terça-feira, 31 de maio de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

CUIDADO COM A MÃOZINHA!!!!!!!!!!!!!


Não sabia 
que eras tão estranho

I Didn't Know You Were So Strange from dax norman on Vimeo.
5 - FASCINAÇÃO NOCTURNA





ALMORRÓIDA À ESCUTA


Uso de telemóveis 
"possivelmente cancerígeno"


A agência de investigação do cancro da Organização Mundial de Saúde (OMS) admitiu hoje que o uso de telefones portáteis, nomeadamente telemóveis, deve ser considerado como "possivelmente cancerígeno para os seres humanos".

As provas, que continuam a acumular-se, são suficientemente fortes para justificar uma classificação de nível 2b" (um dos cinco níveis que define os produtos 'possivelmente cancerígenos para os seres humanos'), afirmou o presidente daquele grupo de trabalho da OMS, Jonathan Samet.

O responsável, falava no final de um encontro, da responsabilidade do Centro Internacional de Investigação do Cancro, que reuniu durante oito dias em Lyon, França, cerca de trinta especialistas de 14 países. "O grupo de trabalho definiu esta classificação com base em estudos epidemiológicos que demonstram um risco acrescido de glioma, um tipo de tumor cerebral, associado ao uso de telefones sem fios", afirmou Jonathan Samet.

O responsável explicou que a classificação 2b significa que "pode haver risco e que é preciso acompanhar de perto a relação entre o uso de telefones portáteis e o risco de cancro".


IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
31/05/11

1972


RUI SANTOS


Loucura 
      ou ambição?


Domingos Paciência cumpriu e o Sporting busca um tempo de inspiração em redor do seu novo treinador, com quem assinou um contrato válido por duas temporadas. É uma experiência diferente de todas as que já passou na sua carreira. Sabe o que é um “grande” (FC Porto), sabe o que é ser técnico de uma equipa que foi crescendo na sua ambição (Sp. Braga), mas não sabe o que é (por dentro) o Sporting – um clube que foi construindo, ao longo dos anos, uma teia de contornos muito complexos, que seguiu as placas a indicar “imobiliário”, não atendendo às outras que apontavam a direção “futebol”. Domingos pode ter um papel decisivo nesse reencontro. Mas não chega.

OSporting precisa de se (re)futebolizar, colocando o foco em tudo o que se relacione com o êxito da sua equipa mais representativa. Para isso não basta contratar um treinador que respire futebol por todos os poros, como é o caso de Domingos Paciência. É preciso fechar as mil e uma portas que, em Alvalade ou na Academia, conduzem ao gabinete do chefe da equipa técnica ou ao balneário dos jogadores. Ao entregar a “pasta” do futebol, como candidato à presidência do Sporting, Godinho Lopes assumiu ser o rosto de um regime “semipresidencialista”. Pode dizer que a “última palavra” é sempre sua, mas, nestas coisas, ou se delega ou não se delega. Não se pode ficar a meio da ponte, e a verdade é que Godinho Lopes colocou-se a meio da ponte e só muito dificilmente dará passos à frente ou atrás sem provocar qualquer tipo de incómodos ou mesmo dissensões. Se entregou a “pasta” do futebol a Luís Duque, agora tem de lhe dar condições para exercer o “mandato”. Todos os convites realizados para ganhar votos e as eleições têm de ser agora reenquadrados. Não é fácil, mas não pode ser de outra maneira. Como é que Filipe Nobre Guedes pode dizer “sim” à reformulação do contrato (que passou a ser leonino) de José Couceiro, conduzindo-o à substituição de Paulo Sérgio e depois, perante as necessidades de investimento no plantel (dispensas + aquisições), dizer “não”?

Domingos Paciência chega de Braga com a experiência da súbita descapitalização do plantel. Ele sabe o que é fazer canja (de galinha) com ovos de codorniz. Apontar ao primeiro lugar é uma tentação e Domingos não resistiu. Outros caíram na mesma tentação. A “realidade” veio depois. O primeiro grande desafio é fazer regressar o “bom futebol” a Alvalade. Aberto(s) ao(s) Domingos.

Não vão ser fáceis os primeiros tempos. O Sporting também tem de se reencontrar consigo próprio, antes de ensaiar a fórmula de tentar disfarçar os efeitos dos seus dramas internos através da imagem mobilizadora do seu novo treinador. Por isso, Godinho Lopes, mais do que presidente, vai ser um “gestor de conflitos”.

