quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

PRESPECTIVAS AMOROSAS

PORRADA NELE

PRIME TIME

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PENSE BEM!!!!


SE COMPRAR UM CÃO.....


ALMORRÓIDA ASSIMÉTRICA


Um ordenado de topo 
vale 14 salários mínimos

Há cerca de 330 mil pessoas a ganhar o mínimo. Subidas não travam desigualdades.

O salário mínimo médio projectado para 2011 rondará os 491 euros brutos, pois a subida ontem anunciada será feita em três fases ao longo do próximo ano. Este valor representa 7% do ordenado-base mais baixo atribuído a executivos de topo, sem contar com prémios e outros benefícios. Dito de outra forma, um salário topo de gama equivale a mais de 14 salários mínimos. E as contas estão feitas por baixo.

O acordo do salário mínimo ontem anunciado no final da Concertação Social - ainda que sem garantias de vir a ser cumprido - determina um aumento de dez euros a 1 de Janeiro, dos actuais 475 para 485 euros. Ao longo do ano haverá mais duas actualizações: uma em Junho, que poderá ser de cinco euros, e outra em Outubro, de dez euros, prefazendo assim os 500 euros enunciados no acordo de 2006.

O salário mínimo abrangerá agora quase 330 mil empregados a tempo inteiro (aos quais somam os mais de 200 mil que ganham menos do que isso). No entanto, a sua actualização ao ritmo de 25 euros por ano, como tem vindo a acontecer desde 2006, não é suficiente para combater as crescentes desigualdades na economia e o risco de pobreza. Dados recentes do INE mostram que a desigualdade na distribuição dos rendimentos do trabalho voltou a subir. Ou seja, os 10% de empregados com ordenados superiores ganham cada vez mais do que os 10% mais pobres. Com a crise e as medidas de maior restrição salarial, a tendência poderá agravar-se, dizem especialistas.

Um estudo salarial ontem divulgado pelo Hay Group, uma consultora de gestão especializada em políticas remuneratórias, mostra que o salário-base dos gestores de topo portugueses varia entre 6900 euros e 35 100 euros mensais este ano (remuneração anual a dividir por 14 meses). No próximo ano, estes rendimentos poderão aumentar, em média, de 0,5% a 1% em termos nominais, sendo que "quanto mais no topo da hierarquia estiver uma função, menores serão os aumentos dos executivos". Mas àqueles valores acrescem ainda remunerações variáveis (prémios de desempenho para objectivos de vendas) e benefícios (carro da empresas, plano de saúde ou plano de pensão, por exemplo). Considerando todas estas parcelas, o salário mínimo médio de 491 euros em 2011 será ainda menos relevante: não chega a 5% da remuneração global mais baixa concedida a um gestor de topo, ou seja, o salário global de topo será 20 vezes maior do que a remuneração mínima garantida.

Segundo o estudo, os salários-base de topo têm aumentado relativamente pouco: tiveram um aumento de 0,7% em 2009, 0,58% este ano e no próximo deverão repetir esta última subida.

O estudo Hay Group Top Executives 2010, realizado com base numa amostra de 152 empresas a operar em Portugal, em 13 actividades diferentes, analisou a situação de 1420 cargos, incluindo membros de conselhos de administração de empresas.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
23/12/10

NR: TODOS DIFERENTES TODOS DESIGUAIS

E FUNCIONA.....

PEDRO CAMACHO







Nem Assange nem os outros

Nunca gostei de radicais. Têm sempre o mau hábito de impor as suas ideias aos outros. Mas com isto não apago a denúncia de um mundo cada vez mais podre

De um momento para o outro descobrimos que existe um big brother mais poderoso do que todos os outros que se sabe existirem. Um big brother capaz de fazer manchetes sucessivas em inúmeros países do mundo. Capaz de dividir, ou deixar sem resposta, pensadores e políticos de todo o planeta.

O Wikileaks mantém o mundo em suspenso dia após dia, sempre na expectativa da próxima bronca que divulgará: sobre os comportamentos embaraçosos da diplomacia americana ou sobre as movimentações de políticos e empresas de países tão periféricos e insignificantes no xadrez político quanto Portugal. O Wikileaks denuncia o que deve ser denunciado: as violações de direitos humanos e políticos, os atentados contra a vida, as práticas de empresas e governos que andam no limite da legalidade e da ética, ou mesmo muito para lá destas fronteiras. Mas faz também muito mais que isso.

Sejamos claros: toda a gente gosta de dar uma espreitadela pelo buraco da fechadura, ou escutar uma conversa picante que não era suposto estar a ouvir. Toda a gente delira com este género de coisas, até ao dia em que elas acontecem connosco. Porque é este o ponto: o que está o Wikileaks a fazer? É um bastião da transparência ou é ele próprio mais um agente de uso abusivo de poder, um agente que ultrapassou aquela tal fronteira, nem sempre clara, entre o interesse público e o simples voyeurismo, entre uma denúncia de indiscutível interesse público e um comportamento absolutamente irresponsável.

Há quem peça para Julian Assange a pena de morte, considerando-o um traidor e um lunático que não conhece limites. E há quem o defenda intransigentemente, não tanto por aquilo que faz, mas em nome de princípios que considera sagrados, como o do direito à informação e à liberdade de expressão.

