quinta-feira, 28 de abril de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

13 - EPITÁFIO




1 -  A SUSPEITA



Filme de animação realizado por José Miguel Ribeiro em 1999.

continua amanhã e depois à mesma hora

DA RÚSSIA
4X4 REVOLUCIONÁRIO

video

10 - IPSIS VERBIS


JOSÉ MOURINHO


"Sim, estamos eliminados. Algumas vezes dá-me nojo viver neste mundo, mas é o nosso mundo..."

"Guardiola é um treinador fantástico mas ganhou uma Liga dos Campeões que a mim me daria vergonha de ganhar, com o escândalo de Stamford Bridge. Neste ano, se a ganhar, será com o escândalo de Bernabéu"

"A UEFA não deixa ninguém ninguém jogar contra eles. Será do patrocínio da Unicef?"


IN "RECORD"
28/04/11



6 - FOTOS INVULGARES
JOGOS OLÍMPICOS DE 2008



CLIQUE PARA AMPLIAR












MAIS BARATO NÃO HÁ





VITOR BENTO

.

Sobre o ‘rating’


Muito se tem falado sobre as agências de ‘rating’, mas, a avaliar pela maioria das opiniões, a ignorância sobre o assunto é vasta.

Poucos parecem saber que as agências não avaliam quem escolhem, mas quem quer ser avaliado. São os devedores que pedem às agências que lhes atribuam notas e pagam para isso uma taxa periódica (que não é barata). Portanto, se não querem ‘ratings', têm bom remédio: cessem os contratos e digam que não querem mais notações.

Depois, há a ideia de que as agências são um produto americano, a que se acrescentam, muitas vezes, intencionalidades ocultas, como a destruição do euro. As três principais agências - S&P, Moody's e Fitch - operam, de facto, a partir dos EUA. Mas a Fitch é detida maioritariamente (60%) por um grupo francês, Fimalac, e é o resultado de uma fusão (de que resultou o controlo maioritário europeu) entre a agência europeia IBCA (especializada em ‘rating' bancário) e a "pequena" agência americana Fitch.


Há mais agências no mundo e até em Portugal existe a CPR. Só que essas - com excepção, talvez, da japonesa JCR -, além de pequenas, não conseguiram suficiente projecção mundial para ombrear com as "três grandes".

Mas se ter ‘rating' é escolha dos devedores (e estes pagam para o ter), porque é que não abdicam dele? Porque isso lhes reduziria significativamente a base de investidores potenciais (e, consequentemente, a ‘pool' de investimento) a que querem aceder, na expectativa de conseguir custos de financiamento duradouramente mais baixos do que se estivessem dependentes apenas da exígua base de quem os conhece directamente. E porque é que os ‘ratings' alargam a base de investidores potenciais? Porque funcionam como uma espécie de "certificação" do devedor.

Imagine-se um fundo de pensões no Iowa americano, que quer investir em obrigações. Se quisesse escrutinar todos os emissores com títulos no mercado teria que analisar as contas dos quase 200 países e dos vários milhares de empresas do mundo. O custo de tal tarefa seria insuportável para o benefício esperado, pelo que acabaria por se confinar a investir na meia dúzia mais conhecida (e mais rica).

Agora imagine-se que há milhares de investidores nas mesmas circunstâncias e percebe-se que isso cria uma oportunidade de negócio para quem se disponha a fazer essa avaliação, disponibilizando os resultados numa notação sintética e facilmente apreensível: é o que fazem as agências de ‘rating'. É por isso, pois, que os devedores pagam para ter ‘rating': para constar do "radar" de todos os investidores mundiais.

E é por isso também que se verificou uma concentração de agências: perante uma multiplicidade de ‘ratings' para os mesmos devedores, que acabava por complicar a sua própria esccolha, os investidores foram convergindo na preferência por duas ou três, que foram ganhando mais reputação, e foram estas que acabaram por prevalecer, com o papel (talvez demasiado) dominante que hoje têm. O remédio? Como em qualquer outra actividade, a mais concentração terá que corresponder mais regulação.

