domingo, 10 de abril de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

  
Uma jovem rebelde e muito liberal entra num bar, completamente nua. Pára em frente do barman e diz:
- Dê-me uma cerveja bem gelada!
  O barman fica a olhar para ela sem se mexer.
- O que é que se passa? -diz ela- Nunca viu uma mulher nua???
- Muitas vezes!
  E então, está a olhar para onde???   
- Quero ver de onde é que vai tirar o dinheiro para pagar a cerveja!

SE NENHUM DESTES RESOLVER OS SEUS PROBLEMAS...
DESISTA!







AO VIVO E A CORES


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ACONTECEU NOS E.U.A. : Nos Estados Unidos existe um programa de TV sensacionalista que quando solicitado por homens ou mulheres que estão sendo traidos, eles vão até o local onde esta havendo a traição e flagram tudo ao vivo e a cores, só que neste dia fatídico a coisa esquentou com nunca havia acontecido antes e ao
final, quem falou mais alto foi uma PT da fabrica Taurus (filial americana), no Calibre 45 ACP - Double Eagle (Águia Dupla).

enviado por MARTINS

SE ÉS UM JOVEM PORTUGUÊS

Se és um jovem português
Atravessa a fronteira do teu País
E parte destemido
Na procura de um futuro com Futuro

Porque no teu País
A Educação é como uma licenciatura
Tirada sem mérito e sem trabalho
Arquitectada por amigos docentes
E abençoada numa manhã dominical

Porque no teu País
É mais importante a estatística dos números
Que a competência científica dos alunos
O que interessa é encher as universidades
Nem que seja de burros

Porque no teu País
A corrupção faz parte do jogo
Onde os jogadores e os árbitros
São carne do mesmo osso
E partilham o mesmo tempero

Porque no teu País
A justiça é ela própria uma injustiça
Porque serve quem é rico e influente
Com leis democraticamente pobres

Porque no teu País
As prisões não são para os ladrões ricos
Porque os ricos não são ladrões
Já que um desvio é diferente de um roubo

Porque no teu País
A Saúde é uma doença crónica
Onde, quem pouco tem
É sempre colocado na coluna da despesa

Porque no teu País
Se paga a quem nada faz
E se taxa a quem pouco aufere

Porque no teu País
A incompetência política
é definida como coragem patriótica

Porque no teu País
Um submarino é mais importante que tu
E o mar apenas serve para tomar banho
E pescar sardinhas

Porque no teu País
Um autarca condenado à prisão pela justiça
Pode continuar em funções em liberdade
Passeando e assobiando de mãos nos bolsos

Porque no teu País
Os manuais escolares são pagos
Enquanto a frota automóvel dos políticos
É topo de gama

Porque no teu País
Há reformas de duzentos euros
E acumulação de reformas de milhares deles

Porque no teu País
A universidade pública deixou cair a exigência
E as licenciaturas na privada
Tiram-se ao ritmo das chorudas mensalidades

Porque no teu País
Os governantes, na sua esmagadora maioria
Apenas possuem experiência partidária
Que os conduz pelas veredas do "sim ao chefe"

Porque no teu País
O que é falso, dito como verdade,
Sob Palavra de Honra !
São votos ganhos numa eleição

Porque no teu País
As falências são uma normalidade
O desemprego é galopante
A criminalidade assusta
O limiar da pobreza é gritante
E a venda de Porsches ... aumenta

Porque no teu País
Há esquadras da polícia em tal estado
Que os agentes se servem da casa de banho
Dos cafés mais próximos

Porque no teu País
Se oferecem computadores nas escolas
Apenas para compor as estatísticas
Do saber "faz de conta" em banda larga

Porque no teu País
Se os teus pais não forem ricos
Por mais que faças e labutes
Pouco vales sem um cartão partidário

Porque no teu País
Os governantes não taxam os bancos
Porque, quando saírem do governo
Serão eles que os empregam

Porque no teu País
És apenas mais um número
Onde o Primeiro-Ministro se chama Alice
Que vive no País das Maravilhas
Mesmo ao lado do teu.
Foge !E não olhes para trás !"
.
*o que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons!*
*Martin Luther King*
HORA DA TERRA 2011


