sábado, 31 de dezembro de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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8-DANÇAS NATIVAS

 
DANÇA irlandesa
 





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 EM 2012

   FUMAR  

AINDA EMAGRECE


E definitivamente alivia o stress 

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6.Economia Descomplicada





A Economia explicada de uma forma simples, completa e descomplicada.
Vídeo disponibilizado pelo Institulo Legislativo Brasileiro.

 Nos tempos que correm o melhor é aprender 
com quem já fez o trabalho de casa


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PATETA NO TRÂNSITO






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Esta merda tem de acabar





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DIVIDOCRACIA



Na Internet, toda a gente fala do documentário sobre a crise grega preparado pelos jornalistas Katerina Kitidi e Aris Hatzistefanou e que tem por título "Debtocracy". Rodado com dinheiro próprio e com donativos de alguns amigos, o filme tem exibição gratuita em http://www.debtocracy.gr. Em menos de dez dias, foi visto por 600 mil utilizadores. Todos os dias, defensores e adversários do documentário apresentam os respetivos pontos de vista no Facebook, no Twitter e em blogues.

Os principais atores do documentário (cerca de 200 pessoas) assinam um pedido de criação de uma comissão internacional de auditoria, que teria por missão especificar os motivos da acumulação da dívida soberana e condenar os responsáveis. No caso vertente, a Grécia tem direito a recusar o reembolso da sua "dívida injustificada", ou seja, da dívida criada através de atos de corrupção contra o interesse da sociedade.

"Debtocracy" é uma ação política. Apresenta um ponto de vista sobre a análise dos acontecimentos que arrastaram a Grécia para uma situação preocupante. As opiniões vão todas no mesmo sentido, sem contraponto. Foi essa a opção dos autores, que apresentam a sua maneira de ver as coisas, logo nos primeiros minutos: "Em cerca de 40 anos, dois partidos, três famílias políticas e alguns grandes patrões levaram a Grécia à falência. Deixaram de pagar aos cidadãos para salvar os credores".
Os "cúmplices" da falência perderam o direito à palavra.

Os autores do documentário não dão a palavra àqueles que consideram "cúmplices" da falência. Os primeiros-ministros e ministros das Finanças gregos dos últimos dez anos são apresentados como elos de uma cadeia de cúmplices que arrastaram o país para o abismo.

O diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que se apresentou aos gregos como o médico do país, é comparado ao ditador Georges Papadopoulos [primeiro-ministro sob o regime dos coronéis, de 1967 a 1974]. O paralelo é estabelecido com uma facilidade notável desde o início do documentário mas não é dado ao personagem relevante (DSK) o direito a usar da palavra.

À pergunta "Porque não fazer intervir as pessoas apontadas a dedo", um dos autores, Kateina Kitidi, responde que se trata de "uma pergunta que deve ser feita a muitos órgãos de comunicação que, nos últimos tempos, difundem permanentemente um único ponto de vista sobre a situação. Nós consideramos que estamos a apresentar uma abordagem diferente, que faz falta há muito tempo". O público garante a independência do filme.

Para o seu colega Aris Hatzistefanou, o que conta é a independência do documentário. "Não tínhamos outra hipótese", explica. "Para evitar as limitações quanto ao conteúdo do filme, que as empresas [de produção], as instituições ou os partidos teriam imposto, apelámos ao público para garantir as despesas de produção. Portanto, o documentário pertence aos nossos 'produtores associados', que fizeram donativos na Internet e é por isso que não há problemas de direitos. De qualquer modo, o nosso objetivo é difundi-lo o mais amplamente possível."

O documentário utiliza os exemplos do Equador e da Argentina para suportar o argumento segundo o qual o relatório de uma comissão de auditoria pode ser utilizado como instrumento de negociação, para eliminar uma parte da dívida e do congelamento dos salários e pensões de reforma.

"Tentamos pegar em exemplos de países como a Argentina e o Equador, que disseram não ao FMI e aos credores estrangeiros que, ainda que parcialmente, puseram de joelhos os cidadãos. Para tal, falámos com as pessoas que realizaram uma auditoria no Equador e provaram que uma grande parte da dívida era ilegal", acrescenta Katerina Kitidi. Contudo, "Debtocracy" evita sublinhar algumas diferenças de peso e evidentes entre o Equador e a Grécia. Entre elas, o facto de o Equador ter petróleo.

