terça-feira, 23 de novembro de 2010

DOSE TRIPLA

O DESENHISTA ...

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PALM TOP THEATER

UMAR - UNIÃO DE MULHERES ALTERNATIVA E RESPOSTA



A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, publicou ontem um doloroso e extenso  estudo sobre MAUS TRATOS, TENTATIVAS DE HOMICÍDIO E HOMICÍDIOS PERPETRADOS sobre as Mulheres Portuguesas.

A leitura do estudo é chocante, revelador da insanidade em que vive este País. Não somos únicos no mundo infelizmente, mas interessam-nos sobretudo as Mulheres Portuguesas vítimas destes actos.

COM O MAIOR RESPEITO E A MAIOR MÁGOA 
EDITAMOS ABAIXO O RELATÓRIO

OBSERVATÓRIO DAS MULHERES ASSASSINADAS

Observatório de Mulheres Assassinadas - 
Dados 2010 (provisórios)

INTRODUÇÃO:

logo_omaNeste ano de 2010, mais uma vez, a UMAR vem apresentar os dados do Observatório de Mulheres Assassinadas.
O número de mulheres assassinadas por violência doméstica e de género volta a aumentar em relação ao ano anterior. Em 2009, tivemos 29 mulheres assassinadas, este ano, ainda com dados provisórios, temos já 39.
Também as tentativas de homicídio subiram para 37, este ano, tendo sido 28 no ano anterior.

 

RELAÇÃO DA VÍTIMA COM O AGRESSOR NOS HOMICÍDIOS

Tal como nos anos anteriores, continua a ser o grupo dos homens com quem as mulheres mantém uma relação de intimidade aquele que surge com maior expressividade, correspondendo este ano a 64% do total de vítimas que foram assassinadas às mãos daqueles com quem ainda mantinham uma relação. Segue-se, tal como nos anos anteriores, o grupo daqueles de quem elas já se tinham separado, ou mesmo obtido o divórcio (20%). A violência intra-familiar dá conta de 11% de crimes de homicídio de mulheres : 8% vítimas de descendentes directos e 3% de outros familiares.
Vale a pena ainda sinalizar que, para além das 39 mulheres vítimas mortais até agora registadas, foram também assassinadas mais 11 pessoas (vítimas associadas) em sequência deste tipo de crime, perfazendo um total de 50 pessoas.
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Olhando os dados dos anos anteriores, podemos verificar que a relação percentual se mantém, com o maior grupo sendo o dos agressores que mantinham com as mulheres uma relação, fosse ela de casamento, união de facto, namoro ou outro tipo relação de intimidade, logo seguido pelo grupo dos ex-maridos, ex-companheiros e ex-namorados.
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RELAÇÃO DA VÍTIMA COM O AGRESSOR NAS TENTATIVAS DE HOMICÍDIO

Em relação às tentativas de homicídio até agora identificadas em 2010, a relação percentual é semelhante, correspondendo 62% a maridos, companheiros, namorados e outras relações de intimidade, 24% a relações que tinham terminado (incluindo divórcios), e os restantes 14% a descendentes directos e outros familiares.
Tal como temos vindo a assinalar, quer nos homicídios, quer nas tentativas, o facto de se separarem ou divorciarem não livra as vítimas da perseguição, violência e muitas vezes a morte : 8 vítimas mortais e 9 vítimas de tentativas constituem o conjunto das vítimas de homens de quem já se tinham separado.

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IDADE DAS VÍTIMAS DE HOMICÍDIO

A idade das vítimas onde, no ano de 2010, aconteceram mais homicídios foi no intervalo dos 36-50 anos, correspondendo a 36% das vítimas. Segue-se o grupo etário das vítimas com idade entre os 24 e os 35 anos (31%) e a faixa etária entre os 18 e os 23 anos com 25%.

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Comparando os diversos anos desde 2004, podemos observar que o grupo etário mais vitimizado pelo homicídio por violência de género tem oscilado. Se nos anos de 2004 e 2005, como podemos verificar pela tabela acima, os grupos das mais velhas eram os mais atingidos, já nos anos de 2006 e 2007, são o grupo das mulheres com idades compreendidas entre os 36 e os 50 anos. Em 2008, o número das mulheres na faixa etária entre os 24 e os 35 anos sobre significativamente, concomitantemente a um aumento contínuo, em termos absolutos, do grupo das jovens entre os 18 e os 23 anos. Este ano de 2010, embora os nossos dados sejam ainda parciais, faltando conhecer quais serão os números fatídicos até ao final do ano, a tendência dos anos de 2006 e 2007 regressa com as mulheres entre os 36 e os 50 anos a serem, mais uma vez, o grupo das mais atingidas.
tabela2

IDADE DAS VÍTIMAS DAS 

TENTATIVAS DE HOMICÍDIO

No que se refere às tentativas de homicídio, exceptuando o número de mulheres que não conhecemos a idade (35), também o grupo com maior incidência é o do intervalo entre os 36 e os 50 anos, sendo imediatamente seguido pela faixa etária dos 24-35 anos.