Tenho, sempre tive, muita dificuldade em alinhar com discursos absolutistas. E tenho, por isso, grande dificuldade em olhar com simpatia para um indivíduo que defende uma tese política assente na ideia de "transparência radical". Nunca gostei de radicais. Têm sempre o mau hábito de impor as suas ideias aos outros. Mesmo nos casos em que possam ter razão, não deixa de ser um mau hábito.

É também por isso que vejo com preocupação o mundo dividir-se entre aqueles que apoiam Assange, genericamente todos aqueles que são intrinsecamente bons, porque combatem aqueles que são intrinsecamente maus - os que têm o poder -, e os que estão contra Assange, genericamente todos aqueles que são responsáveis, porque têm noção do caos em que o mundo se arrisca a entrar caso se deixe a nu todo o cinismo que rege as relações políticas e económicas internacionais, além de outras questões "menores" que têm a ver com a segurança de indivíduos, comunidades ou países.

Mas, pior ainda do que isso, é a armadilha para onde se procura empurrar a discussão em torno deste caso, colocando-o como um confronto entre a liberdade de informação e a censura. E já muita gente diz que "nós", jornalistas, andamos a dormir, porque hoje o poder persegue Julian Assange e amanhã estará a perseguir todos os jornalistas que divulgarem informação incómoda.

Aí está outra coisa que não me agrada de todo em todo. Não gosto da censura, mas também não gosto do conceito impositivo de "transparência radical", assente no pressuposto pouco exigente de que "tudo o que vem à rede é peixe". Ora, a verdade é que nem tudo o que vem à rede é peixe, nem isso é fazer jornalismo. E isto sabem os jornalistas muito bem - ou têm pelo menos a obrigação de o saber.

Questão diferente é a suposta alta segurança dos serviços de informação dos EUA ser, afinal, pior que um queijo suíço, o que é um problema exclusivamente dos norte-americanos - e de todos os que lhes dão informação relevante. Ou o facto de, felizmente, de tempos a tempos, aparecer alguém - alguém que, tipicamente, foge ao padrão comum - que consegue levantar o pano e meter-nos pelos olhos dentro realidades com as quais não devemos nunca pactuar. Como é também coisa diferente concentrar o fogo no "bandido" Assange, esquecendo todas as sujeiras politicamente relevantes que a Wikileaks nos tem mostrado.

Assange está muito longe de ser um anjo e o seu conceito de ação está longe de ser pacífico, mesmo para quem se identifica de muito perto com aquele tipo de atuação. A prova disto mesmo está na desagregação do grupo que fundou o Wikileaks.

Mas há uma realidade que alimenta os Assanges desta vida e que está lá, no fundo da questão, muito para além dos excessos cometidos pelo Wikileaks. E muito mais grave do que eles. Lá bem no fundo está um mundo crescentemente corrupto, um mundo que confunde interesses de Estado e interesses particulares, um mundo que não se importa de negociar com bandidos de toda a espécie a troco de cinco tostões.

Como disse, nunca gostei de radicais, mas com isso não apago a denúncia de um mundo cada vez mais podre.

IN "VISÃO"
16/12/10

ASSUMA ESTA CAUSA

Petição pela DEFESA EFECTIVA DO POVO PORTUGUÊS, mediante a introdução de medidas de REDUÇÃO ADMINISTRATIVA do PREÇO DE PRODUTOS E SERVIÇOS ESSENCIAIS e devolução do dinheiro gasto a mais pelos governantes

Para:Povo português e: Presidente da Assembleia da República, Deputados à Assembleia da República e respectivos grupos parlamentares, Membros do Governo, Juízes-Conselheiros do Tribunal de Contas, Procurador-Geral da República, Provedor de Justiça, Conselheiros de Estado, candidatos à Presidência da República, actuais e putativos, Tribunais Judiciais portugueses, Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, Deputados portugueses ao Parlamento Europeu, Presidente da Comissão Europeia, Comissário da União Europeia para as Minorias Étnicas, Amnistia Internacional e Alto-Comissário da ONU para os Refugiados

Caros Concidadãos Portugueses e Patriotas:

Exmos. Senhores: Presidente da Assembleia da República, Deputados à Assembleia da República e respectivos grupos parlamentares, Membros do Governo, Juízes-Conselheiros do Tribunal de Contas, Procurador-Geral da República, Provedor de Justiça, Conselheiros de Estado, candidatos à Presidência da República portuguesa, actuais e putativos, Tribunais Judiciais portugueses, Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, Deputados portugueses ao Parlamento Europeu, Presidente da Comissão Europeia, Comissário da União Europeia para as Minorias Étnicas (e éticas), Amnistia Internacional e Alto-Comissário da ONU para os Refugiados:


Considerando:


a) Que os governos portugueses de 2000 a 2009 gastaram 89,938 mil milhões de euros a mais do que estava inicialmente orçamentado;


b) Considerando que, assim e conforme quadro em anexo, se “desmonta” argumentação da “crise internacional” para os sacrifícios abusivamente impostos por este Governo da República aos portugueses;


c) Que os governantes portugueses em geral não defendem minimamente o seu Povo, em especial os mais desfavorecidos e a “classe” dos comuns dos trabalhadores [a qual, segundo consta, ganha cerca de metade do que se ganha na zona euro e apenas para esta se fala de produtividade, mas não se fala da produtividade dos respectivos gestores (porque será?...)];


d) Que, em vez de “cortarem” significativamente na despesa administrativa do Estado e na despesa dos gabinetes dos membros do Governo, tais governantes “preferem” onerar famílias e empresas com aumentos de impostos directos, cortes de ordenados, redução de prestações sociais e, em geral, no agravamento generalizado das condições económicas de Portugal, mantendo, todavia, os “boys nos jobs”;