NR: O Equador tem petróleo mas foi  amputado no seu território pelo vizinho Perú com a complascência de George W Bush. Perdeu a moeda nacional a favor do dolar americano que vigora como moeda oficial neste momento.

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MIGUEL PORTAS




 BALANÇO



A menos que se seja um ferrenho laranjinha, no ano que agora termina, não é fácil encontrar um acontecimento nacional de nota positiva.

Minto. O reconhecimento, pela UNESCO, do Fado como Património da Humanidade faz justiça não apenas a uma candidatura bem preparada, mas à reconciliação de um povo com a sua canção urbana. Foi preciso que ao longo das últimas décadas esse mesmo povo tivesse feito as pazes com a ‘sua canção’, e que esta tivesse renascido com novas vozes e instrumentistas, para que a candidatura merecesse credibilidade e adquirisse uma força imparável. Portanto, somos capazes. Mesmo que a ‘nossa canção’ connosco se tenha travado de razões ao longo da sua história. Eu fui dos que cresci a detestar o fado, porque sinónimo de resignação e submissão. Jovem, de memória curta, e duro de ouvido, ignorava que antes de Salazar ter domesticado a canção, dela sempre desconfiara porque espelho das vidas difíceis da cidade. O que eu não sabia e hoje sei é que o fado nem sempre fora resignação e a ela lhe sobreviveu.

RESIGNAÇÃO é uma palavra de difícil pronúncia nos tempos que correm, porque legítimo é o medo que varreu o país em 2011. Na verdade, este ano teve duas partes. Na primeira, a maioria do povo exprimiu o seu desencanto com o Governo que se foi. O episódio maior dessa manifestação de vontade, feita de razões não raro contraditórias, foi a multidão que se juntou a 12 de Março.

QUANDO, três meses depois, o povo votou, o ambiente do país tinha mudado radicalmente. Até então, a crise tinha, no essencial, sido paga pelos desempregados e pelos benefi- ciários dos serviços sociais, mas a partir de Maio tornou-se claro que quase ninguém iria escapar.

As condições impostas pela troika multiplicaram os medos sem remissão. Apesar dessa intuição, a maioria quis desesperadamente acreditar que o seu futuro dependia do dinheiro de um empréstimo cujo preço estava longe de conhecer. A poucos ocorreu pedir a factura detalhada. Aliás, quem o fez foi olhado de soslaio e acusado de desmancha-prazeres. E hoje? Hoje, o que se pode dizer é que os seis meses de novo Governo já são uma eternidade.

REGRESSO à resignação: nem sempre dura e nunca dura para sempre. Esta é a lição maior do maior e mais imprevisível acontecimento internacional deste ano – a revolta árabe. Os regimes autoritários que, com a cumplicidade do Ocidente, dirigiram durante décadas os países do norte de África e do Médio Oriente estavam podres por dentro e corroídos pela corrupção. Estamos perante revoluções inacabadas, com formas de desenvolvimento muito diferenciadas e que precisam de se saber defender das ingerências externas se quiserem preservar a sua razão de ser. Mas a Primavera Árabe é, apesar de tudo, a promessa de 2011.


IN "SOL"
26/12/11

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Uma das armas mais perigosas de todos os tempos. É silenciosa e popular: 

o Facebook



Enviado por aldamarcia em 30/10/2011

O estudante de direito em Viena, Max Schrems, iniciou um processo contra o Facebook, a maior rede social do mundo criada por Mark Zuckerberg. Após muitas dificuldades, o estudante de direito conseguiu um CD com toda a informação coletada durante os três anos em que fez parte desta rede. Quando impresso, o conteúdo do CD formava uma pilha de 1.200 páginas. Todo o material - histórico de chats, cutucadas, pedidos de amizade, posição religiosa, etc. - era classificado em 57 categorias que possibilitam facilmente a mineração de dados, descobrindo qualquer informação que se deseja; seja da vida pessoal, profissional, religiosa ou política. Além desse material, mesmo as mensagens, fotos e outros arquivos que ele havia deletado continuavam armazenados nos servidores do Facebook. Quando questionado sobre isto, o Facebook afirmou que apenas "removia da página" e não "deletava". Isso significa que, quando uma informação é publicada no Facebook, ela jamais é excluída. Após descobrir que o Facebook possui servidores na Irlanda, entre agosto e setembro de 2011, Schrems abriu 22 queixas contra a rede social no Irish Data Protection Commissioner, um órgão deste país. Para acompanhar o caso, o estudante de direito criou o site "Europe versus Facebook"[http://europe-v-facebook.org/EN/en.html].