NOTA – Alguns serventuários de certas instituições tentaram atingir-me quando fundamentei a tese segundo a qual a Taça Latina não deveria ser considerada na contabilização dos títulos futebolísticos, considerando a luta apertada entre FC Porto (69) e Benfica (68). Veio agora o esclarecimento da FIFA em abono dessa tese.


JN "RECORD"
27/05/11

AOS TRABALHADORES POR 
CONTA DE OUTREM 
EM PORTUGAL

"ACORDO COM A TRÓIKA"
VAI ACONTECER EM JULHO

* PODE SER DESPEDIDO POR INADAPTAÇÃO AO TRABALHO (MESMO QUE ANDE HÁ VINTE ANOS A FAZÊ-LO)

* POR CADA 100 EUROS DE INDEMINIZAÇÃO PASSA A  RECEBER 33 EUROS 

* O SUBSÍDIO DE DESEMPREGO É PAGO APENAS POR UM ANO


Assinaram PS, PSD e CDS, vote neles

27 - IPSIS VERBIS

FRANCISCO LOUÇÃ


"A língua portuguesa é muito rica e se Passos Coelho fala em mudar na verdade o que quer mesmo é mesmar", ou seja "fazer a mesma coisa em matéria de cortes de pensões e de salários"

 IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
31/05/11
6 - O DIA DA TERRA

ALMORRÓIDA DE ALUGUER


Mulheres que alugam 
o útero em Portugal

Há mulheres que são "barrigas de aluguer" em Portugal, apesar de ser um crime que dá prisão. Cobram até 100 mil euros para conseguir uma casa ou apenas para tirar "o pé da lama". E tentam não pensar na criança.

O aluguer do útero é desde 2006 "punido com pena de prisão até dois anos ou pena de multa até 240 dias", segundo a lei da Procriação Medicamente Assistida. Mas a proibição não impede que mulheres em Portugal aluguem o útero por montantes que vão até aos 100 mil euros, segundo testemunharam à agência Lusa "barrigas de aluguer".

Amélia (nome fictício) tem 24 anos e foi a "situação financeira" que a levou a fazê-lo. O emprego "mal dava para pagar as contas" e perseguia o sonho de ter casa própria. Viu no aluguer do útero uma "forma rápida de ganhar um bom dinheiro" e vai no segundo contrato que em breve deverá resultar em mais uma gravidez.

Quem a procura, nomeadamente pela Internet, são "casais impossibilitados de ter filhos, mulheres com medo de modificar o corpo, casais homossexuais, homens que não querem responsabilidades com a mãe dos filhos ou pessoas sozinhas que precisam de companhia".

Era português o casal a quem entregou a primeira criança. Sem especificar quanto recebeu, diz que normalmente os preços vão de 30 a 100 mil euros, "para casais com uma vida financeira resolvida". O resto pouco interessa. "Não me interessa saber quem é, até porque não os vou ver mais na vida. Desde que respeitem as cláusulas do contrato e não maltratem a criança, não queremos saber nada da sua vida. Quanto mais soubermos, pior".

A inseminação que conduziu à gravidez foi feita numa clínica em Portugal, o que a lei proíbe: "O dinheiro compra essas coisas", afirma. O casal acompanhou a gestação. "Sentem-se realizados", diz Amélia, que reconhece que, para este "trabalho", é preciso preparação mental. "É normal trabalharmos a nossa cabeça, sempre em negação de ter uma criança".


Nem todas o conseguem. Alice (nome fictício), 22 anos, decidiu ser "barriga de aluguer" porque, por um problema de saúde, precisou de dinheiro. Um amigo disse-lhe que um casal homossexual num país europeu procurava uma "barriga de aluguer". Aceitou "sem pensar" e hoje garante que não foi por ganância, mas por "necessidade".

Do casal que a procurou sabe pouco. "Não quis saber muito sobre as pessoas, pois quanto menos me envolvesse, melhor", contou. A oferta que aceitou foi 30.000 euros, dos quais Alice recebeu 15.000 para iniciar o processo. Mas, à medida que o tempo passava, começou "a pensar que estava a fazer um negócio, a tratar um ser humano como um objecto de troca". Mesmo assim, avançou. Fez os procedimentos de preparação para uma inseminação artificial "sem tocar num cêntimo".