e) Que a situação descrita na alínea anterior, além de injusta e cobarde, constitui o mais grave ATENTADO AOS DIREITOS HUMANOS DOS PORTUGUESES desde o 25 de Abril;


f) Que, em vez de se realizarem investimentos estratégicos nas indústrias, na agricultura e nas pescas que fomentem as exportações ou o consumo interno (diminuindo, assim, a dependência do exterior), é preferido, pela governação, investir (esbanjar) o dinheiro dos contribuintes (o nosso dinheiro) em TGV’s e Aeroportos que fomentam as importações, desequilibrando ainda mais a nossa balança comercial;


g) Que se o Governo considera que tem legitimidade para cortar salários, aumentar impostos e até para nacionalizar Bancos (aqui o “mercado” não funciona livremente?...), então (se é bom para uns é bom para todos…) também terá legitimidade para impor “tectos”, ou reduções, aos preços de venda de produtos, bens e serviços essenciais, atendendo à manifesta redução do poder de compra da maioria dos portugueses e ao facto de, segundo o noticiado, haver, neste momento, 2 milhões de pobres em Portugal (cerca de 20% da população portuguesa);


h) Que um Estado social de Direito, ainda constitucionalmente consagrado (para lamento de muitos “federalistas”), não pode, nem deve, permitir que haja fome ou miséria em Portugal, ou que o seu Povo corra o risco de ser considerado “refugiado” no seu próprio País, estando, potencial e novamente, à mercê de alguém que o terá "ajudado" a conduzir para o caminho de um pântano (“mais do mesmo”, não obrigado);


i) Que se vive um momento grave e excepcional em que o (“sacrossanto”) mercado não está a funcionar normalmente, pelo menos face ao “ataque fiscal e económico” dirigido aos portugueses que compõem a “procura” [na dita definição de oferta e procura para a formação dos preços dos produtos e serviços] realizado, de forma inqualificável e desumana, pelo actual Ministro das Finanças (pelos visto “eleito”, ou "ilumineito", pelos mercados e não pelo Povo que sustenta o seu “vencimento régio”), com o cognome de "Ministro dos PEC's" (Planos para Enganar Cidadãos);


j) Que, se o "mercado" não funciona livremente (do lado da procura), o Estado deve, a título excepcional, fundado e coerente, intervir sobretudo quando está em causa o bem-estar do seu Povo, aquele que sustenta os seus “vícios”, clientelas e desperdícios, e, até, no seguimento daquilo que este mesmo Estado faz sempre que o sistema financeiro está em causa, ou seja: quando são lucros é o mercado a funcionar, mas quando os Bancos dão prejuízo é o contribuinte a pagar… (justo não é?);


k) Que, perante a iminência de mais situações de incumprimento das prestações bancárias derivadas de créditos de habitação às pessoas que têm os seus rendimentos mensais “contados” (ou sem margens para “folga”), se justifica (face à ausência de "peso negocial" específico individualmente considerado de cada uma dessas famílias) a intervenção do Estado que, de uma vez por todas, termine, também, com o abuso de preçários de comissões bancárias e de despesas de manutenção de contas à ordem sem fundamento ético ou jurídico e perante a inércia fiscalizadora do “Banco (que é de alguns menos) de Portugal”;


l) Que, face ao “descalabro” da gestão das contas públicas do Estado devem, os governantes, subscrever, em nome e por conta própria, um seguro de responsabilidade civil e patrimonial, do mesmo modo que os Administradores de Sociedades Anónimas os subscrevem nos termos da respectiva lei das sociedades comerciais, ou, em alternativa, que respondam, com o respectivo vencimento mensal, pelos desvios apurados em relação ao inicialmente orçamentado nos termos das respectivas lei do Orçamento de Estado;


m) Que tal “descalabro” financeiro (a que deram o "pomposo" nome de "crise internacional", se calhar com "ordenados de Zapatero") deve ser rigorosa e judicialmente averiguado (por entidades idóneas, não partidárias e não ligadas a quaisquer ordens secretas em relação às quais os seus membros tenham jurado obediência) no sentido de ser apurado, caso a caso e governante a governante, ou responsável a responsável, se houve “gestão danosa” ou pura incompetência na gestão de dinheiros públicos susceptível de mera responsabilidade civil patrimonial;


n) Que o contributo do Orçamento de Estado para a União Europeia (1,777 mil milhões de euros, de acordo com a Conta Geral do Estado de 2009, cfr. rubrica dos "recursos próprios comunitários") deve ser imediatamente suspenso até à completa normalização da vida social e económica do Povo Português (se é que o Princípio da Coesão serve para alguma coisa...), ou, não sendo tal possível, que haja uma "CESSÃO DOS CRÉDITOS" que o Povo português detém sobre a sua classe política dirigente (entre 2000 a 2009) para cumprimento dessas mesmas obrigações perante a União, obtendo-se assim uma redução significativa da despesa pública;


o) Que devem ser dadas "NOVAS OPORTUNIDADES" à classe política portuguesa (sem brindes) para que esta se possa redimir dos danos patrimoniais objectivamente causados aos portugueses, nomeadamente, devolvendo ao Povo Português o dinheiro gasto a mais em relação ao inicialmente orçamentado por essa mesma classe política dirigente e a ter formação profissional em contexto de trabalho para se aperceberem da realidade empresarial e dos constrangimentos causados à Economia, terminando com o status (quo) segundo o qual a Economia serve para "sustentar" os "vícios" do Estado:


Requer a V. Exas., no âmbito das competências de cada um de vós e imediatamente:


1. A redução, no mínimo, em 10%, por via administrativa, do preço de venda de todos os produtos, bens e serviços essenciais;

1.1 – Alimentação e Bebidas não alcoólicas;
1.2 – Fornecimentos de Gás, Água e Electricidade;
1.3 Transportes colectivos de passageiros;
1.4 Taxas moderadoras e custas com funções essenciais do Estado, tais como a Saúde e a Justiça;
1.5 Outros, a sugerir por cada cidadão aderente à presente petição, em comentário a considerar após a validação/confirmação da respectiva assinatura.

2. Assegurar a alimentação gratuita de todas as crianças que frequentam os estabelecimentos de ensino público e que passam fome [como podem aprender? Será com os “Magalhães”? Haja vergonha!];


3. A redução dos “spreads” bancários aplicados aos créditos de habitação permanente, proporcionalmente à redução do rendimento líquido de cada agregado familiar (por via do PEC 1, PEC 2, PEC 3 e outros que possam suceder), assim como a extinção dos preçários por operações bancárias, nomeadamente as que aplicam despesas de manutenção de contas à ordem.


4. Que os membros do Governo e demais Instituições gerais do Estado desde 2000 até 2009 (última Conta Geral do Estado apurada) devolvam ao erário público, com juros de mora, os € 89.938.979.841,00 gastos a mais em relação ao inicialmente orçamentado, assim se resolvendo o problema dos PEC’s e a “crise internacional” com esta receita fiscal extraordinária, ora peticionada.


5. Que os membros do Governo, actuais e futuros, subscrevam, por conta própria, uma apólice de responsabilidade civil e patrimonial pela ineficiente gestão dos dinheiros públicos, de forma análoga aos gestores das sociedades comerciais, aplicando-se os montantes daí eventualmente resultantes como receita fiscal para os orçamentos dos anos subsequentes; ou então, em alternativa, que respondam com o respectivo vencimento mensal pelos desvios apurados em relação ao inicialmente orçamentado, nos termos da respectiva leis do Orçamento de Estado.


6. Que seja apurado (por entidades idóneas, não partidárias e não ligadas a quaisquer ordens secretas em relação às quais os seus membros tenham jurado obediência), caso a caso e governante a governante, ou responsável a responsável, se houve, ou não, “gestão danosa” ou pura incompetência de gestão de dinheiros públicos, susceptível de responsabilidade civil patrimonial, retirando-se daí todas as devidas consequências, incluso criminais.


7. Que os investimentos a realizar de acordo com a rubrica 50 do Mapa II de Despesas do Orçamento de Estado – Investimento do Plano – sejam suspensos e analisados, caso a caso, em termos de contributo inegável para o desenvolvimento efectivo (e não artificial) da indústria, da agricultura e das pescas portuguesas, em suma, das actividades que, em geral, geram emprego e sustentam a soberania económica nacional.


8. Que o contributo do Orçamento de Estado para a União Europeia (v.g., “recursos próprios comunitários”) seja imediatamente suspenso até à normalização da vida social e económica do Povo português, ou, não sendo tal possível, que haja uma cessão dos créditos detidos pelo Povo português sobre a sua classe política dirigente (entre 2000 e 2009), no montante abaixo indicado, para cumprimento dessas mesmas obrigações perante a União.


9. Que todas estas medidas se mantenham enquanto se mantiverem os pressupostos de aplicação dos PEC’s (actuais e futuros) e enquanto todos os membros dos Governos de 2000 a 2009 (assim como outras Instituições Gerais do Estado) não devolverem aos portugueses os cerca de € 89,938 mil milhões de euros gastos a mais do que estava inicialmente orçamentado nas respectivas leis do Orçamento de Estado.


Dado que: OS PEC'S PARA TODOS NÃO PODEM SER JACK-PEC'S PARA ALGUNS!


O Requerente e “co-credor” da classe política dirigente de 2000 a 2009,

Pedro de França Ferreira Marques de Sousa
9000 – 019 Funchal
Cartão de Cidadão n.º 09254449
www.cidadaniaproactiva.blogspot.com

E-mail: cidadaniaproactiva@gmail.com, para quem queira dar-se ao trabalho de consultar o mapa referido no texto da petição


Os signatários

A AUSTERIDADE É UMA IDEIA PERIGOSA

COMPAGNIE CRÉOLE

ALMORRÓIDA PREVENIDA....



Segurança. Assaltos aumentam no Natal. 
Saiba como proteger a sua casa e o carro

Furto de carros no Natal de 2009 
representou 12% do total de todo o ano. 
E houve também 838 assaltos a casas


Se acha que o Natal é apenas sinónimo de pinheiro comprado na loja chinesa da esquina, reis magos e bacalhau, tenha em conta esta estatística durante o período festivo do ano passado: a PSP registou 838 furtos em residências, correspondente a cerca de 5% deste tipo de crimes em todo o ano; e houve 2219 veículos furtados na rua, número que representa 12% da estatística total nacional. Numa altura de celebração - e de férias para uma boa parte da população -, o i deixa--lhe algumas dicas das autoridades para passar a quadra em segurança. Coisas simples que o ajudarão a evitar assaltos em casa, a proteger o seu carro ou prevenir roubos em lojas. Cuidados básicos para garantir que, depois da festa, o único pesadelo esteja no seu estômago.