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11 - Gigantes da Engenharia


3- CENTRAIS
 
 
  GERADORAS






Este filme revela os avanços tecnológicos que possibilitaram a construção da maior usina hidrelétrica do mundo, a usina Três Gargantas, construída no Rio Yang-tsé, o maior da China.


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A VIDA DAS FLORES

 from VOROBYOFF PRODUCTION



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PATRIMÓNIO IMATERIAL 

DA HUMANIDADE
 
 
 AMÁLIA RODRIGUES
 

POVO QUE LAVAS NO RIO





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LÁ VAI A LUTADORA







Esta mulher vai dar a volta ao mundo alertando sobre o cancro.
Por favor, reencaminhe-a para que ela chegue ao seu destino, e pense naqueles que no momento enfrentam essa doença terrível.
Ela está dando a volta ao mundo via e-mail!!!

SEJA MAIS SOLIDÁRIO EM 2012

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CIRNECO DO ETNA



Classificação F.C.I.: Grupo 5 Spitz e Tipos Primitivos, Seção 7 Cães de Caça do Tipo Primitivo
Padrão FCI nº 199 03 de novembro de 1999.
País de origem: Itália
Nome no país de origem: Cirneco do etna
Utilização: Caça. Sem prova de trabalho

RESUMO HISTÓRICO: os clássicos estudos das raças caninas disseminadas na bacia do Mediterrâneo chegaram à conclusão de que o Cirneco do Etna seria descendente dos antigos cães de caça criados no Vale do Nilo na época dos faraós, cães estes que teriam chegado à Sicília com os Fenícios. Porém, pesquisas mais recentes falam em favor de uma nova concepção, segundo a qual o Cirneco do Etna seria uma raça autóctone de origem siciliana, vindo precisamente das imediações do Etna. Moedas e gravuras revelam que o Cirneco do Etna existiu nesta região muitos séculos antes de Cristo.

APARÊNCIA GERAL: cão do tipo primitivo, de forma elegante e delgada, de tamanho médio, não atarracado, robusto e resistente. De conformação morfológica ligeiramente longilínea e de clara construção; seu corpo se encaixa em um quadrado; sua pele é fina.

PROPORÇÕES IMPORTANTES:
· o comprimento do tronco é igual a altura na cernelha (construído em um quadrado).
· a profundidade do peito é ligeiramente menor que a altura do solo ao cotovelo.
· o comprimento do focinho não deve atingir a metade do comprimento da cabeça (a relação crâniofocinho é de 10:8), mas a preferência é dada aos exemplares cujo comprimento do focinho seja igual ao do crânio.

COMPORTAMENTO/TEMPERAMENTO: cão de caça adaptado a terrenos difíceis, sendo especialmente indicado para a caça de coelhos selvagens; dotado de forte temperamento, ele é ao mesmo tempo gentil e afetuoso.

CABEÇA
REGIÃO CRANIANA
Crânio: de forma oval em sentido longitudinal; os eixos superiores do crânio e do focinho são pouco divergentes ou paralelos. O perfi  superior do crânio é tão pouco convexo que aparenta ser quase plano; a largura do crânio entre os arcos zigomáticos não deve ultrapassar a metade do comprimento da cabeça; as arcadas superciliares não são muito pronunciadas; o sulco frontal é apenas ligeiramente marcado; a crista occipital e a protuberância occipital são ligeiramente desenvolvidas.
Stop: bem acentuado, com um ângulo de aproximadamente 140º.

