terça-feira, 25 de janeiro de 2011

23 - UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

Num avião, o piloto informa:
- Senhoras e senhores, o avião está perdendo a altitude e toda bagagem deverá ser atirada fora!
Apesar de mais coisas serem lançadas fora, o avião continuou perdendo altitude.

- Estamos ainda perdendo altitude! Teremos que atirar fora algumas pessoas! Avisa o piloto!
Há, neste momento, um grande rebuliço entre os passageiros.

E continua o piloto:
- Para fazer isso, de forma imparcial, os passageiros serão jogados para fora por ordem alfabética.  Assim, começamos pela letra 'A'. Há algum 'Afro' a bordo?

Ninguém se move!

- 'B'... Algum 'Black' a bordo?

Nada!

- 'C'... Algum 'Crioulo' a bordo?

Continuou e... Nada!

- 'D'... Alguém 'De cor?'

De novo ninguém se mexeu!

- 'E'... Algum mais 'Escurinho'?

Nada!

Nisto, um pequeno menino negro pergunta ao pai:
- Pai, afinal o que nós somos???

- ZULUS, meu filho! Somos ZULUS!

TER SEDE À NOITE PODE SER PERIGOSO

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GERIR A RAIVA (de morrer a rir)


ESTE EXEMPLO É PIOR QUE MAU

Por vezes, quando se tem um mau dia e precisamos de o descarregar em alguém, não o faça em alguém seu conhecido. Descarregue em alguém que NÃO conheça.
Estava sentado à minha secretária, quando me lembrei de um telefonema que tinha de fazer. Encontrei o número e marquei-o. 
Respondeu um homem que disse: 
- "Está?"
Educadamente respondi-lhe: 
- "Estou! Sou o Luís Alves. Posso falar com a Sra. Ana Marques, por favor?"
Ficou com uma voz transtornada e gritou-me aos ouvidos: 
- "Vê lá se arranjas a merda do número certo, ó filho da puta!" e desligou o telefone.

Nem queria acreditar que alguém pudesse ser tão mal educado por causa de uma coisa destas. Quando consegui ligar à Ana, reparei que tinha acidentalmente transposto os dois últimos dígitos.
Decidi voltar a ligar para o número "errado" e, quando o mesmo tipo atendeu, gritei-lhe: 
- "És um grande paneleiro!" e desliguei. Escrevi o número dele juntamente com a palavra "paneleiro" e guardei-o.

De vez em quando, sempre que tinha umas contas chatas para pagar ou um dia mesmo mau, telefonava-lhe e gritava-lhe: 
- "És um paneleiro!" Isso animava -me.

Quando surgiu a identificação de chamadas, pensei que o meu terapêutico telefonema do "paneleiro" iria acabar. Por isso, liguei-lhe e disse: 
- "Boa tarde. Daqui fala da PT. Estamos a ligar-lhe para saber se conhece o nosso serviço de identificação de chamadas!"
Ele disse "NÃO!" e bateu o telefone.
De seguida liguei-lhe, e disse: 
- "É porque és um grande paneleiro!"

Uma vez, estava no parque do Centro Comercial e, quando me preparava para estacionar num lugar livre, um tipo num BMW cortou-me o caminho e estacionou no lugar que eu tinha estado à espera que vagasse.
Buzinei-lhe e disse-lhe que estava ali primeiro à espera daquele lugar, mas ele ignorou-me.
Reparei que tinha um letreiro "Vende-se" no vidro de trás do carro, e tomei nota do número de telefone que lá estava.
Uns dias mais tarde, depois de ligar ao primeiro paneleiro, pensei que era melhor telefonar também para o paneleiro do BMW.
Perguntei-lhe:
- "É o senhor que tem um BMW preto à venda?"
- "Sim", disse ele.
- "E onde é que o posso ver?", perguntei.
- "Pode vir vê-lo a minha casa, aqui na Rua da Descobertas, Nº 36. É uma casa amarela e o carro está estacionado mesmo à frente."
- "E o senhor chama-se?." perguntei.
- "O meu nome é Alberto Palma", disse ele.
- "E a que horas está disponível para mostrar o carro?"
- "Estou em casa todos os dias depois das cinco."
- "Ouça, Alberto, posso dizer-lhe uma coisa?"
- "Diga!"
"És um grande paneleiro!", e desliguei o telefone. 
Agora, sempre que tinha um problema, tinha dois "paneleiros" a quem telefonar.

