quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

17 - UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


Um gajo marado de bêbado morre e vai para o Inferno.
Chegado lá, encontra o Diabo e pergunta-lhe:
- Onde é que param as mulheres?
- Mulheres??!! - Exclama o Diabo - Aqui não há mulheres !!
E diz o bêbado:
- Olha...olha...Não há mulheres!!!! Vais dizer-me que esses cornos te saíram numa rifa...??!!

O PARAISO DE SACHSEN

video

2 - CORPOS URBANOS


URBAN BODIES/CORPI URBANI 2005 from marzio mirabella on Vimeo.

1 - EXPRESSÕES POPULARES E O SEU SIGNIFICADO

'ERRO CRASSO' 


Significado : Erro grosseiro
Origem: Na Roma antiga havia o Triunvirato: o poder dos generais era dividido por três pessoas. No primeiro destes Triunviratos , tínhamos: Caio Júlio, Pompeu e Crasso. Este último foi incumbido de atacar um pequeno povo chamado Partos. Confiante na vitória, resolveu abandonar todas as formações e técnicas romanas e simplesmente atacar. Ainda por cima, escolheu um caminho estreito e de pouca visibilidade. Os partos, mesmo em menor número, conseguiram vencer os romanos, sendo o general que liderava as tropas um dos primeiros a cair.
Desde então, sempre que alguém tem tudo para acertar, mas comete um erro estúpido, dizemos tratar-se de um "erro crasso".

ASSUMA ESTA CAUSA

Petição pela DEFESA EFECTIVA DO POVO PORTUGUÊS, mediante a introdução de medidas de REDUÇÃO ADMINISTRATIVA do PREÇO DE PRODUTOS E SERVIÇOS ESSENCIAIS e devolução do dinheiro gasto a mais pelos governantes

Para:Povo português e: Presidente da Assembleia da República, Deputados à Assembleia da República e respectivos grupos parlamentares, Membros do Governo, Juízes-Conselheiros do Tribunal de Contas, Procurador-Geral da República, Provedor de Justiça, Conselheiros de Estado, candidatos à Presidência da República, actuais e putativos, Tribunais Judiciais portugueses, Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, Deputados portugueses ao Parlamento Europeu, Presidente da Comissão Europeia, Comissário da União Europeia para as Minorias Étnicas, Amnistia Internacional e Alto-Comissário da ONU para os Refugiados

Caros Concidadãos Portugueses e Patriotas:

Exmos. Senhores: Presidente da Assembleia da República, Deputados à Assembleia da República e respectivos grupos parlamentares, Membros do Governo, Juízes-Conselheiros do Tribunal de Contas, Procurador-Geral da República, Provedor de Justiça, Conselheiros de Estado, candidatos à Presidência da República portuguesa, actuais e putativos, Tribunais Judiciais portugueses, Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, Deputados portugueses ao Parlamento Europeu, Presidente da Comissão Europeia, Comissário da União Europeia para as Minorias Étnicas (e éticas), Amnistia Internacional e Alto-Comissário da ONU para os Refugiados:


Considerando:


a) Que os governos portugueses de 2000 a 2009 gastaram 89,938 mil milhões de euros a mais do que estava inicialmente orçamentado;


b) Considerando que, assim e conforme quadro em anexo, se “desmonta” argumentação da “crise internacional” para os sacrifícios abusivamente impostos por este Governo da República aos portugueses;


c) Que os governantes portugueses em geral não defendem minimamente o seu Povo, em especial os mais desfavorecidos e a “classe” dos comuns dos trabalhadores [a qual, segundo consta, ganha cerca de metade do que se ganha na zona euro e apenas para esta se fala de produtividade, mas não se fala da produtividade dos respectivos gestores (porque será?...)];


d) Que, em vez de “cortarem” significativamente na despesa administrativa do Estado e na despesa dos gabinetes dos membros do Governo, tais governantes “preferem” onerar famílias e empresas com aumentos de impostos directos, cortes de ordenados, redução de prestações sociais e, em geral, no agravamento generalizado das condições económicas de Portugal, mantendo, todavia, os “boys nos jobs”;


e) Que a situação descrita na alínea anterior, além de injusta e cobarde, constitui o mais grave ATENTADO AOS DIREITOS HUMANOS DOS PORTUGUESES desde o 25 de Abril;