JOÃO GOBERN




Noite negra


Todos nós temos na memória, dos nossos anos de futebol praticado em quintais, em baldios, em ringues, até na rua, aquela figurinha embirrenta e prepotente do menino que, por acaso da fortuna, era o dono da bola. Todos nos recordamos de como o mui sublinhado sentido de propriedade da criatura multiplicava os seus direitos – escolhia os melhores para a sua equipa, escolhia o campo, não raras vezes inclinado, chegava a escolher o árbitro. Ainda assim, caso a marcha do resultado seguisse a um compasso que não lhe interessava, não tinha pejo algum em acabar a partida: simplesmente agarrava na bola e ia-se embora. Confesso que, terminado o Benfica-FC Porto do último domingo, foi de um cromo assim que me recordei quando vi – ou melhor: quando deixei de ver… – a lamentável atitude assumida por algum ou alguns responsáveis do clube de Lisboa, desligando as luzes do estádio quando os novos campeões festejavam o título e dando início ao sistema de rega.

Fiquei estupefacto, embora não tanto como os agentes policiais em serviço que podiam ter-se visto a braços com um berbicacho bem maior do que aqueles que tiveram de suportar antes do jogo começar. A última vez que vi fazer algo de semelhante foi em Camp Nou, quando a “armada invencível” de Guardiola tombou diante dos homens de betão comandados por José Mourinho. Não gostei do mau perder. Ainda menos posso apreciá-lo e, pior do que isso, tentar justificá-lo com atos do passado ou com delitos do presente: aquilo que salta aos olhos do país desportivo (pelo menos daquele que ainda não abdicou dos dois olhos e não adotou uma visão única dos acontecimentos) é um inqualificável ato de mau perder, só comparável a algumas arrogâncias dos que não sabem ganhar.

Pode pensar quem mandou pintar de negro o fim da noite na Luz que estava a prestar um serviço – de desforra – ao Benfica. Nada de mais errado: conseguiu que, além de o FC Porto ser um justo vencedor, do jogo e provavelmente do campeonato, os seus dirigentes ainda pudessem sair do estádio como vítimas. Permitir que Pinto da Costa exercite a sua ironia requentada (mas desta vez justificada) é perder a face não só no encontro e no campeonato, mas também naquilo que se considera ser uma cruzada, um dever em defesa da verdade no futebol. Quando se atira sobre o próprio pé, não se pode esperar que a dor apareça no pé do adversário. E a noite da Luz será lembrada não só como a do título em casa do rival mas também como aquela em que se apagou um bocado da “chama imensa”.

NOTA – Parabéns a André Villas-Boas. Só falta agora racionalizar o discurso. Parabéns a Nuno Gomes. Até na hora mais adversa, não deixou de pensar na equipa. Não é por gente como ele que a Luz (ou a luz?) se apaga.

IN "RECORD"
07/04/11

PÁTIO DA GALÉ | 7 A 17 ABRIL DE 2011

PEIXE EM LISBOA 2011
COM SERGI AROLA E GENNARO ESPOSITO

No total, 23 chefes e 13 restaurantes


O Peixe em Lisboa terá lugar de 7 a 17 de Abril de 2011, aumentando de nove para onze o número de dias de duração deste evento gastronómico que, na próxima edição, regressa ao Pátio da Galé, no Terreiro do Paço, com mais novidades.

Resultado do êxito alcançado nas edições anteriores, a Associação de Turismo de Lisboa decidiu alargar a duração desta sua iniciativa, para a qual estão já confirmados três jovens chefes de origem portuguesa a trabalhar no mundo da alta cozinha, respectivamente em Londres, Nova Iorque e França: Nuno Mendes (uma estrela Michelin), George Mendes (uma estrela Michelin) e Serge Vieira (uma estrela Michelin).

Além destes três nomes, a 4.ª edição do Peixe em Lisboa trará até à capital portuguesa outros chefes de grande prestígio internacional, nomeadamente um dos grandes nomes da cozinha espanhola, Sergi Arola (duas estrelas Michelin), e da cozinha italiana, Gennaro Esposito (duas estrelas Michelin).

Como sempre, o evento contará ainda com a presença permanente de alguns dos melhores restaurantes de Lisboa, de produtores de alimentos e vinhos e de muitas outras actividades e atracções.

Depois de ter decorrido em 2009 e 2010 no Pavilhão de Portugal, o Peixe em Lisboa volta este ano ao Pátio da Galé - local da 1.ª edição (em 2008) -, onde já decorreram obras de beneficiação que vão permitir a oferta ao público de um espaço com toda a qualidade e comodidade.