Tive, então, uma ideia. Telefonei ao paneleiro Nº 1.
- "Está?"
- "És um paneleiro!" (mas não desliguei)
- "Ainda estás aí?" ele perguntou.
- "Sim", disse-lhe.
- "Deixa de me telefonar!" gritou.
- "Impede-me", disse eu.
- "Quem és tu?" perguntou.
- "Chamo-me Alberto Palma", respondi.
- "Ah sim? E onde é que moras?"
- "Moro na Rua da Descobertas, Nº 36, tenho o meu BM preto mesmo em frente, ó paneleiro. Porquê?
- "Vou já aí, Alberto. É melhor começares a rezar", disse ele.
- "Estou mesmo cheio de medo de ti, ó paneleiro!" e desliguei.
A seguir, liguei ao paneleiro Nº 2.
- "Está?"
- "Olá, paneleiro!", disse eu.
- Ele gritou-me: "Se descubro quem tu és..."
- "Fazes o quê?" perguntei-lhe.
- "Parto-te a tromba!" disse ele.
E eu disse-lhe: 
- "Olha, paneleiro, vais ter essa oportunidade. Vou agora aí a tua casa, e já vais ver."

Desliguei e telefonei à Polícia, dizendo que morava na Rua da Descobertas, Nº 36 e que ia agora para casa matar o meu namorado gay. 
Depois liguei para as cadeias de TV e falei-lhes sobre a guerra de gangs que se estava a desenrolar nesse momento na Rua da Descobertas.
Peguei no meu carro e fui para a Rua da Descobertas. Cheguei a tempo de ver os dois parvalhões a matarem-se à pancada em frente de seis viaturas da polícia e uma série de repórteres de TV.
Já me sinto muito melhor.
Gerir a raiva sempre funciona.

enviado por MARTINS

UM CASO MUITO GRAVE

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ALMORRÓIDA ESCLARECIDA FICA MAIS PREVENIDA


Em tempos mandaram-me isto. . 
Pelo nº do diploma Lei 3359, de Janeiro, nunca poderia ser uma lei portuguesa. Na dúvida fui consultar o DR, anterior e posterior a 2002 e não havia qualquer lei em Portugal sobre esta matéria
Dei conhecimento a todos os meus contactosdo resultado da minha pesquisa. Agora voltei a pesquizar e voltei a não encontrar qualquer diploma em Portugal, sobre a matéria, mas encontrei este esclarecimento do Mário Frota.

Terça-feira, 14 de Abril de 2009
Desinformação = Intoxicação

Circula na internet uma mensagem, cujo teor a seguir se transcreve, que peca por não corresponder - com rigor - a qualquer situação que se aplique a Portugal e ao seu ordenamento jurídico.
Com efeito, a lei que se invoca para afirmar a necessidade do seu cumprimento ou observância não foi editada em Portugal.
Tê-la-á alguém "descoberto" em um qualquer sítio na internet, sem qualquer apreciação crítica, escapando-lhe que é de uma lei brasileira que se trata.
E, como tal, inaplicável em Portugal...
É perniciosa a circulação de notícias do jaez destas. Tanto mais que "há só um bem - o conhecimento!", como diria o filósofo grego. "Há só um mal - a ignorância!"
E em Portugal grassa a ignorância em relação à maior parte do ordenamento jurídico de consumidores. O défice de informação para a cidadania é algo de incomensurável! E não há forma de superar insuficiências tais a não ser de forma meticulosa, persistente, englobante, obsessiva, dir-se-ia. Não é com meros arremedos que se ultrapassa o fosso que nos separa de uma informação séria, rigorosa, objectiva, adequada e massificante, que habilite os consumidores a discernir relativamente a cada uma das situações que se lhes deparem e a prevenir o litígio.
Informações do estilo das que comentamos, carreadas naturalmente sem qualquer intuito de malícia ou de incitamento à indignação perante o seu contrário, só servem para avolumar a ignorância, instalar a dúvida e gerar desconforto.
A informação ao consumidor tem de ter a prioridade que ora se lhe não confere e que quaisquer arremedos com intuitos de mera propaganda não suprem de modo frontal e consequente.
O povo é néscio! Não se agrave o fosso! Nem se confundam os termos para que o conflito não assuma proporções ainda mais insustentáveis!
Vamos ao texto que não deve ser tomado asérfio no que nos toca:

O TEXTO QUE SEGUE É FALSO


Lei Sobre o Depósito de Valores 
nas Clínicas Privadas Antes do Internamento

Foi publicado no DIÁRIO DA REPÚBLICA em 09/01/02, a Lei nº 3359 de 07/01/02, que dispõe:

Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internamento de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.
Art 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado, ao responsável pelo internamento.
Art 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos utentes e a afixarem em local visível a presente lei.
Art 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
*Não deixe de reenviar aos seus amigos, parentes e conhecidos. Uma lei como esta, que deveria ser divulgada, está praticamente escondida da população! E isso vem desde 2002. Estamos em 2009!"

Importa, pois, corrigir o alvo!
O Brasil não fica - neste particular - à distância de um equívoco!
E não se olvide: Portugal em matéria de defesa do consumidor fica - quantas vezes! - a anos luz do Brasil! Aceite-se ou não a proposição, liberta de quaisquer exageros.
Fica, pois, a advertência! A lei é brasileira, que não portuguesa!

Publicado por: Jorge Frota

enviado por M. COUTINHO

Por que Bocejamos?



"É uma forma de activar o cérebro e evitar o sono", afirma o coordenador do departamento de distúrbio do sono da Unifesp, Ademir Baptista Silva.
Ao bocejar, o segundo e o terceiro ramo do nervo trigêmeo (um dos nervos da face) são activados, estimulando o cérebro.
O mesmo efeito pode ser obtido mascando chiclete.
"O único mistério é o factor "epidémico" do bocejo ninguém sabe porque as pessoas bocejam quando vêem outras bocejando", diz Ademir

ARMANDO ESTEVES PEREIRA


As revoltas do pão

Os portugueses já sentem no bolso a subida assustadora de algumas matérias-primas essenciais. A alta do petróleo traduziu-se numa subida superior a 20% do gasóleo em 12 meses.

O preço do trigo bate recordes, a farinha está cada vez mais cara e o custo do pão mais inflacionado. Se por cá a pressão representa só mais um aperto do cinto do magro orçamento das famílias, em várias regiões do mundo é uma questão de vida ou morte e cria revoltas.

Os recentes protestos em Moçambique são um sinal do desespero de milhões de pessoas. A actual revolução na Tunísia teve por fermento a subida do pão e o vírus de Tunes ameaça outros países árabes que não têm o conforto do petróleo. A subida de preços não parece ser pontual ou resultado de pressões de especuladores.

O dinamismo chinês e a emergência da Índia sustentam a tendência. No caso dos bens alimentares, além do crescente consumo chinês há outro factor importante: a subida do petróleo torna mais atractivo o investimento em biodiesel, o que desvia parte da produção de alimentos. Com estes preços, volta a ser compensador para a agricultura portuguesa produzir cereais. Mas já há poucos agricultores dispostos a investir. Basta uma viagem pelo mundo rural, do Norte ao Alentejo, para ver o pousio. É um paradoxo num País com tanto desemprego. Mas a política oficial e os subsídios europeus também incentivaram o abandono.

IN "CORREIO DA MANHÃ"
22/01/11

3 - 911 LOOSE CHANGE

ALMORRÓIDA ENXOVALHADA




Preguiçosos? 
   Portugueses não recebem 
              mais do que produzem

por Nuno Aguiar,

É indiscutível que a economia portuguesa é pouco competitiva e tem dificuldade em concorrer com outros países. Uma das principais razões para estas dificuldades é o nível elevado dos salários - quando comparado com a capacidade produtiva -, levando muitos economistas a defenderem um corte generalizado da massa salarial.

Mas a verdade é que em Portugal os salários reais não só têm crescido em linha com a Alemanha, como o crescimento da produtividade tem conseguido acompanhar Berlim.