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
21/04/11

18 - RECEITAS
CLIQUE 2XS PARA PODER LER

Se quiser saber o início da 1ª receita consulte o
nº 17 - RECEITAS editado em 21/04/11
 
 

9 - IPSIS VERBIS


JOSÉ LELLO


"Nogueira Leite, pertence àquela classe de transfugas políticos, ditos independentes que, saltitando, apenas visa 'abifar uns tachos', pois ideologia é coisa que arde sem se ver"

 “Agora [Leite], aderiu a Passos Coelho, perdão, ao PSD. Já se via até ministro. Azar dele! As expectativas de vitória caíram para perspectivas de derrota. Depois, alienado, passou de protegido do chefe para um papel secundário, o de bardo de Asterix! Quem é o nabo, quem é?", pergunta José Lello ao conselheiro económico de Passos Coelho


3 – SEGREDOS OBSCUROS


ALMORRÓIDA OBSERVADORA


DECO alerta que portugueses não têm consciência 
da gravidade da situação


Os processos de sobreendividamento e os pedidos de ajuda para fazer face às dívidas acumuladas continuam a aumentar na DECO, alerta a responsável por este apoio, afirmando que as pessoas ainda não se aperceberam da real gravidade da situação.

"Os pedidos de ajuda estão a aumentar significativamente. Há mais processos abertos mas também mais pessoas que nos contactam a pedir ajuda. Ainda não temos o número global de processos entrados em Abril, mas do que conhecemos é garantido que já ultrapassaram grandemente os do ano passado", disse à Lusa Natália Nunes, coordenadora do gabinete de apoio ao sobreendividamento (GAS).

Na opinião desta especialista, as pessoas ainda não se terão apercebido da gravidade da situação e da necessidade de serem cada vez mais responsáveis com dinheiro. "Vemos que continuam sem fazer o orçamento familiar, sem saber onde estão e como estão a gastar o seu dinheiro", relata.

Natália Nunes alerta que com as taxas Euribor a subir, os preços a aumentar, o desemprego alto e os cortes salariais, o mais provável é que o sobreendividamento aumente face ao ano anterior.

"As pessoas têm que ser mais responsáveis e a melhor forma é fazer um orçamento familiar. Existe uma grande falta de literacia financeira, o que leva as famílias a tomar decisões erradas e a não gerir bem o seu dinheiro", considera.

O principal problema é que estas pessoas recorrem a créditos sem terem em conta a sua taxa de esforço, ou seja sem saberem a implicação que vai ter no orçamento.

"Têm uma noção dos seus gastos, mas da noção até à prática vai uma grande distância. Já têm prestações de créditos para casa e para carro e estas são a somar a outras, sendo que para a habitação é uma taxa variável", acrescenta.

Esta é, aliás, uma realidade que se começa a sentir, uma vez que já há pessoas a pedir ajuda por estar a subir a Euribor e, consequentemente, o crédito à habitação.

Esta opinião é partilhada pela secretária geral da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC), Susana Albuquerque, que considera que falta aos portugueses educação financeira.

Contudo, afirma que se começa já a notar um "comportamento prudente" da parte dos consumidores, a acompanhar a conjuntura, em particular o aumento de desemprego. "Há maior consciência financeira, é muito notório que as pessoas ganharam uma consciência que não tinham, de como é importante poupar e ter uma almofada financeira", afirma.

Para a especialista, a crise constituiu uma abertura dessa consciência financeira e fez ver às pessoas que têm outras opções que não consumir.

"Nunca tivemos tanto interesse e pedidos para aconselhamento personalizado e para ações de formação. Isto aprende-se e pode-se começar a qualquer altura".

Nos primeiros três meses deste ano, a DECO abriu 1.015 processos de ajuda ao pagamento de dívidas, mais 183 do que no ano anterior. Desde 2008, este número quase quadruplicou.

Só em Março foram 403 os processos abertos, mais 42 do que no mês anterior. Segundo dados da DECO, cerca de 46 por cento das famílias têm entre um e três créditos, 35 por cento entre quatro e sete créditos, 13 por cento entre oito e dez créditos e ainda há 5,5 por cento de famílias com mais de dez créditos.