O Peixe em Lisboa, iniciativa da Associação de Turismo de Lisboa, conta com a produção da empresa Essência do Vinho.

VENHA  AO PEIXE EM LISBOA 
E DIVIRTA-SE!


Já imaginou ter uma selecção rigorosa dos melhores restaurantes de Lisboa num só espaço? E assistir a apresentações de cozinha ao vivo de alguns dos mais conceituados chefes de cozinha da actualidade?

Poderá ainda adquirir produtos gourmet, aprender a cozinhar, sensibilizar os seus filhos para a necessidade de uma alimentação saudável, apreciar vinhos, cervejas e bebidas espirituosas ao som de música ao vivo!

Eis algumas das actividades que irão decorrer entre 7 e 17 de Abril, 
no Pátio da Galé:

apresentações de cozinha ao vivo | mercado gourmet | crianças saudáveis na cozinha | harmonizações com vinhos | restaurantes | cocktails ao vivo | aulas com chefe | grande caldeirada | música ao vivo | vinhos, cervejas, espirituosos, águas e cafés | concurso "melhor pastel de nata" | provas com especialistas


INFORMAÇÃO ÚTIL

Horários

7 Abril: 18h00 às 24h00
8 a 16 Abril: 12h00 às 24h00
17 Abril: 12h00 às 16h00

Bilhetes

Entrada 1 dia: 15€
Entrada 11 dias: 135€
Entrada 1 fim-de-semana: 25€
Entrada 2 fim-de-semana: 45€
Entrada Semana (5 dias): 60€
Entrada Grupo (5 pessoas): 60€

Crianças até aos 12 anos têm entrada livre, desde que devidamente acompanhadas por adultos.
Alunos e docentes das Escolas de Hotelaria também têm acesso gratuito ao evento.

Uma entrada dá direito a uma degustação de 5€.
De 2.ª a 6.ª feira, das 12h00 às 15h00, uma entrada dá direito a duas degustações, de 5€ cada uma.

As restantes degustações serão pagas à parte.

Actividades
Inscrições prévias no site e na entrada do evento sujeitas aos lugares disponíveis.
Todas as actividades têm entrada livre, à excepção das harmonizações que têm um custo de 10€.

4 - PLANETA HUMANO »»» COMO A TERRA NOS FEZ


CANTANDO PARA MUDAR
cantando à volta do mundo


A C E R T I V O S 
(perdoem a verve)










enviado por R.N.Carneiro e J. Couto
 
CURIOSOS


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MUITO DOMÉSTICO


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NOVA METODOLOGIA DE ASSALTO - ÁGUA

Os assaltantes, entram em nossa casa sem necessidade de arrombar a porta e com pessoas no interior, sem qualquer dificuldade.
É derramada água por baixo da porta de entrada. Qual o efeito?
Quem se encontra no interior da residência, ao ver que há água a entrar por baixo da porta, tem o impulso abrir a porta e indagar da sua proveniência.
Abre a porta e o que se passa a seguir é fácil de adivinhar.
É tudo muito fácil e não chama à atenção dos vizinhos.
No intuito de evitarem ser surpreendidos, devem para além das precauções que habitualmente tomam, adoptar mais um procedimento.
Deve aguardar-se algum tempo, analisar o fluxo de água e antes de abrir a porta certificar-se devidamente de que não se encontra alguém no exterior, pode estar sempre alguém escondido.
Não é só em vivendas, que este estratagema é utilizado, antes pelo contrário, é em prédios que se constata a maior incidência.
Na verdade o primeiro impulso de uma pessoa que passa no hall de entrada e vê água a entrar por baixo da porta, é abri-la.
Este método já funcionou, na Zona de Lisboa, em cerca de 50 casos segundo a PSP de Algés. Já a PSP das Antas registou 22 casos e a GNR assume 73 casos nas zonas da Senhora da Hora, S. Mamede Infesta e Rio Tinto/Gondomar.
Não deixem de passar esta informação às pessoas vossas amigas.

3 - A FRUTA TAMBÉM SE COME COM OS OLHOS






3 - ÁFRICA A PRETO E BRANCO







TENHA UM BOM FIM DE SEMANA

.

