeado nesta fase crítica da vida nacional". É precisamente ao contrário. Se queremos chegar ao fim de dois anos terríveis com a sensação de que o país pode mudar para melhor, é preciso encontrar objectivos mais mobilizadores do que cumprir o défice e pagar a dívida pública. Haverá algo mais mobilizador do que criar condições para um crescimento equilibrado e sustentado de Portugal?

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
20/06/11

35 - IPSIS VERBIS


PEDRO PINA
 (novo vice-presidente da McCann Europa)


"Portugal nunca irá a lugar nenhum enquanto 
viver obcecado com o seu complexo de inferioridade que teve a sua demonstração mais miserável no vídeo 
que circulou dirigido aos finlandeses"

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
21/06/11

9 - O DIA DA TERRA




ALMORRÓIDA HOSPITALÍCIA



Resíduos hospitalares perigosos 
circulam pelos corredores

Em mais de metade dos hospitais públicos inquiridos num estudo, a recolha e transporte dos resíduos perigosos é feita durante as horas de presença dos utentes, o que aumenta os riscos colocados à saúde humana por estes materiais.

"Em cerca de 67% das instituições hospitalares que produzem resíduos perigosos, a recolha e transporte interno de resíduos é feita durante as horas de presença do público", refere o "Diagnóstico da Situação 2010 - Prevenção, Produção, Recolha e Tratamento de Resíduos Hospitalares em Portugal Continental", da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho.

O relatório refere ainda que "em 74% destes hospitais são utilizados, durante as operações de recolha e transporte, corredores e/ou escadas comuns às utilizadas pelo público".

Nos hospitais privados, a recolha e transporte interno de resíduos é feita em 56% durante as horas de presença do público, em 33% essas operações utilizam corredores e/ou escadas comuns às utilizadas pelos utentes.

Segundo o relatório, os resíduos hospitalares apresentam riscos de contaminação por microorganismos, de contacto com materiais cortantes ou perfurantes ou com substâncias radioactivas, de contacto com substâncias químicas que podem ser ingeridas ou mesmo com substâncias carcinogénicas, entre outros.

O documento acrescenta que a recolha e transporte destes resíduos devem ser feitos "pelo menos uma vez por dia", mas "se nessa ocasião o público está presente e, principalmente, se o circuito usado no transporte partilha espaços comuns com o público, o risco é superior".

Os profissionais de saúde são o principal grupo de risco, já que são eles que produzem, separam e transportam os resíduos, devendo, segundo a Organização Mundial de Saúde, usar luvas e vestuário de protecção quando manuseiam estes materiais.

Segundo o relatório, disponibilizado no site da Entidade Reguladora da Saúde, apesar de todas as unidades de saúde privadas afirmarem utilizar luvas, o mesmo não acontece nas públicas. A percentagem de unidades de saúde privadas que diz usar calçado apropriado é muito baixa, não ultrapassando os 17%, enquanto nas públicas não chega a 50%.

O documento revela ainda que só cerca de 17% dos hospitais públicos produtores de resíduos perigosos têm um plano de contingência, previsto na lei, para o caso de acontecer "algum imprevisto na produção, armazenamento ou envio para tratamento de resíduos". Esta situação é mais preocupante nas unidades públicas do que nas privadas, revela o estudo.

O questionário que esteve na base deste relatório foi dirigido a um universo de 8512 instituições de saúde, hospitalares e não hospitalares, de Portugal Continental. Mas responderam apenas 1489 instituições.

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
20/06/11

BON JOVI

Gary, Charlotte and Debbie - Double Your Pleasure



10 - ARQUITECTOS DO OUTRO MUNDO





TORRE DE CÁPSULAS - TOQUIO - JAPÃO


BIBLIOTECA NACIONAL - MINSK - BIELORÚSSIA


3 -  RECICLAGEM 
COMO FUNCIONA


3 - ALMORRÓIDA ECOLOGISTA

O novo ministro da Segurança Social, Mota Soares, 
chegou de mota ao palácio


NR: Parabéns sr ministro dê o exemplo aos seus pares




1 - OUTDOORS DO MUNDO


36 - IPSIS VERBIS


Álvaro Santos Pereira 
(ministro da economia)

Novos cortes salariais seriam 
"suicídio" político

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
21/06/11

ALMORRÓIDA FEMINISTA


Assunção Esteves com eleição garantida para presidente da Assembleia da República




O novo líder parlamentar do CDS-PP, Nuno Magalhães, disse hoje que vai dar à bancada democrata-cristã indicação de voto favorável ao nome proposto pelo PSD para presidir à Assembleia da República, Assunção Esteves.