O roubo de viaturas costuma disparar por esta altura do ano. Muitas delas acabam por ser vandalizadas, outras desaparecem sem deixar rasto, e as que são recuperadas normalmente regressam aos proprietários com uns quantos objectos a menos. Mas há medidas fáceis que podem ajudar a contrariar a estatística. Segundo as autoridades, os carros novos, invulgares ou de elevado valor comercial são os principais alvos dos ladrões, considerados cada vez mais profissionais no ofício.

Além de trancar as portas, a PSP recomenda que estacione sempre com o motor virado para o local mais visível. Dessa forma, garantem, "se alguém lhe mexer, será mais facilmente detectado". Se o carro ficar parado durante um período mais longo, não se esqueça da bengala que tranca o volante e a embraiagem. Previna-se também instalando um alarme - hoje em dia, é possível comprar um modelo barato que, apesar de não ser infalível, "afasta os amadores, e dificulta a vida aos profissionais". Se tiver que guardar objectos no interior do carro, deixe-os sempre na mala ou em locais não visíveis do exterior. "Mas faça-o sempre antes de chegar ao local de estacionamento. Os marginais usam muito a técnica de vigiar parques, para seleccionar as vítimas potencialmente mais lucrativas", avisa a polícia. Se ainda assim for vítima, não deixe de apresentar queixa o mais rápido possível: a PSP tem um serviço de comunicações que permite um alerta imediato com todos os comandos e unidades destacadas, bem como com as restantes forças de segurança.

Em casa Partindo do ditado "a ocasião faz o ladrão", a PSP lembra também que um dos alvos preferenciais dos criminosos nesta época são as residências. E evitar furtos em casas, mesmo para os que passam o Natal fora, não é tarefa impossível. Além de trancar as portas, as autoridades recomendam especial atenção às zonas mais vulneráveis da habitação: verifique se as janelas ficam bem fechadas - idealmente, instale um ferrolho do lado de dentro -, dificulte a visão para o interior utilizando cortinas e estores e tente dar aparência de actividade na casa. Não deixe acumular correio na caixa e, se possível, deixe uma luz acesa: a factura a pagar de electricidade fica mais em conta do que um roubo. Se o Natal for passado fora, aproveite o serviço da PSP de reforço da vigilância na sua área. É gratuito e acessível em qualquer esquadra.

Para quem guardou as compras de Natal para os últimos dias, o melhor é preparar-se: não foi o único e a confusão é terreno fácil para os ladrões. Evite levantar dinheiro: sempre que puder pague com multibanco. Tenha atenção também aos carteiristas: feche a mala e transporte-a a tiracolo virada para a frente. Se em vez de mala usar apenas uma carteira, evite colocá-la no bolso de trás das calças - os carteiristas são habilidosos, facilmente lha tiram sem que dê por nada.

Claro que, a somar a estes conselhos, há uma atitude que tem de partir de si: redobre a atenção, especialmente nos locais com grande concentração de pessoas. Não queira que este Natal se torne inesquecível por más razões.

IN "i"
23/12/10

3 - PINTURA EM PENAS DE CISNE PINTADAS POR IAN DAVIE






LARGADA DE PINGUINS

ALMORRÓIDA AGIOTA



Deco alerta para possível usura no crédito

Há instituições financeiras a anunciar taxas que superam o limite máximo definido pelo Banco de Portugal (BdP), nos crédito ao consumo.
O alerta é da Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (Deco), que diz que esta situação, que no limite pode ser considerada de usura, verifica-se em um em cada quatro produtos comercializados em Portugal.

Há um ano que o regulador do sector financeiro passou a impor limites nos juros que as instituições financeiras podem cobrar nos contratos de crédito ao consumo. Neste período, as taxas baixaram, de um modo geral, mas segundo a Deco algumas instituições estão a apresentar uma Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) mais elevada do que o permitido pelo BdP. A associação vai enviar uma carta à entidade liderada por Carlos Costa e à Secretaria de Estado da Defesa do Consumidor.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
23/12/10

MESMO MUITO DIFÍCIL

IMAGENS DO TIBETE

4 - OH NÃO


CLIQUE PARA AMPLIAR

TENHA UM BOM DIA............


...e seja solidário com quem sofre

COMPRE JORNAIS

OS "CUSTOS POLÍTICOS" SÃO OS JOBS E OS BOYS
Eléctricas poderão discriminar custos 
políticos nas facturas mensais
Os custos não-energéticos, em 2011, custarão 
2,5 mil milhões de euros aos consumidores.