... Portugal 
       não precisa destes políticos


COMPRE JORNAIS E REVISTAS

insubstituíveis no cemitério...
Jaime Gama: 
"Todos devemos ser substituíveis"
Na hora da despedida da vida política activa (e quando, em surdina, o PS começa a pensar também na sucessão de Sócrates, em caso de derrota nas legislativas), Jaime Gama disse que "a grande lição" que leva é a de que no partido, desde o primeiro minuto, todos consideram "que a intervenção política é um serviço público, que todos somos e devemos ser substituíveis porque não há nenhum de nós que seja insubstituível no nosso coração. O único que não será insubstituível é o Partido Socialista".
Outro aviso forte foi deixado por Gama relativamente à responsabilidade que se colocará ao governo PS, que mesmo em gestão, terá de liderar a negociação dos termos do empréstimo europeu.
Lembrando que “o PS enfrenta a complexidade desse momento eleitoral com a responsabilidade de ter de dirigir esta fase complexa de negociação imperativa com a UE”, dramatizou que essa é uma “negociação
da qual depende o futuro da capacidade imediata de pagamentos pelo Estado e de financiamento das empresas”.
É uma questão absolutamente central da conjuntura presente que recai sobre um governo de gestão. Recai também sobre uma oposição que tem de ser inexoravelmente comprometida. Não com uma agenda de debate abstracto mas de compromisso objectivo e imediato”, assinalou.
"JORNAL DE NEGÓCIOS/SÁBADO"

à rasca
Famílias com apoio da Cáritas são mais 40%
Cerca de 25 mil famílias estão a receber ajuda social 
e económica da Cáritas Portuguesa, o que significa 
um aumento de 40% desde Novembro

Em declarações à margem do Conselho Geral da Cáritas Portuguesa, que reúne até domingo na Figueira da Foz representantes das 20 Cáritas diocesanas do país, Eugénio Fonseca, presidente da instituição, disse que a "velocidade" com que têm surgido os novos casos de pedidos de ajuda leva à existência de "listas de espera" no atendimento.
"Já estamos com pessoas em lista de espera para Maio para poderem ter o primeiro atendimento, a primeira resposta. Isto não pode ser, isto não está no espírito da Cáritas, mas já estão esgotados, estão na exaustão os recursos humanos de que a Cáritas dispõe", afirmou.
Os números revelados relativos ao número crescente de agregados familiares que recorre à ajuda da instituição da Conferência Episcopal que visa promover e dinamizar a acção social da Igreja, dizem respeito apenas a oito das 20 dioceses que compõem a Cáritas, dados que Eugénio Fonseca assume "muito aquém" da realidade.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

o que melhor sabe fazer
Socrates fez bluff
O primeiro-ministro já tinha preparado o pedido de ajuda à UE e ao BCE quando se comprometeu em Bruxelas a avançar com novas medidas de austeridade.
Quando José Sócrates assinou em Bruxelas, no passado dia 11 de Março, o acordo com as medidas do PEC 4 ficou também estabelecido que a esse acordo se seguiria um pedido de ajuda externa a Portugal no valor de 80 mil milhões de euros, apurou o SOL junto de elementos da Comissão Europeia (CE) envolvidos nas negociações.
O compromisso assumido pelo primeiro-ministro português com o Banco Central Europeu (BCE), a CE e o grupo Euro começou a ser negociado no final de Fevereiro e passou pelo encontro, a 2 de Março, em Berlim, de Sócrates e Teixeira dos Santos com a chanceler alemã Angela Merkel.
As crescentes dificuldades de financiamento do Estado português e, em particular, da banca colocaram como inevitável a antecipação das medidas do PEC 4 e a definição de um pacote de ajuda externa a curto prazo.
"SOL" 

um cancro a beneficiar tachos
59.695.200.000
CUSTO COM PPP NÃO PARA DE AUMENTAR
As parcerias público-privadas (PPP) em curso vão custar ¤59.695 milhões até 2050. Os números fazem parte de um documento que serve de trabalho ao conselho de reavaliação das PPP, a que o Expresso teve acesso. Esta verba astronómica, que representa cerca de um terço do produto interno bruto, inclui todas as concessões rodoviárias, que são a grande fatia, mas também a ligação de Alta Velocidade Lisboa-Caia, os hospitais e o sistema de vigilância da costa. O anterior valor conhecido era de 50 mil milhões. É uma fatura que vai pesar todos os anos nas contas do Estado e que será suportada pelas gerações mais novas — inclusivamente por muitos portugueses que ainda não nasceram.
Os anos entre 2016 e 2020 sãode maior pressão nos gastos públicos, quando a fatura anual com as PPP rondar os 2,5 mil milhões. Estes projetos tiveram um rápido crescimento nos últimos anos, como uma forma alternativa de o Estado financiar as suas infraestruturas.
"EXPRESSO"