A técnica foi feita numa clínica em Lisboa, na qual Alice nem precisou de falar, pois era um estabelecimento "de confiança da pessoa que queria a criança". Na hora de fazer a inseminação, desistiu. "Por muitas que fossem as necessidades, o meu coração de mãe falou mais alto. Devolvi o dinheiro e o assunto ficou por aí", disse.

"Conheço pessoas que foram até ao fim e arrependeram-se. Por mais que finjam que está tudo bem, e tenham tentado não se apegar à criança, chega a hora em que aparece o sentimento de culpa de ter dado um filho por dinheiro", assegura.

Segundo Alice, "a crise já duplicou a disposição de mulheres para este negócio e, quem o procura, aproveita pois sai mais barato e escusam de ir à Índia, onde é legal". Alice ainda hoje recebe propostas. De casais desesperados por um filho que oferecem o que têm e não têm. Alguns não conseguem chegar ao valor pedido e oferecem carros. São propostas como estas que Joana (nome fictício), 26 anos, está a analisar há três meses.

Espera apenas acabar os estudos antes de a barriga começar a ver-se e está a tentar organizar-se para não precisar de estar contactável após o parto e não ter de dar satisfações sobre o destino da criança. Para isso, conta passar algum tempo noutro país, se o casal concordar.

Joana já recebeu várias propostas. Não equaciona fazê-lo por menos de 40 mil euros e até recebeu ofertas superiores, mas só avança quando se sentir segura: "É um grande passo, mas tento pensar que estou a ajudar um casal, que a criança vai ficar bem e ser muito amada e que eu vou finalmente poder tirar 'o pé da lama'".

IN "LUSA/DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
31/05/11

MESA


Manobras Suicidas


7 - ARQUITECTOS DO OUTRO MUNDO





VISITAS EM 24 HORAS AO BLOGUE


30 de Mai de 2011 17:00 – 31 de Mai de 2011 16:00



Visualizações de páginas por país
Portugal
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Brasil
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Alemanha
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Estados Unidos
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Rússia
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Espanha
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Equador...................................................
1
Luxemburgo
..............................................1
TOTAL.......132

17 - SALVAR O PLANETA

L

NAS ENTRANHAS DO COMPUTADOR



VILA DE EZE - FRANÇA

video

TENHA UM BOM DIA............


...os políticos não andam 
                  a contar a verdade


COMPRE JORNAIS


afinal tem mau perder
Auditoria sem representação de Bruno de Carvalho
O Sporting anunciou, através do seu site oficial, ter convidado Pedro Baltazar, Bruno de Carvalho, Dias Ferreira e Abrantes Mendes -candidatos à presidência do clube nas últimas eleições - para fazerem parte da comissão que realizará uma auditoria ao património do emblema de Alvalade.
De acordo com a nota publicada no site do clube leonino, a proposta apenas não foi aceite por Bruno de Carvalho, que era membro da lista B. Os restantes elementos aceitaram e designaram Dr. Gonçalo Faria de Carvalho (Pedro Baltazar), Dr. Hélder de Palma Veiga (Dias Ferreira) e Dr. Jesus Oliveira (Abrantes Mendes) para acompanhar os trabalhos.
"RECORD"

 o governo entrega-nos à bandidagem
Estado 'abandona' processos 
de condutores da ex-DGV
A Comissão Nacional de Protecção de Dados considera a situação altamente irregular. Os processos contêm dados pessoais dos condutores, incluindo as suas multas.
O Estado, através do Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT) não recuperou cerca de 1,5 milhões de processos de condutores que estão armazenados numa empresa privada, com a qual rescindiu contrato há três anos. Estes ficheiros contêm diversos dados pessoais de cidadãos: identificação, morada, contactos, mas também toda a informação que estava contida no registo individual de condutor, ou seja, as infracções cometidas e respectivas contra-ordenações.
A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) lembra que nestas situações, em que o Estado cessa um contrato com uma empresa que armazenou dados pessoais a seu pedido, "a segurança destes processos volta ao responsável pelo tratamento desses dados". Neste caso o IMTT.
Fonte oficial da Comissão assinala que "pode estar em causa uma violação das medidas de segurança no tratamento de dados pessoais".
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