A discussão volta a ser actual depois de o governo ter apresentado ontem uma série de medidas com o objectivo de facilitar o despedimento (ver página 10). O executivo está a aplicar a receita recomendada por organismos internacionais, como o FMI, o BCE ou a Comissão Europeia. Na base desta argumentação está o crescimento dos custos unitários de trabalho. Em Portugal, o custo por cada unidade produzida aumentou 26,4% entre 2000 e 2010, enquanto na Alemanha cresceu apenas 5,6%. Este indicador não conta, contudo, com a inflação, que tem sido bastante mais elevada nos países periféricos. Dois países podem crescer ao mesmo ritmo e partilharem os mesmos custos salariais, mas se um tiver uma taxa de inflação maior que o outro, os custos unitários do trabalho serão superiores. É o que tem acontecido entre, por exemplo, Portugal e Alemanha. Tendo em conta a inflação, as compensações reais dos trabalhadores evoluíram sensivelmente ao mesmo nível nos dois países (ver gráficos), com a produtividade a crescer também a um ritmo similar.

"A inflação em Portugal tem sido muito maior que na Alemanha. Os portugueses não estão a ficar mais ricos porque pagam mais pelos bens", diz Ricardo Reis, professor de Economia da Universidade de Columbia, nos EUA. Já em Maio de 2010, Vítor Constâncio, ainda governador do Banco de Portugal, afirmava que "não foi tanto a competitividade de preços ou custos que determinou a desaceleração das exportações". A opinião é partilhada por João Ferreira do Amaral. "Não há razões para dizer que foram os salários que fizeram Portugal perder competitividade", explicou o economista ao i. "Os salários reais até cresceram ligeiramente menos que a produtividade."

Na semana passada, a "Business Insider" escrevia: "Os Europeus do Sul não são preguiçosos", sublinhando que os trabalhadores de países como Portugal e Grécia trabalham mais horas que franceses e alemães. A diferença é que os dois últimos trabalham de forma mais eficiente. Isto é, ineficiências e outro tipo de custos que não salários deverão ser os responsáveis pela fraca competitividade da periferia.

"Os nossos problemas resultam de nos termos virado para sectores protegidos de competição externa", afirma Ferreira do Amaral, lembrando que a entrada no euro prejudicou a competitividade, tornando os produtos portugueses mais caros. "O peso da agricultura e da indústria no PIB desceu de 29% no início da década de 1990 para 17% em 2008. É preciso alterar esta tendência."

Ricardo Reis diz que é difícil saber qual é a causa e qual é a consequência. "É a situação do ovo e da galinha. Se é verdade que a inflação fez subir os custos de trabalho, pode ter sido uma subida dos salários que fez aumentar a inflação."

Apesar de ser tentador eleger uma causa simples, o problema dos portugueses não é produzirem pouco para o que recebem. O despedimento pode ser mais fácil os salários mais baixos, mas se a economia permanecer mal dirigida será como trazer uma faca para um tiroteio.

IN "i"
25/01/11

LUCIA MONIZ

EM CÂMARA LENTA

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AGORA QUE ESTOU VIVO

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NEVOEIRO

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VAGUEANDO NA ÁUSTRIA

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FUTEBOLICES IV

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TENHA UM BOM DIA............


...e constate que este País 
        é um paraíso para os políticos

COMPRE JORNAIS

ISTO É UM ASSALTO
Salários podem cair por causa 
das novas regras das indemnizações
A redução dos salários dos trabalhadores será uma das consequências do novo regime de indemnizações ontem apresentado pelo Governo.
A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) não tem dúvidas de que se trata de uma nova "taxa" que acabará por se reflectir nos salários, um receio que a CGTP também expressou, alertando que a criação de um fundo para financiar os despedimentos - que "as empresas rejeitam e não querem suportar" - acabará por ser pago pelos trabalhadores.
"Nesta situação de crise, se obrigarem as empresas a contribuir para o fundo, as consequências serão necessariamente essas [reduzir os salários propostos aos trabalhadores]", admitiu o presidente da CCP, João Vieira Lopes, no final da Comissão Permanente de Concertação Social que ontem reuniu para discutir as mudanças no sistema de indemnizações português.
No encontro, a ministra do Trabalho propôs aos parceiros sociais uma redução das indemnizações - que passarão a ter por base 20 dias de salário por cada ano de antiguidade contra os actuais 30 - e a imposição de um tecto máximo de 12 meses. Além disso, Helena André formalizou a criação de um fundo para financiar uma parte das indemnizações, alimentado exclusivamente pelas empresas.
"PÚBLICO"

