quinta-feira, 25 de novembro de 2010

MODAS

SOMENTE ADULTOS E EMANCIPADOS »»» GOLUSEIMA KAMASUTRA








VOTAR É UM PRAZER

A REVOLTA DAS COUVES

Em Várzea de Meruge, Seia, Serra da Estrela, a população cansou-se de pedir ao presidente da Junta que reparasse o piso de uma rua.

Vai daí, decidiu plantar couves nos buracos... e agradecer ao presidente e ao seu padrinho em S.Bento.

Nunca a frase «atirou com o carro para as couves» fez tanto sentido...

Vale a pena ver as imagens. É ainda curto, mas é um sinal de que o povo está aí.





2 - ALMORRÓIDA LAVADEIRA



Bancos dos EUA fecham contas de Angola 
e abrem crise diplomática

Luanda ameaça com medida recíproca, relativamente às contas da embaixada dos Estados Unidos em Angola.
O Bank of America fechou todas as cinco contas da Embaixada de Angola em Washington. Um funcionário do Departamento de Estado norte-americano, citado pela revista "Foreign Police", diz que vários bancos, incluindo o Bank of America, consideram que é muito caro e complicado a manutenção de contas que têm de fiscalizar, para terem a certeza de que não estão a ser usadas para lavagem de dinheiro.

Há três meses, o HSBC EUA havia tomado decisão idêntica em relação às contas angolanas.

Esta decisão dos bancos norte-americanos ameaça causar um conflito entre Washington e Luanda. O governo angolano, como medida de reciprocidade, admite encerrar as contas da embaixada dos EUA em Angola e recusar-se a receber as credenciais do novo embaixador norte-americano, Christopher McMullen.

Empresas com forte presença em Angola, casos das petrolíferas Chevron, Exxon e BP, e ainda da Boeing, poderão também ser encerradas, como represália à medida tomada pelo Bank of America e HSBC.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
25/11/10

NR: Vamos ver quem manda, se a seriedade se o "pitroldolar"

RICARDO REIS



A perspectiva dos credores

Será que os tais especuladores pérfidos são tão maus como os pintam? Se fizer contas, é capaz de chegar à conclusão de que não é bem assim

Há alguns séculos, quando as colheitas não davam fruto culpavam-se as bruxas. Hoje culpamos os especuladores quando chegam más notícias dos mercados. Um bom exercício de sanidade é pormo-nos nos pés de um investidor. Não é assim tão difícil: num instante, qualquer pessoa pode abrir uma conta num corretor e comprar dívida portuguesa. Quem acha injusto e irracional que Portugal pague 4,3% por ano por dívida a dois anos pode dar já uma ordem de compra. Assumindo que o leitor vai deter a dívida durante os dois anos, a rentabilidade do investimento depende de diferentes cenários.

No primeiro cenário, Portugal faz tudo o que for necessário para pagar todas as dívidas. Nesse caso, o leitor acabou de ganhar 4,3%, em vez dos 1,1% que a Alemanha paga hoje. Um fantástico negócio. Claro que, para desesperadamente pagar esta dívida se o país continuar estagnado, talvez o governo português tenha subido de tal forma os impostos que o desemprego tenha chegado aos 20% e a pobreza seja generalizada.

No segundo cenário, Portugal pede dinheiro ao Fundo Europeu de Estabilidade. Porque parte destes fundos são usados para pagar as dívidas anteriores, o credor continua pago e feliz. Portugal ainda deve ao exterior, mas agora a uma taxa de juro mais baixa, pelo que talvez o aumento de impostos e a crise associada sejam menores. Para o credor é indiferente.

No terceiro cenário, Portugal entra em bancarrota. Nesse caso, o investidor sabe que vai passar uns anos à espera que o Estado português chegue a um acordo sobre quanto e quando pagar. O risco é grande, mas os portugueses não conseguem que ninguém lhes empreste um euro durante as negociações. Para um país que pede 11 mil milhões de euros emprestados ao exterior por ano, é difícil imaginar o choque que isto seria.