comprar veneno
Preço por maço de tabaco em Portugal 
devia chegar aos 4,74 euros
O preço do tabaco em Portugal é inferior ao que devia custar atendendo ao nível de vida do País, defende um documento elaborado pela Coligação belga contra o Tabaco com base nos preços de Julho.
A análise baseia-se no preço de um maço de 20 cigarros Marlboro clássico, o tabaco mais consumido nos 27 países da União Europeia e indica que, tendo em conta o nível de vida em Portugal, esta marca devia cobrar 4,74 euros por cada maço.
Apesar de, entretanto, o preço deste tabaco em Portugal ter subido para 4 euros (em Julho custava 3,70 euros/maço), o valor fica ainda abaixo do que a associação defende poder ser cobrado.
A Coligação adianta que Portugal está entre os 10 países da União Europeia onde o tabaco é mais barato, sendo que mais de metade dos 27 Estados-membros tem preços de Marlboro abaixo do valor que seria "correcto" tendo em conta o poder do consumidor.
A Bulgária é o país da UE onde a diferença é maior face ao que é de facto cobrado e o preço que seria possível tendo em conta o nível de vida do país: 3,67 euros. Apesar de 20 cigarros Marlboro custarem na Bulgária 2,55 euros, a Coligação considera que o preço pode subir para os 6,22 euros.
"DIÁRIO ECONÓMICO"

para suster a vilanagem
No espaço de um ano
Mais de 30 crianças na sala júnior do DIAP
Mais de 30 crianças, alegadamente vítimas de abusos sexuais e maus tratos, foram ouvidas na sala júnior do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, criada há um ano. A sala permite que as vítimas possam ser interrogadas num ambiente amigável, a jogar ou entretidas com os brinquedos, podendo ser ouvidas e observadas, através de um vidro, pelos magistrados, sem que se apercebam da sua presença. Segundo a procuradora-geral adjunta Maria José Morgado, 'a sala tem sido utilizada com bons resultados'.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

a culpa é da oposição...
Há 520 mil impedidos de entregar IRS e IRC
Se as multas por atraso fossem aplicadas, empresas pagariam 40 milhões e particulares 18 milhões de euros

Ontem, havia ainda 520 mil declarações de IRS e de IRC por entregar e o prazo termina hoje. Se as coimas pelo atraso fossem aplicadas, "renderiam" 58 milhões de euros. Técnicos oficiais de contas ameaçam com providência cautelar e deixar declarações à porta das Finanças.
Entrar no site da DGCI para entregar ou consultar a declaração de IRS foi ontem uma missão quase impossível. A dificuldade em aceder a este portal já foi denunciada na semana passada pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC) e deverá intensificar-se hoje, devido o mais de meio milhão de declarações que estão ainda por entregar. A OTOC já aconselhou os técnicos a impugnar quaisquer coimas que lhes venham a ser aplicadas por entrega destas declarações fora do prazo e deverá até avançar com uma providência cautelar.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

ele sabe o que faz
«12 meses com Mourinho» - Marca
«Cumpre hoje o primeiro aniversário no banco do Real Madrid. «Os meus melhores resultados surgem sempre na segunda temporada», ressalva o técnico dos merengues».
O treinador português tomou conta da equipa blanca há «365 dias. Um ano de polémicas, de frases que ficaram para a história, de confrontos, de sanções, de êxitos e derrotas, ingredientes suficientes para se escrever um livro.»
«O luso só necessitou de uma temporada para ganhar o respeito de um grupo que, se necessário, morre com ele. Nunca. aliás, um treinador do Real Madrid havia sido tão influente, ao ponto de o Bernabéu lhe dedicar uma música, cantada a milhares de vozes das bancadas jogo após jogo.»
"A BOLA"

mais uma dum ridículo governo
Educação: 
Medida do Ministério penaliza professores
Hora extra paga a 30 cêntimos
A redução do montante a pagar aos professores por horas extraordinárias, introduzida no início do ano pelo Ministério da Educação, tem provocado situações caricatas, com docentes a receberem quantias irrisórias pelo trabalho extra.
O CM teve acesso ao recibo de ordenado de uma docente da área de Lisboa a quem foram creditadas duas horas extraordinárias, pelas quais auferiu de remuneração 44,60 euros. Sobre esse valor foram descontados 44 euros de IRS. "É ridículo, mas estamos a cumprir a lei", disse ao CM fonte da direcção da escola em causa.
"CORREIO DA MANHÃ"