A Entidade Reguladora para o Sector Energético (ERSE) quer discriminar os custos políticos nas facturas de electricidade. O presidente da entidade, Vítor Santos, afirmou ontem - na audição parlamentar sobre o aumento dos preços de electricidade para 2011 - que essa será uma das questões a debater no primeiro semestre de 2011, no âmbito da revisão dos regulamentos da ERSE no sector.
"Uma das propostas que vamos sugerir para a revisão de regulamentos será sobre a forma de divulgar na factura a informação relativa aos CIEG [custos de interesse económico geral, que resultam de decisões políticas] de forma clara e pedagógica", avançou o presidente do regulador energético aos deputados, sempre com uma "perspectiva de clarificar e não na perspectiva de confundir".
A transparência da factura energética foi uma das ideias mais debatidas na audição de Vítor Santos. É que esta parcela de custos políticos vai pesar 44% na factura mensal de electricidade - ou seja, um total de 2,5 mil milhões de euros pagos pelos consumidores em 2011.
"DIÁRIO ECONÓMICO"

MISÉRIA
Diplomatas não têm dinheiro 
para representar Portugal
Custos de habitação e despesas de saúde em Nova Iorque mudaram muito nos últimos dez anos. Remunerações foram congeladas na década de 90.
Todos representam Portugal no mundo, mas nem todos podem fazê-lo com os mesmos meios. Há diplomatas portugueses destacados no estrangeiro que não têm dinheiro para cumprir devidamente as suas funções, alerta a Associação Sindical dos Diplomatas Portugueses (ASDP).
As remunerações do corpo diplomático não são actualizadas desde a década de 90 e estão mal adaptadas à realidade e ao custo de vida onde Portugal tem missões. O congelamento das tabelas salariais e de abonos levou a situações extremas. Um diplomata em Oslo, Londres, Nova Iorque ou Tóquio, que tenha de pagar o aluguer de um apartamento normal para viver com a família, precisa de despender à volta de cerca de dois mil euros do próprio bolso. Isto porque o subsídio de habitação que o Estado português paga é, em muitos casos, insuficiente para cobrir essa despesa.
Os salários parecem elevados, mas os diplomatas distinguem caso a caso. Assim, enquanto um chefe de missão em Madrid - uma cidade com o custo de vida semelhante ao de Lisboa - aufere 13 743 euros, o que vive na capital mais cara do mundo, Oslo, fica-se pelos nove mil euros. E há muitos mais. O chefe de missão em Atenas ganha 10 675 euros, quase tanto como o que está em Londres (cerca de onze mil e oitocentos euros) , embora existam diferenças acentuadas no nível de vida.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

ARPOADA NO NOSSO BOLSO, OH CHEFE!!! TECNOLOGIA PARA 30 ANOS???
«Arpão»já foi recebido mas só chega em 2011
A Marinha portuguesa recebeu, a título provisório, o «Arpão», mas falta saber se o Governo português vai mesmo concluir o negócio…

Na receção provisória do submersível que teve lugar em Kiel, na Alemanha, esteve o chefe do Estado-Maior da Armada, Saldanha Lopes.
A chegada do «Arpão» a Portugal está marcada para o primeiro trimestre de 2011, depois de serem realizados todos os testes de mar e de cais.
Na cerimónia de ontem, o chefe do Estado-Maior da Armada afirmou que os dois submarinos vão permitir explorar áreas com 'interesse estratégico', sublinhando que estes equipamentos asseguram as necessidades operacionais para os próximos 30 anos.
No discurso que fez na cerimónia de receção provisória do «Arpão», em Kiel, o almirante Saldanha Lopes assinalou que Portugal tem 'grandes interesses no mar que devem ser salvaguardados e que são cruciais para o desenvolvimento', do país.
'Ao explorarmos a nossa dimensão subaquática, estamos a melhorar decisivamente a nossa capacidade de aumentar a vigilância do nosso espaço, mantendo as nossas águas seguras', sublinhou. Segundo o CEMA, o «Arpão» representa 'um marco', para a Armada Portuguesa.
'Com este submarino, equipado com tecnológica moderna, a nossa esquadra aproxima-se do seu nível de ambição', referiu, acrescentando que com este equipamento, a Armada 'será mais forte no futuro próximo e estará melhor preparada para enfrentar os desafios do século XXI',
O CEMA acrescentou que os novos submarinos correspondem aos requisitos operacionais do seu ramo para os próximos 30 anos e que os novos sistemas tecnológicos representam 'um enorme desafio para as tripulações e equipas de manutenção',
'O que vemos aqui é o resultado de um trabalho árduo', afirmou, elogiando em seguida todos os intervenientes no processo de aquisição dos dois submarinos.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

UMA FORTUNA
460 mil ganham até ao valor do salário mínimo
Há 460 mil trabalhadores que recebem até 475 euro, valor do salário mínimo que vai ser aumentado em 10 euro. O custo anual deste aumento é de 329 euro por trabalhador, incluindo-se aqui os acréscimos no salário e nos descontos do patrão e empregado para a Segurança Social.
O salário mínimo nacional (SMN) sobe 10 euros em Janeiro, totalizando 485 euros, mas atingirá os 500 euros até Outubro. A garantia foi dada, ontem, pela ministra do Trabalho depois da reunião de concertação social. "Os 500 euros serão uma realidade durante o ano de 2011", disse Helena André.
Helena André explicou que a atribuição do SMN será feita de forma faseada. Haverá dois momentos de avaliação para decidir novos aumentos, em Maio e Setembro, que se repercutirão em Junho e Outubro, respectivamente. Ou seja, os trabalhadores que ganham o SMN poderão contar com 500 euros em Outubro.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), são 460 mil portugueses que ganham até 475 euros e nem o último estudo do Governo, que apenas refere dados dos Quadros de Pessoal de 2008, consegue dizer com exactidão o número de trabalhadores a receber o SMN.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