No quarto cenário, Portugal renegoceia a dívida, digamos, com um perdão de 30%. Nesse caso, o retorno ao fim de dois anos, em vez de 4,3+4,3=8,6%, foi antes de -30%. Afinal teria sido melhor ideia emprestar aos alemães.

Tentemos agora por probabilidades nestes cenários, depois de ler as últimas notícias em Portugal. Digamos que, com 80% de certeza, Portugal vai pagar, ou por si ou usando os fundos europeus. Acredite também que a bancarrota total tem 0% de hipóteses. Por fim, que uma renegociação da dívida tem uma probabilidade de 20%.

Com estes cenários, o retorno esperado no seu investimento é 0,88%, menos que emprestar à Alemanha. Às tantas, o leitor só está disposto a emprestar ao Estado português a uma taxa bem maior. Olhando para estas contas, o comportamento dos "mercados" parece assim tão irracional? Curiosamente, muitos dos comentadores que bradam contra os pérfidos especuladores, no mesmo comentário fazem previsões para Portugal bem mais pessimistas que as probabilidades no exercício acima.

IN "i"
20/11/10

2 - RECEITAS


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RELATÓRIO DAS VISITAS AO BLOGUE



 

Com a modéstia que nos caracteriza, mas confessamos com  indisfarçável alegria, publicamos resultados das visitas à "a peida é um regalo do nariz a gente trata" desde o seu início e também da semana compreendida ente 13 e 19/11
A fonte é a empresa citada já a seguir
 

reports@sitemeter.com

 
a peida é um regalo...do nariz agente trata      
                    (s18pencaxeirante)                      

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  http://s18.sitemeter.com/stats.asp?site=s18pencaxeirante  

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GRUPOS DE APOIO


No dia 5 de Março de 2010, o movimento de intervenção social Grupos de Apoio a Famílias ― que visa apoiar, durante um ano, com a quantia mensal de 250 euros, famílias que, residindo em qualquer ponto do país, passaram a encontrar-se em situação económica muitíssimo difícil, em virtude de despedimento, por fecho de fábricas ou outras empresas decorrente da presente crise ― iniciou a sua acção, com o apoio a 18 famílias.

Este movimento de solidariedade mereceu já o acolhimento de mais de duas centenas de pessoas.

A verificação do preenchimento das acima referidas circunstâncias relativas a cada família, que fundamentam a atribuição do apoio, é da responsabilidade do Padre Jardim Moreira, Presidente da Rede Europeia Anti Pobreza/Portugal.
A equipa coordenada pelo Padre Jardim Moreira verificará, ao 4.º e 8.º mês do decurso da acção, se a família continua a necessitar do referido apoio económico.

Para efectivar o apoio, são constituídos grupos.
Cada grupo, composto por dez pessoas, responsabiliza-se pelo apoio económico, durante um ano, a uma família concreta. Cada membro de um grupo contribui com 25 euros por mês.

Para a recepção dos donativos, o Prior da Paróquia de Santa Maria de Belém (Jerónimos), em Lisboa ― Cón. José Manuel dos Santos Ferreira ―, abriu uma conta específica para este movimento, sendo da sua responsabilidade a passagem dos correspondentes recibos e subsequente transferência para a família.

O nome da família a apoiar é confidencial, para respeitar o seu direito à intimidade e à privacidade.

A situação do "próximo" assume, presentemente, tal gravidade que, para quem tem emprego assegurado, este apoio ― cerca de 83 cêntimos por dia, durante um ano ― não constitui apenas uma questão de solidariedade. É uma exigência de justiça!

Em ordem à criação de uma rede social de apoio aos mais frágeis, quem aderir a esta acção trará consigo mais uma pessoa amiga. E todos seremos poucos...


Pode encontrar-se notícia desta acção de intervenção social em:
O Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), a Associação Sindical dos Professores Licenciados (ASPL) e o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) estão, igualmente, a divulgar estão acção de intervenção social nos respectivos sites. Também a Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) procedeu à divulgação deste movimento pelos seus Associados.

O número das pessoas já inscritas para integrarem os “grupos de apoio a famílias” constitui expressivo sinal da força do sentimento de solidariedade existente na sociedade civil.
A tal, certamente, também não será alheia a resposta positiva ao pedido que temos feito no sentido de cada pessoa "cativar" um amigo, em ordem a tornar possível a criação, em tempo útil, de uma verdadeira rede de solidariedade.