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IDADE DO AGRESSOR/HOMICIDA: Nos Homicídios

No que se refere à idade dos agressores do crime de homicídio contra mulheres nas relações de intimidade, podemos observar que segue o padrão das vítimas, sendo o grupo etário entre os 36 e os 50 anos o que inclui maior número de agressores (43%), logo seguido do grupo dos mais idosos, com mais de 50 anos (27%).
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Apresentamos, ainda, a tabela comparativa das idades dos agressores ao longo dos anos em que o Observatório de Mulheres Assassinadas tem trabalhado na denúncia deste tipo extremado de violência de género e doméstica. As idades dos agessores seguem o mesmo padrão das vítimas, sendo que não temos o mesmo número total, devido a duplos homicídios, como aconteceu em dois casos este ano e em outros casos dos anos anteriores.

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IDADE DO AGRESSOR : Nas Tentativas de Homicídio

Em relação às tentativas de homicídio, ressalvando o facto de que desconhecemos as idades de muitos agressores, o grupo etário mais presente é o dos homens com mais de 50 anos, despertando a nossa atenção, como temos vindo a sinalizar, que o facto de o casal conviver há diversos anos não significa que a vítima esteja mais protegida do homicídio.

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HOMICÍDIOS POR MÊS

tabela_grafico_1
À semelhança de anos anteriores são os meses de Maio a Outubro que registam o maior número de homícídios,registando Julho o maior número com 8 mortes, seguido de Setembro com 6. Junho e Outubro registam ambos 5 homicídios.

HOMICÍDIOS POR MÊS 2004-2010

Esta tendência pode ser melhor percepcionada comparando os registos ao longo dos anos. Como se verifica, no período de 2004 a 2010 têm sido os meses de Abril a Outubro, os meses em que a maioria dos homicídios ocorrem, perfazendo um total de 247 homicídios.
tabela5

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HOMICÍDIOS POR DISTRITO

Quanto aos distritos, este ano, destacam-se negativamente Lisboa (8) e Setúbal (igualmente, com 8), seguidos de Faro (4), Madeira (4) e Porto (4). Importa aqui referir que, relacionando com a população de cada distrito, alguns surgem como manifestamente fatídicos.

tabela6
Mais ainda, podemos verificar que, até agora, neste ano de 2010, não existem registos Beja, Bragança, Castelo Branco, Évora, Guarda, Portalegre, Santarém e Viana do Castelo. Isto pode não significar a garantia de ausência de homicídio de mulheres por violência nas relações de intimidade, antes alguma eventual falta de informação.  relativamente a alguns distritos –

TENTATIVAS DE HOMICÍDIO POR MÊS

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Quanto às tentativas de homicídio sobressaem os meses de Maro, Abril e Junho, bem como o mês de Agosto que regista O maior número de tentativas de homicídio assinalando 7 tentativas.

TENTATIVAS 2004-2010

No período 2004 a 2010, são os meses de Maio a Outubro, os que registam o maior número de tentativas de homicídios.
tabela8
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TENTATIVAS  POR DISTRITO

Em 2010, até 12 Novembro, nas tentativas de homicídio, destacam-se os distritos de LisboaPorto (5) e Aveiro (5), sendo que os Açores, Braga e Setúbal apresentam igualmente 3 cada. (9) e o
Nestes seis anos de OMA – UMAR, sinalizando os distritos com maior incidência de tentativas de homicídio de mulheres por violência de género, Lisboa já somou 52 tentativas de homicídio, Porto 43, Aveiro 35, Viseu 20, Braga 19.
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No total, podemos observar 280 mulheres que foram alvo desta forma extremada de violência doméstica que, até onde pudemos apurar, não foram fatais. Mesmo não tendo sido fatais, a severidade das agressões deixou muitas destas mulheres com graves incapacidades para toda a vida, para além das marcas psicológicas com que ficaram e que se estendem a todas as pessoas que com elas vivem ou viveram na altura do crime.