POR FAVOR, PRIMA DONA NÃO!!!
Vanessa à beira da exclusão
Vanessa Fernandes esteve à beira de ser banida do estágio que a Selecção Nacional de triatlo hoje conclui em Vilamoura, no Algarve.
Tal como A BOLA dera conta ontem, a atleta do Benfica recusou efectuar, na terça-feira, o controlo de treino de corrida, alegando não estar na melhor forma.
Após ter chegado várias horas atrasada à concentração de sábado, Vanessa também não compareceu ao segundo treino, na manhã de domingo.
Face ao terceiro incidente, na terça-feira, direcção técnica e Federação de Triatlo de Portugal viram-se forçadas a reunir, depois do almoço, com a atleta do Benfica, chegando a estar em cima da mesa a eventual exclusão de Vanessa do estágio.
Que acabou por não se verificar, depois da vice-campeã olímpica em Pequim-2008 ter reconsiderado a recusa em fazer o controlo de treino de corrida, vindo a realizá-lo ontem, às 11 horas da manhã.
"A BOLA"

INVESTIGAÇÃO EM PORTUGAL
Disfunção com novo tratamento
Um investigador da Universidade do Porto descobriu uma forma de tratar a disfunção eréctil nos diabéticos ao identificar uma nova via de relaxamento das artérias do pénis.
"Esta nova via de relaxamento pode complementar as terapêuticas já existentes, nomeadamente no grupo dos doentes diabéticos e cardiovasculares, pois são os que apresentam maiores dificuldades no relaxamento das artérias do pénis", refere o investigador La Fuente de Carvalho, do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar.
A descoberta deste urologista, cujo estudo foi distinguido pela Sociedade Europeia de Medicina Sexual, envolve o recurso a sulfídrico de hidrogénio no relaxamento das artérias do pénis. Esta molécula dilata as artérias penianas e, desta forma, melhora a erecção. Em Portugal, quase 13% da população masculina é afectada pela disfunção eréctil, estimando-se que a prevalência nos doentes diabéticos atinja os 60%.
"CORREIO DA MANHÃ"

DÊEM LUGAR A OUTROS, BASTA DE TACHOS
Federação de Futebol penhorada em 5 milhões
A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) está a ser executada em 4,9 milhões de euros. Três dos patrocinadores da Selecção Nacional já foram notificados para uma penhora dos seus patrocínios.
Em causa está o pagamento de uma indemnização em dívida a um antigo fornecedor dos equipamentos desportivos Olympic, que ganhou nos tribunais um processo contra a entidade presidida por Gilberto Madaíl.
O Negócios consultou o processo, que está entregue na Secretaria-geral de Execução de Lisboa. A Ricoexport, a empresa em causa, assinou um contrato com a FPF para o fornecimento dos equipamentos das selecções nacionais entre 1995 e 1998.
Mas em 1996, ano do Europeu de Futebol, a Federação rescindiu unilateralmente o contrato, tendo a Selecção passado para equipamentos Nike. E começou o litígio: a Ricoexport processou a FPF pelos prejuízos sofridos com a rescisão do contrato que só terminaria dois anos depois, pedindo uma indemnização. O caso chegou até ao Supremo, tendo a sentença que condenou a FPF transitado em julgado em 2005.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

 E CONTINUAM COM APOIO SOCIAL???
Contraceptivos. 1650 mulheres 
continuaram sem usar após o aborto
A 96% das mulheres foi aplicado 
um contraceptivo após o aborto. Mas 4% 
respondeu ter optado por "nenhum"

A maioria das mulheres (96%) saiu da consulta de planeamento obrigatória após uma interrupção da gravidez com um método contraceptivo escolhido. Mas em 4% dos casos de abortos legais feitos entre Julho de 2007 e Agosto de 2010, as mulheres não optaram por qualquer contraceptivo para prevenir uma futura gravidez.
Os dados da Direcção Geral de Saúde sobre a prática do aborto legal em Portugal desde que a prática foi despenalizada mostram que o método contraceptivo aplicado em 1650 mulheres (num universo de 43 207) após a interrupção da gravidez foi "nenhum".
Miguel Oliveira e Silva, presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, não entende como há uma percentagem de mulheres que responde ter escolhido "nenhum" método contraceptivo quando sai do estabelecimento de saúde onde fez um aborto. Além disso, a lei estabelece que esses hospitais e clínicas devem garantir "obrigatoriamente às mulheres grávidas que solicitem aquela interrupção o encaminhamento para uma consulta de planeamento familiar".
Mas, para o especialista, mais grave do que o número de mulheres sem método contraceptivo é a percentagem de faltosas: "50% das mulheres que fazem um aborto não comparecem à consulta de planeamento familiar marcada para 15 dias depois", denuncia.
"i"

QUEM NOS ACODE
Alguns bens essenciais sobem mais 
que o salário mínimo em Janeiro
Em Janeiro, o salário mínimo nacional (SMN) vai aumentar de 475 para 485 euros, uma actualização de 2,1 por cento que ficará abaixo da taxa de inflação de 2,2 por cento estimada pelo Governo e abaixo dos 5,3 por cento previstos no acordo assinado em 2006. A decisão foi tomada ontem pela ministra do Trabalho, Helena André, que garantiu que o objectivo de chegar ao 500 euros no final do ano é para manter. A diferença é que, em vez de isso acontecer logo no início do ano, como é habitual, o aumento será feito ao longo de 2011.
Esta é a primeira vez, desde que, em 2006, foi assinado o acordo para o aumento do SMN, que esta remuneração tem um aumento abaixo da inflação, o que irá condicionar o orçamento de centenas de trabalhadores que verão alguns bens essenciais, como a electricidade ou o pão, aumentarem acima da inflação. "Aquilo que saiu da reunião de concertação é que os 500 euros serão uma realidade durante o ano de 2011 e que haverá dois momentos, em Maio e Setembro, para avaliar como é que vamos repercutir os 15 euros que não são aumentados no dia 1 de Janeiro.
"PÚBLICO"

