terça-feira, 24 de maio de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

MOTIVAÇÃO




Motivação!!!

Os HOMENS só dão o melhor de si quando encontram-se muito e bem motivados.
Tendo em conta que nem sempre o dinheiro constitui a maior motivação, veja a imagem abaixo.
Esta WC é uma inovação e constitui uma bela proposta para os Gestores de Recursos Humanos criarem e elevarem os níveis de motivação dos trabalhadores/colaboradores que, em muito agradecem.

enviado por J. GOUVEIA
EXTRAORDINÁRIOS


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4 - FASCINAÇÃO NOCTURNA






UM PEDIDO EXTRAVAGANTE

FRANCISCO FERREIRA DA SILVA

 
Francisco Ferreira da Silva

A verdade a que temos direito




Está oficialmente aberta a campanha eleitoral para as legislativas de 5 de Junho. Alguns políticos, dirigentes partidários e autarcas começaram imediatamente a mostrar o lado mais negro da política que é, geralmente, classificado como “politiquice”, ou seja a discussão de assuntos sem interesse para o País e que não levam a lado nenhum a não ser à decepção do eleitorado.
Os portugueses sabem que vêm aí tempos muito difíceis. Já foi dito por muitos economistas, pelo Presidente da República e, mais recentemente, pelo Banco de Portugal que, no relatório anual, avisa que o poder de compra das famílias vai sofrer "uma contracção sem precedentes".
Os políticos têm, por isso, de demonstrar respeito pelo sofrimento dos seus concidadãos e para o qual não existe fuga possível. E esse respeito manifesta-se através de uma campanha de verdade, onde se digam exactamente as dificuldades por que todos vamos passar, e não através de malabarismos políticos onde se procura denegrir a imagem do adversário mais directo. Os cidadãos têm mostrado nos últimos actos eleitorais o desencanto que nutrem pela classe política com taxas de abstenção muito elevadas. Ora, é, precisamente, essa abstenção, essa desilusão, que é preciso combater num momento tão difícil da sociedade e da economia nacionais.
As sondagens têm mostrado um eleitorado muito equilibrado em redor dos dois principais partidos - PS e PSD -, a par de um crescimento substancial de intenções de voto no CDS, mas também têm mostrado um número muito elevado de indecisos. Indecisos que podem fazer pender a vitória para qualquer dos lados ou, em alternativa, não se deslocarem sequer às mesas de voto. É para esses que os representantes dos partidos devem falar em primeiro lugar. É a esses que os políticos têm de explicar o que devem fazer para se defender o melhor possível das dificuldades que aí vêm, em vez de passarem o tempo a lançar farpas aos adversários.
O momento é dos mais difíceis a que o País esteve exposto, pelo menos, nas últimas décadas e só uma acção concertada de todos permitirá ultrapassar a situação sem mais custos do que aqueles que já sabemos que vamos ter de pagar pelos empréstimos da União Europeia e do FMI e todos os outros que já tinham sido contraídos no mercado. Portugal não pode falhar no cumprimento das condições a que se obrigou. Poderá renegociar no futuro a taxa de juro com a ‘troika', mas não poderá deixar de pagar as dívidas (a reestruturação de que alguns falam), sob pena de não voltar a ter credibilidade nos mercados nos próximos anos ou mesmo décadas.
Por isso, esta campanha eleitoral terá de ser verdadeira como nunca outra foi. Os portugueses são capazes de fazer sacrifícios para salvar o seu país desde que lhes expliquem, exactamente, como e porque têm de os fazer - como é o caso dos feriados. O eleitorado português, quando o respeitam, tem mostrado ser sábio e realista na hora de escolher o futuro. Só uma política de verdade poderá mobilizar todos, incluindo os indecisos, e preparar Portugal para, nas eleições de 5 de Junho, encontrar uma solução governativa estável e largamente representativa da sociedade portuguesa.
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Francisco Ferreira da Silva, Subdirector

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
23/05/11
5 - O DIA DA TERRA

ALMORRÓIDA DESEMPREGADA



IEFP ignora circular de Novembro e 
limpa 164 mil inscritos dos ficheiros

por Margarida Bon de Sousa

Nova norma ainda não entrou em vigor por falta 
de aplicação informática embora esta rubrica 
tenha tido um orçamento de 9,1 milhões de euros

Uma circular publicada em Novembro do ano passado obriga os centros de emprego a contabilizar pelo menos mais cerca de 164 mil pessoas nas estatísticas do desemprego publicadas mensalmente por aquele organismo. Isto faria subir para 804 mil os que procuram emprego em Portugal, em vez dos 640,3 mil contabilizados em Março.