NEM SABEM O QUE PERDEM
Florentino procura substituto para Mourinho
avança jornal catalão "Sport"
Os dias tensos que se vivem no Real Madrid já terão feito Florentino Pérez "mexer-se" para substituir José Mourinho no comando técnico dos madridistas. Segundo o diário desportivo catalão "Sport", o presidente do Real já tem em mente nomes como Rafael Benítez (atualmente sem clube), Míchel (Getafe), Carlo Ancelotti (Chelsea) ou Laurent Blanc (selecionador nacional da França) para a sucessão do treinador português.
O jornal catalão avança que Florentino Pérez terá já dado ordens a Jorge Valdano para sondar um novo técnico, tendo dado plenos poderes ao diretor-geral para envidar esforços junto de um novo treinador.
"RECORD"

OS POLÍTICOS SÃO MUITO MAIS CAROS E ESTÃO À SOLTA
Cada preso custa 40 euros 
por dia ao Estado português
Comida, saúde, ensino e formação são as rubricas fixas de gastos com 11 688 presos.
Cada recluso custa, em média, 40 euros por dia, em despesas de alimentação, saúde, ensino e formação profissional, segundo dados avançados ao DN pelo director- -geral dos Serviços Prisionais. É uma "média que se tem mantido constante ao longo dos últimos anos", salienta Rui Sá Gomes. Os guarda prisionais consideram que este valor é demasiado elevado, comparado com o investimento feito nos funcionários e nos estabelecimentos prisionais.
Mesmo em tempos de crise as rubricas fixas de alimentação, saúde, ensino e formação profissional não vão sofrer cortes, pelo que essa média de 40 euros por dia vai manter-se.
Ao final de um ano, o Estado gasta, com cada preso, 14 600 euros. Por comparação, um doente infectado com o vírus da sida custa 10 mil euros por ano ao Estado, em medicamentos e tratamentos médicos, segundo dados da Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida.
Tendo em conta que a população prisional actual é composta por 11 688 reclusos, anualmente e em média, o gasto estatal com os presos é superior a 170 milhões de euros (170 644 000 euros).
"Não é um custo exagerado. E quanto maior for a população prisional mais esse custo se dilui", afirma o director-geral dos Serviços Prisionais.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

CARECADAS
Banca rejeitou mais de 1.850 cheques por dia
Insuficiência de provisão 
é o principal motivo das devoluções.
Estarão os cheques condenados a passar à história? Há países como, por exemplo, o Reino Unido onde os banqueiros querem o fim gradual deste meio de pagamento. Em Portugal, apesar de não existirem propostas para decretar o fim dos cheques, a fotografia da última década mostra que há cada vez menos adeptos deste instrumento. O número de cheques em circulação está a diminuir desde 2000, uma tendência que só não é totalmente acompanhada pelas devoluções porque no estalar da crise, em 2008, os cheques sem provisão aumentaram 10%.
De acordo com os dados do Banco de Portugal, os bancos devolveram um total de 676.500 cheques em 2010, o correspondente a mais de 2,8 mil milhões de euros. Ou seja, cerca de 1.853 cheques por dia. Esta quantidade de devoluções representa um recuo de 20% face a 2009 e corresponde ao valor mais baixo da última década.
"DIÁRIO ECONÓMICO"