REGIÃO FACIAL
Trufa: de formato verdadeiramente retangular e preferivelmente grande, sua cor corresponde a cor da pelagem (marrom bastante escuro, marrom claro ou cor de carne).
Focinho: o comprimento do focinho é pelo menos 80% do comprimento do crânio; sua profundidade ou altura (medida na metade do focinho) atinge no mínimo a metade do seu próprio comprimento; sua largura (medida na metade do focinho) é inferior
a metade de seu comprimento. Assim, o focinho é pontiagudo e a cana nasal é reta; seu perfil lateral inferior é definido pela mandíbula.
Lábios: finos, delgados e ajustados, apenas cobrindo os dentes do maxilar inferior. A mucosa da comissura labial é apenas visível.
Maxilares / Dentes: maxilares normalmente desenvolvidos apesar de não parecerem fortes; mandíbula ligeiramente desenvolvida, com queixo recuado. Incisivos implantados em ângulo reto, perfeitamente alinhados e adaptados. Dentes bem desenvolvidos e completos; mordedura em tesoura.
Bochechas: planas.
Olhos: mais para pequenos, são de cor ocre não muito escuro, âmbar ou cinza; nunca marrons ou de cor avelã escuro; em posição lateral, expressão doce; de forma oval, a pigmentação das bordas das pálpebras corresponde a cor da trufa.
Orelhas: inseridas bem altas e próximas, eretas e bem rígidas, abertas para frente; de formato triangular com as pontas estreitas, não devem ser cortadas. Seu comprimento não ultrapassa a metade do comprimento da cabeça.
PESCOÇO: perfil superior bem arqueado (convexo). Seu comprimento é igual ao da cabeça. De forma similar a um cone truncado; os músculos são aparentes, especialmente ao longo do bordo superior. A pele é fi na e esticada, muito ajustada e sem formar barbela.
TRONCO
Linha super ior: reta e inclinando-se elegantemente da cernelha para a garupa.
Cernelha: elevada sobre a linha dorsal, estreita por causa da convergência das escápulas; une-se harmoniosamente ao pescoço sem deixar marca alguma na linha superior.
Dorso: de perfi  superior reto, com músculos moderadamente desenvolvidos. O comprimento da parte torácica mede aproximadamente 3 vezes o comprimento da parte lombar.
Lombo: o comprimento do lombo alcança aproximadamente 1/5 da altura na cernelha e sua largura se aproxima de seu comprimento; os músculos são curtos e ligeiramente visíveis, porém firmes.
Garupa: o perfil superior é bastante plano e sua inclinação é de cerca de 45° com a horizontal. O comprimento desta garupa inclinada, seca e sólida atinge quase 1/3 da altura na cernelha e a largura é quase a metade de seu comprimento; os músculos da garupa não são visíveis.
Peito: o comprimento do peito é ligeiramente maior do que a metade da altura na cernelha (aproximadamente 57%) e sua largura (medida na sua parte mais larga) é ligeiramente menor do que 1/3 da altura na cernelha; o tórax desce até a altura dos cotovelos ou quase, mas sem ultrapassar o seu nível; as costelas são ligeiramente
arqueadas, mas jamais planas; o perímetro do peito ultrapassa a altura da cernelha em aproximadamente 1/8, determinando um peito preferivelmente estreito.
Linha inferior : o perfil inferior ascende regularmente até o ventre, sem qualquer interrupção brusca. Ventre seco e retraído, flancos de comprimento igual ao da região renal.
CAUDA: inserida baixa, bastante grossa e de espessura uniforme em todo o seu comprimento, bastante longa, atinge ou ultrapassa ligeiramente o jarrete; portada em sabre quando em repouso; enrolada sobre o dorso, em forma de trompete, quando em ação. Pelo liso.