Além destas 164 mil pessoas, há mais quase 80 mil que foram varridas dos ficheiros do Instituto de Emprego e Formação Profissional entre Janeiro e Março por não terem comparecido às chamadas bimensais. Estes números globais são, por ora, confidenciais e apenas divulgados nas reuniões do conselho de administração, onde têm assento os parceiros sociais. Porém, uma circular interna de Novembro que ainda não é aplicada alertou os serviços para a obrigatoriedade de contabilizarem de uma forma mais clara os inscritos no instituto.

As regras comunitárias de contabilização do desemprego nos centros de emprego, e que agora têm de ser seguidas em Portugal, obrigam a esta maior transparência na divulgação dos dados. Isto significa que os 163,6 mil frequentadores das políticas activas de emprego têm de ser divulgados em conjunto com o número de desempregados ou candidatos a emprego divulgados mensalmente pelo IEFP. Sendo assim, aos 640 392 inscritos nos centros de emprego em Março deveriam ter sido somados os 163,6 mil frequentadores de políticas activas de emprego, o que daria um total de 803,9 mil inscritos no IEFP. Se a este montante somássemos os 27 mil desempregados que não comparecem duas vezes por mês à chamada do IEFP, o valor ainda seria mais alto: 830,9 mil.

A percentagem destes desempregados que não comparecem às chamadas do IEFP ainda é relativamente baixa face ao total de pessoas que se inscreveram nos centros de emprego de Janeiro a Março, entre 3,5% e 4%, mas tem vindo a aumentar sucessivamente. Em Janeiro, o número era de 25,6 mil, em Fevereiro de 26,9 mil e em Março de 27 mil.

A culpa é da informática A nova norma comunitária ainda não entrou em vigor em Portugal "por falta de uma aplicação informática", disse uma fonte do IEFP ao i, realçando que "as aplicações que limpam os ficheiros prevalecem sobre as que o tornam mais transparente". Em 2010 foram inscritos 9,1 milhões de euros para informática no orçamento daquele organismo, montante que foi reforçado este ano em 13,9%, para 10,4 milhões de euros.

A circular normativa em causa, de 17 de Novembro, define como utentes todos os utilizadores, singulares ou colectivos, com mais de 16 anos, que se candidatem a quaisquer das prestações disponíveis nos centros de emprego. O mesmo documento esclarece que todos os centros de emprego devem quantificar como candidatos a pedidos de emprego os desempregados à procura do primeiro ou de um novo emprego, os empregados que querem mudar de trabalho, os ocupados em formação profissional, estágio ou qualquer outra medida activa de emprego e ainda os indisponíveis temporariamente (grávida e pessoas a receber subsídio de doença, por exemplo).

O que acontece é que actualmente são somente contabilizados os inscritos no IEFP disponíveis para ser contratados nos 15 dias anteriores à entrada de um pedido de emprego. Eliminam-se assim os ocupados e os temporariamente indisponíveis - para além dos desistentes, que nem sequer são referidos na nova forma de contabilizar o desemprego.

O desemprego registado terá ainda de incluir num futuro próximo os candidatos que anteriormente se encontravam na situação de inactivos, como estudantes ou pessoas que se ocupavam de tarefas domésticas, os reformados que procuram emprego tendo capacidade para trabalhar e os pensionistas por invalidez ou outras pessoas portadoras de uma incapacidade que desejam trabalhar, desde que não se encontrem afectados por incapacidade absoluta para o trabalho. 