CONCLUSÕES

Uma importante conclusão a retirar dos dados do Observatório de Mulheres Assassinadas da UMAR relativamente ao homicídio e tentativas de homicídio de mulheres por violência de género é que, apesar de todos os avanços da legislação portuguesa, este tipo de crime não está a diminuir. 40 homicídios em 2004, 35 em 2005, 36 em 2006, 22 em 2007, 46 em 2008, 2939 em 2010 (que ainda estamos em Novembro) mostram que não estamos a ser eficazes no combate a este tipo extremado de violência doméstica. em 2009 e
A UMAR reitera a necessidade de reforçar as medidas de polícia, avaliação de risco e aplicação de medidas de coacção, no sentido de melhor preservar a segurança e protecção das vítimas. Reitera igualmente a pertinência para a tipificação autónoma do crime de homicídio por violência de género.
Da análise efectuada pelo Observatório de Mulheres Assassinadas verifica-se que, na maioria das situações, existiam antecedentes relativamente ao crime de violência doméstica registando-se mesmo processos-crime em curso. É também de reportar que o conhecimento da situação de violência é, na maioria das vezes do conhecimento da comunidade, e que em algumas situações esta se mobilizou no sentido da denúncia e apoio.
Contudo, o sistema não se mostrou eficaz acabando por se tornar fatal ou quase fatal a violência até ai exercida.
A UMAR salienta o papel que os média têm prosseguido no registo da informação nesta área contribuindo, para o aumento do conhecimento sobre o homicídio na conjugalidade e relações de intimidade e sua caracterização, fontes do OMA.

UMAR, 22 de Novembro de 2010

ALMORRÓIDA ENTUSIASMADA


SIDA: número de infectados diminui 
pela primeira vez desde 1999


O número de doentes infetados pela epidemia de SIDA diminuiu 19 por cento relativamente a 2009, o que acontece pela primeira vez desde 1999, lê-se no documento hoje distribuído pela ONUSIDA.

O documento, denominado “Relatório Global da ONUSIDA - Epidemia de SIDA”, destaca que “desde 1999, ano em que se acredita que a epidemia atingiu, globalmente, o pico, o número de novas infeções diminuiu 19 por cento”.

Ou seja, em 2009 foram registadas 2,6 milhões de pessoas infetadas com HIV, enquanto em 1999 aquele valor foi de 3,1 milhões de pessoas.

O objetivo continua a ser “discriminação zero, zero novas infeções por HIV, e zero mortes relacionadas com a SIDA”, através do acesso universal a medidas eficazes preventivas do HIV, tratamento, cuidados e apoio.

Apesar dos ganhos alcançados, o documento recorda que o “progresso futuro depende fortemente de esforços conjuntos de todos os envolvidos” no combate à epidemia.

O relatório dá ainda como exemplo dos avanços registados o facto de 5,2 milhões de pessoas, das cerca de 15 milhões que necessitam de tratamento antirretroviral, e que vivem em países de rendimento baixo ou intermédio, terem atualmente acesso a essas medidas terapêuticas.

O resultado é a diminuição do número de mortes relacionadas com a SIDA, segundo a ONU.

Face aos esforços continuados de prevenção, o continente africano, desde sempre associado ao aumento continuado dos casos de SIDA, apresenta neste relatório dados encorajadores.

Com efeito, em 33 países considerados para avaliação das políticas de combate à epidemia, entre 2001 e 2009, conclui-se que a incidência diminuiu mais de 25 por cento e, destes, 22 situam-se na África subsaariana.

“As maiores epidemias na África subsaariana – Etiópia, Nigéria, África do Sul, Zâmbia e Zimbabué -, ou estabilizaram ou apresentam sinais evidentes de declínio”, refere o estudo.

Esta tendência é, todavia, invertida em várias regiões e países. Em sete países, cinco dos quais na Europa de Leste e Ásia Central, a incidência do HIV aumentou mais de 25 por cento no mesmo período.

“Parar as infeções, salvar vidas e melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem com o HIV continuam a estar no centro da resposta global à SIDA. Os sucessos e os desafios contínuos, descritos neste relatório, devem servir de catalisadores para a ação continuada”, sustenta-se no documento.