Nuno Magalhães falava aos jornalistas no final da cerimónia de tomada de posse do XIX Governo Constitucional, no Palácio da Ajuda, em Lisboa.

Apesar da votação ser secreta, Assunção Esteves tem assim garantido o apoio da maioria dos deputados do Parlamento, já que a soma dos 108 deputados do PSD, com os 24 do CDS, superando o mínimo de 116 necessários.

Além dos dois partidos de direita, também no PS haverá deputados que deverão votar de forma favorável o nome de Assunção Esteves.

Assunção Esteves é o segundo nome proposto pelo PSD para a presidência da Assembleia da República, depois de Fernando Nobre ter falhado por duas vezes a eleição, ao não conseguir o voto favorável da maioria absoluta dos deputados.

Maria Assunção Andrade Esteves tem 54 anos e foi eleita deputada pela primeira vez em 1987, na primeira maioria absoluta do PSD durante a liderança de Cavaco Silva.

Nunca na democracia, o Parlamento foi liderado por uma mulher, algo que pode agora vir a acontecer. A eleição está prevista para as 16h00.

Em 2002, com Durão Barroso à frente do PSD, Assunção Esteves voltou a ser eleita deputada pelo círculo de Vila Real e nessa legislatura foi presidente da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.

Em 2004, deixou a Assembleia da República para ir para o Parlamento Europeu, depois de ter sido eleita nas europeias desse ano pela lista da coligação PSD/CDS-PP.

Quando Pedro Passos Coelho se candidatou pela primeira vez à liderança do PSD, em 2008, contra Manuela Ferreira Leite e Pedro Santana Lopes, Assunção Esteves declarou-lhe apoio, considerando que este representava "o renascer de uma linha social liberal há muito esquecida" no partido.

Nas legislativas de 5 de Junho, foi eleita pelo círculo de Lisboa, onde ocupou o sexto lugar da lista de candidatos do PSD

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
21/06/11

CORRIDA DE SUBMARINOS



INCRÍVEL...
Competição Mundial de Corrida de Submarinos...
... sabia que existia?
Este ano aconteceu na costa Australiana!!!







... espectáculo!!!
Não  diga que andava à  procura deles?
É debaixo de água, lembra-se??? SUBMARINOS !!!!!!!!

TENHA UM BOM DIA............


... e que este governo passe por sério


COMPRE JORNAIS

tudo previsivel
Villas-Boas não vai sozinho
Num processo semelhante ao de José Mourinho, há 7 anos, André Villas-Boas também não irá seguir viagem para Londres apenas com a companhia dos seus assistentes. O contingente vai abranger um ou dois jogadores do plantel do FC Porto, saindo de um lote que contempla Radamel Falcão, João Moutinho e Hulk. Todos eles estão blindados por cláusulas de rescisão milionárias, mas esse dado não impedirá o Chelsea de avançar para as contratações que entender necessárias para satisfazer os desejos do treinador.
Os dois primeiros são aqueles que estão mais em conta para os cofres de Roman Abramovich. Não tendo sido fechado atempadamente o dossiê referente ao aumento da cláusula de rescisão para os 40 milhões de euros, o colombiano de 25 anos ainda está à disposição por 30.
"RECORD"

 há muita fraude, escondem-se fortunas!!!
Arquivadas mais de 9600 penhoras 
por falta de bens  
Há 1,2 milhões de processos pendentes a valer 21 mil milhões de euros.Mais de 9600 caloteiros viram arquivados os seus processos de dívida por não terem com que pagar os bens adquiridos. Nada lhes vai acontecer, excepto a inclusão dos seus nomes numa lista tornada pública pelo Ministério da Justiça (MJ). Mas o número passaria para o dobro se todos os processos findos estivessem já registados.  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

3/3 de jovens iludidos
Mais de 30% dos jovens não pensa recorrer ao crédito
Mais de dois terços dos jovens acredita que atingirá 
a independência financeira até aos 25 anos