MEMBROS
Anteriores: retos e paralelos. Vistos de perfil, uma linha vertical imaginária do ombro toca a ponta dos dedos. Uma outra linha vertical imaginária, indo da articulação úmero-radial, divide o antebraço e o carpo em duas partes mais ou menos iguais, terminando na metade do metacarpo. Vistos de frente, os aprumos devem corresponder a uma linha vertical imaginária que parte do ponto do ombro que divide o antebraço, o carpo, o metacarpo e as patas em duas partes mais ou menos iguais. A altura dos anteriores,
do cotovelo ao solo, é ligeiramente maior do que a metade da altura na cernelha.
Ombros: o comprimento da escápula deve atingir aproximadamente 1/3 da altura na cernelha, com uma inclinação abaixo da horizontal de 55º; as pontas das escápulas estão próximas entre si; o ângulo escápuloumeral mede de 115º a 120°.
Braços: seu comprimento é igual à metade do comprimento do membro medido do solo ao cotovelo; quase perfeitamente paralelos ao plano mediano do corpo, ligeiramente inclinado abaixo da horizontal, com músculos notáveis e distintos.
Cotovelos: inseridos no nível ou abaixo da linha do esterno, paralelos ao plano mediano do tronco; a angulação úmero-radial
medindo aproximadamente 150º.
Antebraços: o comprimento é igual a 1/3 da altura na cernelha; retos e paralelos; a articulação carpo-cubital é bem visível; a estrutura óssea é leve, mas sólida.
Articulação do Carpo: prolonga uma linha reta do antebraço; osso pisiforme proeminente.
Metacarpos: o comprimento dos metacarpos não deve ser inferior a 1/6 da altura do membro anterior, medido do solo ao cotovelo; mais largos que os carpos, mas planos e secos; são ligeiramente inclinados de trás para frente. A estrutura óssea é plana e seca.
Patas: de formato oval (patas de lebre), com dedos compactos e arqueados. Unhas fortes e curvadas, de cor marrom ou ocre rosado, mas nunca pretas. Almofadas duras, da mesma cor que as unhas.
Posteriores: retos e paralelos. Vistos de perfil, uma linha vertical, que desce da ponta da nádega até o solo, quase toca ou toca a ponta dos dedos. Vistos por trás, uma linha imaginária vertical que vai da ponta da nádega até o solo divide a ponta do jarrete, o metatarso e as patas em duas partes iguais. O comprimento total do membro posterior mede aproximadamente 93% da altura na cernelha.
Coxas: longas e largas. Seu comprimento e de 1/3 da altura na cernelha. Os músculos são planos e o bordo posterior da coxa é ligeiramente convexo. A largura da face externa da coxa é igual a 3/4 de seu comprimento. O ângulo coxofemoral mede aproximadamente 115°.
Joelhos: devem se situar sobre a vertical que vai da ponta da nádega ao solo. O ângulo tíbio-femural é de aproximadamente 120°.
Pernas: de comprimento ligeiramente inferior que o da coxa e angulada a 55º com a horizontal. Os músculos que a revestem são secos e bem aparentes. A estrutura óssea é leve com a canela bem marcada.
Jarretes: a distância do solo à ponta do jarrete não ultrapassa 27% da altura na cernelha. Sua face externa é larga; o ângulo tíbiotarsiano é de aproximadamente 135º.
Metatarsos: seu comprimento e igual a 1/3 do comprimento do membro anterior, medido do solo ao cotovelo; de forma cilíndrica e em posição vertical, ou seja, perpendicular ao solo; não apresenta ergôs.
Patas: ligeiramente ovais, com as mesmas características das patas anteriores.

MOVIMENTAÇÃO: galope com períodos intermitentes de trote.

PELE: fina, bem aderente sobre todas as partes do corpo. A cor varia de acordo com a cor da pelagem. As mucosas e a pele da trufa são pigmentadas com as cores descritas para a da trufa e nunca devem apresentar manchas pretas e nem serem despigmentadas.
PELAGEM
Pelo: curto na cabeça, nas orelhas e nos membros; semilongo (mais ou menos 3cm), mas bem liso e assentado sobre o corpo e cauda. Pelos retos e rígidos como os pelos de cavalos.
COR:
· fulvo unicolor, mais ou menos intenso ou diluído como isabela, areia, etc.
· fulvo com branco mais ou menos extenso (lista branca na cabeça, marca branca no peito, branco nas patas, branco na ponta da cauda, ventre branco; um colar branco é menos apreciado). Branco unicolor ou branco com manchas de cor laranja são tolerados; um pelo fulvo mesclado com pelos ligeiramente mais claros ou mais escuros são permitidos.

TAMANHO / PESO
Altura na cernelha:
Machos: de 46 cm a 50 cm Tolerância até 52 cm.
Fêmeas: de 42 cm a 46 cm Tolerância até 50 cm.
Peso:
Machos: 10 a 12 kg.
Fêmeas: 8 a 10kg.

NOTAS:
· os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos e acomodados na bolsa escrotal.