CREMAR É MAIS HIGIÉNICO
Caixões à porta do Ministério da Educação
Cerca de 80 escolas vão levar hoje caixões para a porta do Ministério da Educação onde realizarão o «funeral» do ensino particular.
Pelo menos 50 escolas com contrato de associação vão fechar entre amanhã e sexta feira e cerca de 80 vão levar hoje caixões para a porta do Ministério da Educação para o «funeral» do ensino particular.
A preparação de uma 'manifestação nacional', a 8 de fevereiro é o culminar de um plano de protestos elaborado pelo «SOS Movimento Educação», ao qual se juntam pais e encarregados de educação de alunos de escolas particulares.
O movimento contesta o diploma que altera o regime dos contratos de associação entre o Estado e o ensino particular e cooperativo, nomeadamente o corte do financiamento aos estabelecimentos.
Os protestos começam hoje, dia em que pais e alunos de cerca de 80 escolas levarão caixões para o «funeral» do ensino particular num cortejo aprazado para as 11h30 e que decorrerá entre a Praça do Saldanha e a porta do Ministério da Educação, em Lisboa.
Os caixões vão ficar com a tampa ao lado, cabendo ao Ministério da Educação fechá-los, iniciativa que os pais encaram como um derradeiro apelo à ministra Isabel Alçada para resolver o problema do financiamento destas escolas.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

ANDAM NA FESTA E NÓS PAGAMOS!!! 
SOMOS OU NÃO TUGAS???
Manuel Alegre com rombo 
de 514 mil euros nas contas
Manuel Alegre vai receber em subvenções estatais menos 514 mil euros do que tinha previsto. Já Cavaco Silva terá mais 351 mil euros do que o antecipado. Ao todo o Estado vai distribuir 3,8 milhões pelos quatro candidatos que conseguiram mais de 5% dos votos.
Manuel Alegre perdeu anteontem as eleições presidenciais e corre também o risco de perder o equilibro das contas da campanha. Isto, porque o número de votos que obteve no domingo apenas lhe confere o direito a receber 835 mil euros de subvenção estatal quando, no seu orçamento, tinha antecipado uma verba de 1,35 milhões nesta parcela.
O candidato apoiado pelo PS, BE e MRPP, esperava também obter 500 mil euros em contribuições de partidos e 50 mil euros em donativos para pagar as despesas totais orçamentadas em 1,9 milhões de euros. Todavia, se não se ultrapassarem as receitas oriundas de partidos e donativos, e a comprovar-se o total de despesas, a candidatura de Alegre ficará, assim, com um prejuízo de mais de meio milhão de euros nas mãos.
Cavaco Silva, tudo o indica, ficará com um excedente de 351 mil euros, pois apenas tinha antecipado 1,57 milhões de euros em subvenções estatais e, face à sua votação, vai receber 1,92 milhões de euros. Ou seja, apenas precisará de usar menos de 200 mil euros dos 550 mil que esperava obter em donativos para saldar todas as despesas de campanha, estimadas em 2,12 milhões de euros.
Quem também sai a ganhar destas eleições, não só pelo resultado surpreendente, mas também pelo lado financeiro, é Fernando Nobre. O candidato independente esperava obter 511 mil euros em subvenções estatais, mas vai receber um total de 835 mil euros, ficando os custos da campanha, orçada em 842 mil euros, quase cobertos na totalidade.
O candidato Francisco Lopes tinha inscrito nas suas receitas 512 mil euros de subvenções estatais, mas, face à votação alcançada, apenas vai receber 424 mil euros.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

FOI SEMPRE O PROBLEMA...
«Estão todos preocupados com o futuro 
e esquecem o presente», diz Paulo Sérgio
Paulo Sérgio aproveitou o final do jogo de ontem, com o Sporting, para explicar o alerta que lançou na última semana, pedindo aos sportinguistas que se concentrem no presente e não apenas no futuro, apesar de reconhecer que o momento do clube é delicado.
«Fiz um alerta para dentro e para fora. O grupo não pode ir na onda negativa. Sinto que estão todos preocupados com o futuro desta grande instituição e esquecem-se do presente. Vou estar sempre com o meu grupo e assumir as dores. Mas é importante lançar os alertas. O futuro é muito importante, as eleições são determinantes, mas não nos podemos esquecer do presente. É praticamente impossível ganhar o campeonato, a Taça já foi e já nos aconteceu tudo na temporada, mas não podemos de, todos juntos, pensar no Sporting. Aquilo que digo aos meus jogadores é que, jogando bem ou mal todos têm de morrer em campo pela instituição que lhes paga o ordenado» justificou, não estando preocupado com o facto de ter, ou não, o seu lugar em perigo.
«Como costumo dizer aos meus amigos, se a situação fosse fácil estaria aqui outro e não eu», afirmou.
"A BOLA"