heróis sem preconceito
Portugal termina Mundial de invisuais 
com seis medalhas
A representação portuguesa terminou os Campeonatos do Mundo da federação do desporto para invisuais (ISBA), em Antalya (Turquia), com seis medalhas, logrando o quarto posto final no «medalheiro».
Com oito atletas, Portugal conquistou três medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze.
Nuno Alves destacou-se ao obter duas de ouro (1.500 e 5.000 metros na categoria de T11 (cegos totais), enquanto Luís Gonçalves logrou uma de ouro (400 metros T12) e uma de prata (200 metros T12). José Rodolfo Alves, Firmino Baptista, Luís Gonçalves e Gabriel Potra garantiram outra prata na estafeta 4x100 T11/T12, enquanto Firmino Baptista deu a Portugal a única medalha de bronze (200 metros T11).
"A BOLA"

afogar mal as mágoas
Álcool é causa de cancro na Europa
Beber álcool a mais é a apontado como a causa para quase dez por cento de todos os cancros nos homens e três por cento nas mulheres na Europa ocidental, segundo uma equipa de investigadores liderada por Madlen Schutze do Instituto Alemão dos Direitos Humanos Nutrição.
Os cientistas alemães analisaram dados de França, Itália, Espanha, Inglaterra, Holanda, Grécia, Alemanha e Dinamarca e encontraram 50 400 de um total de 79 100 casos de certos tipos de cancro – nos tumores do intestino e da garganta – em 2008 foram causados por pessoas que beberam mais do que os limites recomendáveis.
"Muitos casos de cancro poderiam ter sido evitados se o consumo de álcool fosse limitado a duas bebidas alcoólicas por dia nos homens e a uma bebida alcoólica por dia nas mulheres ", afirmou à agência Reuters Madlen Schutze.
"CORREIO DA MANHÃ"

ninguém pensa nos comboios
SCUT: Portagens avançam 
com pedido de ajuda externa
As portagens nas SCUT do interior e do Algarve vão avançar com o pedido de ajuda externa. O governo decidiu a semana passada não avançar com a legislação para introduzir as portagens nas SCUT que faltam mas esta vai ser uma das medidas que vai fazer parte do pacote imposto por Bruxelas.
De acordo com fonte socialista, a introdução das portagens é um dado adquirido e o partido irá apresentar-se em campanha a afirmar que irão avançar.
A decisão do governo de adiar a introdução das portagens foi fundamentada num parecer do Centro Jurídico da Presidência do Conselho de Ministros (CEJUR), segundo o qual a introdução de portagens por um governo em gestão seria inconstitucional.
A Constituição diz que um executivo nestas circunstâncias só pode praticar os actos estritamente necessários à gestão dos negócios públicos.
Acontece que a implementação de portagens nas Scut do Algarve, Beiras Litoral e Alta e Interior e Interior Norte obriga a uma inovação político-legislativa fundamental. Em causa está a revisão dos termos das concessões para introduzir portagens e o respectivo regime de isenções e descontos. A medida fazia parte do PEC (Programa de Estabilidade e Crescimento) aprovado no ano passado em acordo com o PSD. Caso o governo não introduza as portagens até ao final do ano isso significa um impacto de 100 milhões de euros nas contas da Estradas de Portugal.
"i"

exploração dos frágeis
Segurança Social já fechou este ano 
quase tantos lares de idosos como em 2010
Os dados facultados ao PÚBLICO pelo Instituto da Segurança Social (ISS) revelam que os encerramentos no primeiro trimestre de 2011 são quase metade do verificado em 2009, ano em que foram fechados 49 lares, mas ainda estão longe dos 75 de 2008.
Fonte do ISS revelou ao PÚBLICO que os dados deste ano não indiciam uma acção especial de fiscalização de lares ilegais, mas reflectem apenas o aumento do número de denúncias. "Se se tratar de uma situação que, apesar da ilegalidade em que se encontra, apresenta potencial para prestar uma resposta de qualidade, convidamos o proprietário a regularizar o estabelecimento em causa. No entanto, por se encontrar numa situação de ilegalidade, é sempre aplicada uma contra-ordenação", explicou a mesma fonte.
Nos primeiros três meses, a Segurança Social instaurou 439 processos de contra-ordenação a estabelecimentos de apoio social, um número ainda abaixo dos 623 instaurados em 2010, mas já bem acima dos 337 que se verificaram em 2009 ou dos 254 de 2008. A grande maioria das sanções foram a responsáveis de lares de idosos.
Nos casos em que o ISS verifica que o lar não reúne as condições necessárias, mas não apresenta risco para os seus utentes, é decretado o encerramento administrativo, sendo concedido um prazo ao responsável do lar para que "as famílias possam procurar outras soluções de acolhimento para os seus idosos". "Se se tratar de uma situação que configura risco iminente para os idosos que aí se encontram, é decretado o encerramento urgente, procedendo-se à retirada imediata de todos os utentes", afirmou a mesma fonte, salientando que nestes casos "a família é chamada ao local de forma a que, em conjunto, se encontrem alternativas de acolhimento".
"PÚBLICO"