IN "CONFEDERAÇÂO BRASILEIRA DE CINOFILIA"

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A TROIKA ACONSELHA
Mude de marisco em 2012





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14 - MICROCOSMOS


   imagens  de insectos, partes do corpo humano e artigos domésticos



Microcosmos: coloured scanning electron micrograph (SEM)
A cabeça duma couve-flor  (Brassica oleracea botrytis)

ESCOLHAS DA SEMANA E DO MÊS


COMPRE JORNAIS E REVISTAS

















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PERGUNTAS!!!


O que é que os homens que frequentam bares de solteiros têm em comum?

São TODOS ….


CASADOS !!!



Oração do último dia de 2011





Querido Deus...

Tudo o que eu peço para 2012 é uma gorda conta bancária e um corpo magro.
Favor não trocar as coisas
, como fez este ano
 AMÉN!

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ESPAÇO NAVE TERRA
 SEMANA20





Episódio da série Espaçonave Terra, que mostra as relações entre a Terra, o Sol e os planetas do Sistema Solar, e as conseqüências dessa relação para a vida em nosso planeta - cada episódio equivale a uma semana do ano.

NR: Os episódios anteriores desta série foram inseridos nos sábados precedentes às 13h00

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DUO ARTEMIEV






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Lisboa, 
Parque das Nações, 
O nascer de um novo dia



VEJA EM TELA CHEIA



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2.BRANCO EXUBERANTE




































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BOM DIA
 
 
 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA




Hugo Chávez le pregunta a su médico:
 
- Dr. ¿Mi cáncer tendrá cura?

- No solo tendrá cura, también velorio, misa, coche fúnebre y un fiestón del CARAJO !!
 




PREVISÃO METEREOLÓGICA





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NOVE EM CADA DEZ PORTUGUESES ESTÃO DE ACORDO QUANTO À NECESSIDADE DE PARTICIPAREM EM ACTIVIDADES VOLUNTÁRIAS DE SOLIDARIEDADE SOCIAL, MAS NA REALIDADE SÓ UM EM CADA DEZ PORTUGUESES A PRATICA!!!!

COMO NOS PODEMOS ADMIRAR DOS POLÍTICOS QUE TEMOS????

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Capital chinês 
"é uma grande oportunidade" para todos

O presidente executivo da EDP, António Mexia, disse esta sexta-feira que a entrada dos chineses da Three Gorges no capital da eléctrica nacional "é uma grande oportunidade" para todos.

"Este é um momento importante para a empresa, para os acionistas e para a economia do país" disse António Mexia durante a cerimónia de assinatura do acordo que dá entrada dos chineses no capital da EDP.

O responsável acrescentou que este negócio "representa um exemplo de como a localização de uma empresa em Portugal não é obstáculo quando se faz o melhor e se é competitivo". O presidente executivo da EDP referiu ainda que com o novo accionista, a EDP está disponível para desenvolver uma estratégia de liderança na energia limpa.

À margem da assinatura do contrato, o gestor escusou-se a comentar a sua eventual permanência na liderança, depois do presidente da Three Gorges ter dito em entrevista à Lusa que gostaria de manter a actual equipa de gestão. A China Three Gorges assinou esta manhã o acordo para a compra da participação do Estado de 21,35 por cento do capital da elétrica, por 2,7 mil milhões de euros, tornando-se na maior accionista da empresa.

A assinatura do acordo entre a elétrica chinesa e a Parpública, empresa gestora de participações públicas, decorreu no salão nobre do Ministério das Finanças. A China Three Gorges, que venceu o concurso internacional para a aquisição da participação do Estado português na EDP, esteve representada ao mais alto nível pelo presidente, Cao Guangjing, e pelo vice-presidente executivo, Lin Chuxue.

Depois do acordo firmado, os representantes da eléctrica chinesa, que oferecem um pacote de contrapartidas pela entrada na EDP de mais seis mil milhões de euros, vão ser recebidos pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho. À tarde, a comitiva chinesa, que chegou a Portugal na quarta-feira à noite, promove uma conferência de imprensa para abordar os objectivos da sua primeira aquisição na Europa.

Já na quinta-feira, o presidente da China Three Gorges, Cao Guangjing, reuniu-se com o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, e com o secretário de Estado da Energia, Henrique Gomes, declarando à chegada ao ministério da Economia que há um "novo futuro" para a elétrica liderada por António Mexia, gestor que deverá continuar à frente da EDP.