f) Que, em vez de se realizarem investimentos estratégicos nas indústrias, na agricultura e nas pescas que fomentem as exportações ou o consumo interno (diminuindo, assim, a dependência do exterior), é preferido, pela governação, investir (esbanjar) o dinheiro dos contribuintes (o nosso dinheiro) em TGV’s e Aeroportos que fomentam as importações, desequilibrando ainda mais a nossa balança comercial;


g) Que se o Governo considera que tem legitimidade para cortar salários, aumentar impostos e até para nacionalizar Bancos (aqui o “mercado” não funciona livremente?...), então (se é bom para uns é bom para todos…) também terá legitimidade para impor “tectos”, ou reduções, aos preços de venda de produtos, bens e serviços essenciais, atendendo à manifesta redução do poder de compra da maioria dos portugueses e ao facto de, segundo o noticiado, haver, neste momento, 2 milhões de pobres em Portugal (cerca de 20% da população portuguesa);


h) Que um Estado social de Direito, ainda constitucionalmente consagrado (para lamento de muitos “federalistas”), não pode, nem deve, permitir que haja fome ou miséria em Portugal, ou que o seu Povo corra o risco de ser considerado “refugiado” no seu próprio País, estando, potencial e novamente, à mercê de alguém que o terá "ajudado" a conduzir para o caminho de um pântano (“mais do mesmo”, não obrigado);


i) Que se vive um momento grave e excepcional em que o (“sacrossanto”) mercado não está a funcionar normalmente, pelo menos face ao “ataque fiscal e económico” dirigido aos portugueses que compõem a “procura” [na dita definição de oferta e procura para a formação dos preços dos produtos e serviços] realizado, de forma inqualificável e desumana, pelo actual Ministro das Finanças (pelos visto “eleito”, ou "ilumineito", pelos mercados e não pelo Povo que sustenta o seu “vencimento régio”), com o cognome de "Ministro dos PEC's" (Planos para Enganar Cidadãos);


j) Que, se o "mercado" não funciona livremente (do lado da procura), o Estado deve, a título excepcional, fundado e coerente, intervir sobretudo quando está em causa o bem-estar do seu Povo, aquele que sustenta os seus “vícios”, clientelas e desperdícios, e, até, no seguimento daquilo que este mesmo Estado faz sempre que o sistema financeiro está em causa, ou seja: quando são lucros é o mercado a funcionar, mas quando os Bancos dão prejuízo é o contribuinte a pagar… (justo não é?);


k) Que, perante a iminência de mais situações de incumprimento das prestações bancárias derivadas de créditos de habitação às pessoas que têm os seus rendimentos mensais “contados” (ou sem margens para “folga”), se justifica (face à ausência de "peso negocial" específico individualmente considerado de cada uma dessas famílias) a intervenção do Estado que, de uma vez por todas, termine, também, com o abuso de preçários de comissões bancárias e de despesas de manutenção de contas à ordem sem fundamento ético ou jurídico e perante a inércia fiscalizadora do “Banco (que é de alguns menos) de Portugal”;


l) Que, face ao “descalabro” da gestão das contas públicas do Estado devem, os governantes, subscrever, em nome e por conta própria, um seguro de responsabilidade civil e patrimonial, do mesmo modo que os Administradores de Sociedades Anónimas os subscrevem nos termos da respectiva lei das sociedades comerciais, ou, em alternativa, que respondam, com o respectivo vencimento mensal, pelos desvios apurados em relação ao inicialmente orçamentado nos termos das respectivas lei do Orçamento de Estado;


m) Que tal “descalabro” financeiro (a que deram o "pomposo" nome de "crise internacional", se calhar com "ordenados de Zapatero") deve ser rigorosa e judicialmente averiguado (por entidades idóneas, não partidárias e não ligadas a quaisquer ordens secretas em relação às quais os seus membros tenham jurado obediência) no sentido de ser apurado, caso a caso e governante a governante, ou responsável a responsável, se houve “gestão danosa” ou pura incompetência na gestão de dinheiros públicos susceptível de mera responsabilidade civil patrimonial;