mesmo com luz fundida e canos rotos
Vieira: «'Marca Benfica' 
acima dos 250 milhões de euros»
Luís Filipe Vieira recordou este sábado, durante a Conferência Internacional de Empreendedorismo, o processo de recuperação do clube desde que chegou à Luz e sublinhou que os encarnados são hoje uma enorme fonte de receitas.
"A frieza dos números diz-nos que, tendo partido rigorosamente do zero, conseguimos em dez anos transformar o Benfica no 11.º maior clube do mundo a nível de bilheteira e no 17.º maior a nível de receita comercial. Tudo isto com o mesmo nível de receitas televisivas que tínhamos em 2001", disse em Angra do Heroísmo, acrescentando: "de uma marca descredibilizada, a marca Benfica passou a valer, nos dias de hoje, acima dos 250 milhões de euros."
"RECORD"

ainda mais tramados...
FMI chega na terça-feira
A equipa do FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu chega terça-feira a Lisboa para começar a negociar o resgate a Portugal. As negociações começam no Ministério das Finanças, provavelmente com o Banco de Portugal, confirmou ontem o DN.
Os factos são estes, mas subsiste uma dúvida: se o Governo vai envolver PSD e CDS nessas negociações, passo a passo. Ou se deixa essa tarefa para a Comissão, como chegou a dizer Teixeira dos Santos na sexta-feira.
A pressão para que José Sócrates o faça é grande, até mesmo entre os seus conselheiros mais prestigiados em matéria europeia. António Vitorino é uma dessas vozes: o governo tem que "dar mais do que informação", afirma ao DN o ex-comissário europeu, acrescentando que governo não pode repetir-se o que aconteceu no PEC4".
A saber, o executivo não dar conta do que negoceia com Bruxelas sem prestar contas à oposição - e a oposição chumbar o programa, deitando por terra o apoio externo.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

contra a especulação
Islândia: População diz "não" 
em referendo ao pagamento a credores externos
Os islandeses votaram no sábado em referendo que o Estado não deve pagar a dívida de cerca de quatro mil milhões de euros à Holanda e ao Reino Unido, de acordo com os resultados prelimiares divulgados hoje.
Segundo a rádio pública islandesa, 7.685 eleitores votaram "não" e 5.286 votaram "sim" ao pagamento de quase quatro mil milhões de euros a credores externos.
O dinheiro serviu para indemnizar milhares de depositantes lesados pela falência do banco islandês IceSave.
"VISÃO"

9 - FOTOJORNALISMO






18- ILUSTRES PORTUGUESES DE SEMPRE »»» antónio enes


António Enes.

Frase de António Enes em azulejos de Jorge Colaço.
António José Enes (Lisboa, 15 de Agosto de 1848Queluz, 6 de Agosto de 1901), mais conhecido por António Enes, formado no Curso Superior de Letras, foi um político, jornalista, escritor e administrador colonial português, que se destacou em Moçambique onde exerceu as funções de Comissário Régio durante a rebelião tsonga na região sul daquele território. Defendeu em 1870 uns Estados Unidos da Europa, temendo que Portugal fosse absorvido pela vizinha Espanha. Foi membro destacado do Partido Histórico e da Maçonaria. Exerceu as funções de deputado, de bibliotecário-mor da Biblioteca Nacional de LisboaJoão Crisóstomo de Abreu e Sousa. (1886) e de Ministro da Mrinha e Ultramar na primeira fase do governo extrapartidário de