beneficia empresários sem escrúpulos
Conselheira da UE diz que Bruxelas 
vê com reserva redução da taxa social única
A discussão sobre a dimensão e a eficácia da redução da taxa social única (TSU) extravasa o âmbito nacional. Entre as instituições da troika também há diferentes "sensibilidades", tendo a Comissão Europeia mais reservas, afirmou ontem Maria João Rodrigues, conselheira das instituições europeias.
"Confirmo que há, de facto, uma diferença de sensibilidade. A Comissão Europeia não olha isto como uma medida fundamental, até porque ela podia fragilizar a base de sustentação da protecção social em Portugal", afirmou ontem na conferência "Portugal, que futuro?", organizada pelo Negócios.
"Nunca podemos esquecer que, na óptica alemã, o conceito-chave é a economia social de mercado: altamente competitiva mas também dotada de sistemas de protecção social sólidos", acrescentou a ex-ministra do Trabalho do governo de António Guterres. Questionada sobre o assunto, fonte oficial da Comissão Europeia não quis comentar.
As declarações de Maria João Rodrigues surgiram depois do deputado socialista João Galamba ter defendido que a medida não suscita a "simpatia" dos três membros da troika. "A TSU é uma medida com a qual a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu não concordaram, esta é uma medida do FMI", afirmou o economista, que tem "muitas dúvidas" sobre o impacto da redução na competitividade das exportações.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

mais inteligência lusitana
Portugueses provam que vulcões criam vida
Página da NASA destaca investigação 
original de cientistas portugueses

Era uma suspeita antiga mas só este ano foi comprovada por investigadores portugueses. Uma equipa da Universidade de Coimbra associou uma erupção vulcânica no oceano Pacífico, em 2006, ao aumento da actividade biológica na região. Vasco Mantas, do Laboratório de Detecção Remota e Sistemas de Informação Geográfica, explicou ao i que na zona abrangida pela erupção as concentrações de microalgas são até cinco vezes maiores do que nas vizinhanças. O trabalho publicado este ano é destacado pela NASA como um dos artigos mais interessantes realizados na área da detecção remota tendo por base imagens de satélite da agência espacial norte-americana reunidas no sistema Giovanni.
Mantas adianta que, neste estudo, a associação entre os vulcões submarinos e o aumento da actividade biológica parece estar relacionada com a deposição de ferro nas águas, um dos materiais expelidos durante a erupção do vulcão Home Reef e essencial ao desenvolvimento das algas. "É a primeira vez que esta relação é documentada", explica o investigador, acrescentando que futuros estudos poderão explicar melhor o contributo dos vulcões submarinos para a vida marinha. "É possível que os períodos em que a Terra teve mais actividade vulcânica estejam ligados a mais vida." Mas o método de detecção remota, em parte desenvolvido em Coimbra, poderá vir a ser útil noutras áreas. Localizar manchas de actividade biológica no oceano, até aqui imperceptíveis sem missões de exploração, pode ajudar a prever a quantidade de peixe disponível.
"i"

confirma a socrática demagogia
Desemprego atingiu novo máximo histórico 
de 12,6 por cento em Abril
O valor hoje divulgado pelo Eurostat faz de Portugal saltar de décimo para oitavo país com maior taxa de desemprego na UE, mantendo a sexta posição na zona euro.
O valor mais elevado até agora divulgado para o desemprego em Portugal tinha sido o do INE relativo ao primeiro trimestre do ano, de 12,4 por cento, reflectindo um salto devido a uma alteração no método de recolha de informação por inquérito. No trimestre anterior, tinha sido de 11,1 por cento.
"PÚBLICO"

1 - MÃOS CRIATIVAS



18 - RESPOSTAS DE MADRE TERESA DE CALCUTÁ


14 - CÓDIGOS DOS ÍNDIOS


JORNAIS DE HOJE



COMPRE JORNAIS











segunda-feira, 30 de maio de 2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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OS TRAJES DA TROIKA

11 - LIDAR COM ATREVIDOS

 


Uns sacrificados





Imaginem os portugueses 
que também  
 fomos tocados 
pela crise económica, pelo que agora:





- Já só comemos queijo podre...