IN "i"
24/05/11
LADY GAGA


MOTOS ALUCINADAS

6 - ARQUITECTOS DO OUTRO MUNDO




16 - SALVAR O PLANETA


CONIMBRIGA

muralha


casa dos repuxos



























casa das suásticas


sem designação

 museu monográfico



APRESENTAÇÃO DE MODELO CADILAC EM XANGAI EM 2009

video

TENHA UM BOM DIA


...não vote nos trigémios


COMPRE JORNAIS


a "troika" ao assalto
Empresas que o Estado tem de privatizar 
deram 237 milhões em dividendos
O Estado vai perder cerca de 237 milhões todos os anos com as privatizações previstas até 2013, tendo em conta os últimos dividendos distribuídos pelas empresas que participa. Sete das 18 empresas a alienar têm gerado retorno para os cofres públicos, directa e indirectamente. A EDP, a privatizar já este ano, tem o maior peso.
Mesmo as empresas que ficam, para já, no espectro do Estado e que representam uma fatia importante de dividendos, como a Parpública e a Caixa Geral de Depósitos (CGD), vão passar a entregar menos dinheiro. Isto porque parte das privatizações atinge empresas detidas ou participadas por estas duas instituições públicas.
A eléctrica portuguesa, onde o Estado detém uma participação de 25,69 por cento, é a que mais pesa nos dividendos a perder, tendo em conta o valor que entregou este ano. Os 159,7 milhões de euros representam 68,4 por cento do bolo total: 237,4 milhões de euros.
O montante que saiu da EDP e entrou nos cofres públicos foi calculado com base num valor de 17 cêntimos por acção, tendo em conta o número de títulos detidos pela Parpública e pela CGD. No caso da empresa liderada por António Mexia, cuja privatização total está agendada para este ano por imposição do memorando de entendimento assinado com a troika, o dividendo é distribuído de forma indirecta, passando pelo filtro da holding que gere as participações estatais e do grupo financeiro público.
"PÚBLICO"

força campeão
Francis Obikwelu corre 100 e 200 m
Um dos dois atletas estrangeiros contratados pelo Sporting para a Taça dos Clubes Campeões Europeus, a realizar no próximo fim-de-semana em Vila Real de Santo António, fraturou um pulso e já não competirá esta época. Sultan Al-Hebshi, da Arábia Saudita, vencedor dos Jogos Asiáticos do ano passado com 20,57 no peso, será substituído por Francisco Belo (18,06 esta época, em pista coberta). O outro estrangeiro, Yoel Tapia, da República Dominicana, chegou ontem a Lisboa, acompanhado do seu treinador, o português Fausto Ribeiro, que lançou Francis Obikwelu em Portugal. Tapia fará os 400 m e integrará as estafetas de 4x400 e, provavelmente, também, de 4x100 m, não correndo os 200 m como inicialmente previsto. Será Francis Obikwelu a “dobrar”, regressando (apenas por esta vez) aos 200 m, que ele deixou de correr devido a problemas no joelho. Fará ainda os 100 e 4x100 m.
"RECORD"

é um estado natural
Corrupção: 
Portugal com "pouca ou nenhuma" 
implementação da convenção anti-suborno
Portugal integra o grupo de 21 países em que existe "pouca ou nenhuma implementação" da convenção anti-suborno da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), indica um novo relatório da Transparency International (TI).
Segundo a TI, organização internacional de combate à corrupção, os países onde a convenção tem "pouca ou nenhuma implementação", a par de Portugal, são a Austrália, Áustria, Brasil, Bulgária, Canadá, Chile, República Checa, Estónia, Grécia, Hungria, Irlanda, Israel, Luxemburgo, México, Nova Zelândia, Polónia, Eslováquia, África do Sul e Turquia.
Segundo a Transparency International, o suborno pode significar um acréscimo de até 25% aos custos totais em aquisições governamentais.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

vão, não hesitem
Suécia está à procura de trabalhadores portugueses
A Suécia está à procura de portugueses para 
trabalharem nas áreas da restauração, saúde e informática