[editar] Biografia

António José Enes nasceu em Lisboa a 15 de Agosto de 1848. Fez os seus primeiros estudos no colégio dos Lazaristas. Depois de uma passagem pelo ensino liceal ingressou no Curso Superior de Letras, que completou com distinção.
Cedo demonstrou dotes de jornalista e polemista e sendo membro do Partido Histórico, e apoiante político do duque de Loulé, fez parte da redacção da Gazeta do Povo e foi pouco depois nomeado director de O País, jornal afecto àquela corrente política.
Na sequência do pacto da Granja, e da consequente fusão do Partido Reformista com o Partido Histórico, o jornal O País transformou-se no órgão oficioso do novo Partido Progressista e mudou o seu nome para O Progresso, ficando António Enes como redactor principal. Foi fundador de O Dia, periódico de que foi director político e redactor principal.
Em 1880 foi eleito deputado, mas as câmaras foram dissolvidas. Em 1886 foi nomeado bibliotecário-mor da Biblioteca Nacional de Lisboa, sendo novamente eleito deputado para a legislatura de 1884-1887, tendo sido sucessivamente reeleito para as de 1887-1889 e 1890-1891.
Logo após o ultimato britânico de 1890, António Enes foi nomeado Ministro da Marinha e Ultramar (de 14 de Outubro de 1890 a 25 de Maio de 1891), no governo presidido pelo general João Crisóstomo de Abreu e Sousa, tendo desempenhado esse cargo num período de grande pressão política sobre as questões ultramarinas face à onde nacionalista que varreu Portugal em consequência da ofensa britânica. António Enes, de forma laboriosa, conseguiu manter os necessários equilíbrios internos e externos, tendo organizado uma expedição militar a Moçambique, para fazer face à crescente proximidade entre Gungunhana e os interesses britânicos, e intervindo energicamente nas colónias de São Tomé e Príncipe, Guiné Portuguesa e Bié. Foi sucedido no cargo por Júlio de Vilhena.
Em 1891 foi nomeado Comissário Régio em Moçambique, onde deu provas de grande saber e competência, deixando o seu nome ligado a notáveis obras e feitos naquele território, sendo também o principal organizador da expedição de Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque contra o Império de Gaza.
Em 1896 foi nomeado ministro de Portugal no Brasil.
Presidiu ainda ao comité que dirigiu os trabalhos do 5.º Congresso da Imprensa, que reuniu em Lisboa no ano de 1898.
Faleceu em Queluz a 6 de Agosto de 1901.

WIKIPÉDIA

MUNICIPIO DE ÁGUEDA

MUNICÍPIO DE ÁGUEDA
Distrito de Aveiro










 Águeda é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Aveiro, Região Centro e subregião do Baixo Vouga, com cerca de 14 504 habitantes. Ergue-se a 15 m de altitude.

É sede de um município com 335,28 km² de área e 49 857 habitantes (2008) (Densidade: 149 hab./km²), subdividido em 20 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Sever do Vouga, a nordeste por Oliveira de Frades e por Vouzela, a leste por Tondela, a sul por Mortágua e por Anadia, a sudoeste por Oliveira do Bairro, a oeste por Aveiro e a noroeste por Albergaria-a-Velha.
Águeda foi elevada à categoria de cidade em 1985, pela lei nº30/85, de 14 de Agosto. Além desta cidade, o concelho inclui quatro vilas: Aguada de Cima, Fermentelos, Mourisca do Vouga e Valongo do Vouga tendo esta última sido elevada a vila no ano de 2009

Aguedense
Área335,28 km²
População49 857 hab. (2008)
Densidade populacional149 hab./km²
N.º de freguesias20
Presidente da Câmara MunicipalNão disponível
Fundação do município
(ou foral)
1834
Região (NUTS II)Centro
Sub-região (NUTS III)Baixo Vouga
DistritoAveiro
Antiga provínciaBeira Litoral
OragoSanta Eulália
Feriado municipalOitava segunda-feira após o Domingo de Páscoa
Código postal3750 Águeda
Endereço dosPaços do ConcelhoPraça do Município,
3750-111 Águeda
Sítio oficialwww.cm-agueda.pt
Endereço decorreio electrónicogeral@cm-agueda.pt