A venda da participação pública na EDP foi anunciada pelo Governo português na quinta-feira da semana passada, vencendo as propostas da alemã E-On e das brasileiras Eletrobras e Cemig.


* Quem tem dúvidas do que o que conta é apenas o dinheiro mesmo que provenha duma horrível ditadura como é aquela que vigora na China. Esta ascende ao segundo lugar do ranking das economias mundiais, não por mérito social, político e humanitário, mas porque tem dinheiro para corromper políticos e empresários do ocidente, enquanto mil milhões de chineses são pobres.

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2 - Falcão

Meninos do Tráfico



Documentário desenvolvido pelo Rapper Mv Bill, tratando da realidade diária do tráfico de drogas no Brasil.

NR: O tráfico de droga tem práticas semelhantes em todo o mundo incluíndo Portugal.
Admiramos a coragem do autor deste trabalho.
 
Os episódios desta série são editados todas as sextas às 22H00, clique na etiqueta "PEIDA-LUSÓFONA"

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TARIFAS NAS EX-SCUT

Se vai para a estrada nesta época festiva, vislumbre o assalto


A 22
















A 23























 A 24



















 A 25


















BOM ANO DE 2013
(por impossibilidade de 2012 o ser)

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HOJE NO
"DIÁRIO  ECONÓMICO"
Directora-geral do Orçamento recusa explicar demissão no Parlamento

Maria Eugénia Pires não está disponível para prestar esclarecimentos no Parlamento.

A directora-geral do Orçamento que se demitiu no início desta semana, como avançou ontem o Económico, disse hoje à TSF não estar disponível para prestar esclarecimentos sobre a sua saída na Assembleia da República.

O PS pediu a presença da responsável no Parlamento com o objectivo de "apurar as razões que a levaram a tomar essa decisão", no entanto, Maria Eugénia Pires disse hoje à TSF que considera que a sua saída "não se trata de um assunto de interesse público" e diz que a "alternância é, não apenas normal, mas também salutar".

Ontem, no final da manhã, o Económico avançou que a directora-geral do Orçamento apresentou a sua demissão ao ministro das Finanças, Vítor Gaspar, por discordância com algumas das políticas orçamentais seguidas pelo actual Governo.

Numa curta nota emitida em seu nome pelo Ministério das Finanças, já no final do dia, Maria Eugénia Pires escreve que "o fim do ano marca o fecho do ciclo da execução orçamental de 2011 e o fim da preparação do ano de 2012" e "é por isso o momento oportuno para efectivar a minha saída da DGO, que estava a ser ponderada há já algum tempo".

No mesmo documento a governante conta que a sua carta de demissão "não invocava nenhumas discordâncias com as opções de política orçamental adoptadas pelo Governo".

No entanto, o Económico apurou que, quando se despediu da sua equipa, Maria Eugénia Pires disse: "Não estão reunidas as condições para continuar", dando sinais de alguma discordância, nomeadamente no que diz respeito ao fim do sistema implementado pelo ex-ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que impunha um controlo trimestral da despesa pública, visando o cumprimento do défice.

Recorde-se que Maria Eugénia Pires foi o nome escolhido o ano passado por Teixeira dos Santos para substituir Luís Morais Sarmento no cargo de director geral do Orçamento. Morais Sarmento que, neste governo de coligação PSD/CDS, foi nomeado secretário de Estado do Orçamento.



* Está-se mesmo a ver que a ex-directora tem mais que fazer do que aturar politiqueirices.

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12 - GRAMÁTICA DA 
LÍNGUA PORTUGUESA



Se estudou convenientemente gramática pode revê-la nesta série, se não aprendeu nunca é tarde para o fazer, os episódios anteriores foram editados nas sextas-feira precedentes sempre às 21h00.