Numa altura em que muitos portugueses ponderam a hipótese de emigrar, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) promove no Porto o Dia da Suécia para interessados que previamente se inscreveram, avança a TSF.
O leque de ofertas inclui profissionais de saúde, engenheiros, trabalhadores de construção civil, restauração e hotelaria.
São empregos disponíveis no âmbito da rede EURES, que promove a mobilidade laboral na Europa e que tem com grande procura. Em Portugal, angariou mais de 6000 novos candidatos no ano passado e nos primeiros três meses deste ano são já 1700.
"DIÁRIO ECONÓMICO"

isto é que vale!!!
Cinquenta anos a lutar pelos direitos humanos
Portugal esteve na génese da criação de uma das organizações mais respeitadas do mundo. AI vai celebrar o 50.º aniversário.
O fim da pena da morte é uma das principais campanhas que a Amnistia Internacional (AI) está a promover para celebrar o 50.º aniversário da sua criação em Londres, a 28 de maio de 1961.
Desde 1961, ano da fundação da Amnistia Internacional, mais 87 países aboliram a pena de morte, tema sobre o qual a AI publica todos os anos um relatório [estima-se que 58 países mantenham esta prática]. São estes documentos, e a informação que recolhe regularmente sobre o desrespeito dos direitos humanos, que fazem da AI uma das mais importantes e influentes organizações não governamentais do mundo. Entre outros princípios, defende o fim dos abusos físicos e psicológicos, da discriminação, e promove a liberdade de expressão.
A AI reivindica mais de três milhões de apoiantes, membros e ativistas espalhados por mais de 150 países, e independência financeira graças à recolha de donativos e receitas de iniciativas.

Portugal na génese

Tudo começou quando o advogado Peter Benenson resolveu levar mais longe a indignação após ler sobre a detenção de dois estudantes portugueses que brindavam à liberdade nos tempos do Estado Novo. Num artigo intitulado «Os Prisioneiros Esquecidos» e publicado no semanário Observer, Benenson anunciava a 28 de maio de 1961 criação de um «Apelo pela Amnistia» que pretendia reunir informação sobre nomes e condições de detenção do que chamou «Prisioneiros de Consciência», designação que perdurou.
Um dos seis casos destacados era o de Agostinho Neto, opositor do regime colonialista português que estava preso desde 1960 e que mais tarde se tornou no primeiro presidente da República Popular de Angola.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

é melhor voar baixinho
Dispersão de nuvem de cinzas poderá 
provocar cancelamento de 500 voos comerciais
A dispersão da nuvem de cinzas proveniente da erupção do vulcão islandês Grimsvotn poderá provocar o cancelamento de 500 voos comerciais na Irlanda do Norte, na Escócia e em partes da Escandinávia, afirmou a agência europeia de tráfego aéreo.
Até agora já foram cancelados entre 200 e 250 voos, afirmou Brian Flynn, responsável da Eurocontrol.
Actualmente, há em média por dia cerca de 30 mil voos na Europa. Entretanto, as cinzas libertadas pelo vulcão chegaram hoje de manhã ao sudoeste da Noruega, mas apenas provocaram pequenas perturbações no tráfego aéreo, anunciou o operador dos aeroportos noruegueses AVINOR.
No Reino Unido, os controladores de tráfego aéreo anunciaram que as cinzas provenientes do Grimsvotn deverão afectar hoje à tarde os voos de e para a Escócia, norte de Inglaterra e Irlanda do Norte.
A agência que controla o tráfego aéreo no Reino Unido e na zona leste do Atlântico afirmou que os aeroportos manter-se-ão abertos mas que os voos poderão ser cancelados entre as 13 horas locais (mesma hora em Lisboa) e as 19 horas.
Quatro companhias aéreas suspenderam os voos que estavam previstos para as próximas horas de e para a Escócia devido à nuvem de cinzas libertada pela erupção do vulcão islandês Grimsvötn.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