n) Que o contributo do Orçamento de Estado para a União Europeia (1,777 mil milhões de euros, de acordo com a Conta Geral do Estado de 2009, cfr. rubrica dos "recursos próprios comunitários") deve ser imediatamente suspenso até à completa normalização da vida social e económica do Povo Português (se é que o Princípio da Coesão serve para alguma coisa...), ou, não sendo tal possível, que haja uma "CESSÃO DOS CRÉDITOS" que o Povo português detém sobre a sua classe política dirigente (entre 2000 a 2009) para cumprimento dessas mesmas obrigações perante a União, obtendo-se assim uma redução significativa da despesa pública;


o) Que devem ser dadas "NOVAS OPORTUNIDADES" à classe política portuguesa (sem brindes) para que esta se possa redimir dos danos patrimoniais objectivamente causados aos portugueses, nomeadamente, devolvendo ao Povo Português o dinheiro gasto a mais em relação ao inicialmente orçamentado por essa mesma classe política dirigente e a ter formação profissional em contexto de trabalho para se aperceberem da realidade empresarial e dos constrangimentos causados à Economia, terminando com o status (quo) segundo o qual a Economia serve para "sustentar" os "vícios" do Estado:


Requer a V. Exas., no âmbito das competências de cada um de vós e imediatamente:


1. A redução, no mínimo, em 10%, por via administrativa, do preço de venda de todos os produtos, bens e serviços essenciais;

1.1 – Alimentação e Bebidas não alcoólicas;
1.2 – Fornecimentos de Gás, Água e Electricidade;
1.3 Transportes colectivos de passageiros;
1.4 Taxas moderadoras e custas com funções essenciais do Estado, tais como a Saúde e a Justiça;
1.5 Outros, a sugerir por cada cidadão aderente à presente petição, em comentário a considerar após a validação/confirmação da respectiva assinatura.

2. Assegurar a alimentação gratuita de todas as crianças que frequentam os estabelecimentos de ensino público e que passam fome [como podem aprender? Será com os “Magalhães”? Haja vergonha!];


3. A redução dos “spreads” bancários aplicados aos créditos de habitação permanente, proporcionalmente à redução do rendimento líquido de cada agregado familiar (por via do PEC 1, PEC 2, PEC 3 e outros que possam suceder), assim como a extinção dos preçários por operações bancárias, nomeadamente as que aplicam despesas de manutenção de contas à ordem.


4. Que os membros do Governo e demais Instituições gerais do Estado desde 2000 até 2009 (última Conta Geral do Estado apurada) devolvam ao erário público, com juros de mora, os € 89.938.979.841,00 gastos a mais em relação ao inicialmente orçamentado, assim se resolvendo o problema dos PEC’s e a “crise internacional” com esta receita fiscal extraordinária, ora peticionada.


5. Que os membros do Governo, actuais e futuros, subscrevam, por conta própria, uma apólice de responsabilidade civil e patrimonial pela ineficiente gestão dos dinheiros públicos, de forma análoga aos gestores das sociedades comerciais, aplicando-se os montantes daí eventualmente resultantes como receita fiscal para os orçamentos dos anos subsequentes; ou então, em alternativa, que respondam com o respectivo vencimento mensal pelos desvios apurados em relação ao inicialmente orçamentado, nos termos da respectiva leis do Orçamento de Estado.


6. Que seja apurado (por entidades idóneas, não partidárias e não ligadas a quaisquer ordens secretas em relação às quais os seus membros tenham jurado obediência), caso a caso e governante a governante, ou responsável a responsável, se houve, ou não, “gestão danosa” ou pura incompetência de gestão de dinheiros públicos, susceptível de responsabilidade civil patrimonial, retirando-se daí todas as devidas consequências, incluso criminais.


7. Que os investimentos a realizar de acordo com a rubrica 50 do Mapa II de Despesas do Orçamento de Estado – Investimento do Plano – sejam suspensos e analisados, caso a caso, em termos de contributo inegável para o desenvolvimento efectivo (e não artificial) da indústria, da agricultura e das pescas portuguesas, em suma, das actividades que, em geral, geram emprego e sustentam a soberania económica nacional.