Na mesma linha, nos vários contactos encetados junto de diversas entidades ― nomeadamente, Sindicatos (ASJP, ASPL, SMMP, FNE, STE, etc.), Gulbenkian, CTT, Siemens, Lions Clubes‑Portugal, Delta Cafés, Impresa, Movimento Rotary/Portugal ― não temos pedido qualquer apoio monetário para esta acção, mas antes solicitado a divulgação do movimento, pelos associados/funcionários, bem como a sua motivação para integração nos "grupos de apoio a famílias". Temos, somente, sugerido às empresas que perspectivem a possibilidade de, no âmbito do seu mecenato, suportarem uma parcela do apoio individual (83 cêntimos/dia) de cada seu trabalhador que venha a aderir a esta acção de intervenção social.

Efectivamente, o desenvolvimento, na sociedade civil, de um forte sentimento de solidariedade para com os mais frágeis ― este ano, apoiando famílias, para o ano, idosos cuja pequena reforma não permite sequer satisfazer necessidades de saúde ― é tão importante quanto o apoio económico que pudéssemos receber de uma empresa.

Daí também o pedido e a insistência que fazemos no sentido de que cada pessoa traga mais um amigo.

Para inscrição, enviar um e-mail para jeronimos.familias@gmail.com, endereço criado especificamente para esta acção, indicando:
- nome; - morada; - telefone(s); - n.º fiscal;  - nome de pessoa amiga que, igualmente, queira integrar os "grupos de apoio a famílias", a qual deverá também inscrever-se nos mesmos moldes.


Contactos:
Tel. 91 737 77 51 / 21 301 81 33

OITO ESTUPENDOS BURACOS


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BRENDA FASSIE

MULHERES ASSASSINADAS

EM PORTUGAL EM 2010

39
(TRINTA E NOVE)



AINDA DIZEM QUE O POVO PORTUGUÊS 
É PACÍFICO

MARAVILHAS DA ENGENHARIA IV

ALUCINAÇÃO SOBRE ÁGUA



ROBOT DANCE

video

3 - OUTONO


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1 - CUBA EM IMAGENS






6 - CASAMENTO

TENHA UM BOM DIA............


...e mantenha a esperança

compre jornais

SERÁ BOA NOTÍCIA, LEMBRAM-SE DOS DE AFORRO???
Estado paga 6,7% 
nos certificados do Tesouro
A rendibilidade dos certificados do Tesouro (CT) vai disparar em Dezembro. A taxa máxima oferecida por este produto de poupança do Estado fixará um novo recorde, em torno dos 6,7%, tendo em conta a crescente pressão dos mercados sobre o País, que tem feito disparar os juros da dívida de Portugal.
Não há uma fórmula para calcular a taxa que será aplicada aos CT, que será fixada hoje pelo Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP). Mas tendo em conta a evolução recente do juro das obrigações do Tesouro, a 10 anos, é possível afirmar que a rendibilidade vai fixar um novo recorde.
Cálculos realizados pelo Negócios, que teve em conta o comportamento do juros da dívida no mercado e a taxa que posteriormente foi definida pelo IGCP, apontam para que o juro máximo – atribuído anualmente a quem mantiver os CT durante os 10 anos da aplicação – seja fixado em torno dos 6,7%.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

