segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

Transar após 25 anos de casado é Trabalho ou Prazer???  
Excelente Resposta!

O Presidente de uma determinada empresa, casado há 25 anos, está na maior dúvida. Se transar com a mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho ou prazer. Na dúvida, ligou ao Director Geral e perguntou-lhe o que ele achava.
O Director ligou ao Vice-Director e fez a mesma pergunta. 

O Vice-Director ligou ao Gerente Geral e fez a mesma pergunta.
E assim seguiu a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao Sector Jurídico. O Advogado Chefe perguntou, como de praxe, ao Estagiário que estava atolado de trabalho, fazendo mil coisas ao mesmo tempo.
- Rapaz, você tem um minuto para responder a esta questão: quando o Presidente da empresa transa com a mulher dele, isso é trabalho ou prazer???
- É prazer, Doutor!!! - respondeu o Estagiário prontamente e com segurança.
- Ué? Como é que você pode responder isso com tanta segurança e certeza?
- É simples... se fosse trabalho, já me tinham tinham dito para o  fazer !!!

WASH

ROMEO & JULIETA

WILLIE SMITS RESTORES A RAIN FOREST



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À ATENÇÃO DOS LÍDERES POLÍTICOS


CONFISSÃO DE UM PROFESSOR....
ESTA DÓI A LER!!!!!!!!!!
A POBREZA ENVERGONHADA!...PODE ESTAR AO NOSSO LADO!..

O Diário do Professor Arnaldo – A fome nas escolas
Publicado em 19 de Novembro de 2010 por Arnaldo Antunes

Ontem, uma mãe lavada em lágrimas veio ter comigo à porta da escola. Que não tinha um tostão em casa, ela e o marido estão desempregados e, até ao fim do mês, tem 2 litros de leite e meia dúzia de batatas para dar aos dois filhos. Acontece que o mais velho é meu aluno. Anda no 7.º ano, tem 12 anos mas, pela estrutura física, dir-se-ia que não tem mais de 10. Como é óbvio, fiquei chocado. Ainda lhe disse que não sou o Director de Turma do miúdo e que não podia fazer nada, a não ser alertar quem de direito, mas ela também não queria nada a não ser desabafar. 

De vez em quando, dão-lhe dois ou três pães na padaria lá da beira, que ela distribui conforme pode para que os miúdos não vão de estômago vazio para a escola. 
Quando está completamente desesperada, como nos últimos dias, ganha coragem e recorre à instituição daqui da vila – oferecem refeições quentes aos mais necessitados. De resto, não conta a ninguém a situação em que vive, nem mesmo aos vizinhos, porque tem vergonha. Se existe pobreza envergonhada, aqui está ela em toda a sua plenitude. Sabe que pode contar com a escola. Os miúdos têm ambos Escalão A, porque o desemprego já se prolonga há mais de um ano (quem quer duas pessoas com 45 anos de idade e habilitações ao nível da 4ª classe?). Dão-lhes o pequeno-almoço na escola e dão-lhes o almoço e o lanche. 
O pior é à noite e sobretudo ao fim-de-semana. Quantas vezes aquelas duas crianças foram para a cama com meio copo de leite no estômago, misturado com o sal das suas lágrimas…Sem saber o que dizer, segurei-a pela mão e meti-lhe 10 euros no bolso. Começou por recusar, mas aceitou emocionada. Despediu-se a chorar, dizendo que tinha vindo ter comigo apenas por causa da mensagem que eu enviara na caderneta. Onde eu dizia, de forma dura, que «o seu educando não está minimamente concentrado nas aulas e, não raras vezes, deita a cabeça no tampo da mesma como se estivesse a dormir».
Aí, já não respondi. Senti-me culpado. Muito culpado por nunca ter reparado nesta situação dramática. Mas com 8 turmas e quase 200 alunos, como podia ter reparado?
É este o Portugal de sucesso dos nossos governantes. É este o Portugal dos nossos filhos.