IN "i"
23/11/10

1 - SEGURANÇA DOS PNEUS





ALBERTO GONÇALVES

ALBERTO GONÇALVES

O desprezo dos desprezíveis

Foi sem dúvida uma óptima ideia organizar a Cimeira da NATO em Lisboa. O Governo pôde banhar-se no alegado "pres- tígio", uma raridade nos tempos que correm. O Estado pôde exercitar a sua natural prepotência e enxotar a populaça da capital da nação. A nação pôde cumprir a vocação de Terceiro Mundo e entrar em stand-by a propósito de meia dúzia de reuniões. As reuniões contaram com a presença mística de Barack Obama, herói das massas. As massas, pelo menos as lisboetas, puderam gozar de uma folga imprevista. A folga distraiu uma economia arruinada. A economia arruinada pôde receber, a benefício do turismo, milhares de "activistas" anti- -NATO, antiglobalização, anti- -EUA, anticapitalismo, anti-semitas, antiguerra, anti-sabão, anti-trabalho, etc.
Porém, é de mim ou a afluência e a actividade dos "activistas" ficaram aquém do esperado? Na quinta-feira, duas dúzias de moços testaram, perante a indiferença da polícia, métodos de "desobediência civil". À hora a que escrevo, na tarde de sábado, uma manifestação desce a Avenida da Liberdade, deprimida por não conseguir enervar as autoridades apesar dos proverbiais gritinhos de "fascistas". Um site informativo refere milhares de participantes. Outro site refere centenas. As fotografias mostram a omnipresença de bandeiras do PCP e do Bloco de Esquerda, o expediente possível para disfarçar a ausência de estrangeiros em quantidade bastante para um protesto decente.
O que explica isto? Um patriota lembra a destruição que os amantes da paz espalharam em Estrasburgo ou em Seattle e não evita a indignação: a rapaziada anti-o-que-lhe-vem-à-cabeça desprezou por completo Portugal e Lisboa. Das duas, uma. Ou essa gente desenvolveu uma compaixão súbita e teve pena do desamparo em que nos encontramos ou apenas nos desprezou, na convicção de que não se estraga o que já está estragado.
Em qualquer dos casos, o caso dá que pensar. Chegou-se a tal ponto que já nem delinquentes nos acham dignos dos pandemónios em que se especializaram. O país desceu tanto que fugiu ao radar do crime ideologicamente motivado, e esta dúbia proeza é o único prestígio de que o eng. Sócrates se deve inequivocamente orgulhar.
Alguns dirão que o controlo das fronteiras impediu a entrada de maior número de "activistas". Na verdade, foram devolvidos uns duzentos e detidos uns vinte. Por tique nervoso, houve "activistas" a queixar-se da "repressão" do Estado português, coisa que o passivo contribuinte caseiro costuma experimentar a sério e em silêncio.
Terça-feira, 16 de Novembro
Um debate desigual
O ministro das Finanças sempre foi homem de vibrantes debates consigo mesmo. Até agora, porém, permitia-nos, e permitia-se, respirar. Se num ano o dr. Teixeira dos Santos assegurava a portentosa saúde das contas públicas, só no ano seguinte se resignava à respectiva derrocada. Se num mês garantia que o défice nem chegaria aos 6%, só no mês seguinte aparecia a reconhecer que afinal a coisa rondava os 9%. Se numa semana jurava a impossibilidade de reduzir a despesa, só na semana seguinte admitia cortar aqui e ali.
Agora, o homem deu em contradizer-se ao fim de poucas horas. De manhã surge no Financial Times a confessar que o "risco" de Portugal recorrer à ajuda internacional é "elevado". De tarde, aparece na agência Reuters a proclamar que o recurso à ajuda internacional "não está iminente" e que não passa de "rumores e especulação".
O tique mantém-se suportável porque, por enquanto, o dr. Teixeira dos Santos reserva um período, mínimo que seja, entre uma afirmação e o seu reverso. Mas nada o impede de, a breve prazo, desatar pura e simplesmente a discutir sozinho em tempo real. Por este andar, não faltará muito para que o vejamos, em conferência de imprensa, a contestar as frases que proferiu dois segundos antes: "É forçoso reconhecer que o pior da crise ainda não chegou." "Não chegou? Claro que chegou. A recuperação económica já é um facto." "Não é, não senhor!" "Ai, isso é que é." "V. Exa. chamou-me mentiroso?" Etc.
Talvez tudo não passe de uma estratégia deliberada para confundir os investidores estrangeiros, embora não se perceba exactamente a quem serve a confusão: de cada vez que o dr. Teixeira dos Santos abre a boca, os juros da dívida sobem uns pontinhos e a famosa "credibilidade" pátria arranja maneira de se afundar mais um bocado. Outra possibilidade é ser o próprio dr. Teixeira dos Santos a andar confuso, hipótese que ele decerto negará com veemência. E confirmará logo depois.
Quinta-feira, 18 de Novembro
O regresso do herói
Se os protestos à Cimeira da Nato tiveram alguma virtude foi a de devolverem Gualter Baptista a uma relativa notoriedade. Se bem se lembram, o sr. Gualter é aquele moço que liderou a destruição de um campo de milho em Silves e, dias depois, se viu destruído por Mário Crespo na SIC Notícias. Nestes três anos e tal, o sr. Gualter sumiu da vista pública, não porque tenha estado na cadeia, onde estranhamente não esteve, mas por opção própria, a recuperar da vergonha. Felizmente, entre a estirpe do sr. Gualter a vergonha é uma benesse descartável e ei-lo de volta a opinar sobre um mundo que não compreende.
Excitado face aos eflúvios contestatários em volta da Cimeira e a greve do dia 24, o sr. Gualter decidiu partilhar na Internet as reflexões que lhe consomem a cabecinha. Escusado dizer que o resultado é uma delícia. Primeiro, num longo e divertido texto, o sr. Gualter procura justificar a acção dos Verde Eufémia (já tinha saudades deste nome), sob o pressuposto de que demolir propriedade privada é um direito mas condenar a demolição é uma "verdadeira inquisição".
Depois, o sr. Gualter lança uns gritos inspirados em Gandhi e na falta de medicação adequada: "Satyagraha contra a NATO e as suas guerras!"; "Satyagraha contra a destruição e apropriação do nosso sistema alimentar por meia dúzia de multinacionais!"; "Satyagraha contra os poderes capitalistas e a sua imprensa, que tentam fazer-nos aceitar que a crise afecta a todos, quando afinal só afecta a alguns!"; "Saiamos às ruas em desobediência contra a cimeira da violência e da guerra! Façamos uma greve geral perturbadora no dia 24! Rejeitemos a apropriação do nosso património agrícola e alimentar!"
Por fim, antes que os paramédicos chegassem com a camisa-de-forças, o sr. Gualter ainda teve tempo para penetrar nas profundezas jurídicas e explicar a obsessão de uma vida: "O crime é uma violação da lei feita às escondidas e com o entendimento de que a lei que se viola é legítima. Na desobediência civil há um acto ilegal, propositado e publicamente anunciado, que intencionalmente viola uma lei que é considerada ilegítima."
Logo, se eu anunciar aqui que pretendo, propositada e intencionalmente, desferir com um repolho transgénico no cocuruto do sr. Gualter, algo que apenas uma lei ilegítima me impede de fazer, isso não é crime: é desobediência civil. E quem sugerir o contrário é inquisidor. Satyagraha para mim também!
Sexta-feira, 19 de Novembro
Morte de cão
No dicionário, "veterinário" é quem trata da saúde aos bichos em sentido literal. Na Universidade de Évora é quem lhes trata da saúde em sentido figurado. Pelo menos esse é o testemunho de alguns alunos e ex-alunos do curso de Medicina Veterinária da referida escola, que garantem ser comum o uso, em conluio com o canil local, de cães saudáveis na prática de, cito o Jornal de Notícias, "esterilizações, castrações, simulações de cesarianas e anestesias". A que se segue o abate.
Não tenho paciência para certos campeões dos "direitos" dos animais, empenhados em berrar por espécies em peso e frequentemente incapazes de recolher um espécime sequer. Eu, que nunca berrei pelas baleias e recolho os cães que posso, não sei o que são os "direitos" dos bichos. Faço, porém, uma vaga ideia do que são os deveres dos homens, e um destes é o de evitar a crueldade sobre as demais criaturas. Discutir se a crueldade pode ser necessária é, além de uma contradição nos termos, um absurdo no caso de Évora. Sob que argumento é necessário aniquilar cachorros em prol da perícia médica que salvará outros cachorros?
A título de ressalva, acrescente-se que toda a história opõe a palavra dos indignados face ao tratamento dos bichos à palavra dos que negam o tratamento indigno dos bichos. Falta a palavra dos bichos, esquiva porque uns já morreram e os restantes são de poucas falas. 