8. Que o contributo do Orçamento de Estado para a União Europeia (v.g., “recursos próprios comunitários”) seja imediatamente suspenso até à normalização da vida social e económica do Povo português, ou, não sendo tal possível, que haja uma cessão dos créditos detidos pelo Povo português sobre a sua classe política dirigente (entre 2000 e 2009), no montante abaixo indicado, para cumprimento dessas mesmas obrigações perante a União.


9. Que todas estas medidas se mantenham enquanto se mantiverem os pressupostos de aplicação dos PEC’s (actuais e futuros) e enquanto todos os membros dos Governos de 2000 a 2009 (assim como outras Instituições Gerais do Estado) não devolverem aos portugueses os cerca de € 89,938 mil milhões de euros gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado nas respectivas leis do Orçamento de Estado.


Dado que: OS PEC'S PARA TODOS NÃO PODEM SER JACK-PEC'S PARA ALGUNS!


O Requerente e “co-credor” da classe política dirigente de 2000 a 2009,

Pedro de França Ferreira Marques de Sousa
9000 – 019 Funchal
Cartão de Cidadão n.º 09254449
www.cidadaniaproactiva.blogspot.com

E-mail: cidadaniaproactiva@gmail.com, para quem queira dar-se ao trabalho de consultar o mapa referido no texto da petição


Os signatários

DEAN ORNISH - A DIETA DO MUNDO ASSASSINO


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PEDRO MARQUES LOPES

PEDRO MARQUES LOPES

Pirro e o bode

O economista Paul Krugman tem razão quando escreve no seu blog que não é preciso dizer muito mais sobre a situação europeia quando a venda da dívida portuguesa a dez anos a uma taxa de 6,7% é considerada um sucesso.
Em termos muito simples, e não esquecendo a sempre não linear semelhança entre a vida das empresas ou cidadãos com a do Estado, a situação podia ser resumida da seguinte forma.
Um cidadão precisa que lhe emprestem dinheiro para sobreviver. Há um ano pagava 4,8% de juros, hoje tem de pagar 6,7%. As suas perspectivas de ganhar mais dinheiro na sua actividade são praticamente nulas, pior, o mais certo é que traga menos dinheiro para casa.
Podia ser pior? Podia. Em vez de pagar 6,7% podia ter de pagar 7% ou 8%, mas a única coisa que mudava era o número de meses ou anos em que inevitavelmente ia deixar de pagar, sequer, os juros do empréstimo.
De facto, a variável crucial nesta situação é o tempo. Se não conseguimos rentabilizar o dinheiro que nos emprestam, de forma a que produzamos mais do que nos deram para a mão mais os juros, a única dúvida será a data em que entregamos a alma ao criador, melhor, ao credor. 

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
16/01/11

ALMORRÓIDA IMPOPULAR



Só 6% dos portugueses 
confiam na classe política

A fama dos políticos e dos governos não podia estar pior em véspera de eleições presidenciais. A cinco dias de o país decidir quem será o próximo Presidente da República, uma sondagem de opinião mostra que a desconfiança na classe política é generalizada, o que contamina também a opinião sobre o cenário económico. A grande maioria dos inquiridos diz que Portugal está a caminhar na direcção errada e que o país estava melhor há 25 ou há 40 anos.

O inquérito foi conduzido pela consultora Gfk junto de 1002 portugueses entre os 18 e os 64 anos, de todo o território de Portugal Continental. A sondagem integra os trabalhos do Projecto Farol, um think-thank constituído por figuras como Belmiro de Azevedo e Daniel Proença de Carvalho que quer traçar um guia para o desenvolvimento do país até 2020.

De acordo com o estudo, 94 por cento dos portugueses dizem não confiar na classe política, 90 por cento nos Governos, 89 por cento nos partidos e 84 por cento na Assembleia da República. Cerca de 70 por cento revela também não ter confiança nos tribunais, na administração pública ou nos sindicatos.

A agravar o cenário, quase metade dos inquiridos afirma ter pouco interesse na política nacional (43 por cento) e na política local (48 por cento). Contudo, a forte desconfiança e desinteresse face ao sistema político revelados pelos inquiridos parecem entrar em contradição com outras respostas à sondagem. Mais de metade dos portugueses (64 por cento) considera, por exemplo, que a forma mais eficaz de influenciar a sociedade é votar, apesar de depois não confiarem nos Governos eleitos.