chama-se competência
O cilindro azul
Foram 49 vitórias, só 5 empates e 4 derrotas em 58 jogos. Mais um dragão histórico, com quatro troféus na mesma época. De Agosto a Maio, longo, longo registo de superioridade.
Um dragão devorador fechou 2010/11 com a conquista do quarto troféu da temporada, no Jamor, esmagando também o Vitória de Guimarães para atingir o ouro final na Taça de Portugal e apontar às férias já com alguma saudade dos títulos e das comemorações estrondosas que devolveram à cidade do Porto as inundações de azul e branco, também tão simbólicas das grandes conquistas do clube.
A certeza dos números finais atesta a competência da equipa de André Villas Boas ao longo da época e reflecte a superioridade deste FC Porto em quase todas as frentes de combate. Os dragões só não sabem quanto pesa a Taça da Liga, mas agarraram os títulos mais apetecidos e despediram-se, anteontem, de um ano intensamente histórico com os maxilares a doer de tanto sorrir.
Aveiro, Luz, Dublin, Jamor foram as quatro estações da felicidade portista em 2010/11. Agosto entrou no Dragão com o calor da primeira conquista, a Supertaça Cândido de Oliveira, erguida frente ao Benfica naquele que foi um jogo-chave para os primeiros meses competitivos.
Villas Boas e a equipa superaram o exame de fogo com o rival e no plano interno essa vitória projectou emocionalmente o FC Porto para marcha firme e registos de superioridade: os 5-0 ao Benfica, para o campeonato, são um exemplo gritante na caminhada nacional; a conquista do título da Liga no Estádio da Luz tornou ainda mais épico o trajecto na prova que o dragão concluiu sem derrotas.
E também foi na Luz que o FC Porto virou a meia-final da Taça de Portugal para chegar ao Jamor e levantar o troféu da forma que se viu, quatro dias depois da vitória na final da Liga Europa, sobre o SC Braga, em Dublin.
O FC Porto esmagou (quase) em toda a linha. Foram 49 vitórias e apenas cinco empates e quatro derrotas num total de 58 jogos. Foram, também, 145 golos marcados, menos três que, por exemplo, o Real Madrid em toda a época merengue.
"A BOLA"

para além de exames domingueiros...
Independente: 
Esquema à ‘Dona Branca’ trama Rui Verde
Natália de Carvalho Serrano, irmã do arguido Amadeu Lima de Carvalho no caso da Universidade Independente (UnI), exige de Rui Verde (ex-vice-reitor) o pagamento de 580 mil euros, valor – 500 mil de capital próprio e 80 mil euros de juros –investido num esquema semelhante ao de ‘Dona Branca’.
Além de Natália de Carvalho Serrano, na sessão de esta segunda-feira foram ouvidos no Tribunal de Monsanto, Pedro Assis de Oliveira, legal representante do BCP (também assistente), e o arguido Rui Verde que pediu para prestar esclarecimentos sobre um cheque emitido à Teixeira Duarte.
Inicialmente prevista para ser ouvida durante a manhã, Natália de Carvalho Serrano só conseguiu falar à tarde, no reatamento do julgamento, uma vez que os nervos impediram-na de articular qualquer palavra quando entrou na sala do Tribunal de Monsanto. Após o almoço, já mais calma, Natália de Carvalho Serrano disse ter investido cerca de 500 mil euros em aplicações financeiras alegadamente de Rui Verde.
"O meu irmão falou-me que Rui Verde era professor na universidade, que até era casado com uma juíza, e que nós, aplicando o dinheiro, iríamos receber muito mais do que se estivesse no banco", afirmou a assistente no processo, explicando como era feito o negócio: "Eu entregava o dinheiro ao meu irmão, que depois o entregava a Rui Verde. Sempre pensei que pudesse confiar, porque até era um professor casado com uma juíza".
Na sua intervenção, a irmã de Amadeu Lima de Carvalho disse nunca ter desconfiado de que algo poderia não estar correcto. "A primeira vez, em 1997, entreguei 10 mil contos [50 mil euros] e passados 18 meses, recebia o equivalente em juros. Eu confio no meu irmão e tudo estava a correr bem", referiu Natália, reconhecendo que só mais tarde, em 2005, começou a notar que alguma coisa estava errada: "Em Dezembro de 2005 fui com o meu marido e o meu pai à universidade para falar com Rui Verde. Nessa reunião tive de chamar a polícia e ele acabou por fazer uma declaração de dívida a assumir que nos devia dinheiro".
"CORREIO DA MANHÃ"