BOA SORTE
Atlético Madrid confirma transferência de Simão
O Atlético Madrid confirmou, no seu site oficial, que chegou a acordo com o Besiktas para a transferência de Simão Sabrosa.
O jogador despede-se do clube espanhol e dos seus adeptos esta quinta-feira, pelas 12 e 30 (hora local), numa conferência de imprensa, onde estará acompanhado pelo presidente do clube, Enrique Cerezo.
Em nome do Atlético Madrid, Cerezo agradeceu a Simão tudo o que ele fez pelo clube:
"O clube manifesta a sua profunda gratidão a Simão pela dedicação e profissionalismo exibido enquanto envergou esta camisola e deseja sorte na nova aventura profissional e pessoal que vai realizar."
"RECORD"

ESPIRITUALIDADE INDIANA

VAMOS AJUDAR


No dia 5 de Março de 2010, o movimento de intervenção social Grupos de Apoio a Famílias ― que visa apoiar, durante um ano, com a quantia mensal de 250 euros, famílias que, residindo em qualquer ponto do país, passaram a encontrar-se em situação económica muitíssimo difícil, em virtude de despedimento, por fecho de fábricas ou outras empresas decorrente da presente crise ― iniciou a sua acção, com o apoio a 18 famílias.

Este movimento de solidariedade mereceu já o acolhimento de mais de duas centenas de pessoas.

A verificação do preenchimento das acima referidas circunstâncias relativas a cada família, que fundamentam a atribuição do apoio, é da responsabilidade do Padre Jardim Moreira, Presidente da Rede Europeia Anti Pobreza/Portugal.
A equipa coordenada pelo Padre Jardim Moreira verificará, ao 4.º e 8.º mês do decurso da acção, se a família continua a necessitar do referido apoio económico.

Para efectivar o apoio, são constituídos grupos.
Cada grupo, composto por dez pessoas, responsabiliza-se pelo apoio económico, durante um ano, a uma família concreta. Cada membro de um grupo contribui com 25 euros por mês.

Para a recepção dos donativos, o Prior da Paróquia de Santa Maria de Belém (Jerónimos), em Lisboa ― Cón. José Manuel dos Santos Ferreira ―, abriu uma conta específica para este movimento, sendo da sua responsabilidade a passagem dos correspondentes recibos e subsequente transferência para a família.

O nome da família a apoiar é confidencial, para respeitar o seu direito à intimidade e à privacidade.

A situação do "próximo" assume, presentemente, tal gravidade que, para quem tem emprego assegurado, este apoio ― cerca de 83 cêntimos por dia, durante um ano ― não constitui apenas uma questão de solidariedade. É uma exigência de justiça!

Em ordem à criação de uma rede social de apoio aos mais frágeis, quem aderir a esta acção trará consigo mais uma pessoa amiga. E todos seremos poucos...


Pode encontrar-se notícia desta acção de intervenção social em:
O Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), a Associação Sindical dos Professores Licenciados (ASPL) e o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) estão, igualmente, a divulgar estão acção de intervenção social nos respectivos sites. Também a Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) procedeu à divulgação deste movimento pelos seus Associados.

O número das pessoas já inscritas para integrarem os “grupos de apoio a famílias” constitui expressivo sinal da força do sentimento de solidariedade existente na sociedade civil.
A tal, certamente, também não será alheia a resposta positiva ao pedido que temos feito no sentido de cada pessoa "cativar" um amigo, em ordem a tornar possível a criação, em tempo útil, de uma verdadeira rede de solidariedade.

Na mesma linha, nos vários contactos encetados junto de diversas entidades ― nomeadamente, Sindicatos (ASJP, ASPL, SMMP, FNE, STE, etc.), Gulbenkian, CTT, Siemens, Lions Clubes‑Portugal, Delta Cafés, Impresa, Movimento Rotary/Portugal ― não temos pedido qualquer apoio monetário para esta acção, mas antes solicitado a divulgação do movimento, pelos associados/funcionários, bem como a sua motivação para integração nos "grupos de apoio a famílias". Temos, somente, sugerido às empresas que perspectivem a possibilidade de, no âmbito do seu mecenato, suportarem uma parcela do apoio individual (83 cêntimos/dia) de cada seu trabalhador que venha a aderir a esta acção de intervenção social.

Efectivamente, o desenvolvimento, na sociedade civil, de um forte sentimento de solidariedade para com os mais frágeis ― este ano, apoiando famílias, para o ano, idosos cuja pequena reforma não permite sequer satisfazer necessidades de saúde ― é tão importante quanto o apoio económico que pudéssemos receber de uma empresa.

Daí também o pedido e a insistência que fazemos no sentido de que cada pessoa traga mais um amigo.

Para inscrição, enviar um e-mail para jeronimos.familias@gmail.com, endereço criado especificamente para esta acção, indicando:
- nome; - morada; - telefone(s); - n.º fiscal;  - nome de pessoa amiga que, igualmente, queira integrar os "grupos de apoio a famílias", a qual deverá também inscrever-se nos mesmos moldes.


Contactos:
Tel. 91 737 77 51 / 21 301 81 33

BOM DIA, ESTOU QUASE A CHEGAR

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