... carne seca...



- e bebemos vinho velho...  


- os nossos carros nem telhado têm ...




- e as banheiras estão ao ar livre!



Mas  lutamos pela crise...


enviado por TÉTÉ

MANUEL FORJAZ
“O sentido da vida”





IN "IGNITE"

ZORBA
vê-se grego


video

FERNANDO PALOURO

                                                


 Revólver 
     de trazer por casa


Quase nunca o poder político convive à boa paz com a cultura. Adivinha-se sempre esse indisfarçável desconforto, às vezes ódiozinho de estimação – lembremo-nos que Goebels que não se coíbia de dizer que puxava logo pela pistola quando ouvia falar em cultura. É certo que no universo dos Estados totalitários, como era o caso, ou noutros que até hoje nunca deixaram de perseguir o acto criador, o futuro da cultura e dos seus produtores e criadores era, muitas vezes, a morte. Em Portugal, durante a ditadura, também foi brutalmente perseguida com o labéu de ser subversiva.

Percebe-se: a cultura é sempre uma forma de consciência crítica e uma das suas naturezas é estar contra. Isto cria, muitas vezes, contradições insanáveis. Em Portugal, na roda da política, foi sempre questão subalterna. Guterres deu-lhe visibilidade, criou-se o Ministério da Cultura e passou a ter maiores dotações no Orçamento. Antes disso, todos se lembram, a dotação orçamental para esta área era menor, dizia o maestro António Victorino de Almeida, do que a da Ópera de Viena.

Agora, vem o putativo candidato a Primeiro-Ministro, Passos Coelho, dizer que se for governo acabará com o Ministério da Cultura. Não sei se ele puxará do revólver de trazer por casa ou se diz isso por alcance populista, sabido como num país inculto atacar a cultura parece (nem sempre o que parece, é!) dar dividendos eleitorais.

O nosso mais recente Prémio Camões, Manuel António Pina, escrevia hoje na sua crónica do “JN”: “Parece que no seu afã de “Mudar Portugal”, Passos Coelho se prepara (tinha que começar por algum sítio) para, “se” o PSD ganhar as eleições, mudar o Ministério da Cultura do Palácio da Ajuda para uma arrecadação no n..º 4 da Rua da Imprensa à Estrela onde, longe dos olhos tutores da “troika”, se lhe dedicará pessoalmente”. E Manuel António Pina conclui: “Tantas vezes seduzida e abandonada, a Cultura encvontrou finalmente alguém que tomará conta dela “de forma sustentada” e a fará (programa dixit) “cumprir integralmente o seu potencial. “Se”..

IN "JORNAL DO FUNDÃO"
18/05/11

25 - IPSIS VERBIS


 ALCIDES PEREIRA
Coordenador do Laboratório de Radioactividade Natural 
da Universidade de Coimbra

"Algumas zonas de Portugal estão entre 
as mais radioactivas do mundo"

IN "i"
30/05/11


“TROIKATINTAS”


.
D - INVENTOS DA ANTIGUIDADE

 3 - A CIÊNCIA CONTIDA NA BÍBLIA

ALMORRÓIDA DESPEDAÇADA


Duas em cada cinco crianças 
vivem em situação de pobreza

Por Andreia Sanches

Não são apenas as crianças que vivem com rendimentos abaixo do limiar de pobreza que são pobres. São também aquelas cujo bem-estar é afectado por condições de vida "deficientes" - e que, por isso mesmo, se considera que estão "em privação". É com base nesta abordagem que uma equipa de investigadores do Instituto Superior de Economia e Gestão, da Universidade Técnica de Lisboa, conclui que cerca de 40 por cento das crianças portuguesas vivem em "situação de pobreza".

Um estudo encomendado pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, a que o PÚBLICO teve acesso - e que será apresentado depois de manhã, Dia Mundial da Criança, no ISEG -, mostra que as crianças até aos 17 anos são o grupo mais vulnerável à pobreza, tendo ultrapassado o dos idosos.

Diferentes dados estatísticos, relativos ao período que vai de 2004 a 2009, são explorados. Amélia Bastos, Carla Machado e José Passos não se limitaram a contabilizar quantas pessoas se encontram em pobreza monetária - algo que é periodicamente calculado pelo Eurostat, o departamento de estatística da União Europeia. Até porque este é um indicador que consideram ter "fragilidades" já que, dizem, "a pobreza não se confina nem se esgota na escassez de recursos monetários".