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AS MAMAS VALEM UMA VIDA





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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Viagens em económica

Os deputados da Assembleia da República vão passar a deslocar-se em classe económica nas viagens de avião com duração inferior ou igual a quatro horas, sendo permitido viajar em executiva apenas em deslocações de duração superior. Segundo uma resolução assinada pela presidente do Parlamento, Assunção Esteves, publicada em Diário da República, 'as deslocações em missão oficial de comissões, delegações ou deputados para participarem nos trabalhos de organizações internacionais de que a Assembleia da República é membro ou outras de idêntica natureza são feitas em classe económica quando, a partir de Lisboa, tenham uma duração igual ou inferior a quatro horas', Esta medida entra em vigor a 1 de janeiro. A anterior legislação, de 2004, determinava que as viagens dos deputados era 'feita em avião, na classe mais elevada praticada ou, na impossibilidade do recurso a avião, na classe mais elevada do meio de transporte utilizado, incluindo taxas', O Governo introduziu uma alteração idêntica na proposta de Orçamento do Estado para 2012, incluindo uma norma para que os membros do executivo só possam deslocar-se em classe executiva nas viagens de avião superiores a quatro horas.


* E porque não em todas as viagens, ficam muito maçadinhos, tadinhos, tadinhos?

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MARIA d'OLIVEIRA MARTINS


 A ética das finanças públicas

As decisões sobre cortes e eliminação de custos não são amorais ou ideologicamente assépticas. São por definição juízos de justiça distributiva

Num momento em que é preciso conter a despesa pública vem à tona o incómodo discurso relativo ao custos dos direitos. E é incómodo porque nos agrada mais avaliar os direitos pelas liberdades que concedem que pelos recursos que consomem – esquecendo que no pano de fundo há sempre um jogo de (des)equilíbrios.

A noção de que a realização dos direitos assenta sobre custos comporta evidentes virtualidades. Só numa perspectiva de ponderação de custos nos tornamos mais atentos à possibilidade de controlo e à transparência na alocação de bens públicos. Só nesta perspectiva, também, ficamos mais sensíveis à economia, à eficiência e à eficácia com que são empregues os meios de que os entes públicos dispõem para os realizar.

São as virtualidades desta abordagem que deixam claro que as finanças públicas não estão nem devem estar encurraladas num juízo meramente contabilístico. Mais que limitar os direitos estritamente por imperativos de equilíbrio orçamental, as finanças públicas devem ser tomadas como uma disciplina ética, uma manifestação do desígnio superior da justiça. “Um Estado que não se regesse segundo a justiça, reduzir-se-ia a um grande bando ladrões” (Bento XVI – Deus Caritas Est). A abordagem do problema dos custos dos direitos fundamentais não pode pois deixar de se cruzar com valores como o da democracia ou da equidade na distribuição.

A referência aos valores democráticos é óbvia, pois nunca é de mais recordar que foram questões financeiras – cunhagem de moeda, cobrança de impostos, despesa pública – que estiveram na génese da instituição parlamentar, como a conhecemos hoje. Mais do que nunca devemos reivindicar do decisor público não só medidas que se identifiquem com a comunidade política mas também o cabal respeito pelo princípio do consentimento. Ou seja, exigir que todas as decisões com reflexos na situação patrimonial da mesma comunidade sejam efectivamente autorizadas pelos seus membros.

Quando falamos de equidade, referimo-nos a ela em relação à geração presente e às gerações futuras. Em relação à geração presente, devemos exigir, no corte dos gastos implicados pelos direitos, não a aplicação de uma mera igualdade a olho, mas de equidade fundada numa medida clara, susceptível de escrutínio, por exemplo, adoptando a fórmula rawlsiana do princípio da diferença ou da igualdade complexa de Walzer. Em relação às gerações futuras, é incontornável uma referência à equidade intergeracional: algumas despesas, por gerarem riqueza futura, devem ser pensadas numa perspectiva de esforço conjunto entre as gerações. A ideia é não onerar excessivamente a geração presente, mas, em contrapartida, também não pôr aos ombros de filhos e netos todos os encargos gerados pela geração antecedente. E daí, por um lado, a ideia de não impossibilitar o recurso ao endividamento e, por outro, a necessidade de imposição de limites a este mesmo endividamento.

Tudo isto para dizer que as decisões sobre cortes e eliminação de custos não são amorais ou ideologicamente assépticas (“tecnocráticas”). São por definição juízos profundos de justiça distributiva, porque decidem a forma como os recursos, escassos por natureza, são (ou não) utilizados de forma sustentável em benefício da comunidade como um todo.

Docente na Faculdade de Direito
da Universidade Católica Portuguesa

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22/12/11


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