Mais de 60% dos jovens portugueses ouvidos num estudo promovido pela Cetelem acredita que serão financeiramente independentes entre os 19 e os 25 anos, enquanto 13% acredita que conseguirá a independência financeira aos 18 anos. Mais: 31,8% não espera recorrer ao crédito, mesmo que seja para financiar a compra de casa. Quase 95% destes jovens tem entre 15 e 19 anos, com a média etária a situar-se nos 16,7 anos.
Poucas gerações terão tomado contacto de forma tão mediática com uma crise financeira e económica como a que assola o país actualmente. A economia abre hoje os telejornais. Temas como o desemprego, o endividamento do país e das famílias, a falta de concessão de crédito, o défice ou a insustentabilidade da segurança social fazem as manchetes dos jornais generalistas. Apesar disso, os "jovens adultos" portugueses demonstram ter expectativas elevadas sobre o seu futuro financeiro. Confiança no futuro ou ignorância financeira?
"DIÁRIO ECONÓMICO"

voo alto, mas rasteiro
ANA avança com «Voo 555»
Atingir os 75 milhões de euros de receitas no retalho em 2016 é um dos objetivos do plano estratégico, centrado no consumidor.
A ANA – Aeroportos de Portugal pretende revolucionar o retalho aeroportuário com um plano estratégico, uma nova visão e uma aposta forte em conceitos diferenciadores como a «Emoção por m2 [metro quadrado]». Com este plano, a empresa pretende atingir os 75 milhões de euros de receitas nesta área em 2016.
O Voo 555 é, deste modo, o plano estratégico para o negócio de retalho que visa desenvolver cinco conceitos principais, em cinco aeroportos portugueses, nos próximos cinco anos. Segundo a empresa, em 2010, a actividade de retalho em todos os aeroportos geridos pela ANA alcançou receitas no valor de 48,8 milhões de euros. Agora, o objetivo é atingir os 66,8 milhões de euros em 2015 e os 75 milhões em 2016. 'O Voo 555 tem como objectivo atingir os 75 milhões de euros em receitas de retalho em 2016, o que equivale a uma receita por passageiro de 2,42 euros. Subjacente ao plano está toda uma nova visão que privilegia a experiência do passageiro e a mudança da percepção dos preços', explica Luís Rodolfo, director de retalho da ANA.
De acordo com o mesmo responsável, este projeto é não só uma resposta à complexa conjuntura macroeconómica, mas também uma nova posição perante 'um consumidor cada vez mais atento aos preços e que passa cada vez menos tempo no aeroporto',
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

mais competitiva
Domínios da Net 
podem terminar no nome da empresa
A ICANN, entidade responsável pela gestão e atribuição de nomes de domínios e endereçamento de IP's, aprovou, segunda-feira, em Singapura, a criação de centenas de novos nomes de domínios para as empresas privadas a partir do final de 2012.
Em vez de terminarem em .org ou em .net, os endereços na Internet poderão terminar no nome da empresa.
"Trata-se da maior mudança relativa aos nomes de domínios desde a criação do .com há 26 anos", garantiu o director da empresa especializada em serviços de Internet Melbourne IT Digital Brand Services, Theo Hnarakis, citado pela agência France Press.
De acordo com o mesmo responsável, as empresas que vão beneficiar mais da decisão da ICANN serão as "grandes marcas com marketing claro e uma estratégia orientada para o cliente, que lhes permitirá explorar o seu nome de forma competitiva", como a Apple, Toyota ou BMW.
Os novos domínios poderão ser categorizados por temas como indústria, geografia e etnia.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

não é boxe, é inteligência
André dá violento soco no dragão!
Há 15 dias houve um indício, há três foi 
o ataque do Chelsea. ‘Bomba’ entre portistas

E agora, quem sucede a André Villas Boas? Na louca corrida informativa que foi o dia de ontem, nos sites, em blogs, nas redes sociais, foram várias os nomes apontados como hipóteses ou preferências, de Jorge Costa, sem dúvida o mais citado - tem contrato com o Cluj mas pode desfazê-lo a qualquer momento -, a José Peseiro, treinador que está actualmente no desemprego e que também é muito do agrado de quem manda no futebol portista.
Pinto da Costa ficou com a batata quente na mão, mas estaria eventualmente prevenido para esta possibilidade, portanto, o nome do novo técnico estará já acertado ou, pelo menos, conversado. E nem é ddescabido falar-se igualmente de Leonardo Jardim, recentemente apresentado como novo técnico do SC Braga.
O dia foi terrível para os lados do Dragão. Pinto da Costa e Antero Henrique juntaram-se de manhã num hotel na zona da Boavista, mas nem será muito anormal, uma vez que diversas vezes vão ali tomar o pequeno-almoço. O anormal da história foi que estiveram mais tempo do que o costume, saindo do local ao final da manhã. Se se encontraram com alguém, não se sabe, mas seguramente que o assunto foi André Villas Boas e os novos tempos que aí vêm.
O FC Porto teve uma primeira indicação das intenções do Chelsea há 15 dias, mas o assunto precipitou-se nesta última sexta-feira, quando o treinador André Villas Boas colocou a SAD ao corrente do que se estava a passar. O Chelsea desembolsa mesmo os 15 milhões.
"A BOLA"