História de Águeda

Existem no actual concelho de Águeda abundantes vestígios comprovativos da presença romana, nomeadamente na Estação Arqueológica do Cabeço do Vouga. Relativamente à cidade, há fortes probabilidades de que a via romana que ligava Aeminium (Coimbra) a CaleGaia) passasse por Águeda. (
No que concerne ao próprio nome de Águeda, existem várias suposições tendentes a desvendar a origem no nome do rio aqui situado, o qual já no século IX se chamava Ágata.
Em documento datado de 1050 são mencionadas diversas villas situadas na área do actual concelho de Águeda, tendo várias delas topónimos de origem árabe.
A cidade actual procede do repovoamento feito nos inícios da Nacionalidade (século XI-século XII): Apesar de ser povoação próspera e de seus moradores terem diversos privilégios, como testemunham os procuradores de Aveiro nas Cortes de Évora em 1451, Águeda não recebeu foral próprio. D. Manuel I incluiu Águeda no foral concedido a Aveiro, em 1515. Assequins, povoação actualmente incluída na cidade, recebeu foral próprio de D. Manuel I.
O concelho de Águeda, com a elevação da sede a vila, foi constituído a 31 de Dezembro de 1853, integrando diversos concelhos, de origem medieval então extintos, entre eles o de Aguada de Cima,o de Castanheira do Vouga e o de Préstimo.
Águeda foi elevada à categoria da cidade por lei de 14 de Agosto de 1985.
A importância de Águeda veio-lhe das várzeas que lhe ficam fronteiras e alastram na bacia que começa um pouco acima da Borralha. Foram elas as causas de se encontrarem os nomes locais, nos documentos que se reportam à primeira reconquista.

Geografia física e económica

A cidade é atravessada pelo rio do mesmo nome, espraiando o seu casario por uma leve encosta num amplo vale a 31 metros de altitude. É um importante centro comercial e industrial de uma área agrícola extremamente fértil na produção de milho, fruta, vinho e madeira.
Tem muito desenvolvida a metalomecânica, o fabrico de motores para velocípedes e de materiais de construção, e o fabrico de bicicletas. A actividade económica merece-lhe o epíteto de «terra das ferragens» por ser este, a par do fabrico de motociclos o sector industrial privilegiado.
Um número considerável das freguesias do concelho estão inseridas na região da Bairrada, famosa pelos seus vinhos e o seu leitão assado.
Águeda dista de Lisboa 240 km, do Porto 72 km e de Aveiro cerca de 20 km.

Gastronomia

O Leitão assado à Bairrada é com certeza o mais famoso pitéu das redondezas, mas não fica muito à frente da doçaria: pastéis de Águeda, barriga de freira, fuzis e sequilhos. Além das padas da Veiga. Outros pratos, como a chanfana, rojões, carne de carneiro ou cabra à lampantana ou caldeirada de peixe completam a gastronomia local, acompanhados pelos vinhos e espumantes das caves da Bairrada.

Tradições

Entre as tradições artesanais, são dignas de referência a olaria, a cestaria, a tecelagem, a tanoaria, a latoaria, os rendados e os bordados. As aldeias típicas da Urgueira, Macieira de Alcoba ou Lourizela, mantém uma rusticidade genuína. O concelho tem também vários grupos folclóricos.

Património

ID↓Designações↓Categoria↓Tipologia↓Freguesia↓Grau↓Ano↓
69750Estação arqueológica do Cabeço do VougaCastelium Marnelis ou ArqueologiaPovoado fortificadoLamas do VougaIIP1947
71204Igreja de Trofatúmulos dos LemosPanteão dos Lemos Arquitectura religiosaIgrejaTrofaMN1910
71594Parque de Alta VilaArquitectura civilParqueÁguedaIIM1996
72237Casa da Quinta da AguieiraArquitectura civilQuintaValongo do VougaVC1986
72243Casal de São JoséArquitectura civilCasalValongo do VougaVC1986
73268Solar da Quinta de SerémArquitectura civilQuintaMacinhata do VougaVC1999
73891Pelourinho de Assequins (fragmentos)Arquitectura civilPelourinhoÁguedaIIP1933
74131Ponte do Cabeço do Vouga ou Ponte Velha do MarnelArquitectura civilPonteLamas do VougaIIP1956
74435Pelourinho de TrofaArquitectura civilPelourinhoTrofaIIP1933
74966Pelourinho de Aguada de Cima (fragmentos)Arquitectura civilPelourinhoAguada de CimaIIP1933
3711006Igreja Matriz de Belazaima do ChãoArquitectura religiosaIgrejaBelazaima do ChãoVC2000


Geminações

A cidade de Águeda tem geminações com:



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