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
21/11/10

OS EMMYS E O DECOTE DE RITA PEREIRA



Rita Pereira talks to Jeannine Morris of BeautySweetSpot.com 
about her show stopping cleavage at the 2010 
International Emmy Awards.

OBESIDADE INFANTIL »» animação

EBEE KA IJERE

A GRANDE SAVANA

Nova mensagem

A Grande Savana é uma das maiores atracções da Venezuela localiza-se a aproximadamente 1.400 Kms de Caracas, no sul da Do Estado de Bolivar numa terra que pertence ao Periodo Quartenário, a única actualmente existente na Terra. A área tem um clima tropical húmido com uma temperatura média de  28ºC, mas durante a noite pode baixar para os 13ºC.
A Grande Savana fica num planalto a uma altitude de 1000 metros acima do nível do mar e é pontilhada por altas montanhas aplanadas no topo chamadas de tepuis, que se levantam abruptamente das planícies à volta. O Monte Roraima é o mais alto dos tepuis com 2.810 metrro, e também marca o ponto triplo da fronteira da Venezuela com o Brasil e a Guiana.

A cidade mais importante na região é Santa Helena de Urairen, a capital municipal, que se situa a 5 quilómetros da fronteira Venezuela-Brasil. Tem uma população de aproximadamente 12.000 habitantes. A região é habitada por diversos grupos indigenas, incluindo o Pmon, que são os mais numerosos. O Parque Nacional de Canaima, que foi criado por decreto em 12 de Junho de 1962, compreende uma grande parte da Grande Savana mas a área não correspondem exactamente. Em 1975 o Parque Nacional de Canaima foi aumentado dos 10.000 Kms2 para 30.000 Kms2, tornando-o o sexto maior parque nacional do mundo.

As atracções principais para os que visitam a região é a Queda do Anjo, a mais alta queda de água do mundo, o Monte Roraima, a montanha que inspirou a novela de Arthur Conan Doyle em 1912 'O Mundo Perdido' e muitas outras montanhas e quedas de água.