A principal causa das dificuldades destas famílias é o desemprego (29,8 por cento), seguida de doença (16,5 por cento). 


IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
28/04/11

ALA DOS NAMORADOS

4 - BELEZAS ESCULTURAIS
(nos jardins da China apenas com plantas)














BARCELONA

video

2 – MODELOS A DORMIR








6- COISAS DA VIDA








5 - ERROS  HISTÓRICOS





TENHA UM BOM DIA............


... cuidado eles "andem" aí


COMPRE JORNAIS


absolutamente!!!
Pai da flexisegurança diz que Troika vai demolir protecção dos trabalhadores portugueses
A "troika" vai tentar destruir os mecanismos sociais de protecção dos trabalhadores portugueses, considerou, em entrevista à agência Lusa, o antigo primeiro-ministro dinamarquês Poul Rasmussen e criador da flexisegurança.
Economista, actual presidente do Partido Socialista Europeu e, enquanto primeiro-ministro da Dinamarca, entre 1993 e 2001, o primeiro a adaptar a nova forma de regular as relações laborais - com mais flexibilidade para contratar, despedir e organizar o trabalho em troca de medidas compensatórias de protecção do trabalhador e dos desempregados -- Rasmussen mostrou-se pessimista face ao futuro das relações laborais em Portugal.
A 'troika' da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional (FMI) "esqueceu-se do que é a flexisegurança", acusou Poul Rasmussen, na entrevista à agência Lusa, culpando o que chama de "maioria conservadora" na Europa e nas instituições comunitárias.
"Por isso, receio que a pressão da União Europeia (UE) e do FMI seja no sentido de desmantelar a protecção dos trabalhadores, de questionar os mecanismos de negociação colectiva. E, deixe-me dizer, eu desaconselharia profundamente a UE e o FMI a exigir a Portugal que acabe com a negociação colectiva", acrescentou.
Admitindo estar "muito, muito preocupado" com as exigências que a 'troika' vai fazer a Portugal, no que toca ao mercado de trabalho, o antigo primeiro-ministro dinamarquês afirmou que cabe agora a Portugal lutar para conseguir os melhores resultados das negociações.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

justiça social???
IRS. Saúde, educação e imóveis: 
quem mais tem mais recebe
As disparidades são enormes na despesa fiscal do Estado dividida por escalão de rendimentos. Os escalões mais altos conseguem ir buscar mais 193% (192 euros contra 566 euros) em saúde do que os contribuintes com rendimentos mais baixos. Na educação a diferença é de 292 euros
Com 1,42 milhões de declarações de rendimentos - de um bolo global de cerca de 4,7 milhões de declarações entregues anualmente - a ter direito a deduções fiscais correspondentes a despesas com educação e formação, a despesa fiscal neste capítulo chegou aos 291 milhões de euros em 2009. No escalão mais baixo do IRS, até 4,7 mil euros de rendimento declarado no ano, a dedução média é ridícula: são 9,35 euros para cada uma das 522 mil declarações que apresentaram destas despesas. O valor que acaba por empurrar a média dos três escalões de rendimentos mais baixos para uma dedução em IRS com educação e formação de 141 euros - seria de 251,4 euros retirando o escalão mais baixo. Já nas contas sobre quem declara rendimentos mais altos - a partir de 41 mil euros anuais -, a média de ganho conquistado no IRS é de 543 euros por declaração de rendimento, mesmo assim bastante superior aos 251,4 euros dos escalões entre os 4,7 mil e os 17,8 mil euros declarados anualmente.
"i"