MAIS ESPERANÇA
Transplantação hepática 
tem nova unidade nos HUC
A nova Unidade de Transplantação Hepática dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), onde foram investidos 350 mil euros para requalificação do espaço e do equipamento, abriu ontem ao público, estando dotada de uma equipa de seis médicos, que se propõem realizar 60 transplantes por ano.
"Aqui fazemos transplantes não só em adultos, mas também em crianças", explicou Fernando Regateiro, presidente do Conselho de Administração dos HUC, adiantando que a saída para o IPO de Emanuel Furtado, coordenador do Programa de Transplantação Hepática Pediátrica, não afecta os serviços daquela unidade de saúde.
"O protocolo que temos com o IPO assegura que tenhamos a sua colaboração e que continue a fazer parte desta equipa e a operar nos HUC", referiu Regateiro.
"CORREIO DA MANHÃ"

É UMA CERTEZA
FMI alerta que crise 
nos periféricos do euro pode "intensificar-se"
A instituição liderada por Dominique Strauss-Kahn voltou hoje a apelar aos responsáveis da Zona Euro para que avancem com uma resposta "rápida e abrangente" para a crise financeira e da dívida soberana que assola a Zona Euro. Na periferia, a pressão vai manter-se "elevada", pode "intensificar-se" e até "propagar-se" ao centro.
“Os riscos descendentes decorrem da possibilidade de as tensões na Zona Euro se propagarem ao centro da Europa”, adverte o Fundo Monetário Internacional (FMI) no relatório que acompanha a actualização intercalar das suas Perspectivas Económicas, em que revê em ligeira alta, para 4,4%, o crescimento para a economia global.
Na perspectiva da instituição, a evolução da situação na Zona Euro é o maior risco que paira sobre a recuperação económica – não apenas europeia, mas global. “O requisito mais urgente para uma recuperação robusta passa por acções rápidas e abrangentes para ultrapassar os problemas financeiros e da dívida soberana na Zona Euro e por políticas que permitam corrigir os desequilíbrios orçamentais e reparar e reformar os sistemas financeiros no contexto mais vasto das economias desenvolvidas”, considera o FMI.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

PORQUÊ INCONSTITUCIONAL
Associação de taxistas quer inconstitucionalidade de lei que obriga testes psicológicos a motoristas
Os representantes dos taxistas vão solicitar um parecer ao provedor de Justiça com o objetivo de requerer ao Tribunal Constitucional a apreciação da constitucionalidade da lei que obriga todos os motoristas a submeterem-se a testes psicológicos.
Esta decisão da Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) visa contrariar uma determinação do decreto-lei 313/2009, que entrou em vigor há precisamente um ano e obriga a que os taxistas, entre outros profissionais, se submetam a avaliação médica e psicológica até janeiro de 2012.
Esta obrigatoriedade refere-se, nomeadamente, aos taxistas com carta de condução anterior a 1998, altura em que passou a ser obrigatória esta avaliação para obter carta de condução para veículos de categoria B (caso dos taxistas).
A ANTRAL discorda desta obrigatoriedade que, segundo o seu presidente, "só serve para gastar dinheiro". De acordo com Florêncio Almeida, cada exame custa cerca de 60 euros.
Este dirigente associativo discorda do carater retroativo da lei – que se refere aos motoristas com cartas de condução anteriores a 1998 – e, por esta razão, está a aconselhar os taxistas a só realizarem estes testes quando necessitem de revalidar o título.
Segundo Florêncio Almeida, cerca de 12 mil dos 16 mil taxistas que circulam em Portugal têm a carta de condução tirada antes de 1998.
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5 - FOTOGRAFIAS QUE FIZERAM HISTÓRIA

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5 - AS MELHORES FOTOS DA NET






4 - ALEGRIA

JORNAIS DE HOJE


COMPRE JORNAIS










BOM DIA