A CRISE É TRANQUILA???
Impacto. 
Pararam 3 milhões ou foi só 
um tranquilo dia de greve?
Entre a bipolaridade contabilística de governo e sindicatos ficará para a história uma adesão de 60% a 20%, incluindo público e privado
A "maior greve de sempre" para o dirigente da UGT João Proença é a mesma greve "tranquila" que "não alterou o consumo de energia" para ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André. O protesto que deixou 2 milhões de trabalhadores sozinhos nos seus postos de trabalho, enquanto 3 milhões paralisaram, é o mesmo "que não parou o país" e chegou a ser "inexpressivo" em alguns sectores de actividade. A verdadeira dimensão do Portugal que ontem parou em protesto estará entre os cerca de 60% dos sindicatos e os cerca de 20% do governo.
A habitual bipolaridade contabilística voltou a dominar o balanço que ficará para a história da segunda greve geral convocada pelas duas centrais sindicais. Os transportes, a educação e a saúde foram o mais afectados; banca, energia e telecomunicações os menos. Mas, enquanto os números divergiram, os argumentos aproximaram-se. Ouvindo Helena André, a ministra de piquete nomeada pelo executivo enquanto o primeiro-ministro recolheu a São Bento, o governo aderiu à convocatória sindical. "As opções tomadas pelo governo destinam-se em grande parte a fazer algo que é um dos objectivos da greve: defender o emprego e os direitos dos trabalhadores." Nas palavras de João Proença, não há qualquer convergência de rumo, só divergência de caminhos. "O défice não pode ser o centro de todas as políticas, pondo em causa o emprego." E a bitola não pode ser "uma política monetarista imposta pelos alemães".
Munido das armas que uma adesão "maior do que em 1988" dá a um dirigente sindical, o secretário-geral da CGTP Carvalho da Silva fechou o dia sugerindo um início de conversa com o executivo. As duas centrais sindicais exigem ao governo que assuma o compromisso de fazer crescer o salário mínimo até aos 500 euros. E querem lá chegar através de "um diálogo que não seja uma farsa". À obsessão europeia com o défice, Carvalho da Silva contrapõe a necessidade portuguesa de "repor a protecção social às camadas mais desprotegidas" e de "repartir os sacrifícios, indo até onde está a riqueza".
"i"

 IMPOSSÍVEL NÃO SUBIREM
Taxas de juro da dívida continuam 
acima da barreira dos sete por cento
Durante o dia de ontem, no mercado secundário, as taxas de juro implícitas nas obrigações de tesouro a 10 anos portuguesas mantiveram o ritmo progressivo de subida dos dois dias anteriores e passaram de 7,021 por cento para 7,129 por cento. Foi uma variação ligeira, mas que revela que a barreira dos sete por cento está a ser, de forma consistente, a ser ultrapassada. O máximo atingido neste indicador durante esta crise (e que é o recorde desde a criação do euro) é de 7,337 por cento, registado no passado dia 11 de Novembro.
Portugal seguiu a tendência dos outros países periféricos da zona euro. Na dívida espanhola, as taxas bateram ontem o máximo desde a criação do euro, ao ultrapassarem pela primeira vez a barreira dos cinco por cento. Passaram de 4,908 por cento na terça-feira para 5,087 por cento ontem. Poupados no início deste mês, os vizinhos espanhóis passaram, principalmente desde que a Irlanda anunciou o recurso ao fundo, a estar também sob a mira dos mercados.
"PÚBLICO"

 BONS GESTORES
Pequenos bancos superam 
desempenho dos grandes grupos
Até Setembro, os cinco maiores bancos sofreram um quebra de 12% nos resultados líquidos. Os bancos de menor dimensão lucraram mais 8%.
Jogam em campeonatos distintos e, provavelmente por isso, estão a conquistar resultados muito divergentes este ano. Falamos dos cinco maiores bancos a operar no mercado nacional e das instituições de menor dimensão. De Janeiro a Setembro, a "segunda divisão" superou os resultados obtidos pelos grandes ‘players' do mercado.
O Diário Económico comparou as contas obtidas no último exercício das cinco maiores instituições bancárias (CGD, BCP, BES, BPI e Santander Totta) com os bancos mais pequenos que já divulgaram os seus balanços ao Banco de Portugal (Montepio Geral, Banif, Crédito Agrícola, Banco Popular, Deutsche Bank, Finantia e BIG). Estes últimos, em conjunto, conquistaram um maior crescimento nos lucros, registaram um maior aumento na concessão de crédito, destacaram-se na captação de recursos de clientes e tiveram um menor crescimento no financiamento contraído junto de bancos centrais.
"DIÁRIO ECONÓMICO"