empreendedorismo
Chama-se Under Siege e é o primeiro 
videojogo português para a PlayStation
A Sony deu luz verde e o Under Siege, o primeiro videojogo desenvolvido em Portugal para a PlayStation, estaria a partir de hoje na loja virtual da consola PS3, a PlayStation Store – não fosse a Sony ter suspenso o serviço, na sequência de um ataque de hackers.
Trata-se de um videojogo de estratégia, passado na Idade Média e com recurso a elementos do universo do fantástico.
Filipe Pina, um dos seis sócios fundadores da SeedStudios (sediada no Porto) e produtor do jogo, explica a escolha do online: "Antes do Under Siege, produzimos jogos para a Nintendo DS. Por isso, temos experiência do mercado de retalho, que reúne tantos intermediários que acabamos por perder a ligação com o consumidor. Não sabemos especificamente o que se está a passar, se vende bem se vende mal, a nível de marketing não temos controlo nenhum, e o contacto com o utilizador também é nulo."
Por isso, desta vez, Filipe Pina decidiu converter a empresa também em editora. Sem capacidade financeira e logística suficiente para se tornar em uma editora física internacional, a única maneira de o fazer foi de forma virtual: "Ao ser online - o chamado self-publishing - cortam-se os intermediários todos e falo apenas, e directamente, com a Sony, que passa a ser o único intermediário entre mim e o consumidor."
Os cerca de 1,4 milhões de euros investidos neste projecto vieram dos sócios (Norhold e da Linha da Terra - Studios), da banca e do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (IAPMEI) que aceitou a candidatura da SeedStudios, subsidiando 300 mil euros do investimento total do projecto, explicou o produtor.
"Fomos a primeira produtora de videojogos em Portugal a fazer uma coisa dessas, o que foi um processo engraçado para eles (e para nós), porque é uma área de investimento relativamente desconhecida no nosso país", explicou Filipe Pina.
"PÚBLICO"

de pequenino...
Jovem Frederico Silva à espera de Federer
Depois de uma rápida passagem pela fase de qualificação do Estoril Open, o cadete Frederico Silva, de 16 anos, encontra-se nos Estados Unidos até domingo para integrar um reduzido grupo de jogadores que vai fazer várias promoções a uma marca de raquetas na Academia Nick Bollettieri, na Florida.
Trata-se de uma forte aposta no mercado da Prince, que pretende reunir o grupo de elite dos jovens. São apenas meia dúzia de jogadores devidamente escolhidos pela marca. “O investimento é feito cada vez mais cedo e é nesse sentido que se enquadra esta visita aos Estados Unidos. O Frederico também vai participar em vários vídeos promocionais, além de dar o nome a diversas campanhas de marketing”, esclareceu a Record o seu técnico, Pedro Felner.Depois de uma rápida passagem pela fase de qualificação do Estoril Open, o cadete Frederico Silva, de 16 anos, encontra-se nos Estados Unidos até domingo para integrar um reduzido grupo de jogadores que vai fazer várias promoções a uma marca de raquetas na Academia Nick Bollettieri, na Florida.
"RECORD"

corda ao pescoço
IVA, pensões e despedimentos garantidos
Taxas do IVA subiram na Grécia e na Irlanda. Pensões sofreram cortes. Despedimentos foram facilitados. Contratos a termo incentivados. Entrada no mercado de trabalho simplificado. Função pública encolhida. Está tudo na cartilha da 'troika'.
A equipa do FMI, da Comissão Europeia e do BCE aplicou 14 medidas idênticas na Grécia e na Irlanda, várias delas com aplicação quase segura também em Portugal.
O guião passa por aumento de vários impostos, do IVA ao IMI. E arrasta cortes nas pensões e despedimentos mais fáceis. Ao nível de reformas, a prioridade tem sido, até aqui, de acabar com as restrições das ordens profissionais à entrada de licenciados no mercado de trabalho, assim como o incentivo ao emprego em part-time.
O programa específico para Portugal, para já remetido ao mais absoluto segredo, está quase pronto. Deve ser entregue ao Governo no fim-de-semana e divulgado no início da próxima semana. O PSD está disposto a assiná-lo.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

é só entrar
Estado gasta 147 milhões 
com nove empresas em 3 meses
RTP, Lusa e Metro de Lisboa são algumas 
das empresas que agravam esforço financeiro do Estado