ALMORRÓIDA AMBIENTAL


Belmiro de Azevedo prepara projecto de sustentabilidade das florestas

A Sonae já está a trabalhar com Governo e empresas para criar um clube de produtores da floresta.

Belmiro de Azevedo tem um novo projecto: a floresta. O ‘‘chairman'' do grupo Sonae revelou ontem, na sessão de abertura do fórum de Sustentabilidade Sonae - que premeia as melhores ideias de sustentabilidade dentro das empresas do grupo - estar a trabalhar "num projecto em que a Sonae não quer ser maioritária".

Para Belmiro de Azevedo, "é tempo para tentar fazer um projecto rápido que não consuma capital". "São projectos que envolvem cinco, 10, 15 mil euros", explica, falando do seu projecto para as floresta, que também poderia ser de "agricultura ou pescas, que foram abandonadas pelo Governo"

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
23/11/10

1 - PRÓ MULHERIO E NÃO SÓ






2 - MINIATURAS DO MUNDO







SORVENDO

TUBARÃO NO AR

TENHA UM BOM DIA............

... e pense que lá longe 
             vão haver dias melhores

compre jornais

PORQUE NÃO DESENVOLVERAM A FERROVIA???
Brisa demora 3 anos a recuperar 
metade do que perdeu para as Scut
A concorrência pelas auto-estradas sem custos para o utilizador teve um impacto na Brisa de perda de tráfego de dez por cento nos últimos cinco anos.
Agora, que já há cobrança em três Scut, a empresa presidida por Vasco de Mello espera demorar mais três anos a recuperar metade do tráfego perdido.
A decisão de introduzir portagens a par de medidas de "discriminação positiva" para o tráfego local até Julho de 2012 obriga a concessionária a dilatar o tempo que precisa para essa recuperação, que, no final de 2014, deverão permitir à empresa aumentar em 5,2 por cento as suas receitas de portagem. Estes números foram avançados ontem, durante o Dia do Investidor da empresa.
A previsões de aumento das receitas de portagem assentam na perspectiva de que a concessionária deverá conseguir captar até 20 por cento do tráfego na Costa de Prata (entre Aveiro e o Porto), até 10 por cento do tráfego na concessão do grande Porto (entre Lousada e Matosinhos) e menos de cinco por cento do tráfego na Norte Litoral (entre o Porto e Viana do Castelo). À margem do evento fonte da empresa avançou ainda que o aumento médio das tarifas de portagem deverá ser, em 2001, de 0,6 por cento.
"PÚBLICO"

O GOVERNO CANCELA VIDAS TODOS OS DIAS
TAP, BA, Air France, Lufthansa e Ryanair 
prevêem cancelar mais de 300 voos amanhã
As companhias TAP, British Airways (BA), Air France, Lufthansa e Ryanair já cancelaram ou prevêem cancelar mais de 300 voos de e para Portugal na quarta-feira, dia de greve geral nacional.
A greve geral de quarta-feira deverá levar ao cancelamento de mais de 550 voos de e para Portugal, caso os controladores aéreos cumpram apenas os serviços mínimos acertados com a NAV, ou seja dois voos para a Madeira e três para os Açores.
Em declarações à Lusa, fonte oficial da ANA - Aeroportos de Portugal adiantou que para a próxima quarta feira estavam previstos chegar e partir de Portugal continental mais de 550 voos (374 do aeroporto de Lisboa, 141 do Porto e 38 de Faro), sendo por isso esse o número de voos potencialmente afectados pela greve geral. Isto sem contar com os voos de e para a Madeira e Açores.
Só a TAP prevê cancelar mais de 250 voos, disse à Lusa fonte oficial da companhia, cujos serviços mínimos decididos em sede de arbitragem são até mais curtos do que os dos controladores aéreos. Os serviços mínimos para a TAP, ANA, Groundforce e Portway resumem-se a um voo do Continente para a Madeira e outro para os Açores (bem como os voos de volta).
"DIÁRIO ECONÓMICO"

 EXCELENTE PORTUGUESA
Joana Ramos conquista medalha de ouro
no grande prémio de Abu dahbi
A judoca portuguesa Joana Ramos (-52) conquistou esta segunda-feira a medalha de ouro no Grande Prémio de Abu Dhabi, ao derrotar na final a brasileira Erika Miranda, por yuko.
Para chegar à final, Joana Ramos tinha já eliminado Ngandeu Weyinjam (Camarões), Aynur Samat (Turquia) e Marta Kuban (Polónia).
Em -57, Telma Monteiro foi derrotada pela chinesa Yang Liu, logo na primeira ronda.
"RECORD"