simplex ou socratex
Cartão de Cidadão tem problemas de segurança 
e assinaturas podem ser falsificadas
Investigadores da Universidade de Coimbra dizem que o software do cartão tem falhas que o tornam acessível a qualquer pirata informático. A Agência para a Modernização Administrativa, que gere o cartão, diz que nunca houve nenhum problema.
O software associado ao Cartão de cidadão apresenta falhas de segurança que permitem desbloquear assinaturas digitais e falsificá-las. O alerta foi lançado por Francisco Rente, investigador da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), segundo o qual o problema reside no software "inicialmente desenhado para integrar serviços do Estado como sejam o portal das Finanças, portal do Cidadão ou o da Empresa".
Francisco Rente, que coordena o Computer Security Incident Response Team (CERT/IPN), salienta que quem desenhou a arquitectura geral do software "descartou a possibilidade do computador dos utilizadores estar infectado".Assim, se isso acontecer, torna-se possível que um pirata informático possa "não só saber o pin [chave de acesso] que desbloqueia as assinaturas do cartão de cidadão como falsificar a assinatura digitalmente", avisa o especialista em declarações à agência Lusa.
"O problema não está no cartão físico, que é extremamente seguro, mas sim no software. Quem vá fazer uma assinatura digital no Portal das Finanças ou Portal da Empresa pode ver os seus dados capturados levando à possibilidade da assinatura ser falsificada vezes sem conta", avisa Francisco Rente.
O especialista revela que alertou a Agência para a Modernização Administrativa (AMA) em 2007,durante a realização de um seminário técnico sobre o cartão de cidadão "mas nada foi feito".
Segundo a Lusa, já na semana passada, num fórum da Internet especializado em tecnologia, um programador informático também assinalou uma falha de segurança "no mecanismo de emissão de assinaturas" digitais, associada à utilização do cartão em sistemas operativos Linux. Ricardo Mendes disse à Lusa que a falha foi identificada há cerca de dois meses e sublinha tê-la "reportado de imediato" aos serviços do Cartão de Cidadão, "mas ainda hoje continua por resolver".
E refere também outros "elos fracos" no software, apontando a forma como é pedido ao utilizador que insira a chave de acesso. O sistema "ao invés de usar teclados virtuais como nos serviços bancários online, usa uma janela com uma caixa de texto. Este mecanismo é bastante
inseguro pois caso exista [no computador] algum keylogger [programa malicioso que regista secretamente tudo o que é introduzido pelo teclado] o pin poderá facilmente ficar comprometido", explicou.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

lavandaria "Portugal" políticamente certificada
Lavagem de dinheiro em Portugal 
é “preocupante”
Portugal é “um país preocupante” em matéria de “lavagem de dinheiro”, revela um relatório oficial do Departamento de Estado norte-americano. Portugal está integrado num grupo de 70 países com este grau de ameaça.
O estudo, analisado pelo Diário de Notícias, revela que o “lavagem de dinheiro” está relacionada com o tráfico de estupefacientes. O Departamento de Estado da Administração de Barack Obama refere que Portugal tem todas as "vulnerabilidades” que o colocam na categoria de “preocupante”.
Para realizar este relatório, os investigadores fizeram uma análise às “vulnerabilidades de cada país em relação à lavagem de dinheiro, à conformidade das leis nacionais com os padrões internacionais, à eficácia da acção dos Governos e à vontade política para tomar as medidas necessárias”.
Para tornar mais eficaz o combate a este tipo de crime, os países são divididos em três grupos, de acordo com a gravidade da situação: os de “preocupação primária”, os “preocupantes”, o caso de Portugal, da Bélgica, da Irlanda, da Bulgária e da República Checa, e os a “monitorizar”.
Espanha, Áustria, França, Alemanha, Grécia, o Liechtenstein, Luxemburgo, Inglaterra e a Holanda são os países europeus que se encontram no grupo de países de preocupação “máxima”, tal como a Colômbia, o Afeganistão, o Japão e até mesmo os Estados Unidos.
No relatório explica-se que a classificação depende mais da quantidade de dinheiro “lavado” do que propriamente das medidas para combater este crime adoptadas pelos respectivos Governos.
"i"
11 - VISLUMBRE NO CAMPO




17 - RESPOSTAS DE MADRE TERESA DE CALCUTÁ


13 - CÓDIGOS DOS ÍNDIOS

 

JORNAIS DE HOJE


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