um "rancho" priveligiado
Defesa manda devolver dinheiro 
de promoções 'por arrastamento'
Vários militares dos três ramos das Forças Armadas serão obrigados a devolver o dinheiro recebido em consequência das chamadas "promoções por arrastamento" (graduações realizadas em função de vagas obtidas com militares que são requisitados para funções fora da estrutura dos Ramos) e o Ministério da Defesa terá que tomar medidas para eliminar a prática de actos ilegais na gestão de recursos humanos no Exército, Marinha e Força Aérea.
Tudo está consagrado num despacho de Teixeira dos Santos, datado de 3 de Junho, a que o CM teve acesso, e que dá ordens directas ao ministro da Defesa para impedir as "promoções em cascata" sempre que um militar é chamado a um cargo fora dos ramos, como é o caso dos "adidos" militares.
De acordo com as conclusões de uma auditoria realizada pela Inspecção-Geral de Finanças (IGF) em Abril, o aumento irregular das despesas com pessoal nos três ramos das Forças Armadas foi consequência directa "da prática de actos ilegais relacionados com a gestão dos recursos humanos".
No mesmo documento refere-se que o ministro da Defesa terá que tomar medidas legislativas "tendo em vista um eficaz controlo do número de efectivos militares dos Ramos existentes em cada momento e tendo especialmente em conta o facto de os militares dos quadros permanentes que vão exercer funções temporariamente fora da estrutura orgânica dos Ramos (situação de adidos) deixarem de ocupar vaga no respectivo quadro e, bem assim, de integrar os quantitativos auto-rizados, criando também condições para a ocorrência de promoções para os respectivos postos e, sucessivamente, para os postos inferiores das categorias em causa".
O ministro da Defesa, Santos Silva, solicitou à Direcção-Geral de Pessoal e Recrutamento Militar para que elabore uma proposta de medidas legislativas no sentido de corrigir as ilegalidades detectadas pela Inspecção-Geral de Finanças e a apresente ao novo Governo.
"CORREIO DA MANHÃ"

mera estatística
Passos chega a primeiro-ministro com a mesma idade 
que Cavaco num governo sem engenheiros
O Governo de Pedro Passos Coelho não é o mais novo da democracia. Há 16 anos, Cavaco Silva escolheu um Executivo com a mesma média de idades: 47 anos. Passos Coelho assume hoje a liderança do Governo com a mesma idade que o actual Presidente da República tinha em 1985: 46 anos.
O Governo que hoje toma posse – o XIX Governo Constitucional – é um dos mais novos da democracia. A média de idades do primeiro-ministro e dos novos 11 ministros é de 47 anos, precisamente a mesma dos ministros e do líder do Executivo do primeiro governo liderado por Cavaco Silva e que tomou posse em 1985.
Na altura, o ministro mais velho era Leonardo Eugénio Ramos Ribeiro de Almeida, ministro da Defesa Nacional, com 61 anos.
Agora, esse “posto” cabe a Nuno Crato, que assume a pasta da Educação com 59 anos.
Curiosamente, os membros mais jovens dos dois Governos são mulheres. Em 1985, Leonor Beleza assumiu a pasta da Saúde com 37 anos. Hoje, Assunção Cristas toma posse como ministra da Agricultura, Ambiente, Mar e Ordenamento do Território com 36 anos.
Outra das coincidências entre os dois Governos é o facto de tanto Cavaco Silva, em 1985, como Passos Coelho, assumirem o cargo de primeiro-ministro com a mesma idade: 46 anos.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