Além disso, apesar de os portugueses admitirem que devem ter um maior compromisso com a causa pública e as políticas dos Governos, continuam a defender que é o Estado que deve dar o principal contributo para a competitividade e o desenvolvimento económico do país. Ainda para mais num contexto em que a iniciativa privada escasseia: 54 por cento dos inquiridos não se mostra disposto a lançar-se num negócio próprio.

A sondagem de opinião mostra também que, para a grande maioria dos inquiridos (78 por cento), Portugal está a caminhar na direcção errada, desde logo porque não há uma estratégia de desenvolvimento sustentado para o país. A maioria considera também que não somos competitivos.

Além disso, de acordo com os promotores do Projecto Farol, os portugueses mostram-se mal informados sobre a actual situação do país. Quase metade (46 por cento) dos inquiridos considera que as actuais condições económicas e sociais são piores do que há 40 anos, antes do 25 de Abril, e mais de metade (58 por cento) vê-as como piores do que há 25 anos, antes de Portugal entrar para a Comunidade Económica Europeia.

IN "PÚBLICO"
19/01/11

2 - VETERANOS






HELENE FISCHER

A HISTÓRIA DOS COSMÉTICOS

1 - ANTIGOS ANÚNCIOS FRANCESES


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SÓ VISTO

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5 - PROFESSOR SOFRE


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4 - EXPOSIÇÃO UNIVERSAL »»» PARIS 1900


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TENHA UM BOM DIA............



... as aldrabices aumentam....


COMPRE JORNAIS


Confederação do Comércio propõe 
tecto máximo para indemnizar despedimentos
A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal vai propor a redução das indemnizações em caso de despedimento e a criação de um tecto máximo de anos de trabalho que contam para os cálculos.
"Na maior parte dos países europeus, esse valor não é exactamente um mês por cada ano. É um pouco mais baixo para facilitar a restituição das empresas", disse o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), João Vieira Lopes.
"Recentemente Espanha situou em 0,7 e é precisamente aí que pensamos que deve ser colocado o valor em Portugal, o equivalente a 3 semanas por cada ano de trabalho", adiantou João Vieira Lopes, em declarações à Antena 1.
Em dia de reunião da concertação social, a CCP avança, ainda, com a ideia de limitar o número de anos de trabalho que contam para o cálculo da indemnização em caso de despedimento.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Nobre Guedes fará a transição
Número dois da Direcção de Bettencourt deverá assumir a liderança no período entre 28 de Fevereiro e 26 de Março. É o actual responsável pela área financeira. Listas têm de ser entregues até sete dias antes da Assembleia Eleitoral.
José Filipe Nobre Guedes, primeiro vice-presidente na hierarquia da Direcção agora demissionária, vai ser o... homem da transição. Este engenheiro de profissão, responsável em Alvalade também pela área financeira da SAD, deve assumir a liderança do clube no período entre 28 de Fevereiro e 26 de Março, que coincide com as datas em que o presidente demissionário, José Eduardo Bettencourt, deixa de exercer funções, e a realização da Assembleia Geral Eleitoral.
Nobre Guedes exerce cargos no grupo Sporting desde 2006 e nesta altura veste o fato de presidente substituto, daí o assumir da presidência, interinamente, até às eleições que elegerão o novo líder leonino.
"A BOLA"
O RESULTADO DO CORPORATIVISMO DA ORDEM
2,7 milhões para médicos
O Hospital de Faro, EPE, gastou mais de 2,7 milhões de euros, em 2009 e 2010, só com a contratação de médicos para os serviços de Urgência Geral e Pediátrica. A maioria destes clínicos é de nacionalidade espanhola, contratada através da empresa Union Médica Hispano-Portuguesa.
Segundo a presidente do Conselho de Administração do Hospital, Ana Paula Gonçalves, foi devido à carência de médicos que foram obrigados a recorrer à contratação externa de 30 profissionais de Saúde. A responsável pela unidade explica que o concurso público realizou-se em 2007. A empresa Union Médica ganhou o concurso, tendo renovado o contrato em 2008, 2009 e 2010. Este ano, está a decorrer um novo concurso público para os mesmos serviços.
"CORREIO DA MANHÃ"