Analisaram também as condições de vida - através do Inquérito às Condições de Vida e Rendimentos, feito anualmente, e do Inquérito às Despesas das Famílias, levado a cabo de cinco em cinco anos, ambos pelo Instituto Nacional de Estatística. Os dados mostram, por exemplo, que não há nenhuma criança que por razões económicas esteja privada de televisão. Mas que 23 por cento vivem em alojamentos sobrelotados e que cinco por cento estão inseridas num agregado que não faz uma refeição de carne ou peixe (ou equivalente vegetariano) pelo menos de dois em dois dias. E não faz porque não tem dinheiro.

Vai piorar?

Mas vamos por partes: uma em cada quatro crianças (23 por cento) estava, em 2009, inserida em famílias com rendimentos abaixo do limiar de pobreza; 27 por cento viviam uma situação de privação, tendo em conta 12 indicadores (ver entrevista). E mais de uma em cada dez (11,2 por cento) acumulava a forma mais gravosa de pobreza - estava em privação e, ao mesmo tempo, os seus agregados dispunham de rendimentos abaixo do limiar de pobreza.

Olhando para trás a evolução está longe de ser brilhante: em 2004, havia quase tantas crianças em situação de pobreza grave como em 2009 (a percentagem era de 11,9 por cento); e o número de miúdos que atingido por algum tipo de pobreza (monetária, privação ou ambas) era apenas 1,2 pontos percentuais inferior.

E o futuro? "O momento presente deixa-nos algumas interrogações adicionais. Os recentes cortes nos apoios sociais não permitem antever um futuro promissor para estas crianças...", são as últimas palavras deixadas num estudo que alerta ainda para o facto da pobreza infantil ter "uma gravidade acrescida relativamente aos restantes estratos da população", uma vez que as suas consequências se fazem sentir "no curto e no médio e longo prazos" do país. No curto, "por via das privações diárias a que as crianças pobres estão sujeitas", no médio e longo prazo "através do grau de escolaridade/qualificação profissional, da inserção no mercado de trabalho, da capacidade de participação e intervenção social" que terão.

Para já, revela-se, e olhando exclusivamente para a pobreza monetária, apenas uma em cada três não esteve em situação de pobreza pelo menos um ano, no período de 2005 a 2007.

Os mais penalizados

Há grupos de crianças para quem os últimos anos foram particularmente pesados. Por exemplo: em 2004, 39,7 por cento das que estavam inseridas em agregados onde ninguém trabalhava encontravam-se simultaneamente em privação e pobreza monetária; em 2009 a percentagem subiu para 45,3 por cento.

O facto de haver emprego na família não é, contudo, garantia de bem-estar. "Cerca de 35 por cento das crianças incluídas em famílias onde pelo menos um elemento está a trabalhar estão ora em pobreza monetária ora em privação." Os baixos salários explicarão. Tal como a precariedade, diz Amélia Bastos, coordenadora do estudo.

As crianças em famílias de maior dimensão (dois adultos e três ou mais crianças) também foram particularmente penalizadas: 29,5 por cento acumulavam em 2009 pobreza e privação. "Ter crianças significa ter mais custos e se o rendimento é baixo ter crianças diminui a capacidade financeira e o nível de bem-estar do agregado familiar", diz Amélia Bastos. Mais vulneráveis estão também as crianças mais velhas (16-17 anos) e as mais novas (até cinco anos). O que "pode antecipar alguma deterioração na situação de pobreza global no curto prazo".

Os autores assumem que a escassez de estatísticas sobre a infância é "uma forte limitação à análise efectuada". Até porque a generalidade dos dados que existem não são recolhidos especificamente para as crianças - a unidade de observação é o agregado familiar. Amélia Bastos admite que se mais dados específicos existissem para avaliar a pobreza infantil, as conclusões até podiam ser diferentes. "Mas menos gravosas duvido que fossem."

IN "PÚBLICO"
30/05/11

NR: "2 em cada 5" revela o terrível número de "40 em cada 100"

EXPENSIVE SOUL


3 - CHINA MARAVILHOSA







3 – PONTES PERIGOSAS