ÁGUIA DEPENADA
Jesus e Vieira apupados à chegada a Lisboa
A comitiva do Benfica chegou às 9 e 25 ao Aeroporto da Portela. À sua espera estava uma dezena de adeptos que fizeram questão de mostrar o descontentamento pelo resultado obtido em Israel.
O grupo de insatisfeitos possuía cartazes e os principais visados eram o técnico Jorge Jesus e o presidente Luís Filipe Vieira. "Vocês são uma vergonha!" era apenas uma das mensagens que se podiam ler.
Os jogadores saíram rapidamente, sem prestar quaisquer declarações, e seguiram viagem de imediato.
"RECORD"

AINDA MAIS FRÁGEIS
Gays acima dos 50 anos 
não revelam orientação a médicos
População homossexual portuguesa não planeia o envelhecimento e não fala com o clínico de família, apesar de ter historial de doenças sexualmente transmissíveis
Os homossexuais portugueses não revelam a sua orientação sexual aos médicos de família, apesar de quase todos terem um historial de doenças sexualmente transmissíveis. Além disso, confessam que também não planeiam o envelhecimento, embora receiem a solidão e serem separados dos companheiros se forem para um lar de terceira idade.
Estas são umas das primeiras conclusões do inquérito feito no mestrado sobre Envelhecimento e Minorias Sexuais: ambiente psicossocial e necessidades de saúde, de Julieta Azevedo, do Instituto Superior de Psicologia Aplicada.
O objectivo do trabalho é perceber as necessidades psicossociais e de saúde da população homossexual com mais de 50 anos. Para isso, a investigadora está a fazer o levantamento através de um inquérito online, ao qual responderam até agora 30 pessoas. "Ainda são poucas, mas já dá para perceber alguns dos problemas desta população", reconhece a investigadora Julieta Azevedo.
Um deles é o desconhecimento dos clínicos em relação à vida sexual dos doentes. De acordo com as respostas no inquérito, estes não revelam a sua orientação sexual "porque os médicos não perguntam e eles acham que não é relevante", justifica.
Por isso, um dos objectivos deste estudo passa também por "conseguir uma mudança de atitude por parte dos médicos, para que abordem este assunto nas consultas". Uma medida que o presidente da LIGA Portugal, Paulo Côrte-Real, também defende (ver entrevista).
A forma como preparam o seu envelhecimento também revela algumas fragilidades, sublinha Julieta Azevedo. "A rede social desta população é muito reduzida. Quase todos admitem que quase não fala com a família e é nos amigos, a maioria da comunidade LGBT [(Lésbicas, gays, Bissexuais e Transgéneros] que se apoiam", explica.
Além disso, "não há uma estrutura social que os proteja". Os lares também não estão a par da sexualidade das pessoas que acolhem. Ou seja, "não há um acompanhamento do envelhecimento", conclui a autora do estudo. Em parte, porque os homossexuais "não se prepararam e não têm a quem recorrer quando envelhecem".
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

ILUDIR IGUAL A ROUBAR
Tentativa de iludir trabalhadores
As «adaptações» introduzidas na norma dos cortes salariais, relativa aos trabalhadores das empresas públicas, voltou ontem à discussão com a oposição a acusar o Governo de tentar 'uma desavergonhada manobra de últimas hora', para demover os trabalhadores da greve.
'Esta desavergonhada manobra de última hora que ontem [terça feira] o PS e o Governo tentaram, fazendo crer aos trabalhadores do Setor Empresarial do Estado que afinal os seus salários já não seriam reduzidos', acusou o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares.
O deputado comunista acusou o Governo de fazer aprovar 'medidas falsas', e que, na sua opinião, como a Greve Geral hoje demonstra, 'a política do Governo vai ser derrotada',
Por sua vez, o líder parlamentar do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza, considerou esta decisão como 'uma manobra de recorte extraordinariamente duvidoso', afirmando que 'é por estas aldrabices que faz todo o sentido que em Portugal se faça hoje uma histórica greve geral',
O deputado considerou que esta greve geral é uma 'resposta da democracia a manobras desta envergadura'.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