EXCESSO DE VELOCIDADE
Dívida Pública de 2010 derrapa 
em quatro mil milhões no final do ano
A dívida pública de 2010 ficou bem acima daquilo que o Governo previu já na recta final do ano passado. Apesar de a estimativa do Executivo ter sido feita em Outubro, por altura da apresentação do Orçamento do Estado de 2011, dados publicados agora pelo Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP) confirmam que o volume total de emissões foi superior em quase 4 mil milhões de euros ao valor com que o Governo contava.
O "compromisso" apresentado no orçamento colocava a fasquia nos 147.783 milhões de euros, que serviriam para o Estado tapar o buraco do défice e refinanciar dívida prestes a atingir a sua maturidade. O facto de a previsão ser feita tão perto do final do ano fazia adivinhar que, tal como sucedeu nos anos anteriores, o valor final não se desviasse muito do alvo.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
IMPOLUTAS FANTASIAS
Cavaco. Casa de férias adquirida por 
permuta com homem forte da SLN
A casa de férias do Presidente da República, na praia da Coelha, foi adquirida, através de permuta, a uma empresa chamada Constralmada - Sociedade de Construções, Limitada. Um terço desta empresa de construção civil era detida por Fernando Fantasia, que anos depois da permuta com Cavaco, realizada em 1999, integrará a OPI-92 no universo Sociedade Lusa de Negócios/BPN.
Apesar do escândalo BPN e das suspeitas que recaíram recentemente sobre Fernando Fantasia e a OPI-92 - por associação ao BPN e dúvidas sobre o acesso a informação privilegiada na compra de terrenos em Alcochete, pouco antes da decisão sobre a mudança de localização do novo aeroporto -, Cavaco Silva mantém com Fernando Fantasia a mesma relação de sempre: o antigo gestor ligado a Oliveira Costa faz actualmente parte da Comissão de Honra da candidatura à presidência da República. Ontem, o julgamento de Oliveira Costa foi adiado para dia 24, o dia a seguir às presidenciais.
"i"
O MAIS ALTO DE SEMPRE VEM A SEGUIR
Gasolina atinge esta semana 
preço mais alto de sempre
Transportadores querem negociar com Governo formas de ajudar as empresas a acomodar este aumento de custos
Todos ainda se lembrarão da escalada do preço dos combustíveis que, em Julho de 2008, esteve na base do protesto dos transportadores de mercadorias que quase paralisou o país. Mas, neste momento, os preços dos combustíveis em alguns postos de abastecimento já ultrapassaram o valor médio mais alto de sempre - 1,523 euros por litro de gasolina, registado a 18 de Julho de 2008 -, com a agravante de que o preço da matéria-prima, isto é, do barril de crude, está actualmente muito longe dos 147 dólares que custava em Julho daquele ano.
"PÚBLICO"

JÁ MEXEM
Águia já negoceia com novo canal de desporto
São cada vez mais fortes os indicadores de que o Benfica não vai mesmo renovar o contrato de cedência de direitos televisivos com a Olivedesportos, que expira no final da época 2012/13. Ou seja, daqui por dois anos e meio. Luís Filipe Vieira já iniciou a negociação com outros interlocutores e nas próximas semanas deve haver uma decisão. Rui Pedro Soares (36 anos, antigo administrador da PT) e Emídio Rangel (63 anos, ex-diretor da SIC e da RTP) encabeçam a formação de um novo grupo de comunicação social que está fortemente interessado nos direitos das águias. A tudo o que foi escrito sobre o aparecimento deste novo grupo nos últimos dias, Record está em condições de acrescentar que o projeto inclui um canal de desporto (e não generalista) a juntar a um jornal semanário (a avançar em abril) e a uma rádio.
"RECORD"

