quinta-feira, 12 de maio de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA



Uma velhinha passa em frente à um posto de saúde e vê uma enorme fila para distribuição de camisinhas.
Curiosa, ela pergunta ao rapaz que está em último na fila.
- Mocinho, com licença. Pra quê que é essa enorme fila?
O cara, meio tímido não quis dizer a verdade para a vovozinha:
- Ah! Tão distribuindo manga.
E a velhinha toda feliz: - Oba! Eu adoro manga!
O sujeito então disfarça, sai fora da fila e vai embora envergonhado.
Quando chega a vez dela de ser atendida o balconista do posto, surpreso, perguntou?
- Oh! E aí vovó, a senhora ainda trepa?
A velhinha com medo de subir no pé de manga, responde:
- Trepar eu não trepo não. Mas se botar na minha mão eu chupo que é uma beleza.

Namorada de George Clooney despe-se pela PETA





Elisabetta Canalis é a mais recente aquisição da organização de defesa dos animais PETA. A namorada de George Clooney aceitou despir-se para angariar fundos para a missão dos activistas.

UMA  NOTÍCIA  DIFÍCIL




1 – DELICIOSA AMIZADE


8 - FOTOS INVULGARES
JOGOS OLÍMPICOS DE 2008

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JOSÉ FERREIRA MACHADO

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Que Lata!



Estamos em campanha eleitoral aberta. Todas as campanhas são propícias a exageros, demagogias e mesmo inverdades. Devemos estar preparados para isso e saber perdoar. Mas, mesmo assim, tenho ficado impressionado com os níveis de desfaçatez dos spin doctors governamentais.
Na minha ingenuidade, esperaria algum decoro por parte de quem conduziu os destinos do país num trajecto que desembocou na mais grave crise da nossa memória colectiva. Não esperaria um mea culpa generalizado. Mas não ouvir a mais modesta autocrítica, a mais breve menção de um – um só que fosse! – erro de avaliação, ou o mais ténue sinal de que, podendo voltar atrás, se teria feito algo diferente, roça o domínio patológico. A decência mandaria que, mesmo alijando a culpa, se assumisse a responsabilidade. Mas não, tanto a culpa como a responsabilidade são de terceiros: os especuladores, a conjuntura internacional, os alemães, os patrões, os inimigos do Estado-Social, o PSD e, também, o Presidente. É o comandante do Titanic atribuindo todas as culpas ao iceberg.
A mais evidente prova da incapacidade de aprender com o passado recente é o programa eleitoral do PS. É um documento que poderia perfeitamente ter sido escrito para as eleições de 2009. Um documento que persiste na defesa de um Estado-Social já em grande medida inexistente e inviável nos seus contornos mais generosos. Um documento que insiste no mito de uma modernidade gerada pela ciência e pelo empreendedorismo. Um documento que ignora completamente a experiência dos últimos dois anos. Um documento que propõe políticas como se não existisse um acordo a ser assinado com a troika. O programa eleitoral do PS está tão desligado da realidade que refere que o défice orçamental em 2010 foi 6,8% do PIB, 2,5 pontos abaixo do valor real.
Não aprender com as insuficiências e os erros é grave, pois significa que os voltariam a repetir no futuro. Só por isto é razoável dar oportunidade a outros timoneiros.
PS: A lata (e falta de sentido de Estado) atingiu os píncaros na passada terça-feira: o primeiro ministro, ladeado por um muito encavacado ministro das Finanças, anunciou durante o intervalo de um jogo de futebol aquilo que o acordo com a UE/BCE/FMI não era. A orquestra toca, os passageiros jantam e o comandante do Titanic anuncia que, afinal, não embateram num rochedo. 

IN "SOL"
09/05/11
19 - RECEITAS
 
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5 – SEGREDOS OBSCUROS


CARLOS PAREDES & FERNANDO ALVIM














AGUARDENTE



Você sabia?

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam aofogo.
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Porém, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
O que fazer agora?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA'.
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE'
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.
(História contada no Museu do Homem do Nordeste).
Não basta beber, tem que conhecer!








Bebum bem informado
é outro departamento!
DOAÇÃO




OBRIGADO CARACOLETA

  4– MODELOS A DORMIR







2 - A M I G O S







1 - TERRA: UM OÁSIS CÓSMICO







6 - PUBLICIDADE  IMAGINATIVA





6 - FILOSOFIA PARA A VELHICE

21 - PALHAÇOS



E ESPANHA AQUI TÃO PERTO

BOM  DIA