O esforço financeiro do Estado com nove empresas públicas ascendeu a 147 milhões de euros nos primeiros três meses deste ano. As garantias concedidas ao Metropolitano de Lisboa no valor de 75 milhões de euros e 32 milhões de euros de indemnizações compensatórias atribuídas à RTP e Lusa assumem o maior peso da factura para os cofres estatais.
Os dados constam do último balanço da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) referentes ao esforço financeiro do Estado que assume formas diferenciadas consoante a respectiva finalidade: indemnizações compensatórias, dotações de capital, empréstimos e garantias pessoais do Estado.
"DIÁRIO ECONÓMICO"

um flagelo
Portimão
Apanhados com 579 doses de droga
Uma mulher e um homem foram detidos numa rua por posse e tráfico de droga. Em comunicado, a PSP adiantou que apreendeu ao casal '576 doses de heroína e três doses de cocaína', um canivete, um telemóvel e uma viatura', A PSP realizou, posteriormente, uma busca domiciliária à residência do detido e apreendeu '458 doses de cocaína, três munições de calibre 6.35 milímetros'
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

a maior parte de vigarices
Oficiais de Justiça dizem ser inaceitável 
que 70% dos processos sejam dívidas
O Sindicato dos Oficiais de Justiça considerou que a credibilidade da Justiça é "afectada" pela morosidade e que "não é aceitável" que 70% dos processos pendentes nos tribunais sejam acções executivas (cobrança de dívidas e penhoras).
Em carta aberta aos dirigentes políticos, o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) fala na necessidade de um programa de valorização da Justiça que passa, entre outros aspectos, pelo poder político "ser firme e rejudicializar a acção executiva", concertando-a com uma "política de optimização dos recursos humanos".
O documento alerta para o "crescendo de crispação entre os operadores judiciários" e para a imagem negativa da Justiça daí decorrente, ao mesmo tempo que defende que se altere a composição e os poderes do Conselho Superior da Magistratura (CSM), permitindo ao Presidente da República uma maior intervenção quando estiver em causa o regular funcionamento dos tribunais.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

o desporto dá alegrias
Todos acreditam que final será portuguesa
Espanhol Jesús Candelas dá favoritismo ao Benfica. No Cazaquistão apostam no apuramento de águias e leões.
Pela primeira vez na história do futsal, duas equipas portuguesas vão disputar o mais importante título europeu de clubes. Benfica e Sporting garantiram lugares na final-four da Taça UEFA e amanhã vão tentar garantir a qualificação para o derradeiro jogo.
Tarefa complicada, é certo, mas que, para a maioria de jogadores, treinadores e dirigentes presentes no Cazaquistão poderá mesmo acontecer. Não se trata de uma bolsa de apostas, mas sim a crença da maioria dos intervenientes: a final será mesmo portuguesa.
"A BOLA"

s.o.s alérgicos
Altas concentrações de pólen no ar
As concentrações de pólen no ar vão manter-se elevadas em todo o país durante a próxima semana, sendo muito elevadas no sul, segundo o Boletim Polínico da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).
Para a semana de 29 de abril a 5 de maio, "as concentrações de pólen no ar mantêm-se elevadas em todo o Continente, sendo os níveis muito elevados no sul".
Já no arquipélago dos Açores prevêem-se concentrações baixas e na Madeira concentrações moderadas. O alerta no Continente vai sobretudo para os doentes com alergia aos pólenes de oliveira, erva parietária e gramíneas, que atingirão concentrações muito elevadas na Estremadura e no sul do país.
No norte e região do Porto, o principal alerta vai para os pólenes de carvalho, pinheiro, bétula e erva parietária. No Centro, os pólenes predominantes são os de carvalho, pinheiro, oliveira e erva parietária. Já no Alentejo, o predomínio é dos pólenes de azinheira, oliveira, ervas tanchagem e azeda, gramíneas e sobreiro.
No Algarve, são esperadas concentrações muito elevadas para os pólenes de oliveira e azinheira.
"CORREIO DA MANHÃ"




4 - PUBLICIDADE  IMAGINATIVA








4 – FILOSOFIA PARA A VELHICE


19 - PALHAÇOS

JORNAIS DE HOJE


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