EM TODAS AS CADEIAS HÁ DROGA
Preso e funcionário lideravam 
negócio de droga em Custóias
Um funcionário da oficina do estabeleecimento prisional de Custóias, Matosinhos, é suspeito de, durante anos, ter sido um dos responsáveis pela entrada de droga na cadeia. Foi apanhado pela PJ com droga que iria levar a um recluso de quem recebia ordens.
O indivíduo, de 52 anos, já tinha sido julgado há dois anos no Tribunal de Matosinhos precisamente por acusação de tráfico de droga. Mas foi absolvido por insuficiência de provas, apesar de haver um recluso a denunciá-lo.
Agora, foi detido em flagrante, a par de mais dois indivíduos, na posse de tabletes de haxixe e quantidades de cocaína e liamba suficientes para duas mil doses.
As autoridades apuraram que o destino final do produto estupefaciente seria um recluso de nome Rogério, de 45 anos, colocado no pavilhão dos trabalhadores e que exercia funções na designada "horta interior" da cadeia de Custóias. A colocação naquelas funções indicia já algum grau de confiança da Direcção no preso, uma vez que lhe possibilita uma certa liberdade de movimentos. Era neste contexto que se verificavam contactos entre o funcionário da oficina e o preso.
Por sua vez, Rogério distribuiria a droga pelos demais reclusos que tivessem dinheiro para a adquirir. A Directoria do Norte da Polícia Judiciária (PJ) está a apurar a possível existência de cúmplices e outros intervenientes no negócio de tráfico na cadeia.
Certo é que esta via de entrada das substâncias ilícitas era liderada pelo recluso, que estabelecia contactos com os elementos da rede através de telemóveis.
Anteontem, inspectores da PJ efectuaram uma busca na cela do indivíduo, depois de terem detido, na Maia, o funcionário e os outros dois suspeito, de 23 anos, que se declararam "secretário" e desempregado.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

MELHOR O DESPORTO QUE O PAÍS
Ranking: Portugal mantém sexto lugar
Portugal continua no sexto lugar do ranking da UEFA, após a quinta jornada da Liga dos Campeões.
A Rússia e a Ucrânia são as maiores ameaças, com os russos a oito décimas de Portugal. O sexto lugar luso abre vaga a duas entradas directas na Liga dos Campeões na época 2012/2013, com o terceiro classificado a disputar uma pré-eliminatória.
Para a elaboração do ranking da UEFA, cada vitória vale dois pontos e o empate apenas um. O resultado é dividido pelo número de equipas que cada país tem nas competições europeias, este ano. Cinco, no caso português. Aos pontos conquistados, são adicionadas bonificações, caso algum emblema se apure para a fase seguinte.

Ranking da UEFA das últimas cinco épocas
1. Inglaterra 76,928
2. Espanha 72,186
3. Alemanha 62,936
4. Itália 56,409
5. França 49,678
6. Portugal 41,396
7. Rússia 40,541
8. Ucrânia 39,216
9. Holanda 35,296
10. Turquia 34,050
"A BOLA"

ATENÇÃO INCAUTOS
Alerta de fraude com férias
O Turismo do Algarve lançou um alerta para a existência de um esquema fraudulento em que são oferecidas férias naquela região.
Segundo esta entidade, houve pessoas que "foram contactadas por empresas de identidade ainda não apurada a oferecer uma semana de férias ao abrigo de uma campanha do Turismo do Algarve". Os ‘sortudos’ tinham de pagar para levantar a documentação nos Correios.
Só que "não existe qualquer campanha em curso, promovida ou apoiada pelo Turismo do Algarve, com vista à oferta de semanas de férias na região". Nuno Aires, presidente da Entidade Regional do Turismo, diz que já chegaram três denúncias a este organismo, que "foram encaminhadas para as autoridades".
Este responsável refere que as vítimas deste esquema fraudulento deverão contactar a ASAE.
"CORREIO DA MANHÃ"

KREMLIN IV


O Kremlin é um conjunto de majestáticos edifícios, uns da época dos czares monárquicos, outros da época dos czares do politburo. Todavia a conjugação de distintos estilos não fere a vista do visitante antes a maravilha.
Façam por ir.







QUEM QUER SER MILIONÁRIO EM LUANDA????

JORNAIS DE HOJE


COMPRE JORNAIS
(os turcos lêem o triplo dos jornais que nós lemos)