socratadas
Dívida das empresas públicas disparou 
18% no primeiro trimestre
A dívida remunerada das empresas do Estado disparou no primeiro trimestre deste ano face a igual período do ano passado.
As empresas públicas não financeiras elevaram a dívida 18% entre Março de 2010 e o mesmo mês deste ano. A dívida cresceu 3,86 mil milhões de euros, para 25,22 mil milhões, segundo o relatório da actividade do sector empresarial do Estado nos primeiros três meses do ano. O documento tem data de 15 de Maio e cobre um período em que já tinham sido fixadas metas para o controlo do endividamento das empresas do Estado, no quadro do Programa de Estabilidade e Crescimento, cuja versão inicial data de Março de 2010.
O endividamento líquido das empresas não devia subir mais de 7% em 2010 face ao ano anterior, mas houve várias excepções. São alguns desses casos que explicam a forte subida do endividamento das empresas públicas.
A Parpública, holding que detém o capital da maioria das participações do Estado, subiu 46% o seu endividamento face ao primeiro trimestre de 2010. Em Março, a holding tinha um passivo remunerado de 5308 milhões de euros. Na Estradas de Portugal, a dívida remunerada aumentou 25% e um conjunto de empresas não identificadas elevou a sua dívida em mais de 100%. Já no problemático sector dos transportes, a dívida remunerada cresceu apenas 4,1%. Mas a Refer aumentou o endividamento em 775 milhões de euros.
Não obstante, a Direcção-geral do Tesouro e Finanças sublinha que excluídas as excepções - oito empresas entre as quais Parpública, Parque Escolar, Águas de Portugal, ANA - o tecto de 7% ao aumento da dívida foi cumprido. Porém, o relatório sobre o último trimestre de 2010 não é público.
O crescimento da dívida e o agravamento das condições de financiamento explicam a degradação de 13,8% dos resultados financeiros, que pioraram 101 milhões de euros no período. Porém, o relatório indica uma melhoria dos resultados das empresas públicas no primeiro trimestre. O resultado operacional foi positivo 78 milhões de euros, contra prejuízo de 69 milhões em Março de 2010. O sector público continua a apresentar prejuízos - 36 milhões de euros -, mas recuperou 78% face a Março de 2010. Um dos responsáveis foi a Metro do Porto, que apresentou lucros na casa dos 60 milhões de euros. Na saúde os prejuízos caíram.
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não há dinheiro para comer
Indústria agro-alimentar perdeu 
700 milhões de euros no primeiro trimestre
O alerta partiu do director-geral da Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (FIPA), que sublinhou, em entrevista à Agência Lusa que o sector “já está a ser afectado pela redução do consumo” e pode “resvalar para uma situação de encerramento de empresas e de deslocalizações”, pondo em causa cinco mil empregos.
“Tudo aquilo que a indústria alimentar compra está mais caro”, salientou Pedro Queiroz, acrescentando que as matérias-primas têm tido aumentos médios de 20 por cento e, nalguns casos, de 50 por cento.

Espanha tem vantagem fiscal

O responsável da FIPA apontou para a “enorme desvantagem fiscal que existe face a Espanha”, cuja taxa de IVA média ponderada para os alimentos é de 7,8 por cento, comparativamente aos 10,4 por cento de Portugal, apelando a que sejam equacionados “cenários que permitam um equilíbrio entre a competitividade do país e as necessidades da indústria”.
Pedro Queiroz disse que é necessário mexer na fiscalidade, mas sublinhou que esta reestruturação não passa necessariamente pela redução do IVA: “O equilíbrio do IVA face a Espanha pode ser feito de várias formas”.
Questionado sobre o impacto da redução da Taxa Social Única (TSU) para as empresas do sector agro-alimentar, considerou que pode ser, ou não, positivo.
“Se a redução tiver de ser compensada por outro lado, nomeadamente através do aumento das receitas fiscais, essa medida não vai ter grande impacto na indústria alimentar. É preciso perceber o pacote em que isso vem incluído”.
O director-geral da FIPA frisou que a necessidade de resolver os problemas financeiros do país não deve pôr em causa a competitividade e afirmou que, “sem empresas fortes no mercado interno, não há hipóteses de ter empresas fortes a nível da exportação”.
"PÚBLICO"


4 - MÃOS CRIATIVAS
 





 
21 - RESPOSTAS DE MADRE TERESA DE CALCUTÁ

17 - CÓDIGOS DOS ÍNDIOS

 

JORNAIS DE HOJE



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BOM  DIA