A DOER
Trabalhadores sentem impacto 
dos cortes salariais a partir de amanhã
Os funcionários públicos vão começar a sentir os cortes salariais já a partir de quinta-feira, data em que começam a receber os vencimentos.
Segundo um aviso do Ministério das Finanças, publicado em Outubro de 2007, os pagamentos dos salários dos trabalhadores do Estado não podem ser feitos antes do dia 20 de cada mês, variando a data por ministério até dia 23, mas fontes sindicais disseram à Lusa que há funcionários que já receberam o recibo de vencimento com a redução salarial decretada pelo Governo.
A Federação Nacional dos Professores, que integra a Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, anunciou que os professores que já receberam o recibo de vencimento verificaram que o salário base é idêntico ao de Dezembro, embora entre os descontos se encontre referenciada uma "taxa de redução remuneratória".
Para a FENPROF, "com esta forma de reduzir o salário, o Governo poderá continuar a afirmar internacionalmente que os professores portugueses beneficiam de um vencimento que, de facto, não têm".
Em declarações à Lusa, o dirigente da FENPROF Mário Nogueira adiantou que a partir do momento em que os professores recebam de facto o vencimento (dia 21) irão ser apresentadas individualmente nas escolas a impugnação do corte salarial e daí seguirão acções para os tribunais.
"DIÁRIO ECONÓMICO"

O MENDIGO VAI DESMENTIR
Sócrates ligou a Merkel a "implorar" ajuda
A notícia avançada pelo diário inglês cita fontes da chanceler alemã. Sócrates queria evitar o recurso ao Fundo de Estabilização Europeu e FMI.
José Sócrates terá implorado por ajuda à chanceler alemã, Angela Merkel, revela a edição de hoje do jornal inglês "The Guardian". O diário cita fontes que assistiram à conversa telefónica entre os dois líderes.
O primeiro-português português prometeu "tudo fazer" para não ser necessário o recurso ao Fundo de Estabilização Europeu e consequentemente ao FMI, como foi o caso da Grécia e da Irlanda.
Merkel terá então ligado a Dominique Strauss-Khan, director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), para lhe dar conta do telefonema feito por Sócrates. Mas este transmitiu à chanceler alemã que não valia a pena, "pois Sócrates não seguiria nenhum conselho que lhe fosse dado".
O telefonema entre Sócrates e Merkel aconteceu na passada semana.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

POSITIVO
Portugal «cumpre» Quioto
Pela primeira vez abaixo da meta
As emissões de gases com efeito de estufa ficaram pela primeira vez, em 2009, abaixo do nível anual atribuído a Portugal no Protocolo de Quioto, acentuando a tendência decrescente, revelou, ontem, o Ministério do Ambiente. Entre os fatores que contribuem para este comportamento estão a redução das emissões de gases com efeito de estufa nos transportes, a diminuição da ocorrência de incêndios em florestas e a redução da estimativa de utilização da reserva para novas instalações cobertas pelo Comércio Europeu de Licenças de Emissão, segundo os dados do Ministério tutelado por Dulce Pássaro.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

INFORMAÇÃO ÚTIL


CAROS VISITADORES

"Poesia incompleta" 
Livraria ao Principe Real

Actualmente existe, em Lisboa, uma livraria absolutamente única no país: uma livraria integralmente dedicada à poesia. Sucede, contudo, que, apesar de fantástica, ela encontra-se com alguma dificuldade em sobreviver. 
O que não se compreende: tem à sua frente um jovem livreiro que, além de extremamente eficiente, como verão, possui um
total conhecimento do que está a vender: conhece os autores, as edições, tudo.
A livraria de que vos falo chama-se Poesia Incompleta, fica na Rua Cecilio de Sousa nº 11 (Príncipe Real) e vai com certeza ser uma revelação para quem a visitar. Abrange todas as épocas e o que não tem, o Mário, o dito livreiro, arranja, normalmente - e com uma brevidade que, no mínimo, surpreende.
Peço-vos - a vos que sois leitores, presumo - que façam uma visitinha a este sitio, que não pode de maneira nenhuma fechar e que, pela sua qualidade, vai-se tornar, mais tarde ou mais cedo, como aliás disse Vasco Graça Moura, num local de culto. 
Isto, claro, se não fechar, coisa que, passando a palavra e recomendando a amigos este tão singular espaço, podemos evitar.

enviado por J.V.A.

5 - REFLEXÃO


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2 - EVASÕES



«Os mineiros chilenos tiveram mais sorte do que a população portuguesa...

Estavam metidos num buraco mas sabiam que iam sair dele...!!!»

enviado por C. DIOGO

JORNAIS DE HOJE


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BOM DIA