MAIS EXCELENTES PORTUGUESES
"Meu Amor" 
ganha Emmy Internacional
À primeira foi de vez. A novela protagonizada por Alexandra Lencastre, Margarida Marinho, Rita Pereira e Paulo Pires teve a primeira nomeação para Portugal e ganhou a estatueta.
A viagem a Nova Iorque valeu a pena. Os actores deslocaram-se aos Estados Unidos para assistir à cerimónia de entrega dos Emmy Internacionais, que se realizou esta madrugada, e de lá virão com uma estatueta nas mãos. A história da autoria de António Barreira, que também viajou até Nova Iorque, ganhou o prémio de melhor telenovela.
"Meu Amor" derrotou "Ciegas e Citas", da Argentina, e "Dahil May Isang Ikaw", das Filipinas.
Também conhecida das novelas, mas da Globo, Lília Cabral estava nomeada para melhor actriz dramática pelo seu papel em "Viver a Vida", mas perdeu para Helena Boham Carter. Bob Hoskins foi eleito o melhor actor.
A 38.ª edição destes troféus atribuiu dois prémios honorários: um a Simon Cowell, jurado do programa "American Idol", pelo seu trabalho a descobrir talentos; e outro a Lorne Michaels, criador e produtor de "Saturday Night Live".
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

GENTE MUITO FRÁGIL E EXPLORADA
Combater ilegalidades
Os trabalhadores dos centros comerciais vão aderir à greve, contestando ilegalidades que lhes dão motivos adicionais para parar.
Vínculo precário, flexibilidade de horários e falta de pagamento de horas extraordinárias são algumas das ilegalidades cometidas contra os trabalhadores dos centros comerciais, que lhes dão motivos adicionais para se juntarem à greve geral de quarta feira.
Esta foi a mensagem que o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços (CESP) transmitiu ontem em ações de mobilização para a greve nos centros comerciais Colombo e Vasco da Gama, em Lisboa, apelando aos trabalhadores para que defendam os seus direitos.
Um pequeno grupo de sindicalistas juntou-se, ontem à tarde, em frente ao Centro Comercial Colombo, para se inteirar das condições de trabalho nas lojas daquele centro e distribuir panfletos explicando as razões para aderir à greve de quarta feira.
António Santos é dirigente do CESP e também trabalhador de uma das lojas do Colombo e falou sobre o seu 'próprio contacto diário', com condições de trabalho precárias e sobre 'os grandes atropelos', aos direitos destes funcionários.
Os principais problemas, apontou o sindicalista, prendem-se com horários de trabalho feitos à margem da lei, 'em cima do joelho, que não permite conciliar a vida profissional e familiar, o desrespeito pelo pagamento de horas extraordinárias, 'mesmo numa altura em que se trabalha muitas horas suplementares, ou até a existência de lojas 'onde as pessoas não se podem ausentar para satisfazer as necessidades básicas e são forçadas a esperar pela troca de turnos para poder ir à casa de banho'.
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

MÉTODOS PIDESCOS
Serviços do Estado tentam identificar 
quem adere à greve
Os trabalhadores não são obrigados a anunciar a intenção de aderir ou não à greve. Daí que, segundo os sindicalistas, seja ilegítimo e ilegal que circulem na Administração Pública orientações para que as chefias identifiquem antecipadamente os grevistas.
"Vou pensar no assunto na noite de 23 para 24. É esta a resposta que os trabalhadores devem dar aos chefes que lhes perguntem se farão greve". O conselho é de José Abraão, dirigente da FESAP (Frente Sindical da Administração Pública), da UGT, que garantiu ao JN ter recebido diversas denúncias de chefias de serviços do Estado (autarquias incluídas), que estão a pressionar os trabalhadores a revelar se irão ou não trabalhar amanhã. A situação, que na opinião de Paulo Taborda, da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública, da CGTP, é "lamentavelmente habitual quando há greves", é entendida como uma pressão junto dos trabalhadores.
Pressões do mesmo tipo foram relatadas ao JN pelo dirigente e jurista da CGTP Joaquim Dionísio, que revelou a existência de "orientações escritas dirigidas às chefias intermédias para obrigarem os trabalhadores a revelar previamente se farão greve".
Também o líder da UGT, João Proença, denunciou a existência de outras pressões para obrigar os trabalhadores a não paralisarem, nomeadamente na CP.
"Há pressões, incluindo no sector empresarial do Estado. Além disso, num país com a terceira maior precariedade laboral da Europa, é evidente que há muitos trabalhadores que receiam fazer greve", admitiu o sindicalista.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

JÁ FOMOS BONS...
Sub-18: Teste com Montenegro em Mafra
A Selecção Nacional de sub-18, orientada por Rui Bento, realiza esta tarde, às 15 horas, um jogo particular com Montenegro, no primeiro de dois testes com esta selecção.
O segundo jogo será esta quinta-feira, às 11 horas, no Cacém. Dois encontros de preparação que visam ensaiar a estratégia para a derradeira fase de qualificação para o Europeu da categoria, o principal objectivo desta equipa.
"A BOLA"