NR: Desconhecemos o nome da publicação onde foi editado.
Ficamos gratos a C. HENRIQUES E A N.. ÁLVARO por terem enviado este texto

BOAVENTURA SOUSA SANTOS









Poderá o Ocidente aprender?

Os protestos sociais das últimas semanas no Egito 
não se podem compreender sem as greves 
no setor têxtil dos últimos três anos

Está a realizar-se em Dakar o XI Fórum Social Mundial (FSM). É a segunda vez que se reúne em África (a primeira foi em 2007, em Nairobi), o que revela o interesse dos seus organizadores em chamar a atenção para os problemas africanos e para o impacto que eles terão no mundo. Mal podiam supor que, ao tempo da realização do Fórum, o Norte de África estivesse no centro dos noticiários mundiais e os protestos sociais contra a crise económica e as ditaduras apoiadas pelo Ocidente fossem tão vigorosos, tão contagiantes e tão assentes num dos princípios básicos do FSM, o da radicalização da democracia como instrumento de transformação social.

A solidariedade do FSM com as lutas sociais no Norte de África tem raízes e razões que escapam aos media ocidentais ou que estes abordam em termos que revelam a dupla dificuldade do Ocidente de aprender com as experiências do mundo e de ser fiel aos princípios e valores de que se diz guardião. O FSM tem vindo a alertar, desde a sua criação, para a insustentabilidade económica, social, política, energética e ambiental do atual modelo económico neoliberal, dominado pelo capital financeiro desregulado, e para o facto de os custos mundiais daqui decorrentes não se confinarem aos países menos desenvolvidos. A agitação social no Norte de África tem uma das suas raízes na profunda crise económica que a região atravessa. Os protestos sociais das últimas semanas no Egito não se podem compreender sem as greves no setor têxtil dos últimos três anos, as quais, apesar de violentamente reprimidas, não mereceram a atenção mediática ocidental. Dez anos depois de o FSM ter alertado para a situação, o Fórum Económico Mundial (FEM), reunido há semanas em Davos, veio declarar que o agravamento das desigualdades sociais é o risco mais grave (mais grave que o risco da degradação ambiental) que o mundo corre nas próximas décadas. O que o FEM não diz é que tal risco decorre das políticas económicas que ele defendeu, ao longo de toda a década. Como um bom clube de ricos, pode ter assomos de má consciência, mas não pode pôr em causa a sua escandalosa acumulação de riqueza.

Vista do FSM, a crise do Norte de África significa o colapso da segunda fronteira da Europa desenvolvida. A primeira é constituída pela Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda. Com as duas fronteiras em crise, o centro torna-se frágil e o "material" do eixo franco-alemão pode passar em breve do aço ao plástico. Mais profundamente, a História mostra que a estabilidade e a prosperidade da Europa começa e acaba no Mediterrâneo. Porque é que o Ocidente (Europa e América do Norte) não aprende com a História e os factos? Para o FSM, o Ocidente só aprenderá quando o que se passa nas periferias se parecer demasiado com o que se passa no centro. Talvez não tarde muito, e o problema é que pode ser então demasiado tarde para aprender.

A solidariedade do FSM com o Norte de África tem uma outra raiz: o respeito incondicional pela sua aspiração democrática. Neste domínio, a hipocrisia do Ocidente não tem limites. O seu objetivo é garantir a transição pacífica de uma ditadura pró-americana, pró-israelita, a favor da ocupação colonial da Palestina por parte de Israel, anti-iraniana, a favor da livre circulação do petróleo, pró-bloqueio à faixa de Gaza, anti-Hamas, a favor da divisão Fatah/Hamas para uma democracia com as mesmas características. Só assim se explica a obsessão em detetar fundamentalistas nos protestos e em falsificar a natureza política e social da Irmandade Islâmica. Os interesses de Israel e do petróleo não permitirão ao Ocidente ser alguma vez coerente nesta região do mundo com os princípios que proclama. Não aprendeu com os 100 mil mortos que resultaram da anulação (a que deu entusiástico apoio) da vitória democrática da Frente de Salvação Islâmica, nas eleições da Argélia, em 1991. Nem aprendeu com a conversão da faixa de Gaza no mais repugnante campo de concentração, em resultado do não reconhecimento da vitória eleitoral do Hamas, em 2006. Será que o Ocidente só aprenderá quando for pós-ocidental?

IN "VISÃO"
10/02/11

1 - CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO

MÚSICA MEXICANA RANCHERA - António Aguilar

1 - PÔR DO SOL


CLIQUE MAS IMAGENS PARA SE MARAVILHAR




ALMORRÓIDA INCENDIÁRIA



Infelizmente situações destas ou até mais graves vão ser mais regulares e frequentes em Portugal.
O clima de carência e  miséria é o melhor rastilho para a esplosão social. Independentemente dos autores destas acções deverem ser punidos é aos políticos que cabe a maior responsabilidade da ocorrência destes factos. 
A exclusão social é a grande obra da classe política!

LOS CATAROS


Sugerimos que faça pausa para ler os textos

A F I N I D A D E

5 - DIVERTIDOS NA GUERRA





5 - AS PAREDES DO PREC







TENHA UM BOM DIA............


... e desconfie, desconfie muito...

COMPRE JORNAIS

as corporações...
Nova fraude com medicamentos 
detectada pelo ministério
Vários médicos e farmácias são suspeitos de envolvimento numa nova fraude com medicamentos. O prejuízo para o SNS pode ascender a 1,2 milhões de euros.
Um relatório da Inspecção geral de Finanças parece comprovar as suspeitas do Ministério da Saúde, ao identificar indícios de uma nova fraude com medicamentos na Autoridade Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
Os factos referem-se ao primeiro semestre do ano passado. Segundo a SIC, que avançou a notícia, estão identificados 14 médicos.
Estão em causa mais de 15 mil embalagens de medicamentos, com as mais altas comparticipações, em muitos casos a 100%, num total que supera as quatro mil receitas passadas, sempre na quantidade máxima permitida.
Segundo a investigação, houve falsificação de assinaturas de médicos e de utentes, que dizem desconhecer as farmácias e os médicos que passaram a receitas de medicamentos que, garantem, nunca tomaram.
O relatório fala em conluio entre médicos e farmácias e coloca a hipótese de se estar perante uma rede organizada, acrescenta a SIC.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

mas é uma corrida???
Villas Boas prepara-se para ultrapassar Mourinho
Se vencer o Sevilha, quarta-feira no Dragão, André Villas Boas supera as oito vitórias de Mourinho na caminhada em 2002/2003. Mas o caminho até Dublin ainda estará longe. Percurso brilhante... e goleador.
Vem aí o Sevilha, e num quadro de grande ilusão geral no universo portista, aspecto que o treinador do FC Porto tenta combater através de um corte selectivizado no discurso após o jogo do Pizjuan, em que assumiu, com total e raro desassombro, que o empate ficaria melhor; pormenor, aliás, que a crítica espanhola não deixou de enaltecer.
De qualquer forma, a excitação crescente parece ter tomado conta dos adeptos portistas, e prova disso é já estarem reservados três quartos da lotação do Estádio do Dragão, mas o assunto é outro: se André Villas Boas selar a passagem, e a selar com uma vitória, ultrapassa o número de êxitos que José Mourinho necessitou para trazer do Estádio Olímpico de Sevilha a Taça UEFA de 2002-2003.
"A BOLA"

tenham vergonha politicos deste país
Emprego: Só 4 em cada 10 
recebem subsídio de desemprego
Dispara número de famílias em que ninguém trabalha
Mais de 400 mil pessoas vivem em casas 
onde não há uma única pessoa com emprego
São na sua maioria famílias inteiras que, sem um salário, dependem de prestações sociais como o Rendimento Social de Inserção, biscates e ajuda de amigos ou de instituições de solidariedade social para sobreviverem todos os meses. Com as regras mais apertadas do subsídio de desemprego, apenas 38,3 por cento dos desempregados recebem esta prestação, pelo que muitas destas famílias não beneficiarão deste subsídio.
Os números do Instituto Nacional de Estatística (INE) solicitados pelo CM revelam que há 416,3 mil indivíduos entre os 18 e os 59 anos que vivem em agregados familiares nos quais nenhum dos elementos tem trabalho. Uma subida de 55 por cento em relação aos 266,9 mil de 2001 e que constitui o valor mais elevado da década. Os dados mais recentes são de 2009, mas os especialistas alertam que actualmente esse valor terá disparado. "Esse número aumentou seguramente e hoje deve rondar os 450 mil indivíduos", avança ao CM o economista Eugénio Rosa. O também membro da CGTP explica que estas famílias são na sua maioria compostas por "casais que têm o ensino básico", um segmento bastante atingido pela falta de trabalho "e os filhos que perpetuam esse nível de escolaridade e que por isso não conseguem emprego".
"CORREIO DA MANHÃ"

o último a saír apague a luz
Investidores cada vez mais 
receosos quanto à solvência de Portugal
Juros da dívida nacional dispararam nos prazos mais curtos e fixam novos máximos. A cinco anos, a taxa está em recorde.
O impasse nas negociações europeias sobre os mecanismos de auxílio financeiro está a alimentar os receios sobre a solvência de Portugal. O País está a ser a principal vítima do extremar de posições assumido na semana passada pelos responsáveis políticos, assistindo-se à escalada dos juros da dívida de mais curto prazo.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

todos iguais a favor do tacho
PSD admite acertos com comunistas 
para moção de censura
Guilherme Silva defende "acertos necessários" com o PCP para aprovação de uma moção de censura ao governo
Realpolitik. A palavra começa a ter ecos nos bastidores do PSD e do Partido Comunista, apesar de serem poucos os dirigentes que a comentem.
A arquitectura parlamentar obriga a que, como defendeu o chanceler Bismarck, o pragmatismo político se sobreponha à ideologia e, a aprovação de uma futura moção de censura contra o governo, apresentada pela direita ou pelo partido comunista, depende do entendimento de forças políticas em campos ideológicos profundamente distintos.
Ao i, o deputado da bancada laranja Guilherme Silva defende que o PSD não deve apresentar uma moção de censura sem promover conversações com os restantes grupos parlamentares, nomeadamente com o PCP, que pode ser essencial para o sucesso da iniciativa. "Não deve ser apresentada uma moção de censura sem estar à partida assegurada a sua viabilização", defende o vice-presidente da Assembleia da República, alertando que "o reverso das moções de censura é de certo modo representarem um voto de confiança ao PS".
Considera, por isso, que "o PSD não pode partir para uma moção de censura sem segurança" e deve promover "acertos com os partidos para a sua viabilização".
"i"


anti-tabagismo primário
Lei do Tabaco proíbe que se fume em casa 
se houver uma empregada a trabalhar
Em Portugal, nem patrões nem empregadas domésticas podem fumar nas casas particulares durante o horário de trabalho. Apesar de esta questão específica não estar expressa na Lei do Tabaco, em vigor desde há três anos, é este o entendimento que dela resulta, dizem advogados ouvidos pelo PÚBLICO.
A questão saltou para a ordem do dia depois de um grupo de peritos nomeados pelo Governo espanhol para acompanhar a lei ali em vigor ter emitido um parecer recente que vai no mesmo sentido. A nova Lei do Tabaco espanhola, em vigor desde 2 de Janeiro, alargou a proibição de fumar a todas as empresas e locais fechados e o trabalho doméstico, diz o Observatório para o Acompanhamento da Lei do Tabaco, não é excepção.
Em Portugal, diz o advogado especialista em Direito do Trabalho José Augusto Rocha, a insistência da empregada doméstica em fumar na residência onde trabalha pode mesmo, em determinadas circunstâncias, justificar despedimento com justa causa. E explica: "É proibido fumar nos locais de trabalho e, nos termos da lei, local de trabalho é todo o lugar onde o trabalhador se encontra e em que esteja, directa ou indirectamente, sujeito ao controlo do empregador".
"PÚBLICO"

não se investe onde é preciso
Turismo só deu 6 mil euros
VOLTA ALGARVIA 
COM DIFICULDADES FINANCEIRAS
A Volta ao Algarve, na opinião da organização, “voltou a ser um êxito do ponto de vista desportivo”, mas no plano financeiro continua aquém das expectativas e só com muita ginástica se tem conseguido colocar a prova na estrada. “Economicamente, não sendo um desastre, tivemos muitas dificuldades. Tivemos que fazer cortes inimagináveis, como, por exemplo, nos resumos diários no Eurosport. Estamos a falar de uma verba de 25 mil euros”, frisou Rogério Teixeira.
Record sabe que a Região de Turismo do Algarve contribuiu com apenas 6 mil euros, num orçamento de 300 mil e numa prova que teve mais de 100 acreditações para a imprensa, 80 por cento estrangeira. “A Volta ao Algarve é já uma questão nacional. Tenho sido bastante contundente com a Região de Turismo e com a RTP. Como contribuinte, é quase uma exigência que tenho de fazer para que deem mais atenção à prova”.
"RECORD"

o álcool induca...
Álcool mata mais cedo que o AVC
Dados do INE mostram subida na oncologia, 
mas o álcool pesa mais do que cada tumor.
Isolando as diferentes causas para óbitos abaixo dos 70 anos, dados do INE apontam que depois dos acidentes de transporte, as doenças associadas ao álcool são as que mais encurtam a vida dos portugueses.
Em média, cada morte ocorre dez a doze anos mais cedo do que o expectável sem o consumo.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

há quem queira o que não sabemos gerir
Ingleses, belgas e suiços disputam Groundforce
O presidente da Groundforce confirma 
o interesse da Menzies, da Aviapartner e da Swisspor 
na empresa portuguesa

O presidente da Groundforce reuniu na sexta-feira os cerca de 300 quadros da empresa para falar do futuro, tendo a privatização como pano de fundo. Perante a assistência reunida no Museu do Oriente, Fernando Melo, confirmou o interesse da Aviapartner, Menzies e Swissport em comprar pelo menos 50,1% da empresa de assistência em terra (‘handling').
Em declarações ao Diário Económico, Fernando Melo confirma que a lista de interessados engloba cinco candidatos, mas para o presidente da Groundforce, as três multinacionais do sector do ‘handling' são as que melhor se posicionam: "O accionista [a TAP] terá todo o interesse em privilegiar uma empresa da indústria porque dá mais garantias do sucesso à operação."
O interesse da Swissport, que já tinha sido avançado pelo "Público", foi confirmado por fonte oficial da operadora de ‘handling' suíça ao Diário Económico: "A Groundforce está no Radar da Swissport, mas há muitas companhias europeias nesta situação".
A TAP controla actualmente 100% do capital da Groundforce, depois da falhada privatização da empresa e de ter recomprado 50,1% do capital à Globalia.
"DIÁRIO ECONÓMICO"

um exemplo!!!
Açores com 500 mil plantas endémicas
Viveiros ajudam a preservar biodiversidade
Os viveiros florestais dos Açores produziram nos últimos três anos cerca de 500 mil plantas endémicas de espécies como azevinho, louro, urze e uva da serra, que estão a ajudar a preservar a biodiversidade da floresta do arquipélago. A produção de plantas endémicas em viveiros começou em 1994, tendo em vista a reflorestação de parques, o projeto Life Priolo e os planos de ordenamento das bacias hidrográficas das Furnas e das Sete Cidades, em S. Miguel. Os viveiros dos Serviços Florestais do Nordeste produziram no ano passado 131 mil plantas, enquanto os viveiros das Furnas têm capacidade para 70 mil plantas por ano.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

9 - NÓS E OS ANIMAIS

5 - ESTÁ À VENDA MAS ONDE???





6 - DEZ GRANDES IDEIAS


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JORNAIS DE HOJE










BOM DIA