 OS BOMBOS DA FESTA
Precários temem perder emprego 
com adesão à greve
Mais de cinco mil trabalhadores precários da educação temem sofrer represálias caso adiram à greve geral de amanhã. Em causa estão os auxiliares de acção educativa e funcionários de apoio às actividades de enriquecimento curricular das escolas do Ensino Básico, sob a jurisdição das autarquias, e dos estabelecimentos dos 2º e 3º ciclos de ensino, sob tutela do Ministério da Educação.
"Há milhares de trabalhadores em situação precária, de escolas sob jurisdição das autarquias, com medo de perder os postos de trabalho se aderirem à greve", garantiu ao CM José Abraão, vice-secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública, dando conta do que encontra diariamente nas ‘jornadas de esclarecimento': "São mais de cinco mil trabalhadores com contrato a termo que não nos dizem que não vão fazer greve, mas que perguntam se vão sofrer represálias".
"CORREIO DA MANHÃ"

SAÚDE PRECÁRIA
Pagamentos directos em Portugal 
quase duplicam recomendação da OMS
Em 2008, os pagamentos directos das famílias representavam 29% do total da despesa em saúde. Ontem, a OMS veio recomendar que este valor não supere os 15% a 20% da despesa total.
De acordo com a OMS, as despesas directas com cuidados de saúde têm levado, todos os anos, 100 milhões de pessoas a caírem abaixo do limiar da pobreza em todo o mundo. Esta é uma das principais conclusões do relatório anual ontem divulgado pela Organização, que tece duras críticas aos pagamentos directos - por deixarem muita gente sem acesso a cuidados - e que aponta caminhos para gerir melhor os recursos disponíveis no sector.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

PARA FICAREM OS DEDOS, VÃO-SE OS ANÉIS
Recorde. Só num mês famílias 
retiram 1,5 mil milhões dos bancos
As famílias portuguesas retiraram 1450 milhões de euros de depósitos em bancos só em Setembro, a maior queda registada num só mês desde pelo menos 1989 - ano em que o Banco de Portugal começou a compilar essa estatística. O valor depositado pelos particulares situa-se agora em 116,9 mil milhões de euros.
Trata-se da segunda queda consecutiva do valor depositado pelos portugueses, que em Agosto já tinham retirado 923 milhões de euros dos depósitos. Isto significa que, e em apenas dois meses, os bancos perderam 2,4 mil milhões em depósitos. Analisando o histórico desde 1989, trata-se da terceira maior queda sequencial de que há registo, e a única que chega a estes níveis em apenas dois meses.
Apesar de não ser possível avançar com uma justificação exacta ou única, a quebra pode ter sido potenciada pelo ambiente de crise económica do país, nomeadamente a subida da taxa de desemprego, que obriga algumas famílias a recorrer às poupanças para fazer face a despesas do quotidiano.
"É uma hipótese plausível, embora não seja capaz de dizer se é mesmo essa a razão", explicou ao i Miguel Beleza, antigo ministro das Finanças, que afasta a hipótese de se tratar de um problema de confiança no sistema financeiro. "Não me parece que os portugueses confiem menos nos bancos. Podem é precisar mais do dinheiro no dia-a-dia."
"i"

A BELA CIDADE DE BRAGA EM IMAGENS

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enviado por M. COUTINHO

JU MING ART MUSEUM (TAIPÉ) - IV


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ALENTEJANOS NO SEU MELHOR !!!!!

Um abastado lavrador da Amareleja meteu-se no seu jeep e foi a um monte vizinho.
Bateu à porta.
Um puto de cerca de 9 anos vem abrir.
- O tê pai está em casa?
- Nã senhori foi a Évora.
- Bem, a tua mãe está em casa?
- Nã senhori ela também nã está. Foi com o mê pai.
- E o tê irmão Maneli? Ele está...
- Nã senhori, ele também foi com a mãe e com o pai.

O lavrador ficou ali uns minutos, mudando de um pé para o outro e resmungando sozinho.
- Posso ajudá-lo em alguma coisa, pergunta o rapaz delicadamente; ê sei onde estão as ferramentas; se quiser alguma emprestada; ou talvez possa dar um recado ao mê pai...!!
- Bem, diz o lavrador, com cara de chateado, realmente queria falar com o tê pai, por causa do tcê irmão Maneli; ele engravidou a minha filha Raqueli
 ??! O rapaz pensou por uns momentos
- Lá disso nãa sêi, terá de falar com o mê pai. Se lhe servir de alguma ajuda para ir fazendo contas, ê sêi que o pai cobra 500 pelo touro, 100 pelo cavalo e 50 pelo porco, mas realmente nã sê quanto é que ele lhe vai